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- Fausto Arnaudo vence primeira corrida da Bradesco Fórmula 4 Brasil em Brasília
Fausto Arnaudo continua dominando. O piloto da Cavaleiro Sports conquistou neste sábado (26) sua quinta vitória na temporada 2026 da Bradesco Fórmula 4 Brasil. O argentino venceu a primeira corrida da quarta etapa do campeonato, disputada no Autódromo Internacional de Brasília, após uma prova marcada por intervenção do safety car, bandeira vermelha e mudança na liderança. Alexandre Louza largou da pole position e manteve a ponta nos primeiros metros, mas ficou sob investigação por uma possível queima de largada. Ainda na primeira volta, Paulo Willemann e o argentino Gianni Giovanelli escaparam da pista e ficaram presos na caixa de brita. Bernardo Gentil também saiu do traçado, conseguiu retornar, mas perdeu a asa dianteira e precisou seguir aos boxes para a troca. Com os carros parados na área de escape, o safety car foi acionado. A necessidade de uma limpeza mais extensa da pista levou posteriormente à interrupção da corrida com bandeira vermelha. Após a retomada, Arnaudo partiu para o ataque sobre Louza e assumiu a liderança. Pouco depois, Louza, recebeu um drive-through por queima de largada e precisou entrar nos boxes para cumprir a punição. Com a parada de Louza, Marcelo Hahn assumiu a segunda colocação, enquanto Fabricio Fogaça passou a ocupar o terceiro lugar. Na frente, Arnaudo sustentou a liderança até a bandeirada e completou as 13 voltas, conquistando a quinta vitória no campeonato. Hahn terminou em segundo, a 2s106, e Fogaça completou o pódio, a 2s786. Fogaça ainda registrou a volta mais rápida da corrida, com 1min55s740. Louza, após cumprir a punição, recebeu a bandeirada na décima colocação. Fabrício Fogaça ainda levou a vitória na categoria Rookie. Foi uma pista nova para nós e acredito que também para todos os outros pilotos, com muitas mudanças em relação ao que conhecíamos. Sofremos um pouco nos treinos, mas conseguimos evoluir e encontrar um bom caminho para a corrida. Fiz uma boa largada, consegui assumir a liderança e, mesmo com o safety car e a bandeira vermelha, mantivemos um ritmo forte até o final. Também quero parabenizar o Marcelo (Hahn), que esteve muito rápido. Conseguimos resolver bem a corrida e conquistar mais uma vitória. Só tenho a agradecer a toda a equipe”, A programação da Bradesco F4 Brasil sofreu uma alteração para a sequência da etapa. A segunda corrida do fim de semana, inicialmente prevista para a tarde deste sábado, foi transferida para domingo (27), às 7h23. A terceira e última prova será disputada às 15h08, com Marcelo Hahn, o pole da etapa, largando na ponta. Resultado da Corrida 1 – Bradesco F4 Brasil – Brasília 1º – Fausto Arnaudo (Cavaleiro Sports), 13 voltas/30min43s442 2º – Marcelo Hahn (TMG Racing), +2s106 3º – Fabricio Fogaça (Cavaleiro Sports), +2s786 4º – Pietro Mesquita (TMG Racing), +3s037 5º – Pedro Lins (Starrett Bassani F4), +14s671 6º – Bernardo Gentil (TMG Racing), +15s218 7º – Luiz Queiroz (Cavaleiro Sports), +15s700 8º – Alan Soloviov (Cavaleiro Sports), +23s416 9º – Elias Barbosa (Starrett Bassani F4), +29s221 10º – Alexandre Louza (Cavaleiro Sports), +39s642 11º – João Paulo Sanzovo (TMG Racing), +49s960 12º – Franco Paolini (Starrett Bassani F4), +52s375 13º – Enricco Abreu (Cavaleiro Sports), 2 voltas 14º – Ignacio Diaz (Starrett Bassani F4), 2 voltas NC – Gianni Giovanelli (TMG Racing), 0 volta NC – Paulo Willemann (Starrett Bassani F4), 0 volta Rafael Gagliano/ Grupo Veloci
- Paula Mattos reúne multidão no Largo da Saúde e celebra noite histórica com gravação de novo DVD
Salvador foi palco de uma noite para ficar marcada na trajetória de Paula Mattos. Na última quinta-feira (24), a cantora tomou conta do Largo da Saúde para a gravação de “Paula Mattos – Ao Vivo em Salvador” e encontrou uma verdadeira multidão à sua espera. Com acesso gratuito, o espaço ficou completamente tomado pelo público, que transformou a gravação em uma grande celebração a céu aberto. Do palco às ruas do Largo da Saúde, o que se viu foi uma conexão que ultrapassou qualquer roteiro. O público cantou em coro músicas que fazem parte da história de Paula, incluindo sucessos eternizados em sua voz e composições escritas por ela que ganharam o Brasil através de outros grandes artistas. Em uma noite embalada pelo calor de Salvador e pela energia do público baiano, Paula fez questão de diminuir qualquer distância entre palco e plateia. Em um dos momentos mais especiais da gravação, a artista desceu do palco e foi para o meio da multidão, onde cantou, dançou, se divertiu e recebeu de perto o carinho das pessoas que ocuparam o Largo da Saúde. A cena traduziu justamente a essência que Paula imaginava para o projeto: fazer do público parte do audiovisual. Mais do que cenário, Salvador entrou para a gravação através de suas pessoas, de sua música, de sua energia e da espontaneidade de um encontro construído junto com quem estava ali. A noite também foi marcada por encontros musicais. Tayrone, Klessinha, Nadson O Ferinha, Simone Morena, Silvanno Salles e Unha Pintada dividiram momentos do projeto com Paula, reforçando a presença do arrocha e da música nordestina no repertório e construindo diferentes encontros ao longo da gravação. A escolha da Bahia para esse novo capítulo carrega ainda um significado afetivo para a cantora. O estado faz parte de sua história familiar por meio de seu avô, Seu Zé Arlindo, baiano e uma das referências afetivas de Paula. Ao longo dos anos, essa raiz familiar se somou à relação que a própria artista construiu com o Nordeste, região que ocupa um espaço especial em sua trajetória. Como forma de homenagear a Bahia e reforçar a conexão afetiva com o estado, Paula Mattos também levou ao palco um violão personalizado, decorado com imagens de pontos turísticos, paisagens e elementos que representam a cultura e a identidade baianas. O instrumento, que acompanhou a cantora durante a gravação, simbolizou a presença de Salvador em cada detalhe do projeto e traduziu, de maneira visual e delicada, o carinho de Paula pela terra de seu avô e pelo povo que a recebeu de braços abertos. Com cerca de 20 músicas, o repertório passeou por diferentes momentos da carreira, entre sucessos, regravações e canções que ajudam a contar a história de Paula também como compositora. “Foi uma noite que eu nunca vou esquecer. Eu queria que Salvador fizesse parte desse projeto de verdade, e foi muito além do que eu poderia imaginar. Olhar aquele Largo cheio, ouvir todo mundo cantando músicas que fazem parte da minha história e poder descer, ficar no meio das pessoas, cantar junto, sentir aquele carinho tão de perto, foi surreal. A Bahia me recebeu de braços abertos e eu só consigo agradecer. Esse projeto tem muito do povo, dessa energia e desse amor que eu senti aqui”, celebra Paula Mattos. A gravação em Salvador dá continuidade ao movimento iniciado com “Eita Resenha”, registrado anteriormente no Recife, mas ganha identidade própria ao incorporar elementos, artistas e a atmosfera da Bahia. A proposta é fazer com que cada lugar que receba o projeto também deixe sua marca na história que está sendo contada.
- Corrida Integração anuncia maratona para 2027
A Corrida Integração, maior corrida de rua do interior do Brasil e um dos principais projetos realizados pelo Grupo EP, conglomerado de mídia afiliado à Globo no interior paulista e sul de Minas Gerais, anuncia a maratona de volta única de 42 km para 2027, em comemoração aos 42 anos do evento. A modalidade marca uma nova etapa na trajetória da prova, que ao longo de mais de quatro décadas se consolidou como um dos principais eventos esportivos do interior do país. As inscrições para a edição serão abertas posteriormente. A estreia da maratona acompanha a evolução da Corrida Integração, que também passou a contar com a meia-maratona de 21 km em sua programação a partir de 2025. A distância total, de 42,195 km, é considerada uma das principais modalidades do calendário de corridas de rua e passa a integrar a história do evento no ano em que ele celebra mais de quatro décadas. Com a novidade, a Corrida Integração amplia sua proposta de reunir diferentes perfis de corredores em torno do esporte, da saúde e da celebração. Ao longo dos anos, a prova construiu uma trajetória ligada à comunidade e ao calendário esportivo regional, reunindo participantes de diferentes cidades. “Depois de mais de quatro décadas fazendo o interior correr, chegou a hora de ir mais longe. Não é só uma nova distância, é uma mudança de dimensão: é nacionalizar uma das maiores provas do interior do país e projetar a força do interior para o Brasil. Passamos a disputar um lugar entre as grandes maratonas brasileiras. Campinas deixa de ser apenas sede e passa a ser destino”, comenta Caio Maciel, diretor de Marketing do Grupo EP. 41ª Corrida Integração O ano de 2026 foi marcado por novidades que ampliaram a experiência da Corrida Integração. Pela primeira vez, a corrida contou com uma etapa em Piracicaba (SP), iniciativa que levou o evento para além de Campinas e aproximou a marca de novos públicos e corredores. A primeira edição do Circuito Integração Piracicaba aconteceu no dia 12 de julho e reuniu modalidades de caminhada e corridas de 5km e 10km. A largada e a chegada foram realizadas no Engenho Central, com um percurso que contornou o Rio Piracicaba. A edição de Campinas manteve a ExpoIntegração como parte da experiência dos atletas e espaço para retirada dos kits, mas trouxe novidades: o Palco Integração, com programação gratuita de palestras e encontros com atletas e profissionais ligados ao universo da corrida, e o espaço Corrida Integração & EPTV, com ativações de marcas parceiras e brindes exclusivos. Ao todo, a edição 2026 espera reunir 15 mil participantes. A Corrida Integração é uma iniciativa da EPTV, afiliada Globo, realizada em parceria com as plataformas g1, ge, acidade on, Tudo EP, EP FM e CBN. A organização fica a cargo da EP Eventos, empresa de eventos do Grupo EP. Corrida Integração Criada pela EPTV em Campinas em 1984, com o objetivo de promover saúde, bem-estar, espírito esportivo e celebrar o aniversário da EPTV, no dia 01 de outubro, a Corrida Integração se consolidou ao longo de mais de quatro décadas como uma das principais provas de rua do interior paulista. A edição de 2025, que marcou os 40 anos do evento, contou com mais de 15 mil inscritos e marcou a primeira realização da meia-maratona de 21 km na história da prova. Em 2026, a expectativa é que cerca de 15 mil participantes voltem a ocupar as ruas de Campinas nas diferentes modalidades da prova. Em 2026, a Corrida Integração contou com o patrocínio de 29 marcas de diferentes segmentos, como Caixa, Powerade, Monster, Covabra, Unimed Campinas, Guaraná Leão, Ades, Iguatemi Campinas, Grupo Germânica, Probiótica, HM Construtora, Lojas CEM, Evida Clear Whey, Equaliv, Adere, Jack Links, Ontos, Café Evolutto, Alpha, World Tennis, T-Socks, Up Óptica, Thermas São Pedro Water Park e Resort, Lindoya Verão, Ticket Sports e a rede de hotéis Let’s Atlantica (Radisson RED, Transamerica Fit e Ramada Viracopos). Sobre o Grupo EP O Grupo EP é o maior conglomerado de comunicação do interior do Brasil, fundado pela família Coutinho Nogueira em Campinas (SP) há 46 anos e com atuação nas regiões de Campinas, Ribeirão Preto, Central e Sul de Minas Gerais. As empresas de mídia do Grupo EP incluem a EPTV, afiliada da Rede Globo, sites Globo (g1 e ge), acidade on, Tudo EP, rádios CBN, EP FM e Jovem Pan, PIO Hub (agência de marketing de influência), EP Eventos, EP Painéis (mídia OOH), participação societária na Rede Bahia e, por meio de operação societária, a Sprint Mídia, franquia da Eletromidia em Campinas, da qual o Grupo EP adquiriu 60% da operação e franquia da Eletromidia em Ribeirão Preto, da qual adquiriu 100% da operação. A EPTV também está entre as 100 melhores empresas para trabalhar no Brasil em 2025, segundo pesquisa da revista internacional TIME, em parceria com a Statista. O conglomerado de mídia alcança mais de 12,3 milhões de telespectadores e representa 7,18% do consumo de todo o país (Fonte: Cobertura EPTV 2025 / IPC Maps 2025).
- Luiz Veras e Murilo Fiore vencem corridas da Turismo Nacional em Brasília
Luiz Veras e Murilo Fiore foram os vencedores da categoria A neste domingo (27), na sexta etapa da Turismo Nacional, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. Veras levou a melhor na terceira corrida, enquanto Fiore fechou o fim de semana no lugar mais alto do pódio. Pela categoria B, Pedro Ferreira e Gabriel Lemos venceram as duas provas. A terceira corrida teve uma largada movimentada. Veras manteve a liderança, seguido por João Cardoso e Adilson Junior. Ainda no início, Renato Lima e Nico Dall'Agnol escaparam e ficaram presos na caixa de brita da curva 3, provocando a entrada do safety car. A disputa foi retomada com 17 minutos restantes, mas uma nova ocorrência na caixa de brita levou o carro de segurança de volta à pista. A relargada aconteceu com pouco mais de dez minutos para o fim, sem mudanças nas três primeiras posições. Duas voltas depois, Bruno Massa ficou preso na brita. Ryan Richter também saiu da pista e provocou a terceira intervenção do safety car. Com a demora na retirada dos carros, restou apenas uma volta em bandeira verde para definir a prova. Na volta decisiva, Adilson Junior atacou Cardoso e assumiu a segunda colocação. Guto Rotta também avançou sobre o líder do campeonato para chegar ao terceiro lugar. Veras recebeu a bandeirada 0s489 à frente de Adilson, com Rotta completando o pódio. Cardoso terminou em quarto e Bruno Testa foi o quinto. “Foi uma prova muito boa. Não fizemos uma largada tão boa, mas conseguimos segurar a primeira posição no fim da reta e, a partir daí, administrar. Com tantas relargadas, sabia que seria complicado, principalmente pela pressão dos carros no vácuo, então tentava abrir o máximo possível assim que voltava a acelerar. São três pódios em três corridas neste fim de semana. Estou muito feliz e só tenho a agradecer à equipe, aos patrocinadores, ao meu pai e a todos que estão aqui nos apoiando”, disse Veras. Pela categoria B, Pedro Ferreira terminou em primeiro, seguido por Gabriel Lemos e Pietro Nalesso. Na quarta corrida, Fiore sustentou a ponta na largada, com Bruno Testa e Enzo Gianfratti nas posições seguintes. Na terceira volta, Yassin Aboobakar ficou preso na brita e provocou a primeira intervenção do safety car. No reinício, João Cardoso partiu para o ataque sobre Testa e assumiu a segunda colocação. Pouco depois, Testa teve um problema em uma das rodas e foi obrigado a abandonar. A dez minutos do fim, Nico Dall'Agnol ficou preso na brita e o carro de segurança foi novamente acionado. Quando a disputa recomeçou, Fiore seguia na frente, com Gustavo Ribeiro em segundo e Veras em terceiro. Ribeiro pressionou o líder nas voltas finais e chegou a fazer a ultrapassagem, mas Fiore respondeu imediatamente para recuperar a posição. A diferença entre os dois na bandeirada foi de apenas 0s370. Veras completou o pódio, seguido por Cardoso e Adilson Junior. “Começamos a semana muito bem, liderando treino, mas tivemos um problema na classificação e acabamos largando as corridas 1 e 3 em 21º. Conseguimos avançar nas duas, entrar na inversão e largar na frente nesta última prova. No final, tivemos uma disputa muito limpa e legal com o Gustavo. Foi muito bom conquistar essa vitória e somar pontos importantes para o campeonato. Uma etapa que parecia perdida terminou de uma maneira muito positiva para nós”, disse Fiore. Na categoria B, Gabriel Lemos ficou com o primeiro lugar, com Silas Passos em segundo e Diego Lozov em terceiro. A Turismo Nacional retorna no final de semana dos dias 14 e 15 de novembro para a segunda etapa da Copa Endurance, que ocorre no Velopark, em Nova Santa Rita (RS). Resultado da Corrida 3 – Turismo Nacional – Categoria A 1º – #22 – Luiz Veras (New Onix), 11 voltas/32min35s292 2º – #81 – Adilson Junior (New Onix), +0s489 3º – #291 – Guto Rotta (HB20), +2s032 4º – #109 – João Cardoso (New Onix), +2s177 5º – #15 – Bruno Testa (New Onix), +2s535 6º – #19 – Enzo Gianfratti (HB20), +3s209 7º – #118 – Daniel Nino/Pedro Burger (New Onix), +3s427 8º – #25 – Murilo Fiore (New Onix), +3s730 9º – #107 – Gustavo Ribeiro (New Onix), +3s833 10º – #197 – Luiz Sena Jr. (HB20), +6s546 11º – #808 – Alberto Cattucci (New Onix), +7s258 12º – #17 – Mauricio Vilhena (HB20), +7s857 13º – #786 – Yassin Aboobakar (New Onix), +8s646 14º – #34 – Victor Manzini (New Onix), +11s671 15º – #223 – Rodrigo Vieira (Yaris), +24s385 16º – #90 – Beto Pontes (New Onix), 1 volta NC – #20 – Bruno Massa (HB20), 7 voltas NC – #33 – Pablo Alves (New Onix), 7 voltas NC – #93 – Vasco Pedro (New Onix), 5 voltas NC – #117 – Renzo Zambolini (New Onix), 4 voltas NC – #31 – Renato Lima (New Onix), 0 volta NC – #7 – Nico Dall'Agnol (New Onix), 0 volta Resultado da Corrida 3 – Turismo Nacional – Categoria B 1º – #111 – Pedro Ferreira (New Onix), 11 voltas/32min39s349 2º – #11 – Gabriel Lemos (New Onix), +0s791 3º – #23 – Pietro Nalesso (New Onix), +3s578 4º – #777 – Rubens Neto (New Onix), +4s129 5º – #96 – Silas Passos (New Onix), +5s866 6º – #125 – Paulo Fernando (Polo), +6s896 7º – #18 – Johnny Kaumo (New Onix), +8s100 8º – #43 – Diego Lozov (New Onix), +8s586 9º – #88 – Eduardo Gauche (New Onix), +8s886 10º – #29 – Maximo Frigerio (HB20), +9s802 11º – #30 – Guilherme Lima (New Onix), 1 volta 12º – #21 – Jaime Fernandez/Samir Xaud (New Onix), 1 volta NC – #32 – Ryan Richter (New Onix), 7 voltas NC – #8 – Paulo Maia (New Onix), 0 volta Resultado da Corrida 4 – Turismo Nacional – Categoria A 1º – #25 – Murilo Fiore (New Onix), 12 voltas/32min23s620 2º – #107 – Gustavo Ribeiro (New Onix), +0s370 3º – #22 – Luiz Veras (New Onix), +0s762 4º – #109 – João Cardoso (New Onix), +1s555 5º – #81 – Adilson Junior (New Onix), +1s885 6º – #17 – Mauricio Vilhena (HB20), +3s558 7º – #117 – Renzo Zambolini (New Onix), +3s842 8º – #93 – Vasco Pedro (New Onix), +4s279 9º – #223 – Rodrigo Vieira (Yaris), +4s953 10º – #291 – Guto Rotta (HB20), +7s125 11º – #31 – Renato Lima (New Onix), +7s407 12º – #19 – Enzo Gianfratti (HB20), +9s227 13º – #34 – Victor Manzini (New Onix), +11s300 14º – #33 – Pablo Alves (New Onix), +12s669 15º – #197 – Luiz Sena Jr. (HB20), +16s771 16º – #90 – Beto Pontes (New Onix), +40s860 17º – #20 – Bruno Massa (HB20), 3 voltas NC – #7 – Nico Dall'Agnol (New Onix), 8 voltas NC – #118 – Daniel Nino/Pedro Burger (New Onix), 7 voltas NC – #15 – Bruno Testa (New Onix), 4 voltas NC – #808 – Alberto Cattucci (New Onix), 2 voltas NC – #786 – Yassin Aboobakar (New Onix), 2 voltas Resultado da Corrida 4 – Turismo Nacional – Categoria B 1º – #11 – Gabriel Lemos (New Onix), 12 voltas/32min29s619 2º – #96 – Silas Passos (New Onix), +0s886 3º – #43 – Diego Lozov (New Onix), +2s786 4º – #88 – Eduardo Gauche (New Onix), +5s640 5º – #125 – Paulo Fernando (Polo), +6s914 6º – #8 – Paulo Maia (New Onix), +7s229 7º – #777 – Rubens Neto (New Onix), +8s001 8º – #32 – Ryan Richter (New Onix), +8s443 9º – #29 – Maximo Frigerio (HB20), +9s100 10º – #111 – Pedro Ferreira (New Onix), +54s821 11º – #30 – Guilherme Lima (New Onix), 1 volta 12º – #23 – Pietro Nalesso (New Onix), 1 volta NC – #21 – Jaime Fernandez/Samir Xaud (New Onix), 6 voltas NC – #18 – Johnny Kaumo (New Onix), 5 voltas Turismo Nacional - Overall A 1º – João Cardoso – 305 pontos2º – Murilo Fiore – 2573º – Alberto Cattucci – 2494º – Adilson Junior – 2405º – Vasco Pedro – 2306º – Guto Rotta – 1967º – Bruno Testa – 1928º – Nico Dall'Agnol – 1899º – Renzo Zambolini – 16110º – Bruno Massa – 15411º – Mauricio Vilhena – 13112º – Luiz Sena Jr. – 13013º – Pablo Alves – 12914º – Victor Manzini – 9015º – Beto Pontes – 49 Turismo Nacional - Overall B 1º – Guilherme Lima – 285 pontos2º – Maximo Frigerio – 2463º – Rubens Neto – 2424º – Pietro Nalesso – 2385º – Diego Lozov – 2176º – Johnny Kaumo – 1837º – Paulo Fernando – 1638º – Paulo Maia – 1419º – Ryan Richter – 100 Turismo Nacional - Overall Rookies 1º – Maximo Frigerio – 347 pontos2º – Johnny Kaumo – 2683º – Paulo Maia – 2064º – Ryan Richter – 151 Turismo Nacional - Overall Senior A 1º – Beto Pontes – 448 pontos Turismo Nacional - Sprint A 1º – João Cardoso – 275 pontos2º – Alberto Cattucci – 2493º – Adilson Junior – 2404º – Murilo Fiore – 2285º – Vasco Pedro – 1946º – Nico Dall'Agnol – 1897º – Guto Rotta – 1768º – Bruno Testa – 1749º – Renzo Zambolini – 15610º – Luiz Sena Jr. – 13011º – Pablo Alves – 12912º – Mauricio Vilhena – 12913º – Bruno Massa – 11014º – Eduardo Fuentes – 10315º – Rodrigo Vieira – 8716º – Victor Manzini – 7617º – Luiz Veras – 7418º – Ale Xavier – 6719º – Gustavo Ribeiro – 6020º – Dorivaldo Gondra – 5621º – Felipe Malinowski – 4822º – Beto Pontes – 4123º – Joaquim Cafaro – 3924º – Enzo Gianfratti – 3725º – Daniel Nino/Pedro Burger – 2726º – Yassin Aboobakar – 2527º – Wanderson Freitas – 2328º – Renato Lima – 1729º – Keka Teixeira/Marco Vale – 5 Turismo Nacional - Sprint B 1º – Guilherme Lima – 285 pontos2º – Rubens Neto – 2303º – Maximo Frigerio – 2204º – Pietro Nalesso – 2175º – Diego Lozov – 2176º – Johnny Kaumo – 1837º – Paulo Fernando – 1578º – Rodrigo Gil – 1529º – Domenico Largura – 13310º – Paulo Maia – 13111º – Eduardo Gauche – 12812º – Pedro Ferreira – 10713º – Ryan Richter – 10014º – Gustavo Bonifacio – 9615º – Silas Passos – 7716º – Edoardo Tonolli – 6717º – Gabriel Lemos – 5218º – Jaime Fernandez/Samir Xaud – 4019º – Fabricio Fleury – 4020º – Jose Neto – 38 Turismo Nacional - Sprint Rookies 1º – Maximo Frigerio – 307 pontos2º – Johnny Kaumo – 2683º – Paulo Maia – 2094º – Eduardo Gauche – 2095º – Gustavo Bonifacio – 1576º – Ryan Richter – 1517º – Pedro Ferreira – 1138º – Edoardo Tonolli – 1009º – Jaime Fernandes/Samir Xaud – 46 Turismo Nacional - Sprint Senior A 1º – Beto Pontes – 352 pontos Marcelo Machado de Melo/ Grupo Veloci
- Bernardo Gentil e Fausto Arnaudo vencem corridas da Bradesco Fórmula 4 Brasil em Brasília
Bernardo Gentil e Fausto Arnaudo dividiram as vitórias deste domingo (27) pela Bradesco Fórmula 4 Brasil, no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. Gentil venceu a segunda corrida da quarta etapa, enquanto o argentino fechou o fim de semana com seu segundo triunfo no circuito brasiliense e o sexto em nove provas disputadas na categoria. Marcelo Hahn e Fabricio Fogaça completaram o pódio da última disputa. A primeira prova do domingo começou às 7h23, após ter sido adiada no sábado. Gentil aproveitou a largada para assumir a liderança, com Pedro Lins em segundo e Alan Soloviov em terceiro. Arnaudo, vencedor da corrida de sábado, partiu do oitavo lugar e precisou de apenas duas voltas para chegar à quarta posição. Na quarta volta, Arnaudo superou Soloviov e avançou para terceiro. Pietro Mesquita aproveitou a disputa para também ganhar a posição. Pouco depois, o argentino passou por Lins e chegou ao segundo lugar, enquanto Gentil já havia aberto uma vantagem próxima dos cinco segundos. Mesquita também deixou Lins para trás e assumiu a terceira colocação. A vantagem de Gentil desapareceu a cinco minutos do fim, quando Gianni Giovanelli bateu sozinho e provocou a entrada do safety car. A retirada do carro demorou e não houve tempo para uma nova relargada. A prova terminou sob bandeira amarela, garantindo a primeira vitória do piloto da TMG Racing na categoria. Gentil completou as dez voltas e também venceu entre os rookies. Arnaudo terminou apenas 0s222 atrás, com Mesquita em terceiro, a 0s656. Fabricio Fogaça foi o quarto e registrou a volta mais rápida, em 1min55s634. “Sabíamos que não tínhamos um jogo de pneus nas mesmas condições dos demais, então tentei assumir a ponta o mais rápido possível para depois administrar o ritmo e o desgaste. Consegui fazer uma boa largada, como havia planejado, e manter uma vantagem para quem vinha atrás. No final, o safety car deu um susto, porque tínhamos quase cinco segundos de vantagem. Na hora até falei no rádio: ‘só o que me faltava’. Felizmente deu tudo certo e conseguimos trazer mais uma vitória para casa. Agora é seguir trabalhando e continuar buscando bons resultados no campeonato”, disse Gentil. Na terceira corrida, Marcelo Hahn manteve a liderança na largada, sob pressão de Arnaudo. Ainda no início da prova, Alan Soloviov escapou para a caixa de brita na curva 3 e provocou a entrada do safety car. Paulo Willemann também ficou parado no mesmo trecho do circuito. A relargada aconteceu com 19 minutos restantes. Arnaudo voltou ao ataque e superou Hahn para assumir a ponta. Gentil também avançou ao ultrapassar Fogaça e chegar ao terceiro lugar. Mais atrás, Alexandre Louza perdeu a asa traseira e foi chamado aos boxes pela direção de prova para realizar o reparo. O piloto não respeitou a determinação e acabou excluído da corrida. Arnaudo abriu vantagem na liderança, enquanto Gentil perdeu terreno e foi superado por Fogaça e Mesquita. Sem ser novamente ameaçado, o argentino recebeu a bandeirada na primeira posição. Hahn terminou 4s808 atrás, com Fogaça em terceiro, a 5s259. Mesquita foi o quarto e Gentil completou os cinco primeiros. Fogaça registrou a melhor volta, em 1min54s903. Questionado sobre o segredo para conquistar seis vitórias em apenas nove corridas na categoria, Arnaudo destacou o trabalho realizado dentro e fora das pistas. “É fruto de muito trabalho de toda a equipe. A gente trabalha muito durante a semana, no simulador, na preparação física e também no aspecto psicológico. Existe um trabalho muito grande por trás de cada corrida e sou muito agradecido a todos que tornam possível estar aqui hoje e disputar a categoria. Também agradeço muito à Cavaleiro, que me abriu as portas e me deu essa oportunidade. Seguimos trabalhando para buscar ainda mais”, destacou Arnaudo. Resultado da Corrida 2 – Bradesco F4 Brasil – Brasília 1º – Bernardo Gentil (TMG Racing), 10 voltas/21min29s309 2º – Fausto Arnaudo (Cavaleiro Sports), +0s222 3º – Pietro Mesquita (TMG Racing), +0s656 4º – Fabricio Fogaça (Cavaleiro Sports), +1s444 5º – Pedro Lins (Starrett Bassani F4), +2s005 6º – Luiz Queiroz (Cavaleiro Sports), +2s641 7º – Marcelo Hahn (TMG Racing), +3s018 8º – Alan Soloviov (Cavaleiro Sports), +3s677 9º – Alexandre Louza (Cavaleiro Sports), +4s694 10º – Elias Barbosa (Starrett Bassani F4), +5s295 11º – João Paulo Sanzovo (TMG Racing), +5s960 12º – Enricco Abreu (Cavaleiro Sports), +6s839 13º – Paulo Willemann (Starrett Bassani F4), +7s544 14º – Franco Paolini (Starrett Bassani F4), +7s923 NC – Gianni Giovanelli (TMG Racing), 7 voltas NC – Ignacio Diaz (Starrett Bassani F4), 0 volta Resultado da Corrida 3 – Bradesco F4 Brasil – Brasília 1º – Fausto Arnaudo (Cavaleiro Sports), 16 voltas/33min48s797 2º – Marcelo Hahn (TMG Racing), +4s808 3º – Fabricio Fogaça (Cavaleiro Sports), +5s259 4º – Pietro Mesquita (TMG Racing), +6s349 5º – Bernardo Gentil (TMG Racing), +13s329 6º – Luiz Queiroz (Cavaleiro Sports), +27s175 7º – Pedro Lins (Starrett Bassani F4), +28s720 8º – Gianni Giovanelli (TMG Racing), +29s706 9º – Franco Paolini (Starrett Bassani F4), +50s740 10º – Paulo Willemann (Starrett Bassani F4), 1 volta 11º – Elias Barbosa (Starrett Bassani F4), 1 volta NC – Enricco Abreu (Cavaleiro Sports), 11 voltas NC – João Paulo Sanzovo (TMG Racing), 10 voltas NC – Alan Soloviov (Cavaleiro Sports), 1 volta NC – Ignacio Diaz (Starrett Bassani F4), 0 volta DQ – Alexandre Louza (Cavaleiro Sports), excluído Classificação do campeonato – Bradesco Fórmula 4 Brasil 1º – Fausto Arnaudo – 185 pontos 2º – Bernardo Gentil – 134 3º – Pietro Mesquita – 129 4º – Marcelo Hahn – 100 5º – Pedro Lins – 91 6º – Paulo Willemann – 70 7º – Ignacio Diaz – 68 8º – Enricco Abreu – 64 9º – Fabricio Fogaça – 42 10º – João Paulo Sanzovo – 39 11º – Luiz Queiroz – 25 12º – Alan Soloviov – 22 13º – Guilherme Moleiro – 18 14º – Elias Barbosa – 18 15º – Alexandre Louza – 15 16º – Naim Saleh – 15 17º – Gianni Giovanelli – 12 18º – Franco Paolini – 11 19º – Rodrigo Rocha – 2 Marcelo Machado de Melo/ Grupo Veloci
- Sergio Sette Câmara e Lucas Di Grassi vencem corrida de endurance da Bradesco Stock Car em Brasília
Sob um calor intenso de 32°C, a primeira corrida de endurance da história da Bradesco Stock Pro Series foi disputada neste domingo (27), no Autódromo Internacional Nelson Piquet, em Brasília. Duas horas de prova, três paradas obrigatórias, diferentes estratégias e quatro intervenções do safety car fizeram parte de uma corrida em que a liderança mudou de mãos diversas vezes. No fim, Sergio Sette Câmara e Lucas Di Grassi aproveitaram a última relargada, a duas voltas da bandeirada, para colocar o Mitsubishi Eclipse Cross #7 do Team RC na ponta e conquistar a vitória. Sette Câmara e Di Grassi completaram as 52 voltas em 2h03min25s835, apenas 1s574 à frente de Guilherme Salas e Arthur Gama (Chevrolet Tracker). Rafael Reis e Alberto Cattucci (Toyota Corolla Cross) também avançaram na definição e completaram o pódio, a 2s985. A Endurance contou ainda com a distribuição de pontos ao fim do primeiro estágio, na 20ª volta, quando Enzo Elias e Gianluca Petecof lideravam e receberam a pontuação máxima equivalente à de uma corrida Sprint das etapas convencionais. Para Sette Câmara, o resultado representou a primeira vitória na Stock Pro. O mineiro contou com a experiência de Di Grassi, que retornou à categoria como convidado para a prova de longa duração. “A estratégia foi muito importante. Conseguimos fazer as duas primeiras paradas durante os períodos de safety car, mas acabamos prejudicados na última, porque tivemos que cumprir a parada inteira em bandeira verde. Estávamos na liderança, com uma vantagem muito boa, e de repente perdemos a ponta e caímos várias posições. O Lucas fez um stint final incrível, recuperou tudo na pista e colocou a gente novamente na briga. Na relargada, conseguimos completar o trabalho e conquistar essa vitória. Para mim é ainda mais especial porque é a minha primeira na Stock Car”, celebrou Sette Câmara. Di Grassi, que já teve outras passagens pela principal categoria do automobilismo brasileiro, chegou à quarta vitória na Stock Car. “Foi muito especial voltar à Stock Car e conquistar mais uma vitória. Quando o Serginho me convidou, aceitei na hora. Tenho um respeito enorme por ele, que competiu no mais alto nível, e também tenho muitos amigos aqui. É um grid de altíssimo nível, então sabia que seria um desafio grande. No final, tivemos praticamente uma corrida sprint, em que era preciso atacar, mas também entender os momentos de poupar o carro. Conseguimos fazer isso e foi muito bom voltar, reencontrar todo mundo e conquistar minha quarta vitória na categoria”, disse Di Grassi. Guilherme Salas e Arthur Gama levaram o Chevrolet Tracker #85 da Valda-Cavaleiro Sports ao segundo lugar. A dupla também registrou a volta mais rápida da corrida, em 1min55s046. “No final, deu tudo certo. Nosso ritmo estava muito forte e, antes das últimas voltas, estávamos mais atrás, então o safety car nos ajudou a recuperar terreno e voltar para a disputa. Tenho que agradecer muito à equipe, porque o carro estava perfeito, e também ao Arthur, que fez um grande trabalho e ainda marcou a volta mais rápida da corrida. Esse segundo lugar é muito importante para a nossa recuperação no campeonato e saio daqui bastante animado com o resultado”, comemorou Salas. Gama, que deixou a Stock Car ao fim da última temporada, retornou à categoria como convidado de Salas e voltou ao pódio logo em sua primeira prova. “Estou feliz demais. É muito bom voltar à Stock Car em uma corrida tão especial e já subir ao pódio. Tenho que agradecer ao Gui, que andou muito. Conseguimos trabalhar muito bem juntos durante o fim de semana e encontrar um acerto que funcionasse para os dois, que é uma das grandes dificuldades em uma corrida de duplas. Nosso carro estava muito rápido e foi uma pena não termos mais algumas voltas no final para brigar pela vitória. Mesmo assim, foi um resultado muito especial”, disse Gama. Rafael Reis, que havia cruzado a linha de chegada no pódio em Curvelo, mas perdeu a posição posteriormente por uma punição, conquistou em Brasília seu primeiro top-3 da temporada. Ao lado de Alberto Cattucci, o piloto da Car Racing terminou a Endurance na terceira colocação. “Acho que o pódio não ter vindo na última etapa tornou este ainda mais especial. Conseguir o nosso primeiro pódio da temporada justamente nesta corrida e ao lado do Cattucci não poderia ter sido melhor. Fizemos uma prova muito boa do começo ao fim, soubemos preservar o carro e os pneus e deixamos tudo para atacar no final, como estava na nossa estratégia. Estou muito feliz com o resultado e agora é seguir para a próxima etapa”, comentou Reis. Acostumado às provas de longa duração no kart e com experiência na tradicional 500 Milhas da Granja Viana, Cattucci aproveitou a bagagem nas corridas endurance para subir ao pódio logo em sua estreia na Stock Car. “Toda a experiência que tenho em corridas longas ajudou bastante. Conseguimos preservar o carro e fui evoluindo a cada volta, sempre mantendo um ritmo bom. O Rafa fez um trabalho sensacional no final, ficou mais de 45 minutos com o mesmo jogo de pneus e conseguiu manter um ritmo muito forte. Foi demais estrear na Stock Car e já subir ao pódio. Só tenho a agradecer a ele, a toda a equipe e aos patrocinadores pela confiança no meu trabalho”, comemorou Cattucci. Como foi a corrida Gabriel Robe largou da pole com o carro que dividiu com Gabriel Casagrande e sustentou a primeira posição com seu Chevrolet Tracker. Arthur Gama (Chevrolet Tracker), parceiro de Guilherme Salas, aparecia em segundo, seguido por Nelson Piquet Jr./Rafael Suzuki (Chevrolet Tracker), Felipe Nasr/Felipe Fraga (Mitsubishi Eclipse Cross) e Felipe Drugovich/Gaetano Di Mauro (Mitsubishi Eclipse Cross). Robe abriu vantagem nas primeiras voltas, enquanto Caio Collet/Felipe Massa (Chevrolet Tracker) caíram para o fim do pelotão. Piquet Jr. começou a reduzir a diferença para o líder na terceira volta e, na passagem seguinte, assumiu a ponta. Na quinta, Fraga superou Gama e avançou para a terceira posição. Os boxes foram abertos para a primeira das três paradas obrigatórias na sexta volta. Pouco depois, Antonella Bassani (Toyota Corolla Cross), parceira de Ricardo Zonta, parou na área de escape e provocou a primeira entrada do safety car. A neutralização movimentou as estratégias. Grande parte do pelotão aproveitou para cumprir a primeira parada, que previa troca de piloto e um intervalo mínimo de cinco minutos antes do retorno à pista. Em determinado momento, todos os carros estavam nos boxes e apenas o safety car permanecia no traçado. Quando o pelotão voltou a se organizar, Enzo Elias/Gianluca Petecof (Toyota Corolla Cross) apareciam na frente, seguidos por Suzuki/Piquet Jr., Casagrande/Robe, Di Mauro/Drugovich e Salas/Gama. Algumas duplas que estavam mais atrás optaram por uma estratégia diferente e aproveitaram o mesmo período de safety car para cumprir também a segunda parada. A bandeira verde voltou a ser mostrada na 11ª volta. O segundo safety car veio na 19ª, após Felipe Baptista/Vitor Baptista (Mitsubishi Eclipse Cross) enfrentarem um problema em uma das rodas. Mais uma vez, a neutralização abriu espaço para novas movimentações nos boxes. Na passagem pela 20ª volta foi encerrado o primeiro estágio da Endurance, que distribuiu aos 30 primeiros colocados a pontuação equivalente à de uma corrida Sprint. Elias/Petecof ocupavam a liderança naquele momento, à frente de Suzuki/Piquet Jr., Salas/Gama e Arthur Leist/Gabriel Koenigkan (Toyota Corolla Cross). A metade da corrida foi alcançada na 26ª volta. Uma passagem mais tarde, Renan Guerra (Toyota Corolla Cross) ficou pelo caminho e provocou outra entrada do safety car, abrindo uma nova oportunidade para o cumprimento das paradas obrigatórias. Com 40 minutos restantes, Sette Câmara/Di Grassi apareciam na liderança, seguidos por Zezinho Muggiati/Dennis Dirani e Felipe Fraga/Felipe Nasr. As três duplas, porém, ainda tinham paradas a cumprir. Entre os carros que já haviam completado as três visitas obrigatórias aos boxes, Lucas Foresti/Rafael Martins (Chevrolet Tracker) ocupavam a melhor posição. Antes dos 15 minutos finais, as duplas que ainda tinham paradas pendentes precisaram entrar nos boxes. Com isso, Daniel Serra/Marcos Gomes (Mitsubishi Eclipse Cross) assumiram a liderança, seguidos por Alfredinho Ibiapina/Pedro Piquet (Toyota Corolla Cross) e Foresti/Martins. A nove minutos da bandeirada veio a última reviravolta. Serra e Gomes ficaram pelo caminho quando lideravam e provocaram uma nova entrada do safety car. Ibiapina/Piquet herdaram a ponta, com Sette Câmara/Di Grassi em segundo e Allam Khodair/Diego Nunes (Mitsubishi Eclispse Cross) em terceiro. Restavam apenas duas voltas quando a corrida foi reiniciada. Sette Câmara/Di Grassi partiram para o ataque e assumiram a liderança. Pedro Piquet tentou reagir, mas perdeu posições na disputa final. Salas/Gama avançaram para o segundo lugar, enquanto Reis/Cattucci chegaram ao terceiro. Sette Câmara e Di Grassi receberam a bandeirada na frente, seguidos por Salas/Gama e Reis/Cattucci. Khodair/Nunes terminaram em quarto, enquanto Ibiapina/Piquet, que haviam iniciado a última relargada na liderança, fecharam o top-5. Com o resultado da corrida endurance, Felipe Fraga manteve a liderança do campeonato e deixou Brasília com 791 pontos, 115 de vantagem para o novo vice-líder, Gaetano Di Mauro, que soma 676. Guilherme Salas avançou para a terceira colocação, com 639 pontos. O piloto da Cavaleiro foi o maior pontuador do fim de semana, ao conquistar 120 dos 137 pontos disponíveis na etapa. A Bradesco Stock Pro Series retorna nos dias 17 e 18 de outubro para a disputa da décima etapa da temporada, em Cascavel. Resultado – Corrida Endurance – Bradesco Stock Car Pro Series – Brasília 1º – Sergio Sette Câmara/Lucas Di Grassi (Team RC/Mitsubishi), 52 voltas/2h03min25s835 2º – Guilherme Salas/Arthur Gama (Valda-Cavaleiro Sports/Chevrolet), +1s574 3º – Rafael Reis/Alberto Cattucci (Car Racing/Toyota), +2s985 4º – Allam Khodair/Diego Nunes (Blau Motorsport/Mitsubishi), +4s523 5º – Alfredinho Ibiapina/Pedro Piquet (Full Time Gazoo Racing/Toyota), +7s911 6º – Felipe Bartz/Enzo Bedani (Albatroz Racing/Mitsubishi), +9s003 7º – Arthur Leist/Gabriel Koenigkan (Crown Racing/Toyota), +9s188 8º – Rafael Suzuki/Nelson Piquet Jr. (Full Time Sports/Chevrolet), +9s597 9º – Gaetano Di Mauro/Felipe Drugovich (Eurofarma RC/Mitsubishi), +9s900 10º – Helio Castroneves/Daniel Malzoni (Mercado Livre Racing/Toyota), +11s519 11º – Vicente Orige/Jeff Giassi (Sterling Racing/Mitsubishi), +12s138 12º – Cacá Bueno/Sergio Ramalho (Scuderia Chiarelli/Chevrolet), +13s809 13º – Zezinho Muggiati/Dennis Dirani (Team RC/Mitsubishi), +15s946 14º – Julio Campos/Antonio Pizzonia (Time Lubrax TMG/Chevrolet), +16s794 15º – Felipe Fraga/Felipe Nasr (Eurofarma RC/Mitsubishi), +20s425 16º – Lucas Foresti/Rafael Martins (Vogel Motorsport/Chevrolet), +39s952 17º – Thiago Camilo/Caio Chaves (Mercado Livre Racing Team/Toyota), +1min03s880 18º – Enzo Elias/Gianluca Petecof (AMattheis/TMG/Toyota), 1 volta 19º – Ricardo Zonta/Antonella Bassani (Full Time Gazoo Racing/Toyota), 1 volta 20º – Cesar Ramos/Nicolas Costa (Mercado Livre Racing/Toyota), 2 voltas 21º – Andre Moraes Jr./Andre Negrão (Scuderia Chiarelli/Chevrolet), 2 voltas 22º – Daniel Serra/Marcos Gomes (Blau Motorsport/Mitsubishi), 6 voltas 23º – Gabriel Casagrande/Gabriel Robe (Vogel Motorsport/Chevrolet), 7 voltas 24º – Rubens Barrichello/Fefo Barrichello (Full Time Sports/Mitsubishi), 11 voltas NC – Ricardo Mauricio/Denis Navarro (Valda-Cavaleiro Sports/Chevrolet), 34 voltas NC – Renan Guerra/William Freire (AMattheis/TMG/Toyota), 23 voltas NC – Leonardo Reis/Albert Costa (Car Racing/Toyota), 13 voltas NC – Felipe Baptista/Vitor Baptista (Sterling Racing/Mitsubishi), 13 voltas NC – Lucas Kohl/Danilo Dirani (Crown Racing/Toyota), 9 voltas NC – Felipe Massa/Caio Collet (Time Lubrax TMG/Chevrolet), 6 voltas Classificação do campeonato, após nove etapas (top 10)1º – Felipe Fraga – 791 pontos 2º – Gaetano Di Mauro – 679 pontos 3º – Guilherme Salas – 638 pontos 4º – Gabriel Casagrande – 633 pontos 5º – Sergio Sette Câmara – 625 pontos 6º – Rafael Suzuki – 621 pontos 7º – Enzo Elias – 578 pontos 8º – Arthur Leist – 572 pontos 9º – Felipe Massa – 532 pontos 10º – Julio Campos – 501 pontos Marcelo Machado de Melo/ Grupo Veloci
- Injustiça silenciosa: ONU precisa rever tratamento dado a Taiwan
Márcio Coimbra* Ao inaugurar os trabalhos da Assembleia Geral nesta semana, a ONU definiu o lema, "Restaurar a Confiança, Gerenciar a Transformação: uma ONU que Entrega para Todos”.A premissa é nobre, mas traz uma contradição flagrante. Como sustentar a legitimidade de uma organização global enquanto 23,5 milhões de pessoas são banidas do sistema internacional? A exclusão de Taiwan não é apenas uma anomalia diplomática; é resultado de uma manipulação jurídica que ameaça a paz e a economia mundial, uma injustiça silenciosa que deve cessar. Para compreender o impasse, é preciso desarmar o artifício jurídico no qual ele se apoia. Há décadas, a República Popular da China promove uma narrativa distorcida sobre a Resolução 2758 (XXVI) da Assembleia Geral das Nações Unidas, aprovada em 1971. Pequim equipara unilateralmente esse texto ao seu próprio "princípio de uma só China", usando-o como pretexto para vetar Taiwan nos organismos globais. Contudo, o direito internacional desfaz esse mito. A Resolução 2758 limitou-se a resolver a representação da China na ONU. O texto não menciona Taiwan, não afirma que o território pertence a Pequim e tampouco concede ao governo de Xi Jinping o direito de representar os taiwaneses. A resolução jamais definiu o status político de Taiwan. Em uma democracia vibrante, apenas o governo democraticamente eleito em Taipé, conduzido por William Lai, possui legitimidade para representar seu povo. Essa falsificação narrativa acarreta um risco geopolítico iminente. Ao fabricar um álibi jurídico, Pequim tenta alterar o status quo no Estreito de Taiwan e fundamentar uma eventual agressão militar. A segurança da ilha está diretamente vinculada à prosperidade global. Cerca de 50% dos navios de contêineres do mundo transitam pelo Estreito de Taiwan, e um conflito na região paralisaria as cadeias globais de suprimento, detonando um colapso econômico planetário. Além disso, Taiwan é um pilar insubstituível da inovação, liderando a fabricação dos semicondutores mais avançados do planeta. Em tempos de crescente coerção e repressão transnacional promovida por regimes autoritários, integrar Taiwan fortalece a defesa coletiva da democracia, da liberdade e dos direitos humanos. A incoerência desse isolamento ganha contornos graves na gestão cotidiana da ONU, que proíbe a entrada de portadores do passaporte taiwanês e nega credenciamento a seus jornalistas. Essa prática discriminatória viola abertamente a liberdade de imprensa e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Se as Nações Unidas desejam, de fato, honrar os princípios de sua Carta fundacional — que exige a manutenção da paz e a solução pacífica de controvérsias —, o caminho a seguir é inequívoco. É preciso cessar a cooptação ideológica da Resolução 2758 e abrir espaço para a participação substancial da ilha, de forma independente e autônoma, no sistema internacional. Restaurar a confiança e gerenciar as transformações do nosso tempo exige coragem para corrigir injustiças históricas. Acolher Taiwan na ONU não é uma concessão política, mas um imperativo ético, pragmático e indispensável para o futuro da governança global. *Márcio Coimbra é CEO da Casa Política e Presidente-Executivo do Instituto Monitor da Democracia. Mestre em Ação Política pela Universidad Rey Juan Carlos (2007). Ex- Diretor da Apex-Brasil e do Senado Federal.
- Muito além do estereótipo: conheça 5 mitos sobre o golfe que ainda cercam a modalidade
Durante décadas, o golfe carregou a imagem de um esporte restrito a poucos, associado ao luxo, à exclusividade e à pouca exigência física. Essa percepção, porém, está cada vez mais distante da realidade. Para o golf coach do Goiânia Golfe Clube (GGC) José Marcos do Nascimento - profissional que orienta jogadores e atua no desenvolvimento da modalidade -, a própria dinâmica do jogo ajuda a explicar essa transformação: em uma partida completa, com 18 buracos, o praticante costuma caminhar entre oito e 12 quilômetros, enquanto trabalha equilíbrio, coordenação motora, mobilidade e concentração ao longo de todo o percurso. A ciência também tem acompanhado essa mudança de olhar sobre o esporte. Uma revisão publicada no British Journal of Sports Medicine, que reuniu mais de 300 estudos sobre a modalidade, associou a prática à melhora da saúde cardiovascular, metabólica e mental, além de apontar benefícios relacionados a um envelhecimento mais saudável. O levantamento ainda classificou o golfe como uma atividade física de intensidade moderada, em sintonia com as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a prevenção de doenças crônicas. Essa nova compreensão do esporte também se reflete nos espaços destinados à sua prática. Em Goiânia, o GGC, que integra o complexo imobiliário Portal do Sol Urbanismo, às margens da GO-020, na saída sul da capital, representa essa evolução ao unir esporte, natureza e qualidade de vida em uma área de 720 mil metros quadrados de campo e mais de 1,5 milhão de metros quadrados em área verde total. Apesar dos avanços, alguns estereótipos ainda afastam novos praticantes. “Ainda existem muitos conceitos equivocados sobre a modalidade, que acabam afastando pessoas interessadas em conhecer o esporte”, afirma José Marcos. A seguir, confira cinco dos mitos mais comuns sobre o golfe. 1 - Golfe é um esporte apenas para a “elite” MITO. A ideia de que o golfe é uma modalidade exclusiva para poucos vem mudando com a ampliação das formas de acesso ao esporte. Projetos sociais, escolas de iniciação, clínicas para iniciantes, programas infantis e clubes que oferecem aulas, aluguel de equipamentos e planos mais acessíveis têm ajudado a atrair novos praticantes. Para o profissional, esse movimento representa uma nova fase da modalidade. “O golfe deixou de ser um esporte restrito e se tornou cada vez mais democrático”, afirma. Segundo ele, um dos fatores que favorecem essa mudança é a possibilidade de começar sem grandes investimentos. “Muitos clubes disponibilizam tacos para as primeiras aulas, como é o caso do Goiânia Golfe Clube, permitindo que o interessado conheça a modalidade antes de fazer investimentos”, explica. 2 - Existe idade certa para aprender a jogar golfe MITO. O golfe pode ser iniciado em diferentes fases da vida, com um processo de aprendizagem adaptado às características de cada praticante. Crianças, adultos e idosos podem encontrar no esporte benefícios de acordo com seus objetivos e necessidades. “Crianças desenvolvem coordenação motora, disciplina e respeito às regras desde cedo. Adultos encontram um equilíbrio entre atividade física, lazer e networking. Já os idosos descobrem um esporte que preserva as articulações, melhora a mobilidade e mantém a mente ativa”, afirma. 3 - Golfe não pode ser considerado uma atividade física MITO. Apesar de muitas vezes ser associado apenas ao lazer, o golfe exige preparo físico, coordenação motora, equilíbrio e mobilidade. Em uma partida de 18 buracos, o jogador pode caminhar entre 8 e 12 quilômetros, além de realizar movimentos que envolvem diferentes grupos musculares durante a tacada. “O golfe trabalha coordenação motora, equilíbrio, mobilidade, concentração e estabilidade corporal. O swing (movimento de rotação realizado para a tacada) envolve diversos grupos musculares, especialmente pernas, abdômen, costas e ombros. Além disso, a prática constante melhora a consciência corporal”, detalha o golf coach. 4 - Por ser um esporte de baixo impacto, o golfe exige pouco do praticante MITO. Embora seja considerado um esporte de baixo impacto, o golfe exige atenção, precisão técnica, controle corporal e resistência para manter o desempenho durante uma partida, que pode durar entre quatro e cinco horas. “Cada tacada é diferente. O jogador precisa interpretar vento, relevo, distância, tipo de grama, inclinação do terreno e escolher a melhor estratégia antes de executar o movimento”, enfatiza. Segundo ele, além da técnica, o preparo físico e mental são fundamentais para manter a concentração e a qualidade da performance até o fim. 5 - O golfe trabalha apenas a parte física MITO. Além dos aspectos técnicos e físicos, o golfe exige concentração, estratégia, paciência e controle emocional. Cada tacada envolve planejamento, leitura do ambiente e tomada de decisão. “O maior adversário no golfe costuma ser a própria mente”, afirma. Segundo o profissional, a modalidade ajuda o jogador a lidar com erros, controlar a ansiedade e desenvolver resiliência. “Cada nova tacada representa uma oportunidade de recomeçar”, destaca. Além do desempenho esportivo, o golfe também contribui para a formação pessoal. “O golfe ensina valores que ultrapassam os limites do campo, como respeito às regras, honestidade, autocontrole e convivência”, completa. Um dos maiores campos do Brasil Além dos benefícios proporcionados pela modalidade, o Goiânia Golfe Clube também se destaca pela estrutura. O campo foi projetado pelo arquiteto norte-americano Dan Blankenship e segue padrões internacionais de competição. Com 7.126 jardas de extensão, cerca de 6,5 quilômetros, o percurso reúne 18 buracos cercados por bunkers de areia, lagos, áreas arborizadas e diferentes níveis de relevo. Entre os principais cartões-postais está o buraco 13, um Par 3 construído sobre um green totalmente cercado por água. A estrutura ainda conta com driving range, putting green e chipping green, destinados ao treinamento de tacadas longas, curtas e de precisão. “O campo foi projetado para oferecer uma experiência completa. Além do desafio técnico, o jogador percorre uma paisagem formada por lagos, áreas verdes e vegetação preservada. Cada rodada reúne esporte, lazer e contato com a natureza”, conclui.
- Brasília chega a 33°C no domingo e deve enfrentar mais calor nesta segunda-feira
Brasília registrou 33°C neste domingo (27/9), segundo levantamento publicado pelo Correio Braziliense. O calor marcou o fim de semana na capital e deve continuar nesta segunda-feira (28), quando a temperatura pode chegar a 34°C, de acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). www.correiobraziliense.com.br Para esta segunda, o Inmet prevê mínima de 20°C em Brasília. O sol deve predominar, com poucas nuvens. No boletim divulgado para o fim de semana e o início da semana, o instituto não indicou chuva para o Distrito Federal no dia 28. O cenário faz parte de um período de temperaturas elevadas na região. Ainda no domingo, Goiânia e Cuiabá chegaram a 37°C, segundo o Correio Braziliense. Para esta segunda, a previsão do Inmet aponta máximas de 38°C em Goiânia e 40°C em Cuiabá. Embora o calor tenha chamado a atenção dos brasilienses, os 33°C de domingo ficaram abaixo da maior temperatura registrada no DF neste ano. Em 1º de setembro, os termômetros chegaram a 36,1°C, após uma sequência de dias em que a marca de 2026 foi superada. A primavera, iniciada na última semana, é uma fase de transição entre os períodos seco e chuvoso na região central do país. Isso não significa uma mudança imediata no tempo: dias de sol e calor ainda podem ocorrer enquanto as chuvas retornam gradualmente. Com a previsão de mais uma tarde quente, vale reforçar os cuidados cotidianos: beber água ao longo do dia, usar roupas leves e evitar exposição prolongada ao sol nas horas de maior calor. Quem pretende fazer atividades ao ar livre deve acompanhar as atualizações da previsão do tempo, já que as condições podem mudar. Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília
- De Curitiba para o Brasil: como a Go Coffee transformou café em experiência de marca
De uma pequena cafeteria em Curitiba a uma marca presente em todos os estados brasileiros, a trajetória da Go Coffee acompanha as transformações do consumo de café no país. Fundada em 2017 e prestes a completar oito anos, a rede ajudou a impulsionar novos formatos de consumo no segmento, combinando o conceito coffee to go, expansão por franquias, desenvolvimento de produtos, collabs e estratégias voltadas à criação de uma comunidade em torno da marca. A história começou com uma proposta baseada em café especial, conveniência e identidade visual, em um momento em que o modelo coffee to go ainda ganhava espaço no mercado brasileiro. Ao longo dos anos, a Go Coffee ampliou essa proposta e seus pontos de contato com o público, mantendo a busca por novos formatos e experiências como parte de sua trajetória. Nesse processo, a relação construída com os consumidores também passou a ocupar papel relevante na estratégia. Mais do que ampliar sua presença territorial, a rede buscou formar uma comunidade que se identifica com o universo da marca e participa de diferentes momentos dessa evolução. O café deixou de estar restrito ao balcão e passou a integrar uma estratégia que envolve alimentação, arquitetura, produtos para consumo doméstico, campanhas, collabs e lançamentos associados à cultura e ao entretenimento. Esse movimento foi determinante para que a marca conseguisse crescer sem depender exclusivamente do produto que deu origem ao negócio. “O café sempre foi e continua sendo o centro da Go Coffee, mas entendemos cedo que uma marca não se constrói apenas pelo que vende. Ela se constrói pela relação que consegue criar com as pessoas. Por isso, nosso crescimento foi acompanhado por uma busca constante por novos produtos, formatos e experiências que mantivessem a Go Coffee presente em diferentes momentos da vida do consumidor”, afirma André Henning, cofundador da Go Coffee. Collabs aproximam café de entretenimento e cultura Um dos pilares dessa estratégia são as collabs. Nos últimos dois anos, a Go Coffee desenvolveu produtos exclusivos associados a marcas e franquias como Barbie, Marvel, Smurfs e Wicked: Parte 2, além de uma parceria com a Fini. As ações utilizam lançamentos temporários e experiências temáticas para aproximar o universo do café de outros territórios de interesse do público. Para Henning, a estratégia vai além de estampar personagens ou marcas em embalagens. O objetivo é transformar a parceria em uma nova ocasião de consumo. “Os licenciamentos fazem parte de uma estratégia que une inovação, relevância cultural e experiência. Cada collab nasce para ampliar o valor da experiência de consumo. Não se trata apenas de lançar uma bebida diferente, mas de criar um contexto completo que surpreende o cliente, gera engajamento e fortalece a percepção da Go Coffee como uma marca conectada ao seu tempo”, destaca o cofundador. A estratégia também permite que a cafeteria dialogue com públicos que chegam à marca por interesses que vão além do próprio café. “Uma collab pode ser a primeira porta de entrada de alguém para a Go Coffee. O consumidor chega porque se identifica com aquele filme, personagem ou marca e, a partir daí, conhece nosso produto e nossa experiência. Existe uma troca muito interessante nesse processo: levamos o café para outros universos e, ao mesmo tempo, trazemos novos públicos para dentro da cafeteria”, explica Henning. As ações também contribuem para fortalecer a comunidade formada em torno da marca. Ao conectar o café a referências de entretenimento, comportamento e cultura, a Go Coffee cria novos pontos de identificação e amplia as possibilidades de interação com consumidores que acompanham lançamentos, produtos e experiências da rede. Do “to go” ao “to Stay” A evolução da marca também aparece no formato das lojas. Embora tenha ganhado espaço no mercado com o conceito coffee to go, a Go Coffee ampliou sua estratégia de permanência com ambientes voltados também a encontros, trabalho, estudo e refeições. Em 2026, a rede passou a reforçar o conceito to stay com iniciativas como o “Breakfast Club — Café da Manhã Sem Hora Marcada”. O cardápio incorporou opções de brunch para diferentes momentos do dia e acompanha mudanças na arquitetura das unidades. Os formatos da rede podem ir de quiosques a lojas de até 200 metros quadrados, com possibilidade de lounges, áreas infantis e salas de reunião. “Nós nascemos com uma proposta muito forte de conveniência, mas o comportamento do consumidor evoluiu. Hoje, a mesma pessoa pode querer pegar um café e seguir o caminho em cinco minutos ou permanecer na loja para conversar, trabalhar e fazer uma refeição. Não precisamos escolher entre o ‘to go’ e o ‘to stay’. O desafio é criar formatos capazes de atender a essas diferentes ocasiões”, afirma Henning. Essa mudança também chegou à arquitetura. A unidade-conceito apresentada pela empresa incorporou áreas de permanência, ambientação contemporânea e elementos voltados ao conforto, mantendo a identidade visual e a praticidade operacional da rede. Experiência chega à casa do consumidor A estratégia de ampliar as ocasiões de consumo também ultrapassou as lojas. Em 2026, a empresa reforçou a Linha Home, composta por cafés especiais, produtos para preparo, acessórios e kits voltados ao consumo doméstico. Entre os itens estão cafés com diferentes perfis sensoriais, Drip Coffee em sachês individuais, chocolate quente, frappé cappuccino e xícaras da marca. A iniciativa busca manter a relação com a Go Coffee mesmo quando o consumidor prepara a bebida em casa. “A cafeteria é um ponto de contato muito importante, mas não é o único lugar em que o café faz parte da vida das pessoas. Ele está no começo da manhã, no trabalho, na pausa da tarde e nos encontros dentro de casa. Quando ampliamos nosso portfólio para esses momentos, também ampliamos a relação do consumidor com a marca”, explica Henning. Cardápio acompanha diferentes momentos do dia A diversificação também passa pela alimentação. O portfólio da rede reúne opções doces e salgadas, como sanduíches, waffles, pães de queijo, croissants, cookies, muffins e brownies, além de itens que podem variar conforme o formato e a localização das unidades. Em junho, a marca ampliou o cardápio com uma linha de bolos inspirada em receitas presentes na cultura alimentar brasileira, com sabores como cenoura com calda de chocolate, fubá com goiabada, laranja e banana bread. A estratégia buscou aproximar o consumo de café de referências ligadas ao conforto e à memória afetiva. “O consumidor não vive o café de uma única maneira. Existem ocasiões de consumo muito diferentes e o cardápio precisa acompanhar essa diversidade. Inovar não significa abandonar aquilo que é familiar. Às vezes, a inovação está justamente em pegar uma referência que todo brasileiro conhece e apresentá-la dentro de uma experiência contemporânea de cafeteria”, avalia Henning. Cultura brasileira também entra na estratégia Essa combinação entre produto e identificação cultural ganhou outra frente com a campanha “Caramelo Sempre Acompanha”. A iniciativa conecta a linha de produtos de caramelo da Go Coffee ao vira-lata caramelo, figura incorporada à cultura popular brasileira. Segundo informações da empresa, a linha de caramelo é atualmente a mais vendida da rede e representa mais de 9% do faturamento. A campanha também apresentou o Cookie de Caramelo Salgado, produto que havia registrado boa aceitação em testes realizados anteriormente pela marca. “Quando pensamos no conceito da campanha, percebemos que existia uma conexão natural entre aquilo que oferecemos e algo que faz parte do imaginário brasileiro. O caramelo já tinha relevância comercial para a rede, mas queríamos transformar esse dado em uma história com significado. É essa combinação entre produto, comportamento e cultura que torna uma campanha capaz de gerar identificação”, explica Henning. Crescimento com identidade Para sustentar essas diferentes frentes, a Go Coffee mantém parte do desenvolvimento de produtos e processos dentro da própria estrutura. A área de produtos é liderada pelo cofundador Elói Ferreira, e os lançamentos passam por etapas de desenvolvimento e testes antes de chegar à rede. Um dos exemplos é o cookie da marca, que permaneceu cerca de oito meses em desenvolvimento até atingir os parâmetros definidos de sabor, textura, conservação e viabilidade logística. A cadeia de pesquisa, desenvolvimento, produção e controle de qualidade é centralizada em Curitiba e na Região Metropolitana. Segundo Henning, a capacidade de inovar precisa caminhar ao lado da consistência, especialmente em uma operação de franquias com presença nacional. “Quanto mais uma marca cresce, maior é o desafio de continuar reconhecível. Uma collab pode durar alguns meses, um produto pode ser lançado e uma loja pode ter um formato diferente, mas todos esses pontos precisam carregar a mesma identidade. Nosso desafio é continuar criando novidade sem perder aquilo que fez o consumidor reconhecer a Go Coffee desde o início”, afirma. Ao completar oito anos de atuação em 2026, a Go Coffee chega a uma nova fase em que expansão territorial, inovação e construção de marca caminham juntas. A trajetória iniciada em Curitiba mantém como pilares o pioneirismo na adoção de novos formatos de consumo e a relação construída com uma comunidade que acompanhou a expansão da rede pelo país. Para Henning, o próximo ciclo está menos relacionado a simplesmente aumentar o número de pontos de venda e mais à capacidade de ampliar essa presença na rotina das pessoas. “Crescer não é apenas estar em mais endereços. É conseguir ser relevante em mais momentos. Queremos que o consumidor encontre a Go Coffee quando precisa de praticidade, quando quer permanecer em uma cafeteria, quando experimenta uma collab ou até quando prepara o café em casa. É essa presença em diferentes ocasiões, mantendo uma identidade única e uma relação próxima com a nossa comunidade, que queremos continuar construindo”, conclui Henning. SOBRE A GO COFFEE Fundada em 2017, em Curitiba, a Go Coffee se consolidou rapidamente como uma das principais referências nacionais no mercado de cafés especiais. Hoje comercializa mensalmente mais de uma tonelada de café, com grãos colhidos principalmente no Sul de Minas e na Alta Mogiana, importante região produtora do estado de São Paulo. A marca se destaca por um cardápio diverso, que reforça sua proposta de unir praticidade, qualidade e experiência. Para mais informações, acesse o site www.gocoffee.com.br ou o perfil oficial da rede no Instagram: @gocoffeebrasil.
- Caminhada, pilates e palestras: evento em Brasília promove manhã dedicada à saúde
Que tal começar o sábado cuidando do corpo, aprendendo mais sobre saúde e ainda aproveitando um brunch com música ao vivo? É essa a proposta de uma manhã especial que será realizada na Academia D’stak, em Brasília, no dia 3 de outubro. A programação reúne caminhada, aulas de Bike, Pilates Solo e Funcional, além de palestras com especialistas de diferentes áreas da saúde. O evento contará com caminhada no Parque Burle Marx, aula de Bike, Pilates Solo e aula de Funcional. A programação também terá palestras com profissionais convidados, abordando diferentes aspectos relacionados ao cuidado com a saúde. Especialistas participam da programação Entre os convidados estão Wilson Brasil, profissional de Educação Física, proprietário e coordenador técnico da Academia D’stak, responsável pela abertura; o fisiologista Dr. Maurício Nader, que falará sobre a implantação do CAS; o cardiologista Dr. Hober Fasciani, com o tema saúde cardiovascular; e o dentista Dr. Felipe Cândido, que abordará o envelhecimento dental. A proposta do Programa Gênese é reunir movimento e conhecimento em uma mesma programação, aproximando os participantes de profissionais especializados e de diferentes possibilidades relacionadas à atividade física e aos cuidados com a saúde. A partir das 11h, o evento terá brunch e música ao vivo com Nathal de Oliveira. O ingresso custa R$ 20. O Programa Gênese será realizado no mezanino da D’stak Academia, em Brasília, no sábado, 3 de outubro, a partir das 9h. A iniciativa também integra a trajetória da D’stak, que soma 46 anos de atuação na capital federal e tem Wilson Brasil à frente da academia. Sobre a Academia D’Stak Com 46 anos de atuação em Brasília, a Academia D’Stak trabalha com atividades físicas voltadas a diferentes idades e perfis. Entre as modalidades oferecidas estão natação para bebês, crianças e adultos, hidroginástica, musculação, dança, pilates solo, funcional, alongamento e outras atividades coletivas. A academia também desenvolve ações e eventos voltados à integração, ao movimento e à qualidade de vida. Serviço: Programa Gênese – Ecossistema de Atendimento à Saúde Data: 3 de outubro de 2026 (sábado) Horário: a partir das 9h Local: Academia D’stak – SGAN 911, Asa Norte, Brasília/DF Ingresso: R$ 20 Vendas: https://www.sympla.com.br/evento/programa-genese-ecossistema-de-atendimento-a-saude/3593921?share_id=copiarlink Brunch + música ao vivo: a partir das 11h Atração musical: Nathal de Oliveira
- Como idosos podem usar a criação artística para ressignificar o envelhecimento?
Cristina Seixas* No Brasil, segundo a lei, completar 60 anos significa entrar na faixa etária do idoso. Diversas vezes isso acarreta a sensação de entrar em um mundo de incapacidade e de dependência, que pode levar um indivíduo a ter dificuldades com sua saúde mental, especialmente se for uma pessoa focada quase inteiramente no trabalho. A chegada aos 60 anos e a aposentadoria, para muitos, podem soar como um "fim da linha" social. Mas chegar a essa idade não significa perder a capacidade de decidir, de trabalhar ou de ter uma vida ativa. Uma das formas bem significativas para enfrentar esta situação é o desenvolvimento de algum tipo de arte, transformando o possível peso social em um período de autodescoberta, para continuar a ter uma vida cotidiana movimentada. A prática artística propicia e resgata uma nova identidade, ao transformar o idoso em criador, bem como pode combater o isolamento social, ao se dedicar a algum tipo de atividade, como pintar, esculpir, tocar um instrumento ou escrever. Da mesma forma, frequentar oficinas de arte, equipes de teatro ou outras atividades em grupo permitem desenvolver um senso de pertencimento. A sensação de criar algo novo propicia uma sensação de realização, fundamental para o bem-estar emocional. Torna-se uma forma de reinvenção e de valorização pessoal e a maneira de se reconectar consigo mesmo. A arte possibilita uma forma de comunicação que conecta o idoso a novas perspectivas de vida, amplia a possibilidade de ressignificação do fator “idade” versus “capacidade” e rompe, assim, estereótipos que limitam sua autonomia e sua independência. A arte desenvolve a autoestima e a autoconfiança perdidas, porque os idosos encontram novas formas de existir e fugir dos rótulos predeterminados que a sociedade lhe impôs. Cabe aqui citar o filósofo francês Michel Foucault, conhecido por questionar sistemas de exclusão criados pelo Ocidente no início da época Moderna: "Meu papel é mostrar às pessoas que elas são muito mais livres do que pensam ser, que elas têm por verdadeiros, por evidentes, alguns temas que foram fabricados num momento particular da história, e que essa suposta evidência possa ser criticada e destruída". *Cristina Seixas é escritora, jornalista, tradutora, estilista, mestre em Design pela PUC-Rio e autora de "Rabena Karib: jornada entre e o deserto e o mar", “Casa Canadá: a questão da cópia e da interpretação na produção de moda na década de 1950” e “Estética da moda, Styling & Produção”












