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- Dia 2 – No Camarote da Spaten, Rodac comemora 40 anos com show de Matheus Fernandes e celebridades
A sexta-feira, 17 de outubro , foi de celebração e muita música boa para o Deu Bom Brasília . Rodac e Fernanda Regis curtiram a segunda noite da Oktoberfest no Camarote da Spaten , um dos espaços mais disputados do evento. Com open bar, open food e show exclusivo de Matheus Fernandes , a noite foi um verdadeiro espetáculo. E teve um momento inesquecível: na virada da noite, o cantor soltou um animado “Parabéns, Rodrigo” para celebrar os 40 anos de Rodac , que comemorou o aniversário em grande estilo. Durante o evento, o casal ainda encontrou o ex-zagueiro da Seleção Brasileira, Lúcio , conterrâneo de Brasília, que esbanjou simpatia e tirou fotos com o público. “Foi uma noite mágica. Estar aqui, comemorando meus 40 anos nesse clima, é algo que nunca vou esquecer”, contou Rodac. Mais uma noite inesquecível registrada pelo Deu Bom Brasília direto da maior festa alemã das Américas. Serviço 📅 Data: Sexta-feira, 17 de outubro de 2025 📍 Local: Camarote Spaten – Parque Vila Germânica, Blumenau (SC) 🎤 Atração: Show de Matheus Fernandes 🍻 Destaques: Open bar, open food e parabéns especial para Rodac 📲 Vídeos em breve no YouTube: @deubombrasilia
- Rock’n Quadradin – Edição Halloween promete transformar Brasília em uma noite de puro rock e mistério
Brasília vai viver uma das noites mais intensas do ano com a chegada do Rock’n Quadradin, edição Halloween, que acontece no dia 25 de outubro, a partir das 22h, no PlayBowling do Pier 21. A proposta é unir o espírito do Halloween à energia do rock em uma celebração única, repleta de fantasias, cenografia temática e muita música. O evento, exclusivo para maiores de 18 anos, promete uma imersão completa no clima sombrio e vibrante da data. O PlayBowling será totalmente decorado especialmente para a ocasião, criando uma atmosfera mágica que vai do mistério ao rock’n’roll. A trilha sonora da noite fica por conta das bandas Válvula e Heat, além do DJ Flávio Fatboy, que comandará as pick-ups com um set repleto de clássicos e surpresas. Participações especiais e convidados também estão confirmados para tornar a experiência ainda mais memorável. “Pensamos em juntar o melhor do rock junto com o halloween, e então surgiu essa edição mega especial. Esperamos que seja um grande sucesso e que o povo brasiliense possa se divertir muito”, explica Alonso Filho, organizador do evento. Com ingressos limitados, o Rock’n Quadradin – Edição Halloween promete ser uma noite lendária para quem quiser celebrar o Dia das Bruxas ao som do melhor do rock. Os ingressos estão disponíveis no Sympla , com valores sujeitos a alteração sem aviso prévio. O Rock’n Quadradin é mais uma iniciativa do Quadradin, coletivo que vem se consolidando como um dos principais fomentadores da cena musical e cultural independente do Distrito Federal. Depois de edições bem-sucedidas da Violada do Quadradin , o grupo expande sua atuação para diferentes gêneros, mantendo o foco na autenticidade, na qualidade musical e na experiência afetiva com o público. SERVIÇO Rock’n Quadradin Data: 25 de outubro Horário: A partir das 22h Local: PlayBowling do Pier 21 Ingressos: À venda no Sympla Classificação etária: 18 anos
- Martinho da Vila se apresenta no Festival Estilo Brasil em 31 de outubro
O samba vai tomar conta do Festival Estilo Brasil com a presença de um dos maiores nomes da música popular brasileira: Martinho da Vila. No dia 31 de outubro, o cantor e compositor sobe ao palco do Centro de Convenções Ulysses com o espetáculo A Voz do Coração , título de uma das faixas de seu álbum Vai Meu Samba Vai (1991). Longe de assumir um tom nostálgico, o show celebra a vida e a trajetória de Martinho — um artista que segue de bem com o mundo, espalhando alegria, poesia e sabedoria em cada verso. No repertório, sucessos que marcaram gerações, como Canta , Canta Minha Gente , Disritmia , Mulheres e Devagar, Devagarinho , além de pérolas que mostram a força e a diversidade do samba brasileiro. O artista será acompanhado pelos músicos Gabriel de Aquino (violão), Alaan Monteiro (cavaco), João Rafael (baixo), Gabriel Policarpo e Bernardo Aguiar (percussão). No vocal, as filhas Analimar e Alegria se unem ao pai em uma apresentação que promete emocionar o público de Brasília. Os ingressos estão disponíveis no site da Bilheteria Digital, com valores a partir de R$ 59,25 para clientes de cartões BB Visa, que podem parcelar em até seis vezes sem juros. O Festival Estilo Brasil tem o oferecimento do Banco do Brasil Estilo e patrocínio de cartões BB Visa, Banco do Brasil e Governo Federal. A realização é do Metrópoles, com produção da Oh! Artes — um encontro que celebra a riqueza e a diversidade da música brasileira em diálogo com o mundo. Programação: Fagner 24 de outubro Lô Borges, Beto Guedes e Sérgio Hinds Turnê: Esquinas & Canções 25 de outubro Martinho da Vila 31 de outubro Tim Bernardes 8 de novembro Paralamas do Sucesso & Dado Villa Lobos Turnê: Celebrando 40 anos de Clássicos 21 de novembro Caetano Veloso 11 de dezembro Serviço: Festival Estilo Brasil Local: Centro de Convenções Ulysses Data: 31 de outubro (sexta-feira) Horário: 21h30 Ponto de venda: Bilheteria Digital ( https://www.bilheteriadigital.com/estilo-brasil-martinho-da-vila-31-de-outubro ) INGRESSOS: VALOR MEIA ENTRADA* POLTRONA FRONT PREMIUM BANCO DO BRASIL* R$ 299,00 POLTRONA PREMIUM BANCO DO BRASIL R$ 249,00 POLTRONA GOLD* R$ 185,00 POLTRONA VIP* R$ 149,00 POLTRONA ESPECIAL* R$ 99,00 POLTRONA SUPERIOR* R$ 79,90 Sofá (4 lugares)* LOUNGE SOFÁ sofá para 4 pessoas na primeira fila + 1 garrafa destilado a escolha + 4 aguas de coco R$ 2.000,00 *Meia-entrada: estudantes, idosos acima de 60 anos, Pcd, professores da rede pública e funcionários públicos. Clientes dos cartões BB Visa podem parcelar a compra em até 6 vezes sem juros e têm direito a adquirir até três (3) entradas por CPF. Clientes Banco do Brasil têm 15% de desconto sobre o valor dos ingressos para todas as categorias/setores, não cumulativo à meia-entrada ou entrada social, durante o período de venda geral.
- Grupo Santé oferece experiência gastronômica com pratos especiais para o jantar
Para os apaixonados por boa gastronomia que buscam uma experiência única, os restaurantes Santé Lago e Santé 13 são destinos imperdíveis na capital federal. Até o dia 5 de novembro, de terça a quinta-feira, os dois estabelecimentos apresentam sugestões de pratos principais, para o jantar, que prometem encantar a todos os paladares (R$79,90). Localizados em pontos privilegiados da cidade – o Santé Lago, na Orla da Ponte JK e o Santé 13, na 413 norte – as casas oferecem ambientes aconchegantes e convidativos, o cenário ideal para uma noite especial. Os destaques gastronômicos da semana incluem: Terça-feira: a sugestão fica por conta do "Angus Divino" – um suculento vazio de Angus servido com um molho dourado de cebolas, acompanhado de um arroz biro biro crocante. Quarta-feira: surpreenda-se com o "Gnocchi Di Mari" – camarões salteados na manteiga de ervas, combinados com um nhoque de mandioca ao molho de duas mostardas, finalizado com tomatinhos confitados e manjericão fresco. Quinta-feira: encante-se com o "Maison Rouge" – um filé mignon ao molho de três mostardas, harmonizado com um nhoque de beterraba salteado na manteiga de ervas sobre um delicado molho bechamel. Para aprimorar ainda mais essa experiência gastronômica, ambos os restaurantes dispõem de uma carta de vinhos cuidadosamente selecionada, perfeita para harmonizar com os pratos oferecidos. Uma ótima oportunidade para vivenciar momentos inesquecíveis. Santé Lago Setor de clubes Esportivos Sul, Trecho 2 – Orla da Ponte JK Reservas: ( 61) 2099-2460 Terça, quarta e domingo: das 12h às 23h Quinta: 12h à 0h Sexta e sábado: R$12h à 1h Happy Hour: terça a quinta, das 16h às 21h, e de sexta a domingo, das 16h às 20h No Instagram: @santelago Santé 13 CLN 413 Bloco A Loja 40 Reservas: (61) 3037-2132 Terça e quarta-feira: das 12h às 23h Quinta-feira: das 12h à 0h Sexta-feira e sábado: das 12h à 1h Domingo: das 12h às 17h Happy Hour: terça a sábado, das 16h às 20h No Instagram: @sante13
- Brasília sedia o 6º Prêmio Rede Governança Brasil (RGB)
O Prêmio Rede Governança Brasil (RGB) valoriza organizações públicas que se destacam na adoção de práticas de governança essenciais ao desenvolvimento sustentável, à equidade social e à defesa dos direitos humanos. No dia 4 de novembro, Brasília recebe a 6ª edição do prêmio, em cerimônia realizada pela RGB e pelo IGCP, no Estúdio da Confederação Nacional da Indústria (CNI). O evento reúne representantes de organizações participantes, convidados e imprensa. As premiações contemplam órgãos do Executivo, Legislativo, Judiciário, estatais e municípios participantes do Programa Nacional em Governança Pública (PRONAGOV), iniciativa que já capacitou quase 400 municípios, avaliados quanto ao desempenho em governança. A recepção começa às 18h e a revelação dos premiados ocorre às 19h. Consolidado como referência nacional, o Prêmio RGB tem como anfitrião o Embaixador da RGB, Ministro Augusto Nardes, reforçando o compromisso com a tese da governança pública no Brasil, iniciada por ele em 2015, à frente do Tribunal de Contas da União (TCU). Categorias premiadas Em nível federal, duas entidades serão premiadas em cada uma das seguintes categorias: Executivo Federal – Administração Pública Federal Direta, Autárquica e Fundacional; Legislativo Federal, Poder Judiciário e Funções Essenciais à Justiça da União; e Estatais, Sociedades de Economia Mista e Paraestatal. Já, em nível municipal (participantes do PRONAGOV e mentorias da RGB), as premiadas se distribuem por quatro faixas populacionais: Categoria 1 – municípios com mais de 300 mil habitantes; Categoria 2 – entre 100.001 e 300 mil; Categoria 3 – entre 50.001 e 100 mil (cada uma com um município premiado); e Categoria 4 – até 50 mil habitantes (com três municípios premiados). Rigor técnico e transparência Segundo o coordenador da comissão julgadora, Márcio Medeiros, o prêmio é avaliado por um júri plural de sete membros – Conselho de Ética da RGB, CFC, CFA, Fix Governança e Gestão, Instituto Protege, IGCP e dois representantes da Meta5 –, assegurando escrutínio técnico e menor viés. A comissão atua voluntariamente em três etapas (avaliação, revisão e validação colegiada), cabendo ao coordenador harmonizar a metodologia e zelar pela uniformidade das decisões. O regulamento adota referências independentes, como o iESGo/TCU (federal) e o IGM-CFA aliado ao PRONAGOV (municipal), além de checagem de evidências públicas e auditorias, balizadas pelo Decreto 9.203/2017, pelo Referencial Básico de Governança do TCU e pelo Código de Boas Práticas da RGB (edital: www.rgb.org.br/2025-regulamento ). “O diferencial do prêmio é reconhecer evidências concretas que conectem governança a resultados mensuráveis – especialmente em inovação e integridade –, com transparência e sustentabilidade institucional”, afirma Medeiros. Além das categorias tradicionais, o evento mantém o Selo de Excelência em Governança e menções honrosas especiais, com uma novidade esse ano: Comenda “Ministro João Augusto Ribeiro Nardes – Immortels Pro Governatia et Integritate” , honraria fruto da parceria entre a RGB, IGCP e a Associação Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura (ABRASCI), para reconhecer membros da Rede que se destacaram por contribuições relevantes ao fortalecimento da governança no Brasil. Serviço: VI Prêmio Rede Governança Brasil - 2025 Data: 4 de novembro de 2025, terça-feira, às 18h Local: Estúdio da CNI - Confederação Nacional da Indústria, Brasília/DF Mais informações: www.rgb.org.br Realização: Rede Governança Brasil (RGB) e Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público – IGCP. Patrocínio: Confederação Nacional da Indústria (CNI), Instituto Euvaldo Lodi (IEL), Sistema Transporte (CNT, SEST SENAT e ITL) Apoio institucional: Conselho Federal de Contabilidade (CFC), Conselho Federal de Administração (CFA), Fix Governança e Gestão, Portal de Compras Públicas, Plano Consultoria, Instituto Protege, BandNews, Associação Brasileira de Servidores da Carreira de Infraestrutura (Abrasci) e Meta5 Consultoria.
- Italianíssimo celebra o Dia do Macarrão com clássicos e releituras cheias de afeto
No Dia do Macarrão, celebrado em 25 de outubro, o Italianíssimo (412 Norte) convida o público para saborear a verdadeira culinária italiana em versões criativas e cheias de personalidade. À frente da cozinha, o chef Marcello Lopes assina pratos que valorizam o sabor, a textura e a tradição de uma boa pasta feita com afeto. Entre os favoritos da casa, o Spaghetti alla Carbonara (R$80,90) é uma releitura do clássico romano, preparado com creme de grana padano, gema de ovo caipira, guanciale e farofa de bacon crocante. “Queríamos preservar o sabor autêntico, mas trazer um toque brasileiro de cremosidade e crocância”, explica o chef Marcello Lopes. Para os fãs de frutos do mar, o Fettuccine Frutti di Mare (R$97,90) combina camarões, anéis de lula e mexilhões meia concha flambados ao molho napolitano com manjericão fresco em uma explosão de aromas mediterrâneos. “É um prato que celebra o encontro entre o mar e a massa, com ingredientes que falam por si só”, diz o chef. Já o Fettuccine al Filetto (R$88,90) aposta em uma combinação marcante: filé em cubos ao molho de três cogumelos trufado, equilibrando rusticidade e elegância. Outra opção reconfortante é o Fettuccine Bolognese (R$83,90), feito com ragu de carne moída nos moldes da convenção de Bologna, um clássico que nunca sai de moda. “Cada tipo de massa tem uma alma. O spaghetti pede leveza, o fettuccine convida ao molho encorpado, além de todos serem puro conforto. Nosso papel é fazer com que cada prato conte sua própria história”, resume o chef Marcello. SERVIÇO Italianíssimo Endereço:CLN 412 Norte, Bloco B Telefone/Whatsapp: (61) 3964-4442 Horário de Funcionamento: de terça a quinta das 12h às 15h e das 18h30 às 23h / Sexta e Sábado das 12h às 16h e das 18h30 à 0h e domingo das 12h às 16h e das 18h30 às 23h Instagram: @italianissimobsb
- Ópera Macbeth, de Verdi, ganha nova montagem no Theatro Municipal de São Paulo com direção de Elisa Ohtake
O Theatro Municipal de São Paulo apresenta uma nova montagem da ópera Macbeth , de Giuseppe Verdi, com direção cênica e cenografia de Elisa Ohtake e direção musical do maestro Roberto Minczuk . Com libreto de Francesco Maria Piave , baseado na peça homônima de William Shakespeare. As apresentações acontecem na Sala de Espetáculos do Theatro Municipal nos dias 31 de outubro, 01, 08 e 09 de novembro, às 17h e 04, 05 e 07 às 20h. Os ingressos variam entre R$10 e R$210 . A montagem conta ainda com o Coro Lírico Municipal e a Orquestra Sinfônica Municipal , e no elenco, Marigona Qerkezi e Olga Maslova se revezam no papel de Lady Macbeth; Craig Colclough e Douglas Hahn interpretam Macbeth; Savio Sperandio e Andrey Mira dão voz a Banquo; e Giovanni Tristacc i e Enrique Bravo se alternam como Macduff. O figurino é assinado por Gustavo Silvestre e Sônia Gomes , Roberto Alencar e Elisa Ohtake fazem a preparação corporal e o desenho de luz é de Aline Santini . Estreada em 1847 em Florença, Macbeth foi concebida durante um ano árduo na carreira de Verdi, uma fase em que batalhava para se afirmar no cenário lírico italiano. Com libreto de Francesco Maria Piave e acréscimos de Andrea Maffei, a ópera foi bem recebida em sua première, mas desapareceu dos palcos por quase um século, em parte em razão das exigências do papel de Lady Macbeth, considerado um desafio extremo para as sopranos. Inspirada na famosa tragédia de William Shakespeare, a ópera de Verdi narra a ascensão e queda de um dos casais mais sombrios da literatura. Ambientada na Escócia medieval, a história segue Macbeth, um valente e leal guerreiro, que, ao ouvir as profecias das bruxas, se vê seduzido pela ideia de conquistar o trono. Impulsionado pela ambição desmedida e pela manipulação de sua esposa, Lady Macbeth, ele assassina o rei Duncan e assume o poder. Contudo, a culpa e o medo do que virá em seguida corroem a mente de ambos, desencadeando um ciclo de violência, paranoia e tragédia. À medida que Macbeth se aprofunda no caminho da tirania, Lady Macbeth sucumbe à loucura, atormentada pela visão do sangue que não pode limpar de suas mãos. A luta pelo poder se torna uma batalha contra os próprios demônios internos, enquanto Macbeth se vê cercado por forças sobrenaturais e por inimigos cada vez mais próximos. A ópera explora os limites da ambição humana, o preço do poder e a fragilidade da moralidade, tudo embalado pela música de Verdi, cujas passagens de grande intensidade dramática acompanham a descida dos protagonistas ao abismo. Com suas potentes árias e coros, Macbeth é uma obra que mergulha nas profundezas da natureza humana, revelando a tragédia de uma alma corrompida pela ambição e a culpa. Nesta versão, a diretora Elisa Ohtake propõe uma montagem atemporal com uma linguagem contemporânea da obra, em que a ganância, a culpa e o poder assumem contornos visuais e simbólicos marcados pelo excesso e pelo colapso. "Quis trazer um pouco da minha liberdade de direção em teatro contemporâneo para a ópera. Crio o cenário e a direção cênica juntos, difícil para mim pensar os dois separados, portanto, em ambos optei por fazer desdobramentos da qualidade desmedida, da hybris, presente no texto de Shakespeare e em Verdi", afirma a diretora. Com a rapidez das telas, vivemos uma sobreposição de guerras como nunca na história e seguimos anestesiados. Em um contexto de ópera, porém, com códigos muito mais definidos que o teatro contemporâneo, qualquer pequena extravagância tende a ser mais notada e estranhamentos potentes podem ser um pouco maiores, inclusive aqueles acerca da ultraviolência e de nosso torpor atual”, ressalta. "Assim como a ganância violenta dos protagonistas, alguns objetos de cena também operam na desmedida. Por exemplo, Lady Macbeth não só não consegue tirar o sangue das mãos, como o espalha pelas paredes e móveis; o bosque das bruxas é uma área desmatada e as estruturas do castelo, paredes e teto, incluído o céu acima, oprimem os personagens, a ponto deste último cair, evocando David Kopenawa. Em uma espécie de investigação do sublime sombrio em Macbeth, o 'círculo dourado', símbolo da coroa presente no texto de Shakespeare, é primeiramente explorado em suas sombras infinitas e ecos visuais, e somente ao final da ópera ele aparece de fato”. Com sólida trajetória nas artes cênicas, Elisa Ohtake é diretora de teatro e dança, cenógrafa, professora e pesquisadora. Sua obra investiga o esgarçamento dos limites da cena, o diálogo com a performance, a dança e as artes visuais, além de temas como morte, dor, risco e festa. Premiada pela APCA por Tira Meu Fôlego, é mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, com formação em dança, performance e teatro, e vasta experiência como docente na Escola Superior de Artes Célia Helena. Informações principais Roberto Minczuk, direção musical Elisa Ohtake, direção cênica e cenografia Hernán Sánchez Arteaga , regente do Coro Lírico Municipal Aline Santini, design de luz Gustavo Silvestre e Sônia Gomes , figurino Roberto Alencar e Elisa Ohtake , preparação corporal Ronaldo Zero, assistente de direção cênica Lady Macbeth Marigona Merkezi (dias 31, 4 e 8) Olga Maslova (dias 1, 5, 7 e 9) dias 31, 04, 07 e 09 Craig Colclough, Macbeth Savio Sperandio, Banquo Giovanni Tristacci, Macduff dias 01, 05 e 08 Douglas Hahn , Macbeth Andrey Mira, Banquo Enrique Bravo, Macduff Elenco único (todas as datas) Isabella Luchi, Lady-in-waiting Mar Oliveira, Malcolm Julián Lisnichuk, Assassino, Arauto e Criado de Macbeth Rogério Nunes, Médico Alessandro Gismano , 1ª aparição Graziela Sanchez , 2ª aparição Cauê Souza Santos , 3ª aparição Local : Theatro Municipal, Sala de Espetáculos, São Paulo (SP) Datas e horários :31 de outubro de 2025, às 20h1 de novembro de 2025, às 17h4, 5, 7 de novembro, às 20h8 e 9 de novembro, às 17h Duração : Aproximadamente 180 minutos Classificação indicativa : acima de 10 anos Ingressos : de R$ 33,00 a R$ 210,00 (inteira) Acessibilidade : tradução em Libras, acesso para cadeirantes, banheiro acessível Assessoria de imprensa André Santa Rosa - (82) 99329-6928 andre.lima@theatromunicipal.org.br Letícia Santos - (11) 97446-0462 leticia.dossantos@theatromunicipal.org .br SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO O Theatro Municipal de São Paulo é um equipamento da Prefeitura da Cidade de São Paulo ligado à Secretaria Municipal de Cultura e à Fundação Theatro Municipal de São Paulo. O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras). Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo. Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área. Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz. Quem apoia institucionalmente nossos projetos, via Lei de Incentivo à Cultura: Nubank, Bradesco, IGC Partners, Lefosse, Banco Daycoval e Grupo Splice. Pessoas físicas também fortalecem nossas atividades através de doações incentivadas. SOBRE A SUSTENIDOS A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área cultural que já impactou a vida de mais de 2 milhões de pessoas em 25 anos de atuação. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo, do Conservatório de Tatuí e do Musicou, além do projeto especial MOVE e o festival Big Bang. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro. Eleita pelo prêmio Melhores ONGs a Melhor ONG de Cultura em 2018 e uma das 100 Melhores ONGs do Brasil em 2022, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, da Prefeitura Municipal de São Paulo e outras, de empresas e pessoas físicas. As instituições interessadas em investir na Sustenidos podem contribuir por verba livre ou através das Leis de Incentivo à Cultura (Federal e Estadual). Pessoas físicas também podem ajudar de diferentes maneiras. Saiba como contribuir no site da Sustenidos .
- Barbie Run está de volta ao Brasil
Após o sucesso da estreia em 2024, que reuniu mais de 9 mil participantes em São Paulo e no Rio de Janeiro, a Barbie Run retorna ao Brasil em 2025 com ainda mais emoção, novos percursos e uma proposta de celebração para toda a família. Neste ano, o evento ganha mais uma capital e acontecerá também em Belo Horizonte no dia 2 de novembro (domingo), além do Rio de Janeiro em 26 de outubro (sábado) e em São Paulo, no dia 9 de novembro (domingo), com percursos de 3K e 6K pensados para corredores de todas as idades e níveis. As inscrições já estão abertas no site Vegas Sports com kits exclusivos . Inspirada no universo da boneca mais icônica do mundo, a corrida oferece uma experiência cor de rosa leve, divertida e cheia de estilo, unindo movimento, brincadeira e auto expressão. Mais do que uma corrida, a Barbie™ Run é um momento para os fãs se conectarem, celebrarem e criarem memórias afetivas para toda a família. Com expectativa de reunir mais de 15 mil participantes nas três etapas, o evento proporciona uma imersão completa no universo Barbie™, com arenas temáticas, ativações de marca, espaços instagramáveis, estações de fotos, DJs e atrações ao vivo, além de um lounge VIP com experiências exclusivas pós-corrida. Tudo isso em uma estrutura inclusiva e acessível, pensada para acolher corredores de todos os perfis. Todos os participantes recebem um kit oficial com camiseta da Barbie™ Run , número de peito e medalha. Também estarão disponíveis kits premium, que oferecem benefícios adicionais tanto na retirada quanto no dia da prova. Corra com Barbie. Corra com estilo. #BarbieRun2025 Sobre Barbie® Barbie foi criada em 1959 pela americana Ruth Handler, co-fundadora da Mattel, que percebeu que sua filha Bárbara, ou Barbie, como era apelidada, gostava de brincar com bonecas de papel que trocavam de roupa. Até então, todas as bonecas tinham aparência de bebês e a de papel era uma das únicas que tinha a feição mais próxima da de uma adolescente. Quando lançada, a boneca foi definida como a “modelo teenager vestida na última moda”. Hoje, a Barbie é reconhecida como uma das marcas mais fortes de todos os tempos e um ícone fashion mundial. Como toda diva, a partir dos anos 90 estilistas famosos como Christian Dior, Chanel, Versace, Givenchy, Carolina Herrera, Donna Karan, Giorgio Armani e Alexandre Herchcovitch a vestiram em várias ocasiões. Clássicos do cinema, teatro e TV também ganharam bonecas Barbie caracterizadas com seus personagens mais famosos, entre eles: Romeu e Julieta, O Mágico de Oz e Star Trek, além de musas como: Marilyn Monroe, Audrey Hepburn, Elizabeth Taylor, Vivien Leigh e Grace Kelly. Por mais de cinco décadas a boneca tem inspirado garotas de todas as idades a sonhar, “viajar” e descobrir que, brincando, elas podem ser o que quiserem. O estilo de vida da boneca, que já virou personalidade, sempre fez com que ela fosse popular entre crianças e adultos. Em 60 anos, ela já teve mais de 200 profissões, todas retratando aspectos da cultura e da sociedade de suas épocas. Alguns exemplos emblemáticos são: Barbie astronauta (1965); Barbie médica cirurgiã (1973); Barbie presidente dos EUA (1992). Clique aqui para mais informações. Sobre a Vega Sports A Vega Sports é uma holding de negócios esportivos que atua em quatro frentes estratégicas para promover o esporte: organização de eventos, marketing esportivo & experiência, gestão de atletas e administração de clubes de futebol. A marca é responsável pela produção de eventos como a São Silvestre, ASICS Golden Run, Ayrton Senna Racing Day, entre outros. Fundada em 2019, a holding tem como missão profissionalizar a gestão esportiva no Brasil, consolidando-se como referência no setor de esportes na América Latina. Entre seus clientes estão marcas como ASICS, Senna, Speedo, Ambev, Centauro, Decathlon, Mattel, Gatorade, Flamengo, São Paulo, Bradesco, Caixa e Stanley.
- Brasília na passarela do SPFW: Barreto estreia collab com Apartamento 03
A passarela do São Paulo Fashion Week N60 tornou-se um espaço de homenagem ao poder simbólico do primeiro palhaço negro do Brasil, Benjamim de Oliveira. O desfile de colaboração entre a Barreto e o Apartamento 03, marca dirigida pelo estilista Luiz Cláudio, teve como ponto de partida o universo circense e resultou no encontro do lúdico com o coletivo. Muito além do conceito, a parceria representa uma verdadeira fusão de estéticas — distintas, mas guiadas pela mesma intenção: dar forma à emoção. Inspirados por símbolos de imaginação, comunidade e arte em movimento, a Barreto e o Apartamento 03 encontraram uma linguagem comum: a sensibilidade do feito à mão e a busca pelo essencial. “Quando o Luiz me contou sobre o tema, entendi que o sapato não seria um coadjuvante, mas um elemento fundamental da narrativa. O circo, com toda sua força simbólica, pede presença — e o calçado é justamente o que ancora essa presença”, conta Tainah Barreto, fundadora e diretora criativa da marca de sapatos brasiliense. Durante um ano, trabalharam a quatro mãos no desenvolvimento das peças que nasceram do diálogo entre o olhar plástico e teatral do Apartamento 03 e a precisão artesanal e o conforto autêntico da Barreto. O resultado? Quatro modelos que se destacam pelo primor nos materiais, nas ideias e nos detalhes. São eles: • Mocassim de Cadarço em Flat Verniz Show, em preto e nude (também em versão plataforma); • Sandália em Cetim Marrom com Salto Cilíndrico, marcada por costuras que remetem ao losango; • Mule Peep Toe, em verniz preto, nude e metalizado. Tainah explica que a estética circense se revela de maneira sutil por meio de formas geométricas, especialmente o losango, símbolo recorrente do universo do picadeiro. Em cada peça, o elemento aparece sob uma nova interpretação, sempre evidenciado pela costura minuciosa que confere um toque lúdico sem abrir mão do DNA atemporal da Barreto. “Esta é, sem dúvidas, a nossa coleção mais ousada. Cruzamos a linha minimalista e bebemos da fonte de inspiração do próprio tema que rege o desfile, somando traços mais disruptivos. No entanto, a nossa assinatura se mantém intacta. Por isso, o gradiente de cores é mais enxuto, os saltos têm alturas confortáveis e as matérias-primas escolhidas são primorosas não apenas no visual, mas também no acabamento e na durabilidade”, define. Assim como o circo transforma o cotidiano em espetáculo, esta coleção foi criada para despertar encantamento com os pés firmes no chão. Carrega o lúdico como linguagem, o artesanal como essência e o conforto como manifesto permanente. Sobre a Barreto A Barreto nasceu em 2021, fundada por Tainah Barreto, com o propósito de desacelerar o ritmo da moda e propor uma nova forma de consumir: mais consciente, durável e livre de excessos. Cada criação é pensada para atravessar o tempo, unindo design autoral, produção nacional e matérias-primas de qualidade superior. O resultado são calçados que equilibram elegância, conforto e identidade — peças que se tornam parte das histórias de quem as usa. Mais do que uma marca de sapatos, a Barreto é uma expressão de estilo de vida. Acredita que o verdadeiro luxo está na singularidade e na beleza do essencial, traduzida na conexão entre quem cria e quem calça. Com loja física no Lago Sul, em Brasília, e e-commerce que atende todo o país, a marca reafirma seu compromisso de oferecer mais do que produtos: entregar presença, memória e autenticidade em cada par.
- Banda feminina exalta Chiquinha Gonzaga em montagem na Sala Martins Pena
Faz tempo que Marlene Souza Lima desejava homenagear a compositora Chiquinha Gonzaga. Guitarrista, violonista, arranjadora e referência do jazz brasileiro, ela transformou esse desejo no espetáculo Chiquinha Gonzaga Entre Tempos – Um Encontro Musical , que estreia na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro, em sessões nos dias 24 (16h e 20h) e 25 (18h e 20h) de outubro. Com roteiro do dramaturgo Sergio Maggio, o espetáculo revisita a trajetória da compositora que desafiou padrões em pleno Século 19, libertou-se das amarras do seu tempo e abriu caminhos para gerações de artistas. “Se quando iniciei meus estudos musicais não era comum ver uma mulher instrumentista de música popular, imagine na época de Chiquinha?”, indaga Marlene. “Sua história nos mostra, a todas mulheres musicistas, que podemos estar à frente de nossa vida, fazendo o que gostamos”. Quando o desejo de homenagear Chiquinha Gonzaga ganhou força, o primeiro impulso foi fazer arranjos com a concepção original, mantendo acentos e estilos musicais da época. “Porém, Chiquinha Gonzaga era uma mulher adepta da modernidade. Então pensei em colocar o repertório da maestrina em arranjos e estilos musicais os quais o Brasil já passou. Do samba canção ao rock Brasil”, conta Marlene. O resultado é um espetáculo que reúne arranjos ousados e interpretações que transitam entre jazz, blues, black music, choro, funk e samba. Os clássicos Lua Branca e Ó Abre Alas ganham novas leituras, executadas por mulheres instrumentistas: Diana Mota na flauta e saxes, Luísa Toller nos teclados e voz, Paula Zimbres no baixo, Luciana de Oliveira na bateria e Marlene Souza na guitarra e violão, além dos arranjos. Os atores Ana Elisa Santana e Jones Abreu Schneider interpretam, respectivamente, Chiquinha Gonzaga e Palhares Ribeiro, libretista que eternizou os primeiros passos da compositora no teatro, em 1885. Entre partituras e memórias, Chiquinha Gonzaga surge em cena, até ser transportada para o presente, onde é recebida pelas instrumentistas. Nesse diálogo entre 1885 e 2025, as duas artistas trocam experiências, descobrem uma linhagem comum e transformam o palco em espaço de celebração, fusão e liberdade. A dramaturgia resgata um episódio marcante da história de Chiquinha: ao reger uma orquestra e estrear como compositora de teatro, ela inspirou um jornalista a criar um novo termo — “maestra” — até então inexistente na língua portuguesa. “Antes dela, não havia sequer uma palavra para nomear uma mulher no comando da regência. Essa passagem se torna símbolo da revolução que Chiquinha provocou, não apenas na música, mas também na linguagem e na cultura”, destaca Sergio Maggio. Nas palavras do dramaturgo, Entre Tempos é um convite para atravessar o tempo e sentir como o legado de Chiquinha Gonzaga continua a pulsar, reinventando-se em cada acorde dessas talentosas mulheres. PROJETO EDUCATIVO Antes de chegar ao palco da Sala Martins Pena, um dos mais tradicionais de Brasília, a música e a história de Chiquinha Gonzaga foram apresentadas em escolas da Rede Pública do Distrito Federal. Por meio da aula-espetáculo “A Evolução da Música de Chiquinha Gonzaga e suas Contribuições para a Música Brasileira”, Marlene Souza Lima e a pianista Luísa Toller, ao lado do roteirista Sergio Maggio e do ator Jones Abreu Schneider, percorreram instituições de ensino em Samambaia, Ceilândia, Taguatinga, Santa Maria e Guará, promovendo um encontro interativo entre história, arte e educação musical. As atividades nas escolas apresentaram a vida e a obra de Chiquinha de forma lúdica e inspiradora, aproximando novas gerações de seu legado. O projeto também ofereceu material didático para professores e professoras, incentivando a continuidade da discussão em sala de aula. O projeto foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF). FICHA TÉCNICA Concepção, arranjos, direção musical: Marlene Souza Lima. Musicistas: Diana Mota (flauta e saxes), Luísa Toller (teclados e voz), Paula Zimbres (baixo), Luciana de Oliveira (bateria) e Marlene Souza (guitarra e violão). Dramaturgia e direção de cena: Sérgio Maggio . Intérpretes: Ana Elisa Santana e Jones oo.Schneider Figurino e cenário : Jones Schneider. Som (montagem e operação): Alan Pinho. Iluminação: Lemar Rezende. Operação e montagem luz : Pablo Rodrigues de Freiras Roadie: David Lima Medeiros. Assessoria de imprensa : Alethea Muniz. Maquiadora : Sthela de Souza Lima. Coordenação pedagógica : Carol Petitinga. SERVIÇOChiquinha Gonzaga Entre Tempos – Um encontro musical Sexta-feira, dia 24 de outubro, às 16h (com libras e audiodescrição) e 20h Sábado, dia 25, às 18h (com libras) e 20h Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Claudio SantoroEntrada gratuita mediante retirada de ingressos pelo Sympla. Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF.
- 5 Documentários Celebram o Mês da Consciência Negra no SescTV
Em novembro, mês em que o país reforça o compromisso com a memória e as lutas do povo negro, o SescTV apresenta uma programação de documentários que atravessam oceanos, terreiros e vozes. São histórias que cantam o invisível e o ancestral, que reconstroem as trajetórias de Dorival Caymmi, Luiz Melodia e Mateus Aleluia, e que afirmam a presença das mulheres negras e das tradições afro-brasileiras no imaginário e na cultura do país.A programação começa em 1/11, sábado , com Dorivando Saravá, O Preto Que Virou Mar (2023), de Henrique Dantas. O filme costura fragmentos da vida e da obra de Dorival Caymmi , revelando o compositor baiano não apenas como cronista do mar, mas como quem traduziu em canção a profundidade das águas de sua ancestralidade. Gilberto Gil, Tom Zé, Mateus Aleluia e Tiganá Santana ajudam a refazer esse desenho, no qual Caymmi aparece como mediador entre o espiritual e o tangível, entre o batuque do terreiro e a brisa da praia. Há no documentário um movimento de retorno, o mar de Caymmi é também o mar negro, oceano de travessias e memórias.Na sexta seguinte, 7/11 , em Todas as Melodias (2019), Marcos Abujamra traça o retrato íntimo e contraditório de Luiz Melodia , artista que fez da música uma forma de resistência. A infância no Morro de São Carlos, a descoberta precoce do violão, a consagração com Pérola Negra e as parcerias com Waly Salomão, Zezé Motta e Jards Macalé compõem uma narrativa que pulsa como soul, samba e poesia. No filme, a câmera, delicada e atenta, revela não apenas o brilho, mas também a dor do artista. O racismo sofrido ao longo da vida é lembrado pela companheira Jane Reis, que compartilha relatos de exclusão e silenciamento, dando voz a uma memória de resistência.O ciclo segue na sexta, 14/11 , com Corpos Invisíveis (2022), de Quézia Lopes, obra que transforma em presença o que por séculos se tentou apagar. Onze mulheres negras, de diferentes idades e trajetórias, falam e performam sobre o que é ser mulher negra no Brasil, entre afetos, maternidades, ancestralidades e violências. Suas falas, mais que depoimentos, são atos de afirmação e cura. O longa, que recebeu menção honrosa no 16º LABRFF – Los Angeles Brazilian Film Festival, convoca o público a olhar para além do espelho: cada corpo filmado é uma fronteira rompida, uma memória reescrita.No sábado, 22/11 , o olhar se volta para a Bahia profunda em Terreiros de Candomblé de Cachoeira e São Félix (2023), de Ceicça Boaventura. O documentário percorre os dez terreiros patrimonializados do Recôncavo Baiano, berço de resistência e fé. Entre cantos, rezas e relatos de mães e pais de santo, o filme reconstrói a genealogia do Candomblé, religião que sobreviveu à perseguição colonial e policial para reinventar o sagrado em território brasileiro. Cada casa, cada orixá, é um arquivo vivo de liberdade. A abertura, com o poema Orixá , de Jorge Portugal, anuncia o que virá: um canto coletivo por dignidade, paz e axé. Fechando a programação, em 29/11 , Aleluia – O Canto Infinito do Tincoã (2020), de Tenille Bezerra, acompanha Mateus Aleluia entre Cachoeira e Luanda, entre o visível e o espiritual. O músico, que foi um dos fundadores do grupo Os Tincoãs, reflete sobre tempo, criação e transcendência. Sua fala é feita de pausas, como se cada silêncio fosse também música. “A arte é um sopro”, diz ele. O filme parece se moldar a essa respiração. Ao acompanhar o processo de composição de seu segundo disco, o documentário revela um artista que canta o mundo não para entendê-lo, mas para mantê-lo vivo. Entre mares, morros e terreiros, o SescTV convida o público a celebrar a potência da cultura negra brasileira. Cada filme é um gesto de memória e um chamado à escuta — porque há histórias que o país ainda precisa aprender a ouvir. Os documentários vão ao ar às sextas e aos sábados, às 22h30 , e ficam disponíveis também sob demanda em sesctv.org.br , no app e na plataforma Sesc Digital . SERVIÇO – SESCTV PROGRAMAÇÃO ESPECIAL – CONSCIÊNCIA NEGRA 2025 Assista em sesctv.org.br/noar Dorivando Saravá, o preto que virou mar Dir. Henrique Dantas | Brasil | 2023 | 70 min | Livre01/11, sábado, 22h Todas as Melodias Dir. Marcos Abujamra | Brasil | 2019 | 90 min | Livre09/11, sexta, 22h30 Corpos Invisíveis Dir. Quézia Lopes | Brasil | 2022 | 70 min | 12 anos16/11, sexta, 22h30 Terreiros de Candomblé de Cachoeira e São Félix Dir. Ceicça Boaventura | Brasil | 2023 | 75 min | Livre23/11, sexta, 22h30 Aleluia – O Canto Infinito do Tincoã Dir. Tenille Bezerra | Brasil | 2020 | 85 min | Livre29/11, sábado, 22h Sob demanda Quando: a partir de 1 de novembro de 2025 Assista em sesctv.org.br e sesc.digital Baixe gratuitamente o app Sesc Digital , disponível na App Store e Google Play . Para sintonizar o SescTV: Consulte sua operadora Assista também online em sesctv.org .br Siga o SescTV nas redes @sesctv SOBRE O SESCTV O SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua programação é constituída por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com variadas expressões da música e da dança contemporânea. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira em conexão com temas universais. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras linguagens artísticas também estão presentes na programação.
- Música, dança, poesia e performances ocupam São Sebastião
O Sarau Orgulho em Verso ocupa com arte a cidade de São Sebastião neste sábado (25 de outubro). Com música, dança, poesia e performances, a programação começa às 14h, no Vanguarda Shows e Eventos, com entrada gratuita. O sarau integra o projeto Distrito Criativo, uma parceria do Distrito Drag com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). A programação conta com os DJs Johnn, Lala Lisboa, Montenegro e Junior K; shows de Amanda Alves e Show Sakaninha; dança com a Casa Dy Luxuria; e poesia ao pôr do sol com Benedita Poesia, Prince e Nativa na Voz. As performances de drag queens animam a noite com as artistas Gabrielly Ganash, Day Mahara, Avellaskis, Madison Parker, Orianna, Vanilla Jezz, Vou Quebrar Tudo e Cookie B. A apresentação será conduzida pela drag queen Pikineia. A ideia do Sarau Orgulho em Verso nasceu da necessidade de levar arte, representatividade e diversidade à comunidade de São Sebastião, segundo a organizadora da atração, a drag queen e produtora cultural Dona de Brasília. “Estamos em um movimento que incentiva o protagonismo de quem vive e produz cultura na periferia, mostrando que aqui também tem arte potente e de qualidade. Quando se investe na base, a cultura floresce”, afirma. A articulação para levar diversidade cultural para além do Plano Piloto é um dos propósitos do Distrito Criativo, iniciativa que completa um ano de atividades e abraça o sarau como uma de suas metas. “Temos muitos artistas, muita cultura pulsando e muita gente ávida para consumir arte em todas as regiões do DF. É muito bonito ver essa movimentação acontecer”, destaca Ruth Venceremos, uma das diretoras do Distrito Drag. Para a produtora Dona de Brasília, iniciativas como essa “enaltecem o trabalho de artistas locais, promovem financeiramente quem trabalha com cultura e fomentam o cenário de arte independente”. SERVIÇO Sarau Orgulho em Verso 25 de outubro, a partir das 14h Vanguarda Shows e Eventos (Rua 01, Q-07, Residencial do Bosque, São Sebastião) Entrada gratuita













