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  • Ópera carioca inspirada na Covid-19 será encenada para todo o país

    Produzida durante a pandemia da Covid-19 que assolou a humanidade ao longo de 2020 – e que ainda nos acomete quase um ano desde sua eclosão no Brasil – a opereta “A Peste”, escrita com música e libreto de Cyro Delvizio, um dos mais destacados violonistas, compositores e pesquisadores de sua geração, irá ganhar sua primeira montagem em palco, com estreia confirmada em seis sessões de 28 a 30 de março, às 18h e 21h, em Niterói, no Teatro Popular Oscar Niemeyer. No ano passado, por conta do rigoroso distanciamento social que uma doença desconhecida impôs ao convívio social, a peça foi lançada em duas partes no YouTube, quando, por iniciativa própria, seis músicos (três cantores e três instrumentistas) se uniram fazer uma montagem completamente remota de uma opereta inédita, cantada em português e com linguagem e estética acessíveis ao grande público. Com realização do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, a ópera, agora, será encenada em palco, sem a presença do público, com transmissão online e contribuição voluntária (os ingressos variam entre R$0, R$5,00 e R$10,00, e poderão ser adquiridos através do site da Sympla). Previamente às sessões, haverá uma breve explicação do compositor sobre a obra, que, no final, também estará disponível no chat para conversar com os espectadores. Posteriormente, a opereta “A Peste” será divulgada exclusivamente nas redes sociais do projeto. Reunindo no palco além do próprio Cyro Delvizio (violão), a soprano Manuelai Camargo, o tenor Guilherme Moreira, David Monteiro (narrador e baixo-voz), a flautista Clarissa Bomfim e o violoncelista Paulo Santoro, a narrativa traça paralelos com o momento atual da humanidade, porém ambientada na Síria. Um Príncipe está retornando a Damasco após viagem diplomática, cantando sobre sua futura glória quando for coroado Sultão. Porém, logo enfrentará um grande dilema: após dar carona a uma velha senhora, ele descobre que ela é a Peste em pessoa justamente quando chegam aos portões de Damasco. A partir daí, o Príncipe se vê dividido entre seu instinto de autoproteção e seu sonho de ser o futuro Sultão, refletindo também sobre sua consideração por seu povo e sua cidade. Inspirada na pandemia do coronavírus ainda vigente, o músico e compositor Cyro Delvizio realizou esforço pessoal não só para concretizar essa “transposição” entre as diferentes épocas, mas para criar uma obra metalinguística que fomentasse reflexões sobre este difícil e singular momento da civilização, atentasse para o zelo sanitário e ainda aproximasse o público leigo da ópera ao tratar de um tema atual e afeito a sua realidade: “em 2020, a montagem on-line autoproduzida - também graças a vaquinha virtual - foi pensada inicialmente para esta realidade remota e um pouco para colocar para fora os meus sentimentos durante o isolamento”, aponta Cyro Delvízio. “Agora, com o apoio da Lei Aldir Blanc, conseguiremos não somente colocar a opereta em palco, mas fazer isso com toda a segurança que o momento exige: a equipe enxuta, poucos ensaios, curta duração do espetáculo (45 minutos) e teatro espaços. Até o palco grande propiciará o distanciamento dos físicos dos músicos e cantores, que também farão testes de COVID. Temos que nos reinventar e até reinventar o processo habitual de uma montagem desse tipo, com a responsabilidade de mostrar que é possível um retorno gradual de espetáculos como o nosso, mantendo a segurança em primeiro lugar”, conclui. SERVIÇO: OPERETA “A PESTE” - TRANSMISSÃO ON LINE EM 6 SESSÕES Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer - Niterói/RJ DIAS 28 (domingo), 29 (segunda) e 30/03 (terça) HORÁRIO: às 18h e 21h de cada dia Informações: Facebook/operetaapeste / Instagram @operetaapeste Duração do espetáculo: 45 min Classificação 12 anos INGRESSOS: https://linktr.ee/operetaapeste Os ingressos serão comercializados com os seguintes valores: R$0,00 / R$5,00 / R$10,00. A contribuição é voluntária. FICHA TÉCNICA – A PESTE Concepção e Compositor: Cyro Delvizio Direção Artística e Musical: Cyro Delvizio Direção Geral e de Arte: Joana Lebreiro e Brunna Napoleão Figurinista e Cenógrafa: Marieta Spada Intérpretes A Peste (soprano): Manuelai Camargo Príncipe (tenor): Guilherme Moreira Narrador e Sultão (baixo): David Monteiro Flauta: Clarissa Bomfim Violoncelo: Paulo Santoro Violão: Cyro Delvizio

  • Romance sobre escolhas e renúncias ganha edição em espanhol

    O livro “Lugar cheio de rãs” da escritora Celina Moraes foi lançado em espanhol, com o título “Lugar Lleno de Ranas”. O romance, que está em sua quarta edição em português, retrata a difícil tarefa de encarar as consequências da vida recheada de escolhas e renúncias. Será a primeira empreitada internacional da autora, que almeja o mercado editorial latino-americano. Sinopse Conflito amoroso, suspense e contexto histórico se misturam a esta história de amor ambientada nos anos 70, em plena ditadura militar brasileira. As inconciliáveis ideologias entre capitalistas e comunistas rondam a vida de André, um executivo bem-sucedido. A juventude de sua filha Dominique, desperta nele sentimentos que julgava esquecidos, mostrando que as fronteiras da memória são tênues e marcantes. Sem medo, André embarca numa viagem rumo ao passado e desembarca no México, onde o destino será o seu guia. - A ideia é mostrar que as sombras do passado interferem nas realizações pessoais e profissionais do presente, podendo levar a busca por respostas suspensas no tempo e revelar o quanto o destino pode influenciar nossos sonhos. As vontades individuais nem sempre serão suficientes para nos guiar rumo onde queremos chegar, mas o amor sempre será um combustível de motivação para nos aventurar por caminhos jamais percorridos em sã consciência – destaca Celina. A novidade, além do idioma, é que o novo prefácio é assinado por Maira Esber. Publicitária e artista visual, Maira tem uma relação única e seminal com os originais que Celina Moraes escreveu e manteve, por vários anos, em amadurecimento, até a decisão final de publicar de forma independente. Sobre a autora Celina Moraes possui mais de 40 anos de experiência corporativa, sendo que, desde 2001, ocupa a posição de editora em uma multinacional do mercado financeiro. Celina é formada em Letras pela antiga Faculdade Ibero-Americana, especialização em tradução. Celina Moraes também é escritora e seu romance de estreia “Lugar cheio de rãs” ganhou o Prêmio “Lúcio Cardoso” em 2010 pelo 3º lugar no concurso internacional de literatura promovido pela União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro (UBE-RJ). Seu conto “Rumo ao topo numa canoa quebrada” foi um dos 50 selecionados para compor a Antologia de Contos: História de Amor e Dor”, lançada pela UBE em 2018. Em 2019, a escritora lançou seu segundo romance “Jamais subestime os peões - eles valem uma rainha”. Serviço: “Lugar Lleno de Ranas”, versão em espanhol de “Lugar cheio de rãs” Autora: Celina Moraes Book trailer: https://youtu.be/a_uEc6QL6Bc Editora: Buqui Páginas: 232 Link para comprar: https://amzn.to/2ZaQlf1 Preços: E-book Amazon R$ 25,20 Site da escritora: www.celinamoraes.com.br

  • Outono chega e com ele as alergias respiratórias

    O momento em que as baixas temperaturas chegam no Centro-Oeste, aumenta a preocupação com os cuidados para quem sofre com alergias. Para minimizar os impactos dos sintomas dessas patologias, se faz necessário alguns cuidados e orientação médica especializada para o tratamento adequado. O médico otorrinolaringologista Dr. Dyego Barbosa, da Derma Prime, explica que são alergias que causam dor de cabeça e no seio da face, secreção nasal, além de coceira, lacrimejamento e espirros. “O paciente precisa mudar os hábitos de vida, seja com alimentação indicada e maior higiene no ambiente residencial ou trabalho”, detalha. A rinite se caracteriza pela irritação e inflamação da mucosa nasal. Se manifesta pela coriza (secreção que escorre do nariz), espirros, nariz entupido e coceira. Os sintomas podem durar entre 7 a 10 dias e em casos crônicos, podendo chegar a mais de 3 meses. Já a sinusite é uma espécie de inflação da mucosa que reveste os seios da face, que dura em torno de oito semanas. O tratamento se dá pelo uso de descongestionantes nasais e em casos evoluídos, com antibióticos, receitados pelo médico. “Os pacientes precisam se atentar ao limpar a casa, evitando levantar poeira, pelos ou pó. Devem evitar também o uso de ar condicionado e os umidificadores devem ser usados com cautela. Alimentação deve ser rica no consumo de frutas e verduras, que ajudam na reposição das vitaminas C e D no corpo”, alerta Dr. Dyego. Serviço: Derma Prime – Dermatologia e Otorrinolaringologia www.clinicadermaprime.com.br/

  • Nube Café apresenta cardápio de Páscoa com opções sofisticadas

    A confeitaria, especializada em macarons, elaborou um cardápio especial de Páscoa com opções que vão desde ovos com surpresa até opções mais sofisticadas com louças personalizadas. Livres de gordura hidrogenada e conservantes, as receitas do menu são preparadas com chocolate Sicao Seleção que trazem notas aromáticas distintas e exclusivas, que exploram a personalidade de sabor que provém das amêndoas do cacau do Pará. O menu conta com oito opções para você se deliciar sozinho, compartilhar com a família ou presentear aquela pessoa especial. Entre as opções de ovos de páscoa: Piñata Espatulado Dragê, preparado com casca de chocolate 38% cacau recheada com 10 bolachinhas de macarons e 10 meio ovinhos dragê, ao leite e branco (650g - R$130); Piñata Rústico, preparado com casca de chocolate 63% cacau recheada com 6 macarons, 5 trufas e confetes de chocolate (650g - R$150); Ovo Red Velvet, preparado com chocolate branco e recheado com bolo Red Velvet com creme de cream cheese (1200g - R$180). Entre as opções de combinados e louças de porcelana: Copinho P, composto por um copo de porcelana com estampa exclusiva recheado com 12 meio ovinhos de chocolate sortidos .(7,5 cm x 6,5 cm - R$60); Copinho M, composto por copo de porcelana com estampa exclusiva recheado de bolo de cenoura e brigadeiro, finalizado com macarons (10cm x 7cm - R$70); Caixa sortida, feita em acetato com estampa exclusiva, acompanhada de 6 macarons tradicionais, 5 trufas e um macaron de coelho (R$60); Porcelanas exclusivas, pintadas à mão pela artista plástica @ro_porcelanas, sendo duas opções. A primeira é um ovo liso de porcelana recheado com 15 macarons (R$290) e o segundo, ovo relevo com coelho de porcelana recheado com 12 macarons (R$320). As encomendas podem ser feitas até o dia 01/04 e estão sujeitas à disponibilidade. A data de entrega vai até o dia 03/04, e conta com uma taxa de entrega de acordo com a localização. Já a data para retirada de produtos no Nube Café, vai até o dia 02/04. Os produtos devem ser conservados na geladeira. Serviço : Páscoa no Nube Café Produtos a partir de R$60 a R$320 Data para encomenda: Até o dia 01/04 Data de retirada e entrega: 02/04 e 03/04 Endereço: 910 Sul (Centro Clínico Via Brasil, loja 28) Horário de funcionamento: Segunda a sexta, das 9h30 às 19h Delivery: Consultar a disponibilidade Telefone: (61) 99885-8481 Instagram: @nubecafe

  • Novos drones devem auxiliar mapeamento no DF

    Muita tecnologia em pouco tamanho, assim são conhecidos os drones. Hoje, indispensáveis em diversos setores como a agricultura e a construção civil, as aeronaves não-tripuláveis, entregam até pizza e o mais importante: salvam vidas. Isso mesmo, os drones são utilizados com frequência pela segurança pública através do mapeamento de áreas de risco e do monitoramento da violência. De forma remota, o controle é feito por terra, enquanto o drone sobrevoa todas as direções alcançando até mais de 30 metros de altura com segurança e eficiência. Após quase quatro anos de regulamentação dos voos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), entre agosto de 2018 e 2019, o número de aparelhos registrados para uso profissional saltou de 18.389 para 27.665, um aumento de 51%. Número que cresce a cada dia e no Distrito Federal não é diferente. A Secretaria de Segurança Pública acaba de licitar a compra de sete drones para planejar ações policiais e ampliar atuação preventiva em caso de chuva, além de auxiliar na localização de focos do mosquito da dengue e em outros trabalhos, como testes de sirene e ações na Barragem do Paranoá. Na avaliação do especialista em segurança pública Leonardo Sant'Anna, a aplicação dos drones na área de segurança pode começar com o apoio a operações de busca e resgate de pessoas em áreas de difícil acesso como em florestas, podendo chegar a ambientes noturnos, em que a vigilância policial daria lugar a câmeras especiais acopladas nesses aparelhos. “Essas ferramentas podem detectar calor, revelando o paradeiro de possíveis vítimas e/ou agressores de maneira muito mais rápida. Ao mesmo tempo em que reduz o risco dos profissionais de segurança, drones cobrem áreas muito maiores, filmam e fotografam com definição digital e podem entregar esses dados em tempo real, acelerando e dando mais qualidade à tomada de decisões em ocasiões críticas, muito comuns em questões de segurança, explica." Assim que os novos drones estiverem disponíveis irão auxiliar na redução do tempo de resposta nos atendimentos e agilizar a tomada de decisões nos trabalhos operacionais das subsecretarias do Sistema de Defesa Civil e de Inteligência; além de atender também as diretorias de Inteligência Penitenciária (DIP) e de Operações Especiais (DPOE), da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

  • 9 mil vagas para cursos gratuitos em diferentes áreas

    O governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (SECTI), lançou os primeiros editais de 2021 de cursos gratuitos. Os editais abrem vagas para 40 cursos de qualificação profissional em áreas diferentes e de aperfeiçoamento, além do de Técnico em Segurança do Trabalho. “Nossa missão é qualificar todos para o mercado de trabalho. Nós do GDF temos um compromisso com o futuro profissional do aluno. Já entregamos 521 certificados e já foram formadas 42 turmas. Temos uma estimativa de atender 6 mil vagas até o final do ano de 2021. E uma perspectiva de formar 20 mil alunos até 2022”, ressalta Gilvan Máximo, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF. Foram investidos 25 milhões de reais nesse programa para ajudar a população a se profissionalizar, gratuitamente, e entrar no mercado de trabalho. As capacitações são nas áreas de Alimentos, Automação Industrial, Automotiva, Construção Civil, Placas fotovoltaicas, que é a energia solar, Domótica, Eletroeletrônica, Energia GTD (geração, transmissão e distribuição de energia), Energias Renováveis, Gestão, Gráfica e Mídias Impressas e Digitais, Madeira e Mobiliário, Metalmecânica, Segurança do Trabalho, Telecomunicações, Tecnologia da Informação e Vestuário. “70% da população de países da Alemanha e dos Estados Unidos fazem cursos técnicos e profissionalizantes”, adverte o secretário Gilvan Maximo. Há opções de turmas nos turnos matutino, vespertino e noturno, nas modalidades semipresencial — com 80% da carga horária a distância e 20% de forma presencial — e presencial. Entenda as modalidades Os cursos de Qualificação Profissional e de Aperfeiçoamento Profissional são de curta duração, com cargas de 20 a 400 horas-aulas (de uma semana a quatro meses, em média). O primeiro tem o objetivo de inserir o aluno no mercado de trabalho ou de lhe permitir uma recolocação profissional. Já o segundo, trata da ampliação, complementação ou atualização de competências de determinado perfil profissional. Em ambos os casos os concluintes recebem certificados. Os técnicos são mais longos, com cerca de 1.200 horas-aulas (de um ano a um ano e meio). Formam profissionais com conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais em diversas atividades da indústria e ao fim o aluno recebe um diploma. Serviço: Www.secti.df.gov.br/Inovatech

  • Compras com segurança: Shopping do Entorno reforça protocolos sanitários para receber os clientes

    Segundo a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), os protocolos adotados pelos polos de venda de todo o Brasil foram elaborados por profissionais de saúde a partir de experiências internacionais. Assim como o Brasil Center Shopping, localizado em Valparaíso, que intensificou as medidas sanitárias, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e o atual decreto municipal em vigor Nº 236. De acordo com Melque Dourado, um dos sócios do centro comercial, a fiscalização foi intensificada em todas as dependências do shopping. “Reforçamos nossas medidas para a segurança dos nossos colaboradores e clientes. Adotamos protocolos intensos de limpezas em todas as áreas do shopping e nas lojas, o uso de máscara é obrigatório, há aferição de temperatura e também pontos de álcool em gel espalhados por todo o Brasil Center para higienização das mãos. Além disso, estamos com a capacidade reduzida em 50%”, afirma o empresário. Ainda seguindo o decreto em vigor, o estabelecimento comercial funcionará de segunda a sexta das 10h às 18h e a academia smart fit abrirá das 6h às 18h. Melque também ressalta que é fundamental a colaboração dos clientes para se protegerem contra a disseminação do vírus. Confira algumas dicas para fazer as compras em segurança: Higienize as mãos antes de entrar nas lojas e ao tocar em qualquer superfície ou objeto; Ao manusear produtos não toque na máscara, no rosto ou no cabelo; Mantenha distância segura das pessoas; Ao chegar em casa troque a roupa e lave as mãos e rosto; Passe álcool ou lave suas compras antes de guardá-las. Sobre o shopping O Brasil Center Shopping conta com mais de 500 lojas, incluindo grandes redes varejistas, academia Smart Fit, praça de alimentação com opções para todos os gostos, amplo estacionamento e com pista de fácil acesso ao shopping. Brasil Center Shopping Endereço: BR 040 Av. Marginal - Parque Esplanada III - Valparaíso de Goiás Horário de funcionamento (lojas e praça de alimentação): segunda a sexta: das 10h às 18h Sábado e domingo: fechado Academia Smart Fit: das 6h às 18h Siga no Instagram: @brasil_centershopping Site: https://brasilcentershopping.com.br/shopping.php

  • 14º Festival Visões Periféricas gratuito e on-line para todo o Brasil

    O Festival Visões Periféricas é uma plataforma de difusão de filmes de curta, média e longa-metragem e desenvolvimento de projetos audiovisuais produzidos nas múltiplas periferias brasileiras. A 14ª edição do festival irá acontecer entre os dias 24 e 31 de março de 2021 de forma gratuita e pela primeira vez de forma on-line para todo o Brasil. O festival esse ano exibirá, ao todo, 50 filmes de longas-metragens, médias e de curtas-metragens exibidos em 6 sessões. A idealização do festival é de Marcio Blanco e a curadoria é de Marcio Blanco, Kamilla Medeiros e Janaína Damaceno. A iniciativa tem patrocínio da Lei Aldir Blanc, Governo Federal e Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Na sessão de abertura do festival, no dia 24, às 19h30, será exibido o longa-metragem inédito Anastácias, de Thatiane Almeida (SP, 78 min, 2020), com tradução em libras. A programação deste ano exibirá 4 Mostras Competitivas: Panorâmica, com 5 filmes de filmes de longa-metragem e de média-metragem com duração de, pelo menos, 40 minutos; Fronteiras Imaginárias com programação de 20 filmes de curta-metragem produzidos por realizadores independentes e coletivos de audiovisual; Cinema da Gema com 10 filmes de curta-metragem produzidos no Rio de Janeiro e Visorama com 8 curtas de até 15 minutos produzidos em cursos de formação audiovisual no Ensino Básico e em projetos do terceiro setor. Todas as sessões da mostra competitiva serão exibidas no site do festival: www.visoesperifericas.org.br. Os filmes avaliados pelo júri técnico serão premiados com prestação de serviços na área de produção e pós-produção e bolsas de estudos em cursos de audiovisual. Além disso, os filmes das mostras Fronteiras Imaginárias, Cinema da Gema e Panorâmica serão avaliados por um representante de licenciamento do Canal Brasil. O filme com mais votação on-line por parte do público em cada mostra competitiva vai receber um troféu do Festival. O festival apresenta, também, uma Mostra não-competitiva que exibirá os filmes: A Profundidade da Areia, de Hugo Reis (ES, 17 min, 2019); Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Lucas H Rossi dos Santos e Henrique Amud (RJ,15 min, 2020); Bonde, de Asaph Luccas (SP, 18min, 2020); Morte Branca do Feiticeiro Negro, de Rodrigo Ribeiro (SC, 10 min, 2020); e Perifericu, de Nay Mendi, Rosa Caldeira e Stheffany Fern (SP, 20 min, 2019). São filmes premiados e que foram selecionados por representarem uma forte tendência no cinema periférico de experimentação estética e discussão de temas como raça, gênero e diversidade. Todos os filmes presentes na Mostra não-competitiva contarão com legenda descritiva e audiodescrição. Os realizadores da mostra também participam de um bate-papo no dia 27 de março, às 17h, e que será exibido no site. Além das mostras, o festival este ano apresenta três mesas de debate que vão tratar de temas como os caminhos do audiovisual periférico pós-pandemia e a inserção de jovens da periferia no mercado audiovisual. O debates acontecem nos dias 25, 29 e 30 de março, sempre às 19h30, com tradução em libras e que serão exibidos no Canal do Youtube e na Página do Facebook do festival. No dia 25/3, quinta-feira, às 19h30, o ator e ex-BBB, Babu Santana, participa de uma conversa sobre o festival e a transmissão será exibida no Instagram do Visões Periféricas. O 14º Festival Visões Periféricas oferecerá também duas oficinas de produção audiovisual destinados ao público jovem e que serão ministradas de forma on-line através da plataforma Zoom. O objetivo geral do festival é exibir um painel diversificado de expressões culturais brasileiras através da produção audiovisual. A curadoria privilegia filmes que expressem esteticamente uma visão crítica e inovadora sobre as periferias. São filmes que trazem uma relação íntima entre temas, personagens e vivência dos realizadores nos territórios onde os filmes são produzidos. No encerramento do festival, no dia 31 de março, às 19h, será exibido o longa-metragem inéditoTrem do Soul, de Clementino Junior (RJ, 82 min, 2021). “Em 14 anos de realização, o Festival Visões Periféricas se consolidou como projeto único e inovador de difusão audiovisual no país, formação de rede e inserção do jovem realizador de periferia no circuito nacional de festivais. O Visões tem o mérito de ser o único festival no Brasil a assumir a missão de revelar uma geração de jovens realizadores com origem nas periferias brasileiras. O conceito de periferia no festival é abrangente, incluindo filmes de realizadores de comunidades quilombolas, aldeias indígenas, favelas, negros e mulheres. Além disso, estamos sempre discutindo a periferia a partir dos filmes, selecionando aqueles que trazem um olhar inovador e esteticamente potente. Nos últimos anos vários realizadores iniciaram voos mais ambiciosos em formatos de maior duração”, afirma o idealizador do festival e um dos curadores, Marcio Blanco. MOSTRA COMPETITIVA: MOSTRA FRONTEIRAS IMAGINÁRIAS “As Canções de amor de uma bicha velha” Direção: André Sandino. RJ. 22min. 2020. DOC. Livre. “Brooklin” Direção: Coletivo Cineleblon. MG. 22 min. 2019. FIC. 14 anos. “Exú Matou um Pássaro” Direção: Vinicius Sassine. DF. 24 min. 2020. DOC. 10 anos. “Cidade São Mateus” Direção: Gabriel César. SP. 26 min. 2020. DOC. 12 anos. “Em Reforma” Direção: Diana Coelho. RN. 20 min. 2019. FIC. Livre. “Goma” Direção: Igor Vasco. SP. 20 min. 2019. FIC. 12 anos. “Imagens De Um Sonho” Direção: Leandro Olímpio. SP. 20 min. 2019. DOC. Livre. “Nova Iorque, mais uma cidade” Direção: André Lopes e Joana Brandão. SP. 18 min. 2019. DOC. Livre. “Num Piscar de Olhos “ Direção: Elder Gomes Barbosa. RJ. 23 min. 2020. DOC. Livre. “PRINCESA DO MEU LUGAR” Direção: Pablo Monteiro. MA. 15 min. 2020. DOC. Livre. “Quando te Avisto” Direção: Neli Mombelli e Denise Copetti. RS. 24 min. 2020. DOC. Livre. “Reduto” Direção: Michel Santos. BA. 13 min. 2020. DOC. Livre. “Tempo de Pipa” Direção: Breno Silva e Marvin Pereira. BA. 4 min. 2020. DOC. Livre. “Pedra Preciosa” Direção: Bruno Lobo. CE. 10 min. 2020. DOC. Livre. “Traçados” Direção: Rudyeri Ribeiro. PA. 23 min. 2020. FIC. 12 anos. “Construção” Direção: Leonardo da Rosa. RS. 16 min. 2020. DOC. Livre. “Relatos tecnopobres” Direção: João Batista Silva. GO. 13 min. 2019. FIC. 12 anos. “O Fantasma de Glauber Rocha” Direção: L. H. Girarde. BA. 15 min. 2020. FIC. 14 anos. “Álbum de Casamento” Direção: Otávio Conceição. BA. 7 min. 2020. DOC. Livre. “Manifesto Preto” Direção: Lygia Pereira. SP. 5 min. 2019. EXP. Livre. MOSTRA DA GEMA “Ave-paraíso” Direção: Vitor Kruter. RJ. 11 min. 2020. EXP. Livre. “De um lado do Atlântico” Direção: Milena Manfredini.RJ. 7 min. 2020. EXP. Livre. “Egum” Direção: Yuri Costa. RJ. 23 min. 2020. FIC. 14 anos. “Endless Love” Direção: Duda Gambogi. RJ. 20 min. 2020. DOC. Livre. “Joãosinho da Goméa – O Rei do Candomblé” Direção: Rodrigo Dutra e Janaína Oliveira Re.Fem. RJ. 14 min. 2019. DOC. Livre. “Jorge” Direção: Jéferson Vasconcelos . RJ. 19 min. 2020. FIC. 14 anos. “Neguinho” Direção: Marçal Vianna. RJ. 20 min. 2020. FIC. Livre. “Prata” Direção: Lucas Melo. RJ. 21 min. 2019. EXP. 12 anos. “Segue o Baile” Direção: Iury Santos. RJ. 21 min. 2019. FIC. 10 anos. “Ser Feliz No Vão” Direção: Lucas H. Rossi dos Santos. RJ. 12 min. 2020. DOC. 12 anos. MOSTRA VISORAMA “A Incrível Aventura das Sonhadoras Crianças contra Lixeira Furada e Capitão Sujeira” Direção: Beatriz Ohana. RJ. 15 min. 2019. FIC. Livre. “Cidade de Quem Corre” Direção: Fernando Martins e William Damasceno. SP. 11 min. 2020. DOC. Livre. “Mulheres de Fé” Direção: Bruna Santos e Dalila Ramos. SP. 17 min. 2019. DOC. Livre. “Inspirações” Direção: Ariany de Souza, Annie Gabrielle, Fabiola Souza e Drielle Souza. RJ. 19 min. 2019. DOC. Livre. “Camurupim” Direção: Allan Matheus. CE. 13 min. 2019. EXP. Livre. “O Repto” Direção: Ana Carolina e Lays Kislley. SE. 8 min. 2020. FIC. Livre. “O que me cabe” Direção: Felipa Anastácia e Ricardo Freitas. SP. 9 min. 2020. FIC. 12 anos. “Lampejo” Direção: David Llinin e Pedro Henrique Cordeiro. SP. 9 min. 2020. FIC. 12 anos. MOSTRA PANORÂMICA “Acerca da Pele” Direção: Roberta Fernandes e Rodrigo Cerqueira. ES. 52 min. 2020. DOC. 12 anos. “Raízes” Direção: Wellington Amorim e Simone Nascimento. SP. 72 min. 2020. DOC. Livre. “Diga meu nome” Direção: Juliana Chagas Gouveia. RJ. 78 min. 2020. DOC. Livre. “Cavalo” Direção: Rafhael Barbosa e Werner Salles. AL. 85 min. 2020. DOC. Livre. “Anastácias” Direção: Thatiane Almeida. SP. 78 min. 2020. DOC. 14 anos. A informação completa dos filmes selecionados, debates e oficinas encontra-se no site do festival: www.visoesperifericas.org.br Sobre o festival: O Visões Periféricas em seus 14 anos de existência se firmou como um festival único e sem paralelo no Rio de Janeiro e no país por conta de sua curadoria que privilegia filmes de qualidade feitos por realizadores com forte vínculo com as periferias brasileiras. Quando o festival surgiu em 2007 ele reuniu pela primeira vez no país projetos de audiovisual nas periferias que se encontravam dispersos, principalmente na região sudeste que ainda abriga a maior parte da produção feita nesses territórios. Ao longo de seu tempo de existência, o festival também investiu em diversas edições na formação técnica audiovisual de seus participantes com oficinas, workshops e ações, como o Visões Lab, um laboratório de desenvolvimento de projetos que faz uma ponte entre realizadores da periferia e os principais players do mercado audiovisual. Essas ações deram um grande ânimo ao fenômeno de produção nas periferias e o Visões passou a alavancar essa produção e a ser um lugar reconhecido de formação de rede e debate. Muitos dos realizadores que passaram pelo festival trilharam um caminho no audiovisual, sendo absorvidos pelas organizações de origem ou se articulando em coletivos, o que gerou uma incipiente economia informal do audiovisual nas periferias. Hoje o Visões Periféricas é o único festival do país que funciona como um filtro e chancela dessa produção. Além do realizador, quem mais sai ganhando é o audiovisual brasileiro que passa a contar com uma diversidade estética e a abrigar jovens de origem popular. Atualmente, o Rio de Janeiro é o estado que mais inscreve filmes no festival, possuindo uma mostra específica de filmes da região. Após mais de uma década de atividade já é possível reconhecer uma geração de realizadores em todo o país formada no Visões Periféricas. No RJ alguns resolveram trilhar o caminho da produção independente, como é o caso dos coletivos Cafuné na Laje, Cinema de Guerrilha, Mulheres de Pedra, Maré Vive, lançando mão de um formato colaborativo de produção e conquistando visibilidade no Youtube. Esses realizadores também passaram a frequentar outros festivais graças à visibilidade que seus filmes alcançaram no Visões Periféricas. São exemplos do potencial que existe nas periferias para geração de economia, mas também de inserção de jovens realizadores no mercado do audiovisual. Serviço: 14º Festival Visões Periféricas De 24 a 31 de março Exibição dos filmes no site: www.visoesperifericas.org.br Debates no Canal do Youtube e na Página do Facebook: Youtube: https://www.youtube.com/user/vperifericas Facebook: https://www.facebook.com/visoesperifericas Evento gratuito. Classificação: livre Instagram: https://www.instagram.com/festivalvisoesperifericas/?hl=pt-br Twitter: https://twitter.com/vperifericas

  • Morador(a) de Brasília divide prêmio da Mega-Sena com sortudo(a) de Salvador

    Sábado (20) foi sorteado R$ 45 milhões no sorteio 2,354 da Mega-Sena e o prêmio foi dividido entre dois sortudos(as): um(a) de Salvador e outro(a) de Brasília. As duas apostas foram feitas pela internet. Cada ganhador pagou apenas R$ 4,50 pelo bilhete e ganharam cada um(a) R$ 22.779.788,25. As dezenas sorteadas foram: 06 - 18 - 25 - 30 - 42 - 54. Além disso, outros quatro apostadores do DF levaram para casa R$ 21,9 mil, da quina, também com apostas simples. Outro ganhador faturou R$ 43,9 mil. O próximo concurso (2.355) será na quarta-feira (24). O prêmio estimado é de R$ 22 milhões.

  • Pintor Carlos Bracher fará retrato via internet do estilista Ronaldo Fraga

    Dando continuidade ao projeto Ateliê Casa Bracher, no dia 27 de fevereiro, o pintor mineiro Carlos Bracher fará uma pintura retratando o estilista conterrâneo Ronaldo Fraga. Ao longo de seus 60 anos de carreira, Bracher já fez mais de 350 retratos, mas sempre na presença do retratado e, em grande parte das vezes, de público. Desta vez, o artista fará a pintura via internet, diretamente de seu ateliê em Outro Preto, e Ronaldo Fraga estará em sua casa em Belo Horizonte. Todo o processo poderá ser acompanhado, a partir das 19h, com transmissão ao vivo e simultânea no YouTube, Facebook e Instagram do Ateliê Casa Bracher. O Ateliê Casa Bracher tem patrocínio do SESI. “É desafio muito grande pintar retrato, complicadíssimo esse encontro entre dois seres em busca de uma unicidade, de uma passagem de emoções e sentimentos. Mas é muito gratificante também. Curiosamente será o primeiro retrato virtual que eu vou fazer. Todos os retratos que fiz foram com a pessoa presente, sempre fico o mais próximo que puder do modelo. Mas será algo maravilhoso mesmo à distância. Será uma honra retratar o Ronaldo Fraga”, conta Bracher. O primeiro retrato ao vivo da carreira de Bracher foi da pintora russa Katarina Zelentzeff, em 1958. De lá pra cá, o pintor retratou diversos músicos, escritores, poetas, cineastas e personalidades brasileiras e estrangeiras: Vinicius de Moraes, Jorge Amado e Affonso Romano de Sant’Anna (na década de 70), Ferreira Gullar, Oscar Niemeyer, Haroldo de Campos e Darcy Ribeiro (anos 80), Tizuka Yamazaki, Ney Matogrosso, Milton Nascimento e Belchior (década 90), Chico Buarque, Maria Bethânia, Bibi Ferreira, Leonardo Boff, Samuel Rosa, José Celso Martinez Corrêa, Lô Borges, João Cândido Portinari, Tony Bennett (a partir dos anos 2000), entre muitos outros. Bracher e Ronaldo não se conhecem pessoalmente, mas, segundo o estilista, a obra do pintor é tão grandiosa, já fala tanto dele, que é como se o conhecesse. “Quem tem uma obra como a do Bracher, acaba sendo, talvez, até mais forte que o criador, e isso deve ser levado como um elogio porque não é pra qualquer um. Vai ser uma honra ser retratado por ele porque obviamente é mais que um retrato. É como o artista te vê. Vou estar frente a frente com criador e criatura. Vai ser fascinante e estou muito ansioso por fazer parte do panteão dos pintados por Bracher”, revela Fraga. A realização da pintura dura cerca de uma hora. Primeiro, é feito um estudo em carvão sobre tela, depois, Bracher cobre os traços com suas pinceladas fortes, sempre ao som de música alta. Beethoven, Brahms e Bach estão entre seus compositores favoritos e suas músicas são frequentemente tocadas durante a pintura ao vivo. “Vi algumas imagens de Bracher pintando outros artistas lá em Ouro Preto com uma plateia. É fascinante! Mas, com a tecnologia, a gente amplifica o público. Pode chegar na casa das pessoas do outro lado do mundo”, contemporiza o estilista diante dos novos formatos artísticos criados perante a pandemia. O projeto Ateliê Casa Bracher (www.ateliecasabracher.com) foi lançado em 19 dezembro de 2020, data do aniversário de 80 anos de Carlos Bracher. Pela primeira vez, mais de 150 obras da coleção pessoal do casal de artistas Carlos e Fani Bracher estão disponíveis online em site, tour virtual e redes sociais. O acervo fica localizado anexo ao casarão onde ambos residem há cinco décadas, em Ouro Preto. Uma série de eventos com a participação dos artistas e de convidados acontecerá no site e nas redes sociais do Ateliê durante este ano. O TOUR VIRTUAL Através de tour virtual no Ateliê Casa Bracher, o público tem uma visualização em 360° dos ambientes do sobrado colonial, construído há mais de 200 anos, localizado no centro histórico de Ouro Preto (Cidade Patrimônio Cultural da Humanidade) e pode apreciar, em detalhes, mais de 150 obras do casal, que traçam a trajetória de cada um desde o início da carreira. Ao clicar nas obras, é possível acessar conteúdos variados – fotos, vídeos e textos informativos. No térreo da casa, estão obras de Carlos Bracher, artista brasileiro que mais fez mostras individuais fora do país. Foram selecionadas 38 telas representativas de todas as suas fases: paisagens; retratos (os de Pino Solanas, Affonso Romano de Sant'anna e Leonardo Boff são alguns deles); autorretratos (que vão desde o início da carreira até os mais recentes, feitos durante o confinamento); além de pinturas com motivos marinhos e flores. O acervo conta ainda com obras representativas de suas renomadas séries temáticas: “Homenagem a Van Gogh” (1990), feita no centenário da morte do pintor holandês com exposições nas Américas, Europa e Ásia; “Do Ouro ao Aço” (1992), sobre a siderurgia em Minas Gerais; “Brasília” (2006/2007), homenagem a Juscelino Kubistchek e Niemeyer; “Petrobras” (2012), uma ótica artística sobre o universo industrial do petróleo; e “Tributo a Aleijadinho” (2014), releitura contemporânea sobre a obra do grande mestre do Barroco em homenagem aos 200 anos de sua morte. No segundo andar e no subsolo, localizam-se as obras de Fani Bracher das quais 85 delas serão exibidas no tour virtual. São óleos, objetos, mobiliário, panos, bordados, colchas, desenhos, figurinos de teatro, além de suas fases temáticas: “Paisagens”, “Mineração”, “Flores”, “Ossos”, “Pedras” e “Setas”. Também estão os pigmentos in natura usados na série “De Pigmentos e Pedras”, criada durante a pandemia. Na reserva técnica, estão localizadas mais de 450 obras de Carlos Bracher. O acervo é coordenado pela jornalista e documentarista Blima Bracher, filha do casal, que há uma década se dedica à organização, catalogação e preservação da obra dos artistas. Nesse sentido, o projeto Ateliê Casa Bracher representa não só um canal para a difusão artística como também ferramenta para a continuidade da documentação digital deste valioso arquivo que, pela primeira vez, está sendo disponibilizado na internet. Ao longo de 2021, o site terá uma programação com atividades artísticas e bate-papos ao vivo, sempre uma vez por mês. Entre os eventos com Carlos Bracher, estão previstos, além da pintura do retrato ao vivo, palestras sobre arte e pintura, exibição dos filmes “Âncoras aos Céus” e “Ouro Preto Olhar Poético” (ambos de Blima Bracher), seguidos de conversa com o pintor. Fani Bracher falará sobre seu processo criativo e como foram feitas as pinturas dos grandes painéis em afresco, com 2km de extensão, em Piau, na Zona da Mata mineira. SOBRE CARLOS E FANI BRACHER Mineiro de Juiz de Fora e descendente de suíços, Carlos Bracher nasce em 1940, fruto de uma família de artistas. Autodidata, fez sua primeira exposição na cidade natal em 1960, com seus irmãos Nívea e Décio, também pintores. Em 1964, em temporada de viagens para estudos artísticos com Nívea, Carlos descobre Ouro Preto, cidade que elege para viver e retratar. Com apenas 27 anos, ganha o disputado “Prêmio de Viagem ao Exterior” – concedido pelo Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e considerado láurea máxima a um pintor brasileiro. Casa-se com Fani Bracher e partem juntos para dois anos de residência na Europa. Em viagens de estudos artísticos vão a Lisboa, São Petersburgo e Moscou. Em 1980, Bracher foi um dos escolhidos para o importante “Prêmio Hilton de Pintura” como um dos artistas que mais se destacaram na década de 70 (ao lado de João Câmara, Siron Franco, Tomie Ohtake e outros). Intitulada “Pintura Sempre” e com curadoria de Olívio Tavares de Araújo, sua primeira retrospectiva ocorreu em 1989, ocupando em temporadas, significativos espaços de cultura em sete capitais do país. Realizou grandes séries de pinturas: “Do Ouro ao Aço”, “Brasília”, “Petrobras” e “Tributo a Aleijadinho”. Entre 2014, a mostra “Bracher – Pintura & Permanência” percorreu as quatro unidades do CCBB (Rio, São Paulo, Brasília e BH). No CCBB de Belo Horizonte, a mostra bateu recorde de público de um artista nacional, recebendo ao todo quase 600 mil visitantes. A exposição foi contemplada com Destaque Especial no Prêmio Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) – 2015. Sobre seu trabalho já foram publicados sete livros e realizados dezenas de filmes e documentários. Bracher é um dos artistas brasileiros mais citados em publicações de pintura no país. Fani Bracher nasceu na Fazenda Experimental em Coronel Pacheco, Minas Gerais. Graduada em jornalismo pela UFJF. Em 1968 casa-se com o artista Carlos Bracher e juntos viajam para a Europa, onde residem por dois anos. Em Portugal, fez cursos de história da arte com os críticos José Augusto França e Mário Gonçalves. Frequentou o atelier do pintor Almada Negreiros. Na cidade do Porto, conheceu a obra de Amadeu de Souza Cardoso. Depois de Portugal, partiu em viagem de estudos pelos Museus da Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia, Alemanha, Holanda, Bélgica e Inglaterra. Fixou residência em Paris de agosto de 1969 a dezembro de 1970. Ainda na capital francesa, participou ativamente do "Centro de Artes para estudantes e artistas americanos". De volta ao Brasil, estabeleceu-se em Ouro Preto, onde começa a pintar em 1973. A partir desta data, participou de várias exposições em museus, centros culturais e galerias de arte no Brasil e no Japão. Realizou 30 exposições individuais em cidades brasileiras e também no Uruguai, Argentina, Peru, Colômbia, Guiana Francesa, Jamaica e França. Sobre sua obra escreveram vários críticos, como Celma Alvim, Rubem Braga, Wilson Coutinho, Roberto Pontual, George Racs, Ferreira Gullar, Flávio de Aquino, Walmir Ayala, Walter Sebastião, Marcelo Castilho Avellar, Frederico Moraes e Ângelo Oswaldo de Araújo Santos. Ganhou 14 prêmios de pintura e tem seus trabalhos incluídos em 34 livros de arte. O livro “Fani Bracher”, de Frederico e Ronald Polito (editora Salamandra Consultoria e Editora SA) obteve o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o V Prêmio Fernando Pini de Excelência Gráfica, como “Melhor Livro de Arte”. Tem ainda publicado o livro “Fani Bracher”, (C/Arte Editora), de autoria de José Alberto Pinho Neves. Ateliê Casa Bracher Site: www.ateliecasabracher.com Pintura ao vivo: 27/02 (sábado), às 19h. Transmissão nos canais do Ateliê Casa Bracher: Instagram e Facebook: @ateliecasabracher YouTube: bit.ly/ateliecasabracher

  • Intensivo de Danças promove imersão em diferentes modalidades

    Onde antes era para a prática e aprendizado de Pole Dance, apenas, agora o Pole Voe Studio firma parceria com a Saturno Arte e Movimento e reabre suas portas com uma pegada mais diversificada. Em suas salas e ambientes, a partir de 22 de fevereiro, amadores e profissionais poderão estudar, aprender e praticar aquilo que mais amam, dançar. As aulas regulares oferecidas pelo Pole Voe serão mantidas na grade horária. Para marcar essa parceira e apresentar o surgimento deste novo Espaço Cultural dedicado à dança, professores e professoras se reuniram para criar o Orbital. Um evento dedicado exclusivamente ao mundo da dança e suas modalidades urbanas, de matriz africana e acadêmicas. As aulas serão ministradas por grandes nomes do Distrito Federal como Erika Rézio, Rayane Psiu, Alexandre Riber, Hudson Olivier, Larissa Hollywood, Bia Hamamoto, Gustavo Letruta, Guilherme Victor, Kaled Andrade e Mel Schiavi. Estes experientes profissionais irão mostrar os caminhos e os paços para dominar estilos como Contemporâneo, Street Jazz, Sexy Dance, Stiletto, Performance, Dancehall, Dança Afro e Afrobeat. Dividido em dois momentos, Orbital - Intensivo de Danças estreia com uma semana imersiva e presencial entre os dias 22 e 28 de fevereiro. As aulas terão quantidade reduzida de pessoas e todos os protocolos recomendados pela Organização Mundial da Saúde serão adotados. O segundo momento será totalmente virtual com aulas gravadas, em ótima qualidade de imagem, edição e som, que estarão disponíveis a partir de 1º de março e acessíveis ao longo de três meses. Para o diretor artístico e organizador Gustavo Letruta, “dentre os objetivos do evento, o principal é que as pessoas possam conhecer, experienciar ou aprimorar suas técnicas em aulas que exploram diferentes metodologias”, comenta. Outro ponto que torna o evento importante é a reconexão entre profissionais, aprendizes e suas danças após longo período de isolamento. Por isso o seu formato híbrido e intensivo, pensado por Gustavo Letruta. O caráter independente e democrático de Orbital dá liberdade para que “todas, todos e todes participem, indiferente da classe social, faixa etária, localidade onde vive ou disponibilidade de tempo”, aponta Letruta. “Por isso as modalidades [presencial e virtual] e com pacotes de valores bem acessíveis”, acrescenta Marcela. Todo o recurso arrecadado com a bilheteria será usado para remunerar as pessoas responsáveis pela produção, gravações, aulas e comunicação, além de servir para cobrir os custos com material, locação e manutenção do espaço durante a realização do evento. Serviço: Orbital Intensivo de Danças Aulas presenciais 14 aulas, com duração de 80 min. cada, de 22 ao 28 de fevereiro. Aulas online 9 aulas, com duração de 30 min. cada, acesso a partir de 1º de março e disponíveis por 3 meses. Inscrições: www.saturnocultural.com Mais informações: @orbital.dance, no Instagram. Ficha técnica: Direção e produção executiva: Gustavo Letruta Assistente de produção: Gabriel Paulin Amaral Equipe de marketing e estratégia: Efeito Inspira Professores/as: Erika Rézio, Rayane Psiu, Alexandre Riber, Hudson Olivier, Larissa Hollywood, Bia Hamamoto, Gustavo Letruta, Kaled Andrade, Mel Schiavi e Guilherme Victor.

  • Dia Mundial sem Carne hoje: 03 receitas fáceis e rápidas

    O Dia Mundial Sem Carne é comemorado neste sábado, 20/03. A data reforça a luta pela redução do consumo de carne em virtude de seus efeitos danosos ao meio ambiente. Os três chefs dos hotéis Royal Tulip Brasília Alvorada, Golden Tulip Brasília Alvorada e Golden Tulip Natal Ponta Negra elaboraram receitas deliciosas e de preparo fácil e rápido. Segue o passo a passo de cada uma, com ingredientes e modo de preparo: RISOTO DE QUEIJO BRIE COM CUPUAÇU (receita vegetariana do Chef Silvio Lopes, do hotel Golden Tulip Brasília Alvorada, do restaurante Seu Jambu) Para o risoto (4 porções): - 2 xícaras (400g) de arroz arbóreo (não lave o arroz) - 1 cebola média cortada em cubinhos - 1/2 xícaras (120 ml) de vinho branco seco de boa qualidade - 3 colheres de sopa de manteiga (com sal) gelada - 1 litro de caldo de legumes fervente (receita abaixo) - 2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado - 250 g de queijo brie cortado em cubos - Castanha do Pará (ralada na hora, sobre o prato já pronto) , sal e pimenta do reino (moída na hora) a gosto - Doce de cupuaçu em ponto de corte Para o caldo de legumes: - 2 cenouras cortadas em cubos - 2 cebolas cortadas ao meio - 1 salsão ou alho poró cortado em pedaços grandes - Ervas aromáticas a gosto, se desejar (tomilho, sálvia, manjericão, alecrim) ➡️refogue todos os ingredientes e adicione 1,5 litro de água. Deixe ferver de 30 a 45 minutos, acrescentando mais água, se necessário. Modo de fazer: - Aqueça um fio de óleo + 50g de manteiga - Refogue a cebola até murchar - Adicione o arroz (sem lavar) e mexa para incorporar tudo (não mais que 1 minuto) - Adicione o vinho e continue mexendo até evaporar - Aos poucos, e sem parar de mexer, vá adicionando o caldo de legumes para dar o ponto. Concha a concha, até os grãos ficarem macios e úmidos - Quando o risoto estiver no ponto, adicione o restante da manteiga, o parmesão e o brie e mexa até ficar tudo cremoso e misturado - Finalize com o doce de cupuaçu em pedacinhos -Sirva em prato fundo, e decore com a castanha do Pará ralada. RAVIÓLI VEGANO (Receita do chef Ricardo Albuquerque, do hotel Golden Tulip Natal Ponta Negra) Massa: 400g- farinha de trigo – e mais o quanto baste para abrir a massa. 170ml- água morna 10g- sal 20ml- azeite de oliva Modo de preparo da massa: Misture a farinha com o sal, em seguida, acrescente a água morna e o azeite. Misture bem a massa até ficar homogênea. Deixe descansar por 30 minutos em ambiente refrigerado, coberta com papel filme. Em seguida, abra a massa com um rolo ou um cilindro próprio para massas, em uma bancada com farinha de trigo. Disponha uma massa sobre a outra, com o recheio no meio, e corte em círculos. Recheio: 20g- cogumelo shitake 20g- cogumelo shimeji 20ml- azeite de oliva 30g- cebola picada 80g- purê de batata doce 15g- alho picado Modo de preparo do recheio: Deixe de molho em água quente os cogumelos por 15 minutos, em seguida, escorra e corte em pedaços pequenos. Refogue o alho e a cebola no azeite e, em seguida, coloque os cogumelos e refogue mais um pouco. Acrescente o purê de batata doce. Misture tudo e acerte o sal e a pimenta do reino. Deixe esfriar e recheie os raviólis. Molho de tomates frescos: 80g- tomates sem pele e sem sementes 80ml- molho de tomate Salsinha picada para finalizar Montagem: Aqueça o molho de tomate e coloque no fundo do prato. Disponha os raviólis já cozidos, por cima do molho. Acrescente mais um pouco do molho de tomate e coloque os tomates picados sem semente e sem pele por cima, finalizando com salsinha a gosto. MOQUECA DE PALMITO PUPUNHA COM BANANA DA TERRA E COGUMELO PARIS (receita do chef Elízio Correa da Silva, do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada). 70 g de Palmito pupunha 70 g Banana da terra 30 g Cogumelo Paris 15g Pimentão vermelho 15g Pimentão amarelo 15g Pimentão verde 15g Cebola roxa 20g Tomate italiano 1 Ovo cozido 30 ml Leite de coco 15 ml Azeite de dendê 3g Alho 1g Gengibre 1g Cúrcuma 2g Coentro 1g Pimenta dedo de moça 10 ml Manteiga de garrafa 3g Cebola branca Modo de preparo: Duração (20 min) Refogue no azeite de dendê e na manteiga de garrafa a cúrcuma, o gengibre, cebola branca, pimenta dedo de moça, o alho, os pimentões, o palmito, a banana da terra e os cogumelos Paris. Deixe cozinhar por 4 min. Acrescente leite de coco, tomate, cebola roxa e deixe ferver por 2 min. Coloque no prato de servir e decore com folhas de coentro e ovo cozido em pedaços.

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