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  • Uma inovação na literatura afro-brasileira. Coletânea multilíngue, produzida por escritoras negras, propõe um novo olhar sobre tecnologia, ancestralidade e inovação

    Julho é mês que se comemora o Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e Brasília será palco do lançamento da coletânea As Tecnologias e suas Encruzilhadas, organizada pelas escritoras Hislla S. M. Ramalho e Margareth dos Anjos Santos, integrantes do Núcleo de Escritoras Pretas Maria Firmina dos Reis (NEPFIR/UnB). A obra será apresentada em dois eventos: Durante COPENE, na Universidade de Brasília, na próxima semana e no dia seguinte, 31/07, no Espaço Mário Gusmão, da Fundação Cultural Palmares. Mais do que um livro, a publicação representa um projeto coletivo de escrita, tradução e circulação internacional da produção intelectual de mulheres negras. Reunindo 13 textos entre crônicas, poemas e ensaios acadêmicos, a coletânea propõe uma reflexão sobre as tecnologias produzidas nas experiências negras, deslocando o conceito tradicional de inovação para reconhecer saberes ancestrais construídos na oralidade, na arte, na espiritualidade, no cuidado e nas estratégias históricas de resistência. Produzida por autoras e tradutores que vivem no Brasil, Portugal, Itália e Caribe, a obra chega ao público em sete idiomas: português, inglês, francês, espanhol, alemão, italiano e iorubá tornando-se um marco na internacionalização da literatura. A iniciativa reafirma o compromisso do NEPFIR-UnB com a ampliação das vozes negras para além das fronteiras nacionais, fortalecendo redes de colaboração intelectual e cultural. Inspirada na potência das encruzilhadas como lugares de encontro, criação e transformação, a coletânea dialoga com a ancestralidade africana e afro-brasileira, afirmando que ciência, tecnologia e inovação também são produzidas a partir dos conhecimentos historicamente construídos por povos negros. “As Tecnologias e suas Encruzilhadas” SERVIÇO: Dia 30 de julho 14 horas XIV Congresso Brasileiro de Pesquisadores(as) Negros(as) – COPENE, na Universidade de Brasília (UnB) – Palco Principal – Cidade COPENE – Estacionamento do Pavilhão Anísio Teixeira Lançamento Dia 31 de Julho 16 horas Lançamento oficial Espaço Mário Gusmão – Fundação Cultural Palmares Brasília – DF

  • Fórmula E: Jake Dennis conquista pole position da primeira corrida noturna do E-Prix de Tóquio

    Jake Dennis, da Andretti, conquistou sua terceira pole position da temporada, superando Edoardo Mortara, da Mahindra Racing, no Duelo Final no Circuito de Rua de Tóquio. Foi uma disputa acirrada, com apenas 0s052 de diferença entre os dois, com Dennis recuperando muito tempo no último setor. A pintura especial em colaboração com a Liberty Walk, cromada e azul, trouxe sorte mista para a equipe neste fim de semana. Apesar da pole position de Dennis, o outro lado da garagem da Andretti está trabalhando duro para consertar o carro de seu companheiro de equipe, o brasileiro Felipe Drugovich, que bateu no TL2 e não conseguiu participar da Classificação. Classificação importante, mas que não viu nenhum dos três primeiros colocados no Campeonato de Pilotos chegar aos Duelos. O líder do campeonato, Pascal Wehrlein, largará em nono pela Porsche; Mitch Evans, da Jaguar TCS Racing, está em 16º; e Oliver Rowland, da Nissan, em 15º. A sessão foi interrompida com bandeira vermelha devido a um acidente de Nico Müller, da Porsche, que bateu nas barreiras durante seu Duelo na Semifinal com Dennis. Final Jake Dennis fez o melhor tempo, mas as coisas começaram muito bem para Mortara, que parecia ter a pole position praticamente garantida. Ele chegou a estar dois décimos à frente logo no primeiro setor, mas um pequeno erro no setor final fez com que Mortara perdesse a posição, e a consistência de Dennis ajudou a garantir sua terceira Julius Baer Pole Position do ano, depois de herdar a P1 em São Paulo. Semifinais Houve drama na primeira Semifinal, quando Nico Müller sofreu um acidente durante sua volta rápida e bateu nas barreiras de proteção. O piloto da Porsche saiu ileso, mas há preocupação se a equipe conseguirá deixar o carro pronto para a corrida às 20h05, horário local (8h05 de Brasília, neste sábado). Isso deixou Jake Dennis com a missão de marcar seu próprio tempo para garantir uma vaga na Final. No outro duelo, Edoardo Mortara levou a melhor em seu confronto direto com António Félix da Costa e garantiu vaga na Final. Quartas-de-final A primeira dupla entrou na pista, com Nick Cassidy e Nico Müller competindo frente a frente. Foi o piloto da Porsche quem marcou o melhor tempo, com impressionantes 1m12s109, e, portanto, Müller avançou para as Semifinais. Em seguida, vieram Taylor Barnard e Jake Dennis, com o piloto da Andretti dando um grande impulso às suas esperanças de campeonato ao vencer o piloto da DS Penske. Na sequência, foi a vez de Jean-Éric Vergne, que já estava sob investigação por obstrução e excesso de velocidade nos boxes. Apesar disso, o piloto da Citroën não foi rápido o suficiente e Edoardo Mortara avançou. Por fim, Da Costa estabeleceu um novo recorde de tempo, superando Dan Ticktum (Cupra Kiro). Grupo A Jake Dennis foi o mais rápido do primeiro grupo, com o piloto da Andretti marcando 1m13s719. Ele foi acompanhado por Nico Müller em segundo, mas seu companheiro de equipe e líder do campeonato, Pascal Wehrlein, foi eliminado dos Duelos e terminou o grupo em quinto. Nick Cassidy foi o terceiro pela Citroën Racing, com Taylor Barnard, da DS Penske, em quarto. Nenhum Nissan conseguiram se classificar para os Duelos, com Oliver Rowland perdendo sua chance de seguir 100% na pole position em Tóquio ao terminar a sessão em oitavo lugar, após alguns erros em sua volta. Felipe Drugovich também não conseguiu entrar na pista, pois seu carro estava sendo reconstruído após um acidente dramático no TL2. Grupo B António Félix da Costa, da Jaguar TCS Racing, foi o melhor do seu grupo, seguido de perto por Edoardo Mortara, da Mahindra Racing. Jean-Éric Vergne foi o terceiro colocado pela Citroën, mas será investigado após a sessão por ter atrapalhado Zane Maloney, da Lola Yamaha ABT. Dan Ticktum garantiu a última vaga nos Duelos pela Cupra Kiro. O candidato ao título, Mitch Evans, não ficou satisfeito com seus pneus e acerto do carro, e só conseguiu o oitavo lugar. Como assistir ao E-Prix de Tóquio Os fãs podem acompanhar o E-Prix TDK de Tóquio de 2026 pelo Race Centre powered by Infosys, com cada momento da corrida, desde os treinos livres até a bandeirada final, visitando o Race Centre, onde insights inteligentes, comentários de IA e rastreamento imersivo da corrida farão você se sentir no centro da ação. A transmissão para o Brasil fica a cargo de Band/BandSports na televisão, com o canal Grande Prêmio no YouTube. Veja os novos horários das sessões: Etapa 14 - Corrida: Sábado, 25 de julho, 08h05 (horário de Brasília) Etapa 15 - Treino Livre 2: Domingo, 26 de julho, 01h30 (horário de Brasília) - Classificação: Domingo, 26 de julho, 03h40 (horário de Brasília) - Corrida: Domingo, 26 de julho, 08h05 (horário de Brasília) Conecte-se e acompanhe o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E no Facebook, Instagram, Twitter, TikTok e YouTube: @FIAFormulaE #ABBFormulaE Sobre a Fórmula E O Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E é conhecido como a próxima evolução do automobilismo. Como a primeira competição totalmente elétrica do mundo, o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E funciona como um "laboratório vivo de alta velocidade, onde inovação e adrenalina se encontram. O campeonato atingiu a marca de 150 corridas e serve como um importante campo de testes para os principais fabricantes automotivos do mundo — incluindo Porsche, Jaguar, Nissan, Stellantis, Mahindra e Lola Cars — para inovar e refinar as tecnologias de veículos elétricos (EV) que definirão a mobilidade urbana do futuro. Por trás desse desempenho está um profundo compromisso com o impacto. A Fórmula E é uma empresa certificada pela B Corp — o primeiro e único esporte do mundo a obter essa certificação —, refletindo sua dedicação a altos padrões de transparência social e ambiental. É também o único esporte do mundo a ser Net Zero Carbon desde sua criação, se tornando recentemente o primeiro a obter a certificação BSI Net Zero Pathway, estabelecendo uma nova referência global para ações climáticas baseadas em ciência. Como um desafiante progressista no cenário esportivo, o Campeonato Mundial ABB FIA de Fórmula E é definido por sua competição imprevisível, disputada roda a roda. Em 11 temporadas, o campeonato coroou 10 campeões diferentes, provando ter um dos títulos mais competitivos e abertos do esporte de nível mundial. Tendo compromisso com a acessibilidade e um grid de pilotos e fabricantes de primeiro nível, o campeonato continua a reescrever as regras do esporte de elite, envolvendo uma nova geração que valoriza a ambição proposital e a ação destemida. www.FIAFormulaE.com Para questões de mídia da Fórmula E, entre em contato com: media@fiaformulae.com Sobre a ABB: A ABB é líder global em tecnologia de eletrificação e automação, possibilitando um futuro mais sustentável e eficiente em termos de recursos. Ao conectar seu conhecimento em engenharia e digitalização, a ABB ajuda as indústrias a operarem com alto desempenho, tornando-se mais eficientes, produtivas e sustentáveis para terem um desempenho superior. Na ABB, chamamos isso de “Engineered to Outrun” (Projetado Para Superar). A empresa tem mais de 140 anos de história e cerca de 110.000 funcionários em todo o mundo. As ações da ABB são listadas na SIX Swiss Exchange (ABBN) e na Nasdaq Stockholm (ABB). www.abb.com

  • Dia dos Avós: catarata pode comprometer autonomia e aumentar risco de quedas entre idosos

    Deixar de dirigir à noite, precisar de mais luz para ler, tropeçar com frequência ou perder a segurança para realizar tarefas simples podem ser sinais de que a visão do idoso precisa de atenção. Neste domingo, 26 de julho, quando é celebrado o Dia dos Avós, a Sociedade Goiana de Oftalmologia (SGO) alerta para a catarata, doença que avança progressivamente e pode comprometer a independência, a segurança e a qualidade de vida. Segundo a Pesquisa Nacional de Saúde de 2019, 34,6% dos brasileiros com 60 anos ou mais haviam recebido diagnóstico de catarata em pelo menos um dos olhos. O índice representa mais de um a cada três idosos no país. O alerta ganha importância diante do envelhecimento da população brasileira. O número de pessoas com 60 anos ou mais passou de 22 milhões, em 2012, para 34,1 milhões, em 2024, aumento de 53,3% em 12 anos, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Porém, apesar de ser mais frequente com o avanço da idade, a redução da capacidade visual não deve ser encarada apenas como uma consequência inevitável do envelhecimento. “A catarata é mais comum nos idosos porque faz parte do processo natural de envelhecimento do cristalino, a lente natural dos olhos. Com o passar dos anos, essa lente perde sua transparência e se torna opaca. Além da idade, fatores como diabetes, uso prolongado de corticoides, exposição excessiva ao sol sem proteção, tabagismo, traumas oculares e algumas doenças oculares podem acelerar o desenvolvimento da catarata”, explica o oftalmologista e presidente da Sociedade Goiana de Oftalmologia, Dr. Leiser Franco, que tem entre suas especializações o tratamento da doença. Mudanças na rotina podem ser sinais Como a catarata costuma evoluir lentamente, o próprio paciente pode se adaptar às limitações e demorar a perceber que está enxergando menos. Por isso, filhos, netos e outros familiares podem ajudar a identificar mudanças na rotina, como dificuldade para ler, cozinhar, assistir à televisão, reconhecer pessoas, caminhar em ambientes pouco iluminados ou realizar atividades que antes eram feitas com segurança. “Os principais sintomas são visão embaçada, dificuldade para enxergar à noite, maior sensibilidade à luz, necessidade frequente de trocar os óculos e alteração na percepção das cores, que ficam mais amareladas. Com a progressão da catarata, atividades como dirigir, ler, cozinhar e caminhar tornam-se mais difíceis, aumentando o risco de quedas e reduzindo significativamente a independência e a qualidade de vida”, afirma o médico. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que a deficiência visual entre pessoas idosas pode contribuir para o isolamento social, dificultar a locomoção e elevar o risco de quedas e fraturas. Em todo o mundo, mais de 94 milhões de pessoas são afetadas pela catarata, considerada a principal causa global de cegueira. Cuidados podem retardar o aparecimento Embora não seja possível impedir completamente o desenvolvimento da catarata relacionada ao envelhecimento, alguns hábitos contribuem para a proteção da saúde ocular e podem retardar o aparecimento da doença. “Não existe uma forma de prevenir totalmente a catarata relacionada ao envelhecimento, mas alguns hábitos podem retardar seu aparecimento. Entre eles estão usar óculos de sol com proteção contra os raios UV, controlar doenças como diabetes, evitar o tabagismo, manter uma alimentação rica em frutas e verduras e realizar consultas oftalmológicas periódicas para acompanhar a saúde ocular”, orienta o Dr. Leiser. O acompanhamento médico também é importante porque os sintomas da catarata podem ser confundidos com outras alterações visuais. A avaliação completa permite identificar a causa da dificuldade para enxergar e definir a conduta adequada para cada paciente. Cirurgia pode devolver independência O tratamento da catarata é cirúrgico e costuma ser indicado quando a redução da visão passa a interferir nas atividades cotidianas. Durante o procedimento, o cristalino que perdeu a transparência é retirado e substituído por uma lente intraocular. “A cirurgia é indicada quando a catarata começa a comprometer a visão e interfere nas atividades do dia a dia do paciente. Atualmente, o tratamento é seguro, rápido e realizado de forma ambulatorial. O cristalino opaco é removido por meio da facoemulsificação e substituído por uma lente intraocular permanente, permitindo a recuperação da visão na grande maioria dos casos”, esclarece o especialista. A cirurgia não deve ser decidida apenas com base na idade ou no grau da catarata, mas no impacto que a dificuldade visual provoca na rotina. Deixar de ler, dirigir, cozinhar, caminhar sozinho ou reconhecer rostos pode indicar que a doença já está prejudicando a qualidade de vida. “Antes da cirurgia, é importante realizar todos os exames solicitados, controlar doenças como diabetes e hipertensão e seguir corretamente as orientações do oftalmologista. Após o procedimento, o paciente deve usar os colírios prescritos, evitar esfregar os olhos, proteger o olho operado e comparecer às consultas de acompanhamento. Adiar a cirurgia pode levar à piora progressiva da visão, aumentar o risco de quedas e acidentes e, em casos mais avançados, tornar a cirurgia tecnicamente mais difícil e aumentar o risco de complicações”, alerta o Dr. Leiser. A orientação da SGO é observar possíveis dificuldades visuais e incentivar a realização de uma consulta com um médico oftalmologista. Identificar a catarata e tratá-la no momento adequado pode ajudar o idoso a recuperar a visão, manter sua autonomia e continuar realizando com segurança as atividades do dia a dia.

  • Espaço Petrobras Amazônicas chega ao CCBB Brasília promovendo a arte com o uso da tecnologia

    O Espaço Petrobras Amazônicas, pertencente à Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, projeto com patrocínio exclusivo da Petrobras, estará disponível para visitação gratuita no CCBB Brasília até o dia 16 de agosto. Oferecendo ao público uma experiência de visitação com realidade expandida, a mostra produzida e coordenada pelo Museu das Mulheres (Museu DAS) conta com mais de 80 obras de 21 artistas oriundas do Norte do Brasil. Promovendo uma série de elementos interativos para aprofundar as temáticas abordadas na mostra, o Espaço Petrobras Amazônicas conta com sala expositiva em 360 graus, lounge virtual e o uso de óculos 3D, permitindo aos visitantes visualizarem parte das obras da exposição no metaverso das mulheres de maneira inédita e totalmente imersiva. “O visitante pode percorrer a exposição pelos óculos de realidade virtual ou pelo celular. Além da sala física, oferecemos também uma sala virtual no mesmo espaço simbólico, ampliando o acesso e democratizando o contato com a arte amazônica feminina, alcançando públicos do Brasil e do mundo”, afirma a diretora artística e curadora da Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, Sissa Aneleh. Na medida em que o cenário assume a lógica do ambiente digital para simular um novo espaço expositivo, também utiliza da interatividade da realidade expandida (XR), da realidade virtual (VR) e da realidade aumentada (AR) para ampliar a experiência do público. O projeto apresenta também, ao longo da itinerância, a construção da proposta de vídeo coletivo "Mensagem para a Amazônia". O objetivo desta ativação é desenvolver, com a ajuda dos visitantes, um vídeo sobre a importância da preservação do meio ambiente no contexto contemporâneo. Com entrada gratuita e classificação indicativa livre, os ingressos para visitar a Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” podem ser retirados no site ou diretamente na bilheteria do CCBB Brasília. O projeto também realiza, em paralelo, o programa “Avanço das Mulheres” que promove gratuitamente o fortalecimento da atuação feminina nas áreas das artes visuais e da economia criativa por meio de palestras, oficinas, capacitações e ativações artísticas. A Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” ficará disponível para visitação no Centro Cultural Banco do Brasil até 16 de agosto. Patrocínio da Petrobras e do Ministério da Cultura via Lei Rouanet - Incentivo a Projetos Culturais. Apoio do CCBB, coordenação e produção do Museu das Mulheres. O CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade CCBB A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van, de quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 Museu das Mulheres O Museu das Mulheres (Museu DAS), sediado em Brasília, é o primeiro museu brasileiro dedicado a valorizar e dar visibilidade à produção artística, cultural e histórica de mulheres. Com execução de projetos diversos em espaços físicos no Brasil e no mundo, lança experiências em ambientes espaciais e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, acervo e editora própria. Diretora Artística e Curadora Sissa Aneleh Fundadora e Diretora do Museu das Mulheres, Mestra e Doutora em Artes, Historiadora de Arte, Diretora Artística, Curadora e Produtora Executiva. Trabalha há mais de 15 anos na área artística e dirigiu projetos aprovados pela Petrobras, CCBB, Caixa Cultural, Fundo de Apoio à Cultura do DF e Goethe Institut. Faz a direção executiva e artística da programação expositiva, audiovisual e educativa do museu, além da coordenação editorial do Museu das Mulheres. Realizou a curadoria de mais de 17 exposições, incluindo 2 circulações internacionais de exposição do museu com artistas brasileiras na Alemanha, passando pelo Museu de Arte de Bochum, Centro de Cultura de Manheim, Bienal de Arte de Bochum e Festival de Berlim. Diretora Artística e Curadora da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará no CCBB São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro - 2025 a 2026, além da Exposição nacional Amazônicas: Poéticas Femininas em andamento. Possui pesquisas de arte voltadas para história da arte, mulheres artistas, arte brasileira, arte decolonial, cinema autoral feminino e poéticas curatoriais. Serviço Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” Direção Artística e Curadoria: Sissa Aneleh Visitação: 09 de junho a 16 de agosto Local: CCBB Brasília - Galeria 1 (Setor de Clubes Especial Sul Trecho 2 - Plano Piloto) Horário: CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h. Ingressos: Entrada gratuita. Ingressos retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Classificação indicativa: Livre Informações: fone: (61) 3108-7600 | e-mail: ccbbdf@bb.com.br | site/ bb.com.br/cultura | Instagram/ @ccbbbrasilia | Tiktok/@ccbbcultura | YouTube/ Bancodobrasil | Instagram/@museudasmulheres Seleção Petrobras Cultural. Patrocínio: Petrobras Realização: Ministério da Cultura via Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Coordenação e produção: Museu das Mulheres Apoio: CCBB Brasília Realização: Ministério da Cultura

  • Inteligência artificial amplia eficiência, mas não substitui a confiança nas relações

    *Por Rodrigo Grossi, COO da HUMU A inteligência artificial deixou de ser uma promessa futurística e inalcançável para se tornar parte da rotina do mercado financeiro. Ela está presente na concessão de crédito, na prevenção a fraudes, na análise de dados, no atendimento automatizado e na personalização de produtos. De acordo com dados divulgados pela Febraban Tech 2025, 80% dos bancos utilizam IA generativa em suas operações internas. Trata-se de uma evolução inevitável, que vem tornando os processos mais ágeis, seguros e eficientes. Ao mesmo tempo, esse avanço também impõe um desafio que merece atenção: como preservar a confiança nas relações em um ambiente cada vez mais automatizado? Não há dúvidas de que a inteligência artificial representa um salto importante para o setor. A capacidade de processar grandes volumes de dados em poucos segundos, identificar padrões e reduzir riscos operacionais trouxe ganhos significativos para instituições financeiras e clientes. O problema surge quando a busca por eficiência faz com que a tecnologia deixe de apoiar as pessoas para passar a substituí-las em interações que exigem sensibilidade, contexto e capacidade de interpretação. Eficiência não pode eliminar a experiência humana Em um mercado baseado na confiança, rapidez, por si só, não é suficiente. A contratação de um crédito, a renegociação de uma dívida ou a escolha de um investimento são decisões que envolvem expectativas, dúvidas e, muitas vezes, momentos delicados da vida financeira de uma pessoa ou de uma empresa. Nesses casos, um atendimento automatizado pode responder perguntas objetivas, mas dificilmente compreenderá nuances, explicará cenários com a profundidade necessária ou transmitirá a segurança que uma conversa humana proporciona. Essa realidade se torna ainda mais evidente fora dos grandes centros urbanos. Em muitas regiões do país, o relacionamento próximo continua sendo um diferencial para empresas e instituições financeiras. Pequenos empreendedores e produtores rurais, por exemplo, valorizam a possibilidade de conversar com profissionais que conheçam sua realidade e entendam as particularidades do seu negócio. A tecnologia pode tornar esse atendimento mais eficiente, mas dificilmente substituirá a confiança construída ao longo do tempo. O papel da IA Isso não significa que a inteligência artificial deva ser vista como uma ameaça. Pelo contrário. Seu maior potencial está justamente em assumir atividades repetitivas, acelerar análises, reduzir burocracias e ampliar a capacidade operacional das equipes. Quando utilizada dessa forma, a tecnologia libera tempo para que os profissionais se concentrem em atividades de maior valor agregado, como o atendimento consultivo, a construção de relacionamentos e a tomada de decisões estratégicas. Esse equilíbrio também contribui para ampliar a inclusão financeira. Ferramentas baseadas em inteligência artificial permitem levar produtos e serviços a um número cada vez maior de pessoas, mas sua implementação deve considerar os diferentes perfis de clientes e seus níveis de familiaridade com o ambiente digital. Nem todos desejam resolver questões financeiras exclusivamente por aplicativos ou assistentes virtuais, principalmente quando as decisões envolvem patrimônio, investimentos ou crédito. Na HUMU, acreditamos que inovação e proximidade caminham juntas. A tecnologia deve simplificar processos, reduzir burocracias e tornar a experiência financeira mais eficiente, sem eliminar aquilo que diferencia uma boa relação comercial: a capacidade de ouvir, compreender e orientar cada cliente de acordo com sua realidade. Mais do que substituir pessoas, a inteligência artificial deve fortalecer o trabalho humano. O diferencial continuará sendo humano A inteligência artificial continuará transformando o sistema financeiro, e esse movimento é irreversível. O verdadeiro diferencial competitivo, porém, não estará nas empresas que simplesmente automatizarem mais processos, mas naquelas que souberem utilizar a tecnologia para fortalecer o relacionamento com seus clientes. Afinal, em um mercado cada vez mais digital, a confiança permanece sendo o ativo mais valioso, e esse continua sendo, essencialmente, humano. Sobre Rodrigo Grossi Rodrigo Grossi é cofundador e diretor de Operações da HUMU. Advogado, é especialista em regulação do Banco Central e da CVM, estruturação de fundos, operações financeiras, produtos digitais e escalabilidade operacional. Atua no desenvolvimento de estratégias que aliam eficiência operacional, inovação e crescimento sustentável, com foco em liderança prática, otimização de processos e construção de marcas.

  • Cantor australiano Andy Jans-Brown explora indie rock cinematográfico em "Growing Pains"

    O cantor e compositor australiano Andy Jans-Brown revela "Growing Pains", o quinto single de seu próximo álbum, Airport Departure Lounge. Mesclando um lirismo reflexivo com o indie rock cinematográfico, a faixa medita sobre a incerteza, a mudança e os desafios emocionais de navegar em um mundo cada vez mais complexo. Utilizando a adolescência como metáfora, "Growing Pains" explora a ideia de que o crescimento raramente é confortável. Situada no cenário de 1984, a canção conecta memórias da juventude com as ansiedades do presente, sugerindo que a incerteza não é um sinal de declínio, mas uma parte natural da transformação. Assim como o álbum do qual faz parte, Airport Departure Lounge, o single habita o espaço entre os fins e os novos começos. Inspirado no terminal de aeroporto moderno como metáfora para a transição, o álbum examina o que significa buscar conexão, esperança e humanidade enquanto se vive em um mundo que parece estar em movimento permanente. Impulsionada pela bateria dinâmica de Grant Gerathy e elevada pelos arranjos de guitarra expansivos de Cameron Spike-Porter, "Growing Pains" equilibra a vulnerabilidade emocional com a energia vibrante do indie rock, oferecendo uma perspectiva silenciosamente otimista: talvez o desconforto que sentimos hoje seja a evidência de que ainda estamos crescendo. Sobre Andy Jans-Brown Andy Jans-Brown é um artista australiano que atua na música, no cinema, no teatro e nas artes visuais. Conhecido por suas composições emocionalmente honestas e narrativa poética, ele lançou quatro álbuns duplos aclamados — Letting Go! (2012), Sunshine Avenue (2014), Hell Is Light (2018) e Falling (2024) — e compartilhou palcos com artistas como Nick Cave & The Bad Seeds, Phil Jamieson, Portugal. The Man e The Preatures. Seu trabalho multidisciplinar continua a explorar a experiência humana com profundidade, compaixão e alcance cinematográfico.

  • GAFFFF Sorriso traz debate sobre neutralidade de carbono e oportunidades financeiras para o agro

    O avanço da agenda climática e a crescente incorporação de critérios ambientais nas decisões de investimento estiveram no centro do Painel 12 “Neutralidade de Carbono no Agro — Caminhos para 2030 e 2050”, neste sábado (25), durante o Global Agribusiness Festival (GAFFFF), maior festival de cultura agro do mundo, o GAFFFF, em Sorriso (MT). O encontro discutiu temas essenciais como sustentabilidade, financiamento e mercado de carbono podem influenciar a competitividade do agronegócio brasileiro nos próximos anos. O painel teve como moderador Valmir Barbosa, da DATAGRO, com a participação de José Renato da Costa Alberto, da DATAGROSAT; João Pedro Maia, da Net Zero; e Cristiane Santos, da B4 Capital. Os especialistas abordaram os desafios para medir, reduzir e compensar emissões, além das oportunidades associadas à geração de créditos de carbono, ao financiamento sustentável e à valorização de ativos ligados à transição para uma economia de baixo carbono. A discussão ocorre em um momento de maior atenção de empresas, investidores e instituições financeiras aos compromissos ambientais assumidos para 2030 e 2050. José Renato da Costa Alberto, da DATAGROSAT, detalhou uma tese pessoal sobre o mercado de créditos de carbono: "Até 2030, todos os agentes da cadeia global precisarão estar com as suas emissões zeradas. (...) O que acontecerá em 2029? Haverá uma corrida para esse mercado. E qual é o país com o maior potencial para geração e venda de créditos de carbono? O Brasil. Precisamos nos organizar e caminhar nesse sentido o quanto antes, pois um projeto leva de dois anos e meio a três anos para começar a gerar receita. (...) Se quisermos gerar crédito de carbono e garantir receita no futuro, o momento de agir é agora.", afirma. Durante o painel, João Pedro Maia, da NetZero, ampliou o debate ao conectar a urgência climática à produção agrícola. "Além das metas climáticas, a gente tem vários desafios climáticos que vêm sendo cada vez mais frequentes. [...] O biochar, além de remover definitivamente o carbono atmosférico, tem muitos efeitos agronômicos. Ele vai estar contribuindo inclusive para a segurança alimentar, produzindo muito mais na mesma área, que é um dos desafios que a gente tem pela frente", destaca. Ao analisar os desafios do setor, Cristiane Santos, da B4, destacou como a percepção do produtor rural amadureceu nos últimos anos: “Quando começamos a ouvir falar de crédito de carbono, a maior dificuldade foi entender a visão dos produtores. Eu ouvia diariamente que era uma imposição europeia, com a qual teriam que gastar para poder cumprir. Hoje, percebemos uma mudança de paradigma. [...] O crédito de carbono deixou de ser algo para o futuro e passou a ser algo real e presente", afirma. Sobre o GAFFFF Sorriso A programação do GAFFFF em Sorriso será distribuída ao longo de quatro dias. Nos dias 23 e 24 de julho, o festival promove o Global Agribusiness Forum (GAF), espaço dedicado a debates sobre tendências, desafios e oportunidades do setor. Todos os dias, de 23 a 26, o evento promove espaço para a feira de negócios e área gastronômica, reunindo experiências voltadas à inovação, negócios e cultura agro. O evento também terá atrações musicais de peso sob curadoria da Prefeitura de Sorriso. Mais informações: https://gaffffsorriso.com/ Sobre o GAFFFF 2026 O Global Agribusiness Festival (GAFFFF), maior festival de cultura agro do mundo, terá duas edições no Brasil em 2026. O evento será realizado pela primeira vez em Sorriso (MT), entre os dias 23 e 26 de julho, e retorna a São Paulo, nos dias 1º e 2 de outubro, no Nubank Parque. Criado pela DATAGRO, consultoria agroindustrial independente com atuação em mais de 50 países. As edições realizadas em São Paulo reuniram mais de 50 mil participantes e posicionaram o festival como uma plataforma internacional de conteúdo, relacionamento e negócios para o agronegócio. Sobre a DATAGRO Com mais de 40 anos de mercado, a DATAGRO é uma consultoria agroindustrial independente com atuação global e referência no setor. A companhia produz análises, notícias e dados primários sobre agropecuária, soja, milho, algodão, cana, açúcar, etanol, biodiesel, café, citrus, pecuária, leite e outros mercados, orientando a tomada de decisão de clientes em mais de 50 países. São mais de 130 relatórios mensais sobre 18 commodities agrícolas, de energia e mercados. Ao todo, a DATAGRO reúne doze unidades de negócios: Alta Performance, Análise de Mercado, Consultoria Estratégica, Gestão, Markets, Financial, Governos, Benri, DataMaps, Deag, Geocane e Experience, área responsável pelos eventos, incluindo o Global Agribusiness Forum (GAF) e o Global Agribusiness Festival (GAFFFF).

  • Livro infantil acolhe famílias e ajuda crianças a compreenderem a saudade com afeto

    Toda família, mais cedo ou mais tarde, aprende que amar também é sentir falta. A saudade pode chegar quando um avô mora longe, quando os pais passam a viver em casas diferentes, quando um amigo muda de cidade ou quando alguém querido parte. Para os adultos, encontrar palavras para explicar essas ausências nem sempre é fácil. Para as crianças, muitas vezes, é ainda mais difícil. Foi pensando nessas famílias que a jornalista Marina Marquez escreveu Quando a saudade aperta, livro infantil ilustrado por Luana Chinaglia. A obra nasce do desejo de transformar um sentimento silencioso em conversa, acolhimento e afeto, mostrando que a saudade não precisa ser enfrentada sozinha. Na história, o pequeno Guga convive com um simpático bichinho roxo que representa a saudade. Juntos, eles percorrem situações comuns da infância: a falta da avó, o fim de um dia especial com a tia, a saudade da mamãe quando está na casa do papai, do papai quando está na casa da mamãe, ou a lembrança da bisa que virou estrelinha. Em cada página, a mensagem é delicada: o amor continua existindo, mesmo quando as pessoas não estão por perto. "A saudade costuma aparecer antes das palavras. Muitas crianças demonstram esse sentimento por meio da irritação, do choro ou do silêncio, sem saber explicar o que está acontecendo. O livro é um convite para que as famílias conversem sobre isso com mais leveza e acolhimento", explica Marina Marquez. A inspiração veio da própria experiência da autora. Seu filho mais velho conheceu a saudade ainda pequeno, primeiro pela distância da avó, depois pela separação dos pais e, mais tarde, pelo luto da bisavó. Ao perceber como os livros ajudavam a abrir conversas difíceis dentro de casa, Marina decidiu escrever uma história que pudesse acolher outras famílias vivendo situações semelhantes. "Escrevi este livro porque descobri que a saudade faz parte da infância, assim como faz parte da vida. Ela aparece sempre que existe um vínculo importante. Meu desejo é que crianças e adultos entendam que sentir saudade não é um problema a ser resolvido, mas um sentimento que precisa ser ouvido, nomeado e acolhido", afirma. Além da narrativa, Quando a saudade aperta oferece recursos práticos para fortalecer os laços familiares nos momentos de ausência. Entre as sugestões estão respirar junto, criar um "calendário do coração" para contar os dias até o próximo encontro e montar uma caixa de lembranças com fotos, bilhetes e pequenos objetos cheios de significado. A obra também traz uma "Carta às Famílias", com orientações sobre validação emocional e formas de reconhecer quando a criança pode precisar de mais apoio. Mais do que uma história infantil, o livro se torna um instrumento para aproximar pais, mães, avós, educadores e crianças em torno de um sentimento universal. Ao mostrar que a saudade existe porque houve amor, a obra oferece conforto para quem vive mudanças, perdas ou novos formatos familiares e lembra que o afeto continua encontrando caminhos, mesmo na distância. Publicado pelo selo infantil Asinha, da editora Ases da Literatura, Quando a saudade aperta já está disponível na loja oficial da autora, marinamarquez.com.br, e nas principais livrarias on-line. Lançamento Quando a saudade aperta Data: 25.07 (sábado) Hora: a partir das 9h30 Local: Constantina Café - 408 sul

  • Grupo Piselli celebra 22 anos e reforça trajetória em Brasília com clássicos que atravessam gerações

    Cinco anos depois de desembarcar em Brasília, o Piselli celebra a consolidação da unidade na capital federal em um momento especialmente simbólico para a marca. Enquanto o restaurante conquista uma clientela fiel e mantém vivos os clássicos que ajudaram a construir sua identidade, o Grupo Piselli comemora 22 anos de história e inaugura um novo capítulo ao firmar uma parceria inédita com o Identità Golose Milano, uma das mais importantes instituições da gastronomia italiana contemporânea. Ao longo desses anos, o Piselli Brasília tornou-se um dos principais endereços da gastronomia italiana da cidade, conquistando uma clientela fiel sem abrir mão da essência que acompanha a marca desde sua origem: tradição, hospitalidade e respeito às receitas que atravessam gerações. E essa história também é contada pelo cardápio, pois em um cenário em que os restaurantes renovam constantemente suas criações, o Piselli preserva clássicos que ajudaram a construir sua identidade e segue entre os favoritos dos clientes brasilienses. É o caso do Ravioli de brie e pera al miele e tartufo, do tradicional Brasato alla Piemontese, da Bresaola e do Tiramisù Piselli, pratos que traduzem a filosofia construída pelo restaurateur Juscelino Pereira desde a inauguração da primeira casa, que objetiva oferecer uma experiência italiana autêntica, baseada em técnica, sofisticação e ingredientes de excelência. As comemorações dos 22 anos do grupo ganham um significado ainda maior com a parceria inédita firmada com o Identità Golose Milano, uma das mais prestigiadas instituições da gastronomia italiana contemporânea. A iniciativa traz, pela primeira vez ao Brasil, o chef residente da instituição, Edoardo Traverso para uma série de jantares especiais na unidade dos Jardins, em São Paulo, e simboliza o reconhecimento internacional da trajetória construída pelo Piselli ao longo de mais de duas décadas. Mais do que um evento, a colaboração reforça o posicionamento do Grupo Piselli como uma das principais referências da gastronomia italiana no país e valoriza a história construída por todas as suas unidades, incluindo Brasília que, em apenas cinco anos, conquistou espaço entre os destinos gastronômicos mais prestigiados da capital do país. "Celebrar ao lado do Identità Golose Milano tem um significado muito especial para mim. É o reconhecimento de uma trajetória construída com respeito à cultura italiana e um passo importante para aproximar o público brasileiro de uma das instituições mais relevantes da gastronomia. Essa parceria traduz exatamente o futuro que imaginamos para o Piselli: preservar nossas raízes enquanto seguimos conectados ao que há de mais inspirador na cozinha italiana. E receber Edoardo Traverso deixa a comemoração mais simbólica porque estamos felizes em abrir as portas da nossa casa para um talento da nova geração e ainda proporcionar aos nossos clientes e amigos uma vivência tão exclusiva”, ressalta Juscelino Pereira. Sobre o Piselli Referência na culinária italiana, o Piselli se destaca por unir tradição e criatividade em um menu que valoriza ingredientes frescos, sazonais e técnicas refinadas, sempre com forte inspiração nas diferentes regiões da Itália. O restaurante apresenta massas artesanais, risotos e receitas autorais que equilibram autenticidade e inovação, sempre com execução cuidadosa e apresentação elegante. Com ambiente acolhedor e elegante, se consolidou como um dos destinos mais prestigiados da capital. Com operações em pontos estratégicos na cidade de São Paulo — Piselli Jardins, Piselli Sud Iguatemi, Piselli Boa Vista e Campinas, além de uma unidade em Brasília -- a marca se consolida como referência para quem busca uma experiência autêntica e sofisticada em gastronomia italiana. A unidade Piselli Jardins integra o Guia Michelin, mantendo sua presença na seleção de restaurantes recomendados em São Paulo. Desde a estreia do guia no Brasil, em 2015, a casa figura de forma consistente entre as indicações dos inspetores, consolidando sua trajetória como referência da culinária italiana no bairro dos Jardins. Unidades:Brasília – Shopping Iguatemi São Paulo – Jardins, SUD Shopping Iguatemi, Boa Vista Campinas- Shopping Iguatemi Mais Informações: https://www.restaurante.piselli.com.br/

  • Haná conecta tradição japonesa e sabores brasileiros na 34ª edição do Brasília Restaurant Week

    Tradição japonesa, ingredientes presentes na mesa brasileira e uma combinação de referências que atravessam culturas. É com essa proposta que o Haná participa de mais uma edição do Brasília Restaurant Week, que acontece de 30 de julho a 30 de agosto, com menus especiais de três etapas por R$73,90 no almoço e R$94,90 no jantar. Em sua 34ª edição, o festival traz como tema “Brasil de Norte a Sul: Uma celebração dos sabores que nascem da nossa terra”, convidando os restaurantes participantes a explorar a diversidade gastronômica do país e as diferentes influências que ajudam a construir a identidade da cozinha brasileira. Mesmo com raízes na tradição japonesa, o Haná encontra pontos de conexão com o tema desta edição ao reunir uma cozinha construída a partir do encontro de culturas. Peixes, frutos do mar e camarões, ingredientes presentes em diferentes regiões e tradições gastronômicas brasileiras, dividem espaço com técnicas e preparos orientais, enquanto sabores já incorporados ao paladar nacional ajudam a traduzir essa mistura. Do sushi e do niguiri ao camarão, passando pelo pudim, doce de leite e tempurá de sorvete, o menu mostra como diferentes referências podem se encontrar à mesa, em sintonia com uma edição que celebra a diversidade de sabores do Brasil. Com 24 anos de história em Brasília, a casa construiu sua trajetória apostando em um cardápio que vai além dos sushis e sashimis. O mix da casa inclui combinados, niguiris, gyozas, shimeji, yakissoba, teppan yaki e diferentes preparações com peixes e frutos do mar, oferecendo ao público uma experiência que transita entre clássicos da culinária japonesa e sabores adaptados ao gosto brasileiro. “Participar do Restaurant Week é sempre uma oportunidade de mostrar a diversidade do nosso cardápio e apresentar o Haná para novos públicos. Nesta edição, o tema conversa de uma forma muito interessante com a nossa proposta, porque a gastronomia japonesa no Brasil também foi construída a partir de encontros, adaptações e novas combinações de sabores”, destaca Leonardo Kammoun, proprietário do Haná. Menu Almoço No menu de almoço, oferecido por R$73,90, a experiência começa com a escolha entre dois Gyozas ou dois Camarões Imperiais. Na etapa principal, o cliente pode optar pelo Combo de Sushi Tradicional, com 10 unidades; Combo de Sushi da Casa, também com 10 unidades; ou Niguiri Haná Maçaricado, com 10 unidades. Para finalizar, entram em cena sabores bastante familiares ao paladar brasileiro: uma fatia de Pudim ou dois Rolinhos de Doce de Leite. Menu Jantar À noite, o menu de três etapas custa R$94,90 e começa com uma porção de Shimeji ou duas unidades de Trouxinhas de Camarão. Entre os pratos principais, as opções são o Combo Hanazinho, com 12 peças (seis sushis e seis sashimis); Yakissoba de Camarão; ou Teppan Yaki de Frango. Na sobremesa, o cliente pode escolher entre uma fatia de Torta Mousse ou uma bola de Tempurá de Sorvete, combinação que encerra o menu reforçando o encontro entre referências distintas que marcam a proposta da casa nesta edição. A participação no festival também coincide com uma nova fase do Haná. O restaurante passou recentemente por uma repaginação, com ambiente mais aconchegante e contemporâneo, mantendo a tradição construída ao longo de mais de duas décadas na capital. Ao participar mais uma vez da Brasília Restaurant Week, o Haná aposta justamente nessa capacidade de unir tradição e novas referências para mostrar que, à mesa, culturas diferentes também podem se encontrar, dialogar e criar novas experiências. Serviço Haná na 34ª Brasília Restaurant Week Período: 30 de julho a 30 de agosto de 2026 Menu almoço: R$ 73,90 por pessoa Menu jantar: R$ 94,90 por pessoa Inclui: entrada, prato principal e sobremesa Endereço: SCLS 408 Bloco B Loja 35 – Asa Sul Telefone: (61) 3244-9999 Horário de funcionamento do restaurante: sexta-feira das 12h às 15h/ Sábados e domingos das 12h às 16h / Jantar: De domingo a quinta-feira das 18h30 às 23h Instagram: @hanajapones

  • Produção histórica do azeite brasileiro

    Em um momento decisivo para a olivicultura brasileira, a chef de cozinha, azeitóloga e sommelier de azeites diplomada internacionalmente pelo Istituto Irvea na Itália, Leninha Camargo desembarca no Rio Grande do Sul para acompanhar de perto a safra de 2026 — um ciclo que já desponta como um dos mais expressivos da história do setor no país. Integrando-se ao processo de colheita, a chef participa diretamente da extração de toneladas de azeitonas, volume que deve resultar em cerca de um milhão de litros de azeite extravirgem. A jornada integra a produção de seu novo livro autoral sobre azeites, reunindo registros inéditos feitos diretamente nos olivais brasileiros — com imagens reais da colheita, dos processos produtivos e dos bastidores de uma cadeia que começa a ganhar protagonismo no cenário internacional. Fazenda Batalha: escala, visão e o reposicionamento do azeite brasileiro. Entre os nove olivais visitados, um nome se impõe como símbolo de transformação do setor: a Fazenda Batalha. Sob a liderança do empresário Luiz Eduardo Batalha, o projeto vai além de uma grande propriedade agrícola — representa uma visão estruturada de longo prazo para a olivicultura no Brasil. Com cerca de 500 hectares cultivados, a fazenda integra escala produtiva, tecnologia e gestão de qualidade. Em 2026, a expectativa é de aproximadamente 2 milhões de kg de azeitonas, com potencial de produção de 260 mil litros de azeite extravirgem — um volume que redefine os parâmetros da produção nacional. A Fazenda Batalha se destaca ainda pelo investimento em variedades adaptadas ao terroir gaúcho, manejo técnico rigoroso e controle preciso entre colheita e extração — fatores determinantes para a excelência sensorial do azeite. Mais do que produzir em grande escala, o projeto contribui diretamente para a profissionalização da cadeia produtiva, elevando o padrão do azeite brasileiro e reposicionando o país como um player relevante no mercado global. “A Fazenda Batalha não impressiona apenas pelo tamanho, mas pela clareza de visão. Existe um entendimento profundo de que qualidade não é acidente — é construção. E isso muda completamente o lugar do azeite brasileiro no mundo.” — Leninha Camargo Lagar H: engenharia de precisão e o novo padrão tecnológico do azeite brasileiro Se no campo a excelência começa, é no processamento que ela se consolida — e é exatamente nesse ponto que o Lagar H se posiciona como um dos protagonistas da nova geração da olivicultura nacional. Muito além de uma unidade de extração, o Lagar H opera como um verdadeiro centro de engenharia aplicada ao azeite. Sua estrutura incorpora tecnologia de última geração, com sistemas contínuos que permitem controle absoluto sobre variáveis críticas como tempo, temperatura e oxidação — fatores que impactam diretamente na preservação dos compostos fenólicos e aromáticos. O resultado é um azeite mais estável, mais complexo e com maior expressão sensorial. Outro diferencial está na lógica operacional: a integração entre produtores e lagar permite que o tempo entre colheita e moagem seja drasticamente reduzido — uma das premissas mais importantes para a produção de azeites de alta qualidade. Mas o avanço não é apenas tecnológico. O Lagar H também se destaca por seu compromisso com sustentabilidade e eficiência produtiva, investindo em práticas como: reaproveitamento de subprodutos da extração gestão inteligente de resíduos otimização no uso de água e energia Esse conjunto posiciona o lagar não apenas como prestador de serviço, mas como agente ativo na evolução do padrão produtivo brasileiro. “O lagar é onde o azeite realmente nasce. E no Lagar H existe um nível de precisão que muda tudo — tempo, temperatura, cuidado com o fruto. Aqui, tecnologia não é excesso, é respeito à matéria-prima. É isso que transforma uma boa azeitona em um grande azeite.” — Leninha Camargo Prosperato: origem, consistência e a construção de uma identidade para o azeite brasileiro Entre os nomes que ajudam a estruturar a identidade do azeite nacional, a Prosperato ocupa um papel estratégico. Com raízes na Campanha Gaúcha, a marca nasce a partir de um movimento pioneiro de implantação de olivais no sul do país e rapidamente se consolida como uma das referências na produção brasileira. Mais do que volume, a Prosperato construiu sua reputação a partir de uma lógica que conecta campo, lagar e linguagem sensorial. Seus azeites são elaborados a partir de diferentes variedades — como Koroneiki, Picual, Arbequina e Frantoio — explorando o potencial do terroir brasileiro e traduzindo isso em perfis distintos de sabor. O domínio sobre o processo completo — do cultivo à extração — permite à marca trabalhar com precisão tanto em blends quanto em monovarietais, criando azeites que vão do perfil mais delicado e equilibrado aos mais intensos, com notas herbáceas, vegetais e especiarias bem definidas. Outro ponto relevante é sua atuação na evolução da linguagem do azeite no Brasil, aproximando o consumidor de uma leitura mais contemporânea do produto — baseada em frescor, complexidade e experiência sensorial. “A Prosperato representa consistência. Existe um domínio claro de linguagem — não é só produzir azeite, é construir identidade. E isso é o que sustenta um mercado no longo prazo.” — Leninha Camargo Do campo à narrativa: um novo capítulo da gastronomia brasileira Mais do que acompanhar uma safra histórica, a presença da Azeitóloga Leninha Camargo no sul do país reforça um movimento crescente dentro da gastronomia contemporânea: a valorização da origem. Ao documentar o processo desde o campo, a chef constrói uma narrativa que conecta território, produção, cultura e negócio — ampliando o olhar sobre o azeite brasileiro e seu potencial no cenário global. O livro em desenvolvimento com a chancela da Editora SENAC, promete não apenas registrar a evolução do setor, mas também contribuir para educar o mercado e consolidar o azeite brasileiro como um produto de identidade, qualidade e expressão. Experiência, acesso e conexão com o consumidor Ao final da imersão, Leninha Camargo reforça que o avanço do azeite brasileiro também passa pela aproximação com o público. “Hoje, todos os azeites citados podem ser adquiridos diretamente nos sites dos produtores, o que facilita o acesso do consumidor a produtos frescos e de origem. E é exatamente nesse ponto que entra o meu trabalho: traduzir esse universo.” A chef também destaca sua atuação à frente da Olive Oil Experience, uma vivência sensorial criada para aprofundar o conhecimento sobre o azeite extravirgem. “Eu desenvolvi a Olive Oil Experience como uma experiência sensorial completa, com análise gusto-olfativa, onde ensino técnicas de degustação e harmonização do azeite extravirgem. Porque quando você entende o azeite… você nunca mais consome da mesma forma.” Serviço: https://cozinhadenegocioshub.com/ https://azeitebatalha.com.br https://www.lagarh.com/ https://emporio.prosperato.com.br/ (61) 99989.7000

  • Henry & Klauss apresentam espetáculo gratuito no Venâncio Shopping e unem magia à solidariedade nas férias

    As férias escolares ganham um toque de magia e solidariedade no Venâncio Shopping. Nos dias 28 (terça) e 29 (quarta), sempre às 20h, o público poderá assistir gratuitamente ao espetáculo dos ilusionistas Henry & Klauss, considerados os maiores nomes do ilusionismo da América Latina. A entrada será garantida mediante retirada antecipada de ingresso pelo Sympla e a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições sociais. Cada apresentação terá capacidade para 200 pessoas. A iniciativa, que conta com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, une entretenimento de alto nível e impacto social em uma programação voltada para toda a família. No palco, a dupla apresenta ilusões, efeitos visuais e tecnologia de ponta em um formato especialmente adaptado para o shopping, proporcionando uma experiência imersiva e acessível ao público. Mais do que desafiar a lógica, a programação reforça o propósito do Férias Solidárias: mostrar que cultura, diversão e responsabilidade social podem compartilhar o mesmo palco. Enquanto o público se encanta com o impossível, cada ingresso também se transforma em um gesto de solidariedade para quem mais precisa. Para a gerente de marketing do Venâncio Shopping, Rosângela Castro, o Férias Solidárias reforça um compromisso permanente do empreendimento com a comunidade. “Buscamos desenvolver uma programação que gere valor para as pessoas..Ações solidárias fazem parte da atuação do Venâncio há quase 50 anos, nesta edição, conseguimos unir um espetáculo de reconhecimento internacional a uma mobilização em benefício de instituições sociais, ampliando o alcance dessa corrente do bem.", explica Castro. Os brasileiros que levaram a magia ao cenário mundial Naturais de Belo Horizonte, Henry & Klauss se conheceram ainda crianças, em uma loja de mágicas, e oficializaram a parceria em 2009. Hoje, são reconhecidos internacionalmente como expoentes do chamado Novo Ilusionismo, linguagem que combina inovação, tecnologia, efeitos especiais e narrativa para transformar a magia em um grande espetáculo. Com mais de 2,5 milhões de espectadores em apresentações realizadas em mais de 20 países, a dupla acumula importantes conquistas. Foram os primeiros brasileiros a se apresentar no America's Got Talent, da NBC, protagonizaram um especial no Disney+, conquistaram três recordes homologados pelo Guinness World Records e receberam o tradicional Les Mandrake d'Or, considerado uma das maiores honrarias do ilusionismo mundial, concedido no Casino de Paris — feito inédito para artistas brasileiros. Em 2024, também foram incluídos pela Forbes na lista "Top 10 Illusionists Redefining Magic". Recentemente, Henry & Klauss esgotaram as sessões do espetáculo Illusion Show nos tradicionais Coliseu Porto Ageas, no Porto, e Coliseu dos Recreios. Mais informações sobre a atuação e os projetos da dupla podem ser canais digitais do dupla: https://henryeklauss.com.br/. Vídeos: https://www.youtube.com/@HenryeKlauss Sobre o Venâncio Shopping No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Oliver Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão, Outback Steakhouse e Starbucks. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: Procon, Na Hora Empresarial, Polícia Federal, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros. Serviço Férias Solidárias – Henry & Klauss Data: 28/07 (terça) e 29/07 (quarta), sempre às 20h Local: Venâncio Shopping - Varanda Cultural Ingressos: Gratuitos, mediante retirada antecipada no Sympla e doação de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento. 1kg de alimento não perecível = 1 ingresso Capacidade: 200 pessoas por sessão. Venâncio Shopping SCS Quadra 8 – Asa Sul Informações: (61) 3208-2000 Site: www.venancioshopping.com.br Instagram: @venancioshopping

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