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- Pontão Popular e Periférico e Pontão de Cultura MAPATI apresentam seu lançamento institucional na Biblioteca Demonstrativa
Duas referências históricas do teatro e do teatro de bonecos no Distrito Federal e no país, o Pontão Popular e Periférico e o Pontão de Cultura MAPATI realizam na próxima quarta-feira, dia 05 de novembro, às 19h, o lançamento institucional de suas novas fases na Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), em Brasília. O evento marca a consolidação das instituições como Pontões de Cultura, após serem selecionadas pelo Edital de Pontões da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) 2024 – DF, promovido pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). Com mais de 50 anos de trajetória somada, as duas organizações reúnem experiências de formação artística, difusão cultural e articulação política em defesa das políticas públicas de cultura. Agora, como Pontões, MAPATI e Popular Periférico passam a atuar de forma ampliada, com planos de ação que integram programação artística e formativa, além de metas voltadas ao fortalecimento da rede Cultura Viva. Entre os principais eixos de atuação estão o mapeamento e o apoio à certificação de coletivos, grupos e espaços que ainda não integram formalmente a política, estimulando que se tornem Pontos de Cultura reconhecidos. Para garantir maior abrangência territorial, as ações serão estruturadas em dois eixos: sul-centro e centro-norte; com iniciativas de mobilização, escuta, oficinas, residências, circulação artística e acompanhamento técnico. A proposta prevê ainda o trabalho colaborativo com os demais Pontões do Distrito Federal, visando o compartilhamento de metodologias, a criação de indicadores comuns de impacto e a padronização de processos. “A cultura é direito e política pública. Nosso compromisso é transformar a experiência acumulada em ferramentas práticas para que mais grupos tenham certificação, visibilidade e condições de continuidade”, afirma a coordenação do Pontão de Cultura MAPATI. Na mesma direção, a coordenação do Pontão Popular e Periférico reforça o caráter de rede do projeto: “Pontão é sinônimo de articulação. Queremos somar metodologias, evitar retrabalho e acelerar a chegada dos recursos, dos saberes e dos palcos aos territórios”. Durante o lançamento, que terá intérprete de Libras, serão apresentados os objetivos, metodologias e cronogramas das ações dos Pontões, além de um chamado público a coletivos e espaços culturais interessados em se certificar como Pontos de Cultura. O encontro também explicará critérios, etapas e canais de atendimento para quem deseja integrar a política. Sobre a programação cultural da BDB A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023, celebrado entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil. Fundada em 1970 e localizada em Brasília, Distrito Federal, essa instituição tem caráter público federal. Com a missão de ser uma biblioteca experimental que promove novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, buscando sempre estar na vanguarda. Além disso, ela desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à leitura, na formação de novos leitores, na promoção da literatura brasileira e na contribuição para o aprimoramento dos profissionais que atuam em todo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. Serviço Lançamento Institucional do Pontão Popular e Periférico e Pontão de Cultura MAPATI Data: 5 de novembro (quarta-feira) Horário: às 19h Local: Biblioteca Demonstrativa EQS 506/507, Asa Sul, Brasília-DF Entrada gratuita Com intérprete de Libras Realização: AAMA / Popular Periférico Apoio: Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles Políticas públicas: PNAB • OMNI • SECEC/GDF
- ARTE NA PRAÇA: Grupo Sem Chorumelas leva chorinho à Praça das Artes, em Sobradinho, no próximo sábado (1)
O chorinho vai dar o tom na sexta noite de eventos do Projeto Arte na Praça, que acontece no próximo sábado (1º), a partir das 19h, na Praça Teodoro Freire, na Quadra 8, em Sobradinho. A comunidade serrana poderá apreciar o melhor do chorinho com o respeitado grupo Sem Chorumelas, que contará com a participação especial de João Neto 7C (violão sete cordas). A noite também contará com os encantos da dançarina Karol Thayná e com a voz especial do cantor Rigo Nunes. Sem Chorumelas - O grupo Sem Chorumelas nasceu em 2019 e já percorreu muitas estradas do DF. Em Sobradinho, onde reside a idealizadora do grupo, Carol Senna, os músicos já fizeram diversas apresentações no Restaurante Brasileirinho, que fica no entorno da Praça, e em outras casas noturnas. Sua formação atual é composta pelo trio Ana Bello (flauta transversal), Carol Senna (voz e pandeiro) e Victor Mauro (cavaquinho). O Sem Chorumelas interpreta choros, bossas, forrós e afro-sambas, permeando grandes compositores como Jacob do Bandolim, Chiquinha Gonzaga, Waldir Azevedo, Pixinguinha, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, entre outros. Karol Senna, idealizadora do grupo, explica que o trabalho é voltado ao choro, mas chega até o forró e a outros ritmos, sendo que a proposta principal é deixar o choro mais contemporâneo, a partir de certos arranjos e ritmos. “Incorporamos certos elementos rítmicos que trazem mais modernidade ao choro. A própria interpretação da solista e os arranjos marcam a identidade do grupo”, diz.. Rigo Nunes - O cantor Rigo Nunes é conhecido por seu vozeirão e pelo repertório requintado, que vai de Vander Lee a por Roberto Carlos, passa pela velha guarda e chega a sucessos da era de ouro do rádio. Nascido Rigoézio Nunes Pereira, em Morada Nova-CE, aos três anos, ele mudou-se para Brasília, com sua família, e seguiu o sonho musical do seu pai, o saudoso boêmio e seresteiro Domingos Madruga, que lhe ensinou os primeiros acordes do violão e muitas canções do cancioneiro popular. No final dos anos 80, no entanto, ele chegou a participar da banda de rock Frequência Modulada, mas no início dos 90 passou a cantar em barzinhos, o primeiro deles foi o Pamonhas e Batatas. Logo seu talento foi reconhecido, sobretudo, pela sua voz diferenciada, e ele passou a integrar as bandas Da Cor da Serra, Banda Artise, Amélia Pinheiro, Rosemaria, Simão Santos, Jardel Gomes, Alex Paz e Banda entre outras. Ao longo de mais de 30 anos de carreira, Rigo Nunes participou dos CDs e DVDs do programa de TV Pampa & Cerrado e de eventos públicos do GDF; da Feicotur de Sobradinho, da Feira da Lua Especial de Sobradinho e animou blocos de carnaval e aniversários das diversas cidades do DF. O cantor, que é registrado na Ordem dos Músicos do Brasil, sob o número OMB-1284, tem seu grande momento no alto do trio elétrico do Pacotão, o maior e mais antigo bloco de carnaval de Brasília, onde anima mais de 20 mil pessoas todos os anos. Em 2024, ele defendeu a marchinha ET Ladrão de Joias , de autoria deste jornalista que vos escreve, campeã do enredo do bloco, que foi um grande sucesso na mídia nacional. “Foi uma maravilha, é sempre uma alegria cantar para as multidões, na contramão da W3”, relembra. Rigo também é o criador do bordão: Ôh festa boa! Ôh lugar legal! que ele sempre repete nos seus shows e já está na boca do povo. É com este espírito cordial e bem-humorado, que o cantor vai assumir novamente o palco da atual temporada do Arte na Praça neste sábado (1), ao lado de músicos competentes como Pierre Simões (teclados), Simão Santos (guitarra), Gean Santos (contrabaixo) e Washington Cerqueira (bateria). O cantor louva a existência de iniciativas como o Projeto Arte na Praça, que “permite aos artistas e músicos locais mostrarem sua arte à cidade onde moram, sendo decentemente remunerados por isso”. Karol Thayná - A dançarina de dança do ventre Karol Thayná é atração permanente das noites de sábado, na Praça das Artes. Considerada uma das melhores dançarinas de dança do ventre do Brasil; vencedora do concurso Mercado Persa 2018, em São Paulo; e diretora do Espaço Cultural KT, na Quadra 8 de Sobradinho. Arte na Praça- O projeto, que teve início em 2018, surgiu com o objetivo de revitalizar a Praça das Artes Teodoro Freire, que à época havia se tornado um local de uso de drogas e violência. Com o sucesso da iniciativa a praça foi transformada em um espaço de cultura e lazer. O Projeto Arte na Praça é uma ação multidisciplinar de valorização dos artistas locais, que acontece todos os sábados na Praça das Artes Teodoro Freire, em Sobradinho. O projeto é realizado pela Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Administração Regional, que conta com uma praça de alimentação, exposições de artes plásticas, feira de artesanato e brinquedos infláveis. E traz shows de MPB, reggae, rock, samba, sertanejo e dança. O Arte na Praça é realizado pela Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade, com apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Em 2025, a 8ª edição do projeto teve início dia 27 de setembro e deve finalizar em janeiro de 2026. SERVIÇO Evento : Projeto Arte na Praça - VIII Edição Data: sábado (1/11/25) Local: Praça das Artes Teodoro Freire, Quadra 8 de Sobradinho Horário : 19h
- Multiartista Cello Dante lança EP e show "Lo-fi...Io” em Brasília
Ele mescla diversos gêneros musicais que perpassam pela música brasileira, pelo rock, folk, eletrônico e world music. O compositor brasiliense Cello Dante vale-se da união destes estilos em seu jeito único de compor. E agora, ele vai lançar seu novo álbum “Lo-fi...Io” em outubro de 2025. O LP que é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal será também apresentado em shows ao vivo no dia 1º de novembro, em duas apresentações, às 19h30 e 21h, no Planetário de Brasília. As duas sessões contarão com tradução em libras e audiodescrição. Gratuito. Mais informações no Instagram: @cellodante. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. "Lo-fi...Io” apresenta 12 músicas inéditas do artista. O LP busca explorar questões profundas e universais do ser humano, seus propósitos, valores e emoções. “O nome não carrega um significado único, mas traduz bem o espírito do projeto, fazendo uma ponte entre música e espaço. ‘Lo-fi’ é um termo ligado a áudios de baixa definição, conceito que exploro ao longo do disco. Já ‘Io’ (pronuncia-se ío) é uma lua de Júpiter — e também um nome exótico, que me atraiu. O resultado é um disco estranho, mas instigante de ouvir. Apesar de o título em si não explicar muita coisa, consegui dar a ele um sentido dentro da obra. Basta ouvir a faixa”, explica Dante. Segundo o multiartista, as canções compostas em maioria na pandemia do COVID-19, em 2020/2021, abordam questões profundas, como solidão no espaço, amor além do espaço e do tempo, contradição entre caos e cosmos, viagem pela memória do tempo, partir em busca da liberdade, aceitação e diferenças. “E também há descontração: superação com humor e leveza, festa cósmica em ritmo dançante”, destaca. E o público poderá conferir o show que oferecerá uma experiência imersiva completa, não só com os vídeos, mas a música também será em 360. Várias caixas serão espalhadas, de modo que o público se sentirá dentro do som. O espetáculo será no dia 1 de novembro, às 19h30 e às 21h, no Planetário de Brasília. Os ingressos serão liberados no Sympla a partir do dia 17 de outubro, quando também será lançada a primeira canção. O álbum estará disponível no dia 30 de outubro nas principais plataformas fonográficas.
- Evento global reunirá autoridades e instituições em Brasília para impulsionar a agricultura inteligente antes da COP30
A produção agrícola com menor impacto no clima e no meio ambiente é o mote da próxima Global Climate-Smart Agriculture (CSA) Conference, um importante evento preparatório para a COP30. Organizada pela Clim-Eat, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) do Brasil, pelo Ministério da Agricultura, Pesca, Segurança Alimentar e Natureza dos Países Baixos e pela Universidade de Brasília (UnB), a conferência será realizada de 5 a 7 de novembro na Faculdade de Administração, Contabilidade, Economia e Gestão de Políticas Públicas (FACE). Com o apoio de parceiros globais, incluindo o Banco Mundial, a Fundação Novo Nordisk e a Coalizão das Nações Unidas para o Clima e o Ar Limpo, assim como líderes do setor privado, como Olam Agri, Nestlé e Bayer, a conferência reunirá formuladores de políticas, agricultores, pesquisadores e a sociedade civil para promover soluções concretas, fortalecer alianças e impulsionar ações em áreas-chave, como uso da terra, resiliência climática, inovação e segurança alimentar. “Esta é uma oportunidade para construir compromissos reais dos setores público e privado para financiar e expandir projetos com impacto real, com resultados mensuráveis e não apenas promessas bem-intencionadas”, disse Dhanush Dinesh, fundador e catalisador-chefe do clima da Clim-Eat, que moderará um dos painéis plenários da conferência. Ele considera que o Brasil, além de sediar a COP30, tem um papel fundamental a desempenhar na construção dessas soluções. “Estamos construindo compromissos reais e ações mensuráveis que podem transformar a agricultura e os sistemas alimentares antes da COP30 e além”, acrescentou Dinesh. Sob o tema “Semeando Soluções, Cultivando Impacto”, a Global CSA Conference conectará ciência, políticas e inovação empresarial para ampliar soluções climaticamente inteligentes que reduzam as emissões, aumentem a resiliência e garantam a segurança alimentar. O programa de três dias se concentrará em seis temas principais: Nutrição vegetal e saúde do solo, culturas de última geração, pecuária sustentável, sinergias com os limites planetários, políticas e instituições, e finanças e negócios. Os resultados da conferência, incluindo uma declaração final e um conjunto de recomendações políticas e de investimento, serão incorporados diretamente nas discussões sobre agricultura e sistemas alimentares na COP30, em Belém. Esta sexta edição marca a primeira vez que a Global CSA Conference será realizada na América Latina, em seus 14 anos de história. A última conferência ocorreu em 2019, em Bali, na Indonésia. Além de plenárias de alto nível, a edição de 2025 contará com debates interativos, eventos paralelos e um espaço de inovação — um espaço de exposição vibrante e prático que destaca ideias ousadas e inovações revolucionárias em sistemas alimentares e agricultura e sistemas alimentares climaticamente inteligentes. Palestrantes Bruno Brasil - Diretor de Produção Sustentável e Irrigação - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ana Maria Loboguerrero - Diretora de Sistemas Adaptativos e Equitativos de Alimentação, Fundação Gates Andy Jarvis - Diretor do Futuro da Alimentação, Fundo Bezos Earth Claudia Bassetto - Diretora de Procurement para a América Latina, Unilever Foods Rachel Waterhouse - Responsável pelos Sistemas Resilientes de Alimentação e Água, Ministério dos Negócios Estrangeiros, da Commonwealth e do Desenvolvimento do Reino Unido (FCDO) Manuela Santos - Country Director, IDH Brasil Sobre Agricultura Climaticamente Inteligente Criada como conceito em 2010, a prática visa aumentar a produtividade agrícola, reduzir as emissões e fortalecer a resiliência dos sistemas de produção no contexto das alterações climáticas. Um exemplo é o que se chama no Brasil de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono, apoiadas por políticas públicas como o Plano ABC+. Sobre a Clim-Eat A Clim-Eat é um think tank e um grupo de ação que trabalha para acelerar a transformação dos sistemas alimentares em resposta às mudanças climáticas. Ao sintetizar evidências, promover a colaboração e catalisar a inovação, a Clim-Eat une ciência, política e prática para gerar um impacto mensurável para as pessoas e o planeta. Saiba mais em www.clim-eat.org ou www.globalcsaconference.com .
- Banda Imagem celebra a cultura popular e a acessibilidade em duas grandes apresentações em novembro
A Banda Imagem, reconhecida como um dos maiores símbolos da cultura brasiliense, abre o mês de novembro com dois shows gratuitos que reafirmam seu compromisso com a música autoral, a diversidade cultural e a acessibilidade. Com 34 anos de trajetória e um repertório vibrante que mistura forró, axé, arrocha, sertanejo, pagode e pop, o grupo promete encantar públicos de diferentes gerações no Circuito Cultural Santa Maria 2025 e no Circuito T&T de Rodeio – Etapa Caub/Riacho Fundo 2 . Circuito Cultural Santa Maria – 1º de novembro No sábado (1º), a banda se apresenta na Praça Central de Santa Maria , dentro da programação do Circuito Cultural Santa Maria 2025, realizado em parceria com o Ministério da Cultura (MinC) . O evento, com entrada franca, acontece das 17h às 22h e celebra o acesso democrático à arte e à valorização do patrimônio imaterial do Distrito Federal.Às 20h , o público confere o show da Banda Imagem com audiodescrição ao vivo de Cacá Silva , apresentador, agente cultural e pioneiro da acessibilidade em espetáculos musicais no DF. A iniciativa reforça o compromisso da banda com uma cultura plural e acessível a todas as pessoas. Circuito T&T de Rodeio – 2 de novembro No domingo (2), a banda encerra a Etapa Caub/Riacho Fundo 2 do Circuito T&T de Rodeio , na Praça Sapucaia (QS 13) . O evento começa às 19h e o show da Imagem está marcado para 23h30 , prometendo um espetáculo dançante e contagiante. O repertório mistura ritmos populares e homenageia a alegria e a tradição sertaneja do povo brasiliense. Patrimônio Cultural e Inovação Registrada no INPI sob o nº 903.070.197 e reconhecida pela Lei Federal nº 14.836/2024 como Manifestação da Cultura Nacional , a Banda Imagem é referência em inovação e representatividade.Os novos videoclipes do grupo foram desenvolvidos com tecnologia de realidade virtual e modelagem em inteligência artificial , sob direção artística de Cacá Silva e criação digital de Dux (Carlos Figueiredo) . As produções, lançadas pelo Selo Vitrola Play , contam com participações de Paola de Marco e Rogê Nascimento , representando a nova fase autoral da banda. Acessibilidade e Inclusão Além de inovação tecnológica, a Banda Imagem destaca-se por integrar audiodescrição ao vivo e interpretação em Libras em suas apresentações, seguindo as diretrizes da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) , da Lei Orgânica da Cultura do DF (Lei Complementar nº 934/2017) e dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS/ONU) .“Todas as apresentações seguem as diretrizes de acessibilidade previstas no Plano Nacional de Cultura e no Programa Cultura Viva, reafirmando o compromisso com uma sociedade mais justa e inclusiva”, destaca Cacá Silva, diretor artístico e audiodescritor da banda. Lançamentos e Repertório Os shows de novembro apresentam uma mistura de sucessos e novas composições dos EPs que serão lançados pelo Selo Vitrola Play, incluindo faixas como “Beat Envolvente” , “Boca na Boca” , “Tum Tum Tum” , “Viviane” , “Não Vai Ter Arrependimento” , “Ciclo Vicioso” , “Certo pelo Duvidoso” e “Romance Incondicional” . Com uma trajetória marcada por autenticidade, alegria e compromisso social, a Banda Imagem segue consolidando sua história como um símbolo da cultura viva de Brasília , promovendo arte, inclusão e emoção por onde passa. Serviço Circuito Cultural Santa Maria 2025 Data: 1º de novembro (sábado) Local: Praça Central de Santa Maria – DF Horário: 17h às 22hShow da Banda Imagem: 20h Entrada Franca Circuito T&T de Rodeio – Etapa Caub/Riacho Fundo 2 Data: 2 de novembro (domingo) Local: Praça Sapucaia – QS 13 – Riacho Fundo 2 – DF Horário geral: a partir das 19hShow da Banda Imagem: 23h30 Entrada Franca
- Especialista destaca a imunização na prevenção das doenças respiratórias
Mesmo com os avanços da medicina, as vacinas ainda despertam hesitação, especialmente quando se trata de doenças respiratórias. Desde a pandemia de COVID-19, os imunizantes contra vírus desse tipo estão entre os que mais geram dúvidas, impulsionadas pela desinformação nas redes sociais. Para o infectologista e consultor do Sabin Diagnóstico, Rafael Nogueira, a hesitação vacinal é um desafio crescente e reflete a desinformação acumulada nos últimos anos. “Grande parte das pessoas ainda acredita que doenças como a gripe são simples e que, por já terem tido a infecção, não precisam se vacinar novamente. Além disso, persistem mitos sobre efeitos adversos e sobrecarga do sistema imunológico, o que leva à resistência à imunização”, explica. O especialista reforça que a vacinação continua sendo uma das estratégias mais seguras e eficazes para proteger a população contra vírus e bactérias que atingem o sistema respiratório. “As vacinas evitam milhões de casos de doenças graves todos os anos. Elas não apenas protegem quem se imuniza, mas também reduzem a circulação dos agentes causadores entre a comunidade”, afirma Rafael. Segundo o Instituto Butantan , em 2024, o Brasil registrou 13.934 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) por influenza até novembro, com 1.142 mortes . O vírus influenza foi o mais detectado entre indivíduos com mais de 10 anos. No mesmo período, a cobertura vacinal contra a gripe atingiu apenas 53% do público-alvo, percentual muito abaixo da meta nacional de 90%. O médico destaca a importância de compreender o papel das vacinas na adaptação do sistema imunológico. “Os imunizantes treinam o organismo para reconhecer e combater agentes infecciosos com segurança. Eles não sobrecarregam o corpo, pelo contrário, o fortalecem. O que realmente enfraquece a imunidade é a exposição constante a doenças que poderiam ser prevenidas”, reforça. Sobre o Sabin Com 41 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades. O Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.000 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas. O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 358 unidades distribuídas de norte a sul do país. O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo. Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde - Rita Saúde - solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.
- Circuito Cultural movimenta Santa Maria com música, dança, esporte e atividades para toda a família
A Praça Central de Santa Maria será palco de mais uma edição do Circuito Cultural, nos dias 1 e 2 de novembro, com entrada franca. O evento traz uma programação diversificada, reunindo shows, apresentações artísticas, encontro de carros, pista de skate liberada, espaço infantil e opções gastronômicas para toda a comunidade. O evento é uma iniciativa do Instituto Sociocultural Humanidade Diversificada e Unida (IDUN), com fomento do Ministério da Cultura e apoio do Governo do Distrito Federal. Atrações musicais O público poderá conferir apresentações de diferentes ritmos, como pagode, sertanejo, hip hop, pop rock, axé e forró. Entre as atrações estão: Charme a Mais – Pagode Alisson e Ariel – Sertanejo Atitude para Crer – Hip Hop Balbino – Piseiro Cacá Silva – Apresentador Banda Imagem – Axé/Forró Max & Oliver – Pop Rock DJ Jeferson Legal – Set especial Programação Sábado – 1º de novembro Das 17h às 22h Domingo – 2 de novembro Das 10h às 18h Apresentações culturais e danças Aulões e atividades abertas ao público Distribuição de pipas para as crianças Espaço de convivência e lazer Shows musicais Encontro de carros Pista de skate liberada Hambúrgueres artesanais Espaço Kids Local Praça Central da Santa Maria - DF Entrada gratuita
- Quando o Céu se Engana é um filme que não te engana e vai fazer você se divertir demais
Por: Rodrigo Carvalho Foi uma grata surpresa assistir Quando o Céu se Engana . O filme é leve, bem-humorado e traz uma mensagem realmente legal sobre ambição, empatia e propósito. Dirigido por Aziz Ansari, que também interpreta o protagonista Arj, a trama mistura crítica social com humor inteligente e um toque de fantasia. Arj é um rapaz de descendência indiana tentando sobreviver nos Estados Unidos e evitar virar um completo sem-teto. Em meio a subempregos, ele acaba conhecendo o milionário Jeff (Seth Rogen), que o contrata como um faz-tudo. As coisas desandam quando Arj conhece Elena (keke Palmer) e decide impressioná-la. Inocentemente, ele paga um jantar caro com o cartão do chefe. Resultado: demissão imediata. É então que entra em cena o anjo Gabriel (Keanu Reeves), responsável por evitar que motoristas distraídos batam o carro enquanto digitam no celular, um dos melhores conceitos cômicos do filme. Cansado da monotonia celestial, Gabriel decide “ajudar” Arj trocando as vidas dele e de Jeff, para mostrar como o dinheiro não é tudo. Só que Arj se adapta rápido demais à vida de luxo e não quer mais voltar. Enquanto isso, Jeff, agora na pele de um trabalhador comum, começa a recuperar a memória de quem era. A confusão aumenta quando Gabriel é demitido do céu e obrigado a viver como humano até resolver o caos que causou. O roteiro é divertido e cheio de reviravoltas, mas o que realmente conquista é o equilíbrio entre leveza e crítica. Os personagens transitam entre o bom e o mau o tempo todo, e isso mantém a trama dinâmica e imprevisível. Keanu Reeves está naquele modo “bobão charmoso” que ele domina, e aqui funciona perfeitamente para a comédia. Já Aziz Ansari e Seth Rogen estão afinadíssimos, entregando um humor que é irônico sem ser forçado. Quando o Céu se Engana é um daqueles filmes que você termina de assistir com um sorriso no rosto. Divertido, criativo e com um elenco inspiradíssimo, é uma ótima pedida pra quem quer relaxar e sair do cinema de alma leve. NOTA : 👼👼👼👼👼
- Exposição fotográfica na Casa Niemeyer celebra artistas que valorizam a identidade afrobrasileira no Mês da Consciência Negra
A Casa Niemeyer abre as portas neste sábado, 1º de novembro de 2025 às 16h, para a exposição fotográfica "Foto Preto Grafia". A mostra reúne o trabalho de sete artistas – Luíz Roberto Moreira, Andyara Miranda, gabmeta, Denise Camargo, David Alves, Juliana Uepa e Letícia Miranda – e propõe um percurso visual e simbólico da fotografia produzida no contexto da arte de matriz africana. Inserida nas ações do Mês da Consciência Negra, a exposição marca também a abertura da VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio de 2025. A exposição, que demonstra a pluralidade dos eixos temáticos propostos pelos fotógrafos, conta com a curadoria de Claudio Bull e a colaboração da professora e organizadora da VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio , Edileuza Penha de Souza, além da equipe de Curadoria e Exposições da Diretoria de Difusão Cultural do DEX/UnB. Os trabalhos transitam entre temas clássicos da mitologia grega revisitada até registros cotidianos em Brasília ou Cotonou, no Benin. O ensaio de Luiz Roberto Moreira, que, com o auxílio de modelos negros, retratou personagens mitológicos da cultura grega, como Zeus e Apolo. Nesta representação sensível e potente, os modelos transcendem o papel de figuras mitológicas e se tornam arquétipos de força, sabedoria, desejo, fúria, beleza e transformação, cercados por tecidos etéreos que remetem à antiguidade e à ancestralidade africana. A diversidade da mostra se estende a outros trabalhos, como o conjunto de fotografias urbanas de Brasília sob o olhar perspicaz de David Alves. Outro destaque é o ensaio "Egbé", de Andyara Miranda. Utilizando a palavra iorubá para comunidade e pertencimento espiritual, o trabalho constrói um território de encontro entre corpo e imagem, aproximando o ato fotográfico de um rito. As obras de Andyara transitam entre a cianotipia (revelação artesanal à luz do sol) e o filme 35mm, propondo uma fotografia que é corpo coletivo, inscrição e permanência. A mostra se completa com a fusão do corpo negro com as águas oceânicas na fotografia de gabmeta, e com as paisagens delicadas e intimistas que unem fotografia e colagem no trabalho enigmático de Letícia Miranda. Há, ainda, o registro de rituais de ancestralidade africana ligados ao Vodum, capturado por Juliana Uepa nas intensas ruas do Benin. E a exposição culmina na videoinstalação de Denise Camargo. Segundo o curador, Claudio Bull, "o ato de revelar é também um gesto de demarcar no mundo a presentificação desses olhares urgentes e cheios de significado para o panorama atual da fotografia feita no Brasil". A fotografia preta, nesta exposição, surge como um gesto de reflexão sobre o mundo, atuando como um espelho fragmentado que pensa a ancestralidade, os corpos em trânsito e o direito de narrar a própria história. Com uma curadoria viva que harmoniza o rigor estético e a pulsação afetiva, "Foto Preto Grafia" se apresenta como uma celebração da pluralidade e da inegável força criadora da arte negra. Serviço: Foto Preto Grafia Abertur a: 01 de novembro de 2025 – 16 horas Visitação: de 02 de novembro de 2025 a 05 de dezembro 2025 Casa Niemeyer Endereço: Park Way, Quadra 26 Conjunto 3 Funcionamento: Terça a domingo, das 9h às 19h (exceto feriados). Classificação indicativa: livre Entrada gratuita. Para Casa Niemeyer nas redes sociais: @casaniemeyer_unb
- De Brasília para o mundo infantil: Yasmin Hassegawa ilustra “Benjamin”, livro poético sobre a ansiedade da separação
A artista e ilustradora Yasmin Hassegawa , residente em Brasília, é a responsável por dar forma e cor ao universo poético de Benjamin (selo Semibreve, 48 págs.), livro infantil coescrito com a psicóloga, pedagoga, mestra em educação e psicanalista goianiense Denise Fleury . A obra nasceu da observação de um desafio comum à primeira infância: a angústia da separação entre o bebê e a mãe — representada simbolicamente pelas trombas de dois elefantes, evocando o cordão umbilical e o vínculo primordial entre ambos. Com uma combinação de ilustrações expressivas e onomatopeias visuais, Yasmin Hassegawa transforma um tema complexo em uma experiência lúdica e acolhedora. Suas imagens ajudam a aproximar o público infantil da narrativa e oferecem a pais, mães e educadores uma ferramenta simbólica e afetiva para lidar com o processo de separação, tão marcante no início da vida. Nascida em Presidente Prudente (SP), Yasmin viveu no Japão na infância e cresceu em Curitiba (PR), onde se formou em Design de Moda (2012) pela Universidade Tuiuti do Paraná. Desde 2015, atua como ilustradora, dedicando-se à criação de livros ilustrados e produtos autorais. Além de colaborar com editoras e autores, comercializa suas criações em lojas colaborativas de Brasília, em sua loja virtual e em feiras e eventos de arte. Com Benjamin , Yasmin reafirma sua vocação para explorar a delicadeza das emoções infantis — traduzindo, por meio da arte, o que as palavras ainda estão aprendendo a dizer. Do trabalho com crianças à maternidade Para Denise Fleury, Benjamin possui um significado profundamente pessoal, sendo uma espécie de extensão de sua própria experiência. “Coloco nele minha própria maternidade”, compartilha a autora. “É transformador poder olhar para a obra pronta e perceber-me no lugar da mãe que recebe, acolhe e guia os passos dos seus filhos”. A obra consolida seu estilo sintético e poético, influenciado por grandes nomes da literatura como Cecília Meireles, Manoel de Barros, Ruth Rocha e Bartolomeu Campos de Queirós. Com uma trajetória que une a clínica psicológica à paixão pela literatura, Denise escreve crônicas, contos e livros infantis, sempre com foco na subjetividade humana e em suas relações. É autora de “Senhora M e outros contos” (Editora Caravana, 2024) e “Quem conhece os gatos do vovô?” (Semibreve, 2022), com “Giralda & Geraldo” no prelo. Sua crônica “O cortejo” foi premiada com menção honrosa pela Academia Feminina Mineira de Letras no Concurso Adélia Prado (2019). Em 2025, seu trabalho foi reconhecido com o Diploma de Mérito Cultural do Prêmio Buritis, na categoria Livro, Leitura e Literatura. Denise também realiza um importante trabalho social, participando de rodas de conversa em escolas e nos Centros de Atendimento Socioeducativo de Goiás. Adquira o livro diretamente com a autora: https://linktr.ee/denise.fleury
- Autora de best-sellers, psicóloga Valeska Zanello mostra em novo livro como o gênero pode participar das emoções humanas
Até que ponto nossas emoções são naturais e quanto delas é aprendido? Essa reflexão guia o novo livro da psicóloga Valeska Zanello, “Scripts Culturais, Gênero e Emoções”, o qual será composto de dois volumes. O Volume 1 (Problematizando ‘Gênero’)” será lançado no dia 6 de novembro, às 17h, no DOMMA Rooftop, em Brasília, pela Editora Appris. Autora dos best-sellers “Saúde mental, Gênero e Dispositivos” e “A prateleira do amor: sobre mulheres, homens e relações”, Valeska aprofunda em sua nova obra a discussão sobre como o gênero atravessa a construção das emoções, afetando diretamente nossa forma de sentir, reagir e nos relacionar. Fruto de cinco anos de pesquisa, o livro parte da premissa de que as emoções também são construídas socialmente e atravessadas pelo gênero. Valeska analisa como homens e mulheres aprendem a sentir de maneiras distintas em culturas sexistas. “Um bom exemplo é a relação com o ódio, emoção que infelizmente é profundamente amputada na socialização das mulheres, em culturas ocidentais ou ocidentalizadas. Podemos ver isso nas situações de violência doméstica, nas quais muitas mulheres, apesar de todos os danos sofridos, se apiedam do agressor e preferem ter sua vida prejudicada a prejudicá-los”, afirma Valeska, professora de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB). Com abordagem conceitual, epistemológica e histórica, o primeiro volume revisita o termo “gênero” e seus múltiplos significados, oferecendo ao leitor ferramentas teóricas para compreender como o sexismo estrutura tanto as relações sociais quanto os modos de subjetivação. Ao revisitar o conceito, Valeska reflete também sobre os impasses dos debates contemporâneos. “Debates que me pareceram mais monólogos do que verdadeiros diálogos, pois partiam de premissas não explicitadas ou problematizadas, como por exemplo, do que se está falando quando se refere à ‘Gênero’. Parto aqui da ideia de Wittgenstein, para quem o sentido de uma palavra é seu uso; ou seja, a mesma palavra pode ter sentidos muito diferentes. Se isso não fica evidenciado desde o início de um debate, facilmente o que parece um ‘embate’ seria, na verdade, monólogos sem pontes ou trocas”, explica a autora, que é doutora em Psicologia pela UnB. O livro também propõe um diálogo entre gênero e saúde mental, articulando o impacto das desigualdades estruturais sobre a formação emocional dos sujeitos. Para Valeska, compreender o sexismo é essencial para entender o próprio funcionamento do capitalismo contemporâneo. “Sexismo e racismo são forças estruturantes e operantes no modo de funcionamento do capitalismo. O patriarcado capitalista produz, configura e interpela determinadas emoções. As emoções se inscrevem no corpo próprio, mas são mediadas pela cultura. O livro (no todo) é sobre essas emoções e como gênero participa na configuração das emoções.” A autora destaca que as divergências em torno da palavra “gênero” não se limitam a diferenças de uso entre movimentos sociais, mas expressam experiências subjetivas distintas. “Talvez precisemos criar novos conceitos para dar conta dessa complexidade, sem deixar de fora ou apagar nenhum grupo”, afirma. Formada também em Filosofia, Valeska combina o olhar clínico e o pensamento teórico para propor uma reflexão que atravessa campos distintos. “Foi preciso retornar à ‘casa’, na filosofia, e trabalhar histórica e epistemologicamente os conceitos relacionados ao feminismo, seus sentidos e ligação a diferentes movimentos sociais (com várias transformações). De certa forma, todo meu percurso na filosofia e em meu doutorado (cujo tema foram as funções da metáfora na clínica em psicologia; escrita em uma perspectiva entre a psicanálise e a filosofia da linguagem) foram essenciais”, conclui. Sobre a autora: Valeska Zanello é graduada em Filosofia e em Psicologia pela Universidade de Brasília (UnB), onde também concluiu o doutorado em Psicologia, com período de pesquisas na Université Catholique de Louvain (Bélgica). É professora do departamento de Psicologia Clínica da UnB, onde também orienta o mestrado e o doutorado no Programa de Pós-Graduação em Psicologia Clínica e Cultura. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase em saúde mental, gênero, psicanálise e filosofia da linguagem. Coordena o grupo de pesquisa “Saúde Mental e Gênero”, com foco em mulheres e interseccionalidade com raça e etnia.
- Elas Publicam 2025 reúne mais de 280 mulheres e celebra o protagonismo feminino no mercado editorial
A nona edição do Elas Publicam, Encontro de Mulheres do Mercado Editorial reuniu 284 participantes no último sábado (26), na Casa Thomas Jefferson, em Brasília. Criado e idealizado pela escritora e produtora cultural Lella Malta, o evento se consolida como um dos mais importantes espaços de formação, troca e fortalecimento feminino no cenário literário nacional. Com uma programação intensa de palestras, oficinas e debates, o evento abordou temas como políticas públicas de leitura, mercado digital, literatura como resistência e publicação independente. Estiveram presentes nomes como Sevani Matos, presidente da Câmara Brasileira do Livro, Iana Villela, Taylane Cruz, Dia Bárbara Nobre e Karol Lopes, ampliando a diversidade de perspectivas sobre o futuro da literatura feita por mulheres. Entre as convidadas, a escritora Fabiane Guimarães marcou presença compartilhando sua trajetória e experiências no mercado editorial e audiovisual. Para Lella Malta, o evento representa mais que um encontro, é uma rede de transformação. “Ver 284 mulheres reunidas, trocando ideias e se apoiando, mostra que o protagonismo feminino não é tendência, é realidade. Estamos ocupando nossos espaços com talento, coragem e propósito”, concluiu.












