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  • Elisa Lucinda em "A Paixão Segundo Adélia Prado" no IV Festival Mulher em Cena

    O espetáculo traduz a poeta mineira, Adélia Prado, dentro de um roteiro criado para revelar sua noção do pecado e desnudá-la por obra de sua própria palavra. Estará em cena a mulher beata, católica, mas capitaneada pela canícula de seu desejo, de onde brota sua mulher eroticamente inspirada. O espetáculo será apresentado dentro da programação do Festival Mulher em Cena dia 29 de outubro. Considerada a maior poeta viva da literatura moderna brasileira, Adélia Prado, com elegância e sofisticada linguagem, traça um tear misterioso sobre o simples cotidiano e nos devolve o conteúdo dos dias enriquecidos pelo seu olhar. E assim nos traduz. O espetáculo nasceu com o sonho da atriz Elisa Lucinda e da diretora Geovana Pires em encenarem um roteiro com textos da maior poeta brasileira - e viva: Adélia Prado. Com o total consentimento e torcida de Adélia, o projeto deu início no Rio de Janeiro e marcou a reabertura do tradicional espaço cênico Casa de Cultura Laura Alvim, obtendo um grande sucesso de público e de crítica. Sob a direção de Geovana Pires, é revelada uma Adélia que muitas vezes não se mostra logo à primeira olhada, mas está essencialmente presente na sua poesia de carne e de sangue. Por conta do sacro véu que parece cobrir a marca de sua obra, não se vê seu particular e escancarado erotismo, seu desejo e muito menos sua disponibilidade amorosa, seu romance, seu olhar por debaixo da própria saia e das da sua geração, regida pela imagem da Virgem e o extremo desejo reprimido. O espetáculo apresenta a música religiosa e regional de Minas Gerais, tanto pelas citações nos poemas quanto pela musicalidade de sua poética. A direção musical e os arranjos são de Carlos Malta, o músico dos sopros conhecido como “o escultor do vento”. Em cena o músico multi-instrumentista André Ramos, com saxofone, flauta transversa, piano e pífano. Ficha técnica: Texto: Adélia Prado; Adaptação: Elisa Lucinda e Geovana Pires; Direção: Geovana Pires; Elenco: Elisa Lucinda; Músico: André Ramos; Direção Musical: Carlos Malta; e Realização: Bucker Produções Artísticas e Casa Poema Produções. Serviço: Espetáculo: A Paixão Segundo Adélia Prado Transmissão gratuita pelo canal do Instituto Arcana no YouTube Dia e horário: 29 de outubro, às 21h Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos Pautado no reconhecimento da atuação feminina nas artes, o Mulher em Cena chega à sua IV Edição com programação - diversificada e gratuita - que se estende ao longo dos meses de setembro e outubro. Ao todo, a curadoria do Festival apresenta 16 produções teatrais e promove seis turmas de quatro oficinas com temáticas e oito rodas de conversa. Toda a programação pode ser acompanhada em @institutoarcana no Facebook e no Instagram. O Festival é uma realização do Instituto Arcana em parceria com o Sindicato dos Bancários de Brasília.

  • Luzia Gastrô – gastronomia, momentos e memórias

    Pense num lugar onde se desfruta uma gastronomia diferenciada, além de momentos especiais e que nos leva a reviver memórias... Pois é! O Luzia Gastrô é isso e muito mais: ambiente familiar, plantas que decoram todo o ambiente, varandinha aconchegante, janelões de vidro que proporcionam ótima circulação de ar, atendimento singular e música ao vivo. O estabelecimento, localizado na QI 02 Bloco A loja 4 – Guará I, foi inaugurado em 06 de setembro de 2019, e nasceu do sonho dos proprietários, Arlene Guedes Argenta e Breno Andrey Argenta, de terem seu próprio negócio, e convidaram Clésia Rocha (amiga de infância de Arlene) para integrar a sociedade. Eles escolheram o Guará, que ainda não tinha as opções que pretendiam oferecer com o Luzia: um local para reunir amigos, compartilhar encontros, um lugar de comida boa. O nome faz homenagem à avó de Arlene, que gostava muito de festas, de reunir amigos e familiares. O cardápio varia desde petiscos, pizzas, risotos, massas, ao prato principal da casa, o “Camarão Luzia”. Para os aniversariantes são oferecidas sobremesas ou uma régua de shotes coloridos. Além disso, dispõe de drinks, chopp e soda artesanal própria. A casa realiza eventos, casamentos e confraternizações com comandas individualizadas. O Luzia Gastrô abre de segunda a segunda com programação musical de quarta a domingo. O funcionamento vai das 11h00 às 22h00 e conta com amplo estacionamento. Serviço: Local: QI 02 Bloco A loja 4 – Guará I Horário de funcionamento: 11h00 às 22h00 Entrada: Franca Classificação: Livre Foto: Divulgação Contato: @luziagastro

  • "A Moscou! Um palimpsesto" tem apresentações gratuitas no Teatro Sesc Newton Rossi

    O espetáculo “A Moscou! Um palimpsesto” ganha curta temporada de 29 a 31 de outubro de 2021 no Teatro Sesc Newton Rossi (Ceilândia) como parte de seu projeto A Moscou! Circulação Nacional, financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura do DF. O projeto promoverá apresentações presenciais, das quais algumas com intérpretes de Libras, por três cidades brasileiras: Ceilândia, São Paulo e Rio de Janeiro. O espetáculo da Cia. Setor de Áreas Isoladas, tem concepção e direção de Ada Luana e dramaturgia de Ada Luana e Gabriel F. No elenco: Ada Luana, Ana Paula Braga, Camila Meskell, Filipe Togawa, Kalley Seraine e Taís Felippe. A Moscou! Um palimpsesto nasceu do desejo de rasurar e reescrever o passado. Tendo como ponto de partida o clássico As três irmãs de Anton Tchekhov, a companhia criou um palimpsesto, isto é: um pergaminho antigo cujo texto era raspado para dar lugar a um novo, o qual acabava por guardar vestígios do antigo. Clássicos são obras que se ressignificam com os ciclos históricos por carregarem questões atemporais. Em As três irmãs se encontra o tema da degradação à qual o tempo submete a vida dos seres, seus sonhos e desejos de realização pessoal. Um clássico que resistiu ao tempo e que fala justamente da dificuldade de resistir. Eis o drama dos quatro irmãos tchekhovianos: Enquanto fervem por dentro e projetam seus desejos e a esperança de plenitude no paraíso perdido ao qual chamam Moscou, eles se entorpecem, ato após ato, em sua incapacidade de agir. Cada vez mais abafados pela banalidade da vida cotidiana, assistem inertes a erosão da vida e de seus desejos tornando-se, enfim, náufragos ou fugitivos de suas próprias quimeras. "O tema nos pareceu preciso, permitindo que a nossa escritura cênica dialogasse com as questões que atravessamos em nosso momento sociopolítico nacional e mundial, onde assistimos cotidianamente a erosão de ideologias e promessas de mudança. Uma pandemia se instalou e nos mostrou ainda mais claramente como nos tornamos náufragos de nossos falidos sistemas políticos e nos vemos, tal qual os heróis de Tchekhov, segregados entre degradados e degradadores". Conta Ada Luana. "A partir daí nossa vontade não foi a de responder a nenhuma das questões cáusticas levantadas pela peça de Tchekhov, mas antes, confrontá-las ao nosso aqui e agora e relançá-las ao público de hoje. Como continuar? Vale a pena dar qualquer passo? Que espaço sobra para nossos desejos? Por que não se vai a 'Moscou'? Por que é tão difícil resistir?" Provoca a diretora. As brechas que foram abertas no texto original, rasurando-o e reinventando-o permitiram ainda estabelecer diálogos entre clássico e contemporâneo, ator e personagem, ficção e realidade. A ideia de rascunho que sugere a palavra palimpsesto foi levada para toda a encenação, cujo dispositivo cênico foi pensado para revelar as estruturas ao público como um ensaio: Terreno sempre aberto à possibilidade, à tentativa, ao erro, ao acontecimento iminente, ao risco. Assim, a peça desenrola-se como uma travessia de possíveis, onde tanto os corpos e a interpretação dos atores, como o dispositivo cenográfico, os figurinos, os objetos de cena, iluminação, buscam revelar as estruturas, os “esqueletos” para produzir imagens e acontecimentos que fazem-se e desfazem-se juntamente com o olhar do público. Sobre o ato de resistir pela arte, vale a pena mencionar a trajetória do próprio espetáculo. O mesmo estreou em 2017 no CCBB Brasília, e ao longo dos anos vem se apresentando em importantes festivais de teatro nacionais como o Cena Contemporânea em Brasília, o Festival do Teatro Brasileiro em Belo Horizonte e Recife e a Mostra Palco Giratório em Brasília. Em 2020 o espetáculo cruzou sua primeira fronteira internacional sendo convidado para participar do On Women Festival 2020 em Nova York, festival que comemora o 8 de março colocando em evidência trabalhos dirigidos, criados e realizados por mulheres. O grupo foi o único a conseguir se apresentar antes da programação ser suspensa devido ao lockdown decorrente do início da pandemia na cidade. De volta ao Brasil, e durante os meses que se seguiram ao longo desta pandemia, a companhia se viu obrigada a fechar sua sede e estocar os cenários de suas peças em locais improvisados, o que gerou uma significativa deterioração de parte do cenário deste espetáculo. Felizmente no início de 2021, o grupo recebeu um prêmio da Funarte para realizar a filmagem do espetáculo para ser exibido em plataformas de teatro online, o que permitiu que a companhia começasse a se reestruturar. Outro incentivo refere-se a este projeto, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, o qual promoverá a circulação do espetáculo com apresentações presenciais por 3 cidades brasileiras, começando este ano em Ceilândia e passando por São Paulo e Rio de Janeiro em 2022. “Parece realmente um sonho quando imagino que logo logo, estaremos em cena novamente, respirando o mesmo ar que o público e compartilhando esse momento tão especial que o teatro (e só ele) pode oferecer: a arte do presente. Depois de tantas intempéries, desafios, tristezas, dilemas e crises, sentar, juntos como companhia, todos vivos, saudáveis e fortes, diante de uma plateia ávida por compartilhar esse presente conosco é uma alegria que não posso descrever. Só me vem mesmo a frase da personagem de Olga ao final do espetáculo: 'Nós vamos continuar, nós precisamos continuar, amanhã, depois de amanhã e depois'”. conta Ada Luana. Sinopse: A Moscou! Um palimpsesto é uma reescrita contemporânea do clássico As três irmãs de Anton Tchekhov. Em um diálogo caloroso entre o teatro e a música, quatro atrizes e dois músicos se propuseram a compor a sua versão do drama. Escrita entre os vestígios da peça original, a peça explora o tema da dificuldade de resistir à erosão da vida e dos sonhos pela ação do tempo. Revisitando o drama dos 4 irmãos tchekhovianos que sonham em voltar para Moscou, o paraíso perdido, sem nunca conseguir, deparamo-nos com questões que dialogam perfeitamente com nosso aqui e agora. Sobre a Cia. Setor de Áreas Isoladas: Formada em 2008 por ex-alunos do Departamento de Artes Cênicas da UnB a companhia brasiliense Setor de Áreas Isoladas inicia sua trajetória artística com a trilogia Estudos sobre a Violência, formada pelos espetáculos Vialenta (2008), Terapia de Ris(c)o (2009) e Qualquer coisa eu como um ovo (2012). Com este projeto o grupo consolida sua linguagem tendo como foco o trabalho do ator e o desenvolvimento de uma dramaturgia autoral a partir do processo de escritura de palco. O grupo se consolida à partir de 2009 com a contemplação em editais de patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do GDF (FAC), tais como o edital de montagem (2009) e circulação (2011) e o edital de Manutenção de Grupo (2011). Este último incluiu a montagem de Qualquer coisa eu como um ovo e a criação de um programa educativo associado à uma mostra da trilogia. O programa que atendia turmas de EJA, das escolas públicas do entorno do DF, tinha o foco em formação de plateia. A trilogia também participou de importantes festivais como o Festival de Teatro Brasileiro e Riocenacontemporânea (ambos no RJ), Janeiro de Grandes Espetáculos (PE), Festival Internacional Cena Contemporânea e Prêmio SESC do Teatro Candango (DF). Sobre a Diretora - Ada Luana: Ada Luana é diretora teatral, atriz e dramaturga. Doutoranda em artes cênicas pela Universidade de Brasília, mestre em estudos teatrais pela Universidade Sorbonne Nouvelle Paris III e bacharel em interpretação teatral pela Universidade de Brasília, é co-fundadora da companhia brasiliense Setor de Áreas Isoladas onde foi co-criadora da trilogia Estudos sobre a Violência, formada pelos espetáculos: Vialenta (2008), Terapia de Ris(c)o (2009) e Qualquer coisa eu como um ovo (2012). Em 2016, Ada Luana criou o espetáculo A Moscou! Um palimpsesto, no qual atua, assina a direção e a dramaturgia. Atualmente prepara o projeto de uma trilogia tchekhoviana, dedicando-se a um novo espetáculo, baseado no texto A Gaivota. Como pesquisadora seu interesse encontra-se em investigar e aprofundar-se nas técnicas do sistema Stanislavski e a prática de viewpoints, temas nos quais se aprofundou com sua pesquisa de mestrado em Paris e através de formações realizadas no Stella Adler Studio of Acting em Nova York e no treinamento intensivo em Viewpoints com a SITI Company e Anne Bogart em Lima – Peru. Além disso, desenvolve sua tese de doutorado pesquisando o trabalho de mulheres escritoras de palco e o teatro como lugar de cura e empoderamento feminino. Serviço: A Moscou! Um palimpsesto Data: 29, 30 e 31 de outubro de 2021 (Sexta e sábado às 20h / Domingo às 19h) Dia 29/10 (sexta-feira): Sessão com intérprete de Libras Local: Teatro Sesc Newton Rossi (Centro de Atividades SESC Ceilândia - QNN 27 - Área Especial - Lote B, Ceilândia Norte) Ingressos: Entrada franca Informações: (61) 3379-9586 Classificação indicativa: 14 anos.

  • Aplicativo desenvolvido no DF otimiza acompanhamento de processos judiciail

    Um aplicativo desenvolvido no Distrito Federal é uma "mão na roda" para escritórios de advocacia de todo país. Com a plataforma é possível acompanhar o andamento do processo, tirar dúvidas com o advogado responsável pelo caso e consultar os próximos passos da ação. Outra funcionalidade, é a tradução dos termos jurídicos dos processos, eliminando o "juridiquês" para facilitar o entendimento do processo por parte do cliente. Assim, o usuário não precisa mais recorrer ao advogado para sanar dúvidas de determinada palavra. Por meio da plataforma, a comunicação também é facilitada e integrada por meio de um chat. O advogado consegue dar agilidade e organizar os atendimentos e o cliente tem fácil acesso ao especialista, sanando todas as dúvidas além de ter objetividade e transparência no acompanhamento processual. “É um aplicativo personalizado para os escritórios de advocacia, com o intuito de melhorar a gestão de atendimento dos clientes. Com a Probono, os clientes dos escritórios conseguem acessar os andamentos processuais tudo sem juridiquês, além de poderem comentar as dúvidas diretamente para o advogado responsável. Tudo é metrificado e sempre geramos relatórios para os escritórios", explica o CEO da Probono Rogério Fontes. A plataforma está disponível nos sistemas IOS e Android. O aplicativo pode ser utilizado por escritórios de advocacia, advogados e clientes. Para mais informações, basta acessar o site: https://www.probonodigital.com

  • Music in Churchill: projeto musical anima noites no Brasil 21

    Aos amantes de blues, jazz, mpb e world music, uma boa notícia. O projeto Music in Churchill promete agitar as noites de terças e quartas-feiras, no Hotel Meliá Brasil 21. Na programação, Marcius Cabral, Felipe Portilho, Celso Arias e Meolly apresentam seus shows em formato intimista. Previsto para os meses de outubro e novembro, as apresentações têm início às 18h e se encerram às 21h30. A casa oferece ainda uma extensa carta de drinks e aperitivos aos convidados, com 50% de desconto na segunda bebida, além de 3h de estacionamento gratuito. O evento é aberto ao público, apenas sendo necessário o pagamento de couvert artístico no valor de R$ 15 reais. Sobre os artistas Felipe Portilho - Bossa/Jazz/MPB Marcius Cabral – Blues Celso Arias - Jazz/Rock internacional Meolly – Pop nacional/MPB Projeto Music in Churchill Quando? Todas as terças e quartas-feiras de setembro e outubro Hora? 18h às 21h30 Onde? SHS, Quadra 6, Conjunto A, Bloco D. Hotel Meliá Brasil 21. Quanto? R$ 15 (Couvert)

  • Falta de profissionais qualificados afeta setor da construção civil

    Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), o setor da construção civil cresceu e empregou mais de 1 milhão de profissionais em 12 meses. Ainda de acordo com os dados, no ano passado, durante as restrições da covid 19, o número de empregados no segmento era de 5,3 milhões no país. Já no segundo semestre de 2021, o número já contabilizava 6,4 milhões. No entanto, ainda há vagas, pois falta mão de obra qualificada. Marlus Franco, especialista em construção e proprietário da AMG Engenharia, afirma que das 40 vagas abertas em sua empresa, somente 18 foram preenchidas. Isso acontece por falta de mão de obra qualificada. “Uma vez que você tem que comprar um profissional sem experiência, sem qualificação, ele passa por um treinamento e durante esse processo, a obra ou a empresa fica com déficit de funcionário e consequentemente estende o prazo para entrega da obra. Aumenta o custo, que não pode ser repassado para o cliente ”, explica Franco.

  • Sustentabilidade e inovação marcam a presença da Brasal Incorporações na CASACOR Brasília 2021

    Com projeto assinado pelo escritório Liê Arquitetas, o Lounge Brasal na CASACOR 2021, localizado na entrada e saída da Mostra, tem 140m² para recepcionar os visitantes. Um ambiente aconchegante, com uma uma proposta que une o artesanato local, materiais naturais e mobiliário brasileiro sustentável, com o objetivo de ressaltar que design, estética, sustentabilidade e funcionalidade podem estar juntas. "A parceria entre a Brasal Incorporações e a CASACOR representa a história, admiração por Brasília e projetos diferenciados para o mercado. Nossos produtos contam com o alto padrão de qualidade, e trazem as novidades em materiais, soluções de arquitetura e design, sempre com a assinatura de profissionais renomados da capital federal e de outras cidades. No lounge, os visitantes serão recepcionados com a experiência dos nossos apartamentos decorados, o bem-estar e uma vivência completa, assim como a proposta que a CASACOR apresenta todos os anos", explica Jean Oliveira, diretor da Brasal Incorporações - filial Brasília. O Lounge Brasal busca na natureza uma inspiração, que atua como parte integrante e ativa na qualificação, composição e decoração do espaço. O ambiente tem pedras naturais e irregulares no piso, plantas, mesas e bancos de madeira recicláveis, trabalhados de maneira artesanal, além de divisórias feitas em conjunto com a empresa Segreto, que utilizam lâminas naturais de madeira e a palha do artesão local, Tião Piauí. Para completar o espaço, por meio da parceria com a Dessine, o ambiente terá o menor perfil magnético do mundo com componentes de led integrado, fornecendo vários tipos de iluminação. Por ser magnético, ele tem a flexibilidade de trocar os componentes de lugar posicionando-os conforme a necessidade, isso traz praticidade. No local ainda vai ser possível observar componentes para luz difusa, de destaque e pendente com design diferenciado. O espaço também apresenta aos visitantes, por meio de um tour virtual em QR Code, os principais lançamentos residenciais da Incorporadora, entre eles o Reserva Elevare e o Reserva Mykonos. Cada um traz consigo a característica de oferecer projetos inspiradores, com tecnologia e modernidade. Todos eles feitos sob os mais exigentes critérios de inteligência e excelência construtiva. Brasal Incorporações A Brasal Incorporações nasceu em Brasília. É parte de um grupo empresarial multissegmentado com mais de 58 anos de história e que atua nas áreas de incorporação e construção imobiliária, produção e distribuição de bebidas, concessionária de veículos, gestão energética e cogeração de energia solar, hotelaria e comercialização de combustíveis. No desenvolvimento de suas atividades, tem operações no Distrito Federal, Goiás, Tocantins e Minas Gerais, levando por onde passa sua Cultura de Realização e seu alto padrão de qualidade. Como Brasal Incorporações, figura entre as mais reconhecidas empresas do segmento no país. Cada lançamento traz consigo a característica de oferecer projetos inspiradores, com tecnologia e modernidade. Todos eles feitos sob os mais exigentes critérios de inteligência e excelência construtiva. A Brasal Incorporações trabalha para que a satisfação seja o elo entre sua marca e seus clientes/colaboradores. SERVIÇO LOUNGE BRASAL CASACOR Brasília Data: 26 de outubro a 12 de dezembro de 2021 Local: antiga sede da Companhia Energética de Brasília (CEB), na quadra 904 Sul Horário: terça a sexta, das 15h às 22h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 22h. *Com agendamento prévio para visita. Cada visitante tem 2h30 para conferir a mostra. Valores de ingressos: R$70,00 (inteira), R$35,00 (meia para estudante, professor e pessoas com 60 anos ou mais). Desconto de 30% para clientes BRBCARD. Passaporte único: R$250,00.

  • New Leading, empresa de Águas Claras, realiza financiamento 100% da casa própria

    Com a pandemia do corona vírus as pessoas estão cada vez mais em casa, o home office se estabeleceu e a necessidade de morar em espaços maiores ficou evidente. A New Leading Engenharia localizada no Led Office, em Águas Claras, atua com a plataforma Minha Casa Financiada que simplifica os processos sem burocracia, acessando os produtos e linhas de crédito disponíveis na Caixa Econômica Federal para a aquisição de lote e construção em terreno próprio. O sistema é um facilitador no acesso ao crédito para o consumidor. É preciso somente acessar o site www.minhacasafinanciada.com, informar os dados pessoais e realizar a simulação do crédito, não há nenhuma taxa de entrada, todo o processo de compra do terreno, da construção é 100% financiado de acordo com a renda informada. Até agora já foram aprovadas mais de 1,2 mil projetos junto á Caixa Econômica Federal. Os engenheiros responsáveis pela New Leading Engenharia Vitor Galvão e Raimundo Álvaro, explicam que “Um dos maiores sonhos do brasileiro é ter a sua casa própria, e poder oferecer conforto aos familiares. Nossa missão é desburocratizar esse processo”, explicam. Há mais de 8 anos no mercado e com atuação no DF e em todo o Brasil, a New Leading oferece serviços diversos como, terceirização de mão de obra, manutenção e conservação, obras e reformas jardinagem e paisagismo, laudos e projetos de engenharia, gestão condominial. Outras informações no site www.newleading.com.br , também no Instagram @newleading New Leading Engenharia e Administração Condominial Endereço: Led Office – Águas Claras - sala 1508 Telefone: (61) 98301-5230

  • AUDIODRAMA reúne, no CCBB, histórias de Fernanda Takai, Fausto Fawcett, entre outros

    AUDIODRAMA é um projeto dramatúrgico inédito, que revela as potencialidades da experiência da escuta, com o objetivo de estimular os sentidos e a imaginação. Através de experimentos de linguagens estritamente sonoros, AUDIODRAMA vai promover um resgate da oralidade como âmbito de realização estética. O evento estreia no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, no dia 11 de novembro e permanece até o dia 12 de dezembro, apresentando criações inventivas assinadas por grandes artistas brasileiros, como Fernanda Takai, Fausto Fawcett, Felipe Hirsch, os Irmãos Guimarães, Jefferson Miranda, Jocy de Oliveira e o grupo multimídia Chelpa Ferro. Eles vão convidar o espectador a deixar-se levar pelo som, pelas palavras, pela invenção. A linguagem é produto da cultura humana. Durante milênios, todo o conhecimento de nossos ancestrais foi transmitido de forma oral. É icônica a imagem dos antepassados do homem moderno relatando a seu grupo fatos e histórias ao redor da fogueira. Ainda hoje, são as histórias narradas pelos pais aos filhos pequenos que primeiro despertam a imaginação das crianças. E nestes singulares tempos de isolamento social, foi ela, a oralidade, que mais uma vez se mostrou insubstituível como veículo de informação, educação, distração, em formatos renovados como podcasts, que inovaram o hábito de escutar. Agora, um projeto realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília promete recuperar e levar além a escuta na arte. A iniciativa tem um formato inédito, idealizado e com curadoria do produtor cultural Cesar Augusto e do diretor artístico e curador de música experimental e de arte sonora Chico Dub. AUDIODRAMA vai apresentar 4 peças inéditas que utilizam o corpo sonoro (voz, som, efeitos) como principal recurso cênico. Duas das obras serão apresentadas na Galeria 4, alternando-se em horários que vão das 16h às 20h. A lotação da Galeria é de 52 pessoas por sessão. Outros dois trabalhos promoverão experiências individuais, através do uso de players e fones de ouvido, com sessões que percorrem diferentes espaços do CCBB e vão das 11h às 18h. A entrada é franca, mas será necessário retirar ingressos. Os ingressos devem ser retirados no site bb.com.br/cultura e no site ou app da Eventim, no dia da sessão, a partir das 9h. Todos os equipamentos utilizados durante as apresentações serão devidamente higienizados a cada sessão. Serão respeitadas todas as normas de segurança com relação à pandemia pelo Covid-19, como distanciamento social e uso de máscaras. Instalações sonoras Os trabalhos são desenvolvidos por duplas de artistas que transitam por diferentes formas de expressão artística. A ideia que inspirou o projeto foi misturar profissionais da escrita com artistas sonoros e músicos experimentais, em trabalhos que não incluem encenação dramática ao vivo. A proposta é oferecer conteúdos gravados, em ambientes internos e externos, utilizando recursos sonoros variados, indo desde os alto falantes em ambientes fechados – que irão “espacializar” o som no local, tornando a experiência única de acordo com o lugar de cada membro da plateia –, até propostas para serem experimentadas individualmente, em espaços distintos, convidando o público a percorrer o CCBB e seus jardins enquanto a história é contada Para tanto, os curadores selecionaram quatro duplas de artistas, que conduzirão o público por diferentes linguagens, trazendo características do rádio, do teatro, da radionovela, da arte sonora, da sonoplastia, da performance e da palavra falada. O compositor, escritor, dramaturgo, jornalista Fausto Fawcett se une ao coletivo artístico multimídia Chelpa Ferro, formado pelos artistas Luiz Zerbini, Barrão e Sergio Mekler, para compor o universo da obra “Pesadelo Ambicioso”. Outra dupla inclui o cineasta e diretor teatral Felipe Hirsch e o duo de música eletrônica Os Fita (que reúne os produtores Abel Duarte e Cainã Bomilcar) responsáveis pela criação de “Fantasmagoria nº3”. Os parceiros de dramaturgia Jefferson Miranda e Francisco Ohana se somam à compositora, pianista e escritora Jocy de Oliveira, na criação de “Dura”, sobre uma mulher que se transforma em pedra. E o coletivo Irmãos Guimarães (formado por Adriano e Fernando Guimarães) se encontra com o duo fundador da banda Pato Fu, Fernanda Takai e John Ulhoa, para conceber “O herói como batata”, inspirado em ensaio da célebre autora norte-americana Ursula K. Le Guin. As duplas Fausto Fawcett x Chelpa Ferro e Felipe Hirsch x Os Fita irão apresentar seus trabalhos em sessões diárias na Galeria 4 do CCBB, através de um desenho sonoro formado por 18 caixas de som espalhadas em volta do público e no entorno do Centro Cultural. As outras duplas, compostas por Jefferson Miranda & Francisco Ohana x Jocy de Oliveira e Irmãos Guimarães x Fernanda Takai & John Ulhoa, irão desenvolver histórias site specific, interagindo com o jardim externo do CCBB. Especificamente neste formato, as histórias serão experimentadas individualmente pelo público através de players e headphones que serão distribuídos gratuitamente. Segundo o idealizador e curador Cesar Augusto, AUDIODRAMA nasce de um impulso anterior à pandemia, mas que está em perfeita sintonia com o momento que a sociedade atravessa. “Sabemos que a arte e a cultura têm o poder de curar, nos dar alento e fôlego em todos os momentos necessários, independentemente das crises que possam surgir. Neste sentido, este encontro entre a cena teatral, sustentada pela dramaturgia e composição cênica, com a música, e suas múltiplas manifestações, se estabelece como um novo horizonte a se descortinar”, justifica. O projeto revela um novo patamar, dotado de muitas possibilidades da experiência artística. “O público poderá vivenciar, entre vozes, cadências sonoras e trilhas sonoras e visuais, um universo em construção, preparado, especialmente, por artistas ícones da cena contemporânea brasileira”, resume Cesar Augusto. Mesmo sendo essencialmente um projeto de artes cênicas, o projeto aposta no paradoxo da ausência presencial de atores para contar uma história e desenvolver uma dramaturgia. Para Chico Dub, que divide a curadoria e idealização, a proposta traz uma quebra de paradigmas à medida em que apresenta a missão de desafiar a percepção do público. “Vivemos num mundo quase que totalmente visual e por isso acreditamos ser fundamental acordar os ouvidos. AUDIODRAMA, na verdade, reflete uma tendência contemporânea em que o foco do visual para o auditivo vem mudando gradativamente ao longo dos anos”, evidencia. Dub acredita na tecnologia como aliada para o estabelecimento desses novos parâmetros artísticos, nos quais o som passou a ser reconhecido e exibido como uma forma de arte em si mesmo. “Essa forte tendência na arte recente reflete uma consciência cultural mais ampla de que a visão não domina mais nossa percepção ou entendimento da realidade contemporânea”, diz. Deste modo, AUDIODRAMA se coloca ao lado de outras frentes: instalações de arte sonora, prática que ganha cada vez mais espaço dentro da arte contemporânea, e peças de dramaturgia nas quais o som assume papel de destaque. Sem componentes visuais ou atores em cena, o público dependerá apenas do som para imaginar, entender ou mesmo interagir com a dramaturgia. “É um projeto que traz a arte da imaginação: o que você̂ vai ver é o que sua mente criar”, conceitua Chico Dub. PROGRAMAÇÃO Galeria 4 Pesadelo Ambicioso (Fausto Fawcett e Chelpa Ferro) Sessões de terça a domingo, às 16h e às 19h Lotação: 52 pessoas por sessão Classificação: 18 anos Sinopse: A obra alterna diálogos, narrações, rápidas digressões filosóficas, confissões e devaneios a partir da inquietação que assola nossas relações sociais, onde as expectativas, os sistemas nervosos, os ambientes urbanos e os pensamentos dentro de cada um estão cada vez mais agulhados, atiçados, nublados e provocados por interferências e ruídos mentais e emocionais. "Pesadelo Ambicioso" é um drama lírico, épico, cômico e sonoro. Fantasmagoria nº3 (Felipe Hirsch e Os Fita) Sessões de terça a domingo, às 17h e às 20h Lotação: 52 pessoas por sessão Classificação: 12 anos Sinopse: Uma fantasmagoria sonora que se manifesta, acresce e se dissipa; ecos de tempos e espaços distantes; alusão dos constituidores dos sentidos do artista, transformada em composição; rumor e ressonância da história cultural de um país; reminiscências e resíduos. Jardim O herói como batata (Irmãos Guimarães com Fernanda Takai & John Ulhoa) Sessões contínuas, de terça a domingo, das 11h às 18h Experimentação individual através de players e fones de ouvido. Classificação: 12 anos Sinopse: Em grande parte, as narrativas ocidentais foram, e são, construídas tendo a figura do herói como grande protagonista. Acompanhamos suas ações, muitas vezes violentas, na conquista de seus objetivos. A partir das ideias da escritora norte-americana Ursula Le Guin, O herói como batata propõe diferentes formas de construir e relatar histórias, ao acompanhar os acontecimentos ocorridos com outras personagens - como as mulheres, as mães e seus filhos. Dura (Jefferson Miranda & Francisco Ohana com Jocy de Oliveira) Sessões contínuas, de terça a domingo, das 11h às 18h Experimentação individual através de players e fones de ouvido. Classificação: 12 anos Sinopse: Fábula sobre uma mulher que se transforma em pedra. Ao longo do percurso no jardim do CCBB, o público é convidado a acompanhar a trajetória de Aura, passeando por suas emoções, seu encontro com a natureza e com as mudanças inerentes à vida. Árida, mas também ventilada, a experiência quer estimular a imaginação em tempos de doença e desesperança. OS ARTISTAS Chelpa Ferro Grupo multimídia criado em 1995 pelo pintor Luiz Zerbini, o escultor Barrão e o editor de cinema Sergio Mekler. Seus integrantes, residentes no Rio de Janeiro e com renomadas trajetórias profissionais, se inspiram em experiências pessoais e exploram possibilidades de linguagem durante as criações em conjunto. O trio se destaca pela produção de arte contemporânea brasileira ao utilizar elementos sonoros justapostos aos visuais em suas obras. A abordagem interdisciplinar do grupo é revelada pela aparente desorganização, meticulosamente orquestrada, criando espaço de fronteira entre os objetos articulados, o público e o som – importante matéria de suas performances, instalações e shows. Chelpa Ferro participou de exposições individuais como “Visual Sound” (2011), no The Aldrich Contemporary Museum (EUA), e “Acusma” (2009), no Sesc Paulista; e coletivas, a exemplo do Panorama da Arte Brasileira (2001 e 2007), no Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM); a 51ª Bienal de Veneza (Itália, 2005); e as 25ª e 26ª Bienal de São Paulo (2002 e 2004). O grupo foi indicado ao prêmio Nam June Paik, Dusseldorf, Alemanha (2011). Fausto Fawcett Jornalista, compositor, cantor e escritor, Fausto Fawcett apareceu na noite carioca dos anos 80 com seus esquetes misturando teatro, música e poesia. Gravou os discos “Fausto Fawcett e os Robôs Efêmeros” (1987), “Império dos Sentidos” (1989) e “Fausto Fawcett e Falange Moulin Rouge” (1993). Teve grande êxito nas rádios com a canção “Kátia Flávia – A Godiva do Irajá́” (1987), em parceria com Laufer. Presente na trilha sonora da novela global “O Outro” e do filme franco-britânico “Lua de Fel” (1992), de Roman Polanski, a canção foi regravada dez anos depois por Fernanda Abreu. Foi coautor do outro sucesso de Fernanda Abreu “Rio 40 Graus”, também em parceria com Laufer. Sintonizado com a estética cyberpunk e pornô̂ de seus trabalhos musicais, escreveu os livros “Santa Clara Poltergeist”, “Básico Instinto”, “Copacabana Lua Cheia”, “Favelost” e “Pororoca Rave”. Felipe Hirsch Um dos fundadores da Sutil Cia. de Teatro, criada em 1993, ao lado do ator Guilherme Weber e de outros artistas de Curitiba, Hirsch é um dos mais celebrados encenadores brasileiros. Por cerca de 20 anos, assinou a direção dos espetáculos do grupo. Suas montagens incluem a premiada “A Vida é Cheia de Som & Fúria”, “Avenida Dropsie”, “Estou te Escrevendo de um País Distante”, “Os Solitários” e “Pterodátilos”. Em 2013, fundou a Ultralíricos, companhia com a qual realizou o projeto “Puzzle”, “A Tragédia Latino-Americana e A Comédia Latino-Americana” e “Selvageria”, espetáculos que refletem os últimos anos no Brasil. No cinema e na televisão, Hirsch dirigiu a minissérie “A Menina sem Qualidades” e os longas “Insolação”, em parceria com Daniela Thomas, e “Severina”. Os Fita Duo formado por Abel Duarte e Cainã Bomilcar, músicos e produtores que vivem e atuam no Rio de Janeiro. Juntos participam do quarteto de arte sonora e música experimental Rádio Lixo e ao lado do artista carioca Tantão formam o trio de música eletrônica Tantão e Os Fita. Recentemente, a dupla produziu remixes para as artistas Valesuchi e Paula Rebellato, além de colaborar na produção do próximo disco da banda Planet Hemp. Com o Tantão e Os Fita, lançaram os álbuns “Espectro” (2017), “Drama” (2019) e “Piorou” (2020) e o EP “Dois Leões” (2020). Como produtores e compositores do projeto, a dupla desenvolve sua identidade sonora a partir da mistura de procedimentos da música experimental e elementos da música de pista na produção de timbres ruidosos, ritmos complexos e uma atmosfera catártica. Participaram de importantes festivais no Brasil, como o Kinobeat, Eletronika, Red Bull Music Festival, Dogma Festival e Novas Frequências, além de shows em festas como a Mamba Negra, Coro Fundo e Sangra Muta. Recentemente participaram da série “Patch Notes”, da Fact Magazine. Irmãos Guimarães O Coletivo Irmãos Guimarães surgiu como consequência da pesquisa desenvolvida, ao longo dos anos, por Adriano e Fernando Guimarães. Orientada sempre para a interação entre vozes diversas, ela traz, como resultado, projetos transdisciplinares que unem teatro, performance, artes visuais, literatura, teoria da arte, filosofia e outros campos que surgem a partir das questões que eles nos propõem. O trabalho do coletivo é baseado em projetos continuados, nos quais o diálogo com o outro, sejam criadores, pesquisadores ou o público, é o princípio norteador. Em uma trajetória de mais de 20 anos de atuação, 17 foram dedicados ao mergulho investigativo e dialogal em torno da obra de Samuel Beckett. Pautado pela luz e pela respiração, dois elementos-chave na obra do dramaturgo irlandês, os Irmãos Guimarães ergueram uma multifacetada teatralogia beckettiana, formada por espetáculos teatrais, exposições, instalações, vídeos e performances. Fernanda Takai & John Ulhoa Fernanda e John são casados e, desde 1993, parceiros no Patu Fu, banda que construiu, ao longo dos anos, uma reputação como uma das mais criativas do rock nacional. Fernanda Takai é cantora, compositora e cronista. Vocalista da banda mineira há 28 anos, há 13 se lançou em carreira solo com repercussão nacional e internacional, chegando a gravar um CD de inéditas com o guitarrista Andy Summers (The Police), em 2012. Lançou 20 álbuns e 9 DVDs. Tem 4 discos de ouro e vendeu mais de um milhão de cópias. Artista multipremiada pela APCA, Grammy Latino, MTV Brasil, Multishow, Revista Bravo!, Prêmio da Música Brasileira, entre outros. Tem 4 livros publicados e conquistou recentemente um Prêmio Jabuti. John Ulhoa é músico e produtor musical. Em 1982, fundou a banda Sexo Explícito. Em 1990, se mudou para São Paulo para poder se dedicar melhor à banda. Recebeu o prêmio de melhor guitarrista do ano (1989) pela crítica da Revista Bizz. Após produzir várias demos de bandas amigas, fundou em 1992 a banda Pato Fu, na qual compõe, toca guitarra, violão, cavaquinho, faz alguns vocais e as programações eletrônicas de teclados e samplers. O sucesso da banda o levou a criar um estúdio em sua própria residência, onde já trabalhou com Zélia Duncan, Arnaldo Baptista, Wonkavision e Érika Machado, dentre outros artistas. Jefferson Miranda e Francisco Ohana Jefferson Miranda é um multiartista brasileiro com doutorado em artes visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro/Chelsea College of Arts. Em 1989, criou a Cia Teatro Autônomo, que dirigiu até 2013. Desenvolve projetos nas artes visuais e cênicas, como diretor e designer, no Rio de Janeiro, Londres e, mais recentemente, Lisboa. Tem colaborado em alguns projetos em parceria com o dramaturgo Francisco Ohana em projetos como “Istambul Istambul”, trabalho apresentado em Lisboa (2019). Francisco escreveu e idealizou o espetáculo “Bestas Urbanas” (2019) e supervisionou “Só Percebo que Estou Correndo Quando Vejo que Estou Caindo” (online), de Lane Lopes, em 2020. Autor de “Clash!”, dirigida por Cesar Augusto em 2017 e coautor de “Não Adianta Morrer”, dirigida por Diogo Liberano em 2018. Participou da terceira turma do núcleo de dramaturgia do Sesi-RJ em 2017. Sua dramaturgia “Escuta!” foi publicada em 2018 pela Editora Cobogó. Também foi artista participante do “Studio Cabaret Voltaire”, do Tempo_Festival, com mediação de Jefferson Miranda, em 2018. Jocy de Oliveira Compositora, autora, pianista, artista multimídia e cineasta, Jocy é pioneira de um trabalho multimídia no Brasil envolvendo música, teatro, textos, instalações, vídeo, cinema. Concebeu e dirigiu vários vídeos; compôs, roteirizou e dirigiu suas nove óperas apresentadas em diferentes países e distribuídas em DVD pelo selo internacional Naxos. Como compositora e pianista gravou 25 discos no Brasil, Inglaterra, EUA, Alemanha, Itália e no México, além de ter sido solista sob a direção de Stravinsky e ter executado as primeiras audições de Luciano Berio, John Cage, Xenakis, Cláudio Santoro. Gravou a obra pianística de Messiaen pelo selo Naxos. Como escritora, publicou seis livros no Brasil, EUA e França. Seu livro “Diálogo com Cartas” (Edições SESI-SP) recebeu o Prêmio Jabuti e teve uma edição francesa pela Honoré Champion (Paris). Foi homenageada juntamente com Fernanda Montenegro pela Festa Literária de Paraty (2018), na qual participou como autora convidada. Também foi premiada pela Guggenheim Foundation e pela Rockefeller Foundation. Recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela UFRJ, é membro da Academia Brasileira de Música e mestre em Artes pela Washington University (EUA). Entre 2017 e 2019 escreveu o roteiro, compôs a música e dirigiu o longa-metragem “Liquid Voices – A História de Mathilda Segalescu”, concebido, simultaneamente, numa linguagem teatral-cinematográfica. A ópera multimídia para teatro estreou no Sesc São Paulo e a ópera em longa-metragem estreou em 2019, no London International Film Festival, no qual venceu o prêmio de melhor desenho de som. Em 2020 lançou a obra em streaming e o livro “Além do Roteiro”. OS IDEALIZADORES Cesar Augusto Membro da Cia dos Atores desde a sua formação como ator e diretor, mantém há 15 anos, junto com seus parceiros, a SEDE DAS CIAS, espaço de criação e formação artística, localizado na Escadaria Selarón, na Lapa, uma das principais atrações turísticas do Rio de Janeiro. Foi curador no Instituto Galpão Gamboa, indicado ao prêmio Cesgranrio/2016. Dirige o TEMPO_FESTIVAL, Festival internacional no Rio de Janeiro, há 10 anos e foi diretor artístico da ocupação CÂMBIO, no Teatro Gláucio Gill e Teatro Café Pequeno, ambos indicados ao Prêmio APTR, Associação dos Produtores de Teatro RJ/2011 e 2012. Foi idealizador da residência HOBRA – Holanda / Brasil, calendário cultural dos Jogos Olímpicos, sendo considerado um dos projetos mais expressivos durante o evento. Trabalhou em vários espetáculos de teatro ao longo de sua carreira como ator, em temporadas nacionais e internacionais, com sucesso de público e crítica especializada. Em 2017, foi agraciado pelo Prêmio APTR, categoria especial, pela multiplicidade de ações artísticas e, neste ano de 2021, ganhou com “Processo Julius Caesar” o prêmio APTR Teatro na categoria Espetáculo digital adaptado e editado. Chico Dub Diretor e curador do Festival Novas Frequências e membro do conselho consultivo da SIM (Semana Internacional de Música de São Paulo). Ex-curador do Centro Cultural São Paulo e gestor de projetos da fundação suíça para a cultura Pro Helvetia no contexto sul-americano, já realizou curadorias para: In/Out Festival (digital, 2020-2021), OneBeat Residency (Estados Unidos, 2020-2021), Labverde - Imersão artística na Amazônia (Manaus, 2020), Virada Cultural (São Paulo, 2020), Silo - Arte e Latitude Rural (Rio, 2019), Videoex (Zurich, 2019), ArtSonica Residência Artística (Rio de Janeiro, 2019), Escuchar (Sonidos Visuales) (Buenos Aires, 2018), Red Bull Music Academy SP (2017), Revisitando Smetak (Rio, 2017), MAR - Museu de Arte do Rio de Janeiro (ciclo Margem, 2016), HOBRA - Residência Artística Holanda Brasil (Rio, 2016), Red Bull Music Pulso (SP, 2016), Dia da Música (Rio, 2015), Eletronika (BH, 2013-2015), SESI Cultura Digital (Rio, 2014-2015), World Stages Residency (Theatre Royal Stratford East, London), Cine-Seizure (Arnolfini - Centre for Contemporary Arts, Bristol, 2014), Festival Imersões (Rio, 2014), Sónar São Paulo (2012), além das séries Invasão Paraense e Invasão Baiana para os CCBBs de Brasília, SP e Rio (2012, 2014 e 2015). Dentre as exposições coletivas de arte sonora que realizou curadoria estão: "Canção Enigmática: relações entre arte e som nas coleções MAM Rio" (Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, 2019-2020); "Lado B: o disco de vinil na arte contemporânea brasileira" (Sesc Belenzinho, 2019); "Disco é Cultura" (Castelinho do Flamengo, 2017); e "Gambiarra Sonora" (Festspielhaus Hellerau, Dresden, Alemanha, 2016). SERVIÇO: Audiodrama Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) Datas: de 11 de novembro a 12 de dezembro de 2021, de terça a domingo. Horário: A partir das 11h, nos jardins, e das 16h às 20h, na Galeria 4 do CCBB Brasília Ingressos: Devem ser retirados no site bb.com.br/cultura e no site ou app da Eventim, no dia da sessão, a partir das 9h. Entrada: Gratuita Galeria 4 Lotação: 52 pessoas por sessão - 'Pesadelo Ambicioso', de Fausto Fawcett & Chelpa Ferro Classificação: 18 anos Sessões às 16h e 19h - 'Fantasmagoria nº3', de Felipe Hirsch & Os Fita Classificação: 12 anos Sessões às 17h e 20h Jardim Experimentação individual através de players e fones de ouvido. Classificação: 12 anos Sessões contínuas das 11h às 18h - 'Dura', de Jefferson Miranda, Francisco Ohana & Jocy de Oliveira - 'O herói como batata', de Fernanda Takai, John Ulhoa & Irmãos Guimarães

  • Exposição de Fernanda Fragateiro na Galeria Camões

    A Galeria Camões recebe, a partir de 29 de outubro, a exposição inédita “Só é Possível se Formos 2”, da artista plástica portuguesa Fernanda Fragateiro. Nesta mostra, Fragateiro dialoga com o trabalho da arquiteta e designer ítalo-brasileira Lina Bo Bardi (1914-1992), conhecida por projetar o prédio do Museu de Arte Moderna de São Paulo (MASP), além de trabalhos editoriais, de design e de cenografia. A realização da exposição é da Embaixada de Portugal e do Camões – Centro Cultural Português em Brasília e a visitação é gratuita, mediante agendamento prévio, observando todos os protocolos de segurança para a prevenção da Covid-19. Artista reconhecida e premiada internacionalmente, Fragateiro tem uma obra caracterizada por relacionar arte e arquitetura de forma particular, provocando o público a refletir e interagir com as peças e o espaço que as abriga, como é o caso nesta mostra. Em “Só é Possível se Formos 2”, o prédio da Embaixada de Portugal, projetado pelo arquiteto português Raúl Chorão, reúne linguagem arquitetônica e paisagística moderna com diversas obras de arte integradas, oferecendo um contexto propício para a ambientação das obras de Fernanda Fragateiro. A principal obra em questão é a releitura e composição espacial que Fernanda a partir dos estudos e desenhos de Lina Bo Bardi da “Cadeira de Beira de Estrada” (1967). Há várias possibilidades de como esta obra teria sido concebida por Lina: desde a ideia de uma invenção espontânea da artista enquanto esperava um ônibus até a inspiração de fotografias de uma aldeia africana e de um tear indígena de Mato Grosso, nas quais aparecem em uso o objeto em formato de tripé. Em “Só é Possível se Formos 2”, Fragateiro valoriza as ideias de Lina como designer de mobiliário, designer gráfica, fotógrafa e observadora atenta das práticas de construção vernaculares e suas relações com o espaço social e político. “São múltiplas dimensões do trabalho da Lina no campo da arquitetura, da investigação da curadoria, da edição, e o seu forte compromisso com a pedagogia, que atravessa toda a sua prática, o que mais me interessa e onde me revejo”, reconhece Fernanda Fragateiro. Concebida em meio à pandemia, a exposição reúne os estudos do acervo de Lina, atualmente reunidos no Instituto Bardi/Casa de Vidro, e registra o processo criativo de Fernanda Fragateiro nas investigações sobre a Cadeira e as relações entre o conjunto da obra de Lina e o Movimento Moderno, que tem em Brasília sua grande realização urbanística. Nesse sentido, Fernanda, busca ainda lançar luz às mulheres arquitetas no modernismo – movimento que se fez notório no campo da arquitetura por figuras masculinas, a exemplo de Oscar Niemeyer e Lucio Costa. Pouco reconhecida à época no modernismo, Lina Bo Bardi ganhou uma nova projeção neste ano ao receber postumamente o Leão de Ouro Especial em Memória pelo conjunto de sua obra na 17ª Bienal de Veneza. “Lina Bo Bardi é uma espécie de nó górdio da arquitetura brasileira e latino-americana, porque seu olhar singular, etnográfico e feminino para a questão das artes populares e não-ocidentais introduz uma agenda completamente diferente no panorama da valorização do tropical/nacional do modernismo brasileiro e latinoamericano das gerações anteriores”, reflete o professor de Arquitetura e Urbanismo Paulo Tavares, da Universidade de Brasília (UnB). Fernanda Fragateiro traz “a voz da Lina para Brasília, em oposição à voz masculina da arquitetura tão marcada e representada aqui”. Ao recorrer ao acervo de Lina Bo Bardi, a artista amplifica o discurso e o olhar e participação femininos na arte e na arquitetura. Para ela, Lina “desafia o poder predominantemente masculino no campo da arquitetura, inspirando uma nova geração de mulheres arquitetas”. Além do design reimaginado da cadeira de Lina, Fernanda apresenta alguns de seus desenhos e livros de pesquisa que permitem ao visitante um mergulho no fazer da artista, além de capturar o trabalho multifacetado de Lina. “Fernanda Fragateiro partilha chaves de leitura do seu processo de trabalho ao trazer para o espaço expositivo um conjunto de livros e materiais que constituem a sua investigação, num renovado convite à reflexão sobre a obra de Lina Bo Bardi, sobre os arquivos e sobre a inscrição do outro na construção do espaço que habitamos”, resume a diretora do Camões – CCP em Brasília, Alexandra Pinho. Sobre Fernanda Fragateiro – Vive e trabalha em Lisboa. Operando no campo da tridimensionalidade, desafiando relações de tensão entre a arquitetura e a escultura, a obra de Fernanda Fragateiro potencia relações com o lugar, convocando o espectador para uma posição de performatividade. Alguns dos seus projetos resultaram de colaborações com outros artistas plásticos, arquitetos, paisagistas e performers. A sua obra tem sido exposta em diferentes museus e instituições como a Galleria Nazionale d’Arte Moderna Contemporânea de Roma, o Museu de Arte Miguel Urrutia (Bogotá), MAAT - Museu de Arquitetura, Arte e Tecnologia (Lisboa), CaixaForum (Barcelona), Palais des Beaux-Arts de Paris, Carpenter Center for the Visual Arts, Harvard University (Cambridge), The Bronx Museum of the Arts (New York), MUAC - Museo Universitario Arte Contemporáneo (Cidade do México), o Centro Cultural de Belém (Lisboa), a Fundação de Serralves (Porto), Museu Calouste Gulbenkian (Lisboa), entre outros. Sobre Lina Bo Bardi – Arquiteta italiana nascida e formada em Roma e naturalizada brasileira, Lina se tornou um dos nomes mais exponenciais da arquitetura e do design modernistas. Em Milão, nos anos 1940, em plena Segunda Guerra Mundial, ela fundou seu primeiro estúdio com o arquiteto Carlo Pagani. Depois de colaborar com editoração e ilustração de diversas revistas italianas, imigrou com o esposo, Pietro Maria Bardi, ao Brasil, em 1946. Estabelecido no Rio de Janeiro, logo o casal foi convidado por Assis Chateaubriand para fundar e dirigir o Museu de Arte de São Paulo (MASP), cujo edifício tornado cartão-postal da cidade foi projetado por Lina. No Brasil, Lina passou temporadas também em Salvador (BA), onde projetou o prédio do Museu de Arte Moderna (MAM-BA), continuou a atuar como curadora artística e passou a se dedicar majoritariamente à cenografia de espetáculos teatrais. Lina levou essa vertente cênica de volta a São Paulo, no ano do golpe militar. Ao final dos anos 1960 colaborou com José Celso Martinez Correia, o Zé Celso, para quem produziu em seguida desenhos para a sede do Teatro Oficina. Em 1977 retornou à cena arquitetônica com o projeto, considerado um dos seus mais relevantes trabalhos por representar uma síntese da sua carreira: o centro de lazer do SESC Pompéia, em São Paulo. Em 1990, Lina e Pietro fundaram o Instituto Quadrante, atualmente Instituto Bardi/Casa de Vidro, com o objetivo de desenvolver atividades culturais e de estudos relacionados com a história da arte e da arquitetura. Serviço: Só é Possível se Formos 2 De 29 de outubro de 2021 a 18 de fevereiro de 2022 Na Galeria Camões (Embaixada de Portugal, SES, Quadra 801, Lote 2) A exposição está aberta a visitação do público exclusivamente mediante agendamento prévio nos dias e horários disponíveis. Cada visita terá até 10 visitantes, de modo a garantir o distanciamento social e fazer cumprir todos os protocolos de segurança em prevenção à Covid-19. Agendamento: geral@institutocamoes.org.br. Entrada franca.

  • Outback Steakhouse inaugura unidade no Conjunto Nacional

    O Conjunto Nacional é o novo point de quem gosta de aproveitar um #MomentoOutback. A rede de restaurantes de temática australiana chega ao icônico shopping, no coração de Brasília, seguindo todas as medidas de segurança conforme exigem os decretos. A nova unidade tem como diferencial a fácil localização. O restaurante é o sexto do Outback na capital federal. "Estamos muito felizes em poder abrir um novo Outback para os brasilienses aproveitarem e retribuir todo o carinho que nos deram na cidade", afirma Fábio Simão, sócio-proprietário do Outback Steakhouse no Shopping Conjunto Nacional. Segundo Ticiana Pessoa, gerente regional de Marketing da Ancar Ivanhoe, administradora do Conjunto Nacional, a chegada da marca faz parte da estratégia do shopping de aumentar e diversificar as opções de alimentação oferecidas aos clientes. “Neste ano em que comemoramos o aniversário de 50 anos do Conjunto Nacional, vamos presentear nosso público com a inauguração de operações do ramo de alimentação diferenciadas e que prometem agradar aos mais variados gostos”, disse. Além do Outback, está prevista a inauguração da nova unidade da Starbucks, também na Ala Norte do 1º Piso. Ali, os clientes também podem saborear as delícias da Casa Bauducco, Bacio de Latte e do Havanna Café, que abriu as portas no local recentemente.

  • Daniela Firme, vocalista da banda Rock Beats lança novo “single autoral” Nosso Planeta

    A espera acabou, a renomada cantora e compositora Daniela Firme lança sua nova música autoral de trabalho. Após realizar 31 lives durante o período da pandemia, sendo 28 com a banda Rock Beats e 3 com seu trabalho solo) e em meio ao início da primeira turnê pelo Brasil, que teve sua estreia em Belo Horizonte com ingressos esgotados, a cantora Daniela Firme, líder da banda Rock Beats e finalista do Prêmio Profissionais da Música 2021 nas categorias Intérprete - Rock e Autora - Centro-Oeste, lança no próxima sexta (22 de outubro) em todas as plataformas digitais o seu novo single autoral “Nosso Planeta”. “”Nosso Planeta" é uma música que fala sobre os encontros e desencontros de um relacionamento. Sobre como é ruim quando o casal não está na mesma sintonia, mas em contrapartida como é bom quando a mágica acontece. É algo especial: só quem vive, sabe.”, diz a cantora. Além de “Nosso Planeta”, Daniela tem previsão de lançar mais um single em 2021 e outros dois ainda no primeiro semestre de 2022. As músicas estão sendo divulgadas na internet e nos shows da banda Rock Beats, mas está prevista para 2022 uma turnê autoral pelo país.

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