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  • Época Cosméticos estreia super sale na Galeria Magalu com até 80% off

    A Época Cosméticos, primeira loja física do maior e-commerce de produtos cosméticos e de beleza do Brasil, parte do grupo Magazine Luiza, fará sua primeira super liquidação entre os dias 06 e 12 de julho. Toda a loja aplicará no mínimo 15% de desconto, com produtos selecionados chegando a até 80%. Na compra de duas fragrâncias Carolina Herrera, o cliente ganha uma bolsa vermelha especial (foto abaixo), personalizada com a marca. Já a compra de uma fragrância Jean Paul Gaultier garante uma bolsa exclusiva, enquanto produtos das marcas Moschino e Givenchy dão direito a necessaires, assim como a linha de skincare da Creamy. Para as demais marcas, o brinde varia conforme o valor da compra: a partir de R$ 299, o cliente recebe uma necessaire pequena da Época Cosméticos, e a partir de R$ 399, uma necessaire de tamanho maior. Vale destacar que os itens com descontos acima de 15% estão sujeitos à disponibilidade de estoque. Uma das maiores referências do mercado de beleza brasileiro, a Época Cosméticos é líder nacional em vendas de perfumaria importada, conectando consumidores às principais marcas nacionais e internacionais. A marca detém 29% de market share em perfumaria internacional no país e também lidera o segmento de fragrâncias masculinas, além de ter a maior base de usuários de aplicativo entre os varejistas de beleza, com mais de 16 milhões de visitas mensais ao site. Além de um portfólio completo com maquiagem, skincare, cuidados capilares e fragrâncias, a unidade da Galeria Magalu, no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, oferece também experiências e marcas exclusivas no varejo físico, como Chanel (maquiagem e skincare), Mascavo, a linha de fragrâncias de Sabrina Carpenter, além de Parfums de Marly, Initio e Phebo. O mix de grifes na loja também inclui nomes como Dior, Hermès, Jo Malone, Valentino, Guerlain, Prada, Gucci, Tom Ford, Penhaligon's, Givenchy, Burberry, Acqua di Parma e Marc Jacobs, um portfólio que aumenta de forma consistente. Isso consolida a loja como um destino estratégico para quem acompanha as novidades do universo da beleza. Inaugurada em dezembro de 2025, a Galeria Magalu é um novo complexo de varejo localizado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista, em São Paulo (SP). O espaço tem mais de 4 mil metros quadrados e marca uma nova fase estratégica da companhia, reunindo em um único local físico suas cinco principais marcas: Magazine Luiza, Netshoes, Época Cosméticos, KaBuM! e Estante Virtual. A ideia é apostar em experiências off screen, retomando o varejo físico como centro da atenção dos consumidores, com endereço estratégico na Avenida Paulista.

  • Pod Beezinho estende temporada com vivências para a primeira infância no Boulevard Shopping Brasília

    Depois de encantar adultos e crianças da primeira infância, o projeto Pod Beezinho, Claro que Pode! ganha mais um fim de semana no Boulevard Shopping Brasília. Nos dias 11 e 12 de julho, bebês e crianças de até 6 anos terão mais uma oportunidade para participar da programação gratuita, que reúne contação de histórias, música, dança, experiências sensoriais, vivências circenses e outras atividades que unem arte, brincadeira e imaginação. Os encontros acontecem das 10h às 19h, no sábado, e das 13h às 19h, no domingo, no Piso 2 do empreendimento. Os pequenos que estiverem pelo shopping podem visitar o espaço e participar da exploração tátil guiada por arte-educadoras. Além disso, vão se divertir e aprender muito na oficina Meu Pedacinho do Cerrado, uma atividade de criação artística inspirada no bioma. Cada criança construirá um pequeno cenário utilizando diferentes materiais e, em seguida, escolherá um animal do Cerrado para colorir, recortar e inserir em seu habitat. Durante a atividade, serão apresentadas curiosidades sobre os animais, seus hábitos, alimentação e a importância da preservação do Cerrado, promovendo o aprendizado de forma lúdica e participativa. O sucesso das primeiras semanas superou as expectativas e mostrou que há uma grande demanda por iniciativas voltadas à primeira infância. “Desde a estreia, percebemos o quanto as famílias valorizam iniciativas que unem cultura, diversão e desenvolvimento na primeira infância. Por isso, decidimos ampliar a programação, permitindo que mais pessoas vivam essa experiência e que quem já participou possa voltar para aproveitar novas vivências”, afirma Rafael Mendonça, gerente de Marketing do Boulevard Shopping Brasília. A iniciativa também oferece recursos de acessibilidade, como interpretação em Libras em atividades selecionadas, audiodescrição durante apresentações e estrutura preparada para acolher diferentes públicos. A programação completa do projeto também poderá ser acessada nos canais digitais do shopping. Sobre o Boulevard Shopping Brasília Administrado pela NIAD Shoppings Centers, o Boulevard Shopping Brasília completou 17 anos como um dos principais centros de convivência e consumo da capital, recebendo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento reúne um mix completo de varejo, gastronomia e entretenimento, com quatro salas de cinema, restaurantes como João Brasileiro, Taverna Viking e Mania do Churrasco, além de grandes redes de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas e Spoleto. O shopping também se destaca pelo compromisso com a inclusão e a sustentabilidade, com ações consolidadas em ESG. Possui vagas verdes para recarga de carros elétricos, horta comunitária, espaços acessíveis para PCDs, idosos e gestantes, além de ambientes como o Espaço do Cliente, o fraldário, a Ecopraça e a Sala do Aconchego, destinada a pessoas com sensibilidade sensorial. Nas lojas, o aplicativo ColorADD pode ser acessado via QR Code, oferecendo mais autonomia aos clientes com daltonismo. Em 2025, recebeu nove certificações do Instituto Selo Social como reconhecimento a práticas consistentes voltadas à responsabilidade social, à sustentabilidade e à geração de impacto positivo. O Instituto Selo Social é uma organização independente que certifica projetos de impacto social de empresas, organizações e órgãos públicos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Serviço Pod Beezinho, Claro que Pode! – Última semana Data: 4 e 5 de julho de 2026 Horário: Sábado (11): das 10h às 19h Domingo (12): das 13h às 19h Local: Piso 2 do Boulevard Shopping Brasília (próximo às lojas Kimmi So e Kopenhagen) Entrada: Gratuita, por ordem de chegada Classificação indicativa: Livre Público: Bebês, crianças de até 6 anos e suas famílias Programação Sábado - 11 de julho10h às 19h – Espaço aberto para visitação e exploração tátil, com mediação de duas arte-educadoras; 15h – Oficina Meu Pedacinho do Cerrado; 16h – Contação de histórias; 16h30 às 19h – Reabertura do espaço para visitação, brincadeiras e exploração livre pelas criançasDomingo - 12 de julho 13h às 19h – Espaço aberto para visitação e exploração tátil, com mediação de duas arte-educadoras; 15h – Oficina Meu Pedacinho do Cerrado; 16h – Contação de histórias; 16h30 às 19h – Reabertura do espaço para visitação, brincadeiras e exploração livre pelas crianças Boulevard Shopping Brasília Setor Terminal Norte, Conj J - Asa Norte Informações: (61) 3448-3300 Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/ @boulevardshoppingbrasilia TikTok: @boulevardbrasilia

  • O Brasil está preparado para o novo critério de elegibilidade econômica que começa a emergir?

    Por Patricia Punder, advogada e CEO da Punder Advogados Desde o início do novo governo Trump venho escrevendo que as mudanças mais relevantes talvez não fossem aquelas que dominariam as manchetes. O debate público se concentrou no enfraquecimento das agendas ESG, nos questionamentos relacionados à diversidade e inclusão, na revisão de compromissos climáticos e nas disputas comerciais que passaram a marcar a nova política externa norte-americana. Embora todos esses temas possuam relevância própria, tenho a convicção de que a transformação mais profunda está ocorrendo em outro lugar. O que está em curso não é apenas uma alteração de prioridades governamentais, estamos assistindo à gradual reconstrução dos critérios pelos quais o mundo passará a avaliar estabilidade institucional, confiabilidade econômica e permanência nos fluxos globais de capital. Durante décadas, grande parte da arquitetura regulatória internacional foi construída sob forte influência de organismos multilaterais e mecanismos de cooperação transnacional. Mesmo com limitações evidentes, essas estruturas funcionavam como espaços de convergência capazes de produzir referências relativamente uniformes para governos, instituições financeiras e agentes privados. O cenário atual aponta em direção distinta, em que a crescente fragmentação geopolítica, o fortalecimento de agendas nacionais, o agravamento de conflitos regionais e a utilização cada vez mais intensa de instrumentos econômicos como ferramentas de política externa vêm produzindo uma realidade na qual segurança nacional, estabilidade financeira e atividade empresarial se tornam conceitos progressivamente inseparáveis. É nesse contexto que deve ser analisada a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pelas autoridades norte-americanas. Considero um equívoco interpretar essa medida apenas como uma iniciativa de combate ao crime organizado. A questão central não está na persecução penal e tampouco se limita à cooperação internacional em matéria de segurança pública. O aspecto verdadeiramente relevante se encontra na incorporação definitiva da criminalidade organizada transnacional ao universo da proteção da infraestrutura financeira global. Quando determinados grupos deixam de ser tratados exclusivamente como atores criminosos e passam a ser enquadrados dentro de uma lógica associada ao financiamento do terrorismo e à segurança nacional, a natureza da discussão muda completamente. Da repressão criminal à segurança econômica A partir dos atentados de 11 de setembro, os Estados Unidos desenvolveram uma estrutura regulatória que ampliou significativamente o alcance da responsabilidade corporativa. O USA PATRIOT Act, o fortalecimento do Bank Secrecy Act, a expansão das competências do Financial Crimes Enforcement Network (FinCEN), os programas administrados pelo Office of Foreign Assets Control (OFAC), as exigências relacionadas ao Corporate Transparency Act e a constante evolução das recomendações do Financial Action Task Force (FATF/GAFI) produziram uma mudança conceitual profunda. O foco deixou de recair exclusivamente sobre a identificação de condutas ilícitas consumadas. Gradualmente, passou a alcançar a capacidade de compreender quem controla ativos, quem influencia operações, quem se beneficia economicamente de determinadas estruturas e quais mecanismos foram utilizados para identificar essas conexões. Essa evolução alterou a própria lógica da responsabilidade empresarial, que durante muitos anos, bastava demonstrar que determinada organização não participou conscientemente de uma atividade ilícita. O paradigma que passou a predominar é substancialmente diferente. A discussão se deslocou para a qualidade dos mecanismos utilizados para compreender exposições previsíveis. A pergunta deixou de ser apenas se algo ocorreu e passou a ser o que foi feito para evitar que ocorresse. Essa diferença parece sutil, mas representa uma das maiores transformações regulatórias das últimas décadas. O descompasso brasileiro É justamente nesse ponto que identifico uma vulnerabilidade significativa no ambiente corporativo brasileiro. Ao longo dos últimos quinze anos, o país assistiu ao desenvolvimento de programas de Compliance impulsionados principalmente pela Lei Anticorrupção, pelas orientações da Controladoria-Geral da União (CGU), pelos acordos de leniência e pelos desdobramentos da Operação Lava Jato. Esse movimento produziu avanços importantes. Seria impossível negar sua contribuição para a evolução da governança corporativa nacional. O problema é que a maior parte dessa construção ocorreu dentro de uma moldura conceitual bastante específica: corrupção. Na prática, uma geração inteira de programas foi desenhada para responder perguntas formuladas pela CGU. Como prevenir pagamentos indevidos? Como mitigar conflitos de interesses? Como controlar hospitalidades? Como disciplinar interações com agentes públicos? Como estruturar investigações internas? Como fortalecer controles financeiros? Todas essas questões permanecem relevantes, entretanto, elas não são suficientes para responder às perguntas que começam a surgir em um ambiente regulatório influenciado por contraterrorismo, inteligência financeira, sanções econômicas e proteção do sistema financeiro internacional. O mercado que emerge exigirá respostas para questionamentos muito diferentes, como quem controla economicamente determinado fornecedor? Existe influência territorial exercida por estrutura criminosa sobre a atividade desenvolvida? A origem patrimonial apresentada foi efetivamente compreendida ou apenas declarada? O fluxo logístico atravessa regiões submetidas a domínio paralelo? Há captura econômica indireta decorrente daquela contratação? Determinada relação negocial poderia produzir benefício financeiro para grupos classificados como ameaças à segurança nacional? O processo deliberativo adotado pela administração avaliou adequadamente esse cenário? Existem evidências documentais capazes de demonstrar diligência reforçada compatível com a exposição identificada? Essas perguntas raramente aparecem nas matrizes de avaliação utilizadas pela maior parte das empresas brasileiras. Quando compliance não gera conhecimento Em diversos segmentos da economia, a integridade corporativa continua sendo percebida como custo, burocracia, entrave operacional ou requisito contratual. Em alguns casos, o tema jamais alcançou prioridade estratégica. Em outros, permanece limitado ao discurso institucional. O resultado é a existência de milhares de companhias operando sem mecanismos minimamente capazes de identificar vulnerabilidades associadas a terceiros, beneficiários finais, cadeias de suprimento, exposição territorial, rastreabilidade patrimonial ou riscos indiretos decorrentes de relacionamentos econômicos complexos. A situação se torna ainda mais delicada quando analisamos organizações que afirmam possuir estruturas de Compliance, mas que operam por meio de modelos essencialmente formais. Frequentemente encontro códigos de conduta tecnicamente bem elaborados, políticas extensas, treinamentos periódicos e canais de denúncia aparentemente sofisticados. Contudo, ao examinar a capacidade efetiva dessas estruturas para compreender quem influencia economicamente determinada operação, identificar beneficiários ocultos, avaliar conexões territoriais sensíveis ou mapear relações indiretas de valor, se torna evidente que muitos desses mecanismos foram concebidos para demonstrar conformidade e não para produzir conhecimento. Esse é o ponto sensível: documentos demonstram intenção; sistemas efetivos demonstram controle. E, no cenário que começa a surgir, intenção não será suficiente para preservar acesso a capital, crédito, seguros, investidores e mercados. O risco da perda de elegibilidade econômica Durante anos, ouvi executivos tratarem Compliance como custo, burocracia ou obstáculo ao negócio. Essa percepção sempre foi equivocada, mas agora tende a se tornar perigosa. O que está em jogo não é apenas a possibilidade de multa ou dano reputacional, a consequência mais severa pode ser a perda progressiva de elegibilidade econômica. Isso ocorre quando bancos ampliam diligências, correspondentes internacionais elevam exigências, seguradoras reduzem apetite, investidores recalculam exposição, parceiros estratégicos exigem evidências adicionais, contratos passam a prever cláusulas mais rígidas e operações antes consideradas usuais começam a ser vistas como sensíveis demais. A companhia continua formalmente existente, mas encontra dificuldade crescente para financiar, contratar, exportar, importar, segurar, captar recursos e permanecer em cadeias globais. Nesse contexto, a responsabilidade também alcança pessoas físicas, como administradores, conselheiros e integrantes da alta gestão, que precisarão compreender que a omissão documentada pode ser tão relevante quanto a falha operacional. A evolução dos debates norte-americanos sobre deveres fiduciários, especialmente a partir da lógica dos Caremark Duties, reforça a expectativa de que órgãos de administração implementem sistemas razoáveis de monitoramento e recebam informações suficientes para deliberar sobre ameaças relevantes. Não estou afirmando que esse modelo será simplesmente transplantado para o Brasil, mas seria ingênuo ignorar sua influência sobre investidores institucionais, seguradoras D&O, bancos, fundos e parceiros multinacionais. Quanto maior a sofisticação do ambiente regulatório, menor será a tolerância com ignorância deliberada, ausência de questionamentos ou incapacidade de provar que alertas foram tratados com seriedade. Como ocorre a exclusão dos mercados globais A experiência internacional demonstra que processos de exclusão econômica raramente ocorrem de forma abrupta, eles normalmente surgem de maneira silenciosa. Primeiro aparecem exigências documentais mais complexas. Em seguida, diligências mais profundas. Posteriormente, revisões extraordinárias de relacionamento. Depois surgem limitações operacionais, elevação do custo de capital, redução do apetite de investidores e políticas de de-risking destinadas à diminuição de exposições consideradas sensíveis. Em determinado momento, a companhia continua formalmente autorizada a operar, mas encontra dificuldades crescentes para acessar recursos, estabelecer parcerias e competir em igualdade de condições. É justamente por essa razão que considero equivocada a percepção segundo a qual Compliance continua sendo um tema jurídico. Não é, estamos falando de perenidade empresarial. Estamos falando da capacidade de permanecer elegível para fazer negócios em um ambiente progressivamente influenciado por segurança nacional, financiamento do terrorismo, transparência patrimonial, rastreabilidade financeira e integridade das cadeias produtivas. Por isso, entendo que a discussão não é sobre PCC, CV ou Trump. Esses elementos apenas revelam uma mudança mais profunda. O verdadeiro tema é saber se o setor privado brasileiro conseguirá sair de uma lógica documental, construída para responder às expectativas locais de anticorrupção, e migrar para uma arquitetura capaz de enfrentar segurança econômica, sanções, financiamento ao terrorismo, transparência patrimonial, comércio internacional e integridade de cadeias produtivas. As companhias que continuarem tratando Compliance como despesa talvez descubram, tarde demais, que ele se tornou condição de sobrevivência. No novo critério de elegibilidade econômica, permanecer no jogo dependerá menos do discurso institucional e muito mais da capacidade concreta de demonstrar quem controla, financia, influência e se beneficia das relações que sustentam o negócio. Sobre Patricia Punder Partner e fundadora do escritório Punder Advogados no modelo de negócios “Boutique”, une excelência técnica, visão estratégica e integridade inegociável na advocacia. www.punder.adv.br - Advogada, com 17 anos dedicados ao Compliance; - Atuação nacional, América Latina e mercados emergentes; - Reconhecida como referência em Compliance, LGPD e ESG; - Artigos publicados, entrevistas e citação em matérias de veículos renomados, como Carta Capital, Estadão, Revista Veja, Exame, Estado de Minas, entre outros, tanto nacionais quanto setorizados; - Nomeada como perita judicial no caso Americanas; - Professora na FIA/USP, UFSCAR, LEC e Tecnológico de Monterrey; - Certificações internacionais em compliance (George Whashington Law University, Fordham University e ECOA); - Coautora de quatro livros de referência em compliance e governança; - Autora da obra “Compliance, LGPD, Gestão de Crises e ESG – Tudo junto e misturado – 2023, Arraeseditora.

  • CCBB traz para Brasília maior exposição de Yoshitaka Amano realizada no Brasil

    Há artistas que criam imagens. Outros criam mundos. Ao longo de mais de cinco décadas de trajetória, Yoshitaka Amano transformou a fantasia em linguagem artística e construiu um imaginário capaz de atravessar gerações, culturas e diferentes formas de expressão. Reconhecido internacionalmente por seu trabalho na animação, nos videogames, nos quadrinhos, na moda e nas artes visuais, o artista japonês chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília com a exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, em cartaz de 17 de julho a 1º de novembro. Reunindo 218 obras originais vindas diretamente do Japão, além de uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a mostra, a exposição apresenta um amplo panorama da produção de um artista que ajudou a redefinir a estética da fantasia contemporânea. Entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos inéditos, o público é convidado a mergulhar em um universo onde tradição e inovação, espiritualidade e cultura pop, delicadeza e potência convivem em permanente transformação. Após temporadas de grande sucesso no CCBB Belo Horizonte e no CCBB Rio de Janeiro, a mostra chega a Brasília oferecendo uma rara oportunidade de conhecer de perto a obra original de um criador cuja influência ultrapassa fronteiras e linguagens, alcançando gerações de admiradores em todo o mundo. Para Amano, a realização da exposição em Brasília representa também a continuidade de um diálogo especial com o público brasileiro. O artista destaca que a mostra oferece uma oportunidade rara de contato direto com obras inéditas e com trabalhos que revelam aspectos dificilmente perceptíveis em reproduções. “Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente”, afirma. Entusiasmado com a chegada da exposição à capital federal, Amano acrescenta: “Fico verdadeiramente feliz em ver uma nova mostra sendo realizada no Brasil, depois da exposição em São Paulo, em 2024. É uma honra ter essa oportunidade, especialmente com o projeto se expandindo de maneira tão significativa. Estou ansioso por isso”. Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, aos pés do Monte Fuji, Yoshitaka Amano iniciou sua trajetória artística ainda na adolescência, ao ingressar na Tatsunoko Production, um dos estúdios mais importantes da animação japonesa. Foi ali que começou a desenvolver a linguagem visual que se tornaria sua marca registrada: personagens etéreos, linhas fluidas, composições elegantes e uma combinação singular entre referências da tradição japonesa e movimentos artísticos ocidentais. Ao longo dos anos, Amano consolidou-se como um dos artistas mais influentes da cultura visual contemporânea. Seu trabalho atravessa diferentes campos da criação artística, da animação aos videogames, da literatura à moda, dos quadrinhos às artes visuais. Sua contribuição para a franquia Final Fantasy ajudou a definir a identidade visual de uma das séries de videogame mais populares da história, enquanto projetos como Vampire Hunter D, Angel’s Egg e colaborações com nomes como Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e Vogue Itália ampliaram ainda mais o alcance de sua obra. Com curadoria de Antonio Curti, a exposição está organizada em sete núcleos temáticos que revelam diferentes momentos e dimensões da produção do artista: Tatsunoko, dedicado aos primeiros anos de sua carreira na animação; Final Fantasy, que reúne trabalhos relacionados à célebre franquia de jogos; Candy Girl, série marcada pela influência da pop art e do surrealismo; Devaloka, conjunto de obras que explora universos mitológicos e espirituais; Vampire Hunter D; Angel’s Egg; e Colaborações, núcleo que apresenta trabalhos desenvolvidos para diferentes projetos editoriais, culturais e comerciais ao redor do mundo. “Yoshitaka Amano é um artista raro, daqueles capazes de atravessar diferentes gerações, linguagens e culturas sem perder sua identidade. Esta exposição busca revelar não apenas o criador por trás de obras que marcaram a animação, os videogames, a literatura e a cultura pop, mas também apresentar a profundidade de sua produção artística autoral. Ao percorrer esses sete núcleos, o visitante é convidado a explorar um universo onde fantasia, espiritualidade, beleza e imaginação se encontram, revelando a trajetória de um artista que transformou o ato de sonhar em uma forma de arte”, comenta Antonio Curti. Mais do que apresentar a trajetória de um artista, a mostra propõe uma reflexão sobre a imaginação como força criativa capaz de conectar culturas, linguagens e gerações. Em suas obras, Amano constrói universos que transitam entre sonho e realidade, luz e sombra, tecnologia e espiritualidade, criando narrativas visuais que continuam inspirando artistas, criadores e públicos em diferentes partes do mundo. Ao final do percurso expositivo, os visitantes são convidados a vivenciar uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a mostra em parceria com a AYA Studio. Inspirada na série Devaloka — palavra sânscrita que significa “mundo dos deuses” — a instalação utiliza projeções, animações e desenho sonoro para ampliar a experiência sensorial e transportar o público para dentro do universo criado por Amano. A partir de treze obras selecionadas da série, a experiência propõe um mergulho em cenários habitados por divindades, criaturas fantásticas, constelações douradas e paisagens que parecem flutuar entre o material e o espiritual. Mais do que animar as imagens, a instalação busca revelar movimentos, ritmos e atmosferas já presentes nas pinturas originais, ampliando o diálogo entre arte e tecnologia. Ao reunir obras históricas, trabalhos inéditos e experiências imersivas, Yoshitaka Amano – Além da Fantasia reafirma o poder da arte de expandir os limites da imaginação e convida o público a percorrer os múltiplos mundos criados por um dos mais importantes artistas visuais da atualidade. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília Horário da van – De quinta-feira a domingo:Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. Serviço: Yoshitaka Amano – Além da FantasiaDe 17 de julho a 1º de novembro de 2026 Horários:De terça-feira a domingo, das 9h às 21h Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul Classificação indicativa: Livre

  • Podcast Vozes e Direitos debate envelhecimento da população brasileira, direitos da pessoa idosa e desafios da proteção social

    O novo episódio do podcast Vozes e Direitos traz um tema urgente que impacta milhões de famílias brasileiras: o envelhecimento da população e a garantia dos direitos da pessoa idosa. A convidada é a desembargadora Maria Aglaé Tedesco, presidente do Fórum de Biodireito, Bioética e Gerontologia da Escola da Magistratura do Rio, que apresenta informações sobre dignidade, autonomia, saúde, violência e os novos desafios tecnológicos enfrentados por idosos no país. O programa destaca a criação da primeira vara especializada em pessoas idosas no Fórum Central do Rio de Janeiro, iniciativa pioneira voltada à proteção integral dessa parcela da população, com apoio multidisciplinar de psicólogos e assistentes sociais. Entre os temas debatidos estão: judicialização da saúde e acesso a medicamentos, problemas com planos de saúde, curatela, violência doméstica e abandono, golpes financeiros e inclusão digital da população idosa. Durante a conversa, a desembargadora reforça que envelhecer com dignidade é um direito fundamental e alerta para a necessidade de toda a sociedade participar da proteção dos idosos. O episódio também orienta a população sobre canais de denúncia, como o Disque 100, gratuito e anônimo. O Vozes e Direitos é uma produção da Secretaria-Geral de Comunicação Social do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Assista ao episódio e compartilhe: Clique aqui para escutar o episódio no Spotify.

  • Aplicativo Maria da Penha Virtual vira tema de documentário internacional

    O Maria da Penha Virtual, aplicativo implementado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) que auxilia vítimas de violência doméstica a solicitar medidas protetivas e se tornou uma das principais ferramentas para combater esse crime, vai ganhar as telas. A ferramenta digital foi a vencedora, em 2025, da premiação Shell LiveWire — programa global de apoio a jovens empreendedores, conhecido no Brasil como Shell Iniciativa Jovem —, na categoria de inovação empresarial. Com isso, a produtora mexicana Sarape Films, parceira da Shell, gravou nesta segunda-feira, 6 de julho, um documentário sobre a ferramenta na Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Coem) Participaram da gravação, a coordenadora do Interior do Estado da Coem, juíza Elen de Freitas Barbosa; a coordenadora do Núcleo de Promoção de Políticas Especiais de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar (Nupevid), Jacqueline Leite Vianna Campos; a diretora da Divisão de Análise de Negócios Legados (Dileg) da Secretaria-Geral de Tecnologia da Informação (SGTEC), Maria Eugênia de Castro Borges; e o idealizador do Maria da Penha Virtual e CEO da startup Direito Ágil, Rafael Wanderley. A juíza Elen de Freitas Barbosa reforçou como o judiciário fluminense consolida o uso do aplicativo Maria da Penha Virtual como uma das principais ferramentas de combate à violência doméstica. A tecnologia inova ao não deixar rastros no celular da vítima, garantindo segurança contra o agressor durante o processo. "A ferramenta foca em romper barreiras como a vergonha e o medo da revitimização, sentimentos comuns quando a vítima precisa comparecer a uma delegacia. A proteção pode ser pedida de qualquer lugar: de dentro de casa, de um centro de referência ou por meio de um advogado", afirmou. A coordenadora do Núcleo de Promoção de Políticas Especiais de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar (Nupevid), Jacqueline Leite Vianna Campos, destacou o incentivo ao empreendedorismo acadêmico promovido pelo TJRJ, em parceria com universitários da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que, à época, desenvolveram o projeto e hoje comandam a startup Direito Ágil. "É um projeto muito inovador. Eu vi o Tribunal de Justiça acreditando nos universitários e na universidade. Com o aplicativo, avançamos durante uma pandemia, em dois meses, o que talvez avançaria em dez anos", disse. O aplicativo O Maria da Penha Virtual é um web app acessível para qualquer dispositivo eletrônico, por meio de um link, sem necessidade de download e sem ocupar espaço na memória do aparelho, o que preserva a segurança da vítima. Na plataforma, a vítima preenche um formulário com dados pessoais, informações sobre o agressor e a agressão sofrida, podendo anexar fotos e áudios como meio de prova. De acordo com o caso, seleciona a medida protetiva prevista na Lei Maria da Penha que considera mais adequada. Ao final, o sistema gera automaticamente uma petição em PDF para medida protetiva de urgência, distribuída de forma automática ao juizado competente, com consulta disponível para a vítima. Clique neste link e acesse o aplicativo Maria da Penha Virtual. VS/IA Fotos: Rafael Oliveira/TJRJ Notícia publicada por Secretaria-Geral de Comunicação Social em 06/07/2026 21h31

  • Casa Warner Brasília lança promoção especial para as férias de julho

    A Casa Warner, exposição interativa e inédita em Brasília, preparou uma ação especial para movimentar o período de férias escolares. Durante o mês de julho, crianças e adolescentes de até 14 anos não pagarão a entrada para o evento, desde que estejam acompanhados por um adulto pagante. A promoção é válida exclusivamente para as visitas realizadas de terça a sexta-feira. Casa Warner fica na área externa do ParkShopping. A atração tem sido um verdadeiro sucesso de público, reunindo universos consagrados da cultura pop e do entretenimento, como o universo de Batman, Harry Potter, personagens Looney Tunes e uma área dedicada ao filme Supergirl. O espaço de 1.500 m² oferece uma experiência multissensorial e autoguiada, repleta de cenários instagramáveis, figurinos e efeitos especiais. Aproveitar o período de descanso escolar é a oportunidade perfeita para que as famílias possam mergulhar juntas nessa experiência única. Danielle Paulino, CCO, da 2a1 Cenografia, empresa responsável pela concepção e realização do evento, reforça o poder que a estrutura tem de encantar os visitantes: “A cenografia é o que transforma um evento em uma experiência verdadeiramente imersiva. Quando bem planejada, ela transporta o público para dentro da narrativa, despertando emoções e criando conexões reais com aquele universo. Ao unir elementos visuais, sonoros e sensoriais de forma integrada, conseguimos não apenas compor um cenário, mas contar uma história que envolve e permanece na memória das pessoas”. PROGRAME-SE CASA WARNER – PROMOÇÃO DE JULHO Onde: área externa do ParkShopping Quando: de 1 a 31 de julho Horário: A promoção vale de terça a sexta-feira, das 11h às 21h. A Casa Warner também está aberta aos sábados, das 11h às 21h; aos domingos, das 12h às 20h. Ingressos: www.ticketmaster.com.br ou na bilheteria do evento Classificação etária: Livre (Não serão permitidos menores desacompanhados dos pais ou responsáveis legais)

  • SESC Estação do Choro traz referência da música brasileira a Brasília

    O encontro de sopros no choro. Esse é o tema de julho do Sesc Estação do Choro, que vai agitar a unidade Sesc 504 Sul, nesta quinta-feira (9), a partir das 18h. O evento reúne dois talentos brasilienses reconhecidos nacionalmente Thanise Silva e Márcio Bezerra com um dos mais reverenciados músicos brasileiros contemporâneos: Paulo Sérgio Santos. O Sesc Estação Choro é ao ar livre, de forma gratuita e sem necessidade de retirada de ingresso. O público pode levar sua cadeira de praia e curtir esse verdadeiro concerto de inverno com foodtrucks e a lanchonete do SESC com cardápio especial, vinhos e cervejas artesanais, em plena W3 sul! Sobre as atrações Conhecido por sua longa parceria com o violonista Guinga nos anos 90 e 2000, o clarinetista carioca Paulo Sérgio Santos participa ativamente, ao lado de figuras como Paulinho da Viola, do movimento de preservação e renovação do choro no Rio de Janeiro desde os anos 80, quando foi um dos participantes do antológico sarau “Noites Cariocas - Ao Vivo no Municipal”, que marcou uma retomada do gênero no cenário nacional. Entre os solistas brasilienses, Thanise Silva, flautista, arranjadora, compositora e educadora reconhecida como uma das principais solistas do choro e do samba na cidade, estará ao lado do cavaquinista Pedro Molusco, além dos musicistas do projeto. Márcio Bezerra, multi-instrumentista e integrante do Natiruts completa o time de solistas da pesada, acompanhado no cavaquinho por Mariana Sardinha e pelo duo de ouro do Estação do Choro. E tudo isso ao ar livre, na área externa do SESC da 504 Sul, de forma gratuita e sem necessidade de retirada de ingresso, a partir das 18hs (confira a programação completa abaixo). Traga sua cadeira de praia e venha curtir esse verdadeiro concerto de inverno com foodtrucks e a lanchonete do SESC com cardápio especial, vinhos e cervejas artesanais, em plena W3 sul! PROGRAMAÇÃO 18h15 - Thanise Silva (flauta), Pedro Molusco (cavaquinho), Vinícius Vianna (violão) e Gabriel Carneiro (pandeiro) 19h15 - Márcio Bezerra (sopros), Mariana Sardinha (cavaquinho), Vinícius Vianna (violão) e Gabriel Carneiro (pandeiro) 20h15 - Paulo Sérgio Santos (Clarinete), Pedro Vasconcellos (cavaquinho), Vinicius Vianna (violão) e Gabriel Carneiro (pandeiro) Mais fotos: https://www.flickr.com/photos/sescdf/albums/72177720333015622/with/55199840505

  • SESC Ceilândia recebe a CIA Plágio de Teatro com espetáculo sobre as relações familiares

    O que parece ser apenas um almoço de domingo entre vizinhos se transforma em um retrato das contradições, afetos e violências que atravessam as relações humanas. Essa é a proposta de Atrás das Paredes, espetáculo da Cia Plágio de Teatro que será apresentado nesta quarta-feira (8), no Teatro Newton Rossi, no Sesc Ceilândia, com sessões gratuitas às 16h e 20h. Com texto do premiado dramaturgo argentino Santiago Serrano e dirigida por Sérgio Sartório, a montagem aborda temas como violência doméstica, abuso infantil e gravidez indesejada a partir de uma situação cotidiana capaz de revelar o que normalmente permanece escondido entre quatro paredes. Após passar por festivais em São Paulo, Curitiba e Portugal, Atrás das Paredes, da Cia Plágio de Teatro, encerra sua circulação no Distrito Federal com duas sessões gratuitas e recursos de acessibilidade. Na trama, Flora decide surpreender o marido, Simão, organizando um almoço de aniversário e convidando uma família vizinha. O encontro, aparentemente comum, revela conflitos, desejos, segredos e tensões que estavam escondidos sob as aparências, transformando uma celebração familiar em um retrato complexo da convivência humana. Realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG) no Distrito Federal, o espetáculo mistura humor e drama para refletir sobre diferentes formas de violência naturalizadas no cotidiano e convida o espectador a olhar para aquilo que, muitas vezes, permanece invisível dentro de casa. O espetáculo conta com recursos de acessibilidade, com audiodescrição e tradução em Libras na sessão das 20h. Serviço Atrás das Paredes — Cia Plágio de Teatro 8 de julho de 2026 (quarta-feira) Sessões: 16h e 20h Sessão das 20h com audiodescrição e intérprete de Libras Teatro Newton Rossi – Sesc Ceilândia Duração: 80 minutos Classificação indicativa: 16 anos Entrada gratuita (retirada no local) Sesc Estação 504 sul – Quinta-feira (09/07)

  • Marcas ampliam o papel do live marketing na construção de valor

    O live marketing continua em expansão no Brasil, mas a forma como as marcas utilizam eventos e ativações vem mudando. Mais do que gerar visibilidade em uma ação pontual, empresas têm buscado iniciativas capazes de fortalecer relacionamento, produzir conteúdo e contribuir para a construção de marca ao longo do tempo. O movimento acompanha a evolução do setor. Segundo o Anuário Brasileiro de Live Marketing, o mercado movimenta mais de R$ 100 bilhões por ano no país, impulsionado pelo crescimento de eventos, festivais, ativações e projetos de brand experience. Essa estratégia também encontra respaldo no comportamento do consumidor. De acordo com a pesquisa EventTrack, 74% das pessoas afirmam ter uma percepção mais positiva sobre uma marca após participar de uma ativação ao vivo. Para Gustavo Costa, CEO da LGL Case, o papel do live marketing dentro da estratégia das empresas se ampliou. "Os projetos passaram a ser planejados para cumprir mais de um objetivo. Além da presença no evento, as marcas buscam fortalecer posicionamento, gerar conteúdo, estimular relacionamento e manter o diálogo com o público depois da ação." Na prática, isso influencia desde o planejamento até a mensuração das ações. Ativações são desenvolvidas para integrar diferentes canais de comunicação, ampliar o alcance do conteúdo produzido e gerar indicadores relacionados à percepção da marca e ao relacionamento com o público. O crescimento dos festivais brasileiros também contribui para esse cenário. Dados do Mapa dos Festivais apontam aumento superior a 20% no número de eventos realizados no país nos últimos anos, acompanhado pela diversificação de formatos e públicos. Para as marcas, esse ambiente amplia as possibilidades de atuação em diferentes segmentos e regiões. Outro fator que influencia essa mudança é o uso de tecnologia para apoiar as estratégias de relacionamento. Ferramentas de análise de dados, inteligência artificial e automação permitem acompanhar o comportamento do público, personalizar interações e avaliar resultados com mais precisão. Segundo Gustavo, o desafio está em pensar o live marketing como parte da estratégia de comunicação, e não apenas como uma entrega isolada. "Quando uma ativação está integrada aos objetivos da marca, ela continua gerando valor mesmo depois que o evento termina. O resultado aparece na continuidade da conversa com o público, no conteúdo produzido e no fortalecimento da marca." Sobre a LGL CaseA LGL Case é a primeira agência no Brasil a conquistar três certificações ISO em ESG, evidenciando sua atuação responsável e seu compromisso concreto com a geração de impacto positivo para a sociedade e o meio ambiente. Especializada em eventos, cross marketing e brand experience, a LGL atua como uma agência 360°, oferecendo soluções integradas que abrangem desde a idealização e o planejamento até a realização e a gestão de eventos, ações promocionais, criação de peças publicitárias e marketing de conteúdo on e off-line. Com estrutura e logística próprias, a agência foi fundada há oito anos por Gustavo Costa e reúne em seu portfólio marcas de peso como Volkswagen, Audi, Porsche, Coca-Cola e BYD, que confiam na LGL pela excelência em execução, inovação e consistência estratégica. Recentemente, a empresa foi reconhecida em importantes premiações do setor, como o Prêmio Caio, o Megafone de Ouro e o BeX Awards, no qual conquistou 13 troféus, sendo 8 ouros, 4 pratas e 1 bronze, incluindo o reconhecimento como Agência de Live Marketing do Ano – Automóveis e o prêmio de Empresário do Ano, concedido ao CEO Luis Gustavo Costa. Saiba mais em lglcase.com

  • Lançamento do Projeto Criança Sorridente nesta quinta-feira (9)

    Crianças e adolescentes de 4 a 15 anos do Sol Nascente/Pôr do Sol passarão a contar com atendimento odontológico gratuito por meio do Projeto Criança Sorridente. A iniciativa será lançada nesta quinta-feira (9/7), às 9h, na sede do Instituto de Ações Socioculturais (INAS), no Sol Nascente. Ao todo, 150 crianças serão atendidas por uma equipe formada por três cirurgiões-dentistas, entre eles dois odontopediatras. A estrutura contará com três consultórios odontológicos preparados para oferecer atendimento especializado ao público infantil. Além dos procedimentos clínicos, o projeto também prevê ações de orientação para crianças e responsáveis sobre higiene bucal e prevenção de doenças, com foco na criação de hábitos que contribuam para a saúde ao longo da infância. A proposta é ampliar o acesso aos cuidados odontológicos em uma região onde muitas famílias enfrentam dificuldades para conseguir atendimento especializado. A expectativa das instituições envolvidas é que a iniciativa contribua para reduzir problemas bucais entre crianças e adolescentes e incentive o acompanhamento regular desde os primeiros anos de vida. O Projeto Criança Sorridente é realizado pelo Instituto OMNI – Instituto de Desenvolvimento Social e pelo Instituto Projeto Rondon, com apoio do Instituto Mulheres em Ação (IMAF) e do Instituto de Ações Socioculturais (INAS). A ação reúne organizações do terceiro setor com o objetivo de ampliar o acesso à saúde bucal em comunidades em situação de vulnerabilidade. Serviço Lançamento do Projeto Criança Sorridente Data: 9 de julho de 2026 Horário: A partir das 9h Local: Instituto de Ações Socioculturais (INAS) Endereço: SHSN Chácara 81, Conjunto A, Lote 10, Sol Nascente/Pôr do Sol – DF

  • Fundos de aceleração de startups ganham espaço como alternativa estratégica para investidores

    A escassez de recursos públicos para impulsionar startups em fase inicial tem aberto espaço para os fundos privados de aceleração, que se consolidam como uma alternativa para financiar negócios inovadores e conectar investidores ao mercado de tecnologia. No Brasil, ao contrário de países como Inglaterra, Canadá, Estados Unidos, Israel e Índia, onde bancos públicos costumam financiar as primeiras etapas de desenvolvimento das empresas, o ecossistema depende majoritariamente da iniciativa privada para transformar ideias promissoras em empresas escaláveis e competitivas. Esse movimento acompanha a recuperação do mercado brasileiro de venture capital. Segundo levantamento da ABVCAP em parceria com a TTR Data, os investimentos desta modalidade somaram R$ 2,1 bilhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior. O cenário reforça o aumento do interesse por empresas inovadoras e cria um ambiente mais favorável para fundos dedicados ao desenvolvimento de startups. Embora existam iniciativas do Sistema S voltadas ao empreendedorismo e à inovação, elas ainda não oferecem programas estruturados nem volume de capital suficiente para atender à demanda das startups em estágio de aceleração. Esse cenário reduz as oportunidades de desenvolvimento de novos empreendimentos e limita a atuação de muitas aceleradoras. É nesse contexto que ganha relevância o modelo adotado pela Cyklo. A aceleradora, com sede em Luís Eduardo Magalhães (BA) e escritório em Joinville (SC), permite que pessoas físicas e jurídicas invistam diretamente em fundos destinados às startups aceleradas. “Nesse modelo, o investidor não se torna sócio da aceleradora, mas participa do fundo de investimento que reúne startups selecionadas", explica Pompeo Scola, CEO da empresa. Atualmente, a Cyklo está com o Fundo II disponível para captação. O primeiro fundo esteve em operação entre 2020 e 2022 e acelerou 20 startups. Desse grupo, cinco empresas apresentam elevado potencial de valorização e devem proporcionar retorno estimado de até três vezes o capital investido quando ocorrer a venda das participações. “Após quase cinco anos, já temos uma visão clara sobre o potencial de retorno deste primeiro fundo”, afirma Scola. Lançado no fim de 2022, o Fundo II permanecerá acessível para investimentos até o final deste ano. A expectativa da Cyklo é repetir a projeção de desempenho do primeiro fundo, ou seja, alcançar um retorno estimado de até R$ 3 para cada R$ 1 investido. “Embora o venture capital seja considerado um investimento de risco, trata-se de uma modalidade diversificada, já que os recursos são distribuídos entre um conjunto de startups. Existe, naturalmente, uma taxa de mortalidade esperada entre essas empresas, mas nossos resultados projetados seguem acima da média mundial”, explica o especialista. Segundo o CEO, a estratégia do Fundo II mantém a mesma lógica. Ao longo desses quase quatro anos, cerca de 40 startups passaram pelo processo de aceleração. “Nossa expectativa é que, ao final desse período, pelo menos dez delas alcancem um valor de mercado relevante e apresentem crescimento sustentável. Trata-se de um conjunto de ativos diversificado e bastante promissor, justamente para pulverizar riscos”, afirma. Como funciona O fundo da Cyklo pode ser adquirido por pessoas físicas e jurídicas mediante a assinatura de uma carta de intenção. Os investidores passam a integrar uma Sociedade em Conta de Participação (SCP), estrutura na qual recebem uma participação proporcional ao valor investido. “Dessa forma, o investidor passa a deter uma cota percentual, definida de acordo com o montante aplicado, sobre todo o equity adquirido das startups que compõem o fundo”, explica o especialista. À medida que as startups são vendidas ou passam por eventos de liquidez, os ganhos obtidos com a valorização dos investimentos são distribuídos entre os cotistas de forma proporcional à participação de cada um no fundo. Oportunidade estratégica Segundo Scola, outro diferencial de investir em um fundo de aceleração está no tratamento tributário. Em linhas gerais, enquanto não ocorre a realização do ganho, ou seja, enquanto o investidor não vende ou resgata sua participação e efetivamente obtém o retorno financeiro, não há incidência de tributação sobre a valorização acumulada das cotas. Dessa forma, o imposto é postergado para o momento da realização do ganho, o que pode representar maior eficiência tributária com foco no médio e longo prazo. Além da perspectiva de retorno nesse horizonte de investimento, outro diferencial do modelo é a diversificação. Em vez de concentrar recursos em uma única empresa, o investidor passa a participar de um portfólio de startups, reduzindo os riscos inerentes aos investimentos em negócios de base tecnológica. “Aqui, além do aporte financeiro, apoiamos o desenvolvimento das startups por meio de um programa estruturado de aceleração, que inclui mentorias, orientação estratégica e acompanhamento contínuo. Esse suporte aumenta significativamente as chances de crescimento e sucesso das empresas”, destaca o CEO. Para ampliar o acesso de novos investidores, a Cyklo também oferece condições flexíveis de aporte. O investimento pode ser parcelado, com uma entrada e o saldo dividido em prestações mensais entre R$ 7 mil e R$ 9 mil. “Criamos esse modelo para facilitar o fluxo de caixa dos investidores e tornar o acesso ao fundo mais viável”, finaliza Scola.

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