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- CEF 01 do Paranoá conquista título inédito no Atletismo dos Jogos Escolares do DF
O Centro de Ensino Fundamental 01 do Paranoá, escola pública de modelo cívico-militar, fez história nos 65º Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF) ao conquistar o 1º lugar por equipe na categoria Feminino, o 2º lugar por equipe na categoria Masculino e, com isso, o 1º Lugar Geral no Atletismo Sub-15 (12 a 14 anos). A competição aconteceu nos dias 16 e 17 de agosto, no CIEF, em Brasília. O resultado é fruto do projeto “CASO Olímpico de Sucesso”, iniciado em 2023 pelo Centro de Atletismo de Sobradinho (CASO) em parceria com o CEF 01 do Paranoá. Desde então, a iniciativa vem colecionando conquistas: vice-campeão escolar em 2024 e 2025, até alcançar a sonhada vitória geral neste ano. O desempenho rendeu ainda um feito marcante: oito jovens atletas do CEF 01 foram convocados para representar o Distrito Federal na etapa nacional dos Jogos Escolares Brasileiros (JEBs 2025), que acontecerão de 15 a 20 de outubro, em Uberlândia (MG). Os convocados são: Giovana Raquel Alcântara Marins – Salto em Distância Lorrane Pereira da Silva – Pentatlo Carolina Rodrigues Guimarães – Arremesso do Peso Octavio Souza Nascimento – Lançamento do Martelo Guilherme Oliveira dos Santos – 5.000 metros Marcha Atlética Giovanne Barros Belo – Hexatlo Kauã Felipe Correia de Sousa – Salto em Altura Miquéias Gonçalves Silva Oliveira – Lançamento do Dardo O projeto é viabilizado pelo Termo de Fomento nº 928810/2022, em parceria com o Ministério do Esporte e a CAIXA, garantindo estrutura, material esportivo e acompanhamento técnico. O apoio do Corpo de Bombeiros Militar do DF também tem sido essencial, reforçando disciplina, segurança e formação cidadã dos estudantes. O CASO, referência nacional no atletismo – campeão brasileiro Sub-18 e quarto colocado no Troféu Brasil (adulto) –, cumpre assim seu papel de revelar talentos e formar futuros atletas olímpicos, mostrando que da base se chega ao topo.
- Mulheres em Movimento: Águas Claras abraça o Agosto Lilás com apoio da deputada distrital Dra. Jane Klébia e do Comitê de Proteção à Mulher
Na manhã desta sexta-feira (29), a Região de Águas Claras recebeu a ação “Mulheres em Movimento”, dentro do calendário oficial da campanha Agosto Lilás, mês dedicado ao enfrentamento à violência contra a mulher. O evento contou com a deputada distrital Dra. Jane Klébia, grande defensora das causas das mulheres no Distrito Federal e autora da Lei nº 7.690/2025, que institui o Programa S.O.S Mulher. Esta legislação prevê o pagamento de auxílio financeiro emergencial a mulheres vítimas de violência doméstica em situação de vulnerabilidade social, fortalecendo a rede de proteção e promovendo a autonomia das mulheres no DF. A iniciativa também contou com o Comitê de Proteção à Mulher da Região Central e Sudoeste e da Equipe da Subsecretária de Proteção à Mulher, Luana Maia, reforçando o trabalho conjunto entre governo, comunidade e lideranças políticas. A programação incluiu aula de alongamento, caminhada e distribuição de materiais informativos, unindo saúde, informação e mobilização social. Durante todo o percurso, a comunidade teve acesso a conteúdos que reforçam a importância da prevenção, do empoderamento feminino e da Lei Maria da Penha, que em 2025 completa 19 anos. Com ações como essa, o Agosto Lilás se consolida como um movimento vivo, que vai além da conscientização: é um chamado à ação, ao fortalecimento das políticas públicas e à garantia dos direitos das mulheres em todo o Distrito Federal.
- “É chique, é charme, é seu”: Manhattan Shopping lança campanha para anunciar inauguração em novembro
A contagem regressiva já começou: em menos de três meses, precisamente no dia 1º de novembro, Águas Claras recebe o Manhattan Shopping, novo empreendimento do grupo PO Shoppings, que chega para reposicionar a experiência de consumo e lazer na região. Antecipando o que vem por aí, o centro de compras lança sua campanha de posicionamento com o slogan “Manhattan – É chique, é charme, é seu”, traduzindo os valores de pertencimento, identidade e conexão com a cidade. O conceito criativo é estruturado em quatro pilares que norteiam a comunicação do Manhattan: pertencimento, representatividade, estilo com alma e voz local. Inspirado no zeitgeist de modernidade, o shopping vai além da tradição de centros de compras: é também um espaço que reflete o estilo de vida de Águas Claras, estimulando encontros, vivências e novas formas de expressão. “Queremos que o Manhattan represente a essência de Águas Claras hoje: uma cidade plural, dinâmica e em constante movimento. O slogan traduz esse desejo de criar um espaço que vai além da conveniência, reunindo operações de moda, bem-estar, serviços, experiências e, de forma especial, gastronomia, com o boulevard Manhattan Taste”, destaca João Mesquita, superintendente do Manhattan Shopping. A campanha terá veiculação on e offline, com vídeos curtos, peças digitais e ativações em redes sociais, explorando a diversidade de experiências que o shopping oferecerá, sempre com uma abordagem próxima ao público. Ficha Técnica do Jingle Manhattan Shopping Concepção e desenvolvimento: Cillas Amaral Agência: Gabinete C Direção criativa: Cillas Amaral Atendimento: Thalita Bucar Produção: Adriana Postiglioni Resck Execução: Estúdio AudioTech Empreendedores: PaulOOCtavio
- Com entrada gratuita, Mané Garrincha recebe a 1ª etapa do Campeonato Brasiliense de Motocross 2025
O Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha será palco da abertura do Campeonato Brasiliense de Motocross 2025, que acontece entre os dias 4 e 7 de setembro, com entrada gratuita. Organizada pela Federação de Motociclismo do Distrito Federal e com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do DF, a competição reunirá pilotos de diferentes estados do país em 13 categorias, que vão desde iniciantes até os mais experientes. A premiação total será de R$ 23 mil, distribuída entre os vencedores das provas. Além das disputas, o evento também terá programação voltada para toda a família, com áreas verdes para piqueniques, vila gastronômica com food trucks e espaço kids com brinquedos infláveis. Temporada 2025 O campeonato será itinerante e passará por diferentes cidades do DF e Entorno. Após a etapa no Plano Piloto, a competição segue para: • Recanto das Emas • Santo Antônio do Descoberto • Guará • Samambaia Serviço 1ª Etapa do Campeonato Brasiliense de Motocross 2025 📅 Quando: 4 a 7 de setembro 📍 Onde: Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha 🕙 Horário: A partir das 10h 🎟️ Ingressos: Gratuitos pelo Sympla https://www.sympla.com.br/evento/1-etapa-campeonato-brasiliense-de-motocross-2025/3072471?referrer=www.google.com 👤 Classificação: Livre 📲 Mais informações: @mxbrasilia
- Latinetudes anuncia 6ª edição em setembro com grandes performances e ativações especiais
No dia 12 de setembro, Brasília será palco da sexta edição da Latinetudes, festa que conquistou a capital federal ao celebrar a cultura latina em sua essência. Desta vez, o evento promete ser ainda maior, com cenografia temática, grupo de dança e ativações especiais que reforçam o espírito de celebração e pertencimento que move o projeto. Consolidada como um manifesto cultural, a Latinetudes entrega muito mais do que uma pista de dança, apresentando uma experiência imersiva para os amantes latinos. A curadoria passeia por Reggaeton, Dembow, Neo Perreo, Latin Pop e Funk, trazendo para Brasília os sons que dominam as pistas mundo afora, mas que ainda são pouco explorados nas festas tradicionais brasileiras. “A Latinetudes nasceu de uma inquietação. Sentia falta de ver as músicas latinas mais atuais, que bombam mundo afora, em festas do Brasil. Ao me aprofundar nessa cultura, percebi que havia um espaço enorme a ser ocupado. Por que não criar um movimento cultural que refletisse nossa identidade, no coração do país?” — Lucaz Nery, idealizador da Latinetudes. Festa Latinetudes Criada em 2024, na Birosca do Conic, a Latinetudes rapidamente se tornou um fenômeno. Seu lançamento coincidiu com o sucesso global de Álibi (Hit de Sevdaliza com Pabllo Vittar e Yseult) e viralizou nas redes sociais, levando mais de 1.400 pessoas à sua primeira edição. Desde então, já foram realizadas cinco edições, incluindo uma estreia histórica em Goiânia, que teve ingressos esgotados com uma semana de antecedência. Em menos de um ano, mais de 6.200 pessoas já viveram a experiência da festa que transforma música latina em movimento cultural. SERVIÇO: Festa Latinetudes Local: Birosca do Conic Ingressos: Shotgun ( https://shotgun.live/pt-br/events/12-09-latinetudes-cumpleanos )
- World Press Photo 2025 promove oficina exclusiva com o fotógrafo Musuk Nolte
Conhecido por criar narrativas poéticas e ao mesmo tempo consistentes, desenvolvendo obras conceituais e imaginativas enraizadas na realidade, o fotógrafo e editor peruano Musuk Nolte chega a Brasília. No dia 4 de setembro (quinta-feira), às 10h30, na CAIXA Cultural Brasília, o profissional irá conduzir a oficina gratuita "Enfrentando Desafios Sociais Urgentes: O Encontro entre Documentário e Arte" , como parte da programação paralela na exposição World Press Photo 2025, em cartaz no local até o dia 5 de outubro. As vagas são limitadas. Inscrições pelo site . Durante o evento, os visitantes terão a oportunidade de participar de um bate-papo exclusivo com o fotógrafo vencedor da World Press Photo 2025 . A obra de Musuk, "Seca no Rio Amazonas", foi premiada na categoria Reportagem da América do Sul e uma das três finalistas ao prêmio Foto do Ano. O profissional irá dar detalhes sobre como ele combina a fotografia documental e artística para tratar de questões sociais urgentes como memória, comunidade e degradação ambiental. Dia da Amazônia Celebrado em 5 de setembro, o Dia da Amazônia busca conscientizar sobre a importância da maior floresta tropical do mundo para o equilíbrio climático e a biodiversidade. A data reforça a urgência da conservação diante do desmatamento e das mudanças climáticas, incentivando ações em prol da preservação desse bioma essencial. O trabalho do fotógrafo Musuk Nolte destaca os efeitos das mudanças climáticas na região na foto que foi premiada no World Press Photo 2025 . Em suas imagens, ele documenta os impactos da seca nos rios da Amazônia, revelando consequências socioambientais graves que desestruturam ecossistemas e afetam comunidades ribeirinhas que dependem diretamente dessas águas. World Press Photo 2025 Até o dia 5 de outubro, na CAIXA Cultural Brasília, os brasilienses terão a oportunidade de visitar a exposição itinerante World Press Photo 2025, com 42 projetos vencedores do 68º Concurso Anual organizado pela World Press Photo Foundation, ação realizada desde 1955. Entre os premiados estão três profissionais brasileiros: Amanda Perobelli, André Coelho e Anselmo Cunha, que clicaram fatos trágicos relacionados à enchente histórica que atingiu o Rio Grande do Sul, em maio de 2024, mas, também, a alegria demonstrada por torcedores do time carioca de futebol Botafogo após a conquista inédita da Copa Libertadores da CONMEBOL, em novembro de 2024. Além de estar representado nas imagens dos fotógrafos brasileiros, o Brasil também ganhou protagonismo na lente de profissionais estrangeiros, que registram a recente grande seca na Amazônia, e o surfista e atleta olímpico Gabriel Medina, que parece levitar sobre o mar ao terminar uma de suas manobras. Os visitantes da mostra terão contato com fatos registrados que refletem os temas mais noticiados na atualidade: política, gênero, migração, conflitos armados e crise climática, reunindo histórias captadas por fotógrafos de 31 países. No Brasil, a exposição é patrocinada pela CAIXA, pelo Governo Federal e pela Embaixada do Reino dos Países Baixos, e tem o apoio do Jornal O Globo. A organização sem fins lucrativos Repórteres Sem Fronteiras (RSF) é co-realizadora da programação paralela da World Press Photo. Serviço: World Press Photo - Oficina de fotografia com Musuk NolteLocal: CAIXA Cultural Brasília Período: 4 de setembro de 2025 Endereço: SBS Quadra 4, Lotes 3/4 - Asa Sul, Brasília - DF Horário de visitação: 10h30 às 12h Entrada gratuitaVagas limitadas Inscrições: pelo site https://forms.office.com/r/YuM1yxdMHd
- Ex-ministro aborda desigualdade, ética e educação em novo livro “O impacto da Inteligência Artificial na humanidade”
Refletir sobre os impactos da Inteligência Artificial, com conexão do passado a desafios do futuro junto ao protagonismo de grandes pensadores da história. Esse é o caminho do livro “O impacto da Inteligência Artificial na humanidade”, lançado pela Editora Appris, do professor e educador Luiz Cláudio Costa, que mistura ensaio, ficção e filosofia. Para mostrar como a tecnologia pode ampliar horizontes e, ao mesmo tempo, trazer dilemas éticos e aprofundar desigualdades, o autor conta a jornada do personagem João, um jovem do interior da Amazônia e sua trajetória de incertezas e encantos com a IA. O lançamento será no dia 15 de setembro, às 19h, na Livraria da Travessa Brasília ( SGCV SUL Lote 22 - 4A Casa Park Shopping, St. Park Sul) . Com larga experiência no assunto, o professor Luiz Cláudio é fundador do primeiro curso de graduação em Inteligência Artificial do Brasil no Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB), em 2018, com a visão que era necessário, e isso muito antes do lançamento do ChatGPT formar profissionais preparados para a área. Ele diz que a colocação do país como o terceiro do mundo que mais utiliza inteligência artificial, atrás apenas de Estados Unidos e Índia, mostra o potencial criativo do brasileiro, mas também evidencia uma grande desigualdade de acesso. No livro, o autor traz essa e outras questões nos campos da educação, saúde, ética, economia, emprego, inovação e poder através da história de João, que dialoga com a IA e grandes pensadores da história - de Sócrates a Einstein, de Gandhi a George Orwell. “A tecnologia pode ser ponte ou abismo. Se for usada sem cuidado, a IA reforça preconceitos, concentra poder e exclui os mais vulneráveis. Minha sugestão no livro é clara. Precisamos investir em infraestrutura digital, capacitação de professores, políticas públicas inclusivas, requalificação de profissionais e parcerias que democratizem o uso da IA. O livro traz uma frase que leva a muitas reflexões: a questão não é se a IA vai mudar o mundo, mas se estaremos preparados para moldar essa mudança”, diz Luiz Cláudio, ex-reitor da UFV onde atuou por mais de 30 anos também como pesquisador e gestor, além de ter atuado no Ministério da Educação como Secretário de Educação Superior, Presidente do Inep, Secretário Executivo e Ministro Interino. O livro também discute o modelo atual de educação, moldado para atender as necessidades da Revolução Industrial, como explica o autor. “Mostramos que a IA pode devolver à educação o ensino personalizado. Sócrates foi tutor de Platão, Platão de Aristóteles, e assim sucessivamente. Essa relação próxima sempre trouxe os melhores resultados, mas era impossível de escalar. Com a IA, podemos ter ‘tutores digitais’, auxiliando o professor, sem jamais substituí-los, que acompanham cada aluno no seu ritmo e de acordo com suas necessidades. Se usada com responsabilidade, com a participação dos professores, da escola, da comunidade, essa tecnologia pode democratizar o acesso ao aprendizado de qualidade e reduzir desigualdades”, diz Luiz Cláudio. Sobre questões éticas e de regulação do uso da Inteligência Artificial, o professor lembra que a IA deve servir à humanidade, e não controlar. Para isso, é preciso princípios sólidos: justiça, transparência, privacidade e responsabilidade social. “Sou favorável à regulação da IA no Brasil e no mundo. A Europa avançou bastante nesse campo. Vejo com bons olhos o projeto em tramitação no Congresso, que ainda pode ser aprimorado, mas é um passo importante para garantir que a tecnologia avance dentro de valores éticos e democráticos”, conclui. Sobre o autor: Luiz Cláudio Costa é professor aposentado e ex-reitor da Universidade Federal de Viçosa, onde atuou por mais de 30 anos como professor, pesquisador e gestor. No Ministério da Educação foi secretário de Educação Superior, presidente do Inep, secretário executivo e ministro interino. Também atuou como vice-presidente do Conselho do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (PISA), da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e Presidente do Observatory On Academic Ranking and Excellence (IREG). Atualmente é membro do Conselho Internacional do Times Higher Education, do Conselho Internacional da King Abdulaziz University, da Comissão de assuntos estratégicos do BNDES e reitor do Instituto de Educação Superior de Brasília (IESB).
- Quadrinho de samurai cangaceiro busca financiamento coletivo
Uma Brasília distópica, steampunk e feudal serve de cenário para as aventuras de um samurai cangaceiro que decide fazer uma pausa na capital, mas acaba envolvido em uma grande revolta. Esse é o ponto de partida de Mandakaru no Hana , HQ do artista piauiense radicado em Brasília, Luissandro Almeida, que está com campanha de financiamento coletivo aberta no Catarse para viabilizar a impressão de seu primeiro volume. O projeto prevê a impressão de 500 exemplares em formato A5, com 90 páginas em preto e branco, além da produção de marcadores, chaveiros, bottons e ecobags ilustradas à mão que serão entregues como recompensas aos apoiadores. O lançamento oficial está programado para o evento Anime Summit 2026, em Brasília. A obra mistura referências da cultura nordestina e da tradição samurai japonesa, em um universo povoado por ninjas capoeiristas, oni (demônios), boi-bumbás e gangues de lutadores de rua. Essa mescla de influências surgiu da própria vivência do autor. “Sou piauiense, mas cresci em Brasília. Minha mãe sempre manteve vivas as tradições nordestinas em casa, enquanto eu me apaixonava por mangás e filmes de artes marciais asiáticos. Aos poucos percebi as semelhanças e decidi unir essas duas culturas que tanto me formaram”, conta Luissandro. A ideia nasceu de uma história de apenas oito páginas, produzida para uma coletânea de quadrinistas do DF. O personagem, inspirado na logo de Luissandro — um chapéu de cangaceiro e um par de óculos —, conquistou o público e rapidamente se esgotou em vendas. O retorno motivou o autor a expandir a narrativa para uma trilogia de HQs, sendo Mandakaru no Hana – Vol. 1 o primeiro ato. “Nos eventos em que apresento o projeto as pessoas sempre comentam: ‘Como ninguém pensou nisso antes?’. Essa mistura do cangaço com o universo samurai surpreende e encanta, e acho que é isso que tem feito a história ganhar força”, afirma. Além de roteirista e desenhista, Luissandro também é pesquisador incansável: mergulha em vestimentas, tradições, lendas e arquiteturas de ambas as culturas para dar autenticidade à narrativa e ao visual dos personagens. “Nada é totalmente criado do zero. O elmo do samurai, por exemplo, virou o chapéu de couro dos cangaceiros, a katana (espada) se transformou em um velho facão, e o yukata japonês (quimono) ganhou o bordado de renda nordestino. É dessa fusão que nasce a identidade única de Mandakaru no Hana ”, explica o artista. O título bilíngue, por sinal, pode ser traduzido como Flor de Mandacaru. A campanha busca arrecadar R$ 8.525,00 para custear a impressão e recompensas. Os apoiadores poderão receber desde exemplares autografados até brindes exclusivos. Mais do que financiar um quadrinho, a contribuição é um gesto de apoio à produção cultural independente e à valorização dos artistas nacionais. “Existe um preconceito de que quadrinho nacional não tem qualidade, assim como muitos pensam do cinema brasileiro. Quero mostrar que temos sim artistas talentosos, e que nossas histórias também podem emocionar e surpreender”, afirma Luissandro. Baú do Bem O Baú do Bem é um projeto social desenvolvido pela Baú Comunicação Integrada que oferece, de forma gratuita, serviços de assessoria de imprensa para artistas, coletivos e projetos independentes que não contam com apoio financeiro ou patrocínio. A iniciativa busca democratizar o acesso à comunicação profissional e ampliar a visibilidade de produções culturais diversas, reafirmando o compromisso da Baú em fortalecer a cena artística e contribuir para uma sociedade mais plural e representativa. Mandakaru no Hana é uma das iniciativas apoiadas pelo projeto Baú do Bem. Serviço Mandakaru no Hana – HQ Apoie em: https://www.catarse.me/mandakaru Instagram: @mandakaru
- Episódios inéditos da série "Entrenós" apresentam jovens artistas das cenas criativas de Brasília, Manaus, Recife e São Paulo
Em setembro , a série ENTRENÓS , dirigida por Pablo Pollo, segue sua viagem pelo Brasil para investigar os processos de criação de jovens artistas que já despontam no cenário nacional. Em comum, eles compartilham o compromisso com uma arte profundamente conectada às suas vivências, territórios e inquietações, traduzindo no fazer artístico um pensamento que se abre a novas formas, diálogos e linguagens. No primeiro episódio do mês, em 3/9 , a equipe chega a Brasília para encontrar o fotógrafo e diretor de teatro Diego Bresani , cuja obra é marcada por alegorias e recriações de cenas cotidianas da capital. Inspirado pela arquitetura e pelo céu da cidade, Bresani observa o movimento das pessoas para capturar momentos que transitam entre o real e o encenado, mantendo colaborações constantes com outros fotógrafos e mantendo Brasília como eixo central de seu trabalho. De Brasília, ENTRENÓS segue para Manaus, onde o cineasta, produtor e roteirista Sérgio Andrade compartilha seu olhar sobre o rico e complexo universo amazônico. Recriando estereótipos e partindo de histórias reais para criar ficções, Andrade encontra inspiração nas ruas, feiras e rios da cidade. Embora tenha nascido na capital amazonense, foi apenas com o cinema que passou a compreender e incorporar a grandeza da Amazônia em sua obra. O episódio vai ao ar no dia 10/9 . No Recife, o programa acompanha o coletivo pernambucano Magiluth , formado por sete atores-criadores, em um período intenso de trabalho que extrapola o espaço cênico tradicional e ocupa ruas e praças da cidade. Com mais de uma década de trajetória, o grupo mantém uma pesquisa continuada de teatro, na qual a força do coletivo, o jogo com o público e a ausência de ideias preconcebidas são motores para a criação. O SescTV exibe o episódio em 17/9 . Encerrando o mês, em 24/9 , a série volta a São Paulo para encontrar a performer, artista multidisciplinar e drag queen Alma Negrot , criação de Raphael Jacques. Entre maquiagem ritualística, performances urbanas e desenhos, Alma reflete sobre a performance como ato político e exercício de autoconhecimento. Incorporando múltiplas identidades e ressignificando o corpo, sua arte provoca, questiona e reafirma a potência da transformação. LISTA DE EPISÓDIOS - SETEMBRO Diego Bresani 3/09, quarta, às 19h30 Sérgio Andrade 10/09, quarta, às 19h30 Magiluth 17/09, quarta, às 19h30 Temporada: Alma Negrot 24/09, quarta, às 19h30 SERVIÇO ENTRENÓS Direção: Pablo PolloConteúdo: 14 episódiosDuração: 26 minutos (cada)Classificação indicativa: Livre Exibição: Quartas-feiras, às 19h30Reapresentações:- Quintas, às 16h- Sábados, às 18h- Domingos, às 2h- Segundas, às 9h- Terças, às 13h Assista em sesctv.org.br/noar Para sintonizar o SescTV: Consulte sua operadora Assista também online em sesctv.org .br Siga o SescTV nas redes @sesctv SOBRE O SESCTV O SescTV é um canal de difusão cultural do Sesc em São Paulo, distribuído gratuitamente, que tem como missão ampliar a ação do Sesc para todo o Brasil. Sua programação é constituída por espetáculos, documentários, filmes e entrevistas. As atrações apresentam shows gravados ao vivo com variadas expressões da música e da dança contemporânea. Documentários sobre artes visuais, teatro e sociedade abordam nomes, fatos e ideias da cultura brasileira em conexão com temas universais. Ciclos temáticos de filmes e programas de entrevistas sobre literatura, cinema e outras linguagens artísticas também estão presentes na programação.
- D’Stak consolida protagonismo na Natação Master em Brasília
A natação master em Brasília tem se mostrado cada vez mais forte, e a Academia D’Stak é um dos principais nomes dessa história. Formada por homens e mulheres, a equipe master da academia coleciona experiência, disciplina e paixão pelo esporte, transformando sua participação no Circuito ABRAMN 2025 - da Associação Brasiliense Master de Natação - em uma sequência de conquistas expressivas. No último domingo, 23 de agosto, durante a 4ª Taça ASBAC de Natação Master, a D’Stak brilhou mais uma vez. Com 1.579 pontos, a academia conquistou o título na categoria de equipes grandes, à frente do Iate Clube de Brasília (1.193 pontos) e da estreante AAEESEL (741 pontos). O evento reuniu mais de 200 atletas de 15 equipes do DF e foi palco de 23 novos recordes brasilienses, segundo informações da ABRAMN. Além da conquista coletiva, atletas da D’Stak figuraram entre os dez melhores índices técnicos da competição: Flávia Palmeira de Moura Coelho (50 livre, 40+), Denise Osti Coscrato Balsamo (50 livre, 45+) e Sílvia Regina Torquato Jambo (50 peito, 65+), no feminino, e Tiago Feijó (50 livre, 40+), no masculino. Temporada de sucesso A temporada da natação master em Brasília tem sido marcada pela presença constante da Academia D’Stak no pódio. Ao longo do ano, a equipe — em média com 48 atletas de 25 a 85 anos — participou das cinco etapas do Circuito ABRAMN 2025. Nesse período, conquistou 423 medalhas, sendo 161 de ouro, estabeleceu 25 novos recordes e somou 6.791,5 pontos. O desempenho rendeu à academia o título de campeã em duas etapas e de vice-campeã em outras três. Para Wilson Brasil, coordenador técnico da D’Stak, mais do que medalhas, a trajetória da equipe demonstra a força da natação master como modalidade que valoriza a longevidade esportiva. “Entrei no movimento master em 1985, aqui em Brasília, e desde então nunca mais saí desse estado de espírito. As competições me apresentaram pessoas de todas as idades — de 25 a mais de 100 anos —, motivadas pela superação e pelo prazer de nadar. Percebi que ser master é muito mais do que conquistar medalhas, é viver uma filosofia de vida, estar em contato com a saúde, com amigos, com a família e com o mundo”, destaca. A expectativa agora se volta para o dia 18 de outubro, data prevista para o 5º Troféu D’Stak de Natação Master, quando a academia espera encerrar a temporada em grande estilo. Serviço: Academia D’Stak Endereço: W5 Norte, Quadra 911, Asa Norte, Brasília-DFTelefone: (61) 99999-2429
- Gregório Duvivier no Cena Contemporânea
A celebração dos 30 anos do CENA CONTEMPORÂNEA – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BRASÍLIA continua até o dia 07 de setembro, trazendo um elenco de espetáculos consagrados. Graças ao patrocínio exclusivo da Petrobras, o festival está realizando uma edição memorável, que tem lotado os teatros de Brasília. Os palcos do CENA têm sido atravessados por questões que refletem o cenário atual de um mundo em convulsão. Espetáculos abordam temas como desigualdade social, preconceito racial e de gênero, e muitas vezes buscam pistas para um futuro mais acolhedor. Também há espaço para saudar a língua portuguesa que nos configura como nação, chamar atenção para a desigualdade social (que também nos configura), rir de si mesmo e dos absurdos da sociedade, voltar aos mitos gregos para tocar em assuntos eternos e falar do isolamento pessoal causado pela vida nas metrópoles. Um festival de teatro para abrir mentes e corações, alimentar e provocar reflexão. Isso torna as pessoas melhores. O CENA CONTEMPORÂNEA tem direção geral de Guilherme Reis. O festival é apresentado pela Petrobras, com realização do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e conta com o apoio cultural da CAIXA. SINOPSES (por ordem de data de apresentação) 01 e 02/09, 20h Espaço Multicultural Casa dos Quatro VALVARIUS, A FRAUDE Teatro Caleidoscópio (DF) Nova montagem do coletivo Caleidoscópio, inspirada no teatro do absurdo. É uma aventura non-sense, repleta de ambiguidades e inconveniências, em que os personagens simulam identidades falsas e travam relações absurdas. A peça escrita pelo espanhol Rafael Sánchez Montojo convida o espectador a conhecer o filósofo Jaroslaw, anfitrião de uma casa que não parece sua e que recebe convidados para um suposto aniversário que não parece seu. Mas sua mãe bebeu toda a vodka da casa e controla, a chacoalhadas, o árbitro, que não apita nada. Uma advogada é chamada para resolver um suposto caso de adultério. Dois peregrinos parecem saídos de um shopping. Será Shiva a figura esculpida no cadeado? A única coisa certa – parece – é o amigo Manuek. “É isso, embora não seja”, diz Emil, um acidente naquela casa. TEATRO CALEIDOSCÓPIO – Projeto independente de pesquisa teatral fundado, desenvolvido e dirigido pelo ator e diretor André Amahro, que toma emprestadas as dinâmicas do caleidoscópio para orientar o trabalho do ator e da encenação. Nasceu em 1994, como projeto de extensão da Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, em Brasília, dando origem ao chamado Coletivo Caleidoscópio . O projeto rendeu frutos: um teatro de bolso, três livros publicados, 25 espetáculos encenados, prêmios e indicações em festivais e o Prêmio Brasília 60 anos, conferido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. FICHA TÉCNICA Criação Coletiva : Teatro Caleidoscópio Dramaturgia : Rafael Sánchez Montojo Direção Geral : André Amahro Elenco : André Amahro, Elias Santos, Fabiana Tenório, Flavia Neiva, Raquel Aló, Sandra Regina e Vanessa Di Farias Iluminação : Claudio Lago Produção : Grupo Caleidoscópio Direção de Arte : Claudio Lago e André Amahro Trilha Sonora Original e Direção Musical : Elias Santos DURAÇÃO: 80 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos 01, 02 e 03/09, 20h30 Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) RESIDÊNCIA PETROBRAS - VOO LIVRE HISTÓRIA companhia brasileira de teatro (PR) Apresentação do resultado da residência desenvolvida durante o Cena Contemporânea pelos artistas e produtores Márcio Abreu, Cássia Damasceno, Felipe Storino, Key Sawao, Nadja Naira e José Maria e com artistas previamente selecionados, durante 11 dias de encontros presenciais e 80 horas de trabalho, debruçados sobre o tema HISTÓRIA e as possíveis relações entre história íntima e história coletiva. A atividade é ligada à plataforma de criação artística VOO LIVRE, articulada pelo diretor Márcio Abreu, da companhia brasileira de teatro, para ressignificar processos criativos e propor novas perguntas sobre como seguir fazendo arte no mundo de hoje. A primeira ação da VOO LIVRE ocorreu em 2023, a partir de três movimentos: Arte, Tempo e Futuros , gerando, cada um deles, obras criadas em interlocução com o público. No ano passado, a partir do livro O Oráculo da Noite , do escritor e neurocientista Sidarta Ribeiro, criou-se VOO LIVRE (Sonho Manifesto) . Agora, a ideia é refletir sobre como cada pessoa, individualmente, pode interferir na grande História e como ela determina diversos aspectos das nossas próprias vidas. A primeira etapa da plataforma VOO LIVRE: HISTÓRIA aconteceu recentemente em Paris. A residência Voo Livre - História é realizada pela companhia brasileira de teatro com patrocínio da Petrobras por meio da Lei Rouanet e Ministério da Cultura do Governo Federal. Parceria com o Cena Contemporânea - Festival Internacional de Teatro de Brasília. FICHA TÉCNICA: Direção: Márcio Abreu Cocriação : Cássia Damasceno, Felipe Storino, Key Sawao, Nadja Naira e José Maria Colaboração e consultoria teórica: Maud Chirio CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos Entrada Franca 02/09, 17h e 20h CAIXA Cultural CLAUSTROFOBIA Rogério Corrêa, César Augusto e Márcio Vito (RJ) O cotidiano de um prédio empresarial de uma metrópole do Brasil espelhado em três monólogos entrelaçados: um ascensorista migrante nordestino, uma executiva ambiciosa e um porteiro que sonha em ser policial, todos interpretados pelo mesmo ator. Com texto de Rogério Corrêa, a peça discute questões atuais como a vida dos migrantes econômicos, a posição da mulher no desigual mercado de trabalho, a falta de perspectivas, a questão da mobilidade social na sociedade brasileira e, sobretudo, a alienação urbana das grandes cidades e as relações entre seus habitantes, cada vez menos pessoal e mais desumana. Indicado ao Prêmio Shell Atuação (Márcio Vito) e vencedor na categoria Cenografia (Beli Araújo e Cesar Augusto), está indicado ao Prêmio APTR nas categorias Atuação, Direção e Iluminação. Rogério Corrêa – Roteirista pela Universidade Goldsmiths, em Londres, com seu trabalho de escritor e produtor, cria uma ponte entre o Brasil e o Reino Unido. Possui dois prêmios Player Playwrights e foi finalista duas vezes do Prêmio Brasil em Cena. César Augusto - Integra a Cia dos Atores desde a sua formação como ator, diretor e, eventualmente, cenógrafo há 35 anos e mantém, há 15 anos, com seus parceiros, a Sede da Cia Dos Atores, onde atua como diretor artístico. Dirige o TEMPO_FESTIVAL há 10 anos. Márcio Vito – Ator premiado no cinema, por filmes como No Meu Lugar , de Eduardo Valente, e 5X Favela , e com larga experiência na televisão. No teatro, atuou e coescreveu as peças Antes que tudo acabe , dirigida por Renato Rocha, e o que eu gostaria de dizer , com a companhia brasileira de teatro, sob direção de Marcio Abreu. Destacam-se ainda atuações na peça Incêndios , com Marieta Severo, dirigida por Aderbal Freire Filho, e em Two Roses for Richard III , coprodução da BufoMecânica com a Royal Shakespeare Company. FICHA TÉCNICA Direção Artística, Ambientação Cenográfica e Figurino: Cesar Augusto Dramaturgia: Rogério Corrêa Elenco: Márcio Vito Assistente de direção: João Gofman Desenho de Luz: Adriana Ortiz Preparação Corporal: Andrea Maciel Ambientação Cenográfica e Figurino: Beli Araújo Direção Musical e Trilha Sonora: André Poyart Produção: Malu Costa DURAÇÃO: 60 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos 02 e 03/09, 20h30 Sala Martins Penna (TNCS) O CÉU DA LÍNGUA Gregório Duvivier (RJ) Comédia poética que estreou em Lisboa no contexto das comemorações pelos 500 anos de nascimento de Luís de Camões e que, segundo o autor/ator fica “na esquina do poema com a piada”. Apontada pela crítica Suzana Verde, do jornal português Observador, como “uma ode à língua portuguesa e ao poder da palavra”, a peça ressalta a presença quase invisível da poesia no cotidiano. Apaixonado por poesia, Gregório Duvivier ressalta, com humor, as qualidades do objeto de seu encanto, provando que a poesia não tem nada de hermética e que tropeçamos nela diariamente. No espetáculo, um monólogo no qual tem a companhia da irmã Theodora Duvivier, nas projeções, e o músico Pedro Aune, na ambientação musical, Gregório comenta as reformas ortográficas, a ressurreição de palavras esquecidas, analisa outras inventadas e repetidas à exaustão (como “atravessamento” e “disruptivo”) e revela a poesia presente em expressões como “céu da boca” e “pisando em ovos”. Para o artista, foi a língua que nos pariu como povo e como humanidade. GREGORIO DUVIVIER – Um dos mais conhecidos nomes do humor no Brasil, é ator, roteirista, escritor e poeta, com trajetória reconhecida no cinema, teatro e televisão brasileiros. Um dos fundadores do célebre canal Porta dos Fundos, do YouTube, é formado em Letras pela PUC – Rio de Janeiro. Apaixonado por poesia, lançou, em 2008, seu primeiro livro do gênero, A partir de amanhã eu juro que a vida vai ser agora . Seguiram-se Ligue os pontos - Poemas de amor e Big Bang, Put Some Farofa, Tudo Que Faço Quando Não Sei O Que Fazer e Sonetos de amor e sacanagem. Em 2023, estreou na literatura infantil com João Pestana e com Em Busca do Famoso Peixarinho. Assinou coluna semanal na Folha de S. Paulo e manteve, de 2017 a 2024, o programa de sátira política Greg News , exibido pela HBO. FICHA TÉCNICA Interpretação e Texto : Gregorio Duvivier Direção e Dramaturgia : Luciana Paes Assistência de Direção e projeções : Theodora Duvivier Direção Musical e Execução da Trilha : Pedro Aune Cenografia : Dina Salem Levy Figurino : Elisa Faulhaber e Brunella Provvidente Iluminação : Ana Luzia de Simoni Técnico de Iluminação : Lelê Siqueira Técnico de Som e Microfonista : Dugg Mont Diretor de Palco : Reynaldo Thomaz Visagismo : Vanessa Andrea Produção Executiva : Lucas Lentini Direção de Produção : Clarissa Rockenbach e Fernando Padilha Produção : Pad Rok DURAÇÃO: 85 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 12 anos 02 e 03/09, 19h Sala Multiuso (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) OVELHA DOLLY Micheli Santini (DF) Espetáculo que transforma a história da primeira mamífera clonada em uma comédia provocativa. A protagonista, uma Ovelha, é uma sub-subcelebridade, “Quase Artista” e uma “coach” às avessas – ácida e bufona – que compartilha sua trajetória única. Dolly narra suas vivências e reflexões sobre ser diferente em um mundo onde a conformidade é a norma. Indomesticável, a ovelha desafia seu destino como animal de sacrifício e questiona seu lugar nos rebanhos. À beira do abate final, no paredão de fuzilamento, Dolly enfrenta a morte rebelando-se, bufando, refletindo, insultando, exigindo o posicionamento dos presentes e convocando à desobediência. MICHELI SANTINI - Atriz e pesquisadora cultural, formada pela Universidade de Brasília e com mais de 20 anos de experiência, é integrante e fundadora do Teatro do Concreto, com o qual desenvolve pesquisas sobre processos colaborativos, performance e atuação no espaço urbano. Integrou o CPT - Centro de Pesquisa Teatral do Sesc SP, participou de trabalhos no audiovisual, conquistou prêmios de atuação e desenvolve pesquisas e cursos na área de palhaçaria e atuação. FERNANDO DE CARVALHO - Dramaturgo, diretor e bufão de teatro, realizou mais de 20 obras teatrais encenadas em São Paulo, Brasília, Salvador, Manaus, Rio de Janeiro, Lisboa e Cabo Verde. É integrante fundador do Grupo Liquidificador e dirigiu, juntamente com Zé Celso, a peça “ FAUSTO ”, no Sesc Pinheiros/SP (2022), com quem também traduziu o texto “ Heliogábalo ”, de Antonin Artaud, publicado pela editora n-1. FICHA TÉCNICA Direção e Texto : Fernando de Carvalho. Atuação : Micheli Santini Direção de Movimento : Gisele Rodrigues Figurino e Maquiagem : Yasmin Daltrozo Consultoria de Cenário e Figurino : Marley Oliveira Trilha Sonora Original : Ricardo de Alcântara Vídeos : Lux Delfino Iluminação : Higor Filipe Direção técnica : Daniel Lacourt DURAÇÃO: 50 minutos CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos 05 e 06/09, 20h30 Sala Martins Penna (TNCS) A FORÇA DA ÁGUA Pavilhão da Magnólia (CE) Até quando aceitaremos o discurso da seca como fatalidade? Com dramaturgia e direção de Henrique Fontes, a peça traça o caminho historiográfico da seca no Ceará. Desde as promessas feitas por Dom Pedro, passando pelo genocídio nos campos de concentração e no Caldeirão até o tempo presente quando descobrimos que a água não é um direito constitucional. Na linha do teatro documental e de forma bem-humorada, trata de fatos apagados da história do Brasil em torno da indústria da seca. Os relatos e documentos denunciam aquilo que nos impede de ter acesso à água potável e de qualidade. Até quando? Quando deixaremos nossas águas transbordarem? PAVILHÃO DA MAGNÓLIA - Com 20 anos de trajetória, o grupo investe em diversificados caminhos de criação, em diálogo com diferentes criadores da cena e uma atenção a experimentações de linguagens que ampliem os limites do que se compreende como teatro para adultos e para as infâncias. Seu repertório inclui 18 espetáculos, apresentados em mais de 80 cidades e participação em importantes festivais e mostras de teatro e arte do país. FICHA TÉCNICA Elenco : Denise Costa, Eliel Carvalho, Jota Junior Santos, Nelson Albuquerque e Silvianne Lima Dramaturgia e Direção : Henrique Fontes Pesquisadora-colaboradora : Cydney Sergman Direção de Movimento : Ana Claudia Viana Oficina Rasaboxes : Julia Sarmento Desenho de Luz : Wallace Rios Operação de Luz : Jão Rios Cenografia : Rodrigo Frota Adereços : Beeethoven Cavalcante Figurino : Ruth Aragão Sonoplastia : Ayrton Pessoa Bob e Eliel Carvalho Preparação Vocal : Thiago Nunes Ilustrações : Raisa Christina Designer Gráfico : Carol Veras Fotos: Luiz Alves // Sérgio Lima Foto Projetada e Edição de Vídeo (Deepfake): Allan Diniz Produção Executiva : Som e Fúria Produções Coordenação de Produção : Jota Jr. Santos e Silvianne Lima DURAÇÃO: 70 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS 05 e 06/09, 20h Espaço Multicultural Casa dos Quatro UM LAPSO DE OURO E VINHO Os Áuspices – James Fensterseifer (DF) Primeira encenação de um dos textos mitopoéticos do diretor e dramaturgo, James Fensterseifer, autor de O labirinto sem fio de Dédalo (2021), Mitos menosprezados Vol. 1 (2022) e Mitos menosprezados Vol. 2 (2023), que trazem à tona histórias mitológicas pouco conhecidas. Nas florestas da Arcádia, o sátiro Sileno, tutor de Dioniso, se recolhe para descansar e é capturado por soldados que o levam até o Rei Midas. Ao não responder a um questionamento de Midas, o sátiro é encarcerado. Mas Dioniso sente falta do tutor e cancela qualquer festa até que encontrem seu amigo. Na prisão, Sileno é reconhecido pelo carcereiro que o salva revelando ao Rei Midas a proximidade do sátiro com o deus Dioniso. Interessado numa recompensa, Midas devolve o sátiro ao deus do vinho que lhe concede um desejo. Midas escolhe o dom de transformar em ouro tudo que toque. Com a volta de Sileno, os festejos recomeçam na Arcádia. JAMES FENSTERSEIFER - Iluminador, diretor teatral e dramaturgo. De 2000 a 2020, foi diretor e dramaturgo da Cia. Brasilienses de Teatro, transmutando clássicos para os palcos, como: O barão nas árvores, O cavaleiro inexistente e O visconde partido ao meio , de Ítalo Calvino; Uma criatura dócil , de Fiódor Dostoiévski; A hora da estrela , de Clarice Lispector; Macbeth , Otelo e Conto de inverno, de Shakespeare; Medeia, a neta do sol , de Eurípides, entre outros. A partir de 2022, passa a dirigir óperas com a Cia. de Cantores Líricos de Brasília, nas montagens de Carmem (2022), de Bizet, e Fosca (2023), de Carlos Gomes. Ainda em 2022, publica o livro Cia. Brasilienses de Teatro 20 anos – um histórico memorável . FICHA TÉCNICA : Texto e encenação (direção, iluminação, figurino, maquiagem e cenografia) : James Fensterseifer Elenco : Bárbara Lima, Daniel Landim, Denis Camargo, Hugo Leonardo e Iury Persan Arranjo musical: Daniel Landim Fotografias: Adla Marques Produção: Os Áuspices DURAÇÃO: 60 minutos CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos 05 e 06/09, 20h30 Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) A BAILARINA FANTASMA Plataforma - Estúdio de Produção Cultural (SP) Peça-instalação criada a partir da icônica e polêmica escultura A Bailarina de 14 Anos, do pintor e escultor francês Edgar Degas (1834-1917), em fricção com os relatos autobiográficos da bailarina brasileira Verônica Santos. Com encenação e instalação cênica de Wagner Antônio e dramaturgia de Dione Carlos, o espetáculo revela um corpo fraturado por violências físicas e simbólicas e também por tentativas de apagamento da visibilidade de uma bailarina clássica negra. A montagem propõe uma espacialidade imersiva e tece uma articulação simbólica e material entre bronze, cera e carne. Expondo os abismos entre imagem e história, a performer e a dramaturga ritualizam de forma íntima, diante do público, um plano de vingança subjetivo e poético contra o colonialismo. Vencedor do XII Prêmio Estadual Denilto Gomes de Dança 2024 (Cooperativa Paulista de Dança) na categoria “Melhor Espetáculo de Dança de 2024”. Plataforma – Estúdio de Produção Cultural - Tem como propósito a criação, produção e difusão de projetos de diversidade e libertação sociocultural em suas dimensões artísticas, simbólicas e cidadãs. Também realiza cursos, curadorias e orienta produções e artistas para o desenvolvimento de projetos em dança e teatro. Verônica Santos é bailarina, intérprete, coreógrafa e arte-educadora. Seus trabalhos consistem em uma ampla pesquisa e discussão sobre o corpo negro feminino. Idealização: Fernando Gimenes, Plataforma – Estúdio de Produção Cultural Encenação e instalação cênica : Wagner Antônio Atuação : Verônica Santos Dramaturgia : Dione Carlos Pianista: Natália Nery Voz em off: Dione Carlos Diretora Assistente : Isabel Wolfenson Mediação Artística-Psicanalítica : Rafael Costa Pianista e compositora : Natália Nery Equipe técnica performativa : Laysla Loyse, Lucas JP Santos, Guilherme Zomer Coordenação técnica : Laysla Loyse Desenho de som : Guilherme Zomer Direção de Produção : Fernando Gimenes Assistente de produção: Bruno Ribeiro Fotografias : Helton Nóbrega, Noelia Nájera Social Media : Jorge Ferreira DURAÇÃO: 75 minutos CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 16 anos 06 e 07/09, 19h Sala Multiuso (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) MES HORIZONS | A COLUNA QUEBRADA | CHENN Cie Demka, Le Coin de La Danse e Compagnie Chriki'z (Guiana/França) O Centro Nacional de Desenvolvimento Coreográfico (CDCN) Touka Danses, da Guiana Francesa, traz ao Brasil, no âmbito da Temporada França-Brasil 2025, três coreografias de artistas apoiados pela instituição, apresentadas em sequência em um único programa. O Touka Danses é a primeira entidade ultramarina vinculada à rede nacional francesa de CDCN’s. As coreografias, por ordem de apresentação, são as seguintes: MES HORIZONS – Primeiro trabalho da Cie Demka. A coreógrafa e intérprete Gladys Demba decidiu refletir sobre sua própria identidade para falar da identidade de seu país. A obra parte das diferentes paisagens da Guiana para questionar: o que sou eu como guianense? Como me posiciono na sociedade em relação à forte cultura que a Guiana possui? O que moldou a dança que me caracteriza hoje? CIE DEMKA - Fundada em 2018 por Gladys Demba, é uma companhia de dança contemporânea que busca ser eclética. Este nome remete à identidade da criadora e à sua cultura através do simbolismo do KA, um tambor tradicional da Guiana Francesa, que permanece como fonte de poder rítmico e possui uma forma de espiritualidade na conexão entre o corpo e a intensidade do som. Intérprete dançarina: Shaona Legrande Técnico de luz e sonoplastia: Sam Moffat Direção artística e coreografia: Gladys Demba DURAÇÃO: 15 min A COLUNA QUEBRADA – Título de uma das pinturas criadas por Frida Kahlo em 1944 e que integra o espetáculo Frida Danse, criado pela coreógrafa Jussandra Sobreira. Aqui, ela permanece apegada ao seu corpo dolorido, que a aprisionou por muito tempo. Ela supera a vida apesar de reconhecer sua fragilidade. A coluna se rompe em uma explosão final de brilho artístico. Vibrante, porém solitária, ela testemunha a força do corpo e da mente. LE COIN DE LA DANSE – Criada por Jussandra Sobreira, bailarina e coreógrafa brasileira radicada há mais de uma década na Guiana Francesa. Jussandra participa de projetos como "Opérapprentis" da Opera de Paris. Ela também criou peças como "Frida Danse" em 2018, "La valse de Camille" em 2022 e "Les amants" em 2023, inspirando-se nos artistas visuais Frida Kahlo, Camille Claudel e René Magritte. Direção, coreografia e interpretação: Jussandra Sobreira DURAÇÃO: 10 min CHENN - Chenn (ou corrente), um laço que tanto une como confina. Há a sombra de um passado colonial, que questiona esta geração sobre como construir sua identidade dentro de uma história que não é tão distante, mas que, para alguns, parece distante da sua. Os dançarinos, num espaço definido por bolas brancas, veem sua dança assumir histórias do passado, do presente, desejos de liberdade e de quebrar barreiras. As bolas se tornam objetos de raiva e chaves para o apaziguamento. Chenn é ambivalência. COMPAGNIE CHRIKI'Z - Fundada em 2011, na cidade de La Rochelle/França, a companhia realiza um trabalho criativo contemporâneo que explora os gestos do hip-hop. Os coreógrafos e diretores Amine Boussa e Jeanne Azoulay desenvolvem uma linguagem que mescla a tradição dos gestos do hip-hop com movimentos contemporâneos. No palco, os performers personificam um equilíbrio entre controle e desapego, brincando com os códigos do break dance, hip-hop e krump. Intérpretes dançarinos: Yoghan “Hope” Tacita e Francis “Madak” Saint-Albin Assistência de coreografia: Laurent Pareti Direção artística e coreografia: Amine Boussa DURAÇÃO: 30 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos 07/09, 17h Sala Martins Penna (TNCS) OGROLETO Pavilhão da Magnólia (CE) Uma criança descobre que não é igual às outras e tem que aprender a aceitar e a lidar com essa diferença, com a dificuldade de adaptação, o sentimento de inadequação e a frustração que envolvem esta descoberta. Ser aceito pelos demais parece não ser fácil. Nessa árdua tarefa, ele conta com a ajuda da sua mãe. A peça da autora canadense Suzanne Lebeau trata de temas presentes na infância, como medos, dúvidas e diferenças. Com mais de 35 anos de experiência de escrita para crianças, a atriz e escritora Suzanne tornou-se uma das vozes mais importantes da arte dramática para o público jovem no mundo, tendo recebido as principais honrarias do universo da cultura no Canadá. Em mais de 25 obras originais para teatro, muitas delas traduzidas para diversos idiomas, ela tem sido capaz de empurrar os limites do que se pode dizer às crianças. PAVILHÃO DA MAGNÓLIA - Com 20 anos de trajetória, o grupo investe em diversificados caminhos de criação, em diálogo com diferentes criadores da cena e uma atenção a experimentações de linguagens que ampliem os limites do que se compreende como teatro para adultos e para as infâncias. Seu repertório inclui 18 espetáculos, apresentados em mais de 80 cidades e participação em importantes festivais e mostras de teatro e arte do país. FICHA TÉCNICA Texto : Suzanne Lebeau Tradução : Jorge Bastos Direção : Miguel Vellinho Elenco : Nelson Albuquerque e Silvianne Lima Músico : Eliel Carvalho Sonoplastia : Airton Bob Pessoa Figurinos : Yuri Yamamoto Caracterização : MR Retrô Iluminação : Wallace Rios Cenografia : Carlos Alberto Nunes Produção : Som e Fúria Produções Parceria : TIC, PRODECOM, Grupo Expressões Humanas, Cia Prisma de Artes e Grupo Bagaceira DURAÇÃO: 60 min CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: A PARTIR DE 7 ANOS CELEBRAÇÃO 30 ANOS DO CENA 04/09, 19h-22h, entrada franca Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul) COM ORQUESTRA ALADA TROVÃO DA MATA - Grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF) Uma enfeitada procissão que utiliza a linguagem cênica (dança, teatro, batuque, canto) para levar ao público o universo fantástico das sagradas figuras do Mito do Calango Voador (misteriosamente escrito por Tico Magalhaes), brincado e manifestado pelo Grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro. Com uma batida singular, o Samba Pisado, a Orquestra Alada encarna a velha tradição dos cortejos de rua, para trazer ao mundo as fabulosas figuras de nosso encantado cerrado. A Orquestra Alada Trovão da Mata surgiu em 2013 para celebrar a sagrada figura do Calango Voador e outras histórias do Cerrado. Exalta os símbolos marcantes da cidade e das matas, povoando o imaginário popular com figuras fantásticas. Formada por mais de 70 brincantes, entre batuqueiros e figureiros, a Orquestra abre caminhos para a alegria e para o encantamento, tocando tambores, almas e corações. TICO MAGALHÃES – Nascido em Recife, tem como formação o Teatro Popular e a Música Tradicional. Com mestras e mestres da Cultura Popular, aprendeu a tocar, atuar e contar histórias. Escreveu o Mito do Calango Voador, depois de visitar a Chapada dos Veadeiros em Goiás. Em 2004, já radicado em Brasília, criou o Grupo Seu Estrelo, com o qual desenvolveu o ritmo musical Samba Pisado, além de conceber o Teatro de Terreiro. Em 2014, fundou o Centro Tradicional de Invenção Cultural, uma escola onde transmite seu aprendizado. CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre ----------------------------------------------------------------------------------------- CENA CONTEMPORÂNEA – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BRASÍLIA Direção geral : Guilherme Reis Coordenação administrativo-financeira : Michele Milani Direção de produção : Gui Angelim e Nathalie Amaral Curadoria : Guilherme Reis Colaboração curadoria : Daniele Sampaio, Alaôr Rosa e Débora Staiff Assistência da direção geral : Carmem Moretzsohn Coordenação Atividades Formativas: Kenia Dias, Julia Guimarães e Valmir Santos Coordenação de produção (TNCS): Nathalie Amaral Coordenação de logística: Clara Nugoli Coordenação de produção (E.C. Renato Russo): Nalva Sysnandes Coordenação de produção (Caixa Cultural): Alaor Rosa Produção : Paty Del Rey, Kika de Moraes, Rose Nugoli, Dani Vasconcelos, Gustavo Haeser Assistente de produção: Luiza Nugoli, Anna Ju, Camyla Bastos Acessibilidade: William Coordenação de comunicação: Carmem Moretzsohn Gestão de publicidade: Michele Milani Assessoria de imprensa: Objeto Sim Projetos Culturais Gestão de redes sociais: Um Nome – Agência Criativa: Guilherme Tavares, Amanda Bittar, Bianca Lima, Lucas Damascena, Dorival Júnior e Pedro Godoy Coordenação técnica geral: Marcelo Augusto Coordenação técnica do E.C. Renato Russo: Rodrigo Lelis Técnicos de Luz: Aroldo Lopes, Brisa Light, Damião dos Santos, Francinaldo Jacaúna, Gabriel Martins, Giovani dos Santos, Lemar Rezende, Manu Maia, Mari Marras, Michel Araújo, Rodrigo Lélis, Shirley Araújo e Zé Raimundo Técnicos de Som: Tom Serralvo, João F., Max Paulo Lima, Leo Lima (Roadie) Apresentado por PETROBRAS Realização: Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução Apoio cultural : CAIXA ----------------------------------------------------------------------------------------- SERVIÇO Data : 26 de agosto a 07 de setembro de 2025 Locais : Sala Martins Penna (Teatro Nacional Cláudio Santoro), Espaço Cultural Renato Russo, Teatro da CAIXA Cultural, Espaço Multicultural Casa dos Quatro, Espaço Cultural Venâncio e Teatro Sesc Ary Barroso 504 Sul Horários : ver programação Ingressos : de R$ 15,00 até R$ 100,00, disponíveis para venda a partir do dia 15/08 através do site
- Fernanda Montenegro traz a Brasília a leitura dramática de ‘Nelson Rodrigues Por Ele Mesmo’
Brasília será palco de um reencontro histórico: no dia 24 de setembro, Fernanda Montenegro volta à cidade para abrir sua turnê nacional com a leitura dramática de Nelson Rodrigues por ele mesmo . Aos 95 anos, a atriz sobe ao palco do Centro de Convenções Ulysses após anos de ausência, em uma apresentação que promete emocionar plateias de todas as idades. A fala de Nelson Rodrigues sempre fascinou Fernanda Montenegro, que organizou e costurou a leitura a partir da obra homônima de Sônia Rodrigues. O livro reúne, em primeira pessoa, o máximo das reflexões mais íntimas sobre sua vida e sua obra. “Ele é o cronista visceral do comportamento do homem brasileiro. Nelson nunca fez concessões para atender ao que, hoje, chamamos de politicamente correto, e tampouco lançou mão da caricatura em seus escritos. A sua matéria-prima era o real, descortinado, amplificado”, afirma Fernanda Montenegro. Nelson Rodrigues não era de partido, não era de igrejas, não se alinhava a ideologias, correntes acadêmicas (nem a de Letras, nem a universitária), não pertencia a grupos de opiniões, nem “panelas” de nenhuma espécie. Achava-se no direito de expressar suas ideias sobre o que considerava os grandes temas de interesse público no país - e o que fez com uma franqueza rara, que ainda reverbera. Ficha Técnica: Dramaturgia e Direção - Fernanda Montenegro Organizadora do livro Nelson Rodrigues Por Ele Mesmo - Sônia Rodrigues Direção de Produção - Carmen Mello Pesquisa e Seleção Musical - Fernanda Montenegro Seleção de Objeto de Cena - Daniel Pinha Desenho de Som - André Omote Desenho de luz - Diego Diener Comunicação Visual - Nicolle Meirelles Controller - Elinete Barcellos Secretário Teatral- Jadir Ferreira Supervisão Técnica - André Nunes A leitura “Fernanda Montenegro em Nelson Rodrigues Por Ele Mesmo” é realizada e concebida pela Trígonos Produções Culturais e Bonocardo Produções Artísticas. Em Brasília, será apresentada pelo Metrópoles em parceria com a Trigono, Bonocardo e Oh Artes. Serviço: Fernanda Montenegro em ‘Nelson Rodrigues Por Ele Mesmo’ Data: 24 de setembro (quarta-feira)Horário: 20h30Local: Centro de Convenções UlyssesClassificação Indicativa: 12 anosInformações: (61) 3554-4005 / WhatsApp: (61) 98141-1990 Realização em Brasília: Oh Artes! , Trígonos Produções Culturais e Bonarcado Produções Artísticas Apoio: Metrópoles PONTO DE VENDA: https://www.bilheteriadigital.com/fernanda-montenegro-em-quot-nelson-rodrigues-por-ele-mesmo-quot-24-de-setembro INGRESSOS: VALOR MEIA ENTRADA* VALOR MEIA SOCIAL** POLTRONA FRONT PREMIUM R$ 450,00 R$ 495,00 POLTRONA PREMIUM* R$ 350,00 R$ 385,00 POLTRONA GOLD* R$ 300,00 R$ 330,00 POLTRONA VIP* R$ 250,00 R$ 275,00 POLTRONA ESPECIAL* R$ 200,00 R$ 220,00 POLTRONA SUPERIOR* R$ 150,00 R$ 165,00 * Em atendimento à Lei Federal nº 12.933/2013, ao Decreto nº 8.537/2015 e à legislação distrital vigente, têm direito à meia-entrada nos eventos realizados no Distrito Federal: - Estudantes regularmente matriculados em instituições de ensino público ou privado, mediante apresentação da Carteira de Identificação Estudantil (CIE) expedida pelas entidades estudantis reconhecidas em âmbito nacional ou local; - Idosos (pessoas com idade igual ou superior a 60 anos), conforme o Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003); - Pessoas com deficiência e, quando necessário, seu acompanhante (Lei nº 12.933/2013 e Decreto nº 8.537/2015); - Jovens de baixa renda com idade entre 15 e 29 anos, inscritos no CadÚnico e portadores da ID Jovem; - Professores da rede pública e privada de ensino básico do DF, mediante apresentação de contracheque ou carteira funcional emitida pela Secretaria de Educação ou instituição privada; - Doadores regulares de sangue registrados em hemocentros e bancos de sangue do DF, mediante apresentação de documento oficial expedido por órgão competente que comprove a condição (Lei Distrital nº 4.879/2012); - Desempregados residentes no DF, conforme a Lei Distrital nº 5.018/2013, mediante apresentação de comprovação emitida pela Secretaria de Trabalho do DF; - Diretores, coordenadores pedagógicos, supervisores e orientadores educacionais da rede pública e privada de ensino do DF, conforme Lei Distrital nº 5.844/2017. **MEIA SOCIAL : O ingresso social é uma categoria de ingresso que oferece desconto de 45% no valor do ingresso inteiro, mediante doação de 1kg de alimento não perecível. A doação deve ser entregue ao acessar o teatro no dia e horário previsto para abertura dos portões. Os ingressos são limitados e estarão sujeitos à disponibilidade













