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  • Última semana para visitar Sob os Pés do Mundo no Museu Nacional de Brasília

    A exposição Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília entra em sua última semana. A mostra segue aberta ao público até o dia 7 de setembro, na Galeria 2 do Museu Nacional de Brasília, integrando a programação do Festival Mês da Fotografia (FMF). Para marcar essa reta final, em 5 de setembro, a exposição receberá a visita de estudantes do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) — 20 alunos no turno matutino, incluindo um cadeirante, e 12 crianças no período vespertino, sendo quatro cadeirantes. Transformando vivências urbanas de pessoas com deficiência visual em obras acessíveis, a exposição, que conta com produção executiva de Carol Peres , apresenta 17 obras táteis criadas a partir das texturas das calçadas e das sensações despertadas por percursos rotineiros. Com títulos em Braille, audiodescrição, letras ampliadas e paisagens sonoras, o visitante é convidado a experimentar a cidade de uma forma diferente — olhando com as mãos, fechando os olhos para escutar os ambientes e permitindo-se vivenciar o espaço urbano de outro modo. Idealizado pelo artista visual e sociólogo Flavio Marzadro , o projeto Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social nasceu de um processo artístico profundamente colaborativo. Oficinas sensoriais e vivências urbanas em diferentes regiões do Distrito Federal reuniram pessoas cegas e com baixa visão como coautoras das obras, ao lado do idealizador. Juntos, transformaram o toque em linguagem e a memória em matéria-prima, moldando trajetos cotidianos em arte. As oficinas aconteceram no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais e na Biblioteca Braille Dorina Nowill. Mais do que momentos de formação, esses encontros se tornaram um verdadeiro laboratório coletivo de criação e escuta. As vivências urbanas foram realizadas na Asa Sul, Asa Norte, Planaltina e Sobradinho, com percursos sugeridos por quatro participantes: Gilfrank Pimentel , Manoel de Jesus Vieira , Aparecida Machado e Sheila Guimarães . Esses trajetos, registrados em áudio, vídeo e georreferenciamento, deram origem a moldes que contam histórias. Ao todo, são 17 quadros táteis de diferentes dimensões — entre eles, um painel de 130x90 cm — que retratam lugares percorridos e sentidos durante o projeto. Detalhe: as obras de arte estão disponíveis para o toque de todos os visitantes, num convite direto à empatia e à experimentação sensorial. A experiência propõe uma escuta tátil, um olhar com as mãos e uma redescoberta da cidade por meio do corpo. Mais do que uma mostra, é um gesto poético e político em defesa de espaços inclusivos e compartilhados. A exposição também se apresenta como um convite à reflexão sobre a forma e a usabilidade das cidades: a quem elas se destinam, como são projetadas e que corpos de fato acolhem. Ao trazer o urbanismo para o centro da discussão, a mostra questiona as lógicas excludentes que marcam o espaço urbano e sugere outras maneiras de imaginar e viver a cidade. Visitas especiais Além da mostra, a programação incluiu vivências especialmente voltadas à comunidade com deficiência visual. Em 5 de agosto, na abertura oficial, um vernissage acessível reuniu participantes das oficinas e frequentadores da Biblioteca Braille de Taguatinga em uma celebração íntima que contou com apoio logístico para garantir o acesso de todos. Já no dia 9 de agosto, a ação “Troca-Troca”, conduzida pela Cia Teatro no Escuro, convidou o público a experimentar a inversão de papéis entre pessoas cegas e videntes, em uma caminhada coletiva dentro e fora do museu. No mesmo dia, duas oficinas realizadas na sede da Sociedade Bíblica do Brasil ampliaram os espaços de escuta e criação, reforçando a proposta de empatia e participação ativa que permeia todo o projeto. Para fechar, em 5 de setembro, a exposição receberá a visita de 20 alunos do CEEDV nos turnos matutino e vespertino.     Sobre o projeto Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Social é o desdobramento mais recente da pesquisa de Flavio Marzadro, que há mais de uma década investiga as relações entre arte, cidade, corpo e inclusão. Combinando oficinas sensoriais, registros georreferenciados e técnicas inovadoras de decalque em silicone, o projeto questiona quem pode produzir arte e a partir de quais territórios. A iniciativa nasceu em diálogo com pessoas cegas e de baixa visão do Distrito Federal, que atuaram como protagonistas ao compartilhar memórias e escolher os caminhos a serem moldados. Assim, calçadas, afetos e gestos cotidianos se transformam em matéria artística, rompendo hierarquias estéticas que historicamente excluíram experiências e corpos da cena cultural dominante. O projeto também dialoga com experiências anteriores de Marzadro, como Borboletando – Arte Inclusiva, Arte do Amor , realizado em parceria com Geusa Joseph , que mobilizou centenas de pessoas com deficiência na criação de uma escultura coletiva em cerâmica exibida no Museu de Arte de Brasília. Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o projeto conta com o apoio institucional do Museu Nacional da República, do CEEDV e da Biblioteca Braille Dorina Nowill.   Sobre o Festival Mês da Fotografia O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, idealizado por Juliana Peres, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental, o FMF conta ainda com as mostras “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais, propondo novas formas de escuta e percepção visual.     Serviço: Exposição Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília Data: de 05/08 a 07/09 Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h Horário: das 14 às 16h Local: Galeria 2 - Térreo do Museu da República Entrada Franca

  • YOUNITE encerra primeira turnê no Brasil após apresentações em sete cidades

    Formado por Eunho, Steve, Eunsang, Hyungseok, Woono, DEY, Kyungmun e Sion, o grupo de K-Pop YOUNITE, da Brand New Music, acaba de encerrar sua primeira turnê no Brasil. A série de apresentações organizada Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) passou pelas cidades de São Paulo, Curitiba, Piracicaba, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia e Brasília, reunindo um público estimado de mais de 35 mil pessoas.   Ao longo da turnê, que durou de 16 a 31 de agosto, o YOUNITE participou de festivais locais, realizou shows solo e manteve contato próximo com o público brasileiro. Entre os destaques do repertório esteve a primeira performance de “BOMBA” , single com foco no mercado sul-americano, lançado dias antes do grupo chegar ao Brasil. O grupo também apresentou faixas já conhecidas como “Rock Steady” , “GEEKIN” e “WATERFALL” . A passagem pelo Brasil incluiu ainda entrevistas a veículos de comunicação, colaborações com influenciadores digitais e o recebimento de uma placa de agradecimento da Prefeitura de Piracicaba, no grupo na cidade. Essas ações reforçam o papel do YOUNITE como representantes da conexão cultural entre Coreia e América do Sul.   Em comunicado, o grupo destacou a importância da experiência: “Antes de tudo, foi uma honra poder realizar esta turnê no Brasil. Começamos cheios de expectativa e recebemos ainda mais energia do que imaginávamos; será uma lembrança muito especial. É emocionante e gratificante saber que existem fãs que nos apoiam mesmo estando tão longe. O amor e a energia que recebemos no Brasil serão o combustível para seguirmos ainda mais fortes nas próximas atividades. Esperamos nos encontrar novamente em breve, com uma nova oportunidade.”   Desde a estreia em abril de 2022, o YOUNITE tem expandido sua atuação com atividades na Coreia e no exterior. A turnê brasileira marca um novo passo em sua trajetória de internacionalização, ampliando a presença do grupo junto ao público global.

  • É neste sábado! Brasília recebe primeira qualificatória do Red Bull BC One 2025

    Está dada a largada! O Red Bull BC One 2025 , maior campeonato 1x1 de breaking do mundo, começa pelo coração do país: no dia 6 de setembro, a Galeria dos Estados – Asa Sul  recebe a City Cypher Brasília , primeira qualificatória do ano. A etapa é gratuita e sujeito à lotação   O evento será palco para b-boys e b-girls mostrarem mais do que técnica: aqui, identidade, resistência e autenticidade definem o vencedor. E Brasília também terá um motivo especial para comemorar nesta temporada: Maia , b-girl brasiliense, que já fez história no Red Bull BC One sendo campeã da Final Nacional em 2022 e a primeira brasileira convidada para disputar o título mundial em 2023, já está confirmada para competir na Final Nacional do Red Bull BC One 2025, em São Paulo, representando a força do breaking do Distrito Federal.   Para definir os campeões da Cypher Brasília, o júri será formado por referências da cena: Mixa , Fabgir l e  Migaz .   Os campeões da Cypher Brasília avançam na jornada até a Final Nacional , que acontece em outubro, em São Paulo. A decisão vai definir quem será o representante brasileiro na Final Mundial , marcada para acontecer em Tóquio , um dos palcos mais icônicos do breaking no mundo.   SERVIÇO City Cypher Brasília Data:  6 de setembro de 2025 Local: Galeria dos Estados - Asa Sul, Brasília - DF Horário:  À partir das 10h Latam Prelims Data:  4 de outubro Local:  Parque da Juventude – Carandiru (SP) Horário:  À partir das 09h City Cypher SP Data:  04 de outubro Local:  Parque da Juventude – Carandiru (SP) Horário:  À partir das 10h Cypher LATAM Data:  5 de outubro de 2025 Local: Circo do Parque da Juventude – Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana, São Paulo – SP Horáro:  À partir das 13h Final Nacional Data:  5 de outubro de 2025 Local:  Circo do Parque da Juventude – Av. Cruzeiro do Sul, 2630 – Santana, São Paulo – SP Horário:  À partir das 18h Inscrições e informações:   www.redbull.com/br-pt/events/red-bull-bc-one-brasil-2025   Informações para imprensa Ágora | redbull@agora.site     Sobre o Red Bull BC One O campeonato mundial de breaking Red Bull BC One é a maior e mais prestigiada competição de breaking 1x1 do mundo. Todos os anos, milhares de breakers competem por uma chance de representar seus países na Final Mundial do Red Bull BC One. 16 B-Boys e 16 B-Girls chegam até a última etapa do Red Bull BC One. Com 17 Finais Mundiais sediadas nas principais cidades do mundo desde 2004, o Red Bull BC One tem mais de 50 eventos de qualificação e programas (cyphers e camps) em mais de 30 países.

  • Paula Lima traz a Brasília tributo à Rita Lee: “Soul Lee”, para a abertura do Festival Mistura Geral

    A cantora  Paula Lima  sobe ao palco do  Teatro dos Bancários  na  sexta-feira, 5 de setembro , para uma apresentação especial na abertura da  4ª edição do Festival Mistura Geral . Ela apresenta o aclamado espetáculo  “Soul Lee” , seu tributo pessoal e vibrante a  Rita Lee , com arranjos que transitam pelo soul, funk e black ‘n’ roll, dando nova roupagem a clássicos atemporais da artista.   A noite de abertura do festival, da qual Paula Lima é atração principal, será aberta pela percussionista e compositora  Ane Êoketu , cuja trajetória nasce nas rodas de capoeira de Sergipe. Radicada em São Sebastião (DF), ela fundiu ancestralidade e ativismo em seu álbum autoral, destacando-se em projetos que combatem desigualdades.   O  Mistura Geral  celebra a diversidade cultural brasileira através de eixos como ancestralidade, Amazônia e protagonismo feminino, com curadoria que equilibra grandes nomes nacionais e talentos emergentes. O festival é uma iniciativa do  Instituto Transforma  com apoio do  Governo do Distrito Federal  e, além da noite de abertura, terá em sua programação artistas como a cantora amapaense  Emília Monteiro  e o paraense  Saulo Duarte  (sábado, 6/9), e  Layla Jorge  e a lendária  Virgínia Rodrigues  (domingo, 7/9).   No repertório de “Soul Lee”, Paula Lima – que já dividiu o palco com a própria Rita Lee – passeia por hits como “Mutante”, “Ovelha Negra”, “Agora Só Falta Você”, “Doce Vampiro” e “Mania de Você”, além dos singles que já lançou em suas plataformas, como “Baila Comigo” e “Desculpe o Auê”. A apresentação é dirigida pela própria cantora, que está acompanhada de uma banda com guitarra, bateria, teclado e baixo.   “Rita Lee já era empoderada antes mesmo de entendermos o significado da palavra. Sempre foi uma inspiração, uma figura surpreendente, livre e genial, à frente do seu tempo”, afirma Paula. “A atmosfera do show traz a Rita que habita em mim. Uma mistura da sua poesia com a minha identidade sonora particular”.   Com mais de duas décadas de carreira e reverberação internacional, Paula Lima já foi indicada ao Grammy Latino, gravou quatro álbuns e o DVD “Sambachic”, e hoje também preside a UBC (União Brasileira de Compositores). Seu tributo a Rita Lee, o “Soul Lee”, já lotou teatros por todo o país e foi destaque até no Grammy Latino 2022, no Acoustic Sessions.   Serviço: Show “Soul Lee” – Paula Lima canta Rita Lee no Festival Mistura Geral   Data:  5 de setembro de 2025 (sexta-feira) -  Noite de abertura do festival Horário:  a partir das 19h (com show de Ane Êoketu, seguido por Paula Lima) Local:  Teatro dos Bancários (EQS 314/315 - Asa Sul)   Programação completa do Festival Mistura Geral: Sexta (5/9):  Ane Êoketu + Paula Lima Sábado (6/9):  Emília Monteiro + Saulo Duarte Domingo (7/9):  Layla Jorge + Virgínia Rodrigues   Entrada:  gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível Retirada de ingressos:   https://www.sympla.com.br/evento/mistura-geral/3096287 Todos os dias:  A partir das 19h Acessibilidade:  Intérprete de Libras em todos os shows   Mais informações: Material de imprensa do festival:  https://bit.ly/MisturaGeralMusica2025

  • Festival Andanças Urgentes chega a Sobradinho com samba e charme

    No dia 06 de setembro, sábado, acontece o segundo evento do festival Andanças Urgentes, na praça da quadra 03 de Sobradinho. O festival, que passou em agosto pelo Plano Piloto, traz uma programação com DJ Set, oficina de dança charme, oficina de samba de gafieira e a apresentação do grupo Samba Urgente. E também conta em sua programação com feira de arte, foodtrucks, cenografia feita com materiais reciclados e um espaço de descanso. Além dos eventos, o projeto traz oficinas formativas de produção e comunicação de eventos, entre agosto e outubro, realizadas nas escolas de ensino fundamental e médio, e no Espaço Céu (ponto de cultura), localizadas nas regiões de Sobradinho e Sobradinho II. O projeto visa promover o movimento do Samba e Charme, através da integração de gerações por meio dos encontros e movimentação cultural em espaços públicos, como também celebrar as raízes do samba e a energia da black music. O Andanças Urgentes é realizado pelo Instituto No Setor (organização que promove projetos para geração de renda, valorização da economia criativa, ações de arte e culturar e o fortalecimento de iniciativas sociais). Pensado e produzido pelo renomado grupo Samba Urgente juntamente com o Coletivo Andanças, que é a união de agentes culturais e sociais e empreendedores da região de Sobradinho e que atuam também na cultura do charme e do samba do DF.   Confira a programação: 13h – DJ Cley2 (RJ) e DJ Fraktal 14h30 – Samba Urgente com as convidadas RoseMaria e Cecy Wenceslau 16h30 – Oficina de samba de gafieira com Guiga Nery 17h30 - Oficina de charme com Yago Beirão e Cristiano Guedes (RJ) 18h30 – DJ Cley2 (RJ) e DJ Fraktal   Feira de arte e gastronomia durante todo o evento. Cenografia e espaço de descanso feitos com materiais reciclados. Acompanhem as novidades nas redes sociais do projeto:  https://www.instagram.com/andancasurgentes/ Serviço Andanças Urgentes Data: Sábado, 06 de setembro de 2025 Local: Praça da quadra 03, conjunto E – Sobradinho/DF Horário: 13h às 20h Entrada gratuita Classificação livre

  • Brasília Kart Series retorna ao Paranoá para a 6ª etapa do campeonato

    A temporada 2025 do Brasília Kart Series continua a todo vapor e chega à sua 6ª etapa entre os dias 5 e 7 de setembro, novamente no circuito montado no Paranoá. Desde janeiro, o campeonato tem percorrido diferentes regiões do Distrito Federal com corridas oficiais, kart rental, simuladores e experiências gratuitas para o público.   Com entrada franca, a programação reúne pilotos do Mirim ao Sênior nas categorias 2T e F400, além de oferecer ao público a chance de pilotar na mesma pista dos profissionais por meio do kart rental. O espaço contará com estrutura coberta, praça de alimentação, atrações interativas e simuladores de corrida. A proposta é aproximar o automobilismo de todas as idades, promovendo lazer, formação de talentos e acessibilidade ao esporte.   Idealizado pela Federação de Automobilismo do Distrito Federal (FADF), com apoio da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e da Secretaria de Esporte e Lazer do DF, o BKS vai até dezembro com etapas mensais, sempre em diferentes localidades do DF. As inscrições para competidores podem ser feitas até o meio-dia do dia anterior à etapa pelo site brasiliakartseries.com.br . Já o kart rental, aberto ao público, será realizado no local, com baterias a partir de R$ 80.   Programação – 6ª etapa | Paranoá Sexta-feira (05/09) • 7h às 23h – Treinos oficiais dos pilotos   Sábado (06/09) • 7h às 18h – Tomadas de tempo, provas oficiais e premiação• 19h às 22h – Campeonato de kart rental   Domingo (07/09) • 13h às 23h – Kart rental aberto ao público   Serviço:Brasília Kart Series – 6ª etapaData: 05 a 07 de setembro de 2025 Local: Brasília Kart - Paranoá– DF250, KM 7,5 Entrada gratuita Inscrições: brasiliakartseries.com .br Reservas Kart rental: (61) 99866-9200 Informações: @brasiliakartseries | WhatsApp: (61) 98124-4474

  • Luis Felipe Gama homenageia Brasília com o show “HORIZONTE INTEIRO” nesta sexta-feira no Clube do Choro

    Prepare-se para uma noite especial de música e homenagem à nossa querida Brasília! Nesta sexta-feira, dia 05 de setembro, às 20 horas, o renomado pianista internacional Luis Felipe Gama sobe ao palco do Clube do Choro para apresentar seu mais novo show, “ Horizonte Inteiro”, uma espécie de ode à cidade. O artista, que é admirado por emblemáticos integrantes da MPB como Ney Matogrosso, Chico Buarque e Milton Nascimento, chega a Brasília com um projeto que celebra a capital federal através de composições inéditas e emocionantes. O destaque fica por conta do single “ Horizonte Perdido” , lançado recentemente e disponível nas plataformas digitais, uma bela homenagem à nossa cidade. Além disso, o show conta com participações especiais de nomes importantes , como Zé Luiz Mazziotti , um dos grandes ìcones da música brasileira, conhecido por suas composições gravadas por artistas como Gal Costa, Nana Caymmi e João Donato, e pelo seu talento ao violão e voz. A noite também terá a participação do inovador e eclético músico Juliano Juba , além de contar com o acompanhamento dos músicos Rodrigo Salgado (contrabaixo) e Caio Fonseca (bateria). O repertório promete ser dinâmico, versátil e impactante, mesclando canções consagradas e conhecidas pelo público tais como “Caçador de Mim”, “As Rosas não falam”, “Retrato em Branco e Preto”, “Cotidiano” entre outras, com novas composições em parceria com talentosos e relevantes artistas da cena contemporânea  convidados para abrilhantar a noite como é o caso de Ana Lélia, Márcia Tauil, Taís Guerino e Daniel Baker , que também é coautor de “ Horizonte Inteiro”. Luís Felipe Gama traz uma trajetória marcada por reconhecimento internacional e por obras que remetem à linhagem de compositores como Villa-Lobos, Tom Jobim, Edu Lobo e Francis Hime. Sua parceria com Guinga, “O silêncio de Iara”, foi elogiada por Chico Buarque como “a canção do século”, sendo que o mesmo declarou à Folha de São Paulo que foi essa obra que o fez voltar a fazer música. Com canções interpretadas por Milton Nascimento, Ney Matogrosso e Dominguinhos, Gama já se apresentou em diversos países, levando sua música a Cuba, França, Alemanha, Japão e muitos outros lugares. Não perca essa oportunidade de prestigiar um artista que transforma sua paixão pela música em uma homenagem vibrante à Brasília valorizando novos talentos.  Venha celebrar a arte, a cultura e a nossa cidade neste evento imperdível no Clube do Choro! SERVIÇO: SHOW HORIZONTE PERDIDO LUIS FELIPE GAMA PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS: ZÉ LUIZ MAZZIOTTI ANA LÉLIA MÁRCIA TAUIL DANIEL BAKER TAÍS GUERINO JULIANO JUBA BANDA: CAIO FONSECA - BATERIA RODRIGO SALGADO- BAIXO CLUBE DO CHORO SEXTA FEIRA, 05 DE SETEMBRO PRODUÇÃO: TITA LYRA -(061) 99984 8445 INGRESSOS NA BILHETERIA DIGITAL: https://www.bilheteriadigital.com/luis-felipe-gama-em-horizonte-inteiro-05-de-setembro

  • Exposição Cartas à Tereza é prorrogada e integra programação da marcha Caminhos para Exu em Brasília

    A exposição Cartas à Tereza – Máquinas de Escrever e Arte Afro-Brasileira, em cartaz na Galeria da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), foi prorrogada até 15 de setembro. O sucesso de público e a intensa movimentação cultural registrada desde sua abertura, em julho, motivaram a decisão. A ampliação do período de visitação coincide com a realização da marcha Caminhos para Exu, marcada para o feriado de 7 de setembro, a partir das 13h, na W3 Sul. Neste dia, a Biblioteca Demonstrativa abrirá excepcionalmente para receber visitantes do cortejo, oferecendo uma experiência completa de arte, fé e cultura, com visita guiada à mostra. Caminhos para Exu: fé, cultura e celebração O encontro celebra a ancestralidade e a força simbólica de Exu, em ato aberto a todas as pessoas, independentemente de credo ou religião. A concentração será na Praça das Avós (506 Sul), com samba de roda conduzido pelo projeto Makumbá, de Kika Ribeiro. Em seguida, o cortejo seguirá até a Biblioteca Demonstrativa, onde ocorrerá uma oferenda coletiva em homenagem a Exu, pedindo prosperidade, autonomia e independência. A programação contará ainda com a presença de Mãe Francys de Oyá e com a batida do grupo percussivo feminino Batalá Brasília. A organização solicita que cada participante leve 1kg de alimento não perecível, a ser destinado a instituições beneficentes. “Apoiar ações como a marcha Caminhos para Exu é imprescindível para que nossa sociedade seja realmente diversa e inclusiva. Somos um país laico e assim devem ser os aparelhos culturais públicos, para todos”, ressalta a coordenadora da BDB Cultural, Marina Mara.  Homenagem a Tereza de Benguela Inaugurada em 25 de julho, a exposição Cartas à Tereza homenageia Tereza de Benguela, líder quilombola e símbolo da resistência negra no Brasil. A mostra reúne 25 máquinas de escrever antigas, cada uma dedicada a uma mulher negra de destaque na história. O público é convidado a compor trechos de uma carta coletiva em homenagem a Tereza e a todas as mulheres negras. O conteúdo final será publicado no site da Fundação Cultural Palmares. Além das máquinas, a exposição apresenta painéis informativos, livros raros, objetos de acervo da Fundação Palmares e composições artísticas que reforçam a importância da memória afro-brasileira. Sobre a programação cultural da BDB A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023, celebrado entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil. Fundada em 1970 e localizada em Brasília, Distrito Federal, essa instituição tem caráter público federal. Com a missão de ser uma biblioteca experimental que promove novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, buscando sempre estar na vanguarda. Além disso, ela desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à leitura, na formação de novos leitores, na promoção da literatura brasileira e na contribuição para o aprimoramento dos profissionais que atuam em todo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. Serviço Exposição Cartas à Tereza – Máquinas de Escrever e Arte Afro-Brasileira Visitação: até 15 de setembro de 2025 Horário: segunda a sexta, das 8h às 18h | Abertura excepcional no feriado de 7 de setembro Local: Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles – BDB (EQS 506/507, W3 Sul – Brasília) Entrada gratuita

  • Nove espetáculos premiados na segunda semana do Cenas Contemporâneas

    A celebração dos 30 anos do CENA CONTEMPORÂNEA – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BRASÍLIA continua até o dia 07 de setembro, trazendo um elenco de espetáculos consagrados. Graças ao patrocínio exclusivo da Petrobras, o festival está realizando uma edição memorável, que tem lotado os teatros de Brasília. Os palcos do CENA têm sido atravessados por questões que refletem o cenário atual de um mundo em convulsão. Espetáculos abordam temas como desigualdade social, preconceito racial e de gênero, e muitas vezes buscam pistas para um futuro mais acolhedor. Também há espaço para saudar a língua portuguesa que nos configura como nação, chamar atenção para a desigualdade social (que também nos configura), rir de si mesmo e dos absurdos da sociedade, voltar aos mitos gregos para tocar em assuntos eternos e falar do isolamento pessoal causado pela vida nas metrópoles. Um festival de teatro para abrir mentes e corações, alimentar e provocar reflexão. Isso torna as pessoas melhores. O CENA CONTEMPORÂNEA tem direção geral de Guilherme Reis. O festival é apresentado pela Petrobras, com realização do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e conta com o apoio cultural da CAIXA.   SINOPSES (por ordem de data de apresentação)   01 e 02/09, 20h Espaço Multicultural Casa dos Quatro VALVARIUS, A FRAUDE Teatro Caleidoscópio (DF) Nova montagem do coletivo Caleidoscópio, inspirada no teatro do absurdo. É uma aventura non-sense, repleta de ambiguidades e inconveniências, em que os personagens simulam identidades falsas e travam relações absurdas. A peça escrita pelo espanhol Rafael Sánchez Montojo convida o espectador a conhecer o filósofo Jaroslaw, anfitrião de uma casa que não parece sua e que recebe convidados para um suposto aniversário que não parece seu. Mas sua mãe bebeu toda a vodka da casa e controla, a chacoalhadas, o árbitro, que não apita nada. Uma advogada é chamada para resolver um suposto caso de adultério. Dois peregrinos parecem saídos de um shopping. Será Shiva a figura esculpida no cadeado? A única coisa certa – parece – é o amigo Manuek. “É isso, embora não seja”, diz Emil, um acidente naquela casa. TEATRO CALEIDOSCÓPIO – Projeto independente de pesquisa teatral fundado, desenvolvido e dirigido pelo ator e diretor André Amahro, que toma emprestadas as dinâmicas do caleidoscópio para orientar o trabalho do ator e da encenação. Nasceu em 1994, como projeto de extensão da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em Brasília, dando origem ao chamado Coletivo Caleidoscópio . O projeto rendeu frutos: um teatro de bolso, três livros publicados, 25 espetáculos encenados, prêmios e indicações em festivais e o Prêmio Brasília 60 anos, conferido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. FICHA TÉCNICA Criação Coletiva : Teatro Caleidoscópio Dramaturgia : Rafael Sánchez Montojo Direção Geral : André Amahro  Elenco : André Amahro, Elias Santos, Fabiana Tenório, Flavia Neiva, Raquel Aló, Sandra Regina e Vanessa Di Farias Iluminação : Claudio Lago Produção : Grupo Caleidoscópio Direção de Arte : Claudio Lago e André Amahro Trilha Sonora Original e Direção Musical : Elias Santos DURAÇÃO: 80 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos     01, 02 e 03/09, 20h30 Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) RESIDÊNCIA PETROBRAS - VOO LIVRE HISTÓRIA companhia brasileira de teatro (PR) Apresentação do resultado da residência desenvolvida durante o Cena Contemporânea pelos artistas e produtores Márcio Abreu, Cássia Damasceno, Felipe Storino, Key Sawao, Nadja Naira e José Maria e com artistas previamente selecionados, durante 11 dias de encontros presenciais e 80 horas de trabalho, debruçados sobre o tema HISTÓRIA e as possíveis relações entre história íntima e história coletiva. A atividade é ligada à plataforma de criação artística VOO LIVRE, articulada pelo diretor Márcio Abreu, da companhia brasileira de teatro, para ressignificar processos criativos e propor novas perguntas sobre como seguir fazendo arte no mundo de hoje. A primeira ação da VOO LIVRE ocorreu em 2023, a partir de três movimentos: Arte, Tempo e Futuros , gerando, cada um deles, obras criadas em interlocução com o público. No ano passado, a partir do livro O Oráculo da Noite , do escritor e neurocientista Sidarta Ribeiro, criou-se VOO LIVRE (Sonho Manifesto) . Agora, a ideia é refletir sobre como cada pessoa, individualmente, pode interferir na grande História e como ela determina diversos aspectos das nossas próprias vidas. A primeira etapa da plataforma VOO LIVRE: HISTÓRIA aconteceu recentemente em Paris. A residência  Voo Livre - História  é realizada pela companhia brasileira de teatro com patrocínio da Petrobras por meio da Lei Rouanet e Ministério da Cultura do Governo Federal. Parceria com o Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília. FICHA TÉCNICA: Direção: Márcio Abreu Cocriação : Cássia Damasceno, Felipe Storino, Key Sawao, Nadja Naira e José Maria Colaboração e consultoria teórica: Maud Chirio CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos Entrada Franca     02/09, 17h e 20h CAIXA Cultural CLAUSTROFOBIA Rogério Corrêa, César Augusto e Márcio Vito (RJ) O cotidiano de um prédio empresarial de uma metrópole do Brasil espelhado em três monólogos entrelaçados: um ascensorista migrante nordestino, uma executiva ambiciosa e um porteiro que sonha em ser policial, todos interpretados pelo mesmo ator. Com texto de Rogério Corrêa, a peça discute questões atuais como a vida dos migrantes econômicos, a posição da mulher no desigual mercado de trabalho, a falta de perspectivas, a questão da mobilidade social na sociedade brasileira e, sobretudo, a alienação urbana das grandes cidades e as relações entre seus habitantes, cada vez menos pessoal e mais desumana. Indicado ao Prêmio Shell Atuação (Márcio Vito) e vencedor na categoria Cenografia (Beli Araújo e Cesar Augusto), está indicado ao Prêmio APTR nas categorias Atuação, Direção e Iluminação. Rogério Corrêa – Roteirista pela Universidade Goldsmiths, em Londres, com seu trabalho de escritor e produtor, cria uma ponte entre o Brasil e o Reino Unido. Possui dois prêmios Player Playwrights e foi finalista duas vezes do Prêmio Brasil em Cena. César Augusto - Integra a Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor e, eventualmente, cenógrafo há 35 anos e mantém, há 15 anos, com seus parceiros, a Sede da Cia Dos Atores, onde atua como diretor artístico. Dirige o TEMPO_FESTIVAL há 10 anos. Márcio Vito – Ator premiado no cinema, por filmes como No Meu Lugar , de Eduardo Valente, e 5X Favela , e com larga experiência na televisão. No teatro, atuou e coescreveu as peças Antes que tudo acabe , dirigida por Renato Rocha, e o que eu gostaria de dizer , com a companhia brasileira de teatro, sob direção de Marcio Abreu. Destacam-se ainda atuações na peça Incêndios , com Marieta Severo, dirigida por Aderbal Freire Filho, e em Two Roses for Richard III , coprodução da BufoMecânica com a Royal Shakespeare Company. FICHA TÉCNICA Direção Artística, Ambientação Cenográfica e Figurino: Cesar Augusto Dramaturgia: Rogério Corrêa Elenco: Márcio Vito Assistente de direção: João Gofman Desenho de Luz: Adriana Ortiz Preparação Corporal: Andrea Maciel Ambientação Cenográfica e Figurino: Beli Araújo Direção Musical e Trilha Sonora: André Poyart Produção: Malu Costa DURAÇÃO: 60 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos     02 e 03/09, 20h30 Sala Martins Penna (TNCS) O CÉU DA LÍNGUA Gregório Duvivier (RJ) Comédia poética que estreou em Lisboa no contexto das comemorações pelos 500 anos de nascimento de Luís de Camões e que, segundo o autor/ator fica “na esquina do poema com a piada”. Apontada pela crítica Suzana Verde, do jornal português Observador, como “uma ode à língua portuguesa e ao poder da palavra”, a peça ressalta a presença quase invisível da poesia no cotidiano. Apaixonado por poesia, Gregório Duvivier ressalta, com humor, as qualidades do objeto de seu encanto, provando que a poesia não tem nada de hermética e que tropeçamos nela diariamente. No espetáculo, um monólogo no qual tem a companhia da irmã Theodora Duvivier, nas projeções, e o músico Pedro Aune, na ambientação musical, Gregório comenta as reformas ortográficas, a ressurreição de palavras esquecidas, analisa outras inventadas e repetidas à exaustão (como “atravessamento” e “disruptivo”) e revela a poesia presente em expressões como “céu da boca” e “pisando em ovos”. Para o artista, foi a língua que nos pariu como povo e como humanidade. GREGORIO DUVIVIER  – Um dos mais conhecidos nomes do humor no Brasil, é ator, roteirista, escritor e poeta, com trajetória reconhecida no cinema, teatro e televisão brasileiros. Um dos fundadores do célebre canal Porta dos Fundos, do YouTube, é formado em Letras pela PUC – Rio de Janeiro. Apaixonado por poesia, lançou, em 2008, seu primeiro livro do gênero, A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora . Seguiram-se  Ligue os pontos - Poemas de amor e Big Bang,   Put Some Farofa, Tudo Que Faço Quando Não Sei O Que Fazer e Sonetos de amor e sacanagem. Em 2023, estreou na literatura infantil com  João Pestana e com Em Busca do Famoso Peixarinho. Assinou coluna semanal na  Folha de S. Paulo e manteve, de 2017 a 2024, o programa de sátira política Greg News , exibido pela HBO. FICHA TÉCNICA Interpretação e Texto : Gregorio Duvivier Direção e Dramaturgia : Luciana Paes Assistência de Direção e projeções : Theodora Duvivier Direção Musical e Execução da Trilha : Pedro Aune Cenografia : Dina Salem Levy Figurino : Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente Iluminação : Ana Luzia de Simoni Técnico de Iluminação : Lelê Siqueira Técnico de Som e Microfonista : Dugg Mont Diretor de Palco : Reynaldo Thomaz Visagismo : Vanessa Andrea Produção Executiva : Lucas Lentini Direção de Produção : Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha Produção : Pad Rok DURAÇÃO: 85 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos     02 e 03/09, 19h Sala Multiuso (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) OVELHA DOLLY Micheli Santini (DF) Espetáculo que transforma a história da primeira mamífera clonada em uma comédia provocativa. A protagonista, uma Ovelha, é uma sub-subcelebridade, “Quase Artista” e uma “coach” às avessas – ácida e bufona – que compartilha sua trajetória única. Dolly narra suas vivências e reflexões sobre ser diferente em um mundo onde a conformidade é a norma. Indomesticável, a ovelha desafia seu destino como animal de sacrifício e questiona seu lugar nos rebanhos. À beira do abate final, no paredão de fuzilamento, Dolly enfrenta a morte rebelando-se, bufando, refletindo, insultando, exigindo o posicionamento dos presentes e convocando à desobediência. MICHELI SANTINI - Atriz e pesquisadora cultural, formada pela Universidade de Brasília e com mais de 20 anos de experiência, é integrante e fundadora do Teatro do Concreto, com o qual desenvolve pesquisas sobre processos colaborativos, performance e atuação no espaço urbano. Integrou o CPT - Centro de Pesquisa Teatral do Sesc SP, participou de trabalhos no audiovisual, conquistou prêmios de atuação e desenvolve pesquisas e cursos na área de palhaçaria e atuação. FERNANDO DE CARVALHO - Dramaturgo, diretor e bufão de teatro, realizou mais de 20 obras teatrais encenadas em São Paulo, Brasília, Salvador, Manaus, Rio de Janeiro, Lisboa e Cabo Verde. É integrante fundador do Grupo Liquidificador e dirigiu, juntamente com Zé Celso, a peça “ FAUSTO ”, no Sesc Pinheiros/SP (2022), com quem também traduziu o texto “ Heliogábalo ”, de Antonin Artaud, publicado pela editora n-1. FICHA TÉCNICA Direção e Texto : Fernando de Carvalho. Atuação : Micheli Santini Direção de Movimento : Gisele Rodrigues Figurino e Maquiagem : Yasmin Daltrozo Consultoria de Cenário e Figurino : Marley Oliveira Trilha Sonora Original : Ricardo de Alcântara Vídeos : Lux Delfino Iluminação : Higor Filipe Direção técnica : Daniel Lacourt DURAÇÃO: 50 minutos CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos     05 e 06/09, 20h30 Sala Martins Penna (TNCS) A FORÇA DA ÁGUA Pavilhão da Magnólia (CE) Até quando aceitaremos o discurso da seca como fatalidade? Com dramaturgia e direção de Henrique Fontes, a peça traça o caminho historiográfico da seca no Ceará. Desde as promessas feitas por Dom Pedro, passando pelo genocídio nos campos de concentração e no Caldeirão até o tempo presente quando descobrimos que a água não é um direito constitucional. Na linha do teatro documental e de forma bem-humorada, trata de fatos apagados da história do Brasil em torno da indústria da seca. Os relatos e documentos denunciam aquilo que nos impede de ter acesso à água potável e de qualidade. Até quando? Quando deixaremos nossas águas transbordarem? PAVILHÃO DA MAGNÓLIA - Com 20 anos de trajetória, o grupo investe em diversificados caminhos de criação, em diálogo com diferentes criadores da cena e uma atenção a experimentações de linguagens que ampliem os limites do que se compreende como teatro para adultos e para as infâncias. Seu repertório inclui 18 espetáculos, apresentados em mais de 80 cidades e participação em importantes festivais e mostras de teatro e arte do país. FICHA TÉCNICA Elenco : Denise Costa, Eliel Carvalho, Jota Junior Santos, Nelson Albuquerque e Silvianne Lima Dramaturgia e Direção : Henrique Fontes Pesquisadora-colaboradora : Cydney Sergman Direção de Movimento : Ana Claudia Viana Oficina Rasaboxes : Julia Sarmento Desenho de Luz : Wallace Rios Operação de Luz : Jão Rios Cenografia : Rodrigo Frota Adereços : Beeethoven Cavalcante Figurino : Ruth Aragão Sonoplastia : Ayrton Pessoa Bob e Eliel Carvalho Preparação Vocal : Thiago Nunes Ilustrações : Raisa Christina Designer Gráfico : Carol Veras Fotos: Luiz Alves // Sérgio Lima Foto Projetada e Edição de Vídeo (Deepfake): Allan Diniz Produção Executiva : Som e Fúria Produções Coordenação de Produção : Jota Jr. Santos e Silvianne Lima DURAÇÃO: 70 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS     05 e 06/09, 20h Espaço Multicultural Casa dos Quatro UM LAPSO DE OURO E VINHO Os Áuspices – James Fensterseifer (DF) Primeira encenação de um dos textos mitopoéticos do diretor e dramaturgo, James Fensterseifer, autor de O labirinto sem fio de Dédalo (2021), Mitos menosprezados Vol. 1 (2022) e Mitos menosprezados Vol. 2 (2023), que trazem à tona histórias mitológicas pouco conhecidas. Nas florestas da Arcádia, o sátiro Sileno, tutor de Dioniso, se recolhe para descansar e é capturado por soldados que o levam até o Rei Midas. Ao não responder a um questionamento de Midas, o sátiro é encarcerado. Mas Dioniso sente falta do tutor e cancela qualquer festa até que encontrem seu amigo. Na prisão, Sileno é reconhecido pelo carcereiro que o salva revelando ao Rei Midas a proximidade do sátiro com o deus Dioniso. Interessado numa recompensa, Midas devolve o sátiro ao deus do vinho que lhe concede um desejo. Midas escolhe o dom de transformar em ouro tudo que toque. Com a volta de Sileno, os festejos recomeçam na Arcádia. JAMES FENSTERSEIFER - Iluminador, diretor teatral e dramaturgo. De 2000 a 2020, foi diretor e dramaturgo da Cia. Brasilienses de Teatro, transmutando clássicos para os palcos, como:  O barão nas árvores, O cavaleiro inexistente  e  O visconde partido ao meio , de Ítalo Calvino;  Uma criatura dócil , de Fiódor Dostoiévski;  A hora da estrela , de Clarice Lispector;  Macbeth ,  Otelo e Conto de inverno, de Shakespeare;   Medeia, a neta do sol , de Eurípides, entre outros. A partir de 2022, passa a dirigir óperas com a Cia. de Cantores Líricos de Brasília, nas montagens de  Carmem  (2022), de Bizet, e  Fosca  (2023), de Carlos Gomes. Ainda em 2022, publica o livro Cia. Brasilienses de Teatro 20 anos – um histórico memorável .  FICHA TÉCNICA : Texto e encenação (direção, iluminação, figurino, maquiagem e cenografia) : James Fensterseifer Elenco : Bárbara Lima, Daniel Landim, Denis Camargo, Hugo Leonardo e Iury Persan Arranjo musical: Daniel Landim Fotografias: Adla Marques Produção: Os Áuspices DURAÇÃO: 60 minutos CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos     05 e 06/09, 20h30 Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) A BAILARINA FANTASMA Plataforma - Estúdio de Produção Cultural (SP) Peça-instalação criada a partir da icônica e polêmica escultura A Bailarina de 14 Anos, do pintor e escultor francês Edgar Degas (1834-1917), em fricção com os relatos autobiográficos da bailarina brasileira Verônica Santos. Com encenação e instalação cênica de Wagner Antônio e dramaturgia de Dione Carlos, o espetáculo revela um corpo fraturado por violências físicas e simbólicas e também por tentativas de apagamento da visibilidade de uma bailarina clássica negra. A montagem propõe uma espacialidade imersiva e tece uma articulação simbólica e material entre bronze, cera e carne. Expondo os abismos entre imagem e história, a performer e a dramaturga ritualizam de forma íntima, diante do público, um plano de vingança subjetivo e poético contra o colonialismo. Vencedor do XII Prêmio Estadual Denilto Gomes de Dança 2024 (Cooperativa Paulista de Dança) na categoria “Melhor Espetáculo de Dança de 2024”. Plataforma – Estúdio de Produção Cultural - Tem como propósito a criação, produção e difusão de projetos de diversidade e libertação sociocultural em suas dimensões artísticas, simbólicas e cidadãs. Também realiza cursos, curadorias e orienta produções e artistas para o desenvolvimento de projetos em dança e teatro. Verônica Santos é bailarina, intérprete, coreógrafa e arte-educadora. Seus trabalhos consistem em uma ampla pesquisa e discussão sobre o corpo negro feminino. Idealização: Fernando Gimenes, Plataforma – Estúdio de Produção Cultural Encenação e instalação cênica : Wagner Antônio Atuação : Verônica Santos Dramaturgia : Dione Carlos Pianista: Natália Nery Voz em off: Dione Carlos Diretora Assistente : Isabel Wolfenson Mediação Artística-Psicanalítica : Rafael Costa Pianista e compositora : Natália Nery Equipe técnica performativa : Laysla Loyse, Lucas JP Santos, Guilherme Zomer Coordenação técnica : Laysla Loyse Desenho de som : Guilherme Zomer Direção de Produção : Fernando Gimenes Assistente de produção: Bruno Ribeiro Fotografias : Helton Nóbrega, Noelia Nájera Social Media : Jorge Ferreira DURAÇÃO: 75 minutos CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos     06 e 07/09, 19h Sala Multiuso (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) MES HORIZONS | A COLUNA QUEBRADA | CHENN Cie Demka, Le Coin de La Danse e Compagnie Chriki'z (Guiana/França) O Centro Nacional de Desenvolvimento Coreográfico (CDCN) Touka Danses, da Guiana Francesa, traz ao Brasil, no âmbito da Temporada França-Brasil 2025, três coreografias de artistas apoiados pela instituição, apresentadas em sequência em um único programa. O Touka Danses é a primeira entidade ultramarina vinculada à rede nacional francesa de CDCN’s. As coreografias, por ordem de apresentação, são as seguintes: MES HORIZONS – Primeiro trabalho da Cie Demka. A coreógrafa e intérprete Gladys Demba decidiu refletir sobre sua própria identidade para falar da identidade de seu país. A obra parte das diferentes paisagens da Guiana para questionar: o que sou eu como guianense? Como me posiciono na sociedade em relação à forte cultura que a Guiana possui? O que moldou a dança que me caracteriza hoje? CIE DEMKA - Fundada em 2018 por Gladys Demba, é uma companhia de dança contemporânea que busca ser eclética. Este nome remete à identidade da criadora e à sua cultura através do simbolismo do KA, um tambor tradicional da Guiana Francesa, que permanece como fonte de poder rítmico e possui uma forma de espiritualidade na conexão entre o corpo e a intensidade do som. Intérprete dançarina: Shaona Legrande Técnico de luz e sonoplastia: Sam Moffat Direção artística e coreografia: Gladys Demba DURAÇÃO: 15 min   A COLUNA QUEBRADA – Título de uma das pinturas criadas por Frida Kahlo em 1944 e que integra o espetáculo Frida Danse, criado pela coreógrafa Jussandra Sobreira. Aqui, ela permanece apegada ao seu corpo dolorido, que a aprisionou por muito tempo. Ela supera a vida apesar de reconhecer sua fragilidade. A coluna se rompe em uma explosão final de brilho artístico. Vibrante, porém solitária, ela testemunha a força do corpo e da mente. LE COIN DE LA DANSE – Criada por Jussandra Sobreira, bailarina e coreógrafa brasileira radicada há mais de uma década na Guiana Francesa. Jussandra participa de projetos como "Opérapprentis" da Opera de Paris. Ela também criou peças como "Frida Danse" em 2018, "La valse de Camille" em 2022 e "Les amants" em 2023, inspirando-se nos artistas visuais Frida Kahlo, Camille Claudel e René Magritte. Direção, coreografia e interpretação: Jussandra Sobreira DURAÇÃO: 10 min   CHENN - Chenn (ou corrente), um laço que tanto une como confina. Há a sombra de um passado colonial, que questiona esta geração sobre como construir sua identidade dentro de uma história que não é tão distante, mas que, para alguns, parece distante da sua. Os dançarinos, num espaço definido por bolas brancas, veem sua dança assumir histórias do passado, do presente, desejos de liberdade e de quebrar barreiras. As bolas se tornam objetos de raiva e chaves para o apaziguamento. Chenn é ambivalência. COMPAGNIE CHRIKI'Z - Fundada em 2011, na cidade de La Rochelle/França, a companhia realiza um trabalho criativo contemporâneo que explora os gestos do hip-hop. Os coreógrafos e diretores Amine Boussa e Jeanne Azoulay desenvolvem uma linguagem que mescla a tradição dos gestos do hip-hop com movimentos contemporâneos. No palco, os performers personificam um equilíbrio entre controle e desapego, brincando com os códigos do break dance, hip-hop e krump. Intérpretes dançarinos: Yoghan “Hope” Tacita e Francis “Madak” Saint-Albin Assistência de coreografia: Laurent Pareti Direção artística e coreografia: Amine Boussa DURAÇÃO: 30 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos     07/09, 17h Sala Martins Penna (TNCS) OGROLETO Pavilhão da Magnólia (CE) Uma criança descobre que não é igual às outras e tem que aprender a aceitar e a lidar com essa diferença, com a dificuldade de adaptação, o sentimento de inadequação e a frustração que envolvem esta descoberta. Ser aceito pelos demais parece não ser fácil. Nessa árdua tarefa, ele conta com a ajuda da sua mãe. A peça da autora canadense Suzanne Lebeau trata de temas presentes na infância, como medos, dúvidas e diferenças. Com mais de 35 anos de experiência de escrita para crianças, a atriz e escritora Suzanne tornou-se uma das vozes mais importantes da arte dramática para o público jovem no mundo, tendo recebido as principais honrarias do universo da cultura no Canadá. Em mais de 25 obras originais para teatro, muitas delas traduzidas para diversos idiomas, ela tem sido capaz de empurrar os limites do que se pode dizer às crianças. PAVILHÃO DA MAGNÓLIA - Com 20 anos de trajetória, o grupo investe em diversificados caminhos de criação, em diálogo com diferentes criadores da cena e uma atenção a experimentações de linguagens que ampliem os limites do que se compreende como teatro para adultos e para as infâncias. Seu repertório inclui 18 espetáculos, apresentados em mais de 80 cidades e participação em importantes festivais e mostras de teatro e arte do país. FICHA TÉCNICA Texto : Suzanne Lebeau Tradução : Jorge Bastos Direção : Miguel Vellinho Elenco : Nelson Albuquerque e Silvianne Lima Músico : Eliel Carvalho Sonoplastia : Airton Bob Pessoa Figurinos : Yuri Yamamoto Caracterização : MR Retrô Iluminação : Wallace Rios Cenografia : Carlos Alberto Nunes Produção : Som e Fúria Produções Parceria : TIC, PRODECOM, Grupo Expressões Humanas, Cia Prisma de Artes e Grupo Bagaceira DURAÇÃO: 60 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: A PARTIR DE 7 ANOS   CELEBRAÇÃO 30 ANOS DO CENA   04/09, 19h-22h, entrada franca Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) COM ORQUESTRA ALADA TROVÃO DA MATA - Grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF) Uma enfeitada procissão que utiliza a linguagem cênica (dança, teatro, batuque, canto) para levar ao público o universo fantástico das sagradas figuras do Mito do Calango Voador (misteriosamente escrito por Tico Magalhaes), brincado e manifestado pelo Grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro. Com uma batida singular, o Samba Pisado, a Orquestra Alada encarna a velha tradição dos cortejos de rua, para trazer ao mundo as fabulosas figuras de nosso encantado cerrado. A Orquestra Alada Trovão da Mata surgiu em 2013 para celebrar a sagrada figura do Calango Voador e outras histórias do Cerrado. Exalta os símbolos marcantes da cidade e das matas, povoando o imaginário popular com figuras fantásticas. Formada por mais de 70 brincantes, entre batuqueiros e figureiros, a Orquestra abre caminhos para a alegria e para o encantamento, tocando tambores, almas e corações.  TICO MAGALHÃES – Nascido em Recife, tem como formação o Teatro Popular e a Música Tradicional. Com mestras e mestres da Cultura Popular, aprendeu a tocar, atuar e contar histórias. Escreveu o Mito do Calango Voador, depois de visitar a Chapada dos Veadeiros em Goiás. Em 2004, já radicado em Brasília, criou o Grupo Seu Estrelo, com o qual desenvolveu o ritmo musical Samba Pisado, além de conceber o Teatro de Terreiro. Em 2014, fundou o Centro Tradicional de Invenção Cultural, uma escola onde transmite seu aprendizado. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre   -----------------------------------------------------------------------------------------   CENA CONTEMPORÂNEA – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BRASÍLIA Direção geral : Guilherme Reis Coordenação administrativo-financeira : Michele Milani Direção de produção : Gui Angelim e Nathalie Amaral Curadoria : Guilherme Reis Colaboração curadoria : Daniele Sampaio, Alaôr Rosa e Débora Staiff Assistência da direção geral : Carmem Moretzsohn Coordenação Atividades Formativas: Kenia Dias, Julia Guimarães e Valmir Santos Coordenação de produção (TNCS):  Nathalie Amaral Coordenação de logística: Clara Nugoli Coordenação de produção (E.C. Renato Russo): Nalva Sysnandes Coordenação de produção (Caixa Cultural): Alaor Rosa Produção : Paty Del Rey, Kika de Moraes, Rose Nugoli, Dani Vasconcelos, Gustavo Haeser Assistente de produção: Luiza Nugoli, Anna Ju, Camyla Bastos Acessibilidade: William Coordenação de comunicação: Carmem Moretzsohn Gestão de publicidade: Michele Milani Assessoria de imprensa: Objeto Sim Projetos Culturais Gestão de redes sociais: Um Nome – Agência Criativa: Guilherme Tavares, Amanda Bittar, Bianca Lima, Lucas Damascena, Dorival Júnior e Pedro Godoy Coordenação técnica geral: Marcelo Augusto Coordenação técnica do E.C. Renato Russo: Rodrigo Lelis Técnicos de Luz: Aroldo Lopes, Brisa Light, Damião dos Santos, Francinaldo Jacaúna, Gabriel Martins, Giovani dos Santos, Lemar Rezende, Manu Maia, Mari Marras, Michel Araújo, Rodrigo Lélis, Shirley Araújo e Zé Raimundo Técnicos de Som: Tom Serralvo, João F., Max Paulo Lima, Leo Lima (Roadie)   Apresentado por PETROBRAS Realização: Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução Apoio cultural : CAIXA

  • Daniel Duncan Ao Vivo em Brasília

    Prepare-se para rir (e repensar sua fé na humanidade). Em seu novo show de stand-up, Daniel Duncan mistura sarcasmo, sátira e uma dose generosa de desespero para analisar o absurdo da vida moderna. Duncan passeia com humor ácido pelos principais desastres contemporâneos: política, religião, redes sociais, masculinidade tóxica, espiritualidade de aplicativo e a sensação geral de que estamos vivendo a pior temporada da história. Com seu estilo direto, provocador e sem rodeios, ele transforma temas sensíveis em piadas afiadas. Duncan cutuca feridas abertas da sociedade, ri de si mesmo e desafia o público a rir também, mesmo quando o tema é desconfortável. Entre uma teoria de conspiração ridícula e outra eleição que parece piada (mas não é), ele prova que, no fundo, rir ainda é o melhor remédio — porque terapia tá cara e revolução dá muito trabalho.   DANIEL DUNCAN Daniel Duncan é um roteirista e humorista brasiliense com uma carreira consolidada nos principais clubes de comédia do Brasil. Multifacetado, Duncan já escreveu e atuou para cinema e TV, além de lançar discos e especiais de stand-up comedy. Seu humor afiado e observações sobre o cotidiano brilharam em apresentações no Comedy Central, conquistando o público e solidificando sua posição de destaque na cena.     Programe-se: Daniel Duncan Ao Vivo em Brasília . Local:  Teatro SESI Central Park (Asa Norte) Data: 04 de outubro (sábado) Horário: 21:00 Link para compra: https://linktr.ee/belugaeventos www.sympla.com.br Classificação indicativa:  14 anos Informações:  (61) 98480.4654 ou (61) 98109.9080

  • Sorriso Maroto anuncia último show da turnê As Antigas em Brasília

    Brasília receberá no dia 6 de dezembro o último show da turnê Sorriso Maroto – As Antigas, que vem arrastando multidões por todo o Brasil. A apresentação será na Arena BRB do Estádio Mané Garrincha e marca o encerramento de um projeto que, iniciado como uma comemoração dos 25 anos de carreira da banda, acabou se estendendo por três anos devido ao enorme sucesso. Os ingressos estarão disponíveis a partir de 9 de setembro. Com duração de quase quatro horas, o espetáculo vai muito além da música: o público poderá vivenciar experiências interativas, como karaokê, quadro de recados e totens. Para o vocalista Bruno Cardoso, cada edição trouxe novidades. “Tem sido mágico viajar o Brasil todo com o ´Sorriso Maroto – As Antigas´. Finalizaremos em 2025 essa turnê que nasceu para ser algo comemorativo pelos 25 anos da banda e acabou se estendendo para mais dois anos”, destaca o cantor. Setlist de sucessos O repertório do show resgata toda a trajetória do grupo até 2016, incluindo hits como Ainda Gosto de Você, Já Era, A Primeira Namorada, Assim Você Mata o Papai, Sinais e Futuro Prometido. Turnê de despedida Ao longo de três anos, o projeto contabilizou 36 edições em 17 cidades, com mais de 350 horas de festa e cerca de 800 mil pessoas alcançadas. Agora, cada apresentação será a última em sua respectiva cidade. “A partir de dezembro deste ano, não haverá mais um ‘próximo ano’. Para cada cidade por onde passarmos, será nossa última apresentação”, reforça Bruno. Projeto social “Espalhando Sorrisos” Além da música, a turnê também abriu espaço para a solidariedade. Parte da renda arrecadada com os ingressos é destinada ao projeto “Espalhando Sorrisos”, que promove inclusão social por meio da odontologia e prevê expansão para outras áreas. A cada ingresso vendido, R$ 5,00 são revertidos para ações voltadas ao acesso à saúde bucal de crianças, adolescentes e adultos em situação de vulnerabilidade. “Entendemos que o futuro é usar a nossa arte como forma de ajuda. Isso sem dúvida nos move”, conclui Bruno.

  • Taça das Favelas DF 2025 chega à final com promessa de emoção no Estádio JK

    O maior torneio de futebol de base das comunidades do Distrito Federal chega ao seu momento mais aguardado. Neste sábado (30/08), o Estádio JK, no Paranoá, recebe as finais da Taça das Favelas DF 2025, em uma festa que promete lotar as arquibancadas com famílias, torcidas organizadas e amantes do futebol. Para os torcedores que não puderem estar presentes, a boa notícia é que a grande final será transmitida ao vivo pela TV Globo DF. A competição, que começou no dia 20 de agosto com 48 equipes, sendo 32 masculinas e 16 femininas, chega à decisão após dias de jogos acirrados e disputas que revelaram novos talentos do esporte. Final feminina: Mangueiral x Sol Nascente No feminino, o equilíbrio deu o tom da temporada. O Mangueiral chega à final após campanha sólida, coroada pela vitória sobre São Sebastião nas semifinais. Do outro lado, o Sol Nascente conquistou a vaga na decisão ao superar o Guará em uma partida dramática, definida após empate. O título feminino tem peso simbólico: Ceilândia Norte, bicampeã em 2022, ficou pelo caminho, abrindo espaço para uma nova campeã levantar a taça. Final masculina: Recanto das Emas x Ceilândia Norte No masculino, dois gigantes chegam à grande decisão. O Recanto das Emas, dono de um dos ataques mais eficientes do torneio, venceu Itapuã e Varjão, antes de despachar o Itapuã Park por 5 a 1 nas oitavas de final. O adversário será o tradicional Ceilândia Norte, que mostrou consistência defensiva e eliminou Paranoá e Jardim Mangueiral com autoridade, chegando à final sem sofrer gols nas fases decisivas. Com trajetórias de respeito, as duas equipes prometem um duelo de estilos: a velocidade do Recanto contra a solidez da Ceilândia Norte. Mais do que futebol A Taça das Favelas é considerada o maior campeonato de futebol entre comunidades do Brasil, promovido, em Brasília, pela CUFA-DF em parceria com o Projeto S.A. e a Secretaria de Esporte e Lazer do DF. Para além da disputa, o torneio mobiliza famílias inteiras, fortalece identidades locais e abre portas para jovens atletas que sonham em seguir carreira no esporte. “Otimizamos o calendário e concentramos os jogos em dias estratégicos. O resultado foi uma edição intensa, emocionante e com jogos de alto nível”, destacou Bruno Kesseler, presidente da CUFA DF. Serviço – Final da Taça das Favelas DF 2025 Data: sábado, 30 de agosto Local: Estádio JK, Paranoá (DF) Abertura dos portões: 13h Início dos jogos: a partir das 15h Entrada: gratuita (não é necessário ingresso) Ordem dos jogos: primeiro a final feminina, seguida da final masculina Mais informações: @tacabsb | cufadf.com.br

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