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  • Evento gratuito: pernambucana Emily Bandeira lança "Quase dá para chamar de dança" na Circulares Livros, em Brasília (DF), neste sábado (30)

    A escritora, tradutora e intérprete pernambucana radicada em Brasília Emily Bandeira lança, neste sábado, 30 de maio, em Brasília (DF), “Quase dá para chamar de dança”, obra publicada pela editora Andrômeda. O evento será na Circulares Livros (714/715 Norte, Bloco H), às 16h30, com participação do Duo Contraste. Com orelha assinada por Ingrid Leandro e prefácio escrito por Pollyana Azevedo, a obra é o resultado de um processo incomum: a releitura cronológica de todos os seus cadernos pessoais, escritos entre os 10 e os 29 anos. “Essa foi a primeira vez em que me propus um exercício no qual pude acompanhar com atenção e cuidado alguns dos contextos da vida, mas principalmente pude acompanhar minha própria escrita”, conta Emily. O projeto começou na véspera de seu aniversário de 29 anos, em uma quitinete na Asa Norte, em Brasília. Debaixo de um céu cinzento, Emily abriu o baú da cama e resgatou caixas com cadernos antigos. A ideia inicial era simples: rastrear tudo o que havia escrito sobre o próprio escrever. “Senti uma curiosidade genuína”, diz. O que veio depois foram onze meses de imersão, entre lágrimas, risadas e a descoberta de que a escrita sempre foi, para ela, um modo de existir. O primeiro caderno da série data de 2005, quando Emily tinha 10 anos. Comprado na Livraria Cultura do Paço Alfândega, em Recife, trazia na capa uma menina gótica e o nome “Emily”. “ Mal podia acreditar em um caderno que já vinha com o meu nome escrito na capa. Fui feliz aquele dia.” Esse caderno, curiosamente, sobreviveu à infância justamente por ser vago. “Uma linguagem vaga o suficiente para sair a salvo, permanecer viva”, escreve a autora, referindo-se à falta de privacidade que enfrentou em sua infância. A violação de seus diários e cadernos, lidos escondidos pela madrasta, levou a autora, ainda menina, a desenvolver estratégias de proteção. Escrevia em códigos, alfabetos inventados e, mais tarde, em inglês. Até o dia em que sua madrasta apareceu com um dicionário na mão e um tapa estalado no rosto. O episódio, narrado sem autopiedade, é um dos pontos de virada de sua escrita. “Uma guerra cansada e triste entre uma menina de 12 anos trancada em uma casa sem qualquer significado de lar e uma mulher de seus 40 anos com suas complexidades mesquinhas.” Mesmo com a falta de privacidade, a escrita não parou. Emily usou um manual de instruções de um celular Nokia como caderno disfarçado, escrevendo em suas bordas e margens. “Imagina que teimosia de querer escrever. Que agonia e que beleza de insistência. Um amor desses justifica uma vida inteira.” Essa persistência é o fio condutor de “Quase dá para chamar de dança”, que mistura poesia, prosa e fragmentos de diário sem a pretensão de se enquadrar em gêneros rígidos. A curadoria final reúne escritos de 2005 a 2024, organizados em blocos. Ao longo das páginas, surgem avós, amores, dentes quebrados, plantas na laje, cafés em padarias do interior de Goiás e a presença constante da lua. “Poesia sobre o cotidiano e inquietações humanas. Crença no pequeno”, resume. Sobre a autora Emily Bandeira nasceu em Caruaru (PE) e mora em Brasília (DF). Antes de “Quase dá para chamar de dança”, publicou de forma independente as plaquetes “sardas” (2016), “cardápio de amar ou coisa assim” (2018) e “margília” (2019). Formada em Línguas Estrangeiras Aplicadas pela UnB, trabalha como tradutora e intérprete de inglês e espanhol. Foi ativista feminista antiproibicionista no coletivo do qual foi co-fundadora, Mulheres Cannábicas, e co-fundadora do festival de cinema Mostra Cinema Arruda. Em 2024, traduziu o livro “Hidrografia Doméstica”, do argentino Gonzalo Castro. “O sonho de Emily é descobrir como viver de caderno”, diz sua biografia oficial. Acesse: www.emilybandeira.com FICHA CATALOGRÁFICA Título: Quase dá para chamar de dança Autora: Emily Bandeira Gênero: Poesia / Prosa de diário Editora: Andrômeda ISBN: 978-65-84447-03-5 Número de páginas: 240 Ano de publicação: 2026 Lançamento Data: 30 de maio Horário: 16h30 Local: Circulares Livros (714/715 Norte, Bloco H) – Brasília/DF Entrada: Gratuita

  • Montreal Viagens entra para o ranking das Melhores Empresas para Trabalhar no Centro-Oeste pelo GPTW com 99% de aprovação

    A Montreal Viagens acaba de conquistar um marco histórico em sua trajetória de cultura organizacional. A empresa, pioneira e especialista no modelo de clube de hospedagem por assinatura, foi oficialmente anunciada como uma das integrantes do prestigiado ranking das Melhores Empresas para Trabalhar (Great Place to Work - GPTW) do Centro-Oeste, na categoria médias empresas. A conquista celebra o terceiro ano consecutivo de certificação da companhia, mas marca a sua estreia inédita na lista seleta das empresas premiadas na região. O funil para integrar o grupo das melhores foi altamente competitivo: de 264 empresas que aplicaram para o processo no Centro-Oeste, apenas 72 conseguiram uma vaga no ranking geral. A presença da Montreal nesse grupo de destaque é chancelada por um indicador contundente divulgado pelo próprio instituto: 99% dos colaboradores da Montreal Viagens afirmam que a empresa é um excelente lugar para trabalhar. O índice ganha ainda mais relevância quando comparado com o cenário nacional, ficando muito acima da nota média de 66% registrada pelas empresas não certificadas em 2024. Para a CEO da Montreal Viagens, Fabiana Castro, figurar entre as melhores empresas da região valida o amadurecimento institucional e a força de uma liderança que une alta performance e humanização. “Estar entre as Melhores Empresas para Trabalhar do Centro-Oeste é mais uma comprovação da nossa busca incessante pela excelência. Fechamos o ano passado celebrando o Prêmio Reclame Aqui na categoria de Clube de Férias, o que validou a nossa qualidade externa e o respeito ao consumidor. Agora, este reconhecimento do GPTW coroa a nossa cultura interna. É o cuidado genuíno com aqueles que estão dentro da empresa que transborda para a excelência que estamos mostrando ao mercado”, afirma Fabiana Castro. “Esse reconhecimento reforça que é possível crescer de forma sólida, inovadora e sustentável sem abrir mão das pessoas, que são o coração da nossa empresa”, completa a presidente. O resultado expressivo na auditoria do GPTW e a entrada no ranking regional são frutos de investimentos contínuos em processos internos, escuta ativa e clima organizacional liderados pela área de Gestão de Pessoas. “Este reconhecimento consolida a reputação de excelência da Montreal no mercado de turismo e hospitalidade nacional e nos posiciona como uma das marcas mais atrativas para a retenção e atração de talentos no país”, celebra Juliana Pereira, coordenadora de Recursos Humanos (RH) da Montreal Viagens. Serviço Montreal Viagens Instagram: https://www.instagram.com/viagensmontreal/ Site: https://www.viagensmontreal.com/

  • Ministério da Cultura e Grupo Bali apresentam o espetáculo “Livro-me” na Mostra Teatral de Brasília

    Brasília recebe, no dia 6 de junho (sábado), às 20h, o aclamado espetáculo solo “Livro-me”, com o ator, diretor, escritor e comediante Fábio Lins. A apresentação integra a programação da Mostra Teatral de Brasília, no Teatro Brasília Shopping, e celebra duas décadas de trajetória do artista, que compartilha com o público sua grande paixão: os livros. Com mais de 3.100 espectadores e 62 apresentações realizadas no Brasil e em Portugal, “Livro-me” é um convite afetivo e poético ao universo da leitura. O espetáculo já passou por festivais literários, centros culturais, bibliotecas e teatros, incluindo a Festa Literária da Biblioteca Pública do Paraná, a Caixa Cultural de Curitiba, o Sesc Paraná, e uma bem-sucedida circulação internacional por Serpa, Beja e Lisboa, em Portugal. Sinopse Em “Livro-me”, o público acompanha a trajetória de Dalton, um jovem perdido em seus sentimentos, salvo de um linchamento por um livro. Seu salvador, Haroldo, apresenta o universo das letras ao rapaz, e sua antiga biblioteca se torna um refúgio. Por meio das palavras lidas, Dalton revisita memórias marcantes da infância – como a morte de sua cachorra e as atitudes de seu pai – e encontra nos livros a chave para transitar entre a juventude e a maturidade, ressignificando sua própria história. A peça mostra, de forma lúdica, a origem da escrita e o nascimento do livro, proporcionando um primeiro contato com autores brasileiros e estrangeiros de diversos períodos. Mais de 131 escritores são citados, entre eles: Jorge Amado, Jorge Luis Borges, Carl Sagan, Cecília Meireles, Manoel de Barros, Eduardo Galeano, Marcia Tiburi, Leda Cartum, José Saramago e Millôr Fernandes. Linguagens e diversidade teatral O solo reúne uma diversidade de linguagens: teatro de sombras, teatro de máscaras, mímica, comédia, música e poesia slam, conduzindo os espectadores em uma jornada envolvente e poética. “Livro-me” é, nas palavras do próprio artista, “uma cutucada em leitores não ativos e um lembrete do grande privilégio que é saber ler”. Sobre Fábio Lins Com 26 anos de carreira como ator e 20 como escritor, Fábio Lins já atuou em seis países e quatro festivais internacionais (Holanda, Angola, Portugal, Moçambique, Argentina e Colômbia). Foi premiado como melhor ator no Festival Nacional Curta Teatro Sesi e como melhor roteiro de curta-metragem pelo programa Melhores em Cena (RPC). Tem dois livros publicados e, como professor e diretor de teatro, formou mais de 1.200 estudantes. Também é comediante e fundador do Espaço da Comédia e da Escola da Comédia, com projetos de inclusão e desenvolvimento pessoal. Sobre a Mostra Teatral de Brasília A Mostra Teatral de Brasília é produzida pela Estrella Cultura e Arte e traz uma programação diversificada no Teatro Brasília Shopping, com espetáculos adultos, infantis e juvenis. Com curadoria cuidadosa e ações de democratização cultural – incluindo ingressos gratuitos e acessíveis –, a iniciativa valoriza a arte, a formação de plateia e o impacto econômico, graças ao apoio essencial da Lei Rouanet. Ficha técnica: Concepção, roteiro e atuação: Fábio Lins Trilha sonora original: Edith de Camargo Serviço Espetáculo: Livro-me, com Fábio Lins (www.youtube.com/watch?v=Eevj_zWa0xc) Local: Teatro Brasília Shopping (SCN, Q. 5, Bl. A – Térreo) Data: 6 de junho (sábado), às 20h e às 21h30 Ingressos: R$ 40 (inteira); e R$ 20 (meia), ingresso popular (20% da lotação); e R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia), o restante Bilheteria: https://www.sympla.com.br/livro-me-por-fbio-lins-na-mostra-teatral-de-braslia__3435566 Duração: 60 minutos Classificação indicativa: 12 anos Realização: Apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali, via Lei Rouanet, com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping.

  • Nilva Souza celebra aniversário de 55 anos com SarauVersário e relançamento literário na Biblioteca Demonstrativa

    A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles, em Brasília, recebe no dia 5 de junho, às 19h, o “Arraiá Poético”, evento que marcará o relançamento do livro Pequenez, da poeta e produtora cultural Nilva Souza. A celebração também integra o aniversário de 55 anos da autora, em uma programação que promete reunir literatura, música, afeto e participação do público em uma noite dedicada à poesia. A obra, composta por poemetos, nasceu da busca da autora pela “poética da síntese” e pela contemplação da beleza presente nas pequenas experiências da vida cotidiana. O relançamento será celebrado em formato de “SarauVersário”, unindo sarau literário e confraternização em torno da trajetória pessoal e artística de Nilva Souza. Durante o encontro, o público poderá adquirir exemplares do livro, participar do microfone aberto para declamações poéticas e compartilhar homenagens à escritora. A proposta do evento é transformar a noite em um espaço coletivo de expressão artística, encontros e celebração da literatura brasiliense. Natural de Jaraguá (GO), Nilva Souza atua como poeta, produtora cultural, psicanalista, microempresária e compositora. É gestora do Coletivo Celeiro Literário Brasiliense e integra o Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, academias literárias e o movimento Mulherio das Letras DF. Em 2026, foi vencedora do Prêmio Ler é Legal, concedido pelo MODFT. Autora de quatro obras de poemas, Nilva também é coautora de Cartas Poéticas, em parceria com o professor Filemon Félix. Atualmente, dedica-se à produção do livro Cadê a Maria Que Estava Aqui?. Mãe de Sarah e Waguinho, costuma afirmar que seus poemas mais belos são os filhos. O “Arraiá Poético” será realizado na Biblioteca Demonstrativa, localizada na EQS 506/507, W3 Sul, em Brasília. A entrada é gratuita. Para participar e ficar por dentro da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram, Facebook e YouTube. Sobre a programação cultural da BDB A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023, celebrado entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil. Fundada em 1970 e localizada em Brasília, Distrito Federal, essa instituição tem caráter público federal. Com a missão de ser uma biblioteca experimental que promove novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, buscando sempre estar na vanguarda. Além disso, ela desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à leitura, na formação de novos leitores, na promoção da literatura brasileira e na contribuição para o aprimoramento dos profissionais que atuam em todo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.

  • Exposição MAB: Você está Aqui encerra temporada com evento voltado à acessibilidade

    Mais do que propor uma reflexão sobre a relação com o espaço, a exposição "MAB: Você está Aqui" encerra a temporada consolidando um legado que vai muito além das paredes do museu: a democratização do acesso à arte. Nesta sexta-feira (29/05), a partir das 15h30, a mostra promove um evento especial focado em acessibilidade, inclusão e inovação tecnológica, no Museu de Arte de Brasília. A programação é uma celebração aberta, tátil e coletiva. O ato final do projeto vai trazer um panorama dos recursos desenvolvidos para a mostra, unindo pesquisadores, estudantes, especialistas e o público em um debate essencial sobre como a arte pode (e deve) ser sentida por todos. Arte para tocar Um dos grandes destaques da tarde será a entrega simbólica de maquetes táteis ao programa educativo do MAB. Produzidas em parceria com o Laboratório de Prototipagem, Inovação e Sistemas da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (LAPIS/UnB), essas peças foram desenhadas para que pessoas com deficiência visual possam compreender e vivenciar a volumetria do museu e as principais modificações sofridas pelo edifício ao longo de mais de 60 anos. A partir de agora, elas passam a integrar o acervo permanente de mediação do museu. "A exposição cumpre seu papel de nos fazer pensar onde estamos, mas o encerramento foca em como expandir esses horizontes, tornando a experiência artística inclusiva de verdade. A experiência do projeto MAB: Você Está Aqui celebra os encontros, as trocas e os caminhos que aproximam pesquisa, arquitetura, acessibilidade e público", pontua Maíra Guimarães, idealizadora da mostra. Debate e tecnologia assistiva A programação de encerramento da iniciativa MAB: Você Está Aqui conta com uma roda de conversa mediada por Maíra Guimarães, que vai cruzar as fronteiras da acessibilidade, pesquisa acadêmica, arquitetura expositiva e mediação cultural. O debate terá a presença dos professores Ana Abreu (FCI/UnB), Luciana Portela (FCI/UnB) e Renan Balzani (FAU/UnB), além de estudantes do Projeto de Extensão "Exposição Online do MAB". Para trazer a perspectiva prática e de vivência, participam também a audiodescritora Dayse Hansa, o pedagogo Fernando Rodrigues, cego desde a infância, e membros do Instituto de Promoção das Pessoas com Deficiência Visual. Durante toda a tarde, o público também poderá conferir os recursos de audiodescrição e conteúdos digitais complementares criados especialmente para a mostra. Para fechar o evento, o LAPIS/UnB fará uma demonstração ao vivo de bengalas inteligentes desenvolvidas pelo laboratório, que prometem revolucionar a mobilidade e a autonomia de pessoas cegas ou com baixa visão em espaços culturais e urbanos. Sobre Aberta ao público desde 24 de março, a mostra "MAB: Você Está Aqui" conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e é resultado de uma década de pesquisa da arquiteta Maíra Oliveira Guimarães. A exposição funciona como uma "biografia visual" da instituição, expondo as lacunas, os silêncios, as interrupções e os recomeços de um museu que chegou a ficar décadas de portas fechadas. SERVIÇO:Exposição: MAB: Você Está AquiQuando: de 24 de março a 01 de junho de 2026Visitação: de quarta a sexta-feira, das 10 às 18hOnde: Museu de Arte de Brasília – MAB - SHTN Trecho 1, projeto Orla Polo 02Quanto: Entrada gratuita Evento: Encerramento da Exposição "MAB: Você está Aqui"Quando: Sexta-feira, 29 de maio, às 15h30

  • Após reunir mais de 500 mil pessoas, Raphaela Santos lança álbum completo “Ao Vivo na Paraíba” e destaca a inédita “Oh Se Eu Quisesse”, em parceria co

    Gravado diante de mais de meio milhão de pessoas na orla de João Pessoa, o projeto “Ao Vivo na Paraíba” é um marco na trajetória da cantora Raphaela Santos, nome consolidado do brega que desponta como uma das artistas mais ouvidas da música nordestina atual. O trabalho, que acumula mais de 20 milhões de streams e conta com as participações de Ludmilla, Diego & Victor Hugo, Di Propósito e Aldair Playboy, agora fica completo com o lançamento de todas as 11 faixas, nesta quinta (28), nas plataformas digitais. O destaque fica por conta da inédita “Oh Se Eu Quisesse”, parceria com a dupla Diego & Victor Hugo. Com uma letra sofrida, sobre verdades não compartilhadas em um relacionamento que terminou, a música ganha força na interpretação das três vozes, que unem timbres potentes na sonoridade do brega com o sertanejo. O vídeo da canção, extraído da gravação do projeto ao vivo, fica disponível nesta sexta (29), no YouTube. “Rapha, nossa Favorita, queremos te desejar ainda mais sucesso nesse DVD. Estamos felizes demais com essa música e temos certeza que será muito bem recebida pelo público. Os Tubarões e Rapha Favorita, estamos juntos!”, compartilham Diego e Victor Hugo. Marcando um novo e emocionante capítulo da carreira de Raphaela Santos, o projeto que reuniu mais de meio milhão de pessoas à beira-mar reforça a dimensão popular da artista e sua conexão direta com o público. Entre os destaques do DVD, estão “Impossível”, com Ludmilla, trazendo a união e a potência de dois destaques femininos da música brasileira na junção do pop com o brega; a emocional “Cartomante”; uma nova leitura de “Sem a Roupa de Ir”, em parceria com o grupo de pagode Di Propósito; “Seu Fã”, com Aldair Playboy; a versão em brega do sucesso “Meio Termo”, de Luan Santana, que é sucesso na Internet e nos shows da artista; uma nova versão ao vivo de “Rasga Minha Roupa”, clássica de seu repertório; entre outras. “Ao Vivo na Paraíba” entrega uma junção coesa de referências, sonoridades e parcerias que representam a versatilidade e a entrega artística de Raphaela Santos. O resultado é um projeto que conecta com o ouvinte do começo ao fim. Reconhecida como uma das vozes mais influentes do brega contemporâneo, Raphaela construiu sua carreira com autenticidade e potência vocal. Destacada artisticamente em Recife (PE), iniciou sua trajetória cantando na igreja e ganhou projeção nacional ainda adolescente ao integrar a banda A Favorita, antes de seguir carreira solo. Acumula sucessos como “Só Dá Tu”, versão em português de “I Got You”, da cantora Bebe Rexha, que alcançou repercussão internacional e foi cantada pela artista norte-americana no Rock in Rio em 2019; “Foi Logo Amor”, que voltou ao topo das plataformas digitais anos após seu lançamento, tornando-se fenômeno viral; “Rasga Minha Roupa”; “Quem é o Louco Entre Nós” e “Pense o Que Quiser de Mim”, em parceria com Wesley Safadão. Outro destaque de sua trajetória é o projeto “Chama no Bregão”, que ultrapassa 80 milhões de plays nas plataformas digitais e ganhará uma segunda edição ainda neste ano de 2026. Os números comprovam o título de fenômeno do brega: são 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 1 bilhão de streams nas plataformas digitais. Além de uma base sólida de mais de 5 milhões de seguidores em suas redes sociais. Fora das redes, Rapha percorre uma agenda de shows intensa e é presença confirmada nos maiores palcos do São João deste ano.

  • A Revolução dos Bichos é uma adaptação que suaviza a força do clássico de Orwell

    Por: Rodrigo Carvalho A nova adaptação de Animal Farm, intitulada A Revolução dos Bichos, tenta atualizar um dos maiores clássicos políticos da literatura para uma nova geração. E talvez esse seja justamente o maior problema do filme: na tentativa de modernizar e suavizar a obra, acaba perdendo parte da força, do peso e da crítica brutal que fizeram o livro de George Orwell atravessar décadas. Como alguém que leu o livro há algum tempo e guarda muito apreço pela obra original, fiquei curioso ao descobrir que a animação teria um elenco de voz tão forte, com nomes como Andy Serkis, Seth Rogen, Gaten Matarazzo, Steve Buscemi, Glenn Close e Laverne Cox. O elenco realmente entrega carisma aos personagens, mas nem isso consegue compensar algumas escolhas narrativas questionáveis. O começo do filme é apressado demais. A animação praticamente joga o espectador direto no conflito principal sem construir direito aquele sentimento de revolta crescente dos animais. No livro, a conquista da fazenda acontece de maneira mais gradual, mostrando aos poucos a união dos bichos contra os humanos. Aqui, em poucos minutos, tudo já explode e a revolução acontece quase instantaneamente. Falta desenvolvimento, tensão e preparação emocional. O roteiro de Nicholas Stoller também adiciona novos elementos para dar mais dinamismo à história e aproximá-la do público atual. A principal novidade é a vilã Freida Pilkington, uma magnata gananciosa interpretada por Glenn Close. A personagem funciona como uma releitura do Sr. Pilkington do livro original e cria alianças políticas com o porco ditador Napoleon, dublado por Seth Rogen. Outra mudança importante é Snowball, que agora se torna uma porca interpretada por Laverne Cox. Além disso, o filme introduz Lucky, um jovem porco vivido por Gaten Matarazzo, criado especialmente para a adaptação. Ele funciona como nossos olhos dentro da narrativa, acompanhando a corrupção moral do novo regime animal. Apesar de ser um recurso bastante comum em filmes familiares, a ideia funciona relativamente bem, principalmente para conectar o público jovem à trama. A essência da história continua lá: animais se rebelam contra o dono da fazenda e tentam construir uma sociedade igualitária, apenas para ver tudo ruir lentamente quando Napoleon assume o controle e começa a transformar os porcos exatamente naquilo que eles juravam combater. A crítica política segue presente, mas muito mais diluída. E talvez seja justamente aí que a adaptação mais decepcione. Algumas das cenas mais marcantes e perturbadoras do livro não recebem o impacto necessário. A alteração gradual dos mandamentos, os animais andando sobre duas patas e a transformação quase completa dos porcos em humanos deveriam causar desconforto e choque. No filme, tudo parece mais leve, mais rápido e menos ameaçador. O final também entrega claramente essa intenção de suavizar a obra. Enquanto o livro termina de maneira amarga, pesada e extremamente pessimista, a animação opta por um encerramento mais esperançoso, provavelmente para não assustar o público infantil. É compreensível comercialmente, mas artisticamente enfraquece a mensagem. No fim, A Revolução dos Bichos não é um desastre, mas também está longe de ser a adaptação definitiva da obra de Orwell. É um filme simples, às vezes divertido, com boas atuações de voz e algumas ideias interessantes, mas que nunca alcança a profundidade, a inteligência e o impacto do material original. Vale assistir por curiosidade. Mas vale muito mais a pena ler o livro. NOTA: 🐷🐷

  • Norū inaugura autêntico Izakaya com bar exclusivo e menu de robatas na brasa

    O Norū Sushi apresenta o seu mais novo projeto: um autêntico Izakaya. O espaço anexo foi projetado para oferecer uma imersão na cultura dos tradicionais botecos japoneses. A nova estrutura conta com um bar de coquetelaria exclusivo e uma operação focada em robatas (espetinhos nipônicos assados na brasa). O menu une insumos nobres a técnicas clássicas para harmonizar com a carta de bebidas. No cardápio de pratos quentes e petiscos, os destaques são a Lula Recheada com Shimeji Preto (R$ 68,81), servida sobre crisp Noru e molho tarê, e o Wabi Gyu (R$ 145,81), cortes suculentos de carne Angus selados na manteiga italiana com toque de wasabi. O menu de robatas traz opções que vão do Edamame na Grelha com Azeite Trufado (R$ 32,81) e Robata de Shitake com Flor de Sal (R$ 34,81) até os sofisticados Robata de Polvo ao Curry (R$ 112,81), o Oniguiri de King Crab na brasa (R$ 46,81) e o Tako Rice (R$ 83,81), tradicional bolinho de polvo com maionese Kewpie e katsuobushi. Para os vegetarianos, a casa oferece a Robata de Aspargos (R$ 32,81), o Queijo Coalho com Abobrinha e Mel Trufado (R$ 40,81), entre outros. O balcão de drinks do Izakaya é um dos pontos altos da nova experiência. Entre as criações exclusivas da casa estão o Moscow Izu (R$ 38,81), feito com sakê, xarope de gengibre, limão e inovadora espuma de wasabi, e o Yakuza (R$ 42,81), composto por sakê, lichia, cointreau, calda de lichia, flor de sal e cereja. Outras opções autorais incluem o Sakura (R$ 43,81), que leva Jack Fire, gin, limão, xarope de gengibre, purê de yuzu e tônica ginger, e o Cajuzen (R$ 36,81), misturando gin, caju, wasabi, purê de toranja e tônica ginger. A carta de clássicos também ganha força com o Aperol Spritz (R$ 39,81), o Boulevardier (R$ 39,81), o Negroni (R$ 38,81), o Fitzgerald (R$ 38,81) e o Johnnie Penicillin (R$ 37,81). A casa ainda oferece releituras de gin tônica, como o Gt Noru (R$ 42,81) com tônica ginger, zimbro, canela e laranja Bahia. O novo Norū Izakaya chega como o ponto de encontro perfeito para o happy hour em Brasília. A vibe descontraída do balcão convida o público a relaxar e desacelerar depois do expediente. É a combinação perfeita entre o frescor dos drinks autorais e o sabor marcante dos espetinhos que saem direto da brasa. O espaço une a alta gastronomia a um clima leve e informal, perfeito para o fim de tarde na Capital Federal. Norū Sushi WhatsApp: (61) 99554 0336Endereço: CLNW 10/11, Bloco B, Lojas 2 e 3, Cond. Stylo – NoroesteHorário de funcionamento: Segunda, das 18h às 23h. De terça a sábado, das 12h às 23h30. Domingo, das 12h às 23hInstagram: @norusushi

  • Brasília elege seus melhores botecos no Comida di Buteco 2026

    O sabor nordestino conquistou o paladar do público e dos jurados no Comida di Buteco 2026 no Distrito Federal. O grande vencedor desta edição foi o Cuscuz Restaurante, localizado no Taquari, que levou o primeiro lugar com o petisco “Chambaril Doce”, garantindo ao bar o título de melhor buteco de Brasília em 2026 e a vaga para representar a capital na próxima etapa nacional do concurso em julho. O anúncio aconteceu na noite deste domingo (25), durante a festa oficial de premiação realizada no Bosque Park Norte, reunindo participantes, organizadores, imprensa e apaixonados pela cultura dos botecos. Entre os 34 bares participantes, cinco casas foram eleitas como os grandes destaques desta edição: 1º lugar — Cuscuz Restaurante, no Taquari Petisco vencedor: Chambaril doce (Disco de massa de batata-doce, recheado com queijo cheddar, catupiry, agrião e chambaril desfiado, servido com molho especial de casa e geleia de morango e abacaxi); 2º lugar — 404 Brasas Bar & Espetaria, em Samambaia Norte Petisco vencedor: 3 Meninas (Massa de pastel aberta feita com alho-poró, recheada com funghi, finalizada com crispy de alho-poró. Acompanhada de pesto de salsa); 3º lugar — Quintal da Vila, na Vila Planalto Petisco vencedor: Flor do Quintal (Cestinha de couve-flor recheada com carne de lata e alho-poró. Acompanha vinagrete de cajazinho do cerrado e maionese de hortelã. 4º lugar — Embaixada do Piauí, na 313 Sul Petisco vencedor: Passaporte Piauiense (Pequenos pastéis de boteco recheados com diferentes partes do frango: coração, moela e peito desfiado com alho-poró e muçarela. Acompanhados de conserva de maxixe, pimenta-biquinho e maionese verde feita com agrião); 5º lugar — Palorama, em Sobradinho II Petisco vencedor: Males que vêm para o bem (Bolinho de rabada, legumes e verdura. Empanado com farinha crocante).À frente do Cuscuz Restaurante, Bruno Passos Correia celebrou emocionado a conquista e destacou a importância do festival para os pequenos negócios gastronômicos.“Esse concurso salvou meu restaurante. Eu estava à beira da falência quando participei pela primeira vez. Fiquei em segundo lugar, depois em quarto, no ano passado em sexto e agora chegamos ao primeiro lugar. É uma emoção que eu não consigo explicar”, afirmou.Segundo Bruno, o impacto dofestival vai muito além da premiação. Durante o período do concurso, o movimento do restaurante aumentou cerca de 50%, fortalecendo financeiramente o negócio e ampliando a visibilidade da casa.“É um concurso que ajuda muita gente, muitos bares e restaurantes que às vezes não estão bem, como aconteceu comigo. Hoje a casa está cada dia melhor”, completou.Criado para valorizar a cozinha raiz e os botecos familiares espalhados pelo país, o Comida di Buteco é um dos principais festivais gastronômicos do Brasil, movimentando bares, turismo e economia criativa em diversas cidades brasileiras. Em Brasília, o concurso já se tornou tradição ao revelar sabores, histórias e personagens que ajudam a construir a identidade gastronômica da capital.Confira a lista dos botecosparticipantes no site do evento, o comidadibuteco.com.br/. SERVIÇO: Premiação Comida di Buteco 2026(26/05) Patrocinadores em Brasília: Grupo Heineken com AMSTEL e FYS Santander/Getnet McCain Knorr Chandon Seara Apoiadores Institucionais: Germer Abrasel Neooh Promoção: Globo Bsb Redes: Facebook: /comidadibuteco Instagram: comidadibuteco Twitter: @comidadibuteco Site: www.comidadibuteco.com.br

  • 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis inspiram 33ª Expotchê

    A Expotchê chega à 33ª edição inspirada nos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, marco histórico, cultural e arquitetônico do Sul da América Latina. De 4 a 14 de junho, o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade abrigará um grande encontro da cultura gaúcha, reunindo música, dança, gastronomia, tradição, uma inédita mostra de filmes e até futebol em uma programação pensada para toda a família. Entre os destaques estão os shows da banda Nenhum de Nós, referência do rock gaúcho; do cantor Vitor Kley, um dos nomes mais populares da nova geração da música brasileira, e da Família Ortaça, importante representante da cultura missioneira gaúcha. Realizada pela Rome Eventos, a Expotchê evidencia a força e a diversidade da cultura do Sul do país, aproximando gerações em torno de um legado que também criou raízes no Distrito Federal. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site ou diretamente na bilheteria local. “Brasília tem um carinho genuíno com as tradições gaúchas, e a Expotchê se orgulha de fazer parte dessa aproximação há 33 anos. Ao longo desse período, o público passou a conhecer mais de perto os costumes, os sabores, a música e a identidade do povo sulista por meio das experiências proporcionadas pelo evento. Em um país com dimensões continentais como o Brasil, incentivar esse intercâmbio faz todo sentido para nós. A Expotchê vai muito além de uma exposição, pois desperta identificação, memória e admiração pela cultura gaúcha, inclusive em pessoas que nunca estiveram no Rio Grande do Sul”, afirma Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos. Uma das mais arrojadas dos últimos anos, a ambientação promete causar impacto. O estande da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul (Setur – RS) reproduzirá as ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, localizada em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, emblemático sítio arqueológico do período missioneiro, reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco. “A proposta é transportar o visitante para uma experiência imersiva, conectando passado e presente e contando um pouco dessa rica história através de ações especiais sobre o tema”, revela Leda Simone, diretora-executiva da Rome Eventos. Dança, música, arte circense, cinema e futebol! Para receber parte da programação artística, a 33ª Expotchê contará com três palcos (Principal, Tchê Bier e Churras Tchê) e uma sala de projeção audiovisual. Ao longo do evento, serão 54 apresentações, a maioria delas voltada a diferentes expressões da cultura gaúcha e regional. Além dos shows da Família Ortaça, Nenhum de Nós e Vitor Kley, a parte musical conta com nomes como Cristiano Quevedo (RS), Bernardo Fortes (RS), Maskavo (DF), Le Farfalle (RS), Coração Gaúcho (RS), Couro e Cordas (DF), Cancioneiros do Planalto (DF) e Peão Farrapo (DF). As danças tradicionais ganham espaço com apresentações de grupos como Ana Terra, de São Francisco de Paula (RS) e dos Centros de Tradição Gaúcha (CTG’s) Estância Gaúcha do Planalto (DF) e Sinuelo da Saudade (DF), reforçando a presença e a continuidade da cultura gaúcha muito além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Para todos e, especialmente, para as crianças, o grupo circense Burzum (RS), da cidade missioneira de Santo Ângelo, marca presença com várias apresentações voltadas ao público infantil ao longo do evento. Em sintonia com a temática dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, a 33ª Expotchê, em parceria com a Secretária de Cultura do Rio Grande do Sul, também contará com uma mostra audiovisual. Diariamente, em uma sala com capacidade para 20 pessoas, serão exibidas produções que dialogam com a formação histórica e cultural da região missioneira, ampliando a experiência do evento. As obras selecionadas são: Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito; Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho, e Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria. A iniciativa reforça o compromisso da Expotchê em promover reflexão, valorização da memória e reconhecimento das múltiplas identidades que compõem a herança cultural do Sul do país. “Essa edição da Expotchê representa mais uma oportunidade de amplificarmos, nacionalmente, a divulgação dos 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis. Visitantes de todo o país terão contato com a cultura missioneira, fortalecendo ainda mais o interesse turístico pela região”, reforça o Secretaria de Cultura – RS, André Kryszczun. “O governo do Estado investiu cerca de R$ 80 milhões nas celebrações dos 400 anos, pois acredita que o legado Jesuíta e Guarani é fundamental para a economia, o turismo e a perpetuação da cultura e da história do Rio Grande do Sul e do Brasil”, explica, ao comentar as ações comemorativas que vêm mobilizando diferentes cidades gaúchas e expandindo a visibilidade das Missões Brasil afora. O evento também será ponto de encontro para os apaixonados por futebol. Na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o público poderá acompanhar a transmissão de Brasil x Marrocos em clima de torcida coletiva, com exibição simultânea em mega telões de LED instalados nos palcos Principal e Tchê Bier. Caminhos do Sul Se por um lado a Expotchê traz o melhor do Rio Grande Sul a Brasília, por outro desperta no público o desejo de vivenciar o estado diretamente nos territórios que mantêm vivas suas tradições, paisagens e modos de vida. No estande da Setur - RS serão apresentados diversos destinos do estado, incluindo os caminhos das Missões, os tradicionais roteiros de inverno e experiências ligadas ao enoturismo da Serra Gaúcha. No estande, os visitantes também poderão participar de rodas de chimarrão, vivenciando uma das tradições mais simbólicas da cultura gaúcha e o espírito de acolhimento tão característico da região. “Neste ano, com a inspiração dos 400 anos das Missões Jesuítica, vamos apresentar na Expotchê um Rio Grande do Sul diverso, acolhedor e repleto de experiências que conectam história, tradição, gastronomia, música, cultura e natureza. O Rio Grande do Sul vive um momento importante de crescimento do turismo, com resultados acima da média nacional, fortalecimento da promoção turística e ampliação da presença do Estado em eventos estratégicos dentro e fora do Brasil”, destaca o secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub. Do Fogo de Chão aos Sabores Coloniais O evento confirma a manutenção do Espaço e Palco Churras Tchê, lançado em 2025 e mais que aprovado pelos visitantes. A atração reunirá mestres churrasqueiros e estabelecimentos especializados nesse patrimônio da culinária brasileira, que encontra no Rio Grande do Sul o seu maior expoente. O ambiente propõe uma celebração da convivência, da música regional e da tradição campeira, reunindo estações de preparo ao vivo, grandes estruturas de parrilha e fogo de chão, apresentações culturais e área de convivência com mesas e cadeiras para acomodar centenas de pessoas. Mas se a ideia é levar para casa o que há de melhor dos sabores do Sul, a agroindústria familiar gaúcha traz para Brasília produtos coloniais, orgânicos e itens derivados de origem animal, vegetal e artesanal. Entre os sabores típicos estão salames, copas defumadas, torresmo, embutidos, queijos, massas, pães, cucas, antepastos, chimias, geleias, mel, própolis e doce de leite. A carta de bebidas reúne vinhos, espumantes, sucos, hidromel, cachaças, grappa, licores, limoncello e erva-mate. A exposição também apresenta peças e utilidades ligadas à tradição gaúcha, como facas artesanais, cuias, bainhas, tábuas, colheres, petisqueiras, artesanato em madeira, além de chinelos, pantufas e peças em lã. Por meio da articulação da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (SDR-RS), Emater-RS e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), marcarão presença produtores e agroindústrias familiares. Entre os municípios representados estão Frederico Westphalen, Garibaldi, Venâncio Aires, Santa Tereza, Veranópolis, Canela, Ivoti, São Lourenço do Sul, Vista Gaúcha, Paraí, Nova Pádua, Bagé, Soledade, Passo do Sobrado, Colorado, Agudo, Bento Gonçalves, Farroupilha, Estrela, Teutônia, Harmonia, Ilópolis, Dois Lajeados, Nova Bassano e Três de Maio. “A presença na Expotchê demonstra a capacidade da agricultura familiar gaúcha de preservar sua identidade, reafirmando sua excelência. A inovação desses produtos está na tradição que carregam, materializada em receitas e modos de fazer transmitidos entre gerações e que dialogam com a história gaúcha. Além da qualificação profissional e produtos de elevado padrão, nossa agroindústria possui forte valor agregado e capacidade de competir em diferentes mercados sem perder sua essência cultural”, destaca o secretário Gustavo Paim, da SDR - RS. O Sabor das Tradições do Sul Áreas temáticas levam os visitantes a uma viagem pelos sabores e história gaúchos. O Tchê Bier promove encontros regados a chopes especiais, como o da monumental carreta da Heineken. Já na Praça do Vinho, a Vinícola Monte Reale, de Flores da Cunha, oferece os melhores vinhos da Serra Gaúcha. Na Praça do Pão, conduzida por colonos de Presidente Lucena e a Praça do Chocolate, com indústrias de Gramado, despertam memórias afetivas com cucas, pães coloniais, doces, chocolates artesanais, fondues e receitas típicas que remetem às festas das colônias do Sul do Brasil. Próximos aos palcos Principal e Tchê Bier, o menu se completa com opções de crepes, espetinhos, hambúrgueres, arroz carreteiro, galinhada entre outras delícias. Em mais de uma centena de estandes, o público ainda encontrará variedade de moda — incluindo as famosas jaquetas de couro e peças em lã —, artesanato e acessórios típicos, desde peças tradicionalistas até artigos contemporâneos. Sustentabilidade e responsabilidade social A Expotchê reafirma, a cada edição, seu compromisso com práticas sustentáveis, inclusão social e fortalecimento da economia criativa. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, o evento adota ações voltadas à responsabilidade ambiental, social e econômica, buscando gerar impacto positivo e legado para além dos dias de realização. Entre as iniciativas estão campanhas educativas para público e expositores, incentivo ao uso de iluminação LED para redução do consumo de energia e gestão seletiva de resíduos, com metas voltadas à diminuição do descarte. A dimensão social também ocupa lugar de destaque, com inclusão produtiva de jovens, pessoas com deficiência e público LGBTQIA+, além da valorização de micro e pequenos empreendedores locais. Outro destaque é o Espaço Rome Cidadania, que oferece gratuitamente visibilidade e oportunidades de negócios a projetos sociais e iniciativas do Distrito Federal voltadas ao impacto positivo. Sobre a Expotchê Ao longo de mais de três décadas, a Expotchê se consolidou como um espaço de promoção de lazer e cultura não apenas para a população do Distrito Federal e Entorno, mas para turistas de outros estados e público estrangeiro, principalmente o da comunidade diplomática residente na capital do país. Criada em 1992, o evento é o mais antigo do Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal, conforme publicação no Diário Oficial do DF, Lei nº 3.622, de 18 de julho de 2005. Realizada pela Rome Eventos, a 33ª edição conta com o apoio das Secretarias do Turismo, da Cultura e do Desenvolvimento Rural (SDR) do Governo do Rio Grande do Sul, da Emater e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul; da Secretaria de Esporte do Governo do Distrito Federal. A Expotchê é viabilizada a partir da venda de estandes e de ingressos. PROGRAMAÇÃO CULTURAL DA 33ª EXPOTCHÊ 04/06 – Quinta-feira13h - Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)13h30 - Grupo Burzum (performance circense)14h30 - Le Farfalle (música)15h30 – Grupo de Dança Ana Terra16h30 - Grupo Burzum (performance circense)17h - Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)18h30 - Grupo Coração Gaúcho (dança)20h30 - Família Ortaça (música) 05/06 – Sexta-feira16h30 – Grupo Burzum (performance circense)17h30 - Grupo Ana Terra (dança)18h30 - Grupo Coração Gaúcho (dança)18h30 - Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)19h30 - Le Farfalle (música)20h30 – Cristiano Quevedo (música) 06/06 – Sábado12h30 - Grupo Ana Terra (dança)13h - Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)13h30 - Grupo Sinuelo da Saudade (dança)14h30 - Grupo Circense Burzum (performance circense)16h - Grupo Coração Gaúcho (dança)17h - Grupo Ana Terra (dança)17h - Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)18h30 – Grupo Circense Burzum (performance circense)20h30 – Le Farfalle (música) 07/06 – Domingo12h30 - Grupo Ana Terra (dança)13h - Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)13h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)14h30 - Grupo Burzum (performance circense)17h - Cancioneiros do Planalto (música)17h - Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)18h30 – Le Farfalle (música)20h30 – A confirmar 08/06 – Segunda-feira16h30 – Grupo Burzum (performance circense)18h30 – Le Farfalle (música)18h30 - Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)20h30 – Grupo Ana Terra (dança) 09/06 – Terça-feira16h30 – Grupo Burzum (performance circense)18h30 - Le Farfalle (música)18h30 - Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)20h30 – Bernardo Fortes (música) 10/06 – Quarta-feira16h30 – Grupo Burzum (arte circense)18h00 – Le Farfalle (música)18h30 - Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)19h30 – Grupo Ana Terra (dança)20h30 – Nenhum de Nós (música) 11/06 – Quinta-feira16h30 – Grupo Burzum (performance circense)17h30 – Grupo Ana Terra (dança)18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)18h30 - Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)19h30 – Le Farfalle (música)20h30 – Maskavo (música) 12/06 – Sexta-feira16h30 – Grupo Burzum (performance circense)17h30 – Grupo Ana Terra (dança)18h30 - Grupo Burzum (performance circense)18h30 - Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)19h30 – Couro e Cordas (música)20h30 – Vitor Kley (música) 13/06 – Sábado12h30 - Grupo Ana Terra (dança)13h - Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)13h30 – Grupo de Dança CTG Estância do Planalto (dança)14h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)16h – Grupo Burzum (performance circense)17h - Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)17h30 – Grupo Ana Terra (dança)18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)19h – Transmissão do jogo Brasil x Marrocos – palcos Tchê Bier e Principal21h – Peão Farrapo (música) 14/06 – Domingo12h30 – Grupo Ana Terra (dança)13h - Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)13h30 – CTG Estância Gaúcha do Planalto (dança)14h30 – Grupo Burzum (performance circense)16h00 – Grupo Coração Gaúcho (dança)17h - Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)18h30 – Grupo Ana Terra (dança)20h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança) A sala de projeção audiovisual comporta 20 pessoas por sessão (entrada livre por ordem de chegada) SERVIÇO 33ª Expotchê Data: 04 a 14 de junho Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade Horário: De segunda a sexta: das 16h às 23h (entrada gratuita das 16 às 17h) Sábados, domingos e feriado (Corpus Christi): das 11h às 23h Ingresso: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia) nos casos garantidos por lei. Indicação: livre Ingresso pode ser adquirido na bilheteria do evento ou pelo site https://www.ticketandgo.com.br/evento/33a-expotche

  • Arraial do Cordel aposta em experiência premium e fortalece temporada junina no Distrito Federal

    A temporada de festas juninas de 2026 promete movimentar bilhões de reais em todo o país e consolidar, mais uma vez, o São João como uma das manifestações culturais e econômicas mais fortes do Brasil. Em diversas regiões, especialmente no Nordeste e no Centro-Oeste, a expectativa é de crescimento no turismo, fortalecimento do comércio local, geração de empregos temporários e aquecimento dos setores de alimentação, entretenimento e eventos. No Distrito Federal, o calendário junino também ganha força com festas temáticas que apostam em experiências mais sofisticadas e familiares, ampliando o perfil do público e impulsionando o segmento de eventos premium. Entre os destaques da temporada na capital federal está o Arraial do Cordel, projeto realizado no complexo Cordel, no Park Way, em Brasília, que une tradição nordestina, gastronomia típica, música ao vivo e uma estrutura cenográfica imersiva. Inspirado nos grandes festejos nordestinos, o Arraial do Cordel busca oferecer ao público mais do que uma simples festa junina. O espaço foi planejado para proporcionar uma vivência cultural completa, com ambientação típica, apresentações musicais ao vivo, dança, brincadeiras tradicionais e gastronomia regional. Um dos organizadores do evento, Américo Silvano, destaca que a proposta é criar um ambiente acolhedor e pensado para toda a família. “Nosso arraial foi pensado para encantar toda a família, com um ambiente acolhedor, alegre e cheio de tradição. Aqui, o público encontra aquele clima gostoso de festa junina, com muita música, alegria e um open food de comidas típicas preparado com muito carinho”, afirma. Evento aberto ao público com open food e show ao vivo Uma das edições abertas ao público acontece no próximo sábado, 30 de maio, das 19h à meia-noite, reunindo atrações musicais, decoração temática e uma ampla programação voltada para todas as idades. O evento aposta em um formato premium, com ingresso único que inclui open food completo e bebidas não alcoólicas liberadas durante toda a experiência. A programação musical é outro destaque do Arraial do Cordel e promete animar o público durante toda a noite com ritmos tradicionais que são a essência das festas juninas. O evento aposta em apresentações ao vivo com muito forró pé de serra, xote e clássicos nordestinos que ajudam a criar o clima típico de São João no coração de Brasília. No sábado (30), a animação ficará por conta da banda Balalaica, que sobe ao palco com um repertório repleto de sucessos clássicos do forró, além de músicas autorais que prometem colocar o público para dançar e celebrar a cultura junina em uma atmosfera acolhedora e festiva. Além da programação aberta ao público, o projeto também se consolidou no mercado corporativo com eventos privados personalizados, fortalecendo o Arraial do Cordel como uma das principais experiências juninas premium de Brasília. Gastronomia típica A estrutura gastronômica é um dos grandes diferenciais do evento. Entre os espaços temáticos estão a “Bodega do Lampião”, com bebidas e drinks especiais; o “Paiol de Milho”, com pamonha, curau, canjica e milho cozido; além de barracas de pastel, tapiocas recheadas, carnes típicas e uma ampla variedade de doces juninos. O cardápio inclui ainda pratos tradicionais como arroz carreteiro, galinhada, feijão tropeiro, caldos e cachorro-quente. Refrigerantes, sucos e água sem gás estão inclusos no ingresso, enquanto bebidas alcoólicas e água com gás serão comercializadas à parte. Com proposta voltada ao público familiar, o Arraiá do Cordel também oferece Espaço Kids, brincadeiras tradicionais e estrutura de segurança e conforto para crianças e adultos. A organização recomenda que o público utilize transporte por aplicativo, já que o estacionamento do local possui vagas limitadas. Os ingressos custam R$ 396 (inteira) e R$ 198 (meia-entrada e meia social). Crianças de até cinco anos têm entrada gratuita, enquanto crianças de seis a 12 anos pagam R$ 98. O acesso ao Espaço Kids será vendido separadamente no dia do evento. Cenografia imersiva A cenografia do Arraiá do Cordel é um dos elementos que mais chamam a atenção do público e reforça a proposta imersiva do evento. Inspirado no sertão nordestino, o espaço foi projetado para transportar os visitantes a um verdadeiro vilarejo junino, com referências às tradicionais casas coloridas do interior, fachadas rústicas, elementos em barro, madeira e detalhes que remetem à vida simples e acolhedora da roça. Objetos típicos, iluminação temática, bandeirolas e ambientes cenográficos ajudam a criar uma atmosfera de memória afetiva, valorizando símbolos marcantes da cultura popular brasileira. A criação cenográfica leva a assinatura do arquiteto Ricardo Azevedo, responsável por desenvolver os espaços temáticos do complexo com foco na valorização das raízes nordestinas e na experiência sensorial do público. Segundo Ricardo, a ambientação foi pensada para despertar emoções e criar identificação imediata com o universo junino.“Cada detalhe foi pensado para trazer aquela sensação gostosa de interior, de infância e de tradição. A cenografia resgata elementos muito presentes no sertão nordestino e na vida da roça, criando uma conexão afetiva com o público. Queremos que as pessoas se sintam acolhidas e vivam uma experiência verdadeira dentro do nosso arraial”, destaca o arquiteto. SERVIÇO Arraial do Cordel Data: 30 de maio (sábado) Horário: das 19h às 00h Local: Complexo Cordel - Quadra SMPW Quadra 4 Conjunto 8, 05 - Park Way Classificação livre Ingressos: R$98 (crianças de 6 a 12 anos); R$198 (meia-entrada e meia social) e R$396 (inteira) Vendas: https://zig.tickets/eventos/arraial-do-cordel-3005?utm_source=chatgpt.com

  • Geraldo Azevedo desembarca em Brasília com turnê “Oitentação” e participação especial de Chico César

    Brasília recebe, no dia 3 de junho, um dos nomes mais importantes da música popular brasileira. O cantor e compositor Geraldo Azevedo desembarca na capital federal com a turnê “Oitentação”, em apresentação marcada para às 21h, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. O espetáculo celebra os 80 anos do artista e contará com a participação especial de Chico César, ampliando ainda mais a expectativa para a noite. A turnê reúne canções que atravessam gerações e ajudam a contar a trajetória de um dos artistas mais respeitados da música brasileira. No repertório, clássicos como “Dia Branco”, “Moça Bonita”, “Táxi Lunar”, “Caravana” e “Bicho de 7 Cabeças” prometem emocionar o público em um espetáculo marcado pela força da MPB nordestina e pela conexão afetiva com diferentes gerações. Depois de passar por cidades como João Pessoa, a turnê segue por capitais brasileiras antes de chegar a Brasília, cidade que mantém uma relação histórica com o artista e frequentemente recebe grandes apresentações de sua carreira. A presença de Chico César reforça o caráter especial da noite, reunindo no mesmo palco dois grandes representantes da música brasileira contemporânea. “Estou bastante feliz em fazer esse show da turnê também em Brasília, depois de passar por vários estados e regiões do país”, destaca Geraldo Azevedo. O diretor de eventos da Mais Brasil Eventos, Elisson Ferreira, afirma que a chegada da turnê à capital representa um momento importante para o cenário cultural local. “Brasília recebe um dos grandes nomes da música brasileira e uma das principais turnês do país. Ficamos muito felizes em representar esse momento e produzir um show dessa magnitude na capital”, afirma. Os ingressos já estão disponíveis na Bilheteria Digital, com valores a partir de R$ 69 (primeiro lote - poltrona superior lateral). Clientes Cartões Caixa contam com condições especiais de desconto durante a pré-venda. SERVIÇO Geraldo Azevedo – Turnê Oitentação Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília Data: 3 de junho de 2026 Horário: 21h Ingressos a partir de R$ 69 Vendas pelo site Bilheteria Digital: https://www.bilheteriadigital.com/geraldo-azevedo-oitentacao-03-de-junho

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