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- Tônica celebra oito anos e ocupa a Concha Acústica com edição especial em Brasília
A Tônica, um dos projetos de música eletrônica ao ar livre mais consolidados de Brasília, celebra oito anos de trajetória com uma edição especial no dia 22 de agosto, na Concha Acústica. O festival, criado em 2018, reúne cinco atrações e propõe uma programação de nove horas, das 15h à meia-noite, em um dos espaços culturais mais emblemáticos da capital federal. Ao longo de sua trajetória, a Tônica realizou 30 edições, passando pelo B Hotel Brasília e, desde 2025, pela Concha Acústica. O projeto já recebeu cerca de 20 mil pessoas e consolidou uma comunidade de mais de 36 mil seguidores nas redes sociais. A iniciativa é assinada pelos produtores culturais Camila Jun e Chicco Aquino, diretores da Xica Produtora. Para marcar a edição de aniversário, o festival ocupará a Concha Acústica de Brasília, projetada por Oscar Niemeyer e inaugurada em 1969. Considerado um dos principais espaços dedicados à música na capital, o local já recebeu grandes apresentações e se tornou um símbolo da integração entre arquitetura, natureza e cultura ao ar livre. “A Tônica nasceu com a ideia de criar uma experiência que valorizasse Brasília, especialmente a ocupação dos espaços públicos e a relação do público com a cidade. Chegar aos oito anos e realizar essa edição na Concha Acústica representa um amadurecimento do projeto e da cena eletrônica local”, afirma Camila Jun. A curadoria musical reúne nomes da cena eletrônica nacional e internacional, com apresentações de Ashibah, Camila Jun, Chicco Aquino, Malu e Viot. “Mais do que um festival, a Tônica se tornou um espaço de encontro para diferentes gerações e públicos. Essa edição de aniversário simboliza a continuidade de um projeto independente que cresceu junto com a cidade e com a cena cultural de Brasília”, diz Chicco Aquino. Serviço Tônica 8 Anos | Infinite Data: 22 de agosto de 2026 (sábado) Horário: 15h à 0h Local: Concha Acústica de Brasília Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/tonica-8-anos-concha-acustica/3457950 Classificação indicativa: 18 anos (menores apenas acompanhados pelos pais) Informações: https://www.instagram.com/tonicabsb/
- Trust Love amplia experiências da temporada com Festival de Inverno, programação especial aos domingos e benefícios para grupos
A temporada do Trust Love segue movimentando a cidade e ganha novidades para complementar a experiência. Até 17 de outubro, o espaço localizado na orla do Lago Paranoá, no Clube Almirante Alexandrino (CAALEX), reúne alta gastronomia, coquetelaria autoral e música ao vivo. Nesta edição, além das tradicionais cabanas à beira lago, o projeto apresenta novas ações, como o Festival de Inverno, programação especial aos domingos e vantagens para confraternizações. As reservas são realizadas mediante taxa de R$50 por pessoa, pelo site www.trustbsb.com.br. “O Trust Love foi criado para proporcionar algo além de um jantar. Com o conceito ‘Acreditamos no Amor’, queremos oferecer um espaço para conexões e histórias que merecem ser comemoradas”, destaca Maurício Rodrigues, sócio do Trust e idealizador do projeto. Neste ano, o funcionamento acontece de terça à sábado, das 18h à 0h, e aos domingos, das 17h às 23h. Aos fins de semana, o Trust abre mais cedo para que o público possa contemplar o pôr do sol, acompanhado de dose dupla de qualquer drinque do cardápio, das 17h às 19h. “O céu de Brasília é um dos grandes destaques para os brasilienses, e o pôr do sol à beira lago é um espetáculo à parte. Queríamos que os visitantes tivessem a oportunidade de chegar mais cedo para aproveitar esse momento, sendo um complemento da experiência Trust Love.”, afirma Ygor Brito, também sócio e idealizador do projeto. 2º edição da Rua do Amor A Rua do Amor está de volta ao Trust Love. Após a primeira edição, o espaço realiza no dia 22 de agosto a segunda edição do encontro, mantendo a proposta de reunir amigos solteiros, grupos e para quem busca uma programação descontraída para aproveitar o fim de tarde em Brasília. A experiência combina sunset, gastronomia e música boa com DJ Maffra e Júlia Moreno. A proposta inicia à partir das 17h e para movimentar o espaço, os primeiros 50 homens que chegarem à Rua do Amor ganham um Whiskey Sour do Zaya Drinks por conta da casa. Os ingressos podem ser adquiridos pela plataforma Ticket and Go, por R$25. Festival de Inverno Outra novidade da temporada é o Festival de Inverno do Trust. De 11 de agosto até o fim de setembro, sempre de terça a quinta-feira, todas as reservas terão 50% de desconto. Além disso, cada cliente receberá um chocolate quente especial da casa como cortesia, tornando a experiência mais aconchegante durante os meses mais frios na capital. A iniciativa busca incentivar os visitantes a aproveitar as noites de inverno em um ambiente que une conforto, boa gastronomia e uma vista do Lago Paranoá de tirar o fôlego. Espaço para confraternizações O Trust também passou a oferecer condições especiais para aniversários, confraternizações e encontros entre amigos e familiares. O espaço tem capacidade para grupos de dez a 30 pessoas, em uma área exclusiva. Como benefício, a cada 10 convidados o grupo ganha uma cortesia, podendo escolher entre uma garrafa de espumante ou uma sobremesa da casa. Gastronomia autoral Para completar a experiência, o Trust mantém um de seus principais atrativos, o cardápio assinado pelo chef Erivanio Souza, que combina ingredientes selecionados e preparos exclusivos. O cardápio contempla entradas, massas, risotos, carnes, frutos do mar, opções vegetarianas e sobremesas. Coquetelaria A experiência é complementada pela carta de drinques desenvolvida pela Zaya Drinks, com curadoria de Gustavo Guedes. Com cerca de 15 drinques autorais, além de clássicos da coquetelaria e uma carta de vinhos cuidadosamente selecionada. Serviço: Trust Love Local: Clube Almirante Alexandrino - SCES Trecho 2, Conjunto 16, Asa Sul, Brasília - DF Período: Até 17 de outubro, de terça a sábado, das 18h às 0h e domingo de 17h às 23h Taxa de reserva: R$ 50 por pessoa Informações e reservas: www.trustbsb.com.br
- JK Iate Jazz Festival recebe Flávio Guimarães Trio
Após o sucesso da última quinta-feira, 13 de agosto, o JK Iate Jazz Festival recebe Flávio Guimarães Trio, em um show que transporta o público para as origens do blues elétrico na próxima quinta, 20 de agosto. O concerto contará com a participação dos guitarristas Marcus Kenyatta e Otavio Rocha, parceiro de Flávio na banda Blues Etílicos. O trio apresenta um repertório inspirado em nomes como Muddy Waters, Little Walter e Jimmy Reed, explorando a essência do gênero. A venda de ingressos já está disponível pela Bilheteria Digital. JK Iate Jazz Festival Data: 20 de agosto. Horário: 19h. Local: Antiga Sede do Iate Clube de Brasília. Vendas: Bilheteria Digital a partir de R$ 50.
- A.C. Rod estreia na literatura com lançamento de “Antes do Fim do Mundo” na Bienal Internacional do Livro de Brasília
Quando o fim do mundo é inevitável, o que ainda nos mantém humanos? É a partir dessa pergunta que nasce “Antes do Fim do Mundo”, primeiro livro do escritor brasiliense A.C. Rod, que fará sua estreia oficial na literatura em um palco especial: a 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília. O lançamento acontece nesta sexta-feira, 21 de agosto, às 16h, no Museu Nacional da República, com entrada gratuita. Para um autor estreante, começar sua trajetória literária dentro de uma Bienal representa um marco significativo. A.C. Rod chega ao mercado editorial apresentando sua primeira obra diretamente em um dos grandes encontros dedicados à literatura na capital federal, diante de leitores, escritores, editoras e profissionais do setor. A estreia ganha ainda mais significado por transformar um projeto que nasceu da escrita e da imaginação em uma obra apresentada oficialmente ao público em um evento de grande porte. “Antes do Fim do Mundo” não é apenas o lançamento de um livro, mas o início da trajetória literária de A.C. Rod. E se restassem apenas alguns dias? O romance acompanha a família Banner, que vê sua rotina ser completamente transformada quando a humanidade recebe uma notícia definitiva: o asteroide Anastasia, com cerca de 90 quilômetros de diâmetro, está em rota de colisão com a Terra. Restam poucos dias e, aparentemente, nenhuma maneira de impedir o fim. Mas o livro vai além da ameaça vinda do espaço. Diante da contagem regressiva, seus personagens precisam lidar com medo, conflitos, violência, esperança e escolhas que já não podem ser adiadas. Conforme as estruturas da sociedade começam a ruir, surge uma questão ainda mais humana: como continuar vivendo quando todos sabem exatamente quanto tempo ainda lhes resta? Misturando drama familiar, suspense e ficção apocalíptica, A.C. Rod coloca as relações humanas no centro do fim do mundo e propõe ao leitor uma reflexão sobre família, sobrevivência e aquilo que realmente importa quando o futuro deixa de ser uma certeza. “Antes do Fim do Mundo” também abre um universo maior. A obra é a primeira parte de uma trilogia, que continuará acompanhando seus personagens e as consequências dos acontecimentos iniciados neste primeiro volume. Uma estreia em grande palco Ter o primeiro livro selecionado para lançamento na 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília transforma a chegada de A.C. Rod à literatura em um momento ainda mais simbólico. Em vez de uma estreia restrita, o autor terá a oportunidade de apresentar sua obra em um ambiente dedicado justamente ao encontro entre escritores e leitores. Durante o lançamento, A.C. Rod falará sobre o livro, o processo de criação, a construção dos personagens e os bastidores de sua primeira experiência como escritor publicado. A estreia na Bienal marca, portanto, duas primeiras vezes: o nascimento de “Antes do Fim do Mundo” para o público e o início oficial da trajetória de A.C. Rod como autor. E tudo começa com uma pergunta: Se você soubesse exatamente quando o mundo vai acabar, o que faria com o tempo que ainda resta? Serviço Lançamento de “Antes do Fim do Mundo”, primeiro livro de A.C. Rod Quando: sexta-feira, 21 de agosto de 2026 Horário: 16h Onde: 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília, Museu Nacional da República Entrada: gratuita
- Bienal Internacional do Livro de Brasília debate políticas públicas para democratizar o acesso à leitura no Brasil
A 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília (BiLB) abre espaço para um dos debates centrais sobre o futuro do livro e da leitura no país. No dia 18 de agosto, às 15h, a mesa “Um país de leitores: políticas para livro, leitura e escrita” reunirá representantes do Ministério da Cultura para discutir caminhos para ampliar e democratizar o acesso à literatura e consolidar políticas públicas capazes de fazer do livro um direito de todos. O encontro contará com a participação de Márcio Tavares, secretário-executivo do Ministério da Cultura; Fabiano Piúba, secretário de Formação, Livro e Leitura do MinC; e Jéferson Assumção, diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura. A mediação será da jornalista Márcia Witczak. A proposta da mesa parte do entendimento de que a construção de um país de leitores está diretamente relacionada ao exercício da cidadania. Mais do que um bem cultural, o livro será abordado como um direito que precisa estar presente no cotidiano das pessoas, alcançando escolas, bibliotecas, comunidades, ruas e periferias. O debate pretende ainda colocar a leitura e a escrita como ferramentas de emancipação social, formação do pensamento crítico e fortalecimento da democracia, discutindo como políticas permanentes podem enfrentar desigualdades históricas de acesso ao livro e à cultura. Entre as experiências que estarão no centro dessa discussão está o fortalecimento do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP). Desde 2025, uma parceria entre o Ministério da Cultura, o Ministério da Educação e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) já destinou mais de 2,4 milhões de livros para mais de 4 mil unidades cadastradas, ampliando o alcance dos acervos e dos equipamentos públicos de leitura em diferentes regiões do país. Outro avanço é a inclusão de bibliotecas comunitárias nos empreendimentos do Minha Casa Minha Vida, orientada por diretrizes conjuntas do Ministério da Cultura e do Ministério das Cidades. A iniciativa aproxima duas dimensões fundamentais da cidadania: o direito à moradia digna e o direito de acesso à cultura, à leitura e ao conhecimento. Ao reunir gestores que atuam diretamente na formulação e execução das políticas nacionais para o setor, a Bienal Internacional do Livro de Brasília propõe uma reflexão sobre como transformar iniciativas de incentivo à leitura em políticas de Estado estruturantes e permanentes, capazes de alcançar especialmente as populações historicamente afastadas do acesso aos livros. Os participantes Márcio Tavares é secretário-executivo do Ministério da Cultura. Doutor em Arte pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), é historiador, curador de arte e gestor cultural. Foi diretor do Memorial do Rio Grande do Sul e do Arquivo Histórico do estado, além de coordenador de Memória, História e Patrimônio da Secretaria de Cultura do Rio Grande do Sul. Também atuou na assessoria da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados. Atualmente, exerce ainda a presidência pro tempore do Fórum dos Vice-Ministros e Altas Autoridades de Cultura da Ibero-América. Fabiano Piúba é secretário de Formação, Livro e Leitura do Ministério da Cultura. Doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e mestre em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), é professor, escritor, historiador e gestor cultural. Foi secretário da Cultura do Ceará entre 2016 e 2022 e presidiu o Fórum Nacional de Secretários e Dirigentes Estaduais de Cultura. No MinC, já ocupou a Diretoria de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas e atuou como coordenador-geral de Articulação Federativa do programa Mais Cultura. Também foi diretor de Leitura, Escrita e Bibliotecas do CERLALC-UNESCO, em Bogotá, na Colômbia. Jéferson Assumção é escritor e diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do Ministério da Cultura. Autor de mais de 20 livros, é doutor em Filosofia pela Universidade de León, na Espanha, e pós-doutor em Teoria Literária pela Universidade de Brasília (UnB). Mediação A mesa será mediada por Márcia Witczak, jornalista com mais de 25 anos de atuação na produção e promoção cultural. Referência em cultura, arte e entretenimento em Brasília, construiu uma sólida trajetória na TV Globo Brasília, onde foi repórter, editora-chefe, apresentadora do programa Globo Comunidade por 11 anos e editora de Cultura por 20 anos, além de estar à frente da Agenda Cultural dos telejornais locais. Sobre a Bienal Com o tema “Ler o Amanhã”, a 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília acontece de 17 a 23 de agosto de 2026, no Museu Nacional da República, em Brasília. Com entrada gratuita, a BiLB retorna após quatro anos e reúne literatura, cultura, pensamento, formação e diversidade em uma programação destinada a diferentes públicos. A Bienal reforça Brasília como espaço de grandes debates nacionais e propõe, ao longo de sua programação, encontros que ultrapassam o universo editorial para discutir o papel do livro, da educação e da cultura na construção do futuro do país. Serviço Mesa: “Um país de leitores: políticas para livro, leitura e escrita” Data: 18 de agosto de 2026 Horário: 15h Evento: 6ª Bienal Internacional do Livro de Brasília — “Ler o Amanhã” Participantes: Márcio Tavares, Fabiano Piúba e Jéferson Assumção Mediação: Márcia Witczak Local: Museu Nacional da República — Brasília/DF Entrada: gratuita
- CIEE-DF celebra Dia do Estagiário com 680 vagas abertas no Distrito Federal
Na semana em que é celebrado o Dia do Estagiário, em 18 de agosto, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 680 vagas de estágio abertas no Distrito Federal. As vagas contemplam estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação e representam um caminho para unir formação acadêmica, experiência prática e desenvolvimento profissional. A área Administrativa lidera a oferta nesta semana, com 179 vagas, seguida por Educação (96), Saúde (67), Ensino Médio (61), Campo do Direito (45), Informática (36), Construção Civil (26) e Contabilidade (24). Há ainda vagas em Marketing (20), Comunicação (17), Esportes (17), Administração Técnica (16), Psicologia (14), Design (12), Saúde Técnica (8), Arquitetura e Urbanismo (4), Letras (4), Produção Mecânica (3), Química (3), Licenciatura (5), Nutrição (3), Economia (2), Indústria Técnica (2), entre outras áreas de formação. Celebrado em 18 de agosto, o Dia do Estagiário chama a atenção para a importância dessa etapa na formação dos estudantes. O estágio aproxima o conhecimento adquirido em sala de aula da prática profissional e permite o desenvolvimento de competências importantes para a inserção no mundo do trabalho. Para as empresas, a contratação de estagiários também contribui para a formação profissional da juventude e para a aproximação com novos conhecimentos e diferentes perspectivas. O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE atua nessa conexão entre estudantes, instituições de ensino e organizações parceiras. As inscrições são gratuitas e podem ser ser realizadas pelo portal www.ciee.org.br ou presencialmente na unidade do CIEE-DF, localizada na EQSW 304/504, no Sudoeste. CIEE 62 anos: Imparável Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
- "Exposição “Olhar Ancestral” leva à Biblioteca Nacional de Brasília 24 anos de memória e tradição de um território de matriz africana
A fotografia como instrumento de memória, identidade e preservação dos saberes ancestrais. É a partir dessa perspectiva que o Instituto Ojuiná apresenta a exposição “OLHAR ANCESTRAL: 24 ANOS DE ILÉ ÀṢẸ ÒJÚINÁ SỌ̀RÒKÈ EFON”, do fotógrafo Luan Brasil, com abertura no dia 17 de agosto de 2026, às 19h, na Biblioteca Nacional de Brasília (BNB). A exposição reúne registros fotográficos que percorrem a trajetória de 24 anos do Ilê Àṣẹ Òjúiná Sọ̀ròkè Efon, também Ponto de Cultura do Min, revelando por meio da imagem aspectos da espiritualidade, da cultura, dos ritos, das relações comunitárias e dos saberes preservados em um território de matriz africana. A mostra tem curadoria do Babalorixá Veber Brasil, Prof. Dr. Fausto Viana (ECA-USP) e Profa.Me. Maria Eduarda Borges (ECA-USP) O olhar de quem pesquisa e vive a ancestralidade A escolha de Luan Brasil para registrar essa trajetória ganha uma dimensão especial justamente pela relação entre sua produção artística, sua pesquisa e sua vivência nos territórios de matriz africana. Fotógrafo, pesquisador e gestor cultural, Luan é graduado em Fotografia e possui formação em Direção de Arte em Comunicação e Gestão e Transformação Digital. Sua trajetória acadêmica inclui pesquisa na Universidade de São Paulo dedicada ao patrimônio cultural do Candomblé Efon e à memória ritual do Ilê Àṣẹ Òjúiná Sọ̀ròkè Efon. Essa aproximação entre arte, pesquisa e ancestralidade atravessa sua produção. Luan tem trabalhos publicados sobre os trajes do Candomblé Efon, os elementos vivos da indumentária ritual e o patrimônio cultural das tradições afro-brasileiras. Também participou de pesquisas, exposições e registros fotográficos relacionados às visualidades negras e aos patrimônios culturais afro-brasileiros. Em 2024, por exemplo, realizou registros fotográficos de exposições como “A Costura do Sagrado: Trajes de Ritos Afro-brasileiros”, além de trabalhos relacionados à história dos trajes brasileiros e às visualidades do patrimônio cultural. Sua trajetória também inclui atuação na organização e curadoria de exposições, entre elas “Armaduras de Corpo e Espírito: Trajes de umbanda, candomblé, ritos e folguedos afro-brasileiros”, realizada no Espaço das Artes da USP. Ao mesmo tempo em que desenvolve sua trajetória acadêmica e artística, Luan atua como vice-presidente do Instituto Ojuiná e como Babaegbé do Ilê Àṣẹ Òjúiná Sọ̀ròkè Efon, estabelecendo uma relação direta entre sua produção cultural, a pesquisa e a preservação dos saberes tradicionais. É justamente essa perspectiva que confere à exposição um caráter singular: não se trata apenas de fotografar um território, mas de construir, através da imagem, uma narrativa de memória a partir de uma experiência profundamente vinculada à comunidade e à ancestralidade. Roda de conversa coloca os saberes ancestrais no centro do debate Às 20h, após o coquetel de abertura, a programação segue com a roda de conversa “Olhar Ancestral: arte, memória e educação nos territórios de matriz africana”. O encontro reunirá Babalorixás e Yalorixás, além de pesquisadores, artistas, representantes de instituições e agentes culturais, para uma conversa sobre o papel dos territórios de matriz africana como espaços de preservação da memória, produção artística, transmissão de conhecimentos e educação. A proposta é dar voz aos próprios detentores desses saberes e promover um diálogo entre ancestralidade e contemporaneidade, discutindo também os desafios para a preservação dos patrimônios culturais afro-brasileiros e o enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa. A iniciativa dá continuidade a uma trajetória de diálogo interinstitucional já presente na atuação de Luan Brasil, que em 2025 participou e mediou debates sobre racismo, intolerância religiosa e tradições de matriz africana, reunindo lideranças religiosas, pesquisadores e representantes de instituições públicas. Em 2026 realizou a Oficina de Fotografia com Uso do celular como ferramenta de registro cultural, através do Projeto Territórios Afrocandangos , o Instituto Ojuina propiciou oficina gratuita para o “Povo de Santo” e comunidade em geral. O Resultado foi de ampla repercussão, incluindo matérias nos principais meios de comunicação. Uma exposição para olhar, reconhecer e preservar “Olhar Ancestral” propõe ao público mais do que uma experiência estética. As fotografias convidam a perceber a ancestralidade como algo vivo, presente nos corpos, nos espaços, nos objetos, nos ritos, nas relações e na transmissão dos conhecimentos entre gerações. Ao levar essa narrativa para a Biblioteca Nacional de Brasília, o Instituto Ojuiná amplia o espaço de visibilidade para uma história que é, ao mesmo tempo, particular e parte fundamental da formação cultural brasileira. A exposição celebra 24 anos de história do Ilê Àṣẹ Òjúiná Sọ̀ròkè Efon e reafirma a fotografia como ferramenta de documentação, educação, valorização cultural e preservação da memória. SERVIÇO Exposição: OLHAR ANCESTRAL – 24 ANOS DE ILÉ ÀṢẸ ÒJÚINÁ SỌ̀RÒKÈ EFONFotografias: Luan BrasilCuradoria: Babalorixá Veber Brasil, Prof. Fausto Viana (ECA-USP) e Me. Maria Eduarda Borges (ECA-USP)Data: 17 de agosto de 202619h: Coquetel de abertura da exposição20h: Roda de conversa “Olhar Ancestral: arte, memória e educação nos territórios de matriz africana”Local: Biblioteca Nacional de Brasília – BNBRealização: Instituto Ojuina e parceiros @institutoojuina WhatsApp: 61 992593652 (Ass. Comunicação) Entrada Franca.
- Escritor Danilo Heitor discute caminhos para autores de literatura especulativa no ELIFANT 2026, em Brasília
Como transformar uma ideia em livro, encontrar caminhos para a publicação e fazer a literatura especulativa chegar aos leitores? Essas são algumas das questões que o escritor, professor e editor paulistano Danilo Heitor leva à 4ª edição do Encontro de Literatura Fantástica do Cerrado (ELIFANT), no dia 22 de agosto, na Biblioteca Nacional de Brasília. Finalista do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica em 2024 e 2025, o autor participa da mesa “Caminhos para autores de literatura especulativa – edição, publicação, divulgação e premiações”, das 16h30 às 17h30. Com oito livros publicados, Danilo transita pela ficção científica explorando as possibilidades do gênero para discutir questões concretas do presente. Em Projeto Futuro (156 págs., País Nenhum, 2026), romance voltado ao público jovem-adulto, duas adolescentes descobrem um projeto secreto de viagens no tempo iniciado durante a ditadura militar, que utilizava presos políticos como cobaias em experimentos científicos. A investigação leva as protagonistas a locais relacionados à memória da repressão política em São Paulo e coloca em debate o uso político da ciência, os limites éticos do progresso tecnológico, a memória dos desaparecidos políticos e a responsabilidade das instituições diante de crimes contra os direitos humanos. A escolha da ficção científica como ferramenta para revisitar o passado também se relaciona à trajetória pessoal do escritor, filho de militantes perseguidos pela ditadura militar. “O tema dos desaparecidos políticos sempre me foi muito caro. Cresci cercado por histórias de amigos e conhecidos dos meus pais que foram presos, torturados, mortos ou nunca mais voltaram”, afirma. Em Projeto Futuro, Danilo também aproxima a discussão histórica da experiência de jovens personagens. Soraia e Leilane, duas amigas que estão concluindo o ensino médio, são responsáveis por investigar os vestígios de um experimento que atravessa décadas. A inspiração para as protagonistas veio da experiência do autor em sala de aula. Professor da rede pública e de cursinhos populares há mais de quinze anos, ele encontrou nas alunas a curiosidade e o senso crítico que queria levar para a narrativa. “Sempre foram elas as mais interessadas. Para mim, fazia todo sentido que fossem protagonistas”, comenta. Já em Quase agora, coletânea de 25 contos de ficção científica, o escritor parte de futuros hipotéticos para investigar relações de poder e transformações tecnológicas que afetam diretamente a vida cotidiana. Em comum entre os trabalhos está o uso da literatura especulativa não apenas para imaginar outros mundos, mas para ampliar o olhar sobre o mundo em que vivemos. Professor de Geografia, escritor e editor, Danilo Heitor também está à frente da editora País Nenhum, criada em 2025 com foco em autorias do Sul Global. Sua experiência em diferentes frentes do mercado editorial e sua trajetória como autor de ficção científica fundamentam a participação no ELIFANT, em uma conversa dedicada aos desafios e possibilidades para quem escreve literatura especulativa no Brasil. Serviço ELIFANT – 4º Encontro de Literatura Fantástica do Cerrado Data: 22 de agosto de 2026 (sábado) Horário: das 14h às 18h Mesa com Danilo Heitor: das 16h30 às 17h30 Local: Biblioteca Nacional de Brasília Entrada: gratuita
- ESG Summit Brasília 2026 reúne lideranças para debater sustentabilidade, competitividade e inovação nos negócios
No dia 3 de setembro de 2026, Brasília recebe a 2ª edição do ESG Summit Brasília, encontro presencial voltado à disseminação de informações práticas e estratégicas sobre ESG — sigla para Environmental, Social and Governance — para líderes, gestores e tomadores de decisão. O evento será realizado no Na Praia, das 17h às 21h, com ingresso solidário de R$10 revertido para o Instituto Fome de Música. Com proposta estratégica e experiencial, o ESG Summit Brasília 2026 foi concebido para conectar conteúdo, relacionamento e sustentabilidade aplicada em um ambiente inspirador e alinhado aos princípios ESG. A programação reunirá debates, palestra especial, tour guiado e momento de networking, promovendo uma vivência prática sobre como a agenda ESG pode gerar valor real para empresas, marcas e cidades. Nesta edição, o evento reforça seu compromisso com a sustentabilidade ao adotar práticas estruturadas como evento carbono neutro, evento lixo zero, uso consciente de recursos e curadoria de fornecedores alinhados à sustentabilidade. O público-alvo é formado por CEOs, diretores, gestores, profissionais de RH, comunicação, marketing e eventos, lideranças corporativas, representantes do trade turístico, consultores e especialistas em ESG, além de marcas e organizações interessadas em fortalecer sua atuação nessa agenda. Entre os principais objetivos do Summit estão disseminar informações estratégicas e práticas sobre ESG, atualizar lideranças sobre tendências e aplicações reais, estimular o protagonismo das empresas na agenda e demonstrar, na prática, como esses princípios podem ser incorporados aos negócios. A programação contará com três painéis temáticos. O primeiro abordará “ESG como vantagem competitiva: decisões que impactam marca, mercado e resultado”. Em seguida, o segundo painel discutirá “Diversidade, Equidade e Inclusão: impacto na cultura, inovação e experiência”. O terceiro painel tratará de “Turismo sustentável: destinos, negócios e impacto para a cidade”. E para fechar o placo , teremos o painel de Economia Circular e Bioeconomia. O ESG Summit Brasília 2026 é realizado por Renata Muniz, sócia-fundadora da RLMA Comunica e da Lumina ESG, e Silvana Vilela, sócia-fundadora da Conexão Eventos & Soluções, com produção da Conexão Eventos & Soluções. Serviço Evento: ESG Summit Brasília 2026 – 2ª edição Data: 3 de setembro de 2026 Horário: 17h às 21h Local: Na Praia, Brasília Formato: Presencial Entrada: Ingresso solidário R$10 Participantes: 120 pessoas
- Quando o boxe transforma: esporte, inclusão e novas possibilidades para pessoas com deficiência e neurodivergentes
Muito além dos golpes, o boxe pode representar confiança, autonomia, disciplina, comunicação, autoestima e novas possibilidades. Para algumas pessoas, entrar em um ringue significa aprender a lutar. Para outras, significa conquistar algo muito maior: descobrir capacidades, superar desafios e perceber que também existe um lugar para elas no esporte. É nesse espaço de inclusão que o trabalho do personal trainer e atleta Davi Alves vem fazendo a diferença. Com atendimento individualizado e personalizado, Davi desenvolve aulas de boxe adaptadas às necessidades, características e possibilidades de cada aluno, incluindo pessoas com deficiência e pessoas neurodivergentes. A proposta não é fazer com que todos pratiquem o boxe da mesma maneira. É compreender cada pessoa e descobrir como o esporte pode ser utilizado a favor dela. Cada pessoa tem seu próprio ritmo No trabalho com pessoas com deficiência e neurodivergentes, não existe uma fórmula única. Cada aluno possui suas particularidades, desafios, habilidades e tempo de aprendizagem. Por isso, o treinamento precisa ser pensado de maneira individualizada, respeitando limites e, ao mesmo tempo, estimulando novas conquistas. Movimentos que podem parecer simples para algumas pessoas representam grandes avanços para outras. Aprender uma sequência, manter a atenção durante um exercício, desenvolver a coordenação motora, controlar a força, seguir comandos, interagir com o professor ou simplesmente completar uma atividade que antes parecia impossível são conquistas que merecem ser reconhecidas. É justamente nesse processo que o boxe ganha um significado diferente. O esporte como ferramenta de desenvolvimento A prática de uma atividade física adequada pode contribuir para o desenvolvimento da coordenação motora, do equilíbrio, da força, da resistência, da consciência corporal e do condicionamento físico. Mas os benefícios do esporte não precisam se limitar ao corpo. A rotina de treinos também pode favorecer aspectos como disciplina, concentração, confiança e percepção das próprias capacidades. Para algumas pessoas, conquistar pequenos objetivos durante uma aula pode ajudar a construir uma relação mais positiva com o próprio corpo e com suas potencialidades. No caso de pessoas neurodivergentes e pessoas com deficiência, quando o ambiente está preparado para acolher suas necessidades, o esporte pode se transformar em uma experiência de participação, pertencimento e autonomia. Não se trata de adaptar a pessoa ao esporte. Trata-se de adaptar o esporte à pessoa. Essa é uma das principais premissas do trabalho desenvolvido por Davi Alves. A inclusão verdadeira acontece quando se compreende que não é necessário que todos façam tudo da mesma maneira. É possível adaptar exercícios, intensidade, comandos, tempo, estímulos e estratégias para que cada aluno tenha uma experiência segura, respeitosa e, ao mesmo tempo, desafiadora na medida certa. O objetivo não é comparar um aluno com outro. É acompanhar a evolução de cada pessoa e valorizar o que ela consegue conquistar hoje em relação ao que conseguia fazer anteriormente. Histórias que vão muito além do treino Por trás de cada aula existe uma história. Existem famílias que procuram uma atividade física e encontram novas possibilidades para seus filhos. Existem alunos que descobrem capacidades que ainda não conheciam. E existem conquistas que talvez não apareçam em uma competição, mas que representam enormes vitórias na vida cotidiana. Por isso, falar sobre boxe inclusivo também significa falar sobre o direito de todas as pessoas experimentarem o esporte, serem estimuladas e descobrirem seus próprios potenciais. O boxe não precisa ser visto apenas como um esporte de combate. Com orientação profissional adequada e uma abordagem individualizada, pode se tornar uma ferramenta de desenvolvimento, socialização, superação e inclusão. Um convite para dar o primeiro passo Talvez um dos maiores desafios seja justamente o primeiro passo. Algumas famílias podem ter receio de que a criança, o adolescente ou o adulto não consiga acompanhar uma atividade. Outras podem se perguntar se determinado esporte é realmente adequado. Mas talvez a pergunta possa ser diferente: Como podemos adaptar essa atividade para que essa pessoa possa participar? Quando existe acolhimento, conhecimento e atendimento verdadeiramente individualizado, novas possibilidades começam a surgir. O esporte é para todos. E cada conquista merece ser reconhecida — seja aprender um novo movimento, melhorar a coordenação, desenvolver força, ampliar a confiança ou simplesmente descobrir que é possível. No fim, o verdadeiro objetivo não é formar apenas bons lutadores. É ajudar cada pessoa a reconhecer a própria força, ampliar suas possibilidades e conquistar mais autonomia. Boxe também é inclusão. Boxe também é desenvolvimento. E boxe também pode transformar vidas. Davi Alves da Silva (61) 99858-0446 @Davi_alvess
- Palhaço Seu Cocó comanda tarde de circo e brincadeira nos jardins do CCBB Brasília
O Rolê Cultural – CCBB Educativo recebe um universo inteiramente construído de papelão: o palhaço Seu Cocó conduz crianças e famílias por uma sequência de jogos, músicas e descobertas em que a imaginação é a principal matéria-prima. Criado e interpretado por Pedro Caroca, o Seu Cocó apresenta canções inventadas, adivinhas e cantigas de roda, sempre com a participação do público, que é parte fundamental da cena. A apresentação acontece no Dia de Rolê, em 22 de agosto, a partir das 16h, nos jardins do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Ingressos disponíveis pelo site ingressos.ccbb.com.br ou presencialmente na bilheteria do CCBB Brasília. Antes dele, em 16 de agosto, das 14h às 18h, o Dia de Rolê Brincadeiras de Rua reúne amarelinha, corre-cotia, pular corda e rodas cantadas em uma tarde dedicada à cultura popular brasileira. As duas atividades são gratuitas, abertas a todas as idades e acontecem nos jardins, próximo ao Casulo. O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. AcessibilidadeA ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. Programação: Dia de Rolê: Brincadeiras de Rua A atividade resgata jogos tradicionais como amarelinha, pular corda e corre-cotia para todas as idades. Um convite a se desconectar das telas e reconectar com a cultura popular, o movimento e a memória afetiva.Data: 16/08 das 14h às 18h Duração: 4h Classificação: Livre Ponto de encontro: Próximo ao Casulo Dia de Rolê: Palhaço Seu Cocó Em um universo inteiramente construído de papelão, o palhaço Seu Cocó conduz crianças e famílias por jogos, músicas e descobertas em que a imaginação é a principal matéria-prima. Criado e interpretado por Pedro Caroca, o personagem apresenta canções inventadas, adivinhas e cantigas de roda, sempre com a participação do público. Com humor e interação constante, transforma brincadeiras tradicionais em uma experiência coletiva. Data: 22/08, das 16h às 17h Duração: 1h Classificação: Livre Ponto de encontro: Jardins próximo ao Casulo Serviço: Rolê Cultural - Educativo do Centro Cultural Banco do BrasilCentro Cultural Banco do Brasil - Distrito FederalEndereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF Tel.: 61 3108-7600Programação completa em ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/Ingressos: ingressos.ccbb.com.brAgendamento para grupos e escolas: conecta.mediato.art.brAcesso: gratuitoClassificação Indicativa: livre
- Espetáculo gratuito promove imersão poética e reflexiva no Jardim Botânico de Brasília
Existe um pássaro que imita a voz de outro pássaro. Essa foi a primeira frase anotada no caderno de uma atriz que coleciona vozes as quais teme desaparecer. Vozes que ela gostaria de preservar. Vozes que ajudam a elaborar sobre o fim das coisas. Inspirada pela metáfora de um passeio de observação de aves, a multiartista brasiliense Micheli Santini iniciou uma pesquisa que agora vira um monólogo que mescla uma diversidade de textura e valoriza a imaginação e a palavra em cena. A produção denominada “Coleção Insignificante de Coisas Luminosas” promoverá um espetáculo-passeio pelo Jardim Botânico de Brasília. A 1ª temporada aberta ao público e as escolas da região acontece nos dias 20 e 21 de agosto, quinta e sexta-feira, em sessões às 9h e às 15h. O público será recebido no Centro de Visitantes do Jardim Botânico (Setor de Mansões Dom Bosco – Jardim Botânico). As sessões para escolas contam com mediação, reflexão ambiental e plantio de mudas na ação nomeada "Plantando Passarinho”. Todas as apresentações contam ainda com acessibilidade com tradução em libras e audiodescrição. A sessão aberta ao público será no dia 21/08, às 15h. Gratuito com retirada antecipada pelo Sympla. Livre para todos os públicos. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal- FAC/DF. Vozes - O cerrado, as aves, os cantos, os ruídos da natureza, da cidade, as intermitências luminosas são elementos fundantes desse trabalho. O resultado é fruto ainda de pesquisas do Teatro do Concreto que se iniciou em 2021 com os artistas Gleide Firmino, Marcio Abreu, Glauber Coradesqui e com Micheli Santini que deu continuidade ao "Caderno da Artista ", experimento cênico onde a atriz lia seu caderno de processo. Um material que contém uma coleção de vozes de pessoas e pássaros em extinção. Agora, o resultado vira uma peça - percurso que visa promover uma reflexão sobre o meio ambiente, além de a partir da escuta, convocar os participante a experenciar outros espaços, internos e coletivos. “E queremos convidar o público para ver essa pesquisa, para ter acesso a todos esses textos livres que agora viram uma performance. Queremos partilhar essas palavras com o público e convidá-los para entrar conosco nessa imaginação. Essa é uma das grandes potências do teatro. O imaginar. Estamos há 5 anos mergulhados no universo das aves, nessa poesia que vira, agora, uma experiência sonora e envolvente para o público. Falamos sobre o modo de criar e ocupar o espaço, sobre o se perceber e contemplar”, pontua o diretor, Glauber Coradesqui. Performance-Em cena, Santini convidará o público a um percurso pelo seu caderno - fragmentos de pesquisas, ideias, objetos, imagens, personagens e cantos de pássaros. As vozes reúnem pensamentos de ativistas, filósofas e ambientalistas brasileiros, expondo tensões sistêmicas de um contexto de assombro em que oscilam a intermitência da esperança e a iminência da extinção. “O grupo Teatro do Concreto sempre esteve profundamente ligado à escuta da cidade, ao seu ritmo urbano e frenético. Este trabalho se relaciona com isso, mas a partir de outro lugar: no Jardim Botânico dessa cidade, na conversa com a árvore, com o pássaro, com os sons e os tempos da natureza. Tem sido muito gratificante abrir essa outra escuta, experimentar um tempo interno diferente e, a partir dele, transformar a relação com o espaço, com o corpo e com a própria feitura. Descobrir outros tempos possíveis também tem sido uma forma de descobrir outras maneiras de estar e de criar”, ressalta a atriz, Micheli Santini, Os estudantes que participarem do projeto vão contar ainda com mediação e poderão plantar sua própria semente em escola de São Sebastião. O processo “Plantando Passarinhos” será registrado em fotografias que depois vão virar uma exposição dentro do próprio espetáculo. “Digo que eles vão plantar passarinhos. Porque ao plantar uma árvore, eles estão plantando o habitar dessas aves”, destaca Glauber. Serviço: Espetáculo gratuito promove imersão poética e reflexiva no Jardim Botânico de Brasília 20/08 (qui), 9h e 15h 21/08 (sex), 9h e 15h Sessão aberta ao público no dia 21 de agosto, às 15h, com retirada gratuita de ingresso via Sympla. Local: Jardim Botânico de Brasília- Recepção do público no Centro de Visitantes (ao lado do restaurante Jardim Bom Demais). Classificação livre













