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  • Grupo Martelo celebra a identidade e a diversidade da música brasileira contemporânea no álbum Sotaque

    Em um caldeirão sonoro, o quarteto de percussão Grupo Martelo lança o primeiro álbum, Sotaque , pelo selo Juá. Um registro que celebra a identidade sonora do grupo e a riqueza da música brasileira contemporânea. O trabalho reúne obras de compositores como Clarice Assad, André Mehmari, Léa Freire, Antônio Nóbrega, Débora Gurgel, Daniel Grajew, Luísa Mitre, Hércules Gomes e Sílvia Góes, reinterpretadas em uma linguagem que une a música de concerto e a popular. Ouça Sotaque : https://tratore.ffm.to/ms17    Formado por Danilo Valle (Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal de São Paulo), Leonardo Gorosito (Orquestra Sinfônica do Paraná), Rafael Alberto (Orquestra Filarmônica de Minas Gerais) e Rubén Zúñiga (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), o Martelo se destaca por uma atuação colaborativa: seus integrantes, vindos de diferentes regiões e formações, se reúnem periodicamente para criar, pesquisar e experimentar novas formas de expressão. Dessa união veio o conceito de Sotaque que norteia não apenas o título do disco, mas a própria estética do quarteto. O sotaque é um fenômeno sonoro que ultrapassa fronteiras geográficas — seja ele regional, pessoal ou musical, é a marca de uma identidade única. Na música, surge da fusão entre diferentes influências e das personalidades de cada intérprete. O Martelo abraça essa ideia ao combinar a musicalidade de seus quatro integrantes com sonoridades diversas, especialmente dos instrumentos brasileiros e dos instrumentos criados pelo próprio grupo. O resultado é uma fusão viva e singular, em que cada nota carrega a identidade do quarteto.   Mais do que um registro fonográfico, Sotaque é um retrato da trajetória do Martelo e da multiplicidade de suas vozes. O grupo revisita obras consagradas com uma abordagem fresca e autêntica, valorizando as raízes musicais brasileiras ao mesmo tempo em que propõe novas leituras e timbres. Essa liberdade criativa faz do disco um marco para a música instrumental contemporânea.    Parceiro de marcas como Black Swamp Percussion, Alves Percussion e Zildjian, o grupo amplia com Sotaque sua presença em palcos e circuitos culturais pelo Brasil, reafirmando seu compromisso com a inovação e o diálogo entre tradição e contemporaneidade. Além disso, se posiciona com uma abordagem diferente que traz uma perspectiva distinta para a música instrumental atual. O Grupo Martelo transforma vivência e experiência em uma forma de narrar musicalmente o mundo que o cerca. Sotaque está disponível em todas as plataformas via Juá Estúdio.

  • Pedrart reinaugura loja no Brasília Shopping e celebra legado

    Brasília viveu uma noite de brilho e celebração na últina terça-feira, 18/11, com a reinauguração da loja pioneira da Pedrart, joalheria brasiliense com 46 anos de trajetória. O evento reuniu cerca de setenta convidados para um coquetel exclusivo que marcou a abertura oficial do novo espaço, totalmente renovado para oferecer uma experiência ainda mais sofisticada ao público. A família Attiê, fundadora e responsável pela direção da Pedrart, recebeu os convidados em clima de comemoração. Estiveram presentes Marco Antônio Attiê, CEO da marca, acompanhado da esposa, Adriane Attiê; e Marcos Vinicius, COO da empresa, que chegou ao evento ao lado da esposa, Lilian Wang. A presença da família reforçou o caráter afetivo da ocasião, que celebra quase meio século de dedicação à alta joalheria na capital. O coquetel reuniu nomes conhecidos da sociedade brasiliense, entre eles Gilberto Azevedo, superintendente do Brasília Shopping; Miguel Jabour; Mateus Barbosa; Ícaro Rollemberg; Paulo Sergio Seabra; Valéria Lessa; Mônica Nóbrega; Eduardo Ganassin; Helô Drummond; Fernanda Patrício; Juliana Chagas; e Isa Trevizolo. Os convidados brindaram à novidade ao som dos DJs Cöpypaste, que comandaram a playlist da noite e reforçaram a atmosfera moderna e elegante do evento. A loja, que ocupa seu tradicional espaço no Brasília Shopping, passou por uma reformulação completa com projeto assinado pelo Ana Veirano Studio. O novo ambiente apresenta linhas contemporâneas, iluminação refinada e áreas que valorizam a experiência sensorial do cliente, alinhadas ao posicionamento de luxo da Pedrart. O buffet ficou a cargo de Juliana Inglês, enquanto as flores foram assinadas por Pedro Pimenta — dupla responsável por compor uma ambientação acolhedora e sofisticada. A reinauguração também marcou a apresentação de uma nova coleção autoral, composta por joias de design refinado, metais nobres e pedras naturais selecionadas. Além disso, a Pedrart reforçou seu portfólio de alta relojoaria com marcas japonesas e suíças de prestígio internacional, como Grand Seiko, Tag Heuer, Mido, Tissot, Longines e Seiko — grifes que consolidam o compromisso da joalheria com precisão, tradição e excelência técnica. Com quase cinco décadas de história, a Pedrart reafirma sua posição como referência em joalheria e relojoaria no Distrito Federal. A nova loja simboliza não apenas uma renovação física, mas a continuidade de um legado de cuidado artesanal, atendimento personalizado e curadoria de peças exclusivas que acompanham gerações de clientes.

  • Senac em Minas participa da Semana da Gastronomia Regional, no Rio de Janeiro

    O Senac em Minas , que integra o Sistema Fecomércio MG, estará em destaque na Semana da Gastronomia Regional, realizada pelo Departamento Nacional do Senac , no Rio de Janeiro, no dia 26 de novembro, no Restaurante-Escola Senac Downtown. Neste ano, a participação dos mineiros terá como tema: Papel do Senac na construção do produto gastronômico Queijo Minas Artesanal (QMA).  Para promover a cozinha de Minas, o Senac preparou um cardápio especial com alguns dos sabores típicos, que estarão disponíveis para os convidados no serviço de buffet.  Para abrir o apetite, o menu começa com pão de queijo recheado de requeijão de raspa e chutney de pimenta biquinho, como Amuse bouche (mini-petisco). Em seguida, os participantes poderão se deliciar com quatro opções de entradas frias: salada de couve com abacaxi grelhado e alho crocante; curau salgado de milho verde com crispe de couve e bacon; mousse queijo fresco chutney de pimenta biquinho e maionese de batata com ovos.  Como pratos principais, os convidados poderão saborear: Tilápia no fubá, Galinhada, Rabada com agrião, Canjiquinha com costelinha, Frango com quiabo, Torresmo (de toucinho de barriga), Linguiça de pernil-da casa. Como guarnições, estarão disponíveis: Tutu bêbado com ovos, Guisado de legumes, Farofa de feijão andu, Macarronada da roça com queijo curado, Tropeiro caipira, Angu de fubá branco de Barbacena, Arroz marimbondo (prato completo que combina linguiça calabresa e bacon com arroz, feijão rajado e diversos vegetais refogados com ervas no azeite) e Puré de abobora tostada.  E para finalizar, os participantes poderão provar deliciosas opções de sobremesas tipicamente mineiras: Rocambole de doce de leite, Mineiro de botas (queijo mineiro com banana e calda de açúcar), Doce de queijo da canastra em calda, Doce de abóbora em calda, Doce de mamão (ou Cidra), Bolo curau, Compota de morango com creme de queijo, Canudinho com doce de leite, Doce de leite em pedaços, Romeu e Julieta (queijo com goiabada).   Aula-Show   Além das de opções de buffet, também no dia 26, das 1 9h às 21h, a equipe do Senac vai realizar a Aula-Show Degustação Guiada dos Queijos e vinhos mineiros. Na atividade, os participantes vão desvendar as transformações dos queijos conforme as regiões e os modos de fazer e ainda conhecer algumas das uvas mais emblemáticas de Minas. Serão preparadas para a degustação receitas de Esfera de queijo com tomate e manjericão, harmonizado com vinho Sauvion Blanc; Raclette com moranga caramelizada, quiabos tostados e picles de maxixe, harmonizado com vinho rosê e Fondue de Goiabada cascão com vinho acompanhado de Queijo curado, harmonizado com vinho de sobremesa.  Para preparar essas delícias na capital fluminense, compõem a equipe mineira Ronie Peterson Costa, Especialista de Gastronomia; Mauro Cesar de Paula, chef executivo do Hotel-Escola Senac Grogotó; Jefferson Souza, docente de Gastronomia, e Maria José da Silva, cozinheira do Hotel-Escola Senac Grogotó.  Sobre a Fecomércio MG e o Senac em Minas   A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo mais de 750 mil empresas e 54 sindicatos. Sob a presidência de Nadim Elias Donato Filho, a Fecomércio MG atua como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o governo e a sociedade, há 86 anos. Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários(as), empresários(as) e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.  O Senac em Minas atua conectado às tendências globais para oferecer educação profissional de qualidade, orientada pelas demandas do comércio de bens, serviços e turismo, além dos princípios de inovação, inclusão e sustentabilidade. Seu portfólio de cursos – ágeis, técnicos, graduação e MBA – é desenvolvido com base em pesquisas e contatos diretos com o mercado, permitindo itinerários formativos flexíveis. Com 42 unidades físicas e 14 móveis que reproduzem ambientes de aprendizagem, o Senac atende diversos segmentos, como saúde, gastronomia, tecnologia, gestão, moda e turismo, garantindo uma formação diferenciada e alinhada às necessidades do mundo do trabalho.  A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, para defender os interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Com 86 anos de atuação, a Fecomércio MG é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.

  • Lei Paulo Gustavo fomenta projetos voltados para população negra do DF

    O Dia da Consciência Negra é um símbolo de luta contra o racismo e a cultura é uma das principais ferramentas na busca por justiça racial. A Lei Paulo Gustavo (LPG) — o maior investimento da história feito na cultura — fomenta projetos do DF que têm a problemática racial em seu cerne.  Gabriel de Araújo é diretor e roteirista do curta Não Há Crime no Plano Piloto,  ficção distópica que se passa em um futuro em que as partes ricas da cidade são cercadas por um muro e a entrada é permitida somente mediante apresentação de passaporte. "Pra falar da origem desse filme, trago a citação de Martin Luther King, famoso ativista pelos Direitos Civis nos Estados Unidos, que certa vez disse que 'as revoltas são a linguagem daqueles que não são ouvidos', explica o cineasta, que aponta as desigualdades como um fator decisivo para um futuro turbulento.  O curta foi a primeira oportunidade de Gabriel de trabalhar sem ser apenas com recursos próprios, graças à LPG. "Ter recursos para dirigir em um set profissional, com todo mundo recebendo e movimentando a cadeia produtiva foi ótimo, e pela experiência que eu já tinha, foi bem tranquilo, apesar de ser um roteiro desafiador." O projeto está nas últimas fases de pós-produção, como colorização, desenho e mixagem de som e efeitos visuais. A expectativa, segundo Araújo, é finalizar o curta ainda este ano e lançá-lo no circuito de festivais de 2026.  Teatro Negro do DF  Em comemoração aos 10 anos de existência, o Grupo Embaraça construiu um espetáculo inédito, com diversas apresentações pelo DF, além de realizar o seminário "Dramaturgia e Teatro Negro".  A  proponente Tuanny Pereira de Araújo classifica o financiamento da legislação como fundamental para o projeto, que consiste no trabalho de formação, difusão e pesquisa sobre teatro negro. "Fomentar projetos com mulheres negras que lideram seus próprios grupos proporciona que a pluralidade do teatro seja uma realidade e os recursos sejam distribuídos de forma equânime, fazendo com que excelentes profissionais tenham oportunidade de serem reconhecidos, expandindo sua pesquisa, atuação e prática artística realizada", complementa.  Mercado Sul  Mapeando Memórias Visuais: Mercado Sul, Um Chão de Cores também foi fomentado pela LPG no DF. O projeto é voltado para um dos territórios culturais mais importantes da capital, o Mercado Sul (Taguatinga), historicamente ocupado por populações negras e periféricas.  A iniciativa consiste em um  mapeamento de acervo histórico em formato de fotolivro e site, destacando imagens históricas da Comunidade Cultural no Mercado Sul. A iniciativa também promove intervenção artística no local a fim de difundir o legado do espaço, que está em processo de reconhecimento como Patrimônio Cultural Imaterial do DF.  LPG  A Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar nº 195/2022) é o maior investimento já feito no setor cultural do Brasil, somando mais de R$ 3,8 bilhões de reais destinados a projetos culturais. Os recursos da lei são disponibilizados por meio de editais e outras formas de seleção pública. Artistas e trabalhadores da cultura podem se inscrever para receber parte desse financiamento, que é gerenciado pelos governos estaduais, municipais e do Distrito Federal. Na capital, já foram R$ 48,1 milhões repassados para o setor cultural. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) é quem administra os recursos recebidos. Serviço - LPG/DF Instagram: @leipaulogustavodf Site: www.leipaulogustavodf.com.br   Tel: (62) 99612-6143  e-mail: editais@leipaulogustavodf.com.br

  • Encontro marca abertura da 3ª TEIA/Fórum dos Pontos de Cultura do DF

    Nesta sexta-feira (21), aconteceu o primeiro dia da 3ª TEIA/Fórum Pontos e Pontões de Cultura do DF, no Centro Cultural Renato Russo. O encontro reuniu produtores e fazedores de cultura, além de autoridades e artistas. Com foco na justiça climática, o fórum, organizado pela Rede Cultura Viva DF, discutiu temas como o futuro das organizações culturais, perspectivas para os próximos ciclos de fomento e a diversidade. O evento começou com a abertura da Feira de Economia Solidária, com exposição de produtos artesanais, gastronômicos e ecológicos dos Pontos de Cultura do DF. Logo depois, o público foi agraciado com o cortejo cênico musical, trazendo o Encontro de Bois do DF, com os tradicionais Boi do seu Teodoro, Boi Jatobá e Boi do Itapoã. Além de apresentações musicais ao longo da programação. Durante a mesa temática estiveram presentes a Secretária de Cidadania e Diversidade Cultural - MINC, Márcia Helena Rollemberg, o SubSecretário de Cultura e Economia Criativa do DF- Secec, João Cândido, o Membro da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura/DF, ponto de Cultura Mamulengo Sem Fronteiras, Walter Cedro, Leandro Artur Anton, Coordenador Geral de Articulação da Cultura Viva - MINC e Hélio Martins,  Membro da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura/GO.  O momento foi de discutir os temas propostos pela TEIA. “Fazer valer os direitos culturais, o acesso ao fomento cultural por parte da rede de pontos de cultura, que é essa cultura que acontece em todo o Distrito Federal, valorosa, com a cultura popular, com a cultura da juventude, com as culturas tradicionais. Vamos fazer valer os nossos direitos e essa TEIA é o momento de fertilizar, de fomentar e alimentar nossa alma para fazer valer esses direitos”, afirmou a secretária Márcia Helena Rollemberg. Ailton Velez, do Ponto de Cultura Meninos de Ceilândia, falou da importância de reunir diversos fazedores de cultura com uma pluralidade que permite fazer do DF um grande polo cultural. “A 3ª TEIA do Distrito Federal é importante nesse momento para fortalecer e resgatar um movimento que já vem sendo construído há 20 anos em todo o Brasil. A expectativa é fortalecer-lo, buscar novas perspectivas da cultura no DF, a diversidade aqui é muito grande, a gente sabe que tem representação de cultura do Brasil todo no Distrito Federal, então a gente tem essa vantagem, o que nos permite construir novas visões do que se pretende, do que se quer para novas políticas no futuro”, explicou.  A realização da TEIA/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do DF, é um marco fundamental na preparação local para a 6º Teia Nacional dos Pontos de Cultura, que ocorrerá no Espírito Santo, em março de 2026. Este encontro no Distrito Federal se articula diretamente com a Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), uma das principais fontes de fomento cultural do Brasil.  O evento conta com o apoio do Ministério da Cultura, Secretaria de Cultura do Distrito Federal, Comissão Nacional dos Pontos de Cultura e Rede Distrital do Ponto de Cultura, além do suporte estratégico do OMNI - Instituto de Desenvolvimento Social, através da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB). Essa união de forças entre sociedade civil organizada e governo federal e distrital visa fortalecer o debate sobre a cultura como prática viva nos territórios, com foco no tema "Pontos de Cultura pela Justiça Climática", e selecionar a delegação do DF para o grande encontro nacional.

  • Projeto "Dona Gi e sua Negritude" leva fusão de rap e rock a escolas públicas de Samambaia, em palestra-show sobre resistência negra

    Fomentar reflexões sobre identidade, racismo e empoderamento negro por meio da arte. É com essa proposta que o projeto “Dona Gi e sua Negritude” desembarca em escolas públicas de Samambaia nos dias 26 e 27 de novembro. A iniciativa, idealizada pela artista Gisele da Silva Souza, a Dona Gi, combina a potência do rap e a ousadia do rock em uma palestra-show que promove autoestima, consciência crítica e representatividade para a juventude negra. O coração do projeto é o EP Negritude Dona Gi, lançado em setembro e já disponível nas principais plataformas de música (Ouça Aqui) . Realizado via edital da Política Nacional Aldir Blanc, o álbum se estrutura em seis faixas autorais que são verdadeiros hinos de resistência e afirmação: "Julga-me", "Negra Guerreira", "Treta Preta", "Linha de Frente", "Deixa Rolar" e "Diva Black". Cada música serve como ponto de partida para discutir temas urgentes, como ancestralidade, espiritualidade, gênero e a resiliência nas periferias urbanas. A palestra não é apenas uma conversa: é uma intervenção cultural que une poesia, música e narrativa pessoal. A linguagem dialoga ainda com o Afrofuturismo, propondo aos jovens a reimaginação de futuros possíveis a partir de suas raízes e potências.  "O rock sempre foi visto como um território branco, e o rap, muitas vezes, é colocado em uma caixa. Eu quebro essas barreiras. Minha negritude é sobre mostrar que nosso lugar é onde quisermos estar, inclusive fazendo rap misturado com rock" , afirma Dona Gi, que é mulher preta, periférica e mãe solo. "Levar essa mensagem em primeira pessoa para os jovens é a razão de ser desse projeto." SERVIÇO Dona Gi e sua Negritude" nas escolas Onde: Escolas públicas de Samambaia Quando: 26 e 27/11. Quarta e quinta-feira. Cronograma: CEF 427 - 26/11, às 10h  CEM 123 - 26/11 às 14h CEF 312 - 27/11, às 10h30

  • Aumenta o número de casos envolvendo crimes contra a honra na internet: Especialista em direito digital apresenta medidas de segurança

    Com a popularização das redes sociais, diversos usuários passaram a compartilhar a rotina de trabalho, estudos e opiniões acerca de determinados fatos. Em razão de algumas infrações que violam os termos de uso das plataformas, problemas relacionados à injúria e difamação começaram a surgir de forma recorrente nas plataformas, tornando necessário a elaboração de medidas cíveis e criminais.  Tais ações são consideradas crimes contra a honra na internet, como por exemplo discurso de ódio, assédio, violência digital e cyberbullying. Segundo a advogada catarinense Moniche de Sousa, especialista em Direito Digital e fundadora do escritório Sousa Sociedade Individual de Advocacia: “Diante de um crime contra a honra, como calúnia, difamação ou injúria, ocorrido no ambiente digital, a ação mais crítica e imediata da vítima é a preservação cuidadosa das evidências. A velocidade com que conteúdos online podem ser alterados ou removidos exige uma resposta ágil e estratégica para garantir que a prova não se perca. O primeiro passo é realizar capturas de tela (prints) detalhadas de todos os elementos da ofensa. Isso inclui a postagem original, comentários associados, informações do perfil do ofensor (se visíveis), a data, o horário da publicação e o endereço eletrônico (URL) da página. É fundamental que essas capturas sejam da tela completa, exibindo a barra de endereço do navegador e a data/hora do seu dispositivo, o que confere maior credibilidade inicial aos registros. No entanto, para que a prova digital tenha peso jurídico incontestável e resiste à contestação em juízo, é imprescindível utilizar uma tecnologia de registro de provas digitais robusta. Nesse contexto, o sistema Verifact se destaca como uma solução moderna, eficiente e financeiramente acessível. Ele realiza uma auditoria técnica forense do conteúdo online, gerando um relatório com validade jurídica que certifica a autenticidade e integridade das evidências, com um processo significativamente mais ágil e econômico em comparação com as atas notariais tradicionais. A certificação via Verifact garante a imutabilidade da prova digital, essencial para sua aceitação em qualquer processo judicial”. Recentemente o STF alterou o artigo 19 do Marco Civil na Internet e impôs novas regras para a solução de casos que tenham relação com a honra do usuário nas plataformas, dentre eles questões que tenham relação com injúria e difamação. “A Lei do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014) pode ser compreendida como o pilar legal que estabelece as regras para o uso da internet no Brasil. Ela não foi criada especificamente para punir crimes contra a honra, os quais já estão previstos no Código Penal, mas sim para definir os princípios, garantias, direitos e deveres dos usuários, bem como a responsabilidade dos provedores de conexão e de aplicações (as plataformas digitais). Em sua essência, o Marco Civil garante a liberdade de expressão como um direito primordial no cenário online. Contudo, essa liberdade não é absoluta; ela encontra limites nos direitos e garantias individuais de terceiros, como a honra, a imagem e a privacidade. Em outras palavras, a internet é um espaço de livre manifestação, mas não um território isento de responsabilidade legal. Um dos pontos mais sensíveis e agora com uma interpretação definitiva do Supremo Tribunal Federal (STF) é o Artigo 19 da Lei. A decisão do STF, definiu que a regra do Artigo 19 — que exigia o descumprimento de uma ordem judicial específica para responsabilizar provedores por conteúdo de terceiros — é parcialmente inconstitucional. Prevaleceu o entendimento de que essa norma, em sua forma original, já não era suficiente para proteger direitos fundamentais e a democracia” completa Moniche.  Por fim, Moniche, destaca que a remoção de conteúdo ofensivo à internet é um processo que envolve etapas distintas e, muitas vezes, complexas, uma vez que busca equilibrar a proteção da honra da vítima com a liberdade de expressão e as responsabilidades das plataformas. Não existe um botão mágico de "apagar", e a abordagem mais eficaz geralmente passa por duas vias principais: a administrativa e a judicial. “Inicialmente, a vítima pode tentar a via administrativa, que consiste em notificar diretamente a plataforma (redes sociais, sites, blogs, etc.) onde o conteúdo foi publicado. A maioria dessas plataformas possui mecanismos de denúncia interna, permitindo que usuários reportem publicações que violem seus "Termos de Uso" ou "Diretrizes da Comunidade" (por exemplo, discurso de ódio, assédio, spam). Se a plataforma identificar uma clara violação de suas próprias regras internas, ela pode remover o conteúdo prontamente. Contudo, se a plataforma não considerar o conteúdo uma infração às suas políticas internas, ou se o interpretar como uma manifestação de liberdade de expressão, ela pode se recusar a removê-lo. Nesse ponto, ou em casos mais graves e urgentes, entra a via judicial, que é o caminho mais seguro e, muitas vezes, o único capaz de garantir a remoção efetiva. A Lei do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), em sua interpretação mais recente pelo Supremo Tribunal Federal (STF), estabelece que as plataformas digitais só podem ser responsabilizadas civilmente por conteúdos gerados por terceiros após o descumprimento de uma ordem judicial específica para a remoção. Isso significa que, para forçar a retirada de um conteúdo, a vítima, assessorada por um advogado, deve ingressar com uma ação judicial solicitando ao juiz uma liminar — uma decisão urgente — que obrigue a plataforma a remover o material. A decisão do STF também flexibilizou a remoção em certos casos, permitindo que, para crimes contra a honra, as plataformas não sejam impedidas de remover o conteúdo a partir de notificação extrajudicial, ou seja, um pedido formal sem a necessidade de um processo judicial. No entanto, a responsabilidade legal da plataforma por não remover o conteúdo ofensivo só surge se houver uma ordem judicial desobedecida. Para crimes mais graves (como terrorismo, racismo ou incitação à violência), a responsabilização da plataforma pode ocorrer se houver uma falha sistêmica em prevenir ou remover esses conteúdos, mesmo antes de uma ordem judicial, refletindo uma postura proativa esperada das empresas”.

  • Claudivan Santiago, o Violeiro de Profissão é atração no Teatro Sesc Silvio Barbato

    Violeiro de Profissão é o show do cantor, compositor e violeiro caipira Claudivan Santiago, um evento comemorativo que marca os seus 20 anos de dedicação à viola caipira e à música raiz brasileira e traz o pré-lançamento do single que leva o mesmo nome. Nascido no interior do Tocantins e radicado em Brasília desde o início dos anos 2000, Claudivan Santiago é o primeiro violeiro da região Norte do Brasil, referência da viola caipira na cena musical brasiliense e um dos principais nomes da nova geração de violeiros do Brasil.   Nesse show, em especial, o artista apresentará ao público amante da viola caipira as suas canções autorais mescladas com clássicos da música raiz, que vão desde Pena Branca e Xavantinho a Almir Sater e Renato Teixeira, passando por nomes como Rolando Boldrin e Tião Carreiro.  Acompanhado dos músicos Paulo Ramos (violão), Rafael (baixo), Junim Batera (percuteria) e Garfa (sanfona) e participação especial da dupla Jacarandá & Braúna, Claudivan Santiago promete uma noite emocionante, onde irá relembrar os passos que seguiu para se tornar um "violeiro de profissão", como ele mesmo diz. Será uma noite de celebração da cultura raiz brasileira, em que o artista mostra toda a potência de suas violas em arranjos que destacam a musicalidade refinada e a força expressiva do instrumento, difundindo a brasilidade presente na música de raiz, com linguagem poética e forte identidade cultural. Mais que um show, Violeiro de Profissão é um convite para conhecermos e reconhecermos a força da tradição num diálogo singular com as expressões contemporâneas, guiado pela viola caipira, instrumento-símbolo do nosso Brasil profundo. Prepare o coração e venha viver essa cantoria! Sobre Claudivan Santiago Nascido no interior do Tocantins e radicado em Brasília desde o início dos anos 2000, Claudivan Santiago é o primeiro violeiro da região Norte do Brasil, referência da viola caipira na cena musical brasiliense e um dos principais nomes da nova geração de violeiros do Brasil.  Com seis álbuns autorais, Claudivan Santiago foi premiado em 2013 em São Paulo com o Prêmio Rozini de Excelência da Viola Caipira (na categoria Melhor CD Instrumental), e neste ano de 2025 foi indicado ao Prêmio Profissionais da Música.  Músico autodidata e multi-instrumentista, produtor, arranjador, poeta, cantor e compositor, já gravou com artistas de renome nacional, entre eles Sérgio Reis. Serviço: Show: Violeiro de Profissão – Claudivan Santiago Data: 27/11/25 – quinta-feira Horário: 20h Local: Teatro Sesc Silvio Barbato - SCS Quadra 2 – Ed. Presidente Prudente – Asa Sul - Brasília/DF  Classificação indicativa: Livre Ingresso solidário: R$ 50,00 + 1 kg de alimento à venda na Lets.Events   Link: https://lets.events/e/show-violeiro-de-profissao Produção: Marizan Fontinele

  • Festival de Cinema Francês do Brasil exibe 20 filmes recentes e inéditos e um clássico nos cinemas de todo o Brasil a partir do dia 27

    O melhor da produção francesa recente chega aos cinemas a partir do dia 27 de novembro : é o 16º Festival de Cinema Francês do Brasil, que ganha às telonas de todo o país, exibindo 20 longas-metragens que integraram a programação de importantes festivais, como Cannes e Veneza, e um clássico. Único evento francês de âmbito nacional e simultâneo, realizado em cidades de maior e menor porte, incluindo as capitais, contabiliza mais de dois milhões de espectadores desde sua criação. Até 10 de dezembro , o público poderá conferir uma programação com histórias e personagens inspiradores, temáticas ricas e gêneros variados.  Entre as produções, poderão ser vistas obras de diretores consagrados como O Estrangeiro , de François Ozon e Jovens Mães, dos irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne; de cineastas reconhecidos como Vizinhos Bárbaros , de Julie Delpy; Mãos à Obra, de Valérie Donzelli - vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2025 ; O Apego, de Carine Tardieu e 13 Dias, 13 Noites, de Martin Bourboulon. Ou da nova geração como O Segredo da Chef, de Amélie Bonnin – que abriu o Festival de Cannes 2025 - e Os Bastidores do Amor, de Victor Rodenbach .  Os filmes trazem atuações memoráveis de artistas como Isabelle Huppert – convidada de honra do festival – em A Mulher Mais Rica do Mund o; Omar Sy e Vanessa Paradis em Fora de Controle; Bastien Bouillon em Mãos à Obra e O Segredo da Chef; Pio Marmaï em O Apego; Roschdy Zem em 13 dias e 13 noites e Eu, Que Te Amei; e Pierre Richard em Sonho, Logo Existo, filme que também dirige. Ator, cineasta e roteirista, Richard será o homenageado desta edição por sua carreira , após ter sido celebrado em Cannes, em maio último. Ele ganha uma retrospectiva com outros quatro filmes nos quais trabalhou.  Como em outros anos, uma delegação artística formada por atores e diretores estará em São Paulo e no Rio de Janeiro. São eles, a atriz Isabelle Huppert e os atores Bastien Bouillon e Salif Cissé; as diretoras Fabienne Godet e Valérie Donzelli e os diretores Victor Rodenbach e Jean-Claude Barny e o ator e diretor Pierre Richard. Ainda nas duas cidades, uma mostra gratuita exibe cinco filmes em realidade virtual com curadoria de Michel Reilhac, fundador da Venice VR. Os diretores e curadores do Festival de Cinema Francês do Brasil, Christian e Emmanuelle Boudier , destacam a relevância do evento diante do atual cenário geopolítico global: “Nesses tempos de crises políticas, guerras e conflitos, que nos desafiam todos os dias, esperamos que os filmes da seleção possam abrir perspectivas, levantar questões e, talvez, trazer respostas”, afirma Christian. E complementa Emmanuelle: “Seja de forma leve ou mais séria, nosso objetivo é criar oportunidades de intercâmbio e participar de uma sociedade democrática por meio da experiência cinematográfica em comum”.  O Festival de Cinema Francês do Brasil tem apoio de Varilux – marca do grupo Essilor Luxottica - como “patrocinador master” e patrocínios do banco BNP PARIBAS, da EDENRED, da VOLTALIA, do FAIRMONT e da AIR FRANCE, além do Ministério da Cultura - por meio da Lei Rouanet, e da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura. Outros parceiros essenciais são as Alianças Francesas, a Embaixada da França no Brasil, além das distribuidoras dos filmes, os exibidores de cinema independente e as grandes redes de cinema comercial. A DELEGAÇÃO ARTÍSTICA Para apresentar os filmes desta edição, oito convidados estarão em São Paulo e no Rio de Janeiro , onde participam de sessões com debate com o público. Um dos maiores nomes da história do cinema francês, Isabelle Huppert apresenta seu novo longa-metragem A Mulher Mais Rica do Mundo (La Femme la plus riche du monde), de Thierry Kliffa. Ela abre o evento no Rio, dia 27, terá encontros com a imprensa e sessões com o público, e estará em Salvador no dia 5 de dezembro para uma pré-estreia de seu longa. Exibido no Festival de Cannes deste ano, seu filme é inspirado na história real da herdeira de uma das maiores empresas de cosméticos do mundo , em uma trama sobre ambição, doações astronômicas e segredos familiares. A distribuição é da Synapse Distribution.  Premiada com o BAFTA, César e Globo de Ouro e com 163 filmes e 19 prêmios no currículo, Huppert é reconhecida por sua capacidade de interpretar personagens complexos, ambíguos e desafiadores, sendo considerada uma atriz que "se torna autora" de seus papéis, dando uma contribuição significativa e pessoal aos personagens. Desde sua estreia em 1971, manteve uma presença constante e relevante no cinema, trabalhando com reconhecidos diretores em filmes franceses e internacionais, como “A Professora de Piano”, de Michael Haneke; “8 Mulheres”, de François Ozon; “Mulheres Diabólicas”, de Claude Chabrol; “Elle”, de Paul Verhoeven, entre muitos outros. Filho do diretor de teatro Gilles Bouillon e da atriz Clémentine Amouroux, Bastien Bouillon atua em dois filmes no festival: O Segredo da Chef (Partir un jour), da Synapse Distribution,   dirigido por Amélie Bonnin e que abriu Cannes em maio último; e Mãos à Obra (À pied d'oeuvre ) , de Valérie Donzelli, produção premiada com o Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2025 . Ele pôde ser visto no evento no ano passado na superprodução “O Conde de Monte Cristo”. O ator Salif Cissé também está presente em duas comédias: Voz de Aluguel (Le Répondeur) e Os Bastidores do Amor ( Le Beau Rôle). Alguns de seus trabalhos são “O Livro da Discórdia” (2023), “Só Nós Dois” (2023), “A Vida da Minha Mãe” (2024), “Juliette au printemps” (2024) e “Spectateurs!” (2025). Recém-premiada no Festival de Veneza em setembro último por seu roteiro de Mãos à Obra (A pied d'œuvre), que assina ao lado de Gilles Marchand, a diretora Valérie Donzelli é também atriz e roteirista. Seu filme , distribuído pela Bonfilm , conta a história de um fotógrafo que decide abandonar a carreira no auge do sucesso para se dedicar à verdadeira paixão: a escrita. Em 2023, sua adaptação “O Amor e as Florestas” (L'amour et les forêts), do romance de Éric Reinhardt, competiu no Festival de Cannes e foi premiado com o César de Melhor Roteiro Adaptado em 2024.   Diretora de Voz de Aluguel, da Bonfilm, Fabienne Godet também é roteirista. Seu primeiro longa-metragem “Sauf le respect que je vous dois” (2006) foi bem recebido pela crítica e o documentário “Ne me libérez pas je m'en charge” (2009) indicado ao 35º Prêmio César na categoria Melhor Documentário. Em Voz de Aluguel , conta a história de um talentoso imitador que se torna “atendedor de chamadas”. Já o diretor Victor Rodenbach vem apresentar Os Bastidores do Amor (Le Beau Rôle), seu filme de estreia na direção. O longa, com distribuição da Bonfilm, mostra a história de um casal de artistas do teatro que tem sua relação abalada quando um deles se aventura na arte do cinema. Ele também é roteirista e tem no currículo episódios da conhecida série “Dix Pour Cent”.  Diretor de Fanon , distruibuído pela Fenix , Jean-Claude Barny dirigiu, em 1994, o curta “Putain de Porte”, com Vincent Cassel e Mathieu Kassovitz, e depois colaborou no casting do filme “La Haine”. Seu primeiro longa-metragem foi “Nèg Maron” (2005), que aborda os problemas da juventude antilhana, muitas vezes ignorante de sua própria história. Em Fanon , apresenta a história real do famoso psiquiatra e filósofo Frantz Fanon, que denunciou a violência do colonialismo francês sobre os argelinos.  Lenda viva da comédia na França, o renomado ator, diretor e roteirista Pierre Richard é o homenageado desta edição do Festival de Cinema Francês do Brasil. Ele apresenta seu longa ‘ Sonho, Logo Existo’ (L’homme qui a Vu L’ours qui a Vu L’homme), distribuído pela Bonfilm , que marca seu retorno à direção após quase 30 anos. Ele tem recebeu um prêmio César honorário em 2006 e foi homenageado no Festival de Cannes em 2025 . Seu sucesso também é notável no exterior, particularmente no antigo bloco soviético e na Ásia. Ele será celebrado com uma retrospectiva com quatro filmes que marcaram sua trajetória no cinema: A Cabra (La Chèvre), O Brinquedo (Le Jouet) e Os Fugitivos (Les Fugitifs), de Francis Veber; Loiro, Alto e de Sapato Preto (Le grand blond avec une chaussure noire), de Yves Robert; Um Sopro entre os Dentes (Un nuage entre les Dents), de Marco Pico. OS FILMES Comédia, suspense, drama ou animação. Os filmes da programação trazem histórias diversas que abordam questões familiares, retratam situações e momentos difíceis que irão impactar seus personagens e podem inclusive transformar suas vidas.  Vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Cannes 2025, o novo filme dos irmãos Dardenne - conhecidos por suas produções realistas e socialmente engajadas - Jovens Mães (Jeunes Mères) , da Vitrine Filmes, aborda o desafiador cotidiano de cinco adolescentes e seus filhos pequenos em um abrigo. Estrelada por Babette Verbeek, Elsa Houben e Janaïna Halloy Fokan, a produção acompanha a luta das jovens em busca de uma vida melhor para si mesmas e seus filhos, enquanto lidam com questões como conflitos financeiros e familiares. O roteiro do longa, que também ganhou o Prêmio Ecumênico , também é assinado pelos irmãos belgas. Já o drama 13 Dias, 13 Noites ( 13 jours, 13 nuits ), da California Filmes, é ambientado em Cabul, no Afeganistão, em agosto de 2021, e inspirado em uma história real. Enquanto as tropas americanas se retiram, os Talibãs tomam a capital e milhares de afegãos buscam refúgio na Embaixada da França, protegida pelo comandante Mohamed Bida e seus homens. Cercado, ele negocia com os Talibãs para organizar, com a ajuda de Eva, uma humanitária franco-afegã, um último comboio em direção ao aeroporto. Dirigido por Martin Bourboulon, a produção é estrelada por Roschdy Zem, Lyna Khoudri e Sidse Babett Knudsen.  Eu, Que Te Amei ( Moi qui t’aimais ), distribuído pela Autoral, tem direção de Diane Kurys, e acompanha a atribulada história do icônico casal do cinema francês Yves Montand (Roschdy Zem) e Simone Signoret (Marina Foïs). Assombrada pelo caso de seu marido com a atriz Marilyn Monroe e ferida por todos os que vieram depois, Signoret sempre recusou o papel de vítima: o que eles sabiam é que nunca se separariam. O Estrangeiro , de François Ozon, que inspira a identidade visual desta edição do festival, tem como protagonistas Benjamin Voisin e Rebecca Marder. Distribuído pela California Filmes, o drama, em preto e branco, é baseado no livro de Albert Camus, publicado em 1942. O ator vive Meursault, um francês que vive na Argélia e que parece indiferente à vida, às convenções sociais e à morte, e que, após matar um árabe sem motivo aparente, é julgado e condenado. Seu julgamento vai questionar tanto o crime como a sua natureza, tudo isso no contexto da França colonialista da primeira metade do século XX. O livro “cult” de Camus é considerado quase inadaptável ao cinema. Desde Luchino Visconti, em 1967, ninguém mais se arriscou a adaptá-lo.  Dirigido por Carine Tardieu, O Apego traz uma mulher independente e sem vínculos que acaba compartilhando da intimidade do vizinho. O fato irá mudar sua vida. Distribuído pela Bonfilm, o longa conta com Valeria Bruni Tedeschi, Pio Marmaï, Vimala Pons no elenco. Também da Bonfilm, o thriller Mercato, os donos da bola, de Tristan Séguéla, mergulha nos bastidores do futebol para falar da indústria que fatura milhões. Os atores principais são Jamel Debbouze, Monia Chokri e Hakim Jemili. Outro suspense, Operação Maldoror, de Fabrice du Welz, tem Antony Bajon e Sergi Lopez como protagonistas. Da California Filmes, traz a história do desaparecimento de duas jovens na Bélgica, que abala a população e desencadeia um frenesi midiático sem precedentes.  A comédia Vizinhos Bárbaros , de Julie Delpy, conta como a vida tranquila de moradores de uma cidade é abalada após um gesto de solidariedade: a chegada de refugiados. Com Julie Delpy, Sandrine Kiberlain e Laurent Lafitte, a produção é da Synapse Distribution. Premiado com o Valois de Música de Filme no Festival do Cinema Francófono de Angoulême, Uma Jornada de Bicicleta, de Mathias Miekuz, traz uma história de amizade. Dois amigos refazem o percurso de bicicleta do Atlântico ao Mar Negro, onde o filho de um deles desapareceu tragicamente. Distribuído pela Bonfilm, estão no elenco Mathias Mlekuz, Philippe Rebbot e Josef Mlekuz.  Estrelado por Omar Sy - rosto conhecido do Festival de Cinema Francês do Brasil desde o estrondoso sucesso de “Intocáveis” (2011) - Fora de Controle, de Anne Le Ny, explora temas universais como o amor, o ciúme e as consequências das escolhas, mergulhando na vida do casal em crise, Julien (Omar Sy) e Marie (Elodie Bouchez), após 15 anos de casamento. Na trama, quando o grande amor de juventude de Julien, Anaëlle (Vanessa Paradis) reaparece, Marie entra em pânico. Com ciúmes e um comportamento de autodepreciação, ela se envolve com Thomas (José Garcia), que se revelará manipulador e perigoso. A distribuição no Brasil é da Califórnia Filmes. A comédia dramática Era Uma Vez Minha Mãe , também da Califórnia Filmes, apresenta uma história real sobre o amor incondicional de uma mãe por seu filho. Adaptado do romance autobiográfico de Roland Perez, o longa acompanha a trajetória do jovem Roland, que nasce com pé torto e não consegue andar. Contra a opinião de todos, sua mãe Esther lhe promete uma vida normal e maravilhosa, e luta a vida inteira para cumprir essa promessa. O animado Maya, Me Dê Um Título, de  Michel Gondry, conta a história de pai e filha que vivem em dois países diferentes. Para manter o vínculo com ela, o pai pede que a menina conte uma história todas as noites. A produção também será trabalhada em sessões educativas.  Distribuído pela Bonfilm, Sonho, Logo Existo , de Pierre Richard, conta com o diretor no elenco, além de Timi-Joy Marbot e Gustave Kervern.  De gerações diferentes, dois homens se veem unidos pela amizade, pelo amor à natureza e por um grande afeto por um urso que escapou de um circo. Já o drama La Pampa, de Antoine Chevrolier, mostra dois adolescentes inseparáveis. Quando o segredo de um deles é descoberto, a família dos dois amigos se despedaça. A distribuição é da Encripta. Siga FESTIVAL DE CINEMA FRANCÊS DO BRASIL nas redes: Instagram / TikTok / Facebook / Youtube / Giphy / Spotify: @FestCineFrancesBR hashtag: #FestCineFrancêsBR  AS CIDADES:  Até dia 10.11 estavam confirmadas as seguintes cidades participantes: Aracaju (SE), Araguaína (TO), Araraquara (SP), Balneário Camboriú (SC), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Búzios (RJ), Brasília (DF), Campinas (SP), Caxias do Sul (RS), Cotia (SP), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Garanhuns (PE), Gurupi (TO), Indaiatuba (SP) Itajubá (MG), Jaguari (RS), João Pessoa(PB), Juiz de Fora (MG), Jundiaí (SP), Londrina (PR), Lorena (SP), Maceió (AL), Manaus (AM), Maringá (PR), Monte Claros (MG), Natal (RN), Niterói (RJ), Palmas (TO), Pelotas (RS), Petrópolis (RJ), Poços de Caldas (MG), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Resende (RJ), Ribeirão Preto (SP), Rio Grande (RS), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santa Bárbara do Oeste (SP),  Santos (SP), São Carlos (SP), São José dos Campos (SP), São Luís (MA), São Paulo (SP), Uruguaiana (RS), Vitória (ES) e Volta Redonda (RJ). A lista de cidades e de cinemas participantes serão atualizadas no site do festival : https://festivalcinefrances.com.br/   O valor do ingresso é o já cobrado por cada exibidor . SOBRE A BONFILM Além de distribuidora de filmes, a Bonfilm é realizadora do Festival de Cinema Francês do Brasil (antigo Festival Varilux de Cinema Francês) que, nos últimos 15 anos, promoveu mais de 35 mil sessões nos cinemas em todo o Brasil e somou um público de mais de um 2 milhões de espectadores. Desde 2015, a Bonfilm organiza também o festival Ópera na Tela, evento que exibe filmes de récitas líricas em uma tenda montada ao ar livre no Rio de Janeiro, e contou com uma edição recente em São Paulo em 2024. A produtora Bonfilm também é idealizadora, em São Paulo, do Espaço Cultural CNP de Realidade Virtual, integralmente dedicado a exposições culturais em realidade virtual, como ‘Uma Noite com os Impressionistas’ e ‘ Mundos Desaparecidos’ .

  • Primeiro dia do Consciência Negra reúne 50 mil no Museu da República

    O primeiro dia do Festival da Consciência Negra do Distrito Federal reuniu cerca de 50 mil pessoas na área externa do Museu Nacional, confirmando a força do evento como um dos mais importantes encontros de celebração, formação e afirmação da identidade negra na capital. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Instituto Janelas da Arte, e com apoio da Sejus-DF, o evento abriu seus três dias de programação com apresentações musicais, cortejos culturais e performances que ocuparam dois palcos. Para o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, o evento reafirma o papel do Estado na promoção da igualdade racial: “O Consciência Negra 2025 é mais do que um festival, é um movimento de valorização, memória e reconhecimento. Celebramos a potência da cultura afro-brasileira e fortalecemos, juntos, o compromisso de combater o racismo todos os dias”, afirmou Abrantes. Logo nas primeiras horas, o público tomou conta dos diferentes espaços e mostrou que a programação diversa e gratuita atraiu pessoas de todas as idades. Um dos destaques foi a roda de capoeira do Mestre Cobra, que surpreendeu pela quantidade de participantes e espectadores, firmando-se como um dos momentos mais vibrantes da abertura. As famílias também marcaram presença no Espaço Kids, que registrou grande adesão ao longo de todo o dia. A contação de histórias e a oficina brincante empolgaram a garotada, criando um ambiente de convivência e ludicidade que reforçou o caráter comunitário do festival. Já na exposição temática, o fluxo de visitantes foi constante, com público renovado a cada hora, demonstrando interesse e curiosidade pelo conteúdo expositivo. Outra área que viveu grande procura foi o Espaço da Beleza, onde Paola Olívio e equipe ofereceram gratuitamente penteados afro, especialmente tranças, além de uma concorrida oficina de turbantes. Longas filas se formaram desde o início da tarde e permaneceram até o encerramento das atividades, mostrando a relevância da valorização estética e da representatividade negra. Reflexão - Na Tenda Muntu, o painel Mulheres Negras e a Educação que Liberta teve lotação total e tornou-se um dos momentos de maior densidade do dia. Com intensa participação de estudantes e professores da rede pública, o debate trouxe reflexões profundas sobre educação, equidade e vivências cotidianas. Conduzido por Mariana Regis, Profa. Gina Vieira Ponte e Flávia Santos, com mediação de Keilla Vila Flor, o encontro conectou a celebração cultural à urgência das pautas sociais. Noite de grandes shows - A programação musical atraiu grande público e levou energia às duas arenas. No Palco Brasilidades, espaço dedicado a potencializar artistas negros do DF, a abertura foi marcada pelo ritual do Afoxé Ogum Pá, com a Yalorixá Mãe Dora de Oya realizando a lavagem simbólica e inaugurando o axé do evento. Na sequência, subiram ao palco Daniel Beira Rio, Cida Avelar, uma eletrizante apresentação de Ballroom - expressão artística que engloba performance, voguing, moda e beleza, além de constituir um espaço de acolhimento para Houses da comunidade LGBTQIA+ negra e latina - e Isa Marques, cuja atuação esquentou a plateia. Na Arena Lydia Garcia, a noite começou com as artistas locais Laady Bi e Ju Moreno, preparando o público para as atrações nacionais. Às 22h30, Ludmilla tomou o palco e transformou o espaço em um grande coro coletivo. Entre seus sucessos cantados em uníssono, apresentou em primeira mão a inédita “Dopamina”, rapidamente aprendida pelo público. Encerrando a noite, Alexandre Pires revisitou hits da carreira e do tempo do Só Pra Contrariar, embalando o público até a madrugada. Feira e gastronomia - A feira criativa e a praça de alimentação também mantiveram fluxo intenso durante todo o dia, reunindo empreendedores, artesãos e chefs que reforçam a economia criativa e a culinária de matriz africana no DF. Hoje tem mais -  programação desta sexta-feira (21) segue intensa e diversa, com atrações distribuídas ao longo de todo o dia. A exposição “Retratos” fica aberta das 12h às 22h, enquanto o Espaço Kids oferece oficinas de Tambores de Papel e Dança Afro, garantindo atividades para as crianças. A área gastronômica funciona a partir das 12h com o Sabores do Quilombo , e a Feira Afro Carius reúne artesanato e empreendedores na Kitanda, das 14h às 22h. Já na Tenda Muntu, o público acompanha a palestra “Descomplicando o Letramento Racial” , com Eric Marques, e o painel “Estética Negra – Para Além do Look” , reunindo especialistas para discutir identidade, corpo e política, seguido do cortejo do Grupo Cultural Obará. Nos palcos, a Arena Dona Lydia recebe Israel Paixão, Os Pacificadores, Uel, além das apresentações aguardadas da Timbalada e de Mumuzinho . No Palco Brasilidades , dedicado a valorizar artistas negros locais, sobem ao palco Margaridas, Martinha do Côco e o rapper GOG, encerrando a noite com força e representatividade. O festival segue com programação gratuita até o sábado (22), com detalhes no perfil oficial @consciencianegradf .

  • Tour Brasília Negra destaca roteiro afrocentrado e resgata história não contada

    A agência Me Leva Cerrado realiza o Tour Brasília Negra , roteiro de Afroturismo idealizado por Bianca D’aya, bacharela em Turismo pela UnB, promove de 20 a 29 de novembro uma imersão histórica no Mês da Consciência Negra.  O objetivo é resgatar as histórias invisibilizadas da população negra na construção de Brasília. Os tours guiam o público por locais de memória e resistência além do Plano Piloto , com foco no protagonismo, manifestações culturais e resiliência afro-brasileira.  A jornada ganha significado com a sincronia estratégica com a 3ª Marcha das Mulheres Negras de Brasília . Esta união poderosa alia o turismo à equidade racial, educação e valorização do patrimônio imaterial .  “Os tours de novembro são um convite para vivenciar a verdadeira identidade de Brasília , transformando a experiência em uma jornada de memória, celebração e resistência ,” afirma Bianca D’Aya.  Não perca a oportunidade de vivenciar outra Brasília e as histórias que a história não conta. Este é o convite para experienciar a capital sob um novo olhar, valorizando a resistência e a cultura da diáspora africana.  Vagas limitadas. Garanta seu lugar nesta jornada transformadora e afrocentrada!  Serviço  ● O Quê: Tours Brasília Negra no Mês da Consciência Negra  ● Quando: 20 a 29 de novembro  ● Realização: Me Leva Cerrado  ● Informações e Inscrições: melevacerrado.com.br   @melevacerrado ● Contato: 61 99644-4383

  • Mezanino da Torre de TV vira destino corporativo para eventos e confraternizações de fim de ano

    Chegou a época das famosas “confras”! E naturalmente cresce a procura por locais que ofereçam boa estrutura, localização estratégica e praticidade para encontros corporativos. Nesse movimento, o Mezanino da Torre de TV se destaca como uma opção para empresas que desejam realizar almoços, happy hours e festas de celebração, unindo uma série de atrativos. Entre eles estão o ambiente climatizado, a vista panorâmica de 360º, o acesso facilitado, o amplo estacionamento, mobiliário modular, que permite diferentes configurações para jantares, coquetéis, apresentações, ativações de marca e comemorações corporativas. Há ainda palco, sistema de som e iluminação, com suporte para painéis de LED, além de sonorização adaptável ao perfil de cada evento. Não à toa o Mezanino já recebeu diversas confraternizações, lançamentos, encontros internos de equipes, coletivas de imprensa e eventos personalizados, ao longo dos últimos anos.  Gastronomia com identidade brasileira Para eventos, o cardápio do Mezanino apresenta pratos que que valorizam influências brasileiras, francesas, italianas e mediterrâneas, entre as opções estão Arroz de Rabada, Moqueca de Peixe, Picadinho, Arancini de Galinhada com Pequi, Risoto de Cogumelos, Ragu de cordeiro ao vinho tinto e Cupim com pirão de queijo. As sobremesas incluem torta de chocolate belga, doce de leite argentino e cheesecake vegana, além de uma carta de drinques reconhecida pelo Prêmio Encontro Gastrô Brasília, e boas opções de rótulos de vinhos.  Sobre o Mezanino Localizado no coração de Brasília, o Mezanino oferece uma combinação única de gastronomia criativa e uma vista deslumbrante da cidade. Com um ambiente sofisticado e um cardápio cuidadosamente elaborado, o gastrobar se destaca como um destino gastronômico imperdível na capital brasileira. O espaço é apresentado pelo Banco BRB, com o patrocínio das marcas Corona Extra, Nespresso e apoio da academia Bodytech. Com um cardápio criativo e uma carta de drinques agraciada como a melhor do ano pelo Prêmio Encontro Gastrô Brasília 2023, indicado em quatro categorias na edição de 2024, o Mezanino é conhecido por sua atmosfera animada e sua dedicação a celebrar a cultura e a arte com exposições temporárias. Para mais informações e reservas, vale ficar de olho no Instagram oficial do gastrobar (@meza.nino). Serviço Mezanino da Torre de TV  Endereço: Rooftop da Torre de TV (andar R), Eixo Monumental - Brasília Horários de funcionamento:  Almoço 11h30 às 15h30 / Jantar 17h30 às 0h  Segunda a sexta-feira (menu executivo), das 11h30 às 15h30; Terça à sexta-feira (Happy Hour), das 17h30 às 19h30; Terça-feira (Jazz Open Wine), das 19h30 às 22h; Quinta (Blues Open Drink) das 19h30 às 22h; Sexta (Voz e Violão) das 19h30 às 23h. Agendamento: por ordem de chegada e/ou reserva via SAC (61) 99376-8952 Mais informações: meza.nino

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