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- Henrique Fogaça é o novo embaixador da Can-Am no Brasil
A Can-Am, marca da BRP referência mundial em veículos de aventura, anuncia Henrique Fogaça como seu novo embaixador no Brasil. Chef, empresário e personalidade conhecida por seu estilo autêntico e pela paixão por experiências que envolvem adrenalina, Fogaça passa a integrar o time da marca e terá um Can-Am Maverick R, para acompanhá-lo em seus momentos de lazer e aventura. A parceria nasce de uma conexão natural. Fora das cozinhas e das câmeras, Fogaça mantém uma relação próxima com o universo sobre rodas e compartilha em suas redes sociais momentos ligados a motos e lazer. Agora, essa paixão ganha também novos caminhos fora do asfalto, ao lado da Can-Am. “O Fogaça tem uma personalidade muito alinhada ao espírito da Can-Am. Ele é autêntico, intenso e gosta de viver experiências de verdade, além de já ter uma relação genuína com o universo sobre rodas. Essa parceria vai muito além de ter um veículo: queremos que ele viva o off-road, explore novos destinos e compartilhe essa paixão com outras pessoas”, afirma Marisse Carvalho, gerente de Marketing da Can-Am para a América Latina. Para essa nova fase, Fogaça terá à disposição um dos modelos mais avançados da linha Can-Am: o Maverick R MAX X RS com Smart-Shox, UTV de quatro lugares desenvolvido para combinar potência, tecnologia e capacidade para enfrentar diferentes terrenos. Equipado com motor 999T turbo de três cilindros e 240 hp, o veículo conta com transmissão DCT de sete velocidades, tração com diferentes modos de condução e diferencial dianteiro Smart-Lok. O conjunto foi desenvolvido para entregar o máximo em desempenho e controle nas condições mais exigentes do off-road. Outro destaque está no sistema de suspensão. O Maverick R MAX X RS possui 61 cm de curso nas suspensões dianteira e traseira e amortecedores FOX PODIUM com tecnologia Smart-Shox e Válvula Live Gen 3, que atua tanto na compressão quanto no retorno. O modelo também tem 43,2 cm de altura livre do solo e pneus de 32 polegadas, características voltadas para encarar terrenos irregulares com maior capacidade. Além da performance, o veículo traz recursos de tecnologia e conforto que ampliam a experiência a bordo, como display touchscreen de 10,25 polegadas, câmeras frontal e traseira, volante telescópico com controles de infoentretenimento, teto rígido integral, cintos de quatro pontos e iluminação premium em LED. “Eu sempre fui movido por adrenalina e atitude. No fim, tudo isso vem do mesmo lugar: da vontade de viver sem freio, de experimentar, de sair da rotina e fazer do meu jeito. Por isso, busco me conectar com marcas que tenham verdade e que estejam inseridas no meu estilo de vida, e a Can-Am tem muito a ver comigo. Sempre gostei de tudo que envolve motor, aventura e liberdade, e o off-road traz justamente essa possibilidade de pegar um caminho diferente, encarar novos desafios e curtir o momento. Estou animado em entrar para o time da Can-Am e, principalmente, para colocar esse Maverick na terra, viver essa experiência com a família e os amigos e descobrir até onde essa máquina pode chegar”, comenta Henrique Fogaça. Com capacidade para quatro ocupantes, a configuração MAX reforça justamente o caráter de experiência compartilhada da linha. A própria Can-Am posiciona seus modelos MAX como veículos pensados para levar mais pessoas às aventuras, seja em trilhas, viagens ou outros momentos de lazer fora da estrada. A chegada de Fogaça ao time de embaixadores também reforça a estratégia da Can-Am de aproximar o universo off-road de diferentes estilos de vida e mostrar que a aventura não está restrita às competições. Além da forte presença em ralis nacionais e internacionais, a marca promove experiências voltadas a pilotos de diferentes níveis e incentiva a descoberta de destinos brasileiros sobre quatro rodas.
- Boutique Porão 40 celebra a nova estação com uma coleção inspirada em novos começos
A primavera-verão chega à Boutique Porão 40 trazendo novas cores, novas possibilidades e, principalmente, um convite para viver a moda de um jeito ainda mais especial. Em celebração à nova nova estação, a loja oferece uma experiência criada especialmente para as clientes que desejam não apenas renovar o guarda-roupa, mas também descobrir tudo o que a nova estação tem a oferecer. Inspirada na beleza do nascer de um novo dia, Aurora representa recomeços, descobertas e novas formas de se expressar através da moda. E é justamente esse espírito que a Boutique Porão 40 quer proporcionar às suas clientes. Durante a experiência, as compras passam a revelar novos benefícios. A partir de R$ 800 em compras, você desbloqueia o seu primeiro benefício da Aurora Experience. E a jornada não para por aí: para descobrir os próximos passos e saber quais experiências podem ser desbloqueadas, basta consultar uma das nossas vendedoras. A proposta é transformar a sua visita à Porão 40 em um momento para experimentar, descobrir e se conectar com a nova coleção — porque cada escolha também pode revelar uma nova possibilidade. A Aurora Experience foi pensada para abrir oficialmente essa nova estação com tudo aquilo que a Porão 40 acredita: moda, experiência e conexão. É tempo de florescer. É tempo de descobrir novas versões de si mesma. É tempo de Aurora. Viva a experiência. Descubra os benefícios. Encontre a sua Aurora na Boutique Porão 40. Serviço: Boutique Porão 40 308 Sul
- CIL 1 recebe atividade gratuita da Semana da Europa 2026 com rodas de conversa em nove idiomas e atividades culturais
A EUNIC Brasília, rede de Institutos Nacionais de Cultura da União Europeia, realiza na sexta-feira, 18 de setembro, das 11h às 15h, mais uma atividade da Semana da Europa 2026, o EU Speak & Play, evento dedicado à diversidade linguística e cultural da Europa. A programação acontece no Centro Interescolar de Línguas 1 de Brasília (CIL 1), na Asa Sul, com entrada gratuita para toda a comunidade. Nesta edição, já estão confirmadas mesas de conversação em alemão, esloveno, espanhol, finlandês, francês, inglês, italiano, gaélico, neerlandês e português de Portugal, com a participação de nativos e representantes de diferentes países europeus. Além das conversas, o EU Speak & Play contará com atividades interativas, jogos, quiz com brindes e pequenas degustações de pratos típicos, transformando o espaço do CIL 1 em um ponto de encontro entre estudantes e moradores da cidade com a cultura europeia. A proposta é criar um ambiente descontraído de encontro e intercâmbio, aproximando o público de diferentes línguas e expressões culturais europeias, estimulando o interesse por novos idiomas a partir da troca de experiências e do contato direto com outras culturas. Sobre a Semana da Europa 2026 Criada em 2004, a Semana da Europa está em sua 22ª edição e se consolidou como uma das principais iniciativas culturais internacionais de Brasília. Promovida pela Delegação da União Europeia no Brasil, em parceria com embaixadas de 15 países europeus e institutos culturais, aproxima Brasil e Europa por meio da música, gastronomia, esporte, idiomas, cinema e outras expressões culturais. Em 2026, a programação começou com o EUNIC Jazz Express, realizada entre 28 e 29 de abril, seguido pela Corrida da União Europeia (9 de maio), na Esplanada dos Ministérios, e pelo Festival Cultural Europeu, que aconteceu em 16 de maio, no Museu de Arte de Brasília. Juntas, as três ações reuniram mais de 8 mil pessoas. No segundo semestre, a programação segue com o EU Speak & Play e, para encerrar a edição, com a Mostra de Cinema Europeu, de 19 a 25 de novembro, no Cine Brasília, reunindo produções de diversos países, entre grandes clássicos e obras contemporâneas. Serviço Semana da Europa 2026: EU Speak & Play Quando: 18 de setembro de 2026, sexta-feira, das 11h às 15hOnde: Centro Interescolar de Línguas 1 de Brasília (CIL 1), SGAS I 907/908, Módulos 25/26, Asa Sul, Brasília - D. Entrada: gratuita e aberta à comunidade.
- Oscarito celebra 1 ano com três dias de festa e apresenta novidades para seu segundo ano
Um ano depois de abrir as portas em um dos endereços mais emblemáticos de Brasília, o Oscarito chega ao primeiro aniversário pronto para mudar de ritmo mais uma vez. De 17 a 19 de setembro, o complexo celebra a data com três dias de programação especial, enquanto apresenta mais uma nova fase do projeto, cada vez mais voltada a aproximar esporte, bem-estar, gastronomia, música e vida noturna. Os ingressos estão disponíveis pelo Sympla e presencialmente, a partir de R$ 40. A programação começa na quinta-feira (17), quando o Oscarito recebe imprensa, influenciadores, parceiros e convidados, das 18h às 21h, para apresentar as novidades da casa, com open bar, coquetel e lançamento da nova carta de drinks assinada pelo mixologista Gustavo Guedes. A partir das 21h, o espaço abre para o público, com edição especial da Amor de Quinta, welcome drinks, brindes, rodadas e outros mimos preparados para o aniversário. Uma escultura de bolo em grandes proporções também será instalada no complexo e deve virar um dos pontos de encontro da comemoração. Na sexta-feira (18), a Sextanejada ganha uma edição especial e assume de vez sua nova identidade como a label sertaneja do Oscarito. Já no sábado (19), o Sabadô no Osca mostra, na prática, a proposta da nova fase: o dia começa cedo e vai mudando de atmosfera até a madrugada. Das 9h às 16h, a programação diurna ganha uma edição especial do Corona Day no Osca, reunindo esporte, wellness, música, gastronomia e experiências na Praia e nas quadras. Futevôlei e beach tennis dividem espaço com DJ e sambinha ao vivo no novo palco do esporte, enquanto uma feirinha colaborativa reúne marcas de beachwear, fitness, beleza, artesanato, gastronomia e lifestyle. Welcome Corona, Corona Sun, ativações e experiências completam o clima de praia, e a feijoada do Cerratto acompanha a programação. Ao longo da tarde, o pôr do sol marca a transição para o Sabadô em sua versão noturna, quando a música ganha intensidade e o complexo segue com DJs e festa até a madrugada. A mudança de lógica está justamente em não separar esses momentos. Aos fins de semana, as quadras ganham DJs e atmosfera de festa, enquanto o wellness também encontra espaço durante a noite. O recovery do Oscarito passa a oferecer massagens rápidas até meia-noite, criando uma pausa no meio da balada para quem quiser desacelerar antes de voltar à pista. Na Praia, a programação musical durante o dia ganha o Corona Sunset Day, aproximando ainda mais esporte, pôr do sol e entretenimento. “Durante esse primeiro ano, o Oscarito nunca ficou pronto porque a gente nunca parou de construí-lo. Ouvimos o público, entendemos como as pessoas ocupavam cada espaço e fomos mudando junto com elas. Agora essas experiências começam a conversar de verdade. O Oscarito que imaginamos está finalmente inteiro — ou não. A inquietação faz parte do projeto”, afirma Victor Braga, sócio-fundador do complexo. O aniversário também consolida a programação semanal da casa. A Amor de Quinta ocupa as quintas-feiras com uma proposta mais próxima e descontraída na Rua de Pedras, misturando pagode, brasilidades e DJs. Às sextas, a Sextanejada assume a pista com sertanejo, shows e ativações especiais. E o Sabadô no Osca transforma o sábado em uma experiência que começa pela manhã e atravessa esporte, almoço, pôr do sol e festa. Instalado no antigo edifício da Casa Manchete, projetado por Oscar Niemeyer em 1978, no SIG, o complexo ocupa mais de 10 mil m² e chega ao segundo ano reforçando a proposta de oferecer diferentes experiências sem que o público precise trocar de endereço. Entre as novidades previstas para os próximos meses está ainda a abertura do rooftop, atualmente em fase final de ajustes. “Chegar ao primeiro ano é especial porque conseguimos olhar para tudo o que construímos e, ao mesmo tempo, para o que ainda queremos fazer. Essa programação traduz muito do que o Oscarito se tornou: um lugar em que você pode chegar para uma experiência durante o dia e acabar ficando até a festa. Queremos que cada dia tenha sua própria identidade, mas que todos carreguem a essência da casa”, afirma Victor Thomé, sócio do Oscarito. Mais do que comemorar um aniversário, os três dias marcam o início de um novo ciclo para o Oscarito: um espaço em que é possível jogar pela manhã, almoçar, aproveitar o pôr do sol, cuidar do corpo, encontrar os amigos e terminar a noite dançando, tudo no mesmo endereço. SERVIÇO Aniversário de um ano Oscarito Local: Oscarito- Brasília (Setor de Indústrias Gráficas (SIG) ) Dias: 17, 18 e 19 de setembro Horário: a partir de 21h Rede social: @oscaritobrasilia
- Como escolher roupas plus size que combinam com sua rotina
Escolher roupas que acompanham a rotina com conforto e presença vai muito além de seguir tendências. No universo plus size, essa decisão costuma passar por fatores como modelagem, tecido, mobilidade, transparência, estrutura da peça e versatilidade de uso. Quando esses elementos são observados com atenção, o guarda-roupa se torna mais funcional e alinhado às demandas do dia a dia. Na prática, uma peça que funciona bem precisa vestir-se com naturalidade em diferentes contextos, como trabalho, deslocamentos, compromissos casuais e momentos de descanso. Por isso, entender como o caimento conversa com o corpo e com a rotina ajuda a fazer escolhas mais seguras, evitando compras pouco úteis e valorizando o que realmente entrega conforto, estilo e praticidade. Rotina, conforto e intenção de uso O primeiro critério para uma boa escolha está no contexto de uso. Nem toda roupa que agrada no cabide responde bem a uma rotina corrida, com longos períodos sentada, caminhadas, mudanças de temperatura ou necessidade de montar combinações rápidas. Avaliar onde, quando e por quanto tempo a peça será usada reduz erros e torna o armário mais inteligente. Em uma rotina profissional, por exemplo, costumam funcionar melhor peças com estrutura moderada, baixa transparência e tecido que não amasse com tanta facilidade. Já para o fim de semana ou atividades mais leves, materiais fluidos e modelagens soltas podem oferecer mais liberdade. Quando o foco é versatilidade, vale priorizar peças que transitam entre ocasiões com pequenas mudanças de complemento. Modelagem e caimento real no corpo No vestuário plus size, modelagem não é apenas uma questão estética. Ela influencia mobilidade, segurança e percepção de conforto durante o uso prolongado. Estudos sobre ergonomia no vestuário apontam que bases de modelagem bem desenvolvidas favorecem usabilidade, ajuste e liberdade de movimento, aspectos centrais para peças usadas ao longo de toda a rotina. Isso significa observar como a roupa se comporta no corpo em movimento. Uma peça pode servir na cintura ou no quadril e, ainda assim, limitar passos, repuxar ao sentar ou marcar pontos de pressão. Nesse processo, opções como calça plus size de cintura alta costumam ganhar espaço por oferecerem sustentação mais estável na região abdominal e por facilitarem combinações com camisas, blusas e terceiras peças em contextos variados. Tecidos e sensação térmica ao longo do dia O tecido interfere diretamente na experiência de uso. Mais do que aparência, ele define respirabilidade, elasticidade, peso, toque, secagem e resistência. Em dias longos, essas características fazem diferença concreta. Tecidos leves e com bom toque tendem a melhorar o conforto térmico, enquanto materiais muito rígidos ou pouco respiráveis podem gerar incômodo com mais rapidez. Também é importante considerar o comportamento do tecido diante da rotina real. Peças para uso frequente costumam exigir lavabilidade prática e menor necessidade de manutenção delicada. Misturas com elastano, por exemplo, podem favorecer mobilidade, mas o equilíbrio com fibras de toque agradável ajuda a evitar sensação de aperto constante. Para ambientes quentes, tecidos excessivamente encorpados podem ser menos funcionais, mesmo quando o corte agrada. Estrutura da peça e liberdade de movimento Costuras, cós, abertura lateral, profundidade de gancho, comprimento e forro alteram bastante o desempenho da roupa. Uma peça aparentemente bonita pode perder valor no uso cotidiano se enrola, sobe ao caminhar, torce ou exige ajustes frequentes ao longo do dia. Por isso, a análise funcional deve acompanhar a análise visual. Na parte de baixo, cós que permanece no lugar e acompanha o movimento costuma trazer mais segurança. Na parte de cima, mangas com bom encaixe e cava equilibrada evitam tensão desnecessária nos ombros e braços. Em vestidos e saias, o forro pode contribuir para conforto e reduzir transparência, mas o ideal é que ele não comprometa a ventilação nem aumente o volume de forma desconfortável. Cores, proporções e combinações práticas A escolha de roupas plus size também se beneficia de um olhar estratégico sobre coordenação. Peças versáteis normalmente são aquelas que permitem mais de uma combinação sem exigir muito esforço. Isso não depende de um visual neutro o tempo todo, mas de proporções equilibradas e cores que conversem entre si dentro da rotina. Uma base simples pode ganhar novas leituras com sobreposição, acessórios ou troca de calçado. Calças retas, pantalonas, camisas fluidas, blusas de malha mais estruturada e vestidos de corte limpo tendem a funcionar bem por permitirem composições para trabalho, passeio e compromissos informais. O importante é que a roupa acompanhe a pessoa, e não o contrário. Numeração, prova e leitura da peça Outro ponto decisivo é não depender apenas do número indicado na etiqueta. No plus size, diferenças de modelagem entre categorias de peça podem alterar totalmente o caimento, mesmo dentro da mesma numeração. Uma análise cuidadosa da tabela de medidas, da composição do tecido e da descrição do corte costuma evitar frustrações. Quando possível, vale observar sinais práticos: se a peça puxa no busto, abre na frente, limita o braço, marca além do desejado ou sobra de forma desproporcional em pontos específicos, talvez o ajuste não seja o mais funcional. O objetivo não é buscar uma roupa apertada nem excessivamente larga, mas uma peça que acompanhe a silhueta com conforto e autonomia. Guarda-roupa funcional e compras mais conscientes Escolher bem também significa comprar com mais intenção. Um guarda-roupa funcional para o público plus size tende a reunir peças que se conectam entre si, atendem a diferentes momentos e respeitam preferências pessoais. Essa lógica facilita o vestir diário e reduz a sensação de ter muitas roupas, mas poucas opções realmente úteis. Algumas perguntas ajudam nesse filtro: a peça combina com o clima da rotina? Funciona com o calçado mais usado? Permite sentar, caminhar e passar horas com conforto? Exige cuidados difíceis de manter? Se a resposta for positiva para a maior parte desses pontos, há maior chance de a compra se sustentar no tempo. Estilo pessoal com praticidade A funcionalidade não elimina identidade. Pelo contrário, quando a roupa veste bem e responde ao dia a dia, fica mais fácil expressar estilo com confiança. O conforto deixa de ser uma concessão e passa a fazer parte da estética. Essa mudança é importante porque desloca o foco da adaptação forçada para a escolha consciente. Na moda plus size, vestir bem não depende de seguir fórmulas rígidas, mas de reconhecer o que traz segurança, mobilidade e coerência com a rotina. Quando modelagem, tecido, estrutura e versatilidade trabalham juntos, a roupa deixa de ser apenas uma compra e se torna uma ferramenta de bem-estar e expressão. Escolhas funcionais costumam durar mais no armário e fazer mais sentido no cotidiano. No fim, a melhor roupa é aquela que acompanha a rotina com conforto, presença e naturalidade.
- Como saber se um sistema ERP atende às necessidades do seu negócio
Escolher um sistema ERP costuma parecer uma decisão puramente técnica, mas na prática o impacto é operacional, financeiro e estratégico. Quando a ferramenta conversa com a rotina da empresa, tarefas deixam de depender de controles paralelos, informações ganham consistência e a gestão passa a funcionar com mais previsibilidade. Quando isso não acontece, o sistema vira apenas mais uma camada de trabalho. Por isso, a análise não deve começar pela lista de recursos mais longa, e sim pela aderência ao dia a dia do negócio. Um ERP adequado não é necessariamente o mais complexo, mas aquele que organiza processos essenciais, reduz retrabalho e acompanha a evolução da operação sem criar barreiras desnecessárias. O papel do ERP na operação empresarial O ERP é uma plataforma de gestão que integra áreas como vendas, financeiro, estoque, fiscal e compras em um mesmo ambiente. Em vez de informações espalhadas entre planilhas, sistemas isolados e trocas informais, a empresa passa a trabalhar com dados centralizados e rotinas conectadas. Essa integração faz diferença porque muitos gargalos surgem justamente na passagem de informação entre setores. Um pedido vendido afeta estoque, faturamento, contas a receber e emissão fiscal. Se esses fluxos não conversam entre si, o risco de erro aumenta. Um bom ERP precisa refletir essa lógica operacional de forma simples e confiável. Necessidades reais do seu negócio Antes de avaliar fornecedores, convém mapear quais processos mais consomem tempo, geram erros ou dependem de controles manuais. Em muitas PMEs, os pontos críticos aparecem em tarefas recorrentes, como conciliação financeira, emissão de notas, atualização de estoque, fechamento de caixa e acompanhamento de inadimplência. Esse diagnóstico ajuda a separar desejo de necessidade. Nem toda empresa precisa de dezenas de módulos logo no início, mas toda empresa precisa de clareza sobre o que espera resolver. Quando essa etapa é ignorada, a contratação tende a se basear em promessas genéricas, e não em critérios objetivos de uso. Aderência aos processos do dia a dia Um sistema pode parecer robusto em apresentação comercial e ainda assim não servir à rotina operacional. O ponto central é verificar se o ERP acompanha o fluxo real da empresa, desde a entrada de dados até a geração de relatórios e obrigações administrativas. Nesse momento, vale observar como a solução lida com atividades práticas: cadastro de clientes e produtos, emissão de documentos, controle financeiro, acompanhamento de pedidos e integração entre setores. Para negócios que desejam validar a aderência antes da contratação, pode ser útil testar um ERP grátis e observar como essas tarefas funcionam em um ambiente real de uso, sem depender apenas de demonstrações guiadas. Usabilidade e curva de aprendizagem Um ERP só atende de fato ao negócio quando a equipe consegue utilizá-lo com segurança e constância. Interfaces confusas, excesso de etapas e menus pouco intuitivos reduzem a adoção interna e fazem com que processos paralelos continuem existindo, mesmo após a implantação. A boa usabilidade não significa simplicidade superficial. Significa permitir que tarefas recorrentes sejam executadas com lógica, clareza e menor risco de erro. Também é importante avaliar a curva de aprendizagem: quanto mais tempo o time leva para dominar funções essenciais, maior tende a ser o custo operacional escondido da escolha. Integrações e fluxo de informações Poucas empresas operam de forma totalmente isolada. É comum que a gestão dependa de integração com bancos, plataformas de venda, sistemas fiscais, ferramentas de pagamento e rotinas contábeis. Por isso, um ERP adequado precisa se conectar ao ecossistema já existente ou ao menos oferecer caminhos viáveis para essa integração. Quando o sistema não se integra bem, o resultado costuma ser duplicação de trabalho. Dados precisam ser lançados mais de uma vez, relatórios deixam de bater e a empresa perde agilidade justamente onde esperava ganhar eficiência. Avaliar as integrações disponíveis é uma forma prática de medir a capacidade do ERP de sustentar a operação no médio prazo. Escalabilidade e flexibilidade operacional As necessidades de uma empresa não permanecem estáticas por muito tempo. O volume de vendas muda, novas frentes comerciais surgem, a equipe cresce e obrigações fiscais ou administrativas podem ganhar complexidade. Um ERP que atende apenas ao momento atual, sem margem para expansão, tende a ser substituído cedo demais. Nesse contexto, escalabilidade significa suportar crescimento sem comprometer desempenho, organização ou visibilidade gerencial. Já a flexibilidade aparece na capacidade de adaptar cadastros, permissões, relatórios e fluxos de trabalho à realidade do negócio. Um sistema engessado costuma funcionar apenas enquanto a operação permanece pequena e previsível. Relatórios, indicadores e apoio à decisão Atender às necessidades do negócio também envolve gerar informação útil, e não apenas registrar movimentações. O ERP precisa transformar dados operacionais em leitura gerencial clara, permitindo acompanhar faturamento, margem, fluxo de caixa, estoque, atrasos, custos e desempenho comercial com consistência. Relatórios pouco confiáveis obrigam gestores a voltar para planilhas externas, o que enfraquece a função estratégica do sistema. Por isso, vale observar se os indicadores essenciais estão disponíveis com facilidade, se os filtros fazem sentido para a rotina da empresa e se a visualização ajuda na tomada de decisão cotidiana. Segurança, conformidade e suporte Toda solução de gestão lida com informações sensíveis: dados financeiros, fiscais, cadastrais e operacionais. Assim, não basta que o ERP seja funcional; ele também precisa oferecer controles de acesso, rastreabilidade, rotinas de atualização e práticas compatíveis com a proteção de dados e com a continuidade da operação. Além disso, o suporte faz parte da entrega. Em situações de dúvida, falha de parametrização ou necessidade de ajuste, a qualidade do atendimento influencia diretamente a experiência de uso. Um sistema tecnicamente promissor pode perder valor quando a empresa não encontra apoio para implantar, corrigir ou evoluir processos com segurança. Sinais de que a escolha faz sentido Alguns indícios mostram com clareza quando o ERP está alinhado ao negócio: redução de retrabalho, menor dependência de planilhas, informações mais consistentes entre áreas, rotinas financeiras mais organizadas e melhor visibilidade sobre a operação. Esses resultados não costumam aparecer por acaso; eles são reflexo de aderência prática. Também é um bom sinal quando a equipe adota o sistema sem resistência excessiva e passa a consultá-lo como fonte principal de informação. Quando isso acontece, o ERP deixa de ser apenas um software de registro e assume seu papel como estrutura de gestão. Decisão orientada por rotina, não por promessa Saber se um ERP atende às necessidades do negócio exige menos foco em discurso comercial e mais atenção ao funcionamento real da empresa. A escolha mais segura nasce da combinação entre aderência operacional, facilidade de uso, integração, capacidade de crescimento e suporte confiável. No fim, o melhor sistema é aquele que ajuda a empresa a trabalhar com menos ruído e mais controle. Quando a gestão flui com clareza, a tecnologia deixa de ser obstáculo e passa a sustentar o crescimento com consistência.
- Marmoraria Alvorada celebra 40 anos de história em noite especial no Clube Naval de Brasília
A Marmoraria Alvorada celebrou, na noite desta quinta-feira (11), seus 40 anos de história em um evento especial no Clube Naval de Brasília. A comemoração reuniu parceiros, clientes, profissionais do setor, representantes dos maiores escritórios de arquitetura e das maiores construtoras do Distrito Federal. Fundada por Jovercy Robert Vighini, natural de Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, a empresa construiu uma trajetória marcada pelo pioneirismo e acompanhou o crescimento urbano, imobiliário e arquitetônico de Brasília, tornando-se referência no mercado de rochas ornamentais e superfícies de alto padrão. Atualmente dirigida por Gabriel Vighini e Agnaldo Veghini, a Marmoraria Alvorada dá continuidade ao legado construído ao longo de quatro décadas. Gabriel iniciou sua jornada na empresa em 2005 e, ao lado de Agnaldo, segue fortalecendo a história e o crescimento da marca no Distrito Federal. A celebração dos 40 anos foi marcada por uma grande estrutura e recebeu uma produção especial assinada por Mauro Carvalho, responsável pela decoração e organização do evento. A J2M Comunicação Estratégia foi responsável pela produção gráfica e audiovisual da celebração. Os móveis foram da Festah, as lindas flores de Allan Santini, enquanto a maquete do bolo de pedreira, um dos destaques da noite, foi produzida pela Confeitaria Thaís Terra O evento contou ainda com o maravilhoso buffet do Zuri Buffet, doces da Sabor Glacê e bar de drinks do Bar Week. A animação da noite ficou por conta da Banda Violada e do DJ Edy, garantindo uma celebração animada e inesquecível. Com mais de 40 mil metros quadrados de pedras naturais e superfícies sintéticas em estoque e quatro unidades no SIA, Taguatinga e Samambaia, a Marmoraria Alvorada celebrou não apenas sua trajetória, mas também todos aqueles que contribuíram para consolidar a empresa como uma das principais referências do segmento no Centro-Oeste. Quatro décadas de tradição, pioneirismo, inovação e muitas histórias para celebrar. - Crédito das fotos: Matheus Henrique Simões / Coberturas Outsider
- Adore Gama reúne música e fé em dois dias de programação gratuita
O Gama receberá, nos dias 19 e 20 de setembro, o Adore Gama, evento que reunirá música, cultura, fé e momentos de celebração para toda a comunidade. Com entrada franca, a programação será realizada na Área Especial 31, Setor Oeste do Gama, na área externa da Igreja Promessista. A programação contará com a participação do cantor Eli Soares, um dos principais nomes da música gospel brasileira, além das apresentações de Xote Santo, Disco Praise, Raiz do Rei, Karla Milhomem e do Ministério de Louvor Promessista Gama. Durante os dois dias, o público poderá acompanhar diferentes estilos e expressões da música cristã em um ambiente preparado para receber pessoas de todas as idades. A proposta é promover integração, entretenimento e valorização da produção cultural por meio de uma programação gratuita e aberta à população. O Adore Gama também busca fortalecer o acesso à cultura nas regiões administrativas do Distrito Federal, reunindo artistas reconhecidos nacionalmente e talentos locais em uma grande celebração. O evento é uma realização do Instituto Esporte e Vida, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Serviço Adore Gama Datas: 19 e 20 de setembro Local: Área Especial 31, Setor Oeste do Gama – área externa da Igreja Promessista Entrada: gratuita Atrações: * Eli Soares * Xote Santo * Disco Praise * Raiz do Rei * Karla Milhomem * Ministério de Louvor Promessista Gama Realização: Instituto Esporte e Vida Apoio: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal
- Exposição TRIEB + abre neste sábado no deCurators
O espaço independente deCurators apresenta, a partir de 19 de setembro, a exposição TRIEB+, reunindo obras de Andrea Campos de Sá, Gisel Carriconde Azevedo, Miguel Simão e Valéria Pena-Costa, artistas com mais de 60 anos e trajetórias consolidadas na cena das artes visuais de Brasília. A mostra parte da noção de pulsão em Sigmund Freud para pensar o desejo como força que sustenta a criação ao longo do tempo. Em um circuito frequentemente orientado pela valorização do novo, TRIEB+ desloca o olhar para a longevidade e para trajetórias que permanecem em transformação. Entre instalações e diferentes linguagens, as obras atravessam temas como vida, morte, erotismo, afirmando a prática artística como espaço contínuo de experimentação. Serviço: Exposição TRIEB+ Abertura: 19 de setembro (sábado), às 18h. Com visita guiada das curadoras Gisel Carriconde Azevedo e Marília Panitz. Até dia 8 de novembro. Visitação: De quinta-feira a sábado, das 15h às 19h. Local: deCurators SCLN 412 Bloco C lojas 12 e 22, Asa Norte, Brasília/DF Entrada gratuita Realização: deCurators Instagram: @decurators Curadoria: Gisel Carriconde Azevedo e Marília Panitz Classificação indicativa: 14 anos
- ‘Mais Atrevido’: Gustavo Mendes está de volta a Brasília com show inédito, dia 3 de outubro, no Teatro dos Bancários
Após um período afastado dos palcos, o humorista Gustavo Mendes volta à cena exatamente como o público gosta: mais afiado, mais livre, mais provocador. "Mais Atrevido", seu novo show, reúne os textos mais marcantes de sua trajetória, observações inéditas sobre o cotidiano, improvisos e histórias nunca contadas, além das imitações que o transformaram em um fenômeno nacional, com destaque para a inesquecível presidenta Dilma Rousseff, personagem que o projetou para todo o país e se tornou um marco do humor brasileiro a partir de 2011. O novo espetáculo, porém, vai muito além da nostalgia e apresenta um Gustavo Mendes ainda mais maduro em cena, com timing refinado e olhar crítico sobre comportamento, relações, política e os pequenos absurdos da vida real, sempre com inteligência, irreverência e aquela sensação de que qualquer coisa pode acontecer ao vivo. "Esse tempo longe me fez recuperar uma coisa essencial: a vontade genuína de estar no palco. Não voltei por obrigação, voltei porque senti saudade do público, do improviso, do risco", diz Gustavo Mendes, que atualmente também está em cartaz como ator nos espetáculos "O Marido da Minha Mulher" e "Amor que Não se Mexe". Sobre a Dilma, personagem que carrega desde 2011, o humorista explica que ela deixou de ser apenas uma imitação há muito tempo: "Ela ganhou uma lógica própria, um vocabulário, uma visão de mundo. Quando ela entra em cena, as pessoas não esperam que eu reproduza uma figura pública, esperam uma personagem que já conhecem", afirma. Com carreira consolidada na televisão e no humor nacional, Gustavo acumula trabalhos de sucesso em produções como Treme Treme e Xilindró, no Multishow, além de participações em programas históricos da TV aberta, como Zorra Total, Casseta & Planeta Vai Fundo e Agora é Tarde. Mais do que um show de stand-up, "Mais Atrevido" é o reencontro de Gustavo Mendes com a plateia no ambiente em que ele sempre foi mais perigoso e desafiador: o palco, o microfone e absolutamente nenhuma vontade de se comportar. SOBRE GUSTAVO MENDES: Ator, comediante e apresentador brasileiro, nascido em 30 de janeiro de 1989, em Guarani (MG). Ganhou projeção nacional ao participar do Festival de Piadas do Show do Tom, na Record, e alcançou grande repercussão com sua interpretação da presidenta Dilma Rousseff, personagem que se tornou fenômeno digital e acumulou, ao lado de outros conteúdos do humorista, mais de meio bilhão de visualizações nas redes. Na TV, integrou o elenco do Casseta & Planeta – Vai Fundo, do Zorra Total e do Agora É Tarde, além de protagonizar quatro temporadas de Treme Treme e Xilindró, no Multishow. No cinema, atuou em Férias Trocadas (2024), sob direção de Bruno Barreto. No teatro, fez parte da montagem brasileira de “A Manhã Seguinte”, ao lado de Carol Castro, Bruno Fagundes e Ângela Rebelo, e hoje concilia os espetáculos “O Marido da Minha Mulher” e “Amor que Não se Mexe” com o show solo de stand-up “Mais Atrevido”. Em 2026, retomou também a produção regular de vídeos com a personagem Dilma, período que coincidiu com o crescimento de sua presença digital: hoje soma mais de 1 milhão de seguidores no Instagram e se aproxima dos 800 mil inscritos no YouTube, onde mantém produção frequente de conteúdos autorais e personagens de humor. SIGA GUSTAVO MENDES: Site: www.ogustavomendes.com YouTube: https://www.youtube.com/@canalgustavomendes Instagram: https://www.instagram.com/gustavomendes/ TikTok: https://www.tiktok.com/@gustavomendestv FICHA TÉCNICA: Texto e criação: Gustavo Mendes Direção: Gustavo Mendes Interpretação, Imitações e Personagens: Gustavo Mendes Números musicais: Sucessos eternizados nas vozes de Maria Bethânia, Ana Carolina e Alcione, interpretados com irreverência por Gustavo Mendes Produção Executiva: Lucas Ribeiro Arruda Produção musical: Daniel Pax Produção e realização: Gustavo Mendes Produções Artísticas SERVIÇO: Classificação indicativa: 14 anos Duração: 90 minutos Teatro dos Bancários - Brasília, DF 3 de outubro, sábado, às 21h Endereço: Eqs 314/315 BL A - Asa Sul, Brasília Valor: R$75 (meia) e R$150 (inteira) Ingressos: https://ingressodigital.com/evento/21869/gustavo-mendes-atrevido
- Edifício Touring: palestra e visita guiada contam história de construções centenárias
O Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) promoveu, nesta segunda-feira (14/9), o oitavo encontro do Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal, com uma visita guiada e palestra “Edifício Touring: O Antigo Terminal Marítimo”, na Praça Mauá, na Zona Portuária. A programação reuniu magistrados, servidores, especialistas e visitantes interessados em conhecer a história e o patrimônio cultural da cidade pelos três pavimentos com linhas geométricas imponentes e vitrais originais que realçam a escadaria e a entrada do prédio com vista para a Baía de Guanabara. Coordenado pelo Museu da Justiça, em parceria com o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) e o Palácio Tiradentes (Alerj), o projeto celebra quatro edifícios históricos que completam 100 anos em 2026: o antigo Palácio da Justiça, atual sede do Museu da Justiça; o Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa; o antigo Banco Transatlântico Alemão, atual sede do TRE-RJ; e o Edifício Touring. Para a diretora do Museu da Justiça, Siléa Macieira, o circuito representa uma oportunidade de ampliar a atuação da instituição e aproximar o público de espaços que ajudam a compreender a formação da sociedade brasileira. “Estamos expandindo a atuação do Museu da Justiça, levando-o para além dos seus muros e transmitindo esse conhecimento. A ideia é falar dessa passagem do tempo aqui no Centro da cidade e gerar nas pessoas um outro olhar para um lugar por onde passamos diariamente. A pessoa vai sair daqui sabendo que prédio é esse e o que foi feito nele”, destacou. Segundo Siléa, os quatro edifícios formam um corredor cultural e histórico que revela transformações urbanas, econômicas e sociais do Rio de Janeiro. A trajetória do antigo Banco Transatlântico Alemão, por exemplo, evidencia a presença de investimentos europeus na cidade, enquanto o Touring remete à importância da região portuária como ponto de conexão com outros países. “Além de cumprir a nossa missão de divulgar os valores da Justiça, queremos estabelecer parcerias e levar o museu para além dos próprios muros”, explicou a diretora. Arquitetura e memória do antigo terminal marítimo Os arquitetos Rafael Koury e Felipe Reigada conduziram a palestra sobre a história do edifício que foi reaberto para o público em janeiro, suas reformas e a relação com as transformações do Rio de Janeiro e do Brasil. Na sequência, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer detalhes da construção e de sua trajetória por meio de uma visita guiada. Gerente de Educação Patrimonial do IRPH, Rafael Koury explicou que realizou uma pesquisa específica sobre o Touring para preparar a apresentação. Embora já estudasse a arquitetura art déco carioca e a história da Praça Mauá, o convite para participar do circuito possibilitou um aprofundamento sobre o prédio. “Já venho estudando o art déco carioca há algum tempo. Nunca tinha estudado especificamente o Touring, mas, como tive seis meses para me preparar, pude fazer uma pesquisa especialmente para esse evento e trazer informações sobre a história do prédio”, afirmou. Rafael também ressaltou a importância da visita guiada, realizada com a participação do arquiteto Felipe Reigada, que acompanhou tecnicamente as reformas do edifício. A atividade permitiu aos visitantes conhecer as características arquitetônicas do espaço e compreender os desafios envolvidos na preservação do patrimônio. Gerente de Obras do IRPH, Felipe Reigada destacou que a iniciativa contribui para valorizar a história e o patrimônio cultural como elementos fundamentais para a compreensão da sociedade. “Um cidadão que não conhece sua história acaba ficando com o seu futuro comprometido por não conhecer esse desenvolvimento. Quando falamos de artes e arquitetura, estamos falando também de expressões da vida humana e da vida em sociedade, elementos fundamentais para entender as transições tecnológicas e culturais”, afirmou. O arquiteto também chamou a atenção para a necessidade de aproximar as novas gerações dos bens culturais, especialmente em um período marcado pelo avanço da tecnologia e da inteligência artificial. “Quando trazemos à tona esse passado, toda essa produção que tivemos, a humanidade como um todo, ancoramos esse conhecimento, evitando que ele se perca de uma forma mais superficial”, acrescentou. A importância de conhecer a história da cidade Entre os participantes estava o desembargador Antônio Iloizio Barros Bastos, da 16ª Câmara de Direito Privado do TJRJ. Para ele, o circuito representa uma oportunidade de conhecer melhor a história do Rio de Janeiro e ampliar a compreensão sobre a relação entre cultura, arquitetura e sociedade. “Estou muito contente por participar desse importante evento, que mostra um pouco da história do Rio, da sua arquitetura e de um local que foi tão importante para o intercâmbio, onde desembarcaram muitas personalidades ao longo das décadas”, declarou. O magistrado contou que o edifício também tem um significado familiar: seu pai, sua avó e seus tios chegaram ao Brasil vindos de Portugal e desembarcaram no local na década de 1950. “É um local de muita importância histórica, e eu parabenizo o Museu da Justiça por essa iniciativa de adicionar à cultura memórias que nós temos que conhecer. Muitas vezes, o carioca não conhece os seus locais históricos, que trazem muita cultura e nos ajudam a entender melhor a vida de hoje”, afirmou. O desembargador ressaltou ainda que o contato com diferentes áreas do conhecimento contribui para a formação dos profissionais do Direito. “A decisão jurídica também se mescla de vários elementos, inclusive os culturais. Daí a importância dessas iniciativas”, completou. A diretora do Departamento de Aperfeiçoamento de Magistrados da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj), Patsy Schlesinger, destacou a relevância do circuito para a aproximação entre Direito, arte e patrimônio. “É um programa inédito que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro está fazendo. Estou aqui com muita expectativa para esse programa de hoje”, disse antes de começar o evento. Patsy explicou que a participação também se relaciona à preparação de um curso sobre Direito e Arte, previsto para 2027, sob a coordenação da desembargadora Andréa Pachá. Olhar das novas gerações O estudante Gustavo Henrique Schmitz Rigada participou da visita e contou que, embora já tivesse passado pela região da Praça Mauá, nunca havia entrado no Edifício Touring. Interessado em arquitetura e em diferentes manifestações artísticas, ele destacou a experiência de conhecer o prédio a partir das informações históricas apresentadas durante a atividade. “É perceptível que, dentro da construção, quando você analisa e tem um olhar com essa história por trás, consegue enxergar de uma forma diferente, aprender mais e entender melhor a história do Rio”, afirmou. Para o estudante, iniciativas como o Circuito Centenário são importantes para preservar a memória e aproximar os jovens do patrimônio cultural, em um cenário de rápida transformação tecnológica. “A evolução da internet, da tecnologia e da inteligência artificial acaba, às vezes, tirando espaço das nossas manifestações artísticas, humanas e culturais. Por isso, é importante conhecer e valorizar esses espaços”, declarou. Próximas atividades O Circuito Centenário do Antigo Distrito Federal terá continuidade com outras duas atividades no Museu da Justiça. Em outubro, será realizada uma palestra sobre Clarice Lispector e sua relação com o Antigo Palácio da Justiça, onde a escritora recebeu a cidadania brasileira em 1940. Em novembro, a programação será encerrada com uma palestra conduzida por historiadores do Museu da Justiça sobre crimes de repercussão e a forma como o Judiciário fluminense contribuiu para o desenvolvimento e o aperfeiçoamento da legislação brasileira.
- Tecnologia e inteligência artificial impulsionam modernização do Judiciário fluminense
A Justiça brasileira lida, hoje, com cerca de 83 milhões de processos em tramitação — um volume que, segundo o presidente do Comitê de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação (CGTIC) do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Paulo Wunder, não seria possível administrar apenas com mais estrutura física ou de mais pessoas. A resposta encontrada pelo TJRJ passa pela digitalização e pelo uso de inteligência artificial nas rotinas de trabalho para um Judiciário mais célere, mais transparente e mais próximo do cidadão. “A digitalização integral e a IA aplicada com responsabilidade permitem que o tempo do magistrado e do servidor seja dedicado ao que realmente exige inteligência humana: a análise do caso concreto e a entrega da prestação jurisdicional de qualidade", afirma Wunder. Celeridade com o Assis Boa parte do ganho de celeridade já conquistado pelo Judiciário fluminense tem nome: Assis, ferramenta de inteligência artificial desenvolvida internamente pelo TJRJ. "O Assis foi um passo pioneiro. Lançado em 30 de agosto de 2024, foi concebido como assistente de IA generativa para elaborar minutas de relatórios, decisões e sentenças em processos eletrônicos, com funcionamento baseado no portfólio de cada magistrado, de modo a gerar respostas alinhadas ao seu estilo de escrita e aos padrões de julgamento já adotados", explicou Wunder. Segundo ele, a ferramenta apresenta bons resultados em tarefas de apoio e em processos — resumos, minutas padronizadas, triagens —, que representam volume expressivo do acervo e, portanto, geram ganho real de tempo. Mas, o avanço tecnológico, na visão do desembargador, não pode vir sem controle. Para Wunder, o maior risco não está na inteligência artificial em si, mas no uso automático e sem supervisão. "O que não muda é a responsabilidade humana pelo ato judicial e o dever de revisão criteriosa de tudo o que a máquina produz. As máquinas não podem nem devem decidir ou julgar autonomamente, porque essas atividades são exclusivas do ser humano, mas podem e devem atuar como ferramentas de apoio ao processo decisório. A tecnologia serve ao juiz e ao servidor; nunca o contrário", completou. Esse mesmo cuidado com a solidez do sistema aparece na uniformização do sistema processual. A migração para o eproc está em estágio bastante avançado. "O Tribunal vem conduzindo o processo por etapas, comarca a comarca e competência a competência, e a esmagadora maioria das unidades judiciais já opera na plataforma, incluindo o segundo grau. O eproc já é, na prática, o sistema do TJRJ", completou. A gestão trabalha sobre três eixos principais. A consolidação do eproc como sistema processual único do Tribunal; o desenvolvimento de uma estratégia de inteligência artificial, em consonância com as diretrizes estabelecidas pela Resolução nº 615/2025 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); e o fortalecimento da segurança da informação e da proteção de dados, com investimentos em infraestrutura, prevenção e resposta a incidentes e adequação às normas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). O que vem a seguir Com o Assis consolidado e o eproc em estágio avançado, a gestão do CGTIC já projeta os próximos passos, organizados em frentes de estudo. "A primeira é a avaliação contínua do nosso portfólio de soluções de IA. O universo a examinar é amplo: o levantamento nacional mapeou 140 soluções tecnológicas em IA no Judiciário, das quais 63 já em funcionamento ou prontas para uso, com a Justiça Estadual concentrando o maior número de iniciativas. O mesmo estudo, porém, adverte que a diversidade de ferramentas adotadas e a ausência de padronização dificultam a consistência e a comparabilidade dos resultados", explica Wunder. A segunda frente é o investimento em ferramentas de anonimização e pseudonimização de dados processuais, consideradas por ele a chave para viabilizar, com segurança, o uso de um leque muito mais amplo de tecnologias. Já a terceira é o fortalecimento das conexões institucionais entre tribunais para troca de experiências em inteligência artificial — uma agenda que, segundo o desembargador, tem inclusive forte impacto na economia de recursos públicos. É justamente nessa terceira frente que o TJRJ já colhe resultados concretos, como o interesse por suas soluções tecnológicas que já ultrapassa as fronteiras do Rio de Janeiro. "A troca é uma via de mão dupla. O mais valioso não é exportar uma ferramenta, mas trocar experiências. Essa lógica de cooperação tem, inclusive, uma dimensão econômica que precisa ser dita com franqueza: desenvolver e manter soluções de inteligência artificial é caro, e não faz sentido que cada tribunal do país contrate e desenvolva isoladamente aquilo que outro já construiu e validou", afirma. Wunder projeta um Judiciário fluminense ainda mais integrado à tecnologia. Segundo o desembargador, a inteligência artificial de hoje será superada pela de amanhã, e isso é positivo — significa que o apoio ao trabalho dos magistrados só tende a melhorar. "Que os magistrados mantenham a mente aberta e o senso crítico afiado. Ferramentas flexíveis de apoio à decisão e à elaboração de documentos podem tornar o trabalho judicial mais suportável, preservando as exigências de celeridade, qualidade, profundidade e sensibilidade", concluiu.












