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- Vozes da periferia ecoam em projeto de Rádio Escolar
Em um estúdio improvisado entre carteiras e quadros, nascem histórias que a periferia insiste em contar. Doze programas de rádio, criados inteiramente por estudantes do Centro de Ensino Fundamental 5 (CEF 05), de Sobradinho, preparam-se para decolar, levando consigo o peso e a poesia das realidades que habitam os corredores escolares. Esta é a terceira edição do projeto "Oficina de Rádio para Jovens que Planejam Voar", um grito de protagonismo que entrega o microfone a quem, por tanto tempo, foi silenciado. Idealizado pelo jornalista, radialista e mestre em comunicação Dioclécio Luz, o projeto transforma salas de aula em cabines de criação. Alunos dos turnos matutino, vespertino e noturno assumem o comando: roteirizam, editam e apresentam programas que mergulham fundo nas raízes e urgências de seu território. Os temas Os jovens confrontam o Racismo estrutural e celebram a História de Brasília pelas lentes da periferia. Denunciam a Violência contra as mulheres , o Bullying e as demais Violências nas escolas , enquanto tecem estratégias de paz. Alertam para o Desmatamento do Cerrado e exaltam sua fauna, nos programas sobre Animais do Cerrado . Combatem a LGBTfobia com vozes que exigem respeito. Em tributo à cultura que os inspira, rendem Homenagens a Caetano Veloso e Racionais MCs – ícones que são pontes entre gerações. Sob mentoria de profissionais experientes, cada tema ganhou vida através de pesquisas, entrevistas e uma curadoria musical afiada. As letras das músicas brasileiras selecionadas dialogam diretamente com as lutas e esperanças desses jovens narradores. Não se trata apenas de conteúdo: é a entonação das vozes adolescentes, o ritmo das falas marcadas pelo território, o vocabulário que carrega a identidade das quebradas. Cada programa é um retrato falado das vivências desses jovens, agentes de transformação que reescrevem narrativas. "Mais do que abordar temas, eles imprimem suas almas nas ondas sonoras", reflete Dioclécio, que enfatiza: “não falam sobre a periferia; falam desde ela, com a autoridade de quem a habita". Financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura do DF, o projeto já envolveu mais de 150 estudantes da rede pública em três edições, consolidando-se como um farol de escuta e expressão. No dia 14 de agosto, quinta-feira, a partir das 14h30 , no CEF 5, de Sobradinho, uma cerimônia vai marcar a entrega dos certificados aos estudantes participantes das oficinas. Mais que certificados, trata-se do reconhecimento de habilidades técnicas e a celebração da coragem em romper invisibilidades. Imediatamente após, os programas ganharão o mundo através da Web Rádio Eixo , parceira fundamental da iniciativa, amplificando vozes que planejam voar — e já começaram a descolar do chão.
- Sessão Azul exibe Os Caras Malvados 2 no Boulevard Shopping Brasília
No domingo (17), o Boulevard Shopping Brasília recebe mais uma edição da Sessão Azul, iniciativa voltada para crianças com distúrbios sensoriais, como o Transtorno do Espectro Autista (TEA), e suas famílias. A programação especial será realizada às 11h, no Kinoplex, com a exibição do longa de animação Os Caras Malvados 2 . Os ingressos podem ser adquiridos pelo valor de meia-entrada, com compra antecipada pelo site: sessaoazul.com.br/UF/df . A Sessão Azul oferece um ambiente adaptado, com luzes levemente acesas, som mais baixo e liberdade para os pequenos se movimentarem e se expressarem à vontade. O projeto é uma realização da CapaciTEAutismo Entretenimento, com patrocínio de shoppings parceiros e apoio de instituições dedicadas à inclusão de pessoas autistas. Produzido pela DreamWorks Animation, Os Caras Malvados 2 é a continuação do sucesso que mistura ação e comédia em uma divertida aventura animada. Cinco anos depois de deixarem a vida de crimes, Sr. Lobo e sua turma tentam se tornar cidadãos exemplares, mas a jornada não é fácil. Quando um grupo de mulheres bandidas os obriga a embarcar em uma missão perigosa, eles precisam retomar a vida de fora da lei para encarar seu último grande desafio. A animação combina humor, ação e lições sobre amizade, confiança e recomeços, garantindo diversão para toda a família. Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=Ve9vKns--Cs Inclusão Para deixar os passeios ainda mais confortáveis, o Boulevard Shopping Brasília, administrado pela NIAD, criou o Espaço Aconchego , um ambiente pensado para oferecer mais conforto e tranquilidade às pessoas neurodivergentes com hipersensibilidade sensorial, durante sua visita ao shopping. Oferta, ainda, 3 vagas de estacionamento exclusivas para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Localizadas na garagem coberta, próximo à Alameda de Serviços, estão identificadas com a fita de conscientização do autismo. A comprovação do direito ao uso da vaga especial se dá por meio da apresentação da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), instituída pela Lei Romeo Mion 13.977/20. Também são disponibilizados gratuitamente os crachás de identificação e abafadores de ruídos. Destinados às pessoas autistas que possuem hipersensibilidade auditiva, os aparelhos oferecem mais conforto e minimizam barulhos e ruídos durante os passeios pelo shopping e o crachá de identificação. O empréstimo é realizado no SAC, 2º Piso e basta apresentar um documento de identificação. Ao final do passeio, os itens devem ser devolvidos no mesmo local de retirada. Sobre o Boulevard Shopping Brasília O Boulevard Shopping Brasília, administrado pela NIAD, possui 16 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald's, Giraffas, Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo. Com a proposta de garantir conforto e inclusão a todos os visitantes, o shopping oferece Espaço do Cliente com fraldário e a Sala do Aconchego para autorregulação de pessoas com sensibilidade sensorial. O aplicativo ColorADD está disponível nas lojas do shopping via QR Code, proporcionando mais autonomia a clientes com daltonismo ao facilitar a identificação das cores das peças. E, ainda, vagas verdes para recarga de carros elétricos e inclusivas para pcds, idosos e gestantes, localizadas na garagem coberta. Sessão Azul Data: domingo, 17 de agosto Horário: 11h Local: Kinoplex Boulevard Shopping Ingresso: https://www.sessaoazul.com.br/UF/df Disponível em meia-entrada e pode ser comprada também na bilheteria do cinema Sujeito a lotação. Boulevard Shopping Brasília Setor Terminal Norte, Conj J - Asa Norte Informações: (61) 3448-3300 Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/ @boulevardshoppingbrasilia
- Raízes Musicais : música de resistência com Célia Porto e Rênio Quintas Trio
Em tempos em que os palcos se rendem a modismos e o essencial da música se cala, Brasília ganha voz com o Projeto Raízes Musicais. Idealizado pelo maestro Rênio Quintas, o projeto celebra artistas que construíram sólidas trajetórias dentro e fora do país, mas que ainda enfrentam barreiras para se apresentarem em sua própria cidade. Depois da emocionante estreia com Alberto Salgado, o palco do Teatro dos Bancários recebe no dia 15 de agosto (sexta-feira) o segundo show da temporada: Célia Porto e Rênio Quintas Trio, em uma noite dedicada à música brasileira em sua forma mais autêntica. Com apresentações mensais até dezembro, Raízes Musicais resgata o valor da escuta atenta e da arte que representa, emociona e resiste. Os ingressos para a apresentação estão à venda pelo Sympla. Sobre Célia Porto e Rênio Quintas Com um repertório que passeia por canções autorais e por obras de compositores que têm Brasília como inspiração e território afetivo, o espetáculo promete uma fusão rica entre a potência interpretativa de Célia e os arranjos refinados de Rênio. A mistura de MPB com música instrumental ganha ainda mais força com a performance da banda formada por Genaldo Mendonça (baixo), Stive Marta (bateria) e Rênio Quintas (teclado). O público poderá reconhecer faixas dos álbuns As Canções (Rênio Quintas) e Palhaço Bonito (Célia Porto), disponíveis nas plataformas digitais. O encontro marca mais uma etapa do Projeto Raízes Musicais, que ao longo de 2025 reúne grandes nomes da cena musical brasiliense em apresentações mensais. SERVIÇO Show: Célia Porto e Rênio Quintas Trio – Projeto Raízes Musicais Local: Teatro dos Bancários – 314/315 Sul Data: Sexta-feira, 15 de agosto Horário: 20h Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/celia-porto-e-renio-quintas-trio/3056390
- BRAPO comemora 40 anos com show gratuito em Samambaia e participação especial do violonista Nelson Faria
A Brasília Popular Orquestra (BRAPO) encerra com chave de ouro a sua série de apresentações comemorativas pelos 40 anos de trajetória musical. No sábado (16), o público poderá curtir um grande espetáculo gratuito, com a participação especial do renomado violonista Nelson Faria . Criada pelo maestro Manoel Carvalho , grande entusiasta do jazz, a BRAPO é considerada um dos principais grupos musicais do Distrito Federal, conhecida por sua sonoridade vibrante que transita com maestria entre o jazz, o samba e outros ritmos dançantes. Com uma formação completa de big band , a orquestra reúne 20 músicos de altíssimo nível, oferecendo ao público uma experiência musical rica, diversa e cheia de energia. No show em Samambaia, o encerramento da turnê de aniversário contará com um repertório especialmente selecionado para a ocasião, prometendo transformar o espaço em uma grande e animada pista de dança. A grande atração da noite será Nelson Faria , violonista consagrado que já acompanhou nomes como Milton Nascimento, João Bosco, Ivan Lins e Cássia Eller , e que também comanda a aclamada série "Um Café Lá Em Casa" , sucesso no YouTube e na TV. SOBRE NELSON FARIA Reconhecido como um dos maiores guitarristas brasileiros da atualidade, Nelson Faria construiu uma carreira sólida e respeitada tanto no Brasil quanto no exterior. Iniciou seus estudos musicais em Brasília, com o professor Sidney Barros (Gamela) , e mais tarde aprimorou sua técnica nos Estados Unidos, no prestigiado Guitar Institute of Technology (atual Musicians Institute), em Los Angeles, onde foi aluno de lendas como Joe Pass, Frank Gambale, Scott Henderson, Joe Diorio e Ted Greene . Com uma discografia consistente e versátil, Faria já tocou e gravou com alguns dos nomes mais expressivos da música brasileira, como Milton Nascimento, João Bosco, Nana Caymmi, Ivan Lins, Cássia Eller, Edu Lobo e Toninho Horta . Sua atuação internacional inclui apresentações nos principais festivais de jazz do mundo, como o Festival de Montreux (Suíça), North Sea Jazz Festival (Holanda), Festival Internacional de Jazz de Montreal (Canadá) e o Festival de Jazz de Jacarta (Indonésia) . Além de instrumentista virtuoso, Nelson Faria é um educador musical respeitado , com passagens como professor convidado por universidades suecas como Örebro Universitet , Ingesund Universitet e KMH . Também é autor de diversos livros didáticos publicados no Brasil, nos Estados Unidos, na Itália e no Japão — entre eles o clássico “The Brazilian Guitar Book” (Sher Music, 1996). Faria é ainda o criador e apresentador da premiada série "Um Café Lá Em Casa" , transmitida pelo YouTube e pelos canais Arte 1, Futura e Music Box Brazil , e dirige a plataforma de ensino musical online Fica a Dica Premium . Sobre a BRAPO Com vasto e variado repertório, que inclui Glenn Miller, Duke Ellington, Severino Araújo , entre outros grandes nomes da música nacional e internacional, a BRAPO vem se reciclando ao longo das décadas para acompanhar novas tendências. Em seus shows, abre espaço para uma animada gafieira, com direito a forró, salsa, samba e jazz . Para os shows de comemoração dos 40 anos, a orquestra preparou uma seleção especial para cada cidade do DF. A turnê teve início em junho, com apresentações gratuitas em Planaltina e na Casa do Cantador da Ceilândia — esta última contando com a participação especial do sanfoneiro Sivuquinha do Acordeom , um dos grandes mestres do instrumento no Distrito Federal. As apresentações fazem parte de um projeto viabilizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) , gerido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF , reafirmando o compromisso de democratizar o acesso à cultura e valorizar a produção artística local. SERVIÇO BRAPO 40 ANOS – Show com Nelson Faria Dia 16 de agosto (sábado)19h30 Complexo Cultural de Samambaia Entrada franca Realização: BRAPO – Brasília Popular Orquestra Apoio: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal | Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF
- Rolê Cultural do CCBB celebra o Dia do Patrimônio com visitas mediadas sobre memória e cultura
No dia 17 de agosto, quando é celebrado o Dia do Patrimônio Histórico Nacional, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília reforça seu compromisso com a formação cultural e a valorização da memória coletiva por meio de ações educativas gratuitas. As visitas mediadas agendadas para escolas e instituições são um dos principais destaques da programação do projeto Rolê Cultural – CCBB Educativo, oferecendo experiências sensíveis de fruição e reflexão em diálogo com o patrimônio material e imaterial. Voltadas ao público escolar e a grupos institucionais, essas visitas estimulam o olhar coletivo, o pensamento crítico e a escuta ativa a partir das obras em cartaz, das histórias presentes na arquitetura do CCBB e das múltiplas camadas do patrimônio cultural brasileiro. Escolas e instituições públicas podem contar com transporte gratuito, ampliando o acesso de estudantes à arte e à cultura de forma democrática e inclusiva. As atividades são conduzidas por uma equipe de mediadores especializados e acontecem de terça a sexta-feira, em horários variados, com agendamento pela plataforma conecta.mediato.art.br . Aos finais de semana, a Visita Territórios e Afetos propõe um olhar sensível sobre a arte e a arquitetura do CCBB Brasília. O público é convidado a conhecer obras presentes nos edifícios do centro cultural e refletir sobre o patrimônio arquitetônico e cultural de Brasília e região. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20hCCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. Programação: Visita Mediada Agendada – Exposições Voltada para escolas e grupos, a visita é um convite ao olhar coletivo com escuta, troca e reflexão sobre as obras, os artistas e os conceitos presentes nas exposições. Escolas públicas podem ter transporte gratuito para as visitas. Data: Terça a sexta-feira: às 9h, 10h, 10h30, 14h, 15h e 19h. Sábados, às 9h. Duração: 1h30 Capacidade: 44 pessoas Ponto de encontro: Sala do Educativo Agendamento: conecta.mediato.art.br Visita Mediada Agendada – Para Teatro e Cinema Escolas e demais instituições podem agendar um passeio cultural ao teatro e ao cinema acompanhadas de mediadores. Duração: 1h Ponto de encontro: Sala do Educativo Agendamento e programação: conecta.mediato.art.br Visita Mediada Aberta ao público e sem necessidade de agendamento, essa atividade acontece de hora em hora e propõe mediações interativas adaptadas às diferentes faixas etárias, promovendo diálogos sensíveis com as exposições em cartaz. Data : Terça a domingo, das 10h às 19h (de hora em hora) Duração: 1h Capacidade: 25 pessoas Ponto de encontro: Sala do Educativo Visita Territórios e Afetos Aberta ao público e sem necessidade de agendamento. Visita com foco em arte e arquitetura. O público é convidado a conhecer obras de arte presentes nos prédios do CCBB e a conversar sobre o patrimônio arquitetônico e cultural de Brasília e seu entorno. Data : Sábados e Domingos às 15h Duração: 1h Ponto de encontro: Sala do Educativo Visita Mediada com Interpretação em LIBRAS Com a presença de intérprete ouvinte de Libras, essa visita oferece uma experiência acessível e inclusiva, estimulando a troca, a investigação e a reflexão sobre as exposições. Data : Sábado, às 10h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Ponto de encontro: Sala do Educativo Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Serviço: Rolê Cultural - Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil Centro Cultural Banco do Brasil - Distrito Federal Endereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel.: 61 3108-7600 Programação completa em ccbb.com.br/brasilia/programacao/ccbb-educativo Ingressos: ingressos.ccbb.com.br Agendamento para grupos e escolas: conecta.mediato.art.br Acesso: gratuito Classificação Indicativa: livre CCBB Brasília Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h. SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site/ bb.com.br/cultura Instagram/ccbbbrasilia Tiktok/ @ccbbcultura Youtube/ Bancodobrasil
- Sucesso em Brasília: Feira da Gestante realiza terceira edição de 2025 na cidade e espera receber 15 mil visitantes
Reconhecida como a maior do setor, a Feira da Gestante realiza a terceira edição em Brasília neste ano, de 20 a 24 de agosto, no Pátio Brasil Shopping. A entrada é gratuita e com a expectativa de receber cerca de 15 mil visitantes ao longo dos cinco dias de evento. “O sucesso das edições anteriores comprova a relevância da feira tanto para o setor quanto para o público da região, somando 30 mil visitantes nas duas últimas edições. Estamos muito felizes em voltar para a terceira edição, reunindo ainda mais expositores, novidades e oportunidades para quem está vivendo esse momento tão especial”, comenta Eliane Paim, diretora de marketing e comunicação da Feira da Gestante. Segundo dados da Secretaria da Saúde do Distrito Federal, Brasília é considerada uma referência na saúde pública do Centro-Oeste, atendendo pacientes de outras cidades, principalmente de Goiás. No último ano, 29,82% dos partos realizados no DF foram de mulheres das cidades goianas, o que corresponde a 9.410 de um total de 31.553. Diante deste cenário, em que milhares de gestantes se deslocam para a capital em busca de atendimento e produtos especializados, a Feira da Gestante ganha ainda mais relevância, oferecendo uma experiência de compra completa e como um elo estratégico entre marcas e consumidores. Voltado para o público de gestantes e bebês de zero a dois anos, o evento reúne uma variedade de produtos e serviços, incluindo roupas, acessórios, enxoval, móveis e brinquedos a partir de R$ 1,99. Além da ampla oferta de produtos, a feira também apresenta itens personalizados com bordado e gravação a laser, além de inovações do setor, como a mamadeira com controle de temperatura. Para as mães, os destaques incluem roupas e lingeries específicas para gestantes, desenvolvidas para oferecer conforto e praticidade durante toda a maternidade. Serviço Feira da Gestante Brasília Data: 20 a 24 de agosto Local: Pátio Brasil Shopping (SCS Quadra 7 - Bloco A - Asa Sul) Horários: quarta à sexta-feira das 12h às 21h, sábado das 10h às 21h e domingo das 13h às 19h. Sobre a Feira da Gestante A Feira da Gestante, reconhecida como a maior do setor, reúne mais de 50 expositores de todo o Brasil, oferecendo uma variedade de produtos materno-infantis com qualidade e preços acessíveis. Fundada em 1994, o evento está presente em 10 cidades brasileiras e se destaca como uma vitrine para empreendedores, que encontram na feira uma oportunidade de crescimento e visibilidade no mercado.
- Federação hoteleira alerta para a especulação de preços em plataformas de aluguéis privados para a COP30
A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) expressa preocupação com a prática de preços exorbitantes de hospedagem na cidade de Belém (PA), sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), em novembro de 2025. A entidade aponta que plataformas de aluguéis privados e a oferta indiscriminada de imóveis para temporada têm sido os principais catalisadores do aumento abusivo de valores. A COP30, evento de grande visibilidade global, enfrenta desafios logísticos para acomodar delegações e a sociedade civil. A FBHA esclarece que, em resposta à crise de hospedagem, a entidade participou de reuniões com o governo local e organização do evento. Nesses encontros, foi alinhado um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) para o setor hoteleiro, o que garantiu que os hotéis entregassem 20% dos leitos a preços definidos pelos organizadores, ou seja, com valores acessíveis. Portanto, o presidente da FBHA, Alexandre Sampaio, destaca que os hotéis formais se dispuseram a colaborar com esta solução. “Os hotéis de Belém já comprometeram parte de seus leitos para atender à demanda da COP30. Em acordo com a organização do evento, 20% dos leitos foram destinados a preços acessíveis, com tarifas diferenciadas para ONGs, países em desenvolvimento e nações mais desenvolvidas. Os contratos estão firmados e os hoteleiros estão comprometidos em respeitá-los”, explica Sampaio. A Federação reforça que, embora Belém tenha um grande atrativo turístico por sua localização na Amazônia, a infraestrutura hoteleira não é suficiente para a grandiosidade da demanda gerada pela COP30. Essa lacuna, segundo a FBHA, tem sido explorada por plataformas de aluguéis por temporada, que operam sem a mesma regulamentação do setor hoteleiro e praticam reajustes de preços desproporcionais. “Os hotéis oferecem reajustes compatíveis com a demanda disparada pelo evento - o que acontece naturalmente em qualquer lugar, e todos que fecharam e contratualizaram estão ali já acordados. Nosso setor trabalha com planejamento e previsibilidade. A falta de regulamentação para o aluguel de casas e apartamentos por plataformas digitais é o principal fator que impulsiona a especulação”, conclui Alexandre Sampaio. Sobre a FBHA – A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) é uma entidade sindical patronal constituída com a finalidade de coordenação, defesa administrativa, judicial e ordenamento dos interesses e direitos dos empresários da categoria e atividades congregadas. Integra a chamada pirâmide sindical, constituída pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), pela própria FBHA, pelos Sindicatos e pelas empresas do setor. É uma das maiores entidades sindicais do país e tem representação nos principais órgãos, entidades e conselhos do setor empresarial e turístico do Brasil, tais como o Conselho Nacional de Turismo (CNT), do Ministério do Turismo, ou o Conselho Empresarial do Turismo (Cetur) da CNC. Está presente em todas as regiões, através de 67 sindicatos filiados. Representa em âmbito estadual e municipal cerca de 940 mil empresas, entre hotéis, pousadas, restaurantes, bares e similares.
- Turnê musical pelo DF marca lançamento de livro sobre blues
Para desmistificar a usual tristeza ligada ao blues, o jornalista, radialista e cientista social Alexandre Rocha escreveu Shake That Thing : antropologia, história, significação e erotismo no blues. O lançamento do livro ocorrerá em quatro diferentes locais do Distrito Federal, sempre acompanhado por apresentações musicais que homenageiam o blues, em suas diversas vertentes e com foco em seu aspecto sensual. O livro mergulha na história do blues para colocar em cheque a imagem tradicional de uma música “lamentosa”. Com quase 40 anos de pesquisa na área, Alexandre aborda o gênero musical a partir de cinco eixos — história, música, poética, dança e performance —, destacando o caráter erótico do blues e resgatando sua riqueza e complexidade, a partir de uma perspectiva interpretativa e original acerca desse secular e influente gênero musical afro-americano. A programação começa em 19 de agosto, às 18h30, em Taguatinga Norte, com show de Bartô Blues, músico influenciado pelo rock blues e reconhecido em Brasília pela paixão ao estilo e qualidade musical. No dia 23 de agosto, às 16h30, no Guará, será a vez de Ricardo Serpa, gaitista com quase três décadas dedicadas ao blues tradicional e contemporâneo e líder da Serpa Blues Band. Já no dia 31 de agosto, às 17h, em Sobradinho, a cantora Nina Molina e seu repertório que passeia pelo blues, soul, jazz e R&B, marcado por interpretações sensoriais e emocionais. Encerrando a programação, no dia 4 de outubro, às 18h, no Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília, a multiartista premiada Thaise Mandalla — considerada a maior promessa do blues na cidade — apresenta um show autoral que combina guitarra e voz. Em todas as apresentações o fio condutor será a releitura de temas que abordam a representação da sexualidade no blues. “ Shake That Thing questiona a representação reducionista e por vezes equivocada criada em torno do blues, sedimentada por parte da bibliografia canônica do gênero”, afirma Alexandre Rocha. Ele acrescenta que o livro busca ampliar o diálogo para além dos muros da academia. “É com dupla e imensa alegria que comemoro essa empreitada. Não só por poder ampliar o diálogo para além dos muros da academia, mas também pela chance de devolver o resultado de meu trabalho de uma vida à sociedade, a quem devo com gratidão a oportunidade de materializar esse sonho”, afirma. O lançamento inclui, ainda, um curso ministrado por Alexandre Rocha que, em cinco aulas, vai apresentar o conteúdo do livro, lançando mão de vasto recurso audiovisual. As aulas gratuitas acontecerão no Espaço Cultural Renato Russo, em todos os sábados de setembro, das 14h às 17h. A última aula, no dia 4/10, coincide com o lançamento do livro e a apresentação de Thaise Mandalla. Premiado a partir de uma monografia em Antropologia pela Universidade de Brasília, o livro foi produzido com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. O projeto gráfico, assinado por Eduardo Freire, e as ilustrações do artista Carlus Campos, reforçam essa a atmosfera peculiar e pouco contemplada do blues: sua ambiguidade discursiva e culturalmente codificada, expressa por meio de linguagem e estética que abarcam música, dança e performance, trazendo uma experiência visual e sensorial que dialoga diretamente com o conteúdo denso e sensível da obra. A publicação inclui ainda um glossário de expressões e gírias do blues, letras de dezenas de canções e QR codes que possibilitam o acesso imediato às músicas citadas, ampliando a imersão do leitor na cultura do gênero. Shake That Thing se propõe a ampliar e aprofundar a percepção acerca do blues, indo de encontro ao credo sedimentado ao longo de décadas que trata essa manifestação musical como lamentosa e dramática, escolhendo para tanto, como categorias analíticas, estrutura, processo, função e significação, descortinando assim um universo rico em simbolismos, códigos, desejos e histórias. Sobre o autor Alexandre Rocha é jornalista, radialista e cientista social, mestre em Etnomusicologia e doutorando em Sociologia. Com quase 40 anos de pesquisa, atua especialmente nos gêneros afro-brasileiro e afro-americano, com foco no blues. É produtor e apresentador do programa Estilo Blues desde 2009 na Rádio Verde Oliva FM, além de realizar cursos e pesquisas com viés histórico-antropológico. Os artistas Bartô Blues – Pernambucano radicado em Brasília, Bartô Blues é compositor, vocalista e guitarrista com forte influência do rock blues. Seu repertório mescla releituras de clássicos e composições autorais que exploram temas como aventura, amor e dor. Reconhecido por sua presença de palco contagiante, mantém um público fiel em Brasília. Ricardo Serpa – Gaitista de Brasília desde 1996, Ricardo Serpa estudou com o renomado Engels Espíritus e lidera a Serpa Blues Band desde 2008. Referência no blues tradicional, também foi um dos fundadores do movimento #bsblues, que reúne entusiastas do gênero na capital federal. Nina Molina – Cantora e intérprete de blues, soul, jazz e R&B, com 11 anos de carreira, Nina se destaca pela entrega sensorial e emocional em suas performances. À frente da Banda Molinas desde 2019, participa ativamente da cena musical local, com presença em festivais e eventos importantes. Thaise Mandalla – Multiartista brasiliense com mais de 15 anos de trajetória, Thaise é reconhecida pela CBN como a maior promessa do blues em Brasília. Fundadora da banda Mandalla, combina guitarra, voz e composições próprias, além de atuar em diversos projetos musicais premiados e turnês internacionais. Serviço: O livro Shake That Thing está em pré-venda por R$ 30,00 (mais taxa de envio de R$ 20,00 para quem não for aos lançamentos em Brasília). Para adquirir, acesse: https://creativepub.online/shake_that_thing/ Redes sociais: @projeto_talking_blues PROGRAMAÇÃO: 19 de agosto (terça-feira), 18h30 – Galeria Olhos de Águia, Ed. Praiamar, Taguatinga Norte Show com Bartô Blues, que traz influências do rock blues e é reconhecido pela paixão ao estilo e qualidade musical em Brasília. 23 de agosto (sábado), 16h30 – Galeria A Pilastra, QE 40 rua 09 lote 8 - Guará Apresentação de Ricardo Serpa, gaitista com quase três décadas de dedicação ao blues tradicional e contemporâneo, líder da Serpa Blues Band. 31 de agosto (domingo), 17h – Coe Café, Q 6 CL QD 06 CL21 , LOJA 08 - Sobradinho Show com Nina Molina, cantora e intérprete de blues, soul, jazz e R&B, conhecida pela entrega sensorial e emocional em suas apresentações. 04 de outubro (sábado), 18h – Espaço Cultural Renato Russo - 508 Sul Performance de Thaise Mandalla, multiartista premiada e considerada a maior promessa do blues em Brasília, que mistura guitarra, voz e composições autorais.
- Primeiro fim de semana do Festival CoMA no CCBB Brasília mistura arte, cultura, gastronomia e consumo consciente
Entre os dias 16 e 24 de agosto, Brasília recebe a 8ª edição do Festival CoMA – Consciência, Música e Arte no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília). Assim como em 2024, a programação se estende por dois finais de semana, incluindo o já tradicional CoMA em Família, realizado nos dias 16 e 17 de agosto, a partir das 10h, com entrada gratuita — os ingressos devem ser retirados no site festivalcoma.com.br/ingressos e estarão disponíveis um dia antes de cada data. Mais informações no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB. A classificação é livre para todos os públicos. O CoMA em Família é pensado para todas as idades, com atividades culturais, oficinas, espetáculos e três feiras temáticas que reforçam valores como diversidade, sustentabilidade e economia criativa: Panela Candanga, Ao Desapego e Motim. Para Michelle Cano, CEO do Festival CoMA, a ideia é reforçar o compromisso com a democratização do acesso à cultura, oferecendo atividades gratuitas que dialogam com diferentes públicos. “A arte é para todos! E o CoMA traz em seu DNA a experimentação, a convivência e a celebração da criatividade. Além de ser um projeto que reforça os laços familiares, é também palco para valorização da cultura e da produção regional, fomentando artistas e empreendedores da capital federal”, explica. Gastronomia afetiva no Panela Candanga A Feira Panela Candanga (@feira.panelacandanga) transforma o gramado do CCBB Brasília em um ponto de encontro para amantes da boa comida. Com foco na gastronomia artesanal e autoral, o evento valoriza pequenos empreendedores e negócios familiares, oferecendo ao público opções que vão desde comidas de rua a confeitaria fina, massas e cervejas artesanais. O espaço, localizado próximo ao Casulo interativo do CCBB, contará com a participação de marcas como Chimichurri Costumes Argentinas, The Koffie Waffles, El Doguito, Jolly Sweeties, Fine’ N Rolls, Casa do Cuki, Sarah’s Bakery, Cruls Cervejaria, Recheiô, Amor Pipoca e Le Churrê. O cardápio inclui pães de queijo recheados, empanadas argentinas, choripáns ao molho, waffles e bagels, cachorro-quente, cookies, brownies, chocolates artesanais, pasteis diversos, arroz carreteiro, além de cervejas e chopes artesanais. Os preços variam entre R$ 15 e R$ 45, mantendo a proposta de acessibilidade para todos os públicos. Moda circular e economia criativa no Ao Desapego O Ao Desapego – Festival de Brechós e Economia Circular (@aodesapego) reúne, no Jardim do CCBB, uma curadoria de brechós e marcas autorais, que trabalham com moda sustentável, upcycling e peças únicas com história. A proposta é promover o consumo consciente, incentivar a criatividade e dar nova vida a roupas e acessórios. Entre os expositores confirmados estão: Saiu do Armário, Suprir, PIFFI, Mari Brechó, Nós de Amora ECO, Acervo Curinga, Loja Viridis, Brechó do Neto, A Feira Brechó, Tio Fio, NanaBanana, Use See, A Dona Olga, Meu Amor Brechó, SouAna, Tom de Ébano, Redmoon Beads e Akinna. Os preços variam de R$ 20 a R$ 200, e o público poderá garimpar peças exclusivas em um ambiente inclusivo, acolhedor e criativo. Arte impressa e publicações independentes na Motim Na Galeria 1 do CCBB, o público encontrará a Motim – Feira Colaborativa de Publicações Independentes (@edicoesmotim), espaço dedicado à circulação de zines, livros, cartazes, gravuras e outras produções gráficas autorais. Criada por artistas, editoras artesanais e coletivos criativos, a feira celebra o fazer manual, a multiplicidade de narrativas e a democratização do acesso à arte impressa, fora dos circuitos comerciais tradicionais. Programação do CoMA em Família Sábado – 16 de agosto ● 10h às 18h – Motim (Galeria 1) | Ao Desapego (Jardim) | Panela Candanga (Marquise) ● 10h às 11h – Pratique Movimento (Gramado) ● 10h às 16h – DJ Pequi + DJ Negritah (Jardim) ● 10h às 12h – Circo Mania – Oficinas de circo com Delírio Circense (Gramado) ● 12h às 13h – Mágicas com Tio André (Gramado) ● 15h às 16h – Splash – Bolhas de sabão gigantes com Delírio Circense (Gramado) ● 16h às 17h – A Fabulosa História da Onça Alembrada – Casa Moringa (Gramado) Domingo – 17 de agosto ● 10h às 18h – Motim (Galeria 1) | Ao Desapego (Jardim) | Panela Candanga (Marquise) ● 10h às 11h – Pratique Movimento (Gramado) ● 10h às 16h – DJ Pequi + Léo Cabral (Jardim) ● 10h às 12h – Circo Mania – Oficinas de circo com Delírio Circense (Gramado) ● 12h às 13h – Palhágico Chou Chou (Gramado) ● 15h às 16h – Splash – Bolhas de sabão gigantes com Delírio Circense (Gramado) ● 16h às 17h – O Circo dos Irmãos Saúde (Gramado) SERVIÇO Festival CoMA 16/08 a 24/08 Local: CCBB Brasília Endereço: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) | SCES Trecho 02 Lote 22 Ed. Tancredo Neves. Setor De Clubes Sul. Brasília – DF Classificação indicativa: A classificação é livre nos dias 16 e 17 de agosto; e a partir de 16 anos nos dias 23 e 24 de agosto Vendas de ingressos: Entrada gratuita nos dias 16 e 17 de agosto com retirada um dia antes da data. Para os dias 23 e 24 de agosto, ingressos custam R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira) e já estão à venda no site festivalcoma.com.br/ingressos e na bilheteria do CCBB Brasília. Mais informações no site bb.com.br/cultura . Sobre o Festival CoMA O Festival CoMA é uma celebração da música, cultura e criatividade que une pessoas, culturas e ideias em uma comunhão inspiradora. Nascido em Brasília em 2017, vem sendo realizado anualmente. Já passaram pelos palcos do CoMA nomes como Elza Soares, Maria Gadu, Ney Matogrosso, Gaby Amarantos, Gal Costa, entre outros expoentes da música. A 8ª edição, neste ano de 2025, se destaca pela diversidade musical e pela proposta de provocar reflexões sobre a relação entre a cultura e o mercado do entretenimento. Além dos shows, que atraem grandes públicos, a Conferência CoMA promove um grande intercâmbio de conhecimento entre artistas e bandas em projeção, bem como profissionais já experientes do mercado musical. Em 2023, o Festival CoMA ingressou no movimento “Brasília é de Festivais”, endossando seu potencial turístico e de fomento da economia local. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana. Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Serviço | CCBB Brasília Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília - DF E-mail: ccbbdf@bb.com.br Informações Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site: bb.com.br/cultura Facebook: @ccbb.brasilia Instagram: @ccbbbrasilia TikTok: @ccbbcultura YouTube: /bancodobrasil Acompanhe o festival CoMA pelas redes sociais: Instagram: @festivalcoma TikTok: @festivalcoma Twitter: @festival_coma Youtube: https://www.youtube.com/@FestivalCoMA
- Projeto Grande Oficina Musical abre inscrições para interessados no universo da produção musical
Promover uma vivência dentro das etapas de uma produção musical de forma prática com o produtor e músico Wilson Andrade por um semestre. O projeto Grande Oficina de Produção Musical chega com a oportunidade para iniciantes, iniciados e os já inseridos no mercado do DF de experimentar, com suas próprias mãos, os passos a passos dentro do universo da gravação, mixagem e masterização. E as inscrições já estão abertas e vão até o dia 26/08/2025, às 0h. Inscreva-se pelo formulário no link da Bio do Instagram: @grandeoficinaproducaomusical. Gratuito. Não recomendado para menores de 16 anos. A inciativa é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. As aulas começam no dia 1ª de setembro de 2025, segunda-feira, e serão realizadas no IFB – Instituto Federal de Brasília, no Campus do Recanto das Emas. Sempre às segundas e sextas-feiras, das 8h30 às 12h30, além de três finais de semana com atividades especiais em teatros ou salas do DF. Os alunos irão aprender o passo a passo dentro das áreas de produção, gravação, mixagem e masterização. A oficina dura 4 meses. Durante as aulas, os alunos irão atuar e acompanhar a produção completa de três músicas de artistas locais, gravando, editando, mixando e masterizando, sob a orientação do instrutor Wilson Andrade. “Quando comecei na área, vi a necessidade de projetos que dessem oportunidade ao aprendiz de vivenciar na prática as adversidades de uma gravação e produção. Logo, com esta oficina quero dar a oportunidade aos alunos de poderem experimentar suas vivências, fazendo com as próprias mãos. Podendo perceber, por exemplo, que o mesmo instrumento musical pode se comportar de forma diferente dentro de uma obra, dependendo do seu estilo”, explica Wilson Andrade. Os interessados devem ter mais de 16 anos, ensino fundamental completo, interesse no mercado da música e deverão se comprometer com a pontualidade e presença. Os aprendizes que cumprirem os critérios de assiduidade e pontualidade receberão, ao final de cada mês, um incentivo de R$ 200. Como a oficina terá duração de 4 meses (setembro, outubro, novembro e dezembro), cada participante poderá receber um total de R$ 800 ao final do curso, desde que mantenha presença regular e seja pontual nas aulas. “E é de graça. Venham se aprofundar de forma prática no universo da produção musical!”, convida Andrade. Ficha técnica: Instrutor e idealizador – Wilson Andrade Produtor executivo – Thiago Ribêiro Coordenação de produção – ilimitada criação Assessoria de Comunicação – Clara Camarano Designer gráfico – Weivson Andrade Apoio: IFB – Instituto Federal de Brasília - do Recanto das Emas Projeto Grande Oficina Musical abre inscrições para interessados no universo da produção musical inscrições abertas Até o dia 26/08/2025, às 0h Inscreva-se pelo formulário no link da Bio do Instagram: @grandeoficinaproducaomusical Link direto: https://forms.gle/kmgwKYQTChLa6ze79 Gratuito
- Exposição na Casa Aerada Varjão revela a força poética e política de uma artista veterana, em produção discreta há duas décadas
A partir de sábado, 16/08, a charmosa Casa Aerada Varjão recebe a exposição Glória Paraíso , com curadoria de Renata Azambuja e Gladstone Menezes. A mostra apresenta ao público três vertentes selecionadas da produção da artista Glória Paraíso Pimenta da Veiga – que, ao assumir o nome Glória Paraíso, reinventa não só sua assinatura como também seu lugar na arte contemporânea brasileira. Com obras intensamente ligadas à memória, ao corpo, à linguagem e à história, Glória desenvolve o que define como “desenho-escultura-fina”, uma técnica em que “cava” delicadamente a superfície escura até fazer emergir o traço. O resultado é de uma densidade emocional e estética rara, que revela camadas simbólicas, afetivas e políticas. “Desenhar sempre foi meu encantamento, minha forma de me comunicar, de desabafar. Meu pai e meus tios maternos eram exímios desenhistas. Sempre fui curiosa, sempre desenhando. Morriam entes queridos e eu os desenhava até passar o luto”, conta a artista. Filha de uma tradicional família mineira, Glória cresceu em meio à força de um imaginário barroco, masculino e religioso, que atravessa toda a sua obra de maneira crítica e poética. “O barroco mineiro sempre esteve presente para mim: Ouro Preto é a terra da minha mãe, e lá as igrejas exercem uma enorme influência sobre as pessoas”, explica. Nesse sentido, a série Desvio do Dândi , concebida em 2014, parte de um gesto de confronto simbólico: a artista retrata os rostos dos soldados romanos esculpidos por Aleijadinho nos Passos da Paixão, em Congonhas, reinterpretando-os como figuras grotescas, maquiadas, híbridas entre o sagrado e o pop. Sua intenção é subverter a imagem do poder masculino tradicional, aproximando a estética barroca mineira da cultura de massa, num jogo visual que ironiza e tensiona hierarquias históricas. “Esses soldados me chamavam atenção há muito tempo. São os que torturaram Jesus. Os Dândis aconteceram quando resolvi aproximar dois gigantes: Aleijadinho e Andy Warhol”, comenta Glória. A força desses retratos, exibidos em backlights, provoca o público a encarar de frente os rostos da opressão – agora ressignificados com ambiguidade e ironia. Já a série Cavalheiros do Grande Vidro mergulha na herança do dadaísmo e no universo de Marcel Duchamp, especialmente na obra A noiva despida pelos celibatários, mesmo . Aqui, Glória investiga, com seu traço cortante, as relações entre desejo, identidade e máquina, trazendo à tona figuras despersonalizadas, atravessadas por tubos, filamentos e conexões, como metáforas de um erotismo automatizado e solitário. A artista recria os celibatários duchampianos em um cenário onírico e fraturado, onde a presença humana é evocada mais pela ausência do que pela forma. “Assim como Warhol, os retratos me interessam acima de tudo. Quando me vem a necessidade de abordar um tema, geralmente o faço por meio de retratos. E, pra mim, artistas como Warhol ou Ney Matogrosso, que se equilibram no fio da navalha entre arte e absurdo, têm um especial gostinho”, provoca. Realizada durante a pandemia de Covid-19, a série Cartazes transforma a vivência do isolamento da artista em documento histórico e político. Os trabalhos apresentam textos e discursos emblemáticos, como os de Dilma Rousseff e João Goulart, inscritos no verso de pinturas criadas sobre placas que evocam os cartazes escolares. As obras propõem uma reflexão sobre memória e verdade, articulando elementos da história recente brasileira com a subjetividade da artista. “Nos cartazes eu me permito tudo! O que faço num cartaz talvez não fizesse numa tela, por exemplo. Os temas não são aleatórios, são aqueles que desejo que estejam na memória do futuro”, diz Glória. Para a curadora Renata Azambuja, “essa série está relacionada aos modos de comunicar ideias, à forma dos cartazes escolares, mas também é atravessada por uma carga política muito clara. Glória escreve no verso os discursos. A pintura na frente dialoga com essa escrita. É um corpo político, íntimo, um testemunho afetivo do tempo.” A curadoria de Renata Azambuja e Gladstone Menezes acompanha Glória desde 2014, quando foram convidados pela artista para elaborar um projeto de exposição. Agora, mais de uma década depois, o reencontro entre os três acontece de forma íntima e independente, na Casa Aerada – espaço escolhido por Glória por sua atmosfera acolhedora. “Ela me chamou novamente depois de muitos anos. A Glória é tímida, mas determinada. Escolheu a Casa Aerada porque se sente confortável lá, por ser um espaço menor, mais íntimo, que combina com ela. Estamos fazendo tudo sem patrocínio, com o apoio afetivo e a força do desejo”, relata Azambuja. “A exposição é também um gesto de reconhecimento – da força do trabalho dela, da coragem de se afirmar aos 70 anos com a mesma potência de sempre. O que o público vai ver é uma artista que nunca parou de produzir e que agora se mostra por inteiro, com humor, densidade e ironia.” Para o curador Gladstone Menezes, o processo de concepção da exposição foi também uma jornada pessoal e crítica. “Mergulhar no universo visual e conceitual de Glória me propiciou retomar leituras quase esquecidas, como Aleijadinho e o barroco mineiro, o dadaísmo de Duchamp ou a pop art de Andy Warhol”, afirma. Ao longo do processo curatorial, Gladstone reviu sua própria percepção sobre temas como identidade, gênero e política também. “O que me estimula nessa mostra é justamente a sua capacidade de falar sobre identidade, desejo e resistência, com humor, crítica e lirismo na medida. Curar Glória Paraíso foi, sobretudo, “um gesto de reverência ao olhar singular da artista”. Sobre a artista Glória Pimenta da Veiga , que atualmente assina como Glória Paraíso, é artista visual com formação em arte e educação. Mineira, radicada em Brasília, vem desenvolvendo uma obra autoral e profunda desde os anos 2000, marcada pelo hibridismo técnico e pela reflexão sobre memória, história e identidade. Sua técnica, que denomina “desenho-escultura-fina”, mistura escavação, luz e delicadeza gráfica, num gesto que remete tanto ao ofício da gravura quanto ao da escultura. Apesar de sua longa trajetória, esta é a primeira exposição individual de Glória, revelando ao público uma produção artística sofisticada, com olhar crítico e potência sensível. Sobre a curadoria: Renata Azambuja é historiadora da arte, curadora e arte-educadora. Licenciada em Artes Plásticas pela UnB, Mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College/City University of New York e doutora em Teoria e História da Arte pela UnB, realizando uma pesquisa em torno dos modos de produção de conhecimento da curadoria, tendo a residência como foco. Recentemente criou os sites https://www.escritosdecuradoria.com/ e https://www.xn--artessrio-51a.com.br/ onde publica artigos, textos curatoriais e outros escritos de arte de sua autoria e de pesquisadores e curadores convidados. Gladstone Menezes é artista, escritor e produtor cultural. Possui formação em Artes Cênicas e Visuais. Desde 2005 trabalha com elaboração de projetos, coordenação, expografia e curadoria de exposições de artistas residentes em Brasília, tais como Antologia – Nilce Eiko Hanashiro (2019), no Museu Nacional da República, com curadoria compartilhada com Fernando Cocchiarale; expografia de Urômelos, coelhinhos e quimeras (2018), do artista Antonio Carlos Elias, com curadoria de Renata Azambuja, no Museu Correios, Brasília. Em 2015 elaborou, em conjunto Renata Azambuja, o projeto da exposição Deitei para repousar e ele mexeu comigo, do artista mineiro Fabio Baroli, no Centro Cultural Banco do Brasil-Brasília-DF. Sobre a Casa Aerada Varjão: A Casa Aerada Varjão é um espaço autônomo de Arte Contemporânea do Distrito Federal, inaugurado em novembro de 2021. Idealizada pelo casal, Andreza Barbosa, professora de artes da Secretaria de Educação do Distrito Federal, e Miguel Simão, artista plástico e professor de escultura da UnB, propõe-se como um local de convivência, aberto ao público, com atividades relacionadas à produção, pesquisa, ensino, orientação e exposições para toda a região do Distrito Federal. SERVIÇO Exposição Glória Paraíso Curadoria: Renata Azambuja e Gladstone Menezes Abertura: 16 de agosto de 2025, das 17h às 22h Visitação: de 17 de agosto a 28 de setembro de 2025 Horário: sextas das 16h às 20h; sábados e domingos das 14h às 19h Local: Casa Aerada Varjão – Q. 01, Conj. B, Casa 06, Varjão, Brasília – DF Entrada gratuita
- Supercine Feminista: 2ª edição traz programação gratuita para mudar o roteiro da desigualdade de gênero no setor audiovisual
Cada frame é um ato político. Quando as lentes se voltam para as questões sociais, as mulheres assumem o protagonismo na luta contra a desigualdade de gênero na indústria cinematográfica. Com o propósito de estimular o pensamento crítico, ampliar o acesso à cultura e fortalecer a presença feminina no setor audiovisual, o projeto Supercine Feminista dá início, em 21 de agosto, à temporada de oficinas gratuitas, sessões de filmes com pipoca e debates em São Sebastião. Para abrir a programação da edição 2025, a Casa LUAR recebe a oficina "Cartografia Poética do Cinema Brasiliense" , na quinta-feira (21/08), a partir das 19h. Durante o encontro, a pesquisadora Pamela Arteaga promoverá uma imersão no acervo que mapeia produções cinematográficas rodadas em Brasília entre 1956 e 2005, revelando locações, paisagens e a construção da identidade cultural da capital por meio da sétima arte. "Brasília não é apenas cenário, mas personagem de narrativas que vão da utopia modernista às críticas sociais. Esse mapeamento revela como o cinema interpretou e reinventou a capital", destaca Arteaga, que é doutora em Políticas Públicas Culturais pela UnB e coordenadora do OPCULT – Observatório de Políticas Públicas Culturais PROGRAMAÇÃO De agosto a outubro, o Supercine Feminista vai trazer para o debate a produção audiovisual brasileira e a igualdade de gênero. As atividades são direcionadas à comunidade de São Sebastião, região do Distrito Federal onde 52% da população são mulheres. Com acesso ainda limitado a equipamentos culturais e poucas oportunidades de vivência artística, a região é um dos territórios prioritários para iniciativas que promovam o direito à cultura e à participação social. No dia 28, a Doutora em Linguística - Linguagem e Sociedade pela Universidade de Brasília Jaqueline Coelho apresenta a palestra “Representação Feminina no Cinema: Passado e Presente” . Já em setembro, a co-fundadora da Casa LUAR e professora do Intituto Federal de Brasília, Érica Letícia Ribeiro, traz para o debate o tema "Cinema e Literatura Feminista" . Idealizado pelo Movimento Cultural Supernova e realizado pela proponente Roberta Santos, o Supercine Feminista conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. “Queremos criar espaços de diálogo onde as mulheres se sintam representadas e inspiradas a contar suas próprias histórias” , afirma Roberta Santos, proponente do projeto. CENÁRIO DO AUDIOVISUAL Segundo estudo da ONU Mulheres, em parceria com o Instituto +Mulheres e apresentado em Cannes no início de 2025, mulheres e pessoas negras seguem sub-representadas nos cargos de liderança do setor audiovisual brasileiro e enfrentam inúmeras barreiras. Embora representem 48% da força de trabalho técnico-criativa, elas têm menos acesso a posições estratégicas, piores condições de trabalho e remuneração desigual. Em média, mulheres recebem apenas 76% do rendimento dos homens. Entre todos os grupos analisados, mulheres negras registram a menor média salarial: R$ 13.187,50. SERVIÇO Oficina "Cartografia Poética do Cinema Brasiliense" - com Pamela Arteaga (CEAM/UnB – OPCULT) Quando: 21/08. Quinta-feira, das 19h às 21hOnde: Casa Luar (Quadra 301, conjunto 9, casa 10)Quanto: entrada franca Realização: Movimento Cultural Supernova e Roberta Santos Apoio: Fundo de Apoio a Cultura, IFB Campus São Sebastião e Casa Luar













