Dia Internacional da Mulher reforça a importância da prevenção e do acesso facilitado à saúde
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O Dia Internacional da Mulher é um convite à reflexão sobre autocuidado, qualidade de vida e acesso à saúde. Apesar dos avanços na informação e na medicina preventiva, muitas mulheres ainda enfrentam dificuldades para manter consultas e exames em dia, seja pela rotina intensa, falta de tempo ou barreiras de acesso a especialistas.
A prevenção é o principal instrumento para reduzir riscos e identificar precocemente doenças que impactam diretamente a saúde feminina.
Segundo a Dra. Rebeca Pereira dos Santos Rocha Coelho CRM: 53284/RS, o cuidado preventivo deve ser organizado de acordo com cada fase da vida. “A prevenção é dividida por faixas etárias, focando nos riscos mais comuns de cada etapa. Não existe um único protocolo para todas as mulheres. Cada fase exige um olhar específico”.
Exames essenciais em cada fase da vida
A médica detalha os principais exames que devem fazer parte da rotina feminina:
A partir dos 20 anos:
“O Papanicolau é essencial para detectar lesões no colo do útero e deve ser feito anualmente ou conforme orientação médica após resultados normais consecutivos. Além disso, exames de sangue como glicemia, colesterol, triglicerídeos e função renal e hepática são importantes. Sorologias para ISTs, como HIV, sífilis e hepatites, também devem ser realizadas, especialmente em caso de troca de parceiros.”
Entre 30 e 40 anos:
“Nessa fase, o ultrassom transvaginal ajuda a avaliar útero e ovários, identificando cistos, miomas ou sinais de endometriose. Exames da tireoide, como TSH e T4 livre, também ganham importância, já que distúrbios tireoidianos são muito comuns em mulheres. A mamografia geralmente é iniciada aos 40 anos, ou antes, quando há histórico familiar.”
A partir dos 50 anos:
“A densitometria óssea passa a ser fundamental para monitorar a perda de massa óssea após a menopausa. A colonoscopia é indicada para rastreio de câncer de cólon a partir dos 45 ou 50 anos, e o acompanhamento cardiovascular deve ser ainda mais rigoroso.”
Mesmo com protocolos bem definidos, algumas condições ainda são diagnosticadas tardiamente.
“Há três áreas críticas onde o diagnóstico costuma falhar ou demorar”, alerta a doutora.
Entre elas está a endometriose. “O principal motivo é a normalização da dor. Muitas mulheres escutam que ‘cólica forte é normal’, o que pode atrasar o diagnóstico em quase uma década.”
As doenças cardiovasculares também preocupam. “Infarto e AVC ainda são vistos como doenças masculinas, mas são uma das principais causas de morte entre mulheres. Muitas vezes, os sintomas são atípicos, como dor nas costas, queimação no estômago ou cansaço inexplicável, o que pode levar a erros de triagem.”
Outra condição frequentemente subdiagnosticada é o lipedema. “É uma doença inflamatória do tecido adiposo, confundida com obesidade. Muitas vezes o foco fica apenas no IMC e o quadro acaba sendo negligenciado.”
Consulta online como aliada da prevenção
Com a sobrecarga de tarefas e a dificuldade de conciliar agendas, a telemedicina tem se consolidado como ferramenta estratégica para ampliar o acesso à saúde feminina.
“A consulta online remove as maiores barreiras de adesão das mulheres modernas. A gestão do tempo é um fator central: elimina deslocamento e tempo de espera”, afirma a Dra. Rebeca.
Ela também destaca o acesso a especialistas. “Mulheres que vivem longe de grandes centros conseguem consultar ginecologistas e endocrinologistas sem precisar viajar.”
Além disso, o formato é eficaz para a etapa inicial de check-up. “O médico pode solicitar exames na consulta online e a paciente só precisa sair de casa para realizá-los, retornando virtualmente para análise dos resultados.”
Prevenção é compromisso contínuo
O Dia Internacional da Mulher reforça que o cuidado com a saúde deve ser permanente. Manter exames em dia, reconhecer sintomas precocemente e utilizar recursos que facilitam o acesso à orientação médica são atitudes fundamentais para qualidade de vida e longevidade.
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