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- Terraço Shopping celebra Dia das Crianças com três dias de diversão gratuita
Que tal trocar um pouco das telas por brincadeiras, histórias e diversão em família? De 10 a 12 de outubro, o Terraço Shopping terá uma programação especial de Dia das Crianças, com atrações gratuitas que valorizam o brincar, a criatividade e os momentos compartilhados em família. Um dos destaques é a edição especial do Quintal do Terraço, espaço criado para resgatar as brincadeiras tradicionais e mostrar que a diversão também acontece longe das telas. A proposta é valorizar o brincar livre, estimular o movimento e aproximar crianças e adultos por meio de atividades simples, que fazem parte da memória afetiva de diferentes gerações. Na Praça Central, em uma área coberta, circuitos e brincadeiras aplicados no piso transformam o espaço em um ambiente dedicado à diversão e à interação. Entre as atividades estão amarelinha, caracol, pé e mão, trilhas e outros desafios que estimulam o movimento e a coordenação motora. Nesta edição, o Quintal contará também com recreadores para conduzir as atividades e incentivar a participação das crianças. A recreação acontece nos três dias, das 14h às 16h. O Tardes no Terraço, programação de teatro infantil que já faz parte dos finais de semana do shopping, também ganha uma edição especial para o feriado. As apresentações começam às 16h e trazem três espetáculos: Guerreiras do Pop Coreano, no sábado (10); Mônica e sua Turma, no domingo (11); e Pokemundo, na segunda-feira (12), feriado de Dia das Crianças. Nos dias 11 e 12, a Praça da Leitura recebe ainda oficinas de peteca e pintura de rosto, das 14h às 18h, realizadas pela Brinquedoteca Mundo da Lua. A peteca resgata uma brincadeira tradicional que atravessa gerações, enquanto a pintura de rosto estimula a criatividade e permite que os pequenos explorem o universo lúdico de diferentes personagens e cores. Com diferentes atividades ao longo dos três dias, a programação reforça a importância do brincar no desenvolvimento infantil e cria oportunidades para as crianças explorarem a imaginação, se movimentarem e compartilharem experiências com a família. Toda a programação é gratuita e conta com o patrocínio do Colégio Start. Serviço Dia das Crianças no Terraço Shopping Data: 10, 11 e 12 de outubro de 2026 Local: Terraço Shopping — Brasília/DF Entrada: gratuita Programação 10 de outubro | Sábado • 14h às 16h — Recreação no Quintal do Terraço | Praça Central • 16h às 17h — Tardes no Terraço: Guerreiras do Pop Coreano 11 de outubro | Domingo • 14h às 18h — Oficina de Peteca e Pintura de Rosto | Praça da Leitura • 14h às 16h — Recreação no Quintal do Terraço | Praça Central • 16h às 17h — Tardes no Terraço: Mônica e sua Turma 12 de outubro | Segunda-feira | Feriado • 14h às 18h — Oficina de Peteca e Pintura de Rosto | Praça da Leitura • 14h às 16h — Recreação no Quintal do Terraço | Praça Central • 16h às 17h — Tardes no Terraço: Pokemundo
- Dinossauros invadem o Parque da Cidade a partir desta quinta-feira
A espera está chegando ao fim para quem quer embarcar em uma aventura pelo universo dos dinossauros. O Vale Jurássico abre as portas nesta quinta-feira (8), no Parque da Cidade, dando início à temporada em Brasília. Com dinossauros animatrônicos, ambientes temáticos e atividades interativas, a experiência propõe uma expedição para crianças e adultos e chega à cidade às vésperas do fim de semana do Dia das Crianças. Mais do que uma exposição, o Vale Jurássico foi concebido como um percurso por diferentes ambientes. A experiência começa na recepção e segue por um catamarã cenográfico, que simula o embarque para uma expedição. Na sequência, os visitantes chegam ao Laboratório Jurássico, onde acontece a etapa guiada, antes de seguirem para a Floresta Jurássica, que poderá ser explorada livremente pelas famílias. Ao longo do percurso, o público encontra dinossauros animatrônicos, exposição e atividades interativas, espaço kids, cenários para fotos e uma área gastronômica temática. O espaço contará ainda com loja oficial de souvenirs e uma área VIP destinada à realização de aniversários. A proposta é fazer com que cada ambiente represente uma nova etapa da aventura. Em vez de concentrar a visita apenas na observação dos dinossauros, a experiência combina entretenimento, descoberta e participação do público em um percurso pensado para ser compartilhado por toda a família. A temporada será realizada por tempo limitado, com datas disponibilizadas gradualmente para venda. Para organizar a experiência, o acesso acontece em sessões a cada 30 minutos, e o visitante deve adquirir o ingresso para uma data e um horário determinados. Além da programação destinada ao público geral, o Vale Jurássico terá uma operação específica para grupos escolares, com atendimento de terça a quinta-feira, mediante agendamento prévio. A proposta é aproximar as crianças do universo dos dinossauros e do conhecimento por meio de uma experiência lúdica. Também haverá condições específicas para grupos corporativos e pacotes para aniversários. SERVIÇO Vale Jurássico Brasília – 2026 Abertura: 8 de outubro Local: Estacionamento 5 – Parque da Cidade Referência: ao lado do Restaurante Alpinus Funcionamento:Quinta-feira – 17h à 0hSexta-feira – 16h à 0hSábado – 15h à 0hDomingo – 14h às 22h Ingressos: Ingresse Instagram: @valejurassicobrasilia Escolas, grupos corporativos e aniversários: (61) 99202-6393
- Safras do Cerrado em Brasília: como resgatar ingresso e aproveitar as experiências com vinho
Vinhos produzidos no Cerrado, gastronomia, produtos regionais e experiências interativas estarão reunidos no Safras do Cerrado, que acontece de 16 a 18 de outubro, no Eixo Cultural Ibero-Americano, em Brasília. Para acompanhar a programação e explorar os diferentes espaços do evento, o público poderá utilizar o aplicativo Tchin Tchin, que concentra desde o resgate gratuito do ingresso até informações sobre produtores, estandes, atividades e experiências disponíveis durante a visita. A proposta é combinar a programação presencial com recursos digitais que ajudam o visitante a definir o que conhecer de acordo com seus interesses. Entre as funcionalidades estão um mapa interativo de paladar, conteúdos sobre os produtores e uma jornada gamificada que convida o público a descobrir vinhos e outros produtos do Cerrado. Para Renata Pissolatti, CEO do Tchin Tchin, a tecnologia pode contribuir para tornar a descoberta do vinho mais acessível e estimular o público a explorar novos rótulos a partir de suas próprias preferências. “Uma das formas de aproximar mais pessoas do vinho é tornar a descoberta mais simples e menos dependente de conhecimento prévio. No Safras do Cerrado, queremos usar a tecnologia para ajudar o visitante a entender suas próprias preferências, conhecer produtores e experimentar novos rótulos com mais autonomia. A ideia é que cada pessoa possa construir sua experiência a partir do que gosta e também se permita descobrir algo novo”, destaca a executiva. Quando e onde acontece o Safras do Cerrado? O evento acontece de 16 a 18 de outubro de 2026, no Eixo Cultural Ibero-Americano, em Brasília. A programação reúne produtores e consumidores de vinho, além de experiências gastronômicas e aulas-show. Como resgatar o ingresso gratuito e entrar no evento? O resgate gratuito de ingressos será feito pela bilheteria digital operada pelo Tchin Tchin. Clique aqui para acessar o endereço de resgate da sua inscrição. O que encontrar no Safras do Cerrado? O evento reúne mais de 50 expositores do Distrito Federal, Goiás e outras regiões do Cerrado em uma Vila Gastronômica. O público poderá degustar e comprar vinhos de altitude do Cerrado, além de conhecer cachaças, cafés, queijos, cervejas artesanais, produtos alimentícios e artesanato local. Pelo aplicativo Tchin Tchin, também será possível: Consultar a programação completa e confirmar presença nas aulas-show dos chefs; Acessar conteúdos exclusivos e comprar kits de vinhos harmonizados durante as apresentações, por meio de códigos exibidos nos telões, com retirada na Ilha de Vinhos; Participar do Passaporte Explorador do Cerrado, uma jornada gamificada de descoberta de produtores e produtos da região. Como escolher o que explorar durante a visita? O público também poderá utilizar um mapa interativo de paladar para explorar o evento a partir de suas preferências. A ferramenta permite identificar características que despertam o interesse do visitante e direcioná-lo a rótulos, estandes e experiências relacionados a esse perfil. O recurso amplia a proposta de descoberta do ecossistema Tchin Tchin, que também oferece um teste sensorial no site Treine seu Paladar. No Safras do Cerrado, a ferramenta ganha uma aplicação prática ao orientar o visitante durante a circulação pelo evento. Como funciona o Passaporte Explorador do Cerrado? A jornada começa com um teste sensorial no aplicativo Tchin Tchin e propõe missões relacionadas à descoberta de produtores e produtos locais. A cada etapa cumprida, o participante acumula pontos que podem ser trocados por recompensas. O Passaporte foi desenvolvido para transformar a circulação pelo evento em uma jornada de descoberta, conectando as preferências identificadas pelo visitante aos produtores, rótulos e demais experiências disponíveis no Safras do Cerrado. Como se localizar e navegar pelo evento? O aplicativo Tchin Tchin, gratuito para download na App Store e no Google Play, concentra a programação, o mapa de estandes, informações sobre produtores e chefs e o acesso às experiências interativas. Dessa forma, o visitante pode consultar as informações da programação e acompanhar sua jornada pelo evento diretamente pelo celular. Sobre o Tchin Tchin O Tchin Tchin é um ecossistema digital brasileiro de vinhos voltado à organização de degustações, confrarias e experiências de consumo de vinho em grupo. A plataforma reúne ferramentas de comunicação, gestão financeira e apoio logístico para tornar esses encontros mais simples, estruturados e acessíveis. O aplicativo está disponível gratuitamente na App Store e no Google Play.
- Janelas da Inclusão lança ciclo de formação em acessibilidade no DF
Ampliar o acesso à cultura passa também por transformar a maneira como as pessoas se comunicam, se relacionam e compartilham experiências. É com essa perspectiva que chega ao Distrito Federal o Janelas da Inclusão, projeto de formação gratuita em acessibilidade cultural e comunicacional que reúne cinco cursos voltados à construção de práticas mais inclusivas na cultura e na economia criativa. A primeira etapa já está com inscrições abertas para os cursos Libras para Todos e Audiodescrição para Iniciantes. As duas formações são presenciais e gratuitas e acontecem de 13 de outubro a 5 de novembro de 2026, no Espaço Cultural Renato Russo, com carga horária de 20 horas cada. Interessados podem fazer seu cadastro pelo instagram @janelas.dainclusao para serem selecionados para uma das vagas até o dia 8 de outubro. Para a coordenadora-geral do projeto, Jaqueline Dias, a proposta é fazer da formação um espaço capaz de aproximar pessoas e ampliar as possibilidades de participação na vida de maneira geral. “Quando falamos de acessibilidade, estamos falando também de relações. De quem consegue chegar, compreender, se comunicar, participar e se reconhecer nos espaços. Este ciclo nasce do desejo de romper fronteiras entre as pessoas, a cultura e o acesso, entendendo a comunicação como uma ponte. Queremos compartilhar ferramentas, mas também provocar novos olhares sobre a forma como criamos e vivemos experiências culturais”, afirma Jaqueline Dias. Libras para Todos e Audiodescrição abrem a programação O Libras para Todos será ministrado por duas professoras, Alice Araújo e Thalita Araújo, da Maleta Cultural, com aulas às terças e quintas-feiras, das 16h às 18h30. A formação é pensada para quem deseja iniciar o aprendizado da Língua Brasileira de Sinais (Libras), combina conteúdos introdutórios e atividades práticas, criando uma base para ampliar as possibilidades de comunicação com pessoas surdas. O curso pode ser uma porta para quem quer atuar como intérprete de libras ou um novo idioma para quem quer aprender a se comunicar em mais uma língua. Pedagoga e pós-graduada em Libras, Alice Araújo é professora de Libras há 18 anos e atua há mais de uma década como consultora de acessibilidade linguística e contadora de histórias em língua de sinais no Coletivo Maleta Cultural. Entre 2016 e 2018, coordenou o Núcleo de Acessibilidade em tradução de Libras Tátil para pessoas surdocegas no Festival de Cinema Surdocinema. Thalita Araújo é intérprete de Libras certificada pelo MEC por meio do PROLIBRAS (2008) e atua desde 2010 com tradução cultural de espetáculos de teatro, musicais e shows. Cofundadora da Maleta Produção e Acessibilidade, trabalha como gestora, educadora, intérprete, consultora, instrutora, traduatriz e performer. Já o Curso de Audiodescrição para Iniciantes será conduzido por Jane Menezes, audiodescritora, pedagoga, empresária e fundadora do Cinema Cego – Acessibilidade Audiovisual. A formação apresenta os fundamentos da audiodescrição e propõe compreender como as imagens podem ser traduzidas em palavras de forma clara, sensível e significativa. Ao longo do curso, serão abordados princípios da linguagem descritiva, critérios para seleção e organização das informações visuais e estratégias para elaboração de roteiros, com exercícios práticos aplicados a diferentes linguagens e contextos culturais. Jane atua com audiodescrição em exposições, espetáculos, eventos, audiovisual e outros projetos culturais e, desde 2018, ministra cursos e formações na área. Sua prática articula acessibilidade, arte, linguagem e tecnologia, compreendendo a palavra não apenas como meio de acesso à informação visual, mas também como possibilidade de mediação da experiência artística. As aulas de Audiodescrição serão realizadas às terças e quintas-feiras, das 19h às 21h30. Além das duas formações que inauguram a programação, o Janelas da Inclusão terá outros três cursos com início em novembro, completando um ciclo de cinco formações voltadas à acessibilidade cultural e comunicacional. A proposta é que a inclusão atravesse todo o projeto e não esteja restrita ao conteúdo das aulas. Da comunicação com o público aos materiais e atividades, o Janelas da Inclusão foi pensado para incorporar práticas e recursos de acessibilidade ao longo de sua realização. Ao final dos cursos, será realizado um evento cultural inclusivo aberto à comunidade, com participação dos alunos e recursos de acessibilidade, uma oportunidade de entregar o que foi aprendido em sala de aula e criar conexões com a comunidade. A atividade encerra o ciclo formativo aproximando conhecimento, prática e experiência cultural. O projeto Janelas da Inclusão é uma produção da Tato Comunicação, com apoio do Instituto Janelas da Arte, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Serviço: Janelas da Inclusão Primeiros ciclo - Libras para Todos e Audiodescrição para Iniciantes Local: Espaço Cultural Renato RussoPeríodo: 13 de outubro a 5 de novembro de 2026 Dias: terças e quintas-feirasPúblico: maiores de 18 anosCursos gratuitos | Vagas limitadas Libras para Todos Professoras: Alice Araújo e Thalita AraújoHorário: 16h às 18h30Carga horária: 20 horas Audiodescrição para Iniciantes Professora: Jane MenezesHorário: 19h às 21h30Carga horária: 20 horas Inscrições gratuitas abertas pelo @janelas.dainclusao
- Eleva Run traz corrida infantil e lazer para famílias no Parque da Cidade
A Escola Eleva Brasília abre inscrições para a primeira edição do Eleva Run, evento esportivo que levará ao Parque da Cidade uma programação especial voltada para crianças a partir de dois anos e toda a família com provas de corrida por faixa etária e duas modalidades, além de atividades recreativas com oficinas, brinquedos infláveis e espaços de convivência com food trucks. O evento é aberto ao público e as vagas são limitadas. "O Eleva Run é uma iniciativa que amplia o projeto de corrida voltado aos alunos e nossa comunidade escolar, convidando mais famílias a fazerem parte desse momento. O nosso objetivo é incentivar a prática esportiva e o cuidado com a saúde, fomentando a integração entre as famílias, em um evento especial, pensado para reunir diferentes gerações em um dos parques mais bonitos e tradicionais da cidade”, destaca Amanda Payne, diretora da Escola Eleva Brasília. As competições de corrida contam com as categorias Kids & Teens e 5KM. Na primeira, os participantes são distribuídos em oito faixas etárias de dois a 17 anos, com provas de 30 a 400 metros, enquanto a segunda modalidade traz o desafio de cinco quilômetros para participantes a partir de 15 anos. As categorias são classificadas em masculina e feminina, com premiação para os três primeiros colocados e medalhas de participação para todos que concluírem suas provas. A programação torna a experiência mais completa para pais e filhos com oficinas. O parque recebe ainda brinquedos infláveis, além de opções de alimentação com food trucks. O evento conta com estrutura voltada à segurança, acessibilidade e inclusão, com apoio operacional, sinalização, controle de largada e chegada, pontos de hidratação e atendimento de emergência para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Os inscritos recebem o Kit do Participante, com camiseta oficial, número e itens de hidratação. A Eleva Run acontece no dia 18 de outubro de 2026, a partir das 8h, no Estacionamento 5, no Parque da Cidade, em Brasília. O primeiro lote de inscrições com valores especiais estão abertas e podem ser realizadas pelo link: https://centraldacorrida.com.br/evento/elevarun. Eleva Run| Escola Eleva Brasília Quando: 18 de outubro de 2026, a partir de 8h Público: a partir de 2 anos Valores: R$ 129,00 | 1º lote Inscrições: https://centraldacorrida.com.br/evento/elevarun Endereço: Estacionamento 5, Parque da Cidade, Plano Piloto, Brasília (DF) Evento aberto | Vagas limitadas SOBRE A ESCOLA ELEVA A Escola Eleva é uma das mais importantes escolas bilíngues em tempo integral do país. Fundada em 2017 e parte do Inspired Education Group desde 2022, a instituição alia tradição e inovação para oferecer educação de excelência desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. As unidades da Escola Eleva escolas no Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Recife contam com projetos arquitetônicos de referência para espaços educacionais inovadores e um currículo que integra o ensino brasileiro ao de programas internacionais, garantindo uma formação acadêmica sólida e globalmente conectados em escolaeleva.com.br.
- Estradar, projeto musical de Joana Duah, estreia na Casa Thomas Jefferson, em Brasília
A cantora e compositora Joana Duah estreia em Brasília, em 10 de outubro, o projeto musical “Estradar”. Joana subirá ao palco da Casa Thomas Jefferson na companhia do violonista Lula Galvão, um dos mais importantes instrumentistas brasileiros da atualidade e com quem estabelece um dos principais diálogos musicais do projeto. Completam a formação Thanise Silva (flauta), Paula Zimbres (baixo), Rodrigo Bezerra (guitarra), Lene Black e Felipe Fiúza (percussão). “Estradar” nasce de um verbo inventado pela própria Joana. “Mais do que percorrer uma estrada, a palavra traduz a ideia de contemplar o caminho e compreender a paisagem como território em movimento, atravessado por belezas, mas também por abismos”, explica a artista. Ela constrói um percurso por diferentes Brasis, aproximando celebração e inconformismo, delicadeza e tensão, contemplação e indignação. “São canções que fazem uma leitura bastante contemporânea do país”, completa. Classificado em 1º lugar no edital do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC – DF), de 2025, na categoria Circulação, “Estradar” caminha por um repertório repleto de compositores fundamentais da música brasileira, mas não, necessariamente, de sucessos imediatamente reconhecidos pelo público. Marcam presença Chico Buarque, Gilberto Gil, Edu Lobo, Sérgio Ricardo, Sérgio Santos, Joyce, Moraes Moreira e Filó Machado, em sintonia com autores contemporâneos como Douglas Germano, Iara Ferreira, Mauro Aguiar e Chico Oliveira. “Quis fugir da trilha mais óbvia e revelando outras faces desses artistas, estabelecendo pontes entre diferentes gerações da música brasileira”, pontua. De Brasília, “Estradar” segue para o Rio de Janeiro, onde apresenta show em 11 de novembro na Casa do Choro, e retorna à capital para grande apresentação no Clube do Choro, em 3 de dezembro. A mini turnê ainda contempla outros dois shows no Sudeste, com datas e locais a confirmar. Entre caminhos e encontros Brasiliense, Joana Duah construiu uma trajetória marcada pelo diálogo entre a música brasileira, o jazz e a world music. Formada em Artes e Performance Musical pela New School University, em Nova York, e mestre em Música pela Unicamp, levou seu trabalho a festivais e palcos de diferentes partes do mundo, com apresentações em cidades como Dubai, Tel Aviv, Buenos Aires, Lima, Roma, São Paulo, Nova York e Brasília. Nesse percurso, dividiu o palco com nomes como Guinga, João Bosco, Dominguinhos, João Donato, Rosa Passos, Roberto Menescal e Nelson Sargento. Nos anos 1990, foi vocalista e compositora da Maskavo Roots, período em que participou de turnês ao lado de Jorge Ben Jor, Chico Science, Skank e Pato Fu. Em carreira solo, lançou Dá Licença (2010) e, em 2020, Bicho Encantador, com Salomão Soares e Guegué Medeiros SERVIÇO Show Estradar Data: 10 de outubro Horário: 20h Casa Thomas Jefferson – Via W5 Sul, Asa Sul, Brasília - DF Classificação: Livre Ingressos Via Sympla: R$25 Instagram: @joanaduahvoz
- Legado de Gilberto Bailão mantém viva tradição do colecionismo em Brasília
Uma moeda de prata recebida ainda na adolescência foi o ponto de partida para uma trajetória de quase três décadas dedicada ao colecionismo. Gilberto Bailão, fundador da Loja do Colecionador, em Brasília, transformou o interesse por moedas, cédulas e selos em profissão e se tornou referência no segmento. Ele morreu em maio deste ano. Hoje, o filho, Gilberto Cavalini, dá continuidade ao trabalho iniciado pelo pai e está à frente da loja, fundada em 1996, além de participar da organização do 19º Encontro Nacional de Colecionadores de Brasília, marcado para os dias 6 e 7 de novembro, no Hotel San Marco. Segundo Cavalini, o pai começou a colecionar depois de ganhar de um amigo uma moeda de prata. “Ele sempre enxergou o colecionismo de uma maneira muito maior do que simplesmente guardar objetos. Para ele, cada moeda, cada cédula ou selo carregava uma história”, afirma. A Loja do Colecionador que fica na Asa Norte surgiu quando Bailão percebeu que o volume de peças mantidas em casa já exigia um espaço próprio. A proposta, desde o início, era reunir tanto colecionadores experientes quanto pessoas que estavam começando no hobby. Ao longo de 30 anos, o local se tornou ponto de referência para colecionadores da capital. “Muita gente começou a colecionar depois de entrar na loja, conhecer uma moeda, uma cédula ou conversar com alguém que já estava nesse universo”, diz Cavalini. Atualmente, ele é responsável pela operação e pelas principais decisões da loja, mas afirma que a continuidade do negócio está diretamente ligada ao legado deixado pelo pai. “Existe uma equipe, existem clientes, parceiros e, principalmente, existe toda uma história construída pelo meu pai durante décadas. Tenho a responsabilidade de conduzir a Loja do Colecionador para o futuro sem perder aquilo que fez ela chegar até aqui”, explica. Cavalini cresceu acompanhando o pai em encontros e eventos ligados ao colecionismo e começou a se envolver profissionalmente com o segmento ainda jovem. “No começo, eu era mais um filho acompanhando o pai. Com o tempo, fui me envolvendo cada vez mais e entendendo que aquilo também poderia fazer parte da minha vida profissional”, relata. Entre os ensinamentos que permaneceram, ele destaca a relação com os colecionadores, a transparência nas negociações e a importância de incentivar novos públicos. “Meu pai sempre dizia que o futuro do colecionismo está nos jovens”, lembra. Para Cavalini, essa visão também orienta a organização dos encontros realizados em Brasília. “Quando organizamos um evento, não pensamos apenas em vender ou expor peças. Pensamos em criar um ambiente onde o colecionador possa encontrar outras pessoas, aprender, trocar informações e se apaixonar ainda mais por esse universo.” O 19º Encontro Nacional de Colecionadores de Brasília reunirá cerca de 70 expositores de diferentes regiões do país e terá entrada gratuita. Serviço 19º Encontro Nacional de Colecionadores de BrasíliaData: 6 e 7 de novembro de 2026 - Sexta-feira e sábadoLocal: Hotel San Marco – Setor Hoteleiro Sul – Brasília/DFEntrada: gratuitaExpositores: cerca de 70 participantes de diferentes regiões de dentro e fora do BrasilInformações: Gilberto Cavalini – (61) 99333-9413 Loja do ColecionadorEndereço: SRTVN Quadra 702, Bloco P, sobreloja 8, Edifício Brasília Rádio Center – Asa Norte – Brasília/DFHorário de funcionamento: segunda a quinta, das 10h às 18h; sexta, das 10h às 17h; sábado, das 9h às 13hContato: (61) 99333-9413 e @lojadocolecionadordfSite: Loja do Colecionador
- Pickleball ganha espaço em Brasília e conquista novos praticantes
Uma nova modalidade começa a ganhar espaço entre os praticantes de esportes de raquete em Brasília. O pickleball, que reúne características do tênis, do beach tennis e do tênis de mesa, vem despertando a curiosidade de quem busca uma atividade física diferente e, ao mesmo tempo, acessível para iniciantes. A modalidade é disputada em uma quadra menor que a de tênis, com uma raquete específica e uma bola plástica perfurada. O objetivo é fazer a bola passar por cima da rede e quicar dentro da área válida da quadra, dificultando a devolução do adversário. As partidas podem ser individuais ou em duplas e possuem regras próprias para a região próxima à rede, conhecida como kitchen. Na Companhia Athletica Brasília, o esporte passou a integrar a programação da academia e já registra procura entre os alunos. Segundo Felipe Feijó, gestor técnico da unidade, a combinação entre simplicidade e estratégia é um dos fatores que ajudam a explicar o interesse pela modalidade. “O pickleball é um esporte de raquete que mistura algumas características do tênis, do beach tennis e do tênis de mesa. Ele é jogado em uma quadra menor, com uma raquete mais curta e uma bola plástica perfurada”, explica. Além das dimensões reduzidas, a dinâmica do jogo também diferencia o pickleball de outras modalidades de raquete. A menor distância entre os jogadores faz com que reflexo, coordenação e tomada de decisão tenham papel importante durante as partidas. “Como os espaços são menores, não é preciso ficar correndo grandes distâncias o tempo todo. Ao mesmo tempo, o jogo exige bastante atenção, reflexo, coordenação e estratégia”, afirma Feijó. Segundo ele, a força não é necessariamente o principal recurso para vencer uma jogada. “Muitas vezes, uma jogada não é ganha pela força, mas pela escolha certa de onde colocar a bola”, comenta. Modalidade para diferentes perfis Para praticar pickleball, são necessários basicamente a raquete específica e a bola plástica perfurada. A quadra também possui dimensões e marcações próprias, além de uma rede mais baixa do que a utilizada no tênis. Na unidade da Companhia Athletica, as aulas são realizadas atualmente às terças e quintas-feiras, às 8h. A procura pelo esporte, de acordo com o gestor técnico, já motivou a academia a estudar a abertura de novos horários. A chegada da modalidade faz parte da estratégia da academia de ampliar as opções oferecidas aos alunos. “A Companhia Athletica sempre procura trazer novidades e oferecer experiências diferentes para os alunos. O pickleball começou a chamar nossa atenção pelo crescimento que vem tendo e, principalmente, pela possibilidade de oferecer um esporte que reúne atividade física e diversão”, conta Feijó. O interesse inicial também surpreendeu a equipe. Muitas pessoas já conheciam o nome do esporte, mas ainda não haviam tido a oportunidade de experimentá-lo. “O mais interessante é ver pessoas que talvez nunca tivessem pensado em praticar um esporte de raquete se divertindo logo nos primeiros contatos. A procura acabou sendo maior do que esperávamos”, relata. Embora tenha uma dinâmica considerada acessível para iniciantes, o pickleball exige movimentação constante. Durante uma partida, os jogadores precisam mudar de direção, acelerar, desacelerar e reagir rapidamente aos movimentos da bola. Para Feijó, essa combinação permite trabalhar diferentes capacidades físicas e cognitivas. “Trabalhamos condicionamento físico, agilidade, coordenação motora, equilíbrio, velocidade de reação e também aspectos de concentração e tomada de decisão”. O gestor destaca ainda um aspecto que pode contribuir para a adesão à atividade: a sensação de diversão durante o exercício. “A pessoa muitas vezes nem percebe que está fazendo exercício, porque está envolvida com o jogo”, diz Feijó. Outro diferencial apontado por ele é a possibilidade de receber praticantes de diferentes idades e níveis de condicionamento. Não é necessário ter experiência anterior com tênis, beach tennis ou outras modalidades de raquete para começar. “Quem nunca jogou começa pelos fundamentos e vai evoluindo aos poucos. É claro que cada pessoa precisa respeitar seus próprios limites e condições físicas, mas não é um esporte voltado apenas para quem já é atleta”, afirma.
- Cultura Viva: PNAB-DF lança edital de R$ 1,29 milhão para Pontões de Cultura no DF
A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) abriu as inscrições para os editais do Cultura Viva, referentes ao segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Entre eles está o edital de Fomento a Projetos Continuados de Pontões de Cultura, que prevê R$ 1,29 milhão para a seleção de quatro projetos.As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 22 de outubro de 2026, pela plataforma PNAB-DF. O edital é voltado ao fortalecimento da Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura e prevê ações de formação, articulação, divulgação e mobilização cultural no Distrito Federal. Quatro projetos serão selecionados O edital destina R$ 1,29 milhão para quatro projetos. Um deles receberá R$ 390 mil para a Gestão da Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura. Os outros três terão investimento de R$ 300 mil cada, distribuídos entre ampla concorrência, cota para pessoas negras e categoria destinada às Culturas Tradicionais e Populares.A proposta é fortalecer a atuação em rede entre Pontos e Pontões de Cultura e ampliar o acesso às ações culturais. O edital prioriza iniciativas relacionadas à cultura de base comunitária e prevê atenção a territórios periféricos, rurais, indígenas, quilombolas e outras regiões de maior vulnerabilidade social e econômica. Quem pode participar Podem participar Pontos e Pontões de Cultura certificados pelo Ministério da Cultura, com constituição jurídica e CNPJ, desde que atendam às exigências do edital.A entidade precisa comprovar pelo menos três anos de constituição jurídica e de desenvolvimento de atividade cultural, além de experiência prévia em ações relacionadas ao objeto da parceria e capacidade técnica e operacional para executar as metas previstas.O edital não permite a participação de pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEIs), coletivos sem CNPJ, instituições privadas com fins lucrativos, órgãos públicos, instituições de ensino e pesquisa e entidades que se enquadrem nas demais vedações previstas no chamamento.A certificação como Ponto ou Pontão de Cultura será apresentada na fase de habilitação. A organização também poderá comprovar a certificação por meio de instrumentos formais de parceria ou publicação de resultado de editais certificadores da Política Nacional Cultura Viva. Quais são as exigências dos projetos Os projetos terão duração de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período. O edital estabelece metas padronizadas que deverão ser incluídas nas propostas.A primeira envolve formação e educação cultural, com atividades como oficinas, cursos, workshops, palestras e seminários voltados à formação cultural e à troca de conhecimentos.A segunda prevê a realização de mostras e ações artísticas e culturais, valorizando diferentes linguagens, artistas locais, mestres e mestras das culturas tradicionais e populares, grupos culturais e comunidades.A terceira trata do registro e divulgação das atividades, com produção de materiais e uso de redes sociais, sites, mídia local e outros meios de comunicação. Também deverá haver registro e documentação das ações realizadas.A quarta meta é a Bolsa Agente Cultura Viva. O projeto deverá prever a seleção de pelo menos cinco jovens de 18 a 24 anos para atuar como Agentes de Cultura Viva. As bolsas terão duração mínima de oito meses e poderão ser prorrogadas uma vez pelo mesmo período. Para um grupo de cinco jovens, pelo menos uma vaga deverá ser destinada a pessoa negra e uma a pessoa indígena.Os projetos deverão ter abrangência compatível com a atuação de um Pontão de Cultura. Propostas restritas a uma única comunidade ou a uma rede muito limitada de Pontos de Cultura poderão ser desclassificadas ou sofrer redução de pontuação. A proposta deve alcançar o conjunto de Pontos e Pontões de Cultura abrangidos pelo projeto, utilizando estratégias presenciais, regionais e online, entre outras. Acessibilidade Os projetos deverão prever medidas de acessibilidade compatíveis com suas atividades e estimular a participação de agentes culturais com deficiência.Os materiais de divulgação dos produtos culturais também deverão ser disponibilizados em formatos acessíveis e informar, de maneira visível, os recursos de acessibilidade oferecidos. Recursos e execução O valor destinado a cada projeto deve seguir exatamente o montante estabelecido no edital. A proposta precisa apresentar a estimativa de custos de acordo com os preços praticados no mercado, acompanhada de memória de cálculo e justificativa para as despesas.Os recursos serão repassados em parcela única, diretamente em conta bancária específica. A conta deverá ser aberta e mantida exclusivamente em instituição financeira pública.As entidades também deverão dar transparência aos valores pagos à equipe envolvida na execução do projeto. Como será feita a seleção As propostas serão analisadas em duas etapas: Seleção e Habilitação.Na primeira fase, uma comissão paritária, formada por representantes do Poder Executivo e da sociedade civil, avaliará e classificará as candidaturas. Cada projeto será analisado por pelo menos dois integrantes da comissão, sendo pelo menos um deles representante da sociedade civil.A pontuação máxima é de 105 pontos. Para ser considerada apta, a candidatura precisa alcançar pelo menos 60 pontos.Entre os critérios estão a experiência da entidade, a qualidade e viabilidade da proposta, a capacidade técnica da equipe, a articulação em rede, o alcance das ações, a acessibilidade e o público beneficiado.Após a divulgação do resultado preliminar, os participantes terão cinco dias úteis para apresentar recurso pela plataforma PNAB-DF. Documentos necessários No momento da inscrição, a entidade deverá apresentar o formulário de inscrição, o Plano de Trabalho, o Plano de Aplicação de Recursos e materiais que comprovem pelo menos três anos de atuação cultural no Distrito Federal.Podem ser utilizados como comprovação fotografias, cartazes, folhetos, vídeos, publicações em jornais e revistas, páginas na internet, depoimentos, convites para eventos e cartas de reconhecimento, entre outros documentos. O edital também recomenda a apresentação de materiais recentes, referentes aos dois últimos anos.As entidades que concorrerem às cotas deverão apresentar as autodeclarações e demais documentos exigidos para comprovar o enquadramento na modalidade escolhida.Na fase de habilitação, as entidades selecionadas deverão apresentar documentação complementar, incluindo estatuto social atualizado, ata de posse dos dirigentes, relação nominal dos dirigentes, documentos da representação e certificado de Ponto ou Pontão de Cultura. Prestação de contas Os projetos selecionados estarão sujeitos ao acompanhamento e monitoramento da Secretaria de Cultura. Ao final da execução, a prestação de contas deverá ser apresentada por meio de Relatório de Execução do Objeto, em até 90 dias após o fim da vigência do Termo de Compromisso Cultural.O relatório deverá apresentar, entre outras informações, comprovações dos resultados e produtos obtidos durante a execução das metas. Serviço Edital: Cultura Viva — Fomento a Projetos Continuados de Pontões de CulturaEdital nº: 21/2026Valor total: R$ 1,29 milhãoProjetos selecionados: 4Inscrições: até às 23h59 do dia 22 de outubro Onde se inscrever: plataforma PNAB-DF — pnabdf.org.br Realização: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito FederalRecursos: Ministério da Cultura, por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB)
- Global Day of Giving reúne lideranças e ação social no próximo dia 8
Transformar planos em ações concretas e fazer com que os resultados se sustentem ao longo do tempo é um dos desafios de quem ocupa posições de liderança. O tema estará no centro do Global Day of Giving 2026, promovido pela Dale Carnegie no dia 8 de outubro, às 18h, na Casa Thomas Jefferson, na Asa Sul. Com o tema “Mudança que acontece — Como transformar estratégia em ação e sustentar resultados”, o encontro reúne profissionais com experiências em gestão, liderança, desenvolvimento de pessoas e atuação institucional. Além de promover a troca de experiências e conhecimento, o Global Day of Giving tem caráter social. A participação no evento é gratuita mediante a doação de um brinquedo novo, que será destinado a uma ação beneficente. A iniciativa faz parte da proposta do evento realizado anualmente pela Dale Carnegie, unindo desenvolvimento e contribuição à comunidade. Além de promover a troca de experiências e conhecimento, o Global Day of Giving tem caráter social. A participação no evento é gratuita mediante a doação de um brinquedo novo, que será destinado à Casa azul, em Samambaia. A iniciativa faz parte da proposta do evento realizado anualmente pela Dale Carnegie, unindo desenvolvimento e contribuição à comunidade. Participam da conversa Minervino Neto, CEO da Dale Carnegie; Thaís Leite, coordenadora de Educação Superior do Instituto Legislativo Brasileiro, Escola de Governo do Senado Federal; Luana Pedrosa, chefe de Gabinete da Secretaria-Executiva do Ministério da Justiça e Segurança Pública; e Joaquim de Alencar Bezerra Filho, presidente do Conselho Federal de Contabilidade. A proposta é colocar em discussão um desafio presente em organizações públicas e privadas: a distância que muitas vezes existe entre a definição de uma estratégia e sua execução. A partir das experiências dos participantes, o encontro pretende abordar aspectos relacionados à liderança, à gestão de equipes e à capacidade de transformar decisões em ações que produzam resultados consistentes. Para Minervino Neto, o tema também passa pelo papel das pessoas na concretização das estratégias. Eu sugeriria uma fala nessa linha: “Uma estratégia só produz resultados quando as pessoas conseguem transformá-la em ação. E isso exige liderança, clareza, engajamento e capacidade de conduzir mudanças. O Global Day of Giving cria um espaço para compartilhar experiências sobre esses desafios e, ao mesmo tempo, reforça um princípio importante para nós: o conhecimento também pode ser uma forma de contribuir com a sociedade”, afirma Minervino Neto, CEO da Dale Carnegie. Com trajetória ligada à formação e ao desenvolvimento de lideranças, Thaís Leite atua como coordenadora de Educação Superior do Instituto Legislativo Brasileiro, Escola de Governo do Senado Federal. Especialista em design instrucional, liderança, gestão de equipes e produtividade, soma dez anos de experiência no serviço público. Luana Pedrosa é policial penal federal e atualmente ocupa o cargo de chefe de Gabinete da Secretaria-Executiva do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Sua participação acrescenta ao debate a perspectiva da gestão e da atuação no setor público federal. Presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC) na gestão 2026/2027, Joaquim de Alencar Bezerra Filho completa o grupo de convidados ao lado de Minervino Neto. SERVIÇO: Global Day of Giving 2026Tema: “Mudança que acontece — Como transformar estratégia em ação e sustentar resultados”Data: 8 de outubro de 2026Horário: 18hLocal: Casa Thomas Jefferson – Asa SulEntrada: gratuita, mediante a doação de um brinquedo novo, destino à Casa AzulParticipantes: Minervino Neto, Thaís Leite, Luana Pedrosa e Joaquim de Alencar Bezerra Filho
- As mulheres que fizeram Brasília viram cena em "Candangas Palavras"
A história de Brasília costuma ser contada por nomes masculinos: arquitetos, engenheiros, políticos e operários. O projeto "Candangas Palavras – Mulheres e Memórias Capitais" conta outra parte dessa história. Até 9 de outubro de 2026, o projeto apresenta a estudantes do Gama quatro performances sobre mulheres que chegaram, trabalharam, resistiram e ajudaram a construir o Distrito Federal. De 7 a 9 de outubro, a temporada segue no Centro de Ensino Fundamental 10 do Gama, com sessões pela manhã e à tarde. No dia 8 também haverá sessão à noite. Teatro, Educação e Patrimônio Imaterial O projeto, com coordenação pedagógica de Sulian Vieira e direção teatral de Jemima Tavares, propõe atividades interdisciplinares com escolas públicas para reconhecer o protagonismo histórico das mulheres candangas, com ênfase em práticas teatrais. A primeira etapa do projeto permite que os professores da escola parceira convidem os estudantes a conhecerem as histórias de mulheres de suas famílias ou vizinhança, com foco em suas experiências de vida e trabalho ao chegarem ao DF. Na segunda, são apresentadas as performances nas quais fragmentos da história da capital são contados a partir de vivências subjetivas das mulheres, destacando o protagonismo feminino. Nesse contexto, são conduzidos jogos e exercícios teatrais com alunos e professores para transformar as histórias e narrativas trazidas pelos estudantes em trocas criativas. O projeto prevê o acesso dos professores ao acervo da pesquisa histórica produzida para o projeto e às propostas de atividades pedagógicas - como jogos teatrais e roteiros para entrevistas. Os professores interessados podem desenvolver outros projetos sobre protagonismo feminino na história do DF, a partir deste acervo. Histórias reais como matéria-prima A dramaturgia das performances nasceu de entrevistas do Programa de História Oral do Arquivo Público do Distrito Federal e integra o projeto de doutoramento de Jemima Tavares junto ao Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da UnB. Ainda foram usados outros materiais arquivísticos como fotografias, manchetes de jornal, mapas e dados sobre as mulheres no DF e do próprio Gama, cidade que recebe as ações nas quais as quatro performances desempenham papel de formação e de estímulo à invenção. Segundo a diretora, a seleção dos depoimentos mostrou essa diversidade. "Cada história escolhida tem sua especificidade, porque mostra a diversidade das mulheres que sempre ocuparam essa cidade. Tem histórias muito mirabolantes, que a gente se pergunta se aquilo aconteceu mesmo. Tem outras em que a gente consegue visualizar a cena completa cabeça somente pela descrição dos fatos. E outras ainda lembram nossas famílias, mães, avós", conta. Para levar esse material à cena, ela também trouxe as próprias memórias. "Pensei primeiro na dramaturgia, lembrando de toda a minha infância no Gama: expressões dos meus avós, figuras da cidade, monumentos e histórias que ouvi da família, para compor junto com as entrevistas do Arquivo Público", explica. O resultado são quatro performances narrativas solo, de cerca de 20 minutos cada. Elas contam trajetórias de mulheres com trabalhos e modos de vida diversos: empreendedora, lavadeira, estudante, dona de casa, feirante, andarilha, entre outras. As cenas falam de injustiças sociais na ocupação do território para a construção da capital e nas diversas conquistas de direitos pelas mulheres e tocam em temas que continuam atuais, como violência contra a mulher, dupla e tripla jornada, trabalho doméstico e abandono parental. O projeto é realizado pelo Grupo de Pesquisa Vocalidade & Cena (UnB), com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. SERVIÇOCandangas Palavras - Memórias e Mulheres Capitais Centro de Ensino Fundamental 10 do Gama 7, 8 e 9 de outubro de 2026 (quarta a sexta) Manhã: 8h às 9h30 e 10h30 às 12h. Tarde: 13h30 às 15h e 16h às 17h30. Noite (somente dia 8/10): 19h30 às 21h. Ficha Técnica Sulian Vieira - Coordenação e Direção VocalJemima Tavares - Direção e Dramaturgia Ingrid Soares, Isumy Kudo, Luíza Veloso e Maria Tuti Luisão - Elenco César Lignelli - Desenho de Som Marley Oliveira - Cenografia Ana Clara Neves - Figurino Studio Jana Ferreira - Designer Gráfico Jéssica Laranja - Fotografia Gabriel Vilela - Iluminador Luiz Medeiros - Maquiagem e Cenotécnica Thiago Sabino - Projeção Mapeada Karoline Pacheco Santos - Assessoria em História e Patrimônio Sonia Tavares - Assessoria Pedagógica C1 arte e entretenimento - Gestão Administrativa e Produção Paula Jacobson e Gleidson Lopes - Produtores Assistentes Tia Nilza - Monitoria de Estudantes/Camarim Camila Maxi - Assessoria de Imprensa Lunares Ayla - Social Media
- Brasal Incorporações encerra temporada do Talks Brasal Décor na CASACOR Brasília 2026
A Brasal Incorporações encerra, no dia 7 de outubro, a partir das 19h, a temporada 2026 do Talks Brasal Décor, realizado durante a CASACOR Brasília. Para fechar a programação, convidados se reúnem no Construtopia, ambiente da incorporadora na mostra, para um bate-papo que propõe uma reflexão sobre um dos principais desafios da arquitetura contemporânea: criar uma casa que, além de bonita e atual, faça sentido para quem realmente irá vivê-la. Com o tema “A casa que você sonha. E a casa que faz sentido”, o encontro parte de uma provocação cada vez mais presente em um universo marcado por tendências, referências e imagens de ambientes perfeitos: até que ponto a casa dos sonhos corresponde à casa de que realmente precisamos? A proposta é discutir uma arquitetura que vá além da estética e considere a vida que acontece dentro dos espaços. Hábitos, desejos e necessidades dos moradores entram nessa equação ao lado de questões como conforto, clima, orientação solar, funcionalidade e elementos capazes de criar pertencimento e conexão emocional com o lar. Participam do bate-papo os arquitetos Bruno Pessoa, do Studio Ark; Henrique Coutinho, do Bloco Arquitetos; e Pedro Grillo, da Coda Arquitetura, além de Alessandra Nogueira (coordenadora de implantação) e Fernanda Amaral (gerente de projetos), da Brasal Incorporações. A mediação será de Valter Lourenço, do Estilozzo. O encontro fecha a programação do Talks Brasal Décor, iniciativa que, ao longo da temporada da CASACOR, promoveu conversas sobre arquitetura, mercado imobiliário, experiências e novas formas de pensar os espaços. Após o último bate-papo, será servido um coquetel para que os convidados possam continuar a conversa de maneira descontraída e aproveitar o ambiente Construtopia. O encerramento acontece nos últimos dias da CASACOR Brasília 2026, que permanece aberta ao público até 12 de outubro, na Casa do Candango, na 603 Sul. A 34ª edição da mostra teve início em 12 de agosto e reúne arquitetura, design de interiores e paisagismo sob o tema “Mente e Coração”.












