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  • CONIC apresenta plataforma DF 360º e amplia monitoramento com 500 câmeras no centro de Brasília

    O CONIC realiza, no próximo dia 30 de junho, às 17h, no Edifício Boulevard Center, a apresentação da Plataforma DF 360º, iniciativa da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) que integra tecnologia, monitoramento inteligente e ações de prevenção para reforçar a segurança no Setor de Diversões Sul. O evento contará com a participação do secretário de Segurança Pública do DF, Alexandre Rabelo Patury, e marcará a expansão do sistema de vigilância da região central de Brasília, que deverá alcançar aproximadamente 500 câmeras interligadas em uma rede de monitoramento inteligente. A iniciativa consolida o modelo de segurança colaborativa desenvolvido no CONIC, reunindo poder público, comerciantes, administração local e forças de segurança em um sistema integrado de prevenção e resposta rápida a ocorrências. Segundo a prefeita do CONIC e administradora do Edifício Boulevard Center, Flávia Portela, a integração entre diferentes atores têm produzido resultados concretos na região. “A segurança pública se torna mais eficiente quando existe integração entre sociedade civil, poder público e forças de segurança. Esse trabalho conjunto tem gerado resultados concretos para comerciantes, trabalhadores e frequentadores do CONIC”, afirma. Atualmente, o Edifício Boulevard já opera cerca de 150 câmeras de monitoramento conectadas ao Programa DF 360º. Os equipamentos utilizam recursos de alta definição, inteligência artificial e reconhecimento facial, contribuindo para a identificação de suspeitos e apoio às forças policiais em ocorrências e no cumprimento de mandados judiciais. Durante o encontro, será apresentado o plano de ampliação do sistema, que prevê cerca de 500 câmeras distribuídas em diferentes pontos do Setor de Diversões Sul. A proposta é fortalecer o chamado cinturão eletrônico de segurança da região, considerada uma das áreas de maior circulação de pessoas no centro da capital. O evento também destacará outras ações já implementadas no CONIC, como o Botão de Alerta para comerciantes, a atuação do Batalhão de Policiamento com Bicicletas e o grupo Comércio + Seguro, iniciativa que aproxima lojistas e forças de segurança por meio de canais diretos de comunicação. A expectativa dos organizadores é que a ampliação do monitoramento e a integração das tecnologias contribuam para aumentar a sensação de segurança e fortalecer a revitalização do Setor de Diversões Sul, uma das regiões mais tradicionais de Brasília. SERVIÇO Evento: Apresentação da Plataforma DF 360º no CONIC Quando: 30 de junho de 2026, às 17h Onde: Edifício Boulevard Center – Setor de Diversões Sul, Brasília (DF) Realização: Prefeitura do CONIC / Edifício Boulevard Center / CONSEG Brasília Centro / Câmaras de Saúde e Segurança do CODESE DF / Secretaria de Segurança Pública do DF Formato: Presencial e gratuito

  • Inverno nas Cataratas: estação transforma a paisagem do Parque Nacional do Iguaçu

    O inverno transforma o Parque Nacional do Iguaçu, modificando as cores, o comportamento da biodiversidade e a dinâmica da paisagem de um dos cenários mais famosos do mundo. A estação, que começou oficialmente em 21 de junho, coincide com o período de estiagem na região, reduzindo o volume do rio Iguaçu e tornando as águas das Cataratas mais cristalinas. O fenômeno evidencia as formações rochosas basálticas e intensifica o contraste com o verde da Mata Atlântica, criando cenários especialmente favoráveis para contemplação. Programações como o Amanhecer e o Pôr do Sol nas Cataratas passam a oferecer novas perspectivas do cenário natural, marcado por temperaturas mais amenas e maior visibilidade da paisagem, incentivando os visitantes a ampliarem os dias de visita ao parque. Biodiversidade no inverno - Durante os meses mais frios do ano, a floração e o comportamento de espécies como a pixirica, o gravatá-de-brinco e o ipê-roxo garantem a beleza e o sustento da biodiversidade local, atraindo aves e insetos polinizadores em pleno inverno. Enquanto essas plantas florescem na estação, outras, como o açoita-cavalo, adotam uma estratégia de economia de energia, reduzindo seu ritmo de crescimento e perdendo parte de suas folhas para se prepararem para uma intensa renovação com a chegada da primavera. O frio do inverno altera a rotina da fauna e, com isso, algumas espécies adaptam seus comportamentos para enfrentar as baixas temperaturas. Mamíferos como o macaco-prego e o esquilo permanecem ativos, concentrando seus deslocamentos nos períodos mais quentes do dia, contribuindo na vital dispersão de sementes. O tatu-galinha, mais sensível à estação, utiliza suas tocas como abrigo para se aquecer. Aves como o periquitão-maracanã e o surucuá-de-barriga-amarela ajustam suas dietas e buscam áreas ensolaradas para manter a temperatura corporal, uma estratégia de aquecimento também compartilhada pelas borboletas oitenta-e-oito e gema-de-ovo, que aguardam o calor do sol para iniciar seus voos. Atividades para aquecer - Além das mudanças na paisagem, o inverno favorece atividades ao ar livre dentro da unidade de conservação. Entre as opções estão a Trilha das Cataratas, o Circuito São João, o Caminho do Poço Preto, o Caminho das Bananeiras, a Trilha da Canafístula e a Ciclovia das Cataratas, que podem ser explorados a pé ou de bicicleta. Após as atividades, os visitantes encontram no Espaço Usina uma alternativa para descansar e se aquecer, com cafés, chás e outras bebidas quentes servidos em um ambiente integrado à natureza, próximo ao Rio São João. Para aproveitar o passeio com mais conforto, a recomendação é utilizar roupas adequadas para o frio, além de calçados fechados e apropriados para caminhadas. Repelente e protetor solar continuam sendo itens indispensáveis em qualquer época do ano. Por estar inserido em uma ampla área de Mata Atlântica preservada, o parque costuma registrar temperaturas e sensação térmica inferiores às da área urbana de Foz do Iguaçu. Os ingressos para o Parque Nacional do Iguaçu devem ser adquiridos antecipadamente pelo site oficial http://cataratasdoiguacu.com.br/, onde o visitante realiza a escolha do dia e do horário da visita. Para aproveitar melhor a experiência, é recomendado a visita em mais de um dia. Sobre o Parque Nacional do Iguaçu — O Parque Nacional do Iguaçu, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), conta com a gestão de visitação turística da concessionária Urbia+Cataratas. Reconhecido como Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO, é referência internacional em turismo sustentável. Além disso, é considerado a principal atração do Brasil e da América Latina, segundo usuários do Tripadvisor no Prêmio Best of the Best 2025.

  • Buraco do Jazz se despede de junho e anuncia programação quentinha para o inverno de julho

    Junho se despede em clima de inverno, época do ano que implora por um bom vinho e música de qualidade. Para fechar o mês com chave de ouro e dar as boas-vindas a Julho, o Buraco do Jazz preparou uma programação especial que une o melhor do improviso à temporada de frio e estiagem na Capital Federal. O cenário é de cartão-postal: o gramado em frente ao Panteão da Pátria, no Centro Cultural Três Poderes. Na última semana junina, o palco recebe os riffs da Procurados Blues Band e a energia da Quinta Essência, preparando o terreno para o que vem por aí. Para o mês de julho, o festival, que celebra 10 anos de história em 2026, vem com um cardápio musical eclético, mostrando que o jazz e o blues conversam com o funk e com a música instrumental brasileira. Além da grade musical, o Buraco do Jazz mantém a atmosfera acolhedora: uma estrutura completa com praça de alimentação de comidinhas deliciosas e uma charmosa feira de artesanato local. O tradicional Concurso de Cangas continua sendo um dos pontos altos da interação com o público. Neste campeonato inusitado, as estampas mais criativas (ou mais feias, afinal o importante é participar e rir junto) são premiadas. SERVIÇO:10 anos do Festival Buraco do JazzQuando: durante o período de estiagem, sempre às quintas e sextas-feiras, a partir das 18h. Onde: Gramado em frente ao Panteão da Pátria - Praça dos Três Poderes, Eixo MonumentalQuanto: entrada franca Realização: Associação Filhos da Terra | Buraco do JazzParceria: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal através do Termo de Fomento nº 112/2025, Processo nº 0006-01-00000001706/2025-62Produção: ABÈBÈ PRODUÇÕESApoio Cultural: Instituto Semeando Arte | Centro Cultural 3 Poderes PROGRAMAÇÃO JUNHO 26/06: Procurados Blues Band27/06: Quinta Essência PROGRAMAÇÃO JULHO 02/07 (quinta-feira): Irish Jazz03/07 (sexta-feira): Funklosofia 09/07 (quinta-feira): Raildo Quarteto Jazz10/07 (sexta-feira): Bartô Blues 16/07 (quinta-feira): Ellas Tocam17/07 (sexta-feira): Brasa Blues 23/07 (quinta-feira): Livio'S24/07 (sexta-feira): Libélula 30/07 (quinta-feira): Sandro Jazz31/07 (sexta-feira): Carlos Beleza e Stive

  • Feira PAV 4-Feira de Design Sustentável acontece neste 27 e 28 de junho

    Nos Dias 27 e 28 de junho, próximos sábado e domingo acontece no Clube dos Previdenciários, a Feira PAV 4 - Feira de Design Sustentável, voltada ao empreendedorismo na economia criativa, com foco em design sustentável e fortalecimento de pequenos empreendimentos, especialmente aqueles liderados por mulheres. A iniciativa reúne empreendedores locais de diferentes áreas, como moda autoral, brechós, fotografia, arte, joalheria artesanal, cerâmica e cosméticos independentes. Serão dois dias promovendo a circulação de produtos criativos e o fortalecimento de pequenos negócios. Além de 33 expositores a Feira PAV 4 terá ainda oito atividades formativas, 4 oficinas práticas, 2 rodas de conversa e 2 palestras. O evento integra em um mesmo ambiente comercialização, formação e troca de experiências entre empreendedores, artistas e iniciativas comprometidas com a produção de baixo impacto ambiental. Fortalecendo a transição de negócios informais e artesanais para uma gestão mais profissional e sustentável. A PAV 4 contará com atividades formativas abertas ao público: oficinas práticas de reciclagem de roupas, produção de acessórios com materiais reutilizados e colagem com ressignificação de imagens descartadas —além da feira de expositores. Para os expositores do DF será uma oportunidade de ampliar sua rede de contatos e se capacitação em gestão sustentável. Para o público será um ponto de convergência para diversão e consumo de produtos diversos. PARTICIPANTES Andreia Alfaia. Aline Leão. Angela Sufiati . Cristiane Bastos. Daniela Pires Ferreira. Daniel Taco Taco Dum Fernão Capelo. Flávia Teixeira . Gia Dachi . Heloiza Egas. Isabel Weber. Joana Vasconcelos. Juliana Caribé. João Ferreira . Júlio Lopes . Juliana Nonaka. Ira Malheiros. Leila Raquel . Leopoldo Silva. Lucas Gehre. Lúcia Fernandes. Maria Fogaça. Márcia Alecrim. Marcus Amorim . Maria Cecil. Miriam Negramê. Nádia Bacin . Paula Pratini. Rafinha Lacerda. Raquel Souza Rafael Reis. Romilda Moreira. Soulivier. Zuleika de Souza ATIVIDADES FORMATIVAS GRATUITAS OFICINA 1 Dia 27/06 às 14h às 16h Tema: Monotipia em Placa de Gel Facilitadora: Rafinha Lacerda Designer e professora, graduada em Produtos da Moda, Pós-graduada em Fashion Design e Doutoranda em Design. É apaixonada por tecidos, texturas, manualidades, tecnologias ancestrais, história e tecnologias digitais. É mentora do Sense Moda criativa e da startup Texturas Ecolab de biomateriais aplicáveis para acessórios, design de moda e interiores. @rafinhalacerda Ementa: Introduzir os participantes à técnica de monotipia utilizando placa de gel artesanal, explorando composição, textura, repetição e impressão manual em papel. Público: Jovens e adultos interessados em arte, design, estamparia e processos criativos. OFICINA 2 Dia 27/06 de 16h às 19h Tema: Retalhos do Cotidiano - Colagem e Ressignificação Facilitadora: Alessandra França Alessandra França é uma artista amazonense radicada em Brasília, que investiga memórias e história oral através de fotografia, colagem, costura e materiais reutilizáveis. @alessandrafranca.art Ementa: Oficina prática de arte e sustentabilidade voltada para a criação de colagens a partir de materiais que seriam descartados. É um espaço para desacelerar, exercitar a mente, exercitar o trabalho manual e aprender a olhar para os "materiais reutilizáveis", com os olhos de um artista. Público: Crianças, Jovens e adultos interessados em arte e reciclagem. Não exige experiência. OFICINA 3 Dia 28/06 de 13h às 16h Tema: Oficina Prática de Upcycling - Modelagem intuitiva. Facilitadora: Gia Dachi Formada em design de Moda, qualificada em modelagem industrial, artesã, trabalha com upcycling desde 2016, criadora do projeto “era outra roupa” co-fundadora e designer de moda da “use parangolés”. É uma das fundadoras do Texturas Ateliê Criativo. giadachi.br Ementa: O objetivo é desmistificar a costura manual e a modelagem intuitiva, capacitando os participantes a transformarem peças paradas no armário em roupas novas, únicas e usáveis, sem o uso de máquinas. Público-Alvo: iniciantes e curiosos (não é necessário conhecimento prévio em costura ou modelagem). Materiais para oficina OBS.: Cada participante deve trazer até 4 peças de roupas paradas no armário (camisetas, camisas, calças, shorts e etc). De preferência, tecidos de algodão, linho ou jeans. OFICINA 4 Dia 28/06 15h às 17h Tema: Pingentes de Bioresina de Gelatina Facilitador: Rafaela Lacerda É uma designer e educadora apaixonada pela interseção entre moda, tecnologia e narrativas históricas. Atua na moda de Brasília desde 2006. É mentora do Sense Moda criativa desde 2023. Pesquisadora sobre sustentabilidade, moda, tecnologias sociais, biomateriais regenerativos. @rafinhalacerda Ementa: A proposta é apresentar os fundamentos dos biomateriais à base de gelatina e desenvolver pequenos adornos utilizando bioresina pigmentada com mica e resíduos têxteis. Público: Jovens e adultos interessados em sustentabilidade, biomateriais, moda e design. PALESTRA 1 DIA 27 às 15h Tema: Sustentabilidade com Inclusão Social Ministrante: Rafael Reis Diretor responsável pelo projeto Instituto No Setor. O Instituto Cultural e Social No Setor promove inclusão social e transformação urbana por meio da arte, da cultura e da mobilização comunitária. Atua em diferentes regiões do Brasil, desenvolvendo projetos que fortalecem territórios, ampliam o direito à cidade e incentivam a economia criativa. Sobre: Territórios criativos sustentáveis. Como a cultura, a economia criativa e a participação comunitária podem promover sustentabilidade com inclusão social? A partir das experiências do Instituto No Setor, serão apresentadas iniciativas que fortalecem territórios, geram oportunidades para populações vulnerabilizadas e valorizam a arte, o artesanato e a ocupação criativa dos espaços urbanos. PALESTRA 2 DIA 28 às 15h Tema: Cadeia produtiva da reciclagem Ministrante: Lúcia Fernandes Presidente do Complexo Integrado de Reciclagem do DF Figura de destaque na gestão de resíduos sólidos e na inclusão socioprodutiva de catadores no DF. Ex-catadorano antigo Lixão da Estrutural, hoje preside a Centcoop (Central de Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do DF), desempenha papel central nas operações do Complexo Integrado de Reciclagem do DF. Sobre: A palestra apresentará a estrutura da cadeia produtiva da reciclagem, os impactos sociais, econômicos e ambientais da atividade e os desafios para fortalecer cooperativas e ampliar a inclusão produtiva. Um relato prático sobre inovação, organização coletiva e sustentabilidade no Distrito Federal. RODA DE CONVERSA 1 DIA 27 às 16h Tema: Empreendedorismo Feminino Mediadora: Romilda Gomes Criadora do Pence Atelie, Romilda G. Moreira é designer de moda e professora. Nascida em Brasília, sempre acreditou na moda da cidade como expressão de mundo possíveis. É a sétima integrante do Texturas Ateliê Criativo, coletivo têxtil de mulheres criativas e que adoram o fazer manual. @penceatelie Participantes: Marina Holanda – Minha Nossa! Leila Muniz –@bordadosas3baianinhas Sobre: Diálogo sobre criatividade e protagonismo na construção de negócios autorais e economia criativa. A partir de sua trajetória na moda e no artesanato, Romilda G. Moreira compartilha experiências sobre inovação, colaboração, autonomia econômica e valorização do fazer manual. RODA DE CONVERSA 2 DIA 28 às 16h Tema: Empreendedores criativos e Sustentabilidade Mediadora: Paula Pratini Jornalista, produtora e amante das artes plásticas, cinema, música e gastronomia. Assessora de imprensa do Festival Universo Paralello e Festival de Cinema de Trancoso, também da equipe de comunicação do BIFF-Brasilia International Film Festival. Participa ativamente da cena cultural em Brasilia com ênfase em eventos da Cultura Hip Hop. @desfrutecultural Participantes: Aline Leão - @alineleaobr Soulivier- @telaambulante Sobre: Diálogo sobre como artistas e artesãs podem unir criatividade, sustentabilidade e geração de renda. Serão abordados temas como comunicação na economia criativa, consumo consciente, valorização da cultura local e os desafios de desenvolver negócios criativos com impacto social e ambiental positivo. Serviço: Feira PAV 4-Feira de Design Sustentável Dias 27 e 28/06 (sábado e domingo), das 11h às 20h Endereço: Clube dos Previdenciários-SEPS 712/912, Asa Sul, Brasília/DF Acesso pelas vias W4 e W5 Entrada gratuita Informações: 61 996519602 @Pav.4 _ateliegaleria Classificação Livre

  • Projeto Democratização do Reggae em Arniqueiras

    E a segunda cidade a receber o projeto Democratização do Reggae será Arniqueiras 27/06/, no Restaurante Comunitário Arniqueiras, localizado na QS 09, Avenida Águas Claras, Lote 3. Em paralelo às apresentações musicais, estará acontecendo a Feira Preta, com artesãos da cidade, na área externa do Restaurante Comunitário. A partir das 11 até às 14 horas do sábado, os frequentadores poderão almoçar escutando uma boa música, com cantores locais e que já atuam no cenário musical do DF. “A cultura é muito cara. A luta é pela alimentação. Este público jamais teria acesso a música de qualidade nas periferias. Queremos levar esperança a todos, independente de classe social”. A cultura, através da música tem este poder”, esclarece o cantor Wagner Gamma, idealizador do Democratização do Reggae, que conta com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). A atração principal é a banda do cantor Wagner Gamma e o Quarteto Reggae Jazz; DJ Bola - Batidão Sonoro - (Colecionador) e as cantoras convidadas Naya Caliandra - Singer e Dandhi Cria. A Feira Preta tem o propósito de valorizar a cultura local de cada cidade e como forma de incentivo e fortalecimento ao empreendedorismo e troca na comunidade. Wagner Gamma Para o músico radicado em Samambaia, que há anos canta nas periferias do nosso quadradinho, “Este projeto foi pensado, idealizado por mim e agora executado, para alcançar os invisíveis da nossa sociedade, como a população de rua e os vulneráveis que frequentam os restaurantes comunitários, pelo valor simbólico da alimentação”, explica Gamma. Pianista, cantor e compositor, nascido no DF, filho de artistas do circo Gude Grude, Wagner Gamma começou na música no ano 2000 em projetos sociais da igreja. Fundou as bandas “Mariroots” e “Os filhos da luta” onde ganhou força no cenário do reggae no Distrito Federal. Entre suas atividades já realizadas está o Coletivo Ocupa Reggae. Um projeto que realiza movimentos nas periferias e centros com bandas e cantores que estão produzindo música, em suas respectivas cidades. Rede Social : @demoreggae.df

  • Artes marciais promovem inclusão, disciplina e desenvolvimento para pessoas com e sem deficiência no Distrito Federal

    Muito mais do que ensinar técnicas de defesa pessoal, as artes marciais podem contribuir para o desenvolvimento físico, cognitivo, emocional e social de crianças, jovens e adultos. Com esse propósito, o Instituto Olga Kos realiza no Distrito Federal o projeto Artes Marciais – Tatame de Todos, iniciativa que oferece oficinas gratuitas de Karatê e Taekwondo para pessoas com e sem deficiência. O projeto atende 200 participantes, entre crianças, adolescentes e adultos a partir de seis anos de idade, incluindo pessoas com deficiência intelectual e física e moradores de regiões em situação de vulnerabilidade social. As atividades são realizadas na APAE e no CEE 01 de Sobradinho, em um ambiente preparado para acolher e estimular o desenvolvimento de cada participante. As aulas acontecem semanalmente e utilizam as artes marciais como ferramenta de inclusão, socialização e fortalecimento da autoestima. Ao longo das atividades, os alunos desenvolvem disciplina, concentração, coordenação motora, respeito ao próximo, autocontrole e senso de pertencimento. Um dos diferenciais do projeto é o acompanhamento individualizado dos participantes, valorizando cada avanço técnico e pessoal. A metodologia busca respeitar as características e os limites de cada aluno, promovendo oportunidades de crescimento e celebração das conquistas alcançadas ao longo da jornada. O Artes Marciais – Tatame de Todos integra o conjunto de projetos esportivos e culturais desenvolvidos pelo Instituto Olga Kos no Distrito Federal. A organização atua há anos na promoção da inclusão social por meio do esporte, da cultura e da educação, criando oportunidades para que pessoas com e sem deficiência convivam, aprendam e cresçam juntas. Sobre o Instituto Olga Kos DF É uma instituição sem fins lucrativos e referência na inclusão de pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social, que está norteando a elaboração de políticas públicas e ampliando práticas inclusivas através de projetos nas áreas de esporte, artes e de pesquisas. O objetivo é levar adiante o objetivo de tornar o país mais inclusivo por meio de oportunidades que quebram barreiras sociais. Os projetos desenvolvidos são aprovados em leis de incentivo fiscal e atendem crianças, jovens, adultos e idosos. Mais informações : www.olgadf.org.br.

  • Espetáculo Gala Concert celebra a evolução do balé em Brasília

    Após conquistar o público brasileiro e receber ampla aprovação da crítica em sua passagem pelo país em 2025, o espetáculo Gala Concert, com Oksana Bondareva – da companhia The Moscow Ballet, retorna ao Brasil para uma nova e aguardada turnê, reunindo alguns dos mais talentosos artistas da dança clássica internacional. As apresentações ocorrerão de 20 de julho a 25 de agosto, em 22 cidades, incluindo grandes capitais. A produção apresenta um programa inédito, preparado especialmente para o Brasil, que celebra a excelência técnica, a expressividade artística e a riqueza histórica da dança. Em uma noite marcada pela elegância e pela emoção, o público terá a oportunidade de apreciar interpretações de trechos e variações inspirados nos grandes clássicos que atravessaram gerações e consolidaram o balé como uma das mais refinadas formas de arte do mundo.No centro desta experiência está a consagrada bailarina Oksana Bondareva, vencedora do Prêmio Capri 2025, um dos mais importantes reconhecimentos da dança clássica europeia. Ao seu lado, estarão em cena oito solistas internacionais, incluindo primeiros bailarinos de renomadas companhias europeias, formados nas mais tradicionais escolas de balé do continente. O repertório da edição 2026 reúne alguns dos momentos mais emblemáticos da história do balé, conduzindo o público por diferentes épocas, estilos e tradições da dança. Entre os destaques estão trechos consagrados de obras-primas como A Bela Adormecida, O Lago dos Cisnes, Raymonda, Corsário, Arlequinada e La Sylphide, além de números de grande virtuosismo técnico e forte carga emocional que marcaram gerações de bailarinos e espectadores. A programação inclui ainda uma criação contemporânea ao som da música de Johann Sebastian Bach, estabelecendo um diálogo entre tradição e modernidade e evidenciando a versatilidade artística dos intérpretes. “Os espectadores poderão mergulhar na era de ouro do balé, nos tempos de Marius Petipa, e ao mesmo tempo entrar em contato com obras-primas contemporâneas da coreografia. Será uma viagem no tempo através do balé, sem limites para a imaginação”, conta Oksana Bondareva, que também é responsável pela direção artística do espetáculo, junto a Andrey Lyapin. Os célebres e complexos pas de deux — os tradicionais duetos do balé clássico — estão entre os pontos altos do espetáculo. Neles, os bailarinos desafiam os limites do corpo com saltos espetaculares, giros de extrema precisão e movimentos que exigem absoluto domínio da técnica clássica. Alguns duetos surpreendem ainda pela incorporação de elementos acrobáticos, resultando em performances de rara beleza e forte impacto cênico, capazes de arrancar aplausos e prender a atenção do público do início ao fim. Embora estruturado em números independentes, o espetáculo apresenta uma unidade artística construída pela excelência dos intérpretes e pela celebração da beleza da dança. Cada apresentação conduz o espectador por diferentes atmosferas e emoções, alternando momentos de delicadeza, virtuosismo, dramaticidade e encantamento.A decisão de retornar ao Brasil reflete o forte vínculo construído com o público brasileiro durante a temporada anterior. O entusiasmo dos espectadores e a receptividade encontrada nas cidades visitadas consolidaram o país como um importante destino para a companhia, que volta com o propósito de oferecer uma experiência ainda mais especial e memorável. “O Brasil é um dos poucos países onde a emoção é demonstrada de forma tão intensa. As pessoas fazem questão de agradecer, e isso nos toca profundamente. Esse carinho é um grande incentivo para nós”, destaca Oksana.Com produção de alto nível e uma proposta artística sofisticada, porém acessível a espectadores de todas as idades, o Gala Concert com Oksana Bondareva – The Moscow Ballet reafirma seu compromisso de aproximar o grande público da excelência da dança internacional. Serviço: Gala Concert – The Moscow Ballet Data: 25/07/2026Horário: 20hLocal: Centro de Convenções Ulysses – SDC, Ulysses Guimarães – Brasília, DF - 70655-775 Classificação Etária: Livre (menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsáveis)Ingressos: a partir de R$150,00Vendas na Bilheteria Digital:https://checkout2.bilheteriadigital.com/gala-concert-com-oksana-bondareva-the-moscow-ballet-25-de-julho

  • Neste domingo (28), espetáculo teatral homenageia Alexandre Ribondi e celebra seu legado para a cultura de Brasília

    Quando um artista parte, o que fica é o que ele construiu. No caso de Alexandre Ribondi, ficou muito: um jeito de fazer teatro, uma escola de formação de atores, uma luta por direitos que mudou histórias e uma cidade que, em certa medida, aprendeu a se ver no palco graças a ele. No próximo domingo, 28 de junho, às 19h, o Teatro Mapati, na 707 Norte, em Brasília, recebe a estreia de Felicidade Invisível, um espetáculo que traz à cena a intimidade, as contradições e a generosidade de um homem que ajudou a construir as bases do teatro brasiliense. A montagem é uma criação da Cia Ruiva de Teatro Ribondiano – Casa dos Quatro e nasce de uma pesquisa aprofundada conduzida por Morillo Carvalho sobre a vida e a obra de Ribondi. O espetáculo e sua narrativa foram construídos a partir de textos não-dramatúrgicos: recortes do último livro do homenageado, publicações em blogs, falas em entrevistas, depoimentos prestados à Comissão da Verdade da UnB e memórias da convivência artística e pessoal com o teatrólogo. O resultado foi surpreendente: uma dramaturgia adaptada que transforma a palavra escrita e falada em presença cênica. Uma encenação que abraça o amarelo A opção estética de Felicidade Invisível é carregada de afeto e rigor. Toda a cenografia é concebida em amarelo, cor favorita de Alexandre Ribondi, em diálogo direto com a instalação Desvio para o Vermelho (1967–1984), de Cildo Meireles, obra que questiona a percepção e os desvios da realidade. A trilha sonora, por sua vez, é composta em sua maioria por canções brasilienses ou interpretadas por artistas da cidade, reafirmando o enraizamento do espetáculo na identidade cultural de Brasília. A direção geral e a dramaturgia adaptada são de Morillo Carvalho, que também assina cenografia, direção de arte e arte gráfica. A direção de movimento e coreografias é de Irina Buss. O elenco reúne Ana Elisa Santana, Carol Esteca, Edward Brando, Isabela França, Jupiter Rodrigues, Luiza Melo, Morillo Carvalho e Tai Neri. A assistência de direção é de Helen Cris; a operação de luz, de Rui Miranda; e a produção e operação de som, de Luli Neri. Um legado que continua vivo Mais do que uma homenagem, Felicidade Invisível é também um ato político e afetivo: recolocar em cena um nome que moldou a cultura da capital federal, mas que ainda não ocupa o espaço que merece na memória coletiva da cidade. Não por acaso, o espetáculo é viabilizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com a Secretaria de Estado de Cultura do Distrito Federal, uma política pública que, assim como Ribondi fez em vida, aposta na cultura como ferramenta de transformação social. A peça integra a programação do Pontão de Cultura Mapati e é realizada pela Cia Ruiva de Teatro Ribondiano – Casa dos Quatro. Quem foi Alexandre Ribondi Ribondi foi uma figura central na história cultural do Distrito Federal. Ele foi teatrólogo, ator, diretor, professor e jornalista. Atuou como repórter do jornal Lampião e de outros periódicos, e teve papel decisivo na consolidação de um teatro genuinamente brasiliense. Em 2013, fundou a Oficina do Ribondi, espaço de formação de atores que segue ativo até hoje, mantido por Morillo Carvalho e Irina Buss após sua morte, em 2023. Ribondi também foi fundador do Beijo Livre, o primeiro grupo organizado de luta pelos direitos LGBT do Distrito Federal, tornando-se uma referência incontornável na história dos direitos humanos na cidade. Serviço: Felicidade Invisível | Cia Ruiva de Teatro Ribondiano – Casa dos Quatro Data: 28 de junho de 2026 (domingo) Horário: às 19h Local: Teatro Mapati – SHCGN 707, Bloco K, Casa 05, Asa Norte, Brasília/DF Classificação indicativa: 14 anos Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/pontao-de-cultura-mapati-apresenta-felicidade-invisivel/3474650 Realização: Cia Ruiva de Teatro Ribondiano – Casa dos Quatro

  • Com esporte em alta no Brasil, BOP Games chega a Brasília como vitrine de um mercado bilionário

    Muito além das quadras, pistas e campos, o esporte amador se consolidou como uma das principais forças de transformação social e econômica do país. O crescimento do número de praticantes e a diversificação das modalidades têm impulsionado um mercado bilionário, movimentando desde eventos esportivos e turismo até alimentação, equipamentos, serviços e experiências voltadas ao bem-estar. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que mais de 61 milhões de brasileiros praticam algum esporte ou atividade física regularmente. O número evidencia uma mudança de comportamento da população e reforça o papel do esporte como parte da rotina de milhões de pessoas em todas as regiões do país. O impacto também é percebido na economia. Estudo divulgado pelo Instituto Sou do Esporte, com apoio do Comitê Olímpico do Brasil (COB), revelou que o setor esportivo movimentou R$ 183,4 bilhões em 2023, valor equivalente a 1,69% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O levantamento mostra ainda a força da cadeia esportiva como motor de geração de renda, empregos e oportunidades. É nesse cenário de crescimento que iniciativas como o BOP Games ganham ainda mais relevância. Considerado um dos maiores eventos de esporte do Brasil, o festival será realizado nos dias 4 e 5 de julho, na Arena Mané Garrincha, reunindo atletas, praticantes e entusiastas de diversas modalidades em uma grande celebração do esporte, da saúde e da qualidade de vida. Com mais de 18 modalidades competitivas e 13 modalidades participativas, além de atrações culturais, experiências fitness, gastronomia e atividades para toda a família, o BOP Games reflete uma tendência nacional: o esporte deixou de ser apenas competição e passou a ocupar um espaço cada vez mais importante na vida das pessoas. "O esporte amador vive um momento único no Brasil. Cada vez mais pessoas buscam eventos que unam competição, lazer, saúde e convivência. O BOP Games nasce justamente para atender essa demanda e proporcionar uma experiência completa para atletas e público", destaca Yan Ouriques , organizador do evento. Mais do que um encontro esportivo, o BOP Games se posiciona como um retrato do novo momento vivido pelo setor. “Em um país onde milhões de pessoas já incorporaram o esporte à rotina e onde a atividade movimenta bilhões de reais todos os anos, eventos que promovem inclusão, diversidade de modalidades e experiências acessíveis tendem a ocupar um papel cada vez mais estratégico no calendário nacional, por isso o Bop chega como essa opção tão importante para os praticantes das modalidades”, complementa Yan. SERVIÇO: BOP Games Brasília 2026Arena Mané Garrincha (Eixo Monumental - SRPN - Asa Norte, Brasília - DF)Acesso: Entrada dos Arcos OlímpicosData: 4 e 5 de julho de 2026Horário: 8h às 20hAtividades: competições esportivas, gastronomia, feira fitness, espaço kids, oficinas esportivas, aulões, treinos e atrações musicaisIngressos/inscrições: bopgames.com.br/brasilia-2026 Mais informações: @bop.games

  • 22ª Festa das Tradições celebra memórias das Copas do Mundo e reúne famílias no Parque da Cidade

    Brasília já tem encontro marcado com uma das festas escolares mais tradicionais do Distrito Federal. Nos dias 27 e 28 de junho, o Estacionamento do Parque da Cidade Sarah Kubitschek recebe a 22ª edição da Festa das Tradições do Colégio Objetivo DF, que neste ano traz como tema “As tradições que o tempo não apaga”, em uma homenagem emocionante às memórias afetivas das Copas do Mundo. A proposta da edição de 2026 é resgatar lembranças que marcaram gerações de brasileiros: ruas decoradas com bandeirinhas coloridas, famílias reunidas diante da televisão, jogos acompanhados pelo rádio e a emoção coletiva que transforma o futebol em um símbolo de união entre culturas e pessoas. A temática também convida alunos e famílias a revisitarem costumes e tradições que permanecem vivos ao longo do tempo. As apresentações culturais foram organizadas a partir de diferentes países participantes das Copas do Mundo, proporcionando aos estudantes uma verdadeira imersão cultural. Músicas, danças, figurinos, cores e tradições típicas de diversas nações prometem transformar o evento em um grande espetáculo multicultural. “Mais do que uma festa, a Festa das Tradições é um momento de conexão entre gerações, cultura e educação. Neste ano, queremos despertar nas famílias a memória afetiva das Copas e reforçar como as tradições têm o poder de unir pessoas e atravessar o tempo”, destaca Karoline Cardeal, gerente de projetos do Instituto Blue Educação. A estrutura do evento contará com dois dias de programação e uma ampla área preparada para receber o público com conforto e segurança. Entre os destaques estão palcos independentes, pista térrea para apresentações das quadrilhas, praça de alimentação, cenografia temática, sonorização especial, brinquedos, além de equipe de segurança, brigadistas, UTI móvel e posto de pronto atendimento básico. A programação será dividida entre as unidades da rede: Sábado (27/06): Águas Claras, Jardim Botânico e Asa Norte Domingo (28/06): Taguatinga (QI), Vicente Pires, Guará e Samambaia Além das apresentações típicas e das atrações culturais, a Festa das Tradições também reforça o compromisso do Colégio Objetivo DF com a formação humana e a integração entre escola e comunidade, consolidando-se como um dos eventos mais aguardados do calendário escolar brasiliense. Os ingressos estão disponíveis no primeiro lote nas unidades escolares e online. Os valores variam entre R$ 30 (meia-entrada) e R$ 60 (inteira). Serviço – 22ª Festa das Tradições do Colégio Objetivo DF Tema: “As tradições que o tempo não apaga”Data: 27 e 28 de junho de 2026Horário: programação ao longo do diaLocal: Estacionamento do Parque da Cidade Sarah Kubitschek – Brasília Programação 27/06 (sábado): Águas Claras, Jardim Botânico e Asa Norte - 22ª Festa das Tradições: ‘’As Tradições que o tempo não apaga’’ 28/06 (domingo): Taguatinga (QI), Vicente Pires, Guará e Samambaia - 22ª Festa das Tradições: ‘’As Tradições que o tempo não apaga’’ Ingressos 2º lote (venda física e online): 12/06 a 26/06R$ 35 (meia) | R$ 70 (inteira) Pais, familiares, idosos e pessoas com deficiência da comunidade escolar pagam meia-entrada.

  • Mostra de Imagem em Movimento (MAPA) chega ao Distrito Federal, entre os dias 9 e 31 de julho, em formato inédito

    A última estação da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ se desloca do eixo Norte–Nordeste e chega até a cidade de Brasília (DF), entre os dias 9 e 31 de julho, para uma programação especial de arte, cultura, poéticas e expressões audiovisuais na Casa de Cultura da América Latina (CAL). Celebrando a chegada do MAPA em solo brasiliense, a vernissage abre o circuito de videoartes no dia 9 de julho, quinta-feira, reunindo convidados, DJs e o grande público em torno de visitas guiadas, conexões, experiências e diálogos curatoriais. Exibidas em primeira mão no Distrito Federal, a memória ferroviária será palco de dez obras artísticas, transformando a galeria em um espaço de pensamento coletivo sobre a Estrada de Ferro Carajás (EFC). Com entrada franca, a mostra permanece em cartaz de segunda à sábado, aberta para visitação entre às 10h e 19h. “Nós oferecemos à infraestrutura da Estrada de Ferro Carajás uma coleção de arte contemporânea que aponta para os principais representantes de sua memória e potência. Formada por artistas entre o Maranhão (MA) e o Pará (PA), cada qual com sua equipe e comunidade; a coleção aponta para questões do presente, passado e futuro por meio de uma linguagem acessível: a videoarte”, diz o coordenador-geral e curador do projeto, João Pacca. Ocupando simultaneamente os dois andares da CAL, as videoartes são exibidas na Galeria Urucum, em formato original; Galeria de Bolso, reservado às entrevistas, comentários e relação dos artistas com a memória ferroviária; e na Galeria CAL, que contempla as videoinstalações e os desdobramentos das videoartes originais sob paredes e fachadas históricas de São Luís (MA) e Belém (PA). Por dentro da Galeria Urucum, o público pode acompanhar a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes. Nos demais espaços da mostra (Bolso e CAL), o público mergulha no experimento poético a partir das perspectivas artísticas, que auxiliam a enxergar a ferrovia como uma plataforma de cultura única. Além disso, as galerias aprofundam na experiência das passagens do MAPA por Maranhão e Pará, ao longo de quatro noites, 8 horas de programação e mais de 3,2 mil metros quadrados de arte exibidas através do videomapping – técnica de projeção usada em fachadas históricas. “O mapping acaba aproximando esse olhar mais genuíno e puro, sem uma crítica muito olhada para a plasticidade do trabalho, mas uma forma de se contemplar ou de absorver o trabalho com sua própria vivência. É meio chocante aquela escala. Assim como o mapping ele abraça o prédio, a pessoa se sente abraçada por aquela imagem grandiosa. Sai de uma coisa muito fechada para algo democrático”, afirma a pintora e artista visual Bárbara Savannah. Após levar centenas de pessoas às ruas, em uma ocupação inédita nas praças Frei Brandão (Onze Janelas), Nauro Machado e Valdelino Cécio, o MAPA percorre a sua última estação na Casa de Cultura da América Latina (2026), escrevendo um legado ferroviário traduzido em colagens, fotografias, pinturas digitais e videoartes. Além do impacto social e cultural, o MAPA também contribuiu para impulsionar a economia criativa local por meio da contratação de 40 empresas e da participação direta de 230 profissionais, artistas, técnicos, produtores e prestadores de serviço. “É como se fosse um sonho. Como se estivesse sonhando acordada. Ouvir ecoando pela praça, as pessoas prestando atenção, olhando a catedral, o museu e a casa das onze janelas. Vê aquilo interagindo diretamente com a cidade, com as pessoas. Eu via o ônibus passando e eu ficava, nossa, como será que essa imagem tava ali dentro?”, brinca Rafa Cardozo, artista visual e produtora cultural em Marabá. Completando um ano desde a sua concepção, o MAPA fortaleceu a rede cultural local, ampliou oportunidades de geração de renda e promoveu a circulação de recursos nos territórios, consolidando a cultura como um vetor de desenvolvimento social, econômico e humano. A comunidade artística do MAPA também se mobilizou em torno de pesquisas, mapeamentos, oficinas de criação e acompanhamento técnico das obras, onde reuniu cerca de 184 inscritos em seu Ano I. Prestes a sediar uma nova temporada em Brasília, o coordenador-geral do MAPA, João Pacca, explica que o futuro do projeto continua, com novas incorporações à procura de novas produções em contextos próximos e acessíveis a todos. “Eu tenho, para mim, que esta edição do MAPA foi extremamente brilhante. Entender a memória ferroviária não é uma tarefa para a literalidade. A Estrada de Ferro Carajás é gigante, tanto em importância quanto em complexidade. E os artistas que convidamos ao projeto nos trouxeram retóricas absolutamente distintas que nos permite criar uma observação muito rica dessa relíquia cultural que é a ferrovia. Este instrumento de transporte permite a viagem e a comunicação de regiões continentais. São tantos mundos que surgem da nossa experiência que apenas as figuras de linguagem e a poesia conseguem enaltecer ou representar este panorama”, conclui João. A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O MAPA tem João Pacca como curador e coordenador geral do projeto, Sylvia Morgado e Eduardo Berardinelli como curadores assistentes. A mostra também recebe a expertise de Koba, Coordenador de Comunicação; Adriele Martins com redação; Studio Cara Brava e Studio Lumen no design. Preto Filho como coordenador de projeto e de produção; Breno Lenhard, produtor técnico; Rodrigo Mazzaro, arquitetura e expografia; o time de Fernanda Junqueira, relacionamento institucional; Edmar Bernardes, gestão financeira; Flávia Junqueira, Jasmine Giovannini, Lygia Peçanha, Breno Andrade e Luana Klautau na produtora executiva e produção local. SERVIÇO [Mostra de Imagem em Movimento – MAPA em Brasília] Quando: de 9 a 31 de julho;Dias e horários: de segunda à sábado, entre 10h e 19h;Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 - Asa Sul, Brasília - DF;Gratuito

  • ÚLTIMOS DIAS: FEST LIRA prorroga inscrições para oficinas gratuitas e seleção de artistas até 25 de junho

    Interessados em participar da quinta edição do FEST LIRA ganharam mais alguns dias para garantir uma vaga. A organização do festival prorrogou até 25 de junho o prazo de inscrições para as oficinas gratuitas de capacitação cultural e para o chamamento de artistas que desejam integrar a programação musical do evento. O resultado da seleção será divulgado no dia 26 de junho, por meio do perfil oficial do festival no Instagram. Idealizado pela atriz, diretora e produtora cultural Naiara Lira, o FEST LIRA chega à sua quinta edição consolidado como uma importante iniciativa de formação, qualificação profissional e fortalecimento da cadeia produtiva da cultura no Distrito Federal. O projeto oferece oportunidades para pessoas interessadas em iniciar ou ampliar sua atuação no setor cultural, conectando aprendizado, prática profissional e geração de renda. As atividades formativas incluem oficinas gratuitas de Luz e Som, Gestão Cultural e Cenografia, além de palestras e experiências práticas voltadas para as demandas reais do mercado cultural. Os participantes selecionados receberão ajuda de custo para participar da programação. A iniciativa é voltada para maiores de 18 anos e prioriza a participação de pessoas negras, indígenas, pessoas com deficiência (PcDs), pessoas gordas, pessoas trans e travestis, além de moradores de regiões com menor acesso a oportunidades de formação cultural. Chamamento para artistas Também seguem abertas, até 25 de junho, as inscrições para artistas interessados em compor a programação musical do V FEST LIRA. As propostas selecionadas receberão cachês que variam entre R$ 1 mil e R$ 2 mil, conforme a categoria. As oportunidades contemplam apresentações autorais de artistas solo ou em dupla, bandas de forró e ritmos afins para a Festa Julina do festival e apresentações de artistas pretos e pretas, fortalecendo a diversidade e a representatividade na programação. Formação, cultura e oportunidades Ao longo de suas edições, o FEST LIRA tem se destacado por criar pontes entre formação artística, inclusão social e desenvolvimento profissional. A proposta é ampliar o acesso ao conhecimento técnico e fortalecer trajetórias de trabalhadores e trabalhadoras da cultura, contribuindo para o crescimento da economia criativa no Distrito Federal e Entorno. Serviço V FEST LIRA – Últimos dias de inscrições Inscrições: até 25 de junho de 2026, 20h Resultado: 26 de junho de 2026 Local das atividades: Teatro Oficina Perdiz – SHCGN 710, Bloco E, Entrada 48, Asa Norte, Brasília (DF) Informações: Instagram: @festlira

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