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  • Brasília envelhece: idosos já representam 13% da população do DF; especialistas apontam caminhos para envelhecer com autonomia

    Brasília está ficando mais velha. No Distrito Federal, 13% da população já é formada por pessoas com 60 anos ou mais, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), elaborado a partir do Censo 2022. Em um território com 2.817.381 habitantes naquele levantamento, o avanço da população idosa ajuda a redesenhar as demandas de saúde, mobilidade, convivência e qualidade de vida. Outro número ajuda a mostrar a velocidade dessa transformação: o DF possui 68,3 pessoas com 60 anos ou mais para cada 100 crianças e adolescentes menores de 15 anos. A população com até 14 anos representa 19% dos moradores, enquanto 68% estão na faixa entre 15 e 59 anos. Os números ganham ainda mais relevância neste 1º de outubro, Dia Nacional da Pessoa Idosa, ao trazerem uma questão que vai além de quantos anos a população está vivendo: como chegar à velhice preservando independência, mobilidade, memória e participação social? Para a geriatra Dra. Priscila Guerra, envelhecimento saudável não começa aos 60 ou 70 anos. É resultado de cuidados construídos durante toda a vida e que se tornam ainda mais importantes conforme os anos avançam. “Quando falamos em envelhecer bem, precisamos abandonar a ideia de que basta chegar a uma idade avançada sem uma doença grave. O que buscamos é preservar funcionalidade e autonomia. Isso envolve controlar doenças crônicas, manter uma alimentação adequada, praticar atividade física, preservar vínculos sociais, cuidar do sono, da saúde mental, da audição e da visão e acompanhar mudanças que possam comprometer a independência. A longevidade é uma conquista, mas ela nos coloca diante de um novo desafio: fazer com que os anos adicionais de vida sejam vividos com qualidade”, explica Priscila Guerra. Músculo também é reserva para a velhice Em uma população que envelhece, preservar massa muscular deixa de ser uma preocupação associada somente à estética ou ao desempenho esportivo. Força, equilíbrio e mobilidade estão diretamente relacionados à capacidade de realizar tarefas cotidianas de forma independente. Com o passar dos anos, músculos, tendões, articulações e ossos respondem de maneira diferente aos estímulos. Isso não significa, entretanto, que pessoas mais velhas devam evitar exercícios. Para o Dr. Fernando Jorge, ortopedista, o sedentarismo pode representar um risco maior do que iniciar uma rotina de exercícios de maneira progressiva e orientada. “Depois dos 50, preservar massa muscular, força, equilíbrio e saúde óssea deixa de ser apenas uma questão de condicionamento e passa a ser fundamental para a autonomia. A musculação é uma das ferramentas mais importantes nesse processo, porque ajuda a combater a perda de massa muscular associada ao envelhecimento. O erro é achar que, para proteger articulações, coluna e joelhos, a pessoa precisa evitar carga. Os tecidos do corpo se adaptam aos estímulos que recebem: músculos precisam de resistência, ossos precisam de carga e tendões precisam de tensão para permanecer fortes. O cuidado está na progressão. Quem passou anos sedentário não deve voltar tentando reproduzir imediatamente o treino que fazia aos 20 ou 30 anos”, explica Fernando Jorge. O especialista lembra que, depois de um longo período sem exercícios, disposição e condicionamento cardiovascular podem evoluir mais rapidamente do que tendões, ligamentos e articulações. É justamente nesse descompasso que a pessoa pode se sentir preparada para aumentar a intensidade antes de o restante do organismo estar adaptado. “Continuar sedentário por medo de se machucar pode ser muito mais prejudicial. O treinamento de força pode ser realizado em diferentes idades, desde que exista avaliação e adaptação à condição de cada pessoa. O objetivo aos 60, 70 ou 80 anos não precisa ser levantar grandes cargas. Pode ser ter força para subir uma escada, levantar de uma cadeira sem ajuda, carregar uma sacola, recuperar o equilíbrio diante de um tropeço e continuar realizando atividades do cotidiano com independência. É isso que transforma força muscular em qualidade de vida”, acrescenta o ortopedista. Cérebro também precisa de exercício Autonomia na velhice, no entanto, não depende somente da capacidade de caminhar, levantar ou realizar atividades físicas. Memória, atenção, raciocínio, linguagem e capacidade de tomar decisões também interferem diretamente na independência. A Thais Bento Lima da Silva, gerontóloga, mestra e doutora em Ciências com ênfase em Neurologia Cognitiva e do Comportamento pela Faculdade de Medicina da USP, docente e pesquisadora da USP e parceira científica do Método Supera, explica que envelhecer não significa perder a capacidade de aprender ou desenvolver novas habilidades. “O cérebro continua respondendo a estímulos ao longo da vida. Por isso, uma longevidade saudável também passa por manter curiosidade, aprendizado, interação social e atividades que desafiem diferentes habilidades cognitivas. Fazer sempre as mesmas coisas de maneira automática oferece um estímulo diferente de aprender algo novo, resolver problemas, exercitar memória, atenção e raciocínio ou participar de atividades em grupo. Não se trata apenas de fazer palavras cruzadas ou decorar informações, mas de manter uma vida cognitivamente ativa e diversificada”, explica Thais. Para a gerontóloga, a aposentadoria e as mudanças de rotina que chegam com a idade também exigem atenção para que não sejam acompanhadas por isolamento e redução progressiva das experiências sociais. “Convívio social também é parte importante do envelhecimento. Conversar, ensinar, aprender, participar de grupos, manter interesses e estabelecer novos projetos são formas de continuar colocando o cérebro em contato com experiências diferentes. Precisamos combater a ideia de que envelhecer é entrar em uma fase de recolhimento. Uma pessoa pode continuar aprendendo, construindo relações e desenvolvendo habilidades em qualquer idade”, afirma. Brasília precisa se preparar para uma população mais velha O envelhecimento do Distrito Federal fica ainda mais evidente quando o cenário atual é comparado ao passado. Em 2010, pessoas com 65 anos ou mais representavam 5% da população do DF. Em 2022, essa participação chegou a 8,8%. No mesmo período, a parcela de crianças e adolescentes de até 14 anos caiu de 23,7% para 19%. O índice de envelhecimento, considerando pessoas com 65 anos ou mais em relação à população com menos de 15 anos, passou de 21 para 46,5. A transformação significa que Brasília precisará estar cada vez mais preparada para uma população que viverá por mais tempo. E isso envolve desde serviços de saúde e prevenção de quedas até espaços urbanos acessíveis, atividade física, estímulos cognitivos e oportunidades de convivência. Para Priscila Guerra, essa mudança também exige rever a própria maneira como a sociedade encara a velhice. “Uma cidade que envelhece precisa pensar em como essas pessoas continuarão vivendo nela. Não basta discutir tratamento de doenças. Precisamos falar de prevenção, acessibilidade, mobilidade, convivência, atividade física, participação social e preservação da independência. O idoso não pode ser visto apenas como alguém que precisa de cuidado. Estamos falando de pessoas que podem continuar trabalhando, aprendendo, se exercitando, construindo relações e participando ativamente da sociedade. O grande objetivo da longevidade é justamente permitir que esses anos a mais sejam vividos com autonomia”, finaliza Dra. Priscila Guerra.

  • Brasília recebe a 3ª edição Feira da Gestante com produtos a partir de R$ 2,99 e expectativa de R$ 3 milhões em vendas

    Brasília se prepara para receber uma das principais feiras do setor materno-infantil do país. Entre 14 e 18 de outubro, o Pátio Brasil Shopping será palco da terceira edição 2026 da Feira da Gestante, que reunirá cerca de 60 expositores em uma área de 2.500 metros quadrados, e expectativa de receber 10 mil visitantes. Com produtos a partir de R$ 2,99, o evento também terá sorteios de um vale-compras de R$ 1 mil, com inscrições pelas redes sociais do evento, e de um “quarto dos sonhos” para os participantes, através de um QR Code na entrada do local. Segundo Eliane Paim, diretora de marketing da Feira da Gestante, a expectativa para esta segunda edição do evento em Brasília em 2026 é movimentar R$ 3 milhões em vendas durante a feira, impulsionada pelo interesse cada vez maior das famílias por produtos que aliam qualidade, personalização e praticidade. “Brasília tem se mostrado um mercado muito fiel em todas as edições da feira. Por isso, decidimos fazer novamente, pensando principalmente nas mulheres que estão na reta final da gestação e naquelas que descobriram a gravidez no segundo semestre. Observamos uma procura crescente por produtos personalizados, com bordados feitos na hora, que devem liderar as vendas nesta edição. Nossa expectativa é proporcionar boas oportunidades de compras para as famílias e gerar resultados expressivos para os expositores”, afirma. Voltada para gestantes e famílias com bebês de zero a dois anos, a feira tem como propósito reunir, em um único ambiente, diferentes marcas, fornecedores e tendências do setor materno-infantil, permitindo que os visitantes comparem preços, conheçam novidades e realizem compras com maior conveniência. Com mais de três décadas de atuação, a Feira da Gestante reúne uma ampla variedade de produtos e serviços voltados ao universo materno-infantil, como itens de enxoval, moda gestante, acessórios para amamentação, decoração, móveis infantis, carrinhos e artigos personalizados. Presente em diversas cidades brasileiras, o evento se consolidou como uma vitrine de tendências e oportunidades de negócios para o setor, aproximando consumidores, marcas e empreendedores e acompanhando as transformações do mercado. Serviço:Feira da Gestante – BrasíliaData: 14 e 18 de outubroLocal: Pátio Brasil Shopping – SCS Quadra 7, Bloco A, Asa Sul, Brasília (DF)Horários: quarta-feira a sexta-feira, das 12h às 21h; sábado, das 10h às 21h; e domingo, das 13h às 19hEntrada gratuitaInstagram: @feiradagestante.brasilia Sobre a Feira da Gestante A Feira da Gestante, reconhecida como uma das maiores do setor materno-infantil do Brasil, reúne expositores de diversas regiões do país, oferecendo ampla variedade de produtos para gestantes, bebês e crianças nos primeiros anos de vida. Fundado em 1994, o evento está presente em diversas cidades brasileiras e se consolidou como importante vitrine para marcas, fabricantes e empreendedores do segmento.

  • Maísa Arantes lança o álbum ‘Baile da Maisinha’ acompanhada do Trio Samburá (RJ)

    A cantora e rabequeira brasiliense Maísa Arantes está com um trabalho novo no mundo. É o “Baile da Maisinha”. O álbum foi lançado nas plataformas digitais em maio, e agora está circulando os salões, bailes e festas da cidade e do Brasil. O disco, que comemora os 20 anos de carreira de Maísa, é composto por dez músicas originais e mergulha na linguagem do forró pé-de-serra, destacando a rabeca como principal solista. O “Baile da Maisinha” leva para o disco a energia dos encontros no salão, com um repertório feito para ouvir e dançar. E Brasília vai ter o privilégio de ter um show de lançamento mais do que especial. É que além da energia de Maísa, a apresentação contará com a força do Trio Samburá, diretamente do Rio de Janeiro. O grupo, que é a banda base do novo disco, estará pela primeira vez na cidade, em um show inesquecível, com um rico intercâmbio do melhor do forró-pé-de-serra, tendo também o violonista Marcelo Neder na formação. Além do trio, Maísa contará com as participações candangas de Nathália Marques (percussões) e Pedro Ferreira (voz). A apresentação será no dia 09 de outubro, sexta-feira, às 21h. Para abrir a noite, DJ Firewalter comanda o som na praça a partir das 19h. Ingressos promocionais a R$30 (enquanto durar o lote). Após apresentar o novo trabalho em shows no Rio de Janeiro e em São Paulo ao lado do trio, Maísa traz esse encontro para Brasília. Será uma apresentação única, com gravação ao vivo e um convite para todo mundo fazer parte desse registro - de preferência, dançando! Quem é Maísa Arantes Maísa Arantes é cantora, compositora, rabequeira, pifeira e arranjadora. Formada em Música pela UnB e Arranjo pela Escola de Música de Brasília, a artista lançou diversos trabalhos, como o EP Peripécia Brasileira (2022). Em seguida lançou o single Elixir do Amor (2023) e o e-songbook "Outros Sertões - cancioneiro Pé-de-serra"(2023) com composições suas e de Marcelo Neder. Em 2024 foi a vez de lançar o videoclipe com a música Surforró, em parceria com o Trio Samburá-RJ. Participou dos grupos Mestre Zé do Pife e as Juvelinas (2006), Chinelo de Couro (2012-2020) e Forró do B (2016-2020). Foi campeã por quatro vezes com a Quadrilha Junina Arroxa o Nó, do Paranoá (DF). Em 2025 apresentou-se em turnê pelos SESCs no estado do Rio de Janeiro, São Paulo e DF. Participou de festivais pelo Piauí e Ceará. Em 2026, a artista lança o novo álbum independente “Baile da Maisinha” com dez músicas inéditas. Conheça o Trio Samburá Formado no Rio de Janeiro em 2016, o Trio Samburá reúne Tâmara Terra na voz e no triângulo, Roberto Kauffmann na voz e na sanfona e Léo Cortez na voz e na zabumba. A trajetória do grupo se firmou nos bailes de domingo na Lapa, que se tornaram um ponto de encontro para quem vive o forró na cidade. A pesquisa de repertório e as diferentes vozes do trio marcam suas apresentações, construídas em diálogo com o público e com artistas convidados. Em 2022, o grupo lançou seu primeiro disco, “Forró a Lenha”, com participações de Maísa Arantes, Marcelo Neder, Rodrigo Bis, Carol Panesi e Marcelo Mimoso. Desde então, a parceria com Maísa e Marcelo ganhou os palcos de festivais e uma série de apresentações pelo Sesc Pulsar no estado do Rio de Janeiro, em 2025. Em 2026, o trio participou da gravação de “Baile da Maisinha” e acompanhou a cantora e rabequeira em shows no Rio de Janeiro e em São Paulo. Agora, esse encontro chega a Brasília! SERVIÇO Lançamento do Baile da Maisinha, de Maísa Arantes (DF) com Trio Samburá (RJ) Data: sexta-feira, 9 de outubro, 21h Onde: Infinu Comunidade CriativaQuanto: R$30 (enquanto durar o lote)Classificação: Livre

  • Carreta do projeto CriAtiva chega a Ceilândia com cursos gratuitos de comunicação e audiovisual

    A carreta do projeto CriAtiva – Comunicação, Cultura e Audiovisual chega a Ceilândia no dia 8 de outubro com cursos gratuitos de comunicação, marketing digital, fotografia e produção audiovisual. A estrutura ficará instalada na Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional de Ceilândia, até 6 de novembro. Voltada para jovens e adultos a partir de 16 anos, a iniciativa oferece formação gratuita em áreas relacionadas à comunicação e à economia criativa. As oficinas combinam conteúdo teórico e atividades práticas, com conhecimentos que podem ser utilizados tanto no mercado de trabalho quanto em projetos próprios e iniciativas culturais. A programação inclui cursos de Gerenciamento de Redes Sociais, Tráfego Pago e Estratégias Digitais, Fotografia Digital e Produção Audiovisual. As aulas acontecem em diferentes horários, entre 8h e 18h, facilitando a participação de estudantes, trabalhadores e outros interessados. Esta é a terceira etapa do CriAtiva. O projeto já passou por São Sebastião e Guará e, depois de Ceilândia, seguirá para Samambaia, onde será encerrado o circuito de formação. A proposta é levar a capacitação para diferentes regiões do Distrito Federal e ampliar o acesso a ferramentas digitais que podem ser aplicadas na produção de conteúdo, divulgação de negócios, desenvolvimento de projetos culturais e atuação profissional. Em Ceilândia, as atividades começam em 8 de outubro, quarta-feira, e a entrega dos certificados está prevista para 6 de novembro, sexta-feira. Cursos oferecidos Gerenciamento de Redes Sociais Tráfego Pago e Estratégias Digitais Fotografia Digital Produção Audiovisual Horários das oficinas Fotografia: 8h às 10h e 14h às 16h Tráfego Pago e Estratégias Digitais: 8h às 10h e 16h às 18h Gerenciamento de Redes Sociais: 10h às 12h e 14h às 16h Produção Audiovisual: 10h às 12h e 16h às 18h Serviço Projeto: CriAtiva – Comunicação, Cultura e Audiovisual Local: Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional de Ceilândia Início: 8 de outubro (quarta-feira) Horário: Oficinas das 8h às 18h, conforme a programação de cada curso Fomento: Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal Realização: Instituto Rede Solidária Apoio: Administração Regional de Ceilândia

  • Da cultura pop à confeitaria japonesa, outubro amplia a programação da Livraria da Vila

    Outubro de 2026 – A programação da Livraria da Vila neste mês atravessa diferentes temas e públicos, com encontros em unidades de São Paulo, Campinas, Curitiba, Brasília e Goiânia. Entre os lançamentos estão livros sobre culinária coreana e japonesa, literatura infantil, cultura pop, relações humanas, trajetória empresarial, liderança e empreendedorismo, além de ficção e histórias em quadrinhos. Entre os destaques em São Paulo estão Arthur Paek, que apresenta Comida Coreana, pela Editora Senac São Paulo, na Avenida Paulista, e Letrux, que participa do lançamento de Glorinha vai ao fundo, pela Harper Kids. A programação também passa pelo Shopping Pátio Higienópolis, com Max, o Empreendedog, de Ana Célia Ariza, e De repente, o avesso, de Maria Carolina Rissoni Andery e Maria Helena Pereira Franco. No Shopping JK Iguatemi, Fabiana Scaranzi apresenta Seus sonhos não têm prazo de validade, enquanto a Fradique Coutinho recebe Aza Njeri, com Somos Sol Vivo: Ensaios radicais sobre experiências da vida, e Clara Chotil, autora de Tekoha. A gastronomia ganha outro destaque no Shopping Pátio Paulista, onde Jo Takahashi lança Yôgashi: O doce encanto da confeitaria japonesa. Já a programação dedicada à cultura e à literatura passa por diferentes formatos: Aza Njeri parte de sua trajetória e de questões ligadas à experiência negra em seus ensaios; Clara Chotil apresenta uma graphic novel construída a partir de viagens e encontros; e Érico Borgo revisita a obra de J.R.R. Tolkien em Em busca de Tolkien, título que chega a Curitiba e Brasília. Também fazem parte da agenda Lembranças de quando te amei, de Paola Aleksandra, e Liderança em Código Aberto, de Fabiane Franciscone, ambos em Curitiba. Fora da capital paulista, a programação inclui ainda Os Safra: Uma História, de Robson Viturino, no Shopping Iguatemi Campinas, livro dedicado à trajetória da família Safra; e, em Goiânia, o Shopping Flamboyant recebe o quinto volume de Empreendedoras de Impacto: Vozes que transformam e inspiram, organizado por Caroline Diaz. Com lançamentos distribuídos ao longo do mês, outubro combina encontros voltados à literatura e ao público infantil com títulos de não ficção, gastronomia, romance, quadrinhos e negócios. A programação também aproxima autores e leitores em diferentes regiões, mantendo as lojas como espaços para lançamentos e encontros literários. A programação distribui encontros por diferentes cidades e reúne obras destinadas a públicos distintos, com espaço para literatura infatojuvenil, ficção, não ficção, gastronomia, temas ligados à vida profissional e social. Entre lançamentos e encontros com autores, o calendário amplia a agenda cultural da Livraria da Vila para além de São Paulo. Destaques Comida CoreanaData: 01/10/2026Local: Livraria da Vila – Avenida Paulista (São Paulo) Max, o EmpreendedogData: 01/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping Pátio Higienópolis (São Paulo) Os Safra: Uma HistóriaData: 06/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping Iguatemi Campinas (Campinas) Em busca de TolkienData: 07/10/2026Local: Livraria da Vila – ParkShopping Barigui (Curitiba) Seus sonhos não têm prazo de validadeData: 08/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping JK Iguatemi (São Paulo) De repente, o avessoData: 08/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping Pátio Higienópolis (São Paulo) Liderança em Código AbertoData: 09/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping Pátio Batel (Curitiba) Glorinha vai ao fundoData: 10/10/2026Local: Livraria da Vila – Avenida Paulista (São Paulo) Em busca de TolkienData: 13/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping Iguatemi Brasília (Brasília) Somos Sol Vivo: Ensaios radicais sobre experiências da vidaData: 15/10/2026Local: Livraria da Vila – Fradique Coutinho (São Paulo) Yôgashi: O doce encanto da confeitaria japonesaData: 16/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping Pátio Paulista (São Paulo) Lembranças de quando te ameiData: 17/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping Pátio Batel (Curitiba) TekohaData: 19/10/2026Local: Livraria da Vila – Fradique Coutinho (São Paulo) Empreendedoras de Impacto: Vozes que transformam e inspiram – Volume VData: 22/10/2026Local: Livraria da Vila – Shopping Flamboyant (Goiânia)

  • Vinum Brasilis chega à 21ª edição com novidades

    Uma das principais celebrações do vinho brasileiro em Brasília, a Vinum Brasilis chega à 21ª edição em novembro, mantendo a proposta que acompanha sua trajetória há mais de duas décadas: aproximar produtores, profissionais e consumidores e dar visibilidade à diversidade da produção nacional. Criado e coordenado por Petrus Elesbão, o evento se consolidou como uma das mais tradicionais feiras dedicadas exclusivamente aos vinhos brasileiros. Nos dias 6 e 7 de novembro, a feira volta à capital com centenas de rótulos para degustação e novas atrações. Entre as novidades estão a chegada de novas vinícolas ao evento, ampliando o mapa de regiões produtoras representadas em Brasília, além de uma homenagem a personalidades que contribuíram para a cultura do vinho na cidade. O primeiro homenageado será o restaurateur e chef Francisco Ansiliero. A programação de 2026 começou ainda em julho, com o tradicional Concurso de Espumantes, que reuniu 18 jurados e mais de 50 amostras degustadas às cegas. Os vencedores serão anunciados durante a feira. Mais do que uma feira de vinhos, a Vinum Brasilis chega à 21ª edição acompanhando a própria evolução da vitivinicultura brasileira — e trazendo para Brasília produtores já conhecidos e novidades que ajudam a revelar a diversidade do vinho feito no país. Para mais informações, siga o Instagram @oficialvinumbrasilis e fique por dentro de todas as novidades.

  • Petit Boulevard celebra o Dia das Crianças com programação gratuita para toda a família

    Um fim de semana dedicado ao brincar, à criatividade e à imaginação. Para celebrar o Dia das Crianças, o Boulevard Shopping Brasília idealizou o Petit Boulevard, festival que reúne atrações para diferentes idades com parque sonoro, oficinas, recreação, pintura de rosto, balão-mania, mágica e teatro de mamulengo. Gratuita, a programação acontece nos dias 10(sábado) e 11 (domingo), das 12h às 18h, no Piso 1. Para brincar, basta chegar. Um dos destaques é o Parque DiVerSom, que amplia as possibilidades do brincar ao combinar movimento, música e estímulos sensoriais. A estrutura reúne brinquedos que produzem sons a partir da interação das crianças, além de instrumentos percussivos e elementos adaptados para o manuseio dos pequenos. A agenda artística ganha destaque com a apresentação do Mágico Steiner, no sábado (10), às 14h. Com 30 anos de carreira e presidente da Associação dos Mágicos do Brasil, o artista apresenta números de grandes ilusões, humor e interação, convidando crianças e adultos a participarem dos truques e se tornarem parte do espetáculo. A tradição popular brasileira chega ao festival no domingo (11), às 14h, com o Grupo de Mamulengo Lengo Tengo e o espetáculo Nas Tripas da Cobra Encantada. A história acompanha Benedito em uma jornada para resgatar o filho, Casimiro Coco, ameaçado por uma cobra. Bonecos, música, poesia, humor, capoeira, rezas e elementos da tradição oral conduzem a aventura. A criatividade também ganha espaço nas atividades paralelas. Pintura de rosto, oficinas de origami e de pipas convidam as crianças a colocarem a mão na massa, enquanto a recreação e as gincanas, das 13h às 14h, dão movimento e novas possibilidades de diversão à tarde. Além de reunir atrações, projetos e talentos da capital, o Petit Boulevard foi pensado para aproximar crianças e adultos por meio da ludicidade. “A ideia foi criar uma programação para a meninada, mas que os pais também pudessem entrar na brincadeira. O Petit Boulevard será um pequeno festival para que toda família guarde grandes memórias”, afirma Rafael Mendonça, gerente de marketing do shopping. Sobre o Boulevard Shopping Brasília Administrado pela NIAD Shoppings Centers, o Boulevard Shopping Brasília completou 17 anos como um dos principais centros de convivência e consumo da capital, recebendo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento reúne um mix completo de varejo, gastronomia e entretenimento, com quatro salas de cinema, restaurantes como João Brasileiro, Taverna Viking e Mania do Churrasco, além de grandes redes de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas e Spoleto. O shopping também se destaca pelo compromisso com a inclusão e a sustentabilidade, com ações consolidadas em ESG. Possui vagas verdes para recarga de carros elétricos, horta comunitária, espaços acessíveis para PCDs, idosos e gestantes, além de ambientes como o Espaço do Cliente, o fraldário, a Ecopraça e a Sala do Aconchego, destinada a pessoas com sensibilidade sensorial. Nas lojas, o aplicativo ColorADD pode ser acessado via QR Code, oferecendo mais autonomia aos clientes com daltonismo. Em 2025, recebeu nove certificações do Instituto Selo Social como reconhecimento a práticas consistentes voltadas à responsabilidade social, à sustentabilidade e à geração de impacto positivo. O Instituto Selo Social é uma organização independente que certifica projetos de impacto social de empresas, organizações e órgãos públicos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). ServiçoPetit Boulevard Dia das Crianças no Boulevard Shopping BrasíliaData: 10 e 11 de outubro (sábado e domingo)Horário: das 12h às 18hLocal: Piso 1, ao lado da Neocentro VacinasEntrada: gratuita Sábado, 10 de outubro12h às 18h: Parque DiVerSom, Balão-Mania, pintura de rosto, Oficina de Origami e Oficina de Pipas13h às 14h: Recreação/Gincana14h: Show com o Mágico Steiner Domingo, 11 de outubro12h às 18h: Parque DiVerSom, Balão-Mania, pintura de rosto, Oficina de Origami e Oficina de Pipas13h às 14h: Recreação/Gincana14h: Apresentação do Grupo de Mamulengo Lengo Tengo Boulevard Shopping Brasília Setor Terminal Norte, Conj J - Asa Norte Informações: (61) 3448-3300 Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/ @boulevardshoppingbrasilia

  • Raphaela Santos leva clássico de Nelson Gonçalves ao brega em primeiro volume de “Chama no Bregão 2”

    Um dos clássicos da música brasileira ganha novos contornos na voz de Raphaela Santos. A cantora apresenta o primeiro volume de “Chama no Bregão 2”, com quatro faixas, e aposta em uma releitura de “Naquela Mesa”, eternizada na interpretação de Nelson Gonçalves, como música de trabalho. Os áudios do EP chegaram às plataformas digitais na noite de ontem (01) e o vídeo de “Naquela Mesa” acaba de ficar disponível no YouTube. Na versão de Raphaela, a canção mergulha no universo do brega, com batida marcada e a interpretação intensa que se tornou marca da artista. A nova leitura aproxima uma composição atravessada por gerações da sonoridade que consagrou a cantora, criando uma ponte entre um clássico da música popular brasileira e a força contemporânea do brega nordestino. Além de “Naquela Mesa”, o primeiro volume reúne diferentes momentos da trajetória e das referências musicais de Raphaela. O repertório conta com “Eu Duvido”, parceria com Mariana Fagundes que abriu os lançamentos de “Chama no Bregão 2”; “Vícios”, canção conhecida no universo do calypso e do brega romântico nordestino; e “Agora Eu Tô Sozinha”, sucesso que já faz parte do repertório da cantora e ganha novo registro no projeto. Gravado no CTN – Centro de Tradições Nordestinas, em São Paulo, “Chama no Bregão 2” reúne 12 faixas entre músicas inéditas e regravações. O audiovisual marca a primeira vez que Raphaela leva a label para a capital paulista e contará, ao longo de seus lançamentos, com participações de Mariana Fagundes, Guilherme & Benuto, Manu Bahtidão, Silvânia e Berg. O novo trabalho dá sequência ao projeto criado por Raphaela Santos e amplia o universo apresentado na primeira edição de “Chama no Bregão”, gravada em Recife. O audiovisual anterior foi marcado por encontros com nomes como Wesley Safadão, Joelma, Natanzinho Lima, Seu Desejo e Yara Tchê. Entre os destaques, está “Pense o Que Quiser de Mim”, parceria com Wesley Safadão que ultrapassa 80 milhões de reproduções nas plataformas digitais. Com “Chama no Bregão 2”, Raphaela mantém a essência que ajudou a transformar o projeto em uma marca de sua carreira, ampliando suas conexões musicais. Entre inéditas, sucessos de seu próprio repertório e novas leituras de canções conhecidas pelo público, a cantora reforça a versatilidade do brega e sua capacidade de dialogar com diferentes gêneros e gerações. O audiovisual foi realizado pela Camarote Shows e Top Work, com direção de vídeo de Ricardo Lago, produção de vídeo e fotografia de Ricardo Lago e Léo Melo e produção musical de Raphael Formiga e Júnior Nascimento. Integrando o casting da Sony Music Brasil e com gerenciamento da Camarote Shows, Raphaela Santos consolida sua trajetória como uma das principais vozes do brega. Ao longo da carreira, acumula sucessos como “Só Dá Tu”, “Foi Logo Amor”, “Rasga Minha Roupa”, “Quem é o Louco Entre Nós”, “Agora Eu Tô Sozinha” e “Pense o Que Quiser de Mim”. Atualmente, soma mais de 1 bilhão de streams nas plataformas digitais, 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 5 milhões de seguidores nas redes sociais. Repertório Vol.01 “Chama no Bregão 2”: 1. “Eu Duvido”, feat. Mariana Fagundes 2. “Vícios” 3. “Agora eu Tô Sozinha” 4. “Naquela Mesa”

  • Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano exibe quatro produções nos dias 3 e 4 de outubro no Cine Brasília

    O décimo mês do ano começa no Cine Brasília com um reencontro com diferentes períodos da produção cinematográfica pernambucana. Neste sábado e domingo, 3 e 4 de outubro, a Sala Vladimir Carvalho recebe a Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano, que reúne quatro produções em versões restauradas em 4K, vindas diretamente do estado que é berço do frevo e um dos maiores polos de audiovisual do país. A seleção conta com os longas Baile Perfumado, de Lírio Ferreira e Paulo Caldas; Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes; Boi Neon, de Gabriel Mascaro; e Baixio das Bestas, de Cláudio Assis. Perpassando três décadas da cinematografia do estado, a Mostra foi criada para convergir em uma mesma ocasião a celebração dos 30 anos de Baile Perfumado, dos 20 anos de Cinema, Aspirinas e Urubus e Baixio das Bestas e dos 10 anos de Boi Neon. A programação começa no sábado, 3, às 18h10, com Baile Perfumado, e segue às 20h30 com Cinema, Aspirinas e Urubus. Já no domingo, 4, é a vez de Boi Neon, às 18h10, e Baixio das Bestas, às 20h20. Dirigido por Lírio Ferreira e Paulo Caldas, único paraibano entre os diretores da mostra, Baile Perfumado acompanha o mascate libanês Benjamin Abrahão em sua tentativa de registrar em filme Lampião e seu bando. A aproximação com o cangaceiro permite a realização das imagens, mas seus planos são ameaçados pela repressão do Estado Novo. Já Cinema, Aspirinas e Urubus, de Marcelo Gomes, se passa em 1942 e acompanha Johann, alemão que percorre o sertão vendendo aspirinas, e Ranulpho, sertanejo que passa a viajar e trabalhar ao seu lado. Em cada povoado, eles projetam filmes publicitários para apresentar o produto e, durante o percurso, constroem uma improvável amizade. No domingo, Boi Neon, de Gabriel Mascaro, nos leva para dentro do cotidiano de Iremar, um vaqueiro que vive na estrada percorrendo vaquejadas pelo Nordeste, mas alimentando o desejo de trabalhar com moda em meio ao crescimento da indústria de confecção no semiárido. Encerrando a mostra, Baixio das Bestas, premiado como Melhor Filme no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro em 2006, conta a história de Auxiliadora, jovem submetida à exploração pelo próprio avô, que expõe a neta nua para uma plateia de caminhoneiros. SESSÃO CIRCUITÃO Nesta semana, a Sessão Circuitão traz Antártida, thriller de Bruno Safadi estrelado por grandes nomes do audiovisual brasileiro, como Marina Ruy Barbosa, Andréa Beltrão, Leandra Leal e Lázaro Ramos. Ambientada em uma estação de pesquisas isolada no continente antártico, a trama começa quando a cientista Inês é vítima de uma violência. Sem possibilidade de resgate imediato, os homens da base passam a ser suspeitos, enquanto a subcomandante Elisabeth assume a investigação e as mulheres da estação, em um ato de sororidade à colega, precisam se unir diante da situação. Escrito por Claudia Jouvin, o longa foi escolhido para a abertura do 54º Festival de Cinema de Gramado, realizado em agosto, antes de chegar ao circuito comercial brasileiro. No Cine Brasília, Antártida será exibido nesta quinta, 1º, às 18h10; no sábado, 3, às 16h; e na terça, 6, às 17h. ESTREIAS Entre as novidades da semana está Anistia 79, documentário de Anita Leandro construído a partir de imagens realizadas durante a Conferência Internacional pela Anistia no Brasil, em Roma, em junho de 1979. Quase cinco décadas depois, o material de arquivo é recuperado para revisitar o encontro de exilados e militantes brasileiros e discutir, a partir desses registros, os desdobramentos do período da ditadura militar. O filme teve estreia mundial na 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, onde recebeu o Prêmio Carlos Reichenbach de Melhor Filme da Mostra Olhos Livres, concedido pelo júri oficial, e também foi escolhido como Melhor Longa pelo júri popular. Outro documentário que figura entre as estreias dá destaque à história de um nome de peso da música brasileira. Dirigido por Emílio Domingos e Felipe David Rodrigues, As Dores do Mundo: Hyldon parte dos 50 anos do álbum “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda” para percorrer a formação e a trajetória do cantor e compositor Hyldon, desde o sertão da Bahia até o sucesso nas paradas brasileiras. Além do próprio cantor, o filme reúne participações de nomes como Wanderléa, Sandra de Sá, Liniker e Arnaldo Antunes e recupera também sua relação artística com Cassiano e Tim Maia. Já para o público infantil, tem a aventura live-action Masha e os Ursos, dirigida por Antonina Ruzhe. Na história, Masha precisa salvar o irmão depois que ele cai sob o feitiço de um espírito da floresta e é transformado em um bode. Para quebrar a maldição, ela se alia a personagens conhecidos dos contos de fadas, entre eles os três ursos. O filme também será exibido no sábado, às 11h, dentro da Sessão Atípica. Voltada para pessoas autistas e neurodivergentes, durante a Sessão Atípica as luzes permanecem acesas, o som é reduzido, o ar condicionado fica em temperatura ambiente e é permitido que o público circule pela sala. Os ingressos para esta sessão custam R$10 (inteira) e R$5 (meia). SELEÇÃO DE CURTAS Selecionado pela Chamada de Curtas do Cine Brasília, quem acompanha algumas sessões infantojuvenis, incluindo a Sessão Atípica, nesta semana é a produção candanga Requilia, de Renata Diniz. O filme conta a história de um menino de sete anos que, durante seu trajeto cotidiano de ônibus para a escola, passa a observar um senhor que frequenta o mesmo ponto. A curiosidade dá início a uma amizade entre os dois personagens de gerações e realidades sociais distintas. Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo. SESSÃO ACESSÍVEL A programação também conta com a primeira edição do mês da Sessão Acessível, desta vez com o documentário Anatomia do Caos, de Dandara Ferreira. Filmado a partir do acesso da realizadora ao Senado Federal, o documentário acompanha os trabalhos da CPI da Covid-19, realizada em 2021, utilizando registros dos bastidores e do andamento da comissão para construir um relato daquele período. A exibição será no sábado, 3, às 14h. Gratuita e voltada para Pessoas com Deficiência, a sessão conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala. EM CARTAZ Estreantes da semana anterior, quatro produções brasileiras continuam na grade do Cine até o dia 7. Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, gira em torno das dificuldades enfrentadas por uma produtora de cinema grávida de oito meses que tenta concluir uma ficção científica escrita pelo pai, recém-falecido, enquanto administra as dificuldades da produção e da própria vida. Já o documentário brasiliense Não Existe Almoço Grátis, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, rodado em Sol Nascente, acompanha as trajetórias de Socorro, Jurailde e Bizza no cotidiano de uma Cozinha Solidária do MTST e durante a preparação de refeições para pessoas que chegam a Brasília para a posse presidencial de janeiro de 2023. Quem também segue em cartaz é o drama Nosso Segredo, de Grace Passô. O filme conta a história de uma família negra que tenta reconstruir a rotina depois de uma perda recente, enquanto cada integrante encontra uma maneira diferente de lidar com o luto. Fechando a lista, a animação Papaya, de Priscilla Kellen, gira em torno de uma pequena semente de mamão que sonha em voar e passa a descobrir novas relações com suas próprias raízes. As sessões de Nosso Segredo e Papaya integram a Sessão Vitrine, com ingressos nos valores especiais de R$15 (inteira) e R$7,50 (meia). CINEBEIJOCA A edição de outubro do CineBeijoca leva para a tela do Cine Brasília um dos primeiros trabalhos da filmografia de Akira Kurosawa. Na terça, 6, às 19h, o cineclube exibe O Anjo Embriagado, produção japonesa de 1948 estrelada por Toshirô Mifune, Takashi Shimura e Reizaburô Yamamoto. A história se passa no Japão do pós-guerra e acompanha um jovem gângster que, após ser ferido, procura um médico alcoólatra e descobre estar com tuberculose. A relação construída entre os dois é colocada à prova quando o antigo chefe do criminoso deixa a prisão e reassume o controle de sua gangue. Gratuita, após a sessão, a professora e pesquisadora da UnB Susana Dobal e o cineclubista Riccardo Walmir se juntam para um debate, com mediação do professor João Lanari Bo. INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, de terça a quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 10h às 22h, ou no nosso SITE OFICIAL. Neste domingo, em razão das eleições, o cinema abrirá a partir das 16h. Às segundas, o Cine Brasília fecha para manutenção de rotina. As sessões regulares, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às terças os valores são R$10 e R$5, bem como as exibições da Sessão Atípica. As sessões de Nosso Segredo e a exibição de sexta de Papaya integram a Sessão Vitrine, com ingressos a R$15 (meia) e R$7,50 (meia). A Sessão Acessível e a sessão do CineBeijoca são gratuitas. Os filmes Antártida, Nosso Segredo e Papaya possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MovieReading; Morte e Vida Madalena no MLoad; Masha e Os Ursos e Não Existe Almoço Grátis no PingPlay; e Anistia 79 no Conecta Acessibilidade. Na Sessão Acessível de Anatomia do Caos os recursos de acessibilidade são exibidos diretamente na tela. PROGRAMA DE FIDELIDADE O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade - CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para a Sessão Família onde cada ingresso dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade. SERVIÇO - CINE BRASÍLIAEndereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex - das 14h às 18h) - wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial PROGRAMAÇÃO DE 01 A 07 DE OUTUBRO DE 2026 QUINTA-FEIRA, 01/1014h00 — As Dores do Mundo: Hyldon (nacional)16h10 — Morte e Vida Madalena (nacional)18h10 — Sessão Circuitão - Antártida (nacional)20h20 — Nosso Segredo (nacional) SEXTA-FEIRA, 02/1010h00 — Requilia (curta-metragem • nacional) + Papaya (nacional)14h15 — Nosso Segredo (nacional)16h30 — Não Existe Almoço Grátis (nacional)18h15 — As Dores do Mundo: Hyldon (nacional)20h15 — Anistia 79 (nacional) SÁBADO, 03/1011h00 — Sessão Atípica - Requilia (curta-metragem • nacional) + Masha e Os Ursos (dublado)14h00 — Sessão Acessível - Anatomia do Caos (nacional) - entrada gratuita16h00 — Sessão Circuitão - Antártida (nacional)18h10 — Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano - Baile Perfumado (nacional)20h30 — Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano - Cinema, Aspirinas e Urubus (nacional) DOMINGO, 04/1016h00 — Requilia (curta-metragem • nacional) + Masha e os Ursos (dublado)18h10 — Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano - Boi Neon (nacional)20h20 — Mostra Comemorativa do Cinema Pernambucano - Baixio das Bestas (nacional) SEGUNDA-FEIRA, 05/10Cinema fechado para manutenção TERÇA-FEIRA, 06/1015h00 — Requilia (curta-metragem • nacional) + Papaya (nacional)17h00 — Sessão Circuitão - Antártida (nacional)19h00 — CineBeijoca - O Anjo Embriagado (legendado) + debate QUARTA-FEIRA, 07/1014h15 — Anistia 79 (nacional)16h30 — As Dores do Mundo: Hyldon (nacional)18h30 — Morte e Vida Madalena (nacional)20h30 — Não Existe Almoço Grátis (nacional)

  • Clube do Choro reúne grandes nomes da música brasileira em dois dias de programação

    Depois de meses de programação dedicada ao choro e à música brasileira, a quarta edição do Complexo Cultural do Choro chega ao encerramento com dois dias intensos de Festival. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, o Espaço Cultural do Choro recebe artistas de diferentes gerações e vertentes, entre eles Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, Lucy Alves, Teresa Lopes, Trio Madeira Brasil, Paula Lima, Silvério Pontes e Marcelo Caldi, Wagner Tiso e Marcio Malard, Ian Coury, Michael Pipoquinha e Joabe Reis, Assucena e João Camarero. O projeto tem apresentação e patrocínio master da Shell. “Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural. O patrocínio também ressalta a importância de Brasília para a estratégia da Shell" - comenta Monique Gonçalves, diretora de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil. Para marcar o encerramento, o Festival apresenta uma programação que percorre o choro, a música instrumental, a canção brasileira, o samba, o soul e o jazz, refletindo a diversidade de encontros que marcou a quarta edição. “Chegar ao encerramento da quarta edição é motivo de muita alegria para todos nós. Ao longo desses meses, tivemos o choro como ponto de partida para encontros com diferentes gerações, linguagens e expressões da música brasileira, dentro e fora do Clube. O Festival traduz muito bem esse espírito ao reunir artistas com trajetórias tão diversas em dois dias de programação. É uma forma de celebrar tudo o que construímos nesta edição junto com os músicos e, principalmente, com o público”, afirma Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro. No dia 31 de outubro, a programação começa às 16h com o encontro de Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, seguido pela multi-instrumentista Lucy Alves. Juntos no palco, Jaques e Moreno apresentam um espetáculo acústico que aproxima suas trajetórias na música brasileira. O violoncelo de Morelenbaum encontra a voz e o violão de Moreno em uma apresentação intimista, construída também a partir da amizade entre os dois músicos, com espaço para improvisos e histórias compartilhadas com o público. Arranjador, produtor e violoncelista, Jaques Morelenbaum tem em sua trajetória trabalhos com nomes como Tom Jobim, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Moreno Veloso, cantor, compositor e multi-instrumentista, transita entre diferentes referências da música brasileira, do samba de roda a experiências contemporâneas da canção. Cantora, compositora e multi-instrumentista, Lucy Alves transita por diferentes expressões da música brasileira. Em seu trabalho, alterna instrumentos como sanfona e violino e percorre ritmos como baião, xote, coco, frevo, choro e ciranda. A partir das 19h50, apresentam-se Teresa Lopes, Trio Madeira Brasil e Paula Lima. Brasiliense, Teresa chega ao Festival com uma trajetória de 20 anos marcada pelo samba e por influências afro-brasileiras e internacionais. Ao longo da carreira, dividiu trabalhos e palcos com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, Fabiana Cozza e Ana Cañas, além de se apresentar em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Em 2019, lançou o primeiro álbum, Clara Essência, com repertório dedicado a compositores de Brasília. Criado em 1996, o Trio Madeira Brasil construiu uma trajetória dedicada à música instrumental brasileira e atualmente reúne Ronaldo do Bandolim, Zé Paulo Becker e Rafael Malmith. O grupo acumula apresentações no Brasil e no exterior e uma discografia dedicada a diferentes caminhos da música instrumental brasileira. Paula Lima apresenta “Eu, Paula Lima – O Baile”, espetáculo idealizado e dirigido pela própria cantora que reúne diferentes referências de sua identidade musical e revisita momentos de sua trajetória. Em clima de baile, o repertório passa por sucessos como “Guarda-Chuva”, “Clareou”, “O Universo Que Habita em Mim” e “Deguste”, além de canções que dialogam com nomes como Hyldon, Tim Maia, Jorge Ben Jor, Rita Lee, Sandra de Sá e Marcos Valle. Entre o soul, o samba-rock, o samba e os grooves brasileiros, Paula propõe um encontro marcado pela música, pela dança e pela celebração. No dia 1º de novembro, a programação recomeça às 16h com Silvério Pontes e Marcelo Caldi e o Duo Partilhas, de Wagner Tiso e Marcio Malard. Trompetista dedicado à música brasileira e ao choro, Silvério construiu uma trajetória que inclui trabalhos com Tim Maia, Luiz Melodia, Paulinho da Viola, Elza Soares, Francis Hime, Beth Carvalho e Yamandu Costa. Parceiros musicais há mais de cinco décadas, Wagner Tiso e Marcio Malard apresentam o Duo Partilhas, encontro de piano e violoncelo com repertório que passa por Villa-Lobos e clássicos do choro e da música brasileira. A parceria dos dois músicos remonta ao fim dos anos 1960 e atravessou diferentes projetos e formações ao longo das décadas. A partir das 19h50, a programação reúne Ian Coury, Michael Pipoquinha e Joabe Reis, além de Assucena e João Camarero. Natural de Brasília, Ian Coury é bandolinista, compositor, arranjador, educador e produtor musical, graduado pela Berklee College of Music e mestre pelo Berklee Global Jazz Institute, com trajetória que inclui apresentações no Brasil e no exterior. Michael Pipoquinha e Joabe Reis dividem o palco em uma apresentação conjunta que aproxima duas trajetórias da música instrumental contemporânea. Cearense, Pipoquinha é contrabaixista, compositor e produtor e atua profissionalmente desde os 11 anos. Ao longo da carreira, tocou com artistas como Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Djavan, Gilberto Gil, Ivan Lins e Toninho Horta e levou seu trabalho a diferentes países. Em 2026, prepara o lançamento de Minha Pele, álbum no qual também se apresenta como cantor de composições próprias. Trombonista, compositor e produtor, Joabe Reis desenvolve um trabalho ligado ao jazz brasileiro contemporâneo, com influências do hip-hop, neo soul, funk e pop. Já passou por festivais como Rock in Rio e The Town e dividiu o palco com artistas como Jacob Collier, Kamasi Washington e Snarky Puppy. Em 2026, lançou seu terceiro álbum autoral, Drive Slow: A Última das Fantasias. Assucena e João Camarero apresentam um encontro de voz e violão que reúne clássicos da música brasileira e composições autorais. A parceria dos dois começou em 2025, no projeto Contornos da Canção, do Sesc Pompeia, quando revisitaram o álbum À Flor da Pele, de Ney Matogrosso e Raphael Rabello. O repertório do novo encontro passa por referências como Tom Jobim, Dolores Duran, Elis Regina, Gal Costa e Elza Soares, além de canções autorais. Por acontecer em um espaço intimista, os ingressos são limitados e, nas duas últimas edições, as entradas se esgotaram nos primeiros 30 minutos. Para esta edição, o link de compra será disponibilizado na comunidade do Clube do Choro no WhatsApp no dia 13 de outubro, às 15h. A recomendação é acompanhar o canal e se programar com antecedência. O Festival encerra uma edição construída a partir de diferentes formas de aproximação com a música brasileira, dos encontros no palco às atividades realizadas no Parque da Cidade e às ações de formação. A diversidade da programação dos dois últimos dias traduz uma proposta presente ao longo do projeto: aproximar diferentes linguagens, trajetórias e públicos. Sobre a Shell Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia. Fique por dentro das notícias da Shell Brasil: inscreva-se no Shell Brasil News Alert (https://www.shell.com.br/imprensa/noticias-por-email.html) Serviço Festival Clube do Choro – encerramento da 4ª edição do Complexo Cultural do ChoroDatas: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026Local: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural, Eixo Monumental, Brasília (DF) 31 de outubro1ª sessão - 16h – Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso | Lucy Alves 2ª sessão - 19h50 – Teresa Lopes | Trio Madeira Brasil | Paula Lima 1º de novembro1ª sessão - 16h – Silvério Pontes e Marcelo Caldi | Duo Partilhas – Wagner Tiso e Marcio Malard2ª sessão - 19h50 – Ian Coury | Michael Pipoquinha e Joabe Reis | Assucena e João Camarero Ingressos: o link para compra será disponibilizado na comunidade do Clube do Choro no WhatsApp no dia 13 de outubro, às 15h. Os ingressos são adquiridos individualmente para cada uma das quatro sessões. Classificação indicativa: Livre Informações: (61) 3226-3969 / (61) 99868-2012@complexodochoro / @clubedochoro

  • Thales Lessa transforma saudade de um amor proibido em música no 4º capítulo de “O Livro”

    Thales Lessa dá mais um passo em seu projeto autoral “O Livro”. Nesta quinta-feira, 1º de outubro, às 21h, o cantor e compositor apresenta o quarto capítulo da produção, que chega às plataformas digitais reunindo três músicas inéditas: “Se Você Fosse Menos Fiel”, escolhida como faixa foco, “Camisa Vermelha” e “Conversa que Incomoda”. Em “Se Você Fosse Menos Fiel”, Thales mergulha em um daqueles sentimentos difíceis de explicar: a saudade de alguém que já seguiu em frente. A música brinca com a contradição de ainda querer uma pessoa que está em outro relacionamento, enquanto o coração insiste em manter vivo um romance que já acabou. Com uma letra direta, a faixa fala sobre impulsos, mensagens não respondidas e aquela dificuldade de esquecer alguém sem, de fato, querer esquecer. “Eu gosto muito de músicas que conseguem falar de sentimentos que a gente tenta esconder, mas que, quando escuta, pensa: ‘eu já passei por isso’. ‘Se Você Fosse Menos Fiel’ tem exatamente essa mistura de saudade, vontade e aquela contradição de saber que a pessoa seguiu em frente, mas o coração ainda não acompanhou. É uma música que eu gosto muito e estou ansioso para ver como o público vai receber”, conta Thales. “O Livro – Do Que Se Sente Pro Que Se Escuta” é um projeto audiovisual e literário que revela os bastidores, histórias, inspirações e sentimentos por trás das composições de Thales Lessa, transformando experiências em música. Gravado no Feeling Studios, em Goiânia, o projeto reúne inéditas, releituras e encontros com nomes como Matheus & Kauan, Diego & Victor Hugo, Luan Pereira, Guilherme & Benuto, Ju Marques, Panda, Anna Catarina e Theuzinho, além de uma música criada ao vivo a partir do relato de Bia Monteiro. O trabalho vem alcançando números expressivos nas plataformas digitais e já ultrapassa 90 milhões de streams nos capítulos lançados, reforçando a força do projeto e a conexão das histórias de Thales com o público.

  • Casa Thomas Jefferson recebe concerto em homenagem ao pianista Ney Salgado

    A Casa Thomas Jefferson recebe, nesta sexta-feira, 2 de outubro, às 19h, um concerto em homenagem ao pianista, compositor e professor Ney Salgado (1929–2015). Organizado pela pianista Lígia Moreno, aluna de Ney Salgado, o recital reúne ex-alunos e músicos ligados à trajetória do artista para celebrar seu legado como concertista e professor e sua contribuição para a música de concerto brasileira. A apresentação será realizada no CTJ Hall, na SEP-Sul 706/906, exclusivamente para o público presencial, sem transmissão ao vivo. Nascido em São Paulo, Ney Salgado iniciou cedo sua trajetória musical e apresentou-se como solista aos seis anos de idade. Sua formação passou pela escola pianística de José Kliass e pelos estudos com Hans-Joachim Koellreutter, que contribuíram para sua aproximação com a música contemporânea e a experimentação sonora. Posteriormente, aperfeiçoou seus estudos em Genebra e Viena. Ao longo de mais de cinco décadas de carreira, Salgado construiu uma trajetória internacional, com apresentações em países da Europa, Américas, África e Ásia. Também desenvolveu importante atuação acadêmica. Nos Estados Unidos, foi professor da Universidade Católica de Washington e, em Brasília, integrou o Departamento de Música da Universidade de Brasília (UnB), onde também exerceu a função de diretor. A relação de Ney Salgado com a obra de Claudio Santoro ocupa lugar de destaque em sua trajetória. O músico foi dedicatário da Sonata para Piano nº 5 e realizou sua primeira audição mundial, em 1989, durante o Festival de Música Nova, em São Paulo. Anos depois, gravou na Alemanha um álbum dedicado às sonatas de Santoro. O pianista também manteve uma relação de décadas com a Casa Thomas Jefferson, onde participou de concertos e diferentes projetos musicais como solista e camerista. A homenagem retoma essa história ao reunir músicos que tiveram contato direto com sua atuação artística e pedagógica. Um legado que atravessa gerações Ney Salgado apresentou-se como solista de importantes orquestras brasileiras sob a regência de nomes como Claudio Santoro, Isaac Karabtchevsky, Eleazar de Carvalho, John Neschling e Silvio Barbato e chamava atenção pela capacidade de tocar de memória concertos com as peças mais difíceis. Seu repertório reuniu compositores como Beethoven, Schumann, Mozart, Tchaikovsky, César Franck e nomes fundamentais da música brasileira. Especialista na obra de Frédéric Chopin, representou o Brasil em festivais e instituições dedicadas ao compositor e realizou apresentações na Polônia, em Nova York e em Washington. Ao longo da carreira, recebeu reconhecimentos como a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura da Polônia, a Ordem do Mérito Cultural de Brasília, a Ordem Claudio Santoro e o Prêmio Carlos Gomes. O concerto na Casa Thomas Jefferson busca preservar essa trajetória a partir da música e da relação de Ney Salgado com seus alunos e colegas. O programa reúne obras de Villa-Lobos, Claudio Santoro, Maurice Ravel, Johannes Brahms e Alexander Scriabin, interpretadas por Lúcia Valeska, Pablo Marquine, Marcelo Gama, Larissa Paggioli, Elaine Milazzo, Renata Lima e Lígia Moreno. PROGRAMA Heitor Villa-LobosCanto da nossa terra – Bachianas nº 2Lúcia Valeska, violoncelo Claudio SantoroSonata nº 4 – 1º movimentoPablo Marquine, piano Sonata nº 5 – 2º movimentoMarcelo Gama, piano Maurice RavelJeux d’eauLarissa Paggioli, piano Johannes BrahmsIntermezzo, Op. 118, nº 2Elaine Milazzo, piano Ballade, Op. 10, nº 1Renata Lima, piano Alexander ScriabinSonata nº 4Lígia Moreno, piano SERVIÇO Concerto em homenagem ao pianista Ney SalgadoData: sexta-feira, 2 de outubroHora: 19hLocal: CTJ Hall – Casa Thomas Jefferson SEP-Sul 706/906 Asa Sul * apresentação presencial, sem transmissão ao vivo

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