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  • TEDxBrasília propõe reflexão sobre criatividade como ferramenta de transformação nesta quinta (2)

    Brasília recebe, no próximo dia 2 de julho, mais uma edição do TEDxBrasília Salon. Com o tema “Criatividade como Moeda”, o evento propõe debates contemporâneos por meio de palestras, intervenções artísticas e momentos de conexão entre diferentes áreas do conhecimento. A programação vai reunir pensadores, criadores e o público no Softown Brasília, às 19h, para refletir sobre a relevância do potencial criativo em uma era marcada pelo excesso de informações e pelo avanço da tecnologia. A programação propõe olhar para a criatividade não apenas como talento individual, mas como um recurso coletivo indispensável para a construção de novas soluções no cenário mundial atual. Entre os convidados, a comunicadora Giana Hahn, mestra em Ciências do Comportamento e especialista em Neurociência, abordará aspectos ligados às decisões humanas, relações e desafios contemporâneos. O encontro também contará com a participação do publicitário Dan Rocha, especialista em Branding e Marketing para micro e pequenas empresas. Autor do livro A Morte da Vaca Roxa – Como a busca pelo extraordinário nos tornou comuns, ele leva ao palco uma reflexão sobre diferenciação no mercado e os paradoxos da busca constante por originalidade. A noite terá ainda apresentação musical de Diogo Leon Xavier, cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor cultural com mais de duas décadas de atuação na cena independente do Distrito Federal. O artista, conhecido por transitar entre rock, blues, folk, MPB, jazz e psicodelia, soma à programação uma dimensão artística ligada à identidade brasiliense. O TEDxBrasília Salon integra o programa internacional TEDx, formado por eventos independentes licenciados pelo TED e voltados à difusão de ideias em comunidades locais. As palestras gravadas durante o evento serão publicadas posteriormente no canal TEDx no YouTube e no site do projeto. SERVIÇO: TEDxBrasília Salon – Criatividade como Moeda 2 de julho de 2026 19h Softown Brasília – SIG Quadra 4, Bloco A, Brasília-DF Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia) https://www.sympla.com.br/evento/tedxbrasilia-salon/3466063 tedxbrasilia.com Instagram: @tedx.brasilia Sobre o TED e o TEDx - O TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada a espalhar ideias que merecem ser espalhadas. O TEDx é o programa de eventos independentes, organizados localmente sob licença do TED, que compartilham a mesma missão com curadoria própria e foco em ideias. O TEDxBrasília é organizado de forma independente, seguindo as diretrizes oficiais do programa. O TEDxBrasília é um evento independente realizado sob licença oficial do TED, com curadoria do jornalista Rafael Souza. Todas as palestras serão publicadas posteriormente no canal TEDx no YouTube.

  • Mega Drift promete um final de semana de muita fumaça e adrenalina em Brasília

    A contagem regressiva para um fim de semana de muita adrenalina já começou. Após etapas com arquibancadas lotadas e disputas acirradas, o Mega Drift retorna ao Autódromo de Brasília neste sábado (04) e sábado (05). O evento propõe viver dois dias intensos de velocidade, técnica e muita emoção. Os ingressos para a 3ª e a 4ª etapas da temporada 2026 estão à venda com valores a partir de R$55 (valor sujeito a alteração sem aviso prévio). O Mega Drift consolidou a capital federal como uma das grandes referências nacionais da modalidade. Durante todo o fim de semana, o público vai vibrar com pilotos de várias regiões do Brasil em batalhas eletrizantes, que exigem controle absoluto dos veículos, precisão cirúrgica e carros andando de lado a milímetros de distância. Com programação completa para toda a família, o evento foi desenhado para transformar os dias em uma experiência completa de entretenimento. Além de roer as unhas com os duelos na pista, o público poderá aproveitar: Acesso aos boxes; Exposição de carros preparados e modificados; Praça de alimentação completa; Ativações especiais e espaços de lazer. O passeio é perfeito para curtir em família, e as crianças de até 10 anos têm entrada gratuita. “O Mega Drift deixou de ser apenas uma competição para se tornar uma experiência. O público quer sentir o ronco dos motores, ver os carros de perto, acompanhar os pilotos e viver a emoção que só o drift proporciona. Brasília abraçou esse projeto desde o início e temos certeza de que julho será mais um capítulo especial desta trajetória”, afirma Gustavo Carvalho, organizador do evento. Com máquinas que ultrapassam os 600 cavalos de potência, batalhas eliminatórias e uma atmosfera que une esporte, cultura automotiva e diversão, o Mega Drift promete ser o ponto de encontro oficial de quem ama velocidade neste fim de semana. “Ambiente perfeito para amantes de carros personalizados e de grande potência. E para aqueles que nunca tiveram contato antes com disputas acirradas e de duelos automotivos de tirar o fôlego, fica o convite do Mega Drift para que venham, conheçam e se divirtam no evento ", diz Gustavo Carvalho. SERVIÇO Mega Drift Temporada 2026 (3ª e 4ª Etapas) Local: Autódromo BRB - Brasília Data: 04 e 05 de julho (sábado e domingo) Ingressos: A partir de R$55 (Crianças de até 10 anos não pagam) Mais informações: @megadriftoficial https://app.megadriftbrasil.com.br/

  • Empresas trocam escritórios tradicionais por coworkings para cortar custos e ganhar competitividade

    A busca por maior eficiência financeira tem levado empresas de diferentes portes a abandonar os escritórios tradicionais e migrar para espaços de coworking. A mudança é impulsionada pela necessidade de reduzir custos operacionais, manter estruturas mais enxutas e oferecer maior flexibilidade às equipes, especialmente após a consolidação do trabalho híbrido. O que antes era uma alternativa associada a startups e profissionais autônomos hoje faz parte da estratégia de negócios de organizações que querem aumentar a competitividade sem abrir mão de infraestrutura e localização. O movimento acompanha o crescimento do setor. O Brasil já reúne milhares de espaços de coworking em operação, e a procura continua em alta impulsionada por empresas que buscam contratos mais flexíveis e menor custo fixo. Além da economia com aluguel, condomínios, manutenção, mobiliário, internet e serviços administrativos, o modelo permite que as empresas ampliem ou reduzam suas operações de acordo com a demanda, sem os custos e a burocracia dos escritórios convencionais. Para Flávio Hideo Mikami, empresário e CEO do 365 Coworking, o coworking deixou de representar apenas uma mudança no ambiente de trabalho para se tornar uma decisão estratégica de gestão. "As empresas perceberam que investir em grandes estruturas físicas nem sempre faz sentido. Hoje, o coworking é uma solução inteligente para reduzir despesas e direcionar recursos para aquilo que realmente gera crescimento”, afirma. Além da redução de custos, os coworkings oferecem benefícios que fortalecem o desenvolvimento dos negócios, como ambientes colaborativos, oportunidades de networking, infraestrutura completa e escalabilidade para acompanhar o crescimento das empresas. Para Flávio Hideo Mikami, esses fatores consolidam o modelo como uma das principais tendências do mercado corporativo. "O futuro do trabalho passa por espaços mais flexíveis, conectados e eficientes. O coworking não é mais uma novidade, mas uma resposta concreta às necessidades das empresas que querem inovar, economizar e se manter competitivas.”

  • Quatro indicadores que revelam se a adubação está realmente dando retorno ao produtor

    Os fertilizantes estão entre os principais investimentos da produção agrícola e exercem papel decisivo no desempenho das lavouras. Mas saber se esse aporte está realmente compensando exige uma análise que vai além da produtividade obtida na colheita. Parâmetros técnicos e financeiros permitem ao produtor medir os resultados da adubação, corrigir falhas e direcionar melhor os recursos. Segundo Luis Schiavo, CEO da Naval Fertilizantes, empresa especializada em produtos biológicos, nutrição e tecnologia de aplicação em lavouras, acompanhar essas informações transforma dados da propriedade em decisões estratégicas. "Produzir mais nem sempre significa produzir melhor. Quem monitora esses indicadores consegue verificar se o investimento trouxe o retorno esperado e identificar ajustes que tornem a lavoura mais eficiente", afirma. Confira quatro indicadores para acompanhar na lavoura: Produtividade por hectare – O primeiro indicador é o rendimento alcançado em cada área cultivada. Comparar os resultados com o histórico da propriedade, talhões semelhantes e até mesmo médias regionais ajuda a verificar se a adubação contribuiu para elevar o potencial produtivo da cultura. "Essa análise deve considerar as condições climáticas, o manejo e outros fatores que influenciam a produção. O fertilizante faz parte de um conjunto de práticas, mas a evolução da produtividade é um dos primeiros sinais de que a estratégia adotada está no caminho certo", explica Schiavo. Retorno financeiro da adubação – O produtor precisa saber se o ganho obtido compensou o valor aplicado na lavoura. Comparar o custo da adubação com a receita gerada pela produção permite calcular a rentabilidade e verificar se o manejo adotado foi economicamente viável. "Nem sempre a maior produtividade representa o maior lucro. O importante é entender se o aumento da produção foi suficiente para ampliar a margem da atividade", destaca o CEO. Aproveitamento dos nutrientes – Outro ponto importante é a capacidade da planta de absorver e utilizar os nutrientes disponibilizados. Análises de solo, avaliações foliares e o monitoramento do desenvolvimento da cultura ajudam a identificar perdas e oportunidades de ajuste no manejo. "Quando o aproveitamento dos nutrientes é baixo, o produtor pode estar aplicando fertilizantes acima do necessário ou em condições inadequadas. Monitorar essas informações permite aumentar a eficiência dos insumos", afirma Schiavo. Evolução da fertilidade do solo – A análise periódica do solo também deve fazer parte da estratégia de adubação. Além de orientar as recomendações para cada safra, ela mostra se os níveis de nutrientes e o equilíbrio químico estão sendo mantidos ao longo dos anos, favorecendo a sustentabilidade do sistema produtivo. "A fertilidade do solo precisa ser construída e preservada. Esse acompanhamento evita tanto a deficiência quanto o excesso de nutrientes, contribuindo para uma produção mais eficiente e sustentável", conclui o CEO da Naval Fertilizantes. Sobre a Naval FertilizantesCriada em 2014, em Campo Novo do Parecis (MT), a Naval Fertilizantes é uma empresa especializada em produtos biológicos, nutrição e tecnologia de aplicação para as lavouras de soja, milho, milho pipoca, arroz, feijão, algodão, girassol, cana de açúcar e pastagens. Em junho/2024, a marca entra para o franchising com o objetivo de expandir o negócio. Em cinco anos, a meta é chegar a mais de mil unidades, em todas as regiões agrícolas do país e faturar acima de R$ 2 bilhões.

  • Instituto Arte Jovem celebra 10 anos com espetáculo especial no Teatro Nacional

    O Instituto Arte Jovem transforma o palco da Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em um grande encontro com sua própria história nos dias 11 e 12 de julho. Para celebrar uma década de atuação, a instituição apresenta o espetáculo Instituto Arte Jovem – 10 Anos: O Melhor de Uma Década em Cena, reunindo alunos, convidados e grupos artísticos em uma retrospectiva que revisita os momentos mais marcantes de sua trajetória. A apresentação reúne números que marcaram diferentes fases da instituição, revisitando músicas, coreografias e performances que fizeram parte da história do Arte Jovem ao longo dos últimos dez anos. Música, dança e canto se encontram em uma montagem especialmente concebida para celebrar a caminhada construída pelo projeto desde sua fundação, em 2016. Mais do que uma apresentação comemorativa, o espetáculo propõe uma viagem pela memória da instituição, destacando não apenas os resultados artísticos alcançados ao longo da década, mas também as histórias, os encontros e as transformações que nasceram a partir da arte. "Quando iniciamos o Instituto Arte Jovem, há dez anos, tínhamos um sonho muito claro: oferecer às crianças e aos jovens a oportunidade de transformar suas vidas por meio da arte. Hoje, ao olhar para este palco repleto de alunos, famílias e educadores, percebemos que construímos muito mais do que apresentações artísticas. Construímos histórias, fortalecemos vínculos e ajudamos a revelar talentos que talvez nunca tivessem a oportunidade de florescer. Este espetáculo celebra essa trajetória coletiva e todas as pessoas que fizeram parte dela”, comenta o maestro Edmilson Júnior, diretor do Instituto Arte Jovem. O palco como memória de uma década Ao revisitar repertórios, montagens e apresentações que marcaram diferentes momentos de sua trajetória, o espetáculo também celebra as centenas de histórias construídas dentro do Instituto Arte Jovem. No palco estarão reunidos alunos, educadores e convidados que ajudaram a construir essa caminhada, reafirmando o papel da arte como instrumento de formação, pertencimento e transformação social. Fundado em Ceilândia em 2016, o Instituto Arte Jovem nasceu com a missão de ampliar o acesso à cultura para crianças e jovens da comunidade e do entorno. Ao longo dos anos, consolidou-se como uma importante iniciativa de formação artística e inclusão social no Distrito Federal, oferecendo atividades gratuitas nas áreas de música e dança e promovendo experiências que contribuem para o desenvolvimento artístico, social e humano de seus participantes. Atualmente, cerca de 560 crianças e jovens são atendidos pela instituição. Desde os primeiros contatos com a musicalização infantil até a participação em grupos de dança, corais e orquestras, os alunos encontram no projeto um espaço de aprendizado, convivência, criatividade e desenvolvimento de habilidades que ultrapassam os limites do palco. Muitos dos jovens que passaram pelo Arte Jovem seguiram suas trajetórias na arte, na educação e em diferentes áreas profissionais, levando consigo valores construídos ao longo da formação artística, como disciplina, responsabilidade, trabalho coletivo e protagonismo. Celebração do passado e compromisso com o futuro O espetáculo comemorativo dos 10 anos marca um momento simbólico para a instituição. Ao reunir diferentes gerações que passaram pelo projeto, a apresentação celebra conquistas construídas coletivamente e reforça a missão que acompanha o Instituto desde sua criação: transformar vidas por meio da arte. Mais do que olhar para o passado, a comemoração também projeta o futuro. O espetáculo reafirma o compromisso do Arte Jovem com a democratização do acesso à cultura e com a formação de novas gerações de crianças e jovens por meio da música, da dança e da educação artística. O espetáculo conta com realização do Instituto Arte Jovem, patrocínio da Cateno por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), apoio do Ministério da Cultura e Governo Federal. Serviço Instituto Arte Jovem – 10 Anos: O Melhor de Uma Década em Cena Datas e horários11 de julho de 2026, às 14h3012 de julho de 2026, às 18h LocalSala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio SantoroBrasília/DFEntrada franca (reservas de ingressos: @institutoartejovem) RealizaçãoInstituto Arte Jovem PatrocínioCateno, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) ApoioMinistério da Cultura e Governo Federal Instituto Arte JovemTransformando vidas por meio da arte.

  • Diversão Offline anuncia Sérgio Cantú como voz oficial do evento

    O Diversão Offline ganha, nesta edição, uma voz à altura da experiência que constrói para seu público. O ator e dublador carioca Sérgio Cantú é a voz oficial do evento e estará presente não apenas nas peças de comunicação para redes sociais, mas também nos anúncios e avisos que farão parte da experiência dos visitantes durante os dias de programação. A escolha reforça a relação afetiva entre o dublador e o universo dos jogos. Apaixonado por jogos de tabuleiro e RPG desde a infância, Cantú integra o squad de embaixadores do Diversão Offline desde o ano passado e segue como um dos nomes ligados à comunicação do evento nesta edição. “É uma grande alegria receber profissionais que são marcantes e nostálgicos para toda uma geração. Ter o Sérgio, que é a voz de tantos personagens incríveis, como voz oficial do Diversão Offline é muito simbólico para a gente. Ele não é apenas um grande profissional da voz, mas alguém que tem uma conexão verdadeira com esse universo, que realmente consome jogos de mesa. Para muito além dos jogos de mesa, também conversamos com memórias afetivas e nostalgia”, afirma Fernanda Sereno, CEO do evento. Com mais de 30 anos de carreira, Sérgio Cantú iniciou sua trajetória na dublagem ainda criança, aos 12 anos, depois de acompanhar um curso de dublagem feito por sua mãe e ministrado por Marco Ribeiro, que na época era a voz de Raphael, das Tartarugas Ninjas. A oportunidade de conhecer o dublador acabou sendo o ponto de partida para sua própria história profissional. Fã declarado de X-Men e do universo Marvel, Cantú também é reconhecido por sua forte ligação com o universo das HQs e frequentemente está relacionado à direção de dublagem de produções do gênero. No universo do RPG, é a voz do personagem Mollymauk “Molly” Tealeaf na versão brasileira da série animada The Mighty Nein, baseada no universo de Critical Role. Além de dar voz ao carismático tiefling, Cantú também assina a direção de dublagem da série no Brasil. Com sua presença na comunicação oficial, o Diversão Offline amplia ainda mais a conexão com comunidades que fazem parte da essência do evento, como fãs de jogos de tabuleiro, RPG, cultura pop, fantasia e narrativas compartilhadas. A 11ª edição do Diversão Offline acontece nos dias 11 e 12 de julho, no Expo Center Norte, em São Paulo, reunindo editoras, marcas, autores, criadores, jogadores, famílias e fãs de jogos de mesa em uma programação voltada à experimentação, lançamentos, encontros e experiências presenciais. Os últimos ingressos para a edição estão à venda pela plataforma Sympla. SERVIÇO 11º Diversão OfflineData: 11 e 12 de julho de 2026Local: Expo Center Norte – Pavilhão AzulEndereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP Ingressos:Passaporte (2 dias)R$ 166,50 (meia-entrada) a R$ 333,00 (inteira) Sábado (11/07)R$ 92,50 (meia-entrada) a R$ 185,00 (inteira) Domingo (12/07)R$ 92,50 (meia-entrada) a R$ 185,00 (inteira) Vendas pela plataforma Sympla. Sobre o Diversão Offline O Diversão Offline surgiu em 2015 com o objetivo de acompanhar o crescimento do mercado nacional de jogos e entretenimento, além de oferecer um ambiente atrativo, confortável e de qualidade para fãs de jogos de tabuleiro, RPG e cultura nerd. A primeira edição foi realizada no Rio de Janeiro e, desde então, o evento passou por um processo contínuo de expansão e consolidação. Atualmente gerido pela FS Produção e Marketing e comandado por Fernanda Sereno, o Diversão Offline se tornou o maior evento de jogos de mesa da América Latina. Ao longo de sua trajetória, o evento ampliou sua estrutura, atraiu grandes marcas e fortaleceu a conexão entre público e mercado, reunindo jogadores, editoras, criadores de conteúdo e profissionais do setor. A chegada a São Paulo, em 2018, marcou um novo momento de crescimento, consolidando o evento no principal polo do país. Desde então, o Diversão Offline tem registrado aumentos consecutivos de público e relevância. Após a retomada pós-pandemia, em 2022, o evento voltou a crescer de forma acelerada, alcançando 10 mil visitas em 2023 e mais de 11 mil em 2024. Em 2025, ano em que celebrou uma década de história, o Diversão Offline reuniu mais de 13 mil visitantes em uma área de 11 mil metros quadrados no Expo Center Norte, consolidando sua posição como principal ponto de encontro da comunidade de jogos de mesa no Brasil e referência no setor na América Latina. A 11ª edição do evento já está em produção, com data confirmada para os dias 11 e 12 de julho, novamente no Expo Center Norte.

  • Parceria entre Arauco e Prefeitura destina R$ 316 mil à rede municipal de ensino de Inocência (MS)

    A Arauco, em parceria com a Prefeitura Municipal de Inocência (MS), celebrou a conclusão de mais uma etapa de capacitação de professores(as) da rede pública por meio do Projeto Boquinhas. A iniciativa integra o eixo de Educação do Plano Estratégico Socioambiental (PES), do Projeto Sucuriú, voltado a fortalecer as políticas públicas e a governança participativa. O sucesso desta cooperação foi recentemente coroado com a conquista do Selo Ouro de Alfabetização, certificação do Ministério da Educação (MEC) que atesta a excelência de toda a rede municipal de ensino. Iniciado em maio de 2025, o Projeto Boquinhas oferece formação continuada, acompanhamento técnico e conteúdo que associa os sons das letras ao movimento visível da boca (articulação) para acelerar o aprendizado. Atualmente, a iniciativa contempla 700 crianças da rede municipal de ensino, com a capacitação de 60 professores. A meta é certificar 100 profissionais até 2028. O encerramento do primeiro ciclo formativo foi marcado pela certificação dos professores(as) da Educação Infantil e do Ensino Fundamental, além de profissionais dos programas Alfabetiza Inocência e de Recomposição da Aprendizagem (Prora). Luis Claudio de Jesus, especialista de Responsabilidade Social da Arauco destaca “que o progresso de uma região só é completo quando caminha ao lado do fortalecimento das políticas públicas”. Segundo ele, por meio do PES, a Companhia uniu esforços ao Município para preparar a rede de ensino para os desafios do futuro. “O Projeto Boquinhas é a prova de que, com as ferramentas certas, podemos elevar o patamar educacional de toda uma geração”, afirma. Para o prefeito de Inocência, Antonio Ângelo, a somatória de esforços é o diferencial desta etapa. “Esta união com a Arauco chega em um momento crucial de transformação para a nossa cidade. Enquanto a Prefeitura investe na entrega dos notebooks para suporte pedagógico, a formação especializada e o material didático oferecidos pela Arauco valorizam os educadores, garantindo que o ensino público acompanhe o ritmo de desenvolvimento que estamos vivendo”. Eficácia na alfabetização O alcance do Projeto Boquinhas em Inocência se reflete na evolução do desempenho escolar, que resultou na recente conquista do Selo Ouro de Alfabetização do MEC. A certificação reconhece o alto desempenho do município no Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e atesta a excelência no cumprimento das metas de aprendizagem. Eder Valadão de Oliveira, gerente do Departamento Pedagógico Municipal, detalha a visão técnica sobre a consolidação desses índices: “A união entre o método Boquinhas e o apoio da Arauco potencializa a alfabetização e a recomposição de aprendizagem em nosso município. Com foco no domínio da leitura e da escrita, o projeto abrange desde os 4 anos até o ensino fundamental com materiais de excelência. A participação ativa dos professores nas formações garante o sucesso dessa metodologia e a evolução constante de nossos estudantes”. O reflexo direto nas salas de aula é confirmado pela professora Neuzimar Araújo Magri da Cruz, que concluiu esta etapa da formação. “Participar desta jornada foi uma experiência transformadora, pois o método Boquinhas utiliza a consciência fonológica para tornar a alfabetização mais acessível e significativa. A aprendizagem focada nos sons facilita a conexão entre fala e escrita, ampliando as possibilidades dos alunos. Somado a isso, o material didático especializado potencializa nossa prática pedagógica e acelera o desenvolvimento dos estudantes”. Sobre o Projeto Boquinhas O Método das Boquinhas foi aprovado como Tecnologia Educacional pelo Ministério da Educação (MEC) e possui eficácia atestada na alfabetização e recomposição de aprendizagem de crianças, jovens e adultos. Idealizada pela Dra. Renata Jardini, da Escola Paulista de Medicina (Unifesp) e com fundamentação científica, desde 1997 a metodologia é amplamente aplicada em escolas e clínicas por todo o Brasil, ganhando presença também em Portugal e Moçambique. Atualmente, o método conta com 35 livros publicados, cerca de 20 jogos pedagógicos e 50 multiplicadores certificados. Sobre o Projeto Sucuriú O Projeto Sucuriú marca a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil. O investimento de US$4.6 bilhões inclui a construção de uma planta com capacidade de produção de 3,5 milhões de toneladas de fibra curta de celulose/ano. Está localizado em uma área de 3.500 hectares, a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú. A etapa de terraplanagem começou em 2024 e a previsão de entrada em operação é no final de 2027. Em todas as fases desenvolvimento do Projeto, e de maneira contínua, monitora e respeita a biodiversidade local, identificando espécies de flora e fauna nativas da região, além de fazer o mapeamento das áreas prioritárias para conservação. Durante as obras, a Arauco vai oferecer capacitação e gerar mais de 14 mil oportunidades de trabalho. Depois do start up, o Projeto Sucuriú empregará cerca de 6 mil pessoas nas unidades Industrial, Florestal e operações de Logística. O propósito é impulsionar o desenvolvimento social e econômico para toda região, fomentando um aumento na geração de renda e na arrecadação de impostos, além de contribuir para atrair investimentos. Sobre a Arauco Brasil No país desde 2002, a Arauco atua nos segmentos Florestal e de Madeiras com o propósito de, a partir da natureza e de fontes renováveis, contribuir com as pessoas e o planeta. Emprega mais de 3000 colaboradores próprios e conta com 5 unidades industriais brasileiras. As plantas estão distribuídas entre a produção de painéis, em três fábricas localizadas nas cidades de Jaguariaíva (PR), Ponta Grossa (PR) e Montenegro (RS); painéis e molduras, na planta localizada em Piên (PR); resinas e químicos, na unidade de Araucária (PR) e, em 2027, prepara-se para inaugurar sua primeira fábrica de celulose brasileira em Inocência (MS). Com atuação orientada por práticas ESG, a Arauco possui certificação FSC® (Forest Stewardship Council®) em suas florestas, que reconhece o manejo ambientalmente responsável, socialmente justo e economicamente viável. Globalmente e no país, opera primando pela gestão responsável da água, a conservação da biodiversidade e a retirada de gás carbônico da atmosfera.

  • Ficção científica brasileira transforma extremismo em catástrofe planetária

    Em um mundo dividido entre ciência e religião, o ódio coletivo começa a alterar a natureza. Terremotos, maremotos e catástrofes ambientais ameaçam a sobrevivência da civilização enquanto duas facções rivais entram em uma guerra movida por intolerância, radicalização e disputas ideológicas. Esse é o ponto de partida de A Canção do Planeta Prometido de Antonio Alleoni Corrêa de Godoy. Ambientada no planeta Kor, a narrativa apresenta o conflito entre os Piedosos, seguidores de Trondoll, figura considerada messiânica e os Racionais Iluminados, defensores da razão científica e da evolução natural. Em meio ao avanço do extremismo, personagens que fazem a figura do moderador tentam impedir um genocídio enquanto descobrem que a Mente Coletiva da população pode estar influenciando os desastres naturais que assolam o universo. O primata Trondoll, fundador da civilização koriana e inventor da escrita, é considerado um messias pelos Piedosos, religiosos habitantes de pele esverdeada, enquanto os habitantes de pele rosada, que possuem uma inclinação científica, o consideram apenas um primata excepcional. Com isso, o conflito acaba se instalando por todo o planeta. O Sumo Sacerdote Daxxtor (de pele verde) da Igreja de Trondoll, o cientista Jeb (de pele rosa), sua esposa e seu filho lutam para que haja uma conciliação entre as raças. Contudo, líderes extremistas desejam tomar o poder a qualquer custo. O ódio entre as raças está sendo alimentado por mutantes telepatas que outrora foram punidos pela dita Igreja. Daxxtor e Jeb também possuem um segredo fantástico. Um segredo que, se fosse revelado, causaria uma revolução total no planeta. Será que eles deveriam revelá-lo face às situações periclitantes do mundo? Unindo ficção científica, fantasia, filosofia e espiritualidade, o autor utiliza elementos paranormais como telepatia, mutações genéticas e conflitos políticos para discutir temas contemporâneos como polarização social, racismo, intolerância e manipulação ideológica. Na narrativa, a degradação psicológica da sociedade passa a impactar diretamente o mundo físico, transformando a natureza em reflexo do comportamento dos seres que ali habitam. Inspirado por grandes nomes da literatura como Frank Herbert, H. G. Wells, Carl Gustav Jung, Arthur Clarke, Joseph Campbell e Pierre Teilhard de Chardin, Antonio Alleoni utiliza o sci-fi para refletir sobre os impactos do radicalismo e da incapacidade de diálogo em sociedades cada vez mais polarizadas. Ao longo da trama, ciência e fé deixam de ocupar lados opostos para revelar que a sobrevivência coletiva depende da coexistência entre diferentes formas de pensar. Formado em Física pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), Antonio Alleoni Corrêa de Godoy fez curso de Teologia com os Franciscanos Capuchinhos e estudou Parapsicologia e Religião com Oscar Quevedo. Em A Canção do Planeta Prometido, seu terceiro livro publicado, busca mostrar aos leitores que o extremismo nunca deve ser um caminho a ser seguido: “Somente a concórdia pode unir uma humanidade tão desunida e belicosa”, afirma o autor. Ficha técnica:Título: A Canção do Planeta PrometidoEditora: independenteISIN: B0FHK82H24Autor: Antonio Alleoni Corrêa de GodoyPáginas: 352 (1.7 MB)Preço: R$ 24,99 (eBook)Onde encontrar: Amazon Sobre o autor: Antonio Alleoni Corrêa de Godoy é formado em Física pela Unesp, artista gráfico e autor dos livros Visões de Redenção (sobre o Imperador Romano Constantino que deu liberdade de culto aos cristãos em 313) e 100 anos da Paulista: uma história de amor (uma HQ sobre a estação de trem que mudou sua cidade natal). Fez curso de Teologia com os Franciscanos Capuchinhos, além de cursos de Parapsicologia e Religião com Oscar Quevedo. Entusiasta de temas ligados à filosofia, espiritualidade e comportamento humano, utiliza elementos da ficção científica para discutir questões como extremismo, intolerância, fé e ciência. Redes sociais: Instagram: @antonioalleoni TikTok: @antonio.alleoni Facebook: Antonio Alleoni Behance: Antonio Alleoni Linkedin: Antonio Alleoni Corrêa de Godoy

  • Ju Marques, fenômeno das redes sociais, faz show gratuito nesta sexta-feira

    Ela virou fenômeno das redes sociais ao fazer versões de clássicos do rock em formato de seresta, diretamente de um bar em Ceilândia. Ju Marques, atualmente, já caminha para as 10 milhões de visualizações nas plataformas digitais. Nesta sexta-feira (3/7), a cantora candanga faz show gratuito no 3º Arraiá do Instituto Reciclando o Futuro, a partir das 18 horas. Após a projeção nacional, Ju Marques já se apresentou com artistas consagrados da música brasileira, como Manu Bahtidão, Calcinha Preta e Israel Novaes, entre outros. Com uma presença de palco enérgica e descontraída, e a promessa de não deixar ninguém parado, ela deve lotar o espaço destinado ao show, montado na EQS 102/103 Sul, Lote B, na Asa Sul. Além de Ju Marques, a festa conta com a Rainha da Lambada, Márcia Ferreira, que ficou mundialmente conhecida nas décadas de 1980 e 1990 com a canção Chorando se Foi, que completa 40 anos neste mês. Na época, a artista viu sua música virar trilha de filme internacional e ser regravada em diversos idiomas em todo o mundo. A mineira sobe ao palco no sábado (4), a partir das 16 horas. A programação do 3º Arraiá Reciclando o Futuro ainda inclui Naiara Fontenele, Andreia Baiana e Beto Tropicália, Brendah Sena, Jhony e Rahony, Belucco, além da quadrilha junina Sabugo de Milho e diversas atrações infantis. “Nosso objetivo é fazer um evento aberto para toda a família, uma vez que somos uma instituição socioassistencial que atua justamente com o público mais carente”, destacou a fundadora do Reciclando o Futuro, Renata Daguiar. “Shows de artistas em evidência e renomados, como Ju Marques e Márcia Ferreira, costumam ter ingressos muito caros. Então, buscamos parcerias para democratizar o acesso e fazer uma festa gratuita para toda a comunidade do DF”, complementou. Serviço 3º Arraiá do Instituto Reciclando o Futuro EQS 102/103 Sul, Lote B, Asa Sul (Plano Piloto) Sexta-feira (3), a partir das 18 horas Sábado (4), a partir das 16 horas Entrada gratuita Classificação indicativa livre

  • Influenciadores mirins: nova regra do CNJ amplia responsabilidade de marcas e agências em campanhas digitais

    A aprovação, pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), das novas regras para a atuação de influenciadores digitais menores de idade acendeu um alerta para empresas, agências e profissionais do mercado de publicidade digital. A medida regulamenta a necessidade de autorização judicial para atividades remuneradas envolvendo crianças e adolescentes no ambiente digital e reforça diretrizes já previstas pela Lei nº 15.211/2025, conhecida como ECA Digital, e pelo Decreto nº 12.880/2026. Na prática, plataformas digitais passam a ser obrigadas a remover conteúdos monetizados ou impulsionados que utilizem a imagem de menores sem a devida autorização judicial. Embora o debate tenha se concentrado, inicialmente, nos influenciadores mirins e em suas famílias, especialistas apontam que os impactos da regulamentação alcançam toda a cadeia envolvida na contratação dessas campanhas. "A discussão não envolve apenas o criador de conteúdo ou seus responsáveis legais. Empresas, agências e anunciantes que utilizam a imagem de crianças e adolescentes em campanhas publicitárias também precisam revisar seus processos de contratação e compliance", afirma Carolina Jakutis, advogada do Contencioso Cível Empresarial do Duarte Tonetti Advogados. Segundo a especialista, uma das principais mudanças trazidas pelo novo cenário regulatório é que a autorização judicial deixa de ser analisada apenas sob a ótica de uma campanha específica e passa a considerar a atuação habitual da criança ou adolescente em conteúdos digitais monetizados, impulsionados ou remunerados. "À luz do ECA Digital e das novas diretrizes aplicáveis à atuação de influenciadores mirins, o pedido de autorização judicial deverá ser formulado pelos pais ou responsáveis legais perante a Vara da Infância e Juventude competente. No entanto, isso não afasta a necessidade de diligência por parte das empresas que contratam ou patrocinam esse tipo de conteúdo", explica. Para Carolina, o risco jurídico vai além da remoção do conteúdo ou da suspensão de campanhas pelas plataformas. "A interrupção da campanha pode representar um impacto operacional imediato, mas o principal ponto de atenção está na possibilidade de responsabilização de todos os envolvidos na cadeia da ação publicitária. Dependendo do caso, a empresa contratante pode ser questionada por órgãos de fiscalização e proteção, especialmente quando se beneficia diretamente da campanha ou mantém sua veiculação sem a documentação exigida", afirma. A especialista destaca que o tema exige uma revisão preventiva dos contratos firmados com influenciadores, agências e produtores de conteúdo. Entre as medidas recomendadas estão a exigência formal de apresentação do alvará judicial, a inclusão de cláusulas específicas de compliance relacionadas à proteção da infância e adolescência, a revisão das autorizações de uso de imagem e a criação de procedimentos internos para validação documental antes da veiculação das campanhas. "O mercado de influência profissionalizou-se muito nos últimos anos. Agora, as exigências regulatórias acompanham esse movimento. As empresas que utilizam influenciadores mirins precisarão incorporar essa verificação aos seus processos de governança para reduzir riscos jurídicos e reputacionais", conclui. Sobre a especialistaCarolina Jakutis é advogada do Contencioso Cível Empresarial do Duarte Tonetti Advogados, com atuação em litígios empresariais, responsabilidade civil, contratos e gestão de riscos jurídicos.

  • AGROSAT chega ao Recanto das Emas com programação para toda família e entrada gratuita

    O Recanto das Emas será palco da terceira etapa da AGROSAT Tour 2026 entre os dias 2 e 5 de julho. Com entrada gratuita, o evento promete reunir música, gastronomia e entretenimento para toda a família na QD 206, ao lado do Atacadão Dia a Dia. A programação começa sempre às 19h. Um dos principais destaques é o Circuito T&T de Rodeio em Touros, que levará à arena competidores e montarias cheias de adrenalina. Além do rodeio, o público poderá conferir uma programação de shows com artistas regionais que prometem animar as quatro noites de festa. Entre as atrações confirmadas estão Andrezin – O Príncipe, Forró do Cerrado, Roniel e Rafael, Banda Imagem e Balbino, com repertórios que passeiam pelo sertanejo e pelo forró, garantindo diversão para diferentes públicos. A estrutura do evento também foi planejada para receber famílias, com fazendinha rural, área kids e uma vila gastronômica que oferecerá diversas opções de comidas e bebidas. Ao reunir rodeio, shows, atrações infantis e opções gastronômicas em um único espaço, a AGROSAT busca proporcionar uma experiência completa de lazer para o público durante os quatro dias de programação. Serviço AGROSAT Tour 2026 – 3ª Etapa Data: 2 a 5 de julho Horário: A partir das 19h Local: QD 206, ao lado do Atacadão Dia a Dia, Recanto das Emas Entrada: Gratuita

  • El Niño reforça importância da descompactação do solo antes da safra

    O avanço do El Niño em 2026 acende um alerta para os produtores rurais. Segundo boletim do Climate Prediction Center, da NOAA, publicado em 11 de junho, as condições do fenômeno já estão presentes e devem se intensificar ao longo do inverno no Hemisfério Norte, com 63% de chance de forte intensidade entre novembro e janeiro. No Brasil, o Instituto Nacional de Meteorologia aponta que o fenômeno costuma provocar efeitos opostos entre as regiões, com maior risco de seca no Norte e Nordeste e tendência de grandes volumes de chuva no Sul. Para a agricultura, esse cenário aumenta a necessidade de atenção ao manejo e à conservação do solo. Em regiões sujeitas ao excesso de chuva, áreas compactadas tendem a intensificar problemas de drenagem, erosão e desenvolvimento das lavouras. Já em áreas com possibilidade de veranicos ou estiagens, a compactação reduz a capacidade de armazenamento de água em profundidade, deixando as plantas mais vulneráveis ao estresse hídrico. De acordo com Henrique Figueiredo Moscatelli, engenheiro agrônomo e analista de inovação do Grupo Piccin, o produtor não consegue controlar o regime de chuvas, mas pode preparar melhor as áreas de plantio para enfrentar os extremos climáticos. “Um solo menos compactado infiltra mais água, drena melhor e favorece o aproveitamento de água e nutrientes pelas plantas. Dessa forma, a descompactação deixa de ser uma operação pontual e passa a integrar a estratégia de redução de risco”, afirma. A compactação ocorre quando há adensamento das camadas do solo, geralmente provocado pelo tráfego intenso de máquinas, pisoteio animal, manejo inadequado ou operações realizadas em condições de umidade desfavorável. Essa condição limita o crescimento radicular e reduz a capacidade de exploração do perfil do solo. Segundo a Embrapa, em anos com déficit ou excesso hídrico, esses efeitos tendem a ser ainda mais relevantes para a produtividade. Na prática, quando a chuva é intensa e o solo não consegue absorver o volume recebido, a água passa a escorrer pela superfície. Esse escoamento pode formar corredeiras, evoluir para processos erosivos e carregar a camada mais fértil do solo. “Em áreas planas ou com baixa drenagem, o problema também pode aparecer na forma de alagamento. Quando a água permanece acumulada por vários dias, as raízes sofrem com a falta de oxigênio, o que compromete o desenvolvimento da planta”, explica o especialista. Atenção aos detalhes Os sinais de compactação podem ser observados em campo, especialmente em talhões com desenvolvimento desigual das plantas, pontos de acúmulo de água após chuvas ou áreas com histórico de tráfego frequente de máquinas e animais. No entanto, a avaliação técnica deve ser feita com o uso de penetrômetro, equipamento que mede a resistência do solo à penetração e ajuda a identificar a profundidade da camada compactada. As culturas anuais, como soja e milho, estão entre as mais sensíveis ao problema. Por terem ciclo curto e sistema radicular diretamente afetado pelas condições físicas do solo, elas têm menor capacidade de recuperação quando enfrentam encharcamento prolongado ou falta de água em fases críticas. Em solos compactados, as raízes tendem a crescer de forma superficial e lateralizada, em vez de se aprofundarem em busca de água e nutrientes. É preciso mexer na terra A descompactação mecânica atua no rompimento das camadas adensadas. Com o uso correto dos implementos, o solo recupera sua estrutura física, melhora a aeração e favorece o desenvolvimento radicular, além de melhorar o aproveitamento de água e nutrientes. O resultado é uma lavoura mais estável tanto em períodos de excesso de chuva quanto em momentos de menor disponibilidade hídrica, aponta Moscatelli. Mas a operação exige planejamento, e o principal cuidado está relacionado à umidade do solo. Se realizada em condições muito secas, pode demandar maior potência e gerar torrões. Já em solo excessivamente úmido, a haste pode apenas “riscar” a camada compactada sem rompê-la adequadamente, além de aumentar o risco de novos problemas estruturais. “Por isso, a recomendação é avaliar cada área, identificar a profundidade da compactação e ajustar corretamente a profundidade de trabalho e o espaçamento entre hastes”, pontua o profissional. No caso da Piccin, a empresa conta com uma linha de descompactadores voltada a diferentes realidades produtivas, incluindo modelos modulares, versões para barra de tração, equipamentos dobráveis e opções com hastes desencontradas para ambientes com maior presença de palhada ou soqueira. Segundo Moscatelli, a escolha correta do implemento deve considerar fatores como tipo de solo, potência do trator, tamanho da área, profundidade necessária de trabalho, robustez e facilidade de regulagem. Mais do que corrigir problemas físicos do solo, a descompactação contribui para aumentar a estabilidade produtiva das lavouras diante das oscilações climáticas. “O produtor não controla o clima, mas controla o preparo do solo. É aí que se ganha ou se perde antes mesmo de plantar. Uma safra produtiva não começa na semente, começa no perfil das áreas de lavoura”, reforça o especialista.

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