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- Gelatte de Gàbi apresenta gelatos inspirados na cultura do cerrado para celebrar o Dia Internacional
A sobremesa considerada paixão nacional nunca foi tão desejada nos últimos tempos: o famoso e queridinho sorvete está prestes a completar mais um aniversário. A festa, esse ano, promete ser em grande estilo na Capital Federal. É o que garante a Gelatte Di Gàbi, que produziu especialmente para essa data festiva sabores inspirados na cultura do cerrado. Cupuaçu Sorbet, Maracujá Roxo Sorbet. Açaí com Brigadeiro de Leite Ninho e Tapioca com Doce de Leite e Queijo Meia Cura prometem presentear os brasilienses no Dia Internacional do Sorvete, celebrado no próximo dia 23 de setembro. As combinações inusitadas preservam as características da Gelatte di Gábi, gelateria oriunda de São Paulo, que trouxe sua experiência aliada à criatividade e fez nascer sabores inovadores e que são a cara de Brasília. É o caso do gelato de Maracujá Roxo, criação autoral da Gelatte di Gàbi. Com a mania boa de conseguir sabores improváveis, deu vida à uma receita que equilibra o maracujá com o vinagre balsâmico, colorindo a receita com um toque de beterraba. Um dos proprietários, Bruno Fares explica de onde surgiu essa ideia para comemorar essa data de um jeito tão singular. “A Gelatte di Gàbi nasceu com a missão de fazer um gelato autoral, criando seus sabores ao invés de comprar produtos prontos e receitas comuns”, explica Bruno. Segundo Fares, os sabores escolhidos remetem à mistura de sabores e ingredientes que chegaram até Brasília pelas mãos de brasileiros de diversos cantos do país. Esses sabores incluem o açaí do Pará, o cupuaçu da Amazônia e a tapioca do Nordeste combinada com o doce de leite e o queijo meia-cura tão amados em Minas Gerais. O carinho na produção dos gelatos está sempre presente. Pelas mãos da sócia Jany Fernandes, o cupuaçu recebe atenção especial: fruta por fruta, as dezenas de sementes são retiradas e descascadas, uma por uma, com o auxílio de uma tesoura. Todo esse cuidado gera uma receita verdadeiramente artesanal. “Aqui, polpa industrializada não tem vez! ”, defende Jany. Os gelatos, inspirados em sabores do cerrado, estarão presentes na vitrine da Gelatte di Gàbi entre os dias 22 e 30 de setembro, sendo uma ótima oportunidade para degustar uma sobremesa diferenciada e aliviar o calor tão presente a cidade nos últimos tempos. Serviço: Gelatte de Gàbi apresenta gelatos inspirados na cultura do cerrado para celebrar o Dia Internacional do Sorvete Endereço: EQN 110/111, Bloco A, Loja 6, Térreo – Plaza Norte Shopping -Asa Norte Whatsapp: (61) 98611-8543 Instagram: @gelattedigabi Dias e Horários de Funcionamento: De terça a domingo, das 12h às 20h (presencial e sistema take-out) Entregas: Aplicativo Ifood A gelateria recebe os cartões das principais bandeiras, nas versões crédito e débito, dinheiro e PIX.
- Atrações locais animam o Santo Bar neste fim de semana
O Santo Bar é o reduto para quem busca boa música e diversão. Toda semana a casa traz uma programação musical diversificada que agrada todos os estilos. O local segue todos os protocolos de segurança contra à Covid. Nesta quinta-feira, o sertanejo invade o espaço com o cantor Gegê Matheus, a partir das 21h. A sexta-feira fica por conta do ritmo que está conquistando o Brasil: o forró. A atração da noite é a banda Piseiro de Rico, a partir das 21. Já o sábado tem a combinação perfeita da feijoada e do samba. O som é com a banda Deu Klima, das 14h às 21h, e com o Grupo Moleque, das 20h às 23h. Já o domingo éuma mistura de brasilidade com muito pagode, samba e axé. A atração da tarde, para encerrar o fim de semana, a partir das 12h, é o grupo Sumidade. Confira a programação completa: Quinta: Gegê Matheus, a partir das 21h Sexta: Piseiro de Rico, a partir das 21h Sábado: Roda de Samba com Deu Klima, a partir 14h às 17h; Grupo Moleque, das 20h às 23h Domingo: Grupo Sumidade, a partir das 12h Santo bar Endereço: CLN 201 Bloco C Horário de Funcionamento: de terça-feira a domingo, das 11h às 0h (Enquanto durar o decreto) Telefone: (61) 3877-1001 Redes sociais: @santobarbrasilia
- Gerald Thomas estreia novo espetáculo G.A.L.A.no dia 22 de setembro, com transmissão pela web
Embalado por uma trilha sonora eclética o espetáculo G.A.L.A., do autor e diretor Gerald Thomas e estrelado pela atriz Fabiana Gugli, nos coloca diante de um mundo totalmente surreal, tropicalista inventado, com o desabafo existencial da personagem que dá nome a peça. Uma mulher num barco à beira do naufrágio, sozinha como a população do mundo em tempo de pandemia, que briga com o autor-diretor dizendo que “Beckett não está mais lá” e que “chega de Beckett!”. Ela está em busca de uma saída viável e deve encontrá-la no final de peça. G.A.L.A. estreia nacionalmente na noite de 22 de setembro, quarta-feira, às 21h, com transmissão gratuita pelo canal do Sesc Avenida Paulista. O nome G.A.L.A. faz referência a elegância da personagem em uma noite de gala, mas também é levemente inspirada numa musa, a Gala Dali, do Salvador Dali. – Ao receber o texto dessa nova peça, não tinha ideia de como ele poderia ser dito ou como ele poderia ser montado. Isso é muito próprio da dramaturgia do Gerald, a palavra é só mais um elemento na cena. Só quando os ensaios começam, a encenação dá suporte à dramaturgia e os sentidos e significados começam a aparecer e ganhar conexões muito peculiares. Nessa peça especificamente muitas imagens habitam este lugar onírico: uma mulher à deriva, rompendo uma relação, o rompimento com Beckett e seu universo, uma inversão de papéis entre musa (GALA) e criador, delírio, sonho, referências ao surrealismo, uma busca de sentido e uma imensa solidão. Por enquanto, ainda me sinto como a mulher da peça, à deriva. Não devo estar muito longe e logo, logo, devo chegar em algum lugar –, comenta Fabiana Gugli. Gerald Thomas provoca com sua dramaturgia cáustica em quem a experimenta, atores ou espectadores, impressões a partir das suas visões de mundo. Thomas diz que é preciso saborear a obra ao invés de querer ou tentar entendê-la. – Quanto mais eu vivo mais eu percebo que ninguém sabe nada. Ninguém lembra de nada. E fica todo mundo arrotando verdades. E vai se criando um arquipélago de verdades: “isso tem que ser assim e isso tem que ser assim”. Uma espécie de ordem artificial que Deus não botou ali, mas a classe média botou ali. E quando surge uma pessoa que coloca isso em dúvida… “mas eu não entendo, o que é que quer dizer isso?”. E isso coloca o artista como aquele que faz entender, mas não faz, o artista confunde mais. Eu vejo qualquer peça como uma pessoa em uma esteira rolante de um aeroporto sendo bombardeada por uma série de anúncios aleatórios, sendo nutrida de muitas informações diferentes e reagindo pela sua empatia ou não a elas –, comenta Gerald Thomas. “Eu sou um homem e essa foi uma viagem terrestre e extra-terrestre – visitamos as pirâmides e passamos na prova do existencialismo “crucial”, a prova da sexualidade, a prova da dignidade, a prova da humanidade e da sobrevivência sendo “o outro” e “a outra”, e tudo lá no nosso Olimpo, Sancho. E tudo isso enquanto tinhamos visões terríveis. Visões verdadeiras. Visões apocalípticas.” (trecho de G.A.L.A.) Serviço G.A.L.A. De Gerald Thomas Com Fabiana Gugli Estreia: 22 de setembro de 2021, às 21h, com transmissão pelo canal do Sesc Avenida Paulista: youtube.com/sescavenidapaulista. Ingressos: Grátis Duração: 45 minutos (aproximadamente) Classificação: 16 anos
- Projeto “Sessões Verberenas” exibe filme censurado pela ditadura
Entre os dias 24 e 26 de setembro, a terceira edição das Sessões Verberenas exibe “Os homens que eu tive”, da diretora Tereza Trautman. No domingo, dia 26, o projeto transmite debate sobre o filme e lança mais uma publicação on-line – disponível em verberenas.com. A cada edição, uma nova coletânea sobre cinema, com textos de mulheres de todo país, é disponibilizada para o público. Toda programação é gratuita. “Os homens que eu tive” conta a história do casal Pity, uma jovem que leva uma vida alegre com seu marido Dode e seu namorado Sílvio. Ela procura entender seus próprios desejos e buscar formas de saciá-los. Lançado em 1973, o filme foi censurado pela ditadura até 1980, quando enfim foi liberado pelo governo. Na época da estreia, Tereza tinha apenas 22 anos. “A jovem Tereza Trautman e seu filme de estreia destacam-se para nós do Verberenas pela rebeldia em apresentar uma protagonista que insiste em ser quem é de forma corajosa e, ao mesmo tempo, natural. É fundamental refletir sobre a importância da nossa memória, sobretudo em um momento em que, após anos de repetida negligência, a Cinemateca Brasileira – que conta com o maior acervo audiovisual da América do Sul – esteve literalmente em chamas e segue sem funcionários, sem gestão e sem repasses governamentais”, destaca Amanda Devulsky que, ao lado de Glênis Cardoso e Letícia Bispo, integra o Verberenas. Filme em debate No domingo, dia 26, às 18h, Amanda, curadora desta edição, conversa com Roberta Veiga sobre “Os homens que eu tive”. Doutora em Comunicação pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e professora adjunta na mesma instituição, Roberta é tradutora do livro “Nothing Happens: Chantal Akerman’s Hyperrealist Everyday”, que detalha a obra da diretora belga Chantal Akerman (1950-2015). Verberenas Criado em 2015, Verberenas é um projeto independente que reúne mulheres pesquisadoras e atuantes no cinema brasileiro. Incomodadas com a pouca presença feminina nas discussões sobre cinema, Amanda Devulsky, Carol Lucena, Glênis Cardoso e Letícia Bispo decidiram criar um espaço on-line para a discussão cinematográfica com foco nas perspectivas das mulheres. Em março de 2021, o projeto cresceu com a chegada das Sessões Verberenas. A estreia foi com a exibição de “Porta para o Céu”, da diretora marroquina Farida Benlyazid. Em junho, foi a vez de mostrar ao público o filme “Microhabitat”, de Go-Woon Jeon. Serviço – Sessão Verberenas 2ª edição Filme “Os homens que eu tive” disponível para o público das 20h do dia 24/09 até às 20h do dia 26/09, na plataforma https://todesplay.com.br/. Não recomendado para menores de 12 anos. Dia 26 de setembro, domingo, às 18h, debate com Amanda Devulsky e Roberta Veiga no Youtube Verberenas Toda programação é gratuita. Verberenas – Redes sociais Instagram: @verberenas Twitter: @verberenas
- Enem: 6 dicas para aumentar o foco
É muito comum se distrair enquanto estamos estudando. Quando estamos em casa, a mãe ou o irmão chama, o cachorro late querendo brincar ou a televisão ligada faz a gente dar aquela olhadinha e acabar perdendo o foco nos estudos. A prova do Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), somando os dois dias de prova, dura dez horas e meia. Então, para ter um bom desempenho é necessário ter foco. Muitas pessoas não sabem, mas a concentração é algo que a gente desenvolve. Nós, seres humanos, somos multifocais. Desde a pré-história, tínhamos que estar atentos a tudo. Hoje, continuamos a ter nossa atenção dispersa, uma vez que somos bombardeados por informações. Mas, claro, temos que ficar atentos, porque há momentos importantes, como os estudos, que exigem nosso foco completo. Em primeiro lugar, é muito importante planejar sua rotina. Pode parecer óbvio, mas, ao se organizar, você consegue aumentar o seu foco. Então, separe seus horários e determine suas tarefas para assim conseguir se concentrar melhor. Crie hábitos, planeje tudo com auxílio de agendas, planners ou aplicativos. Outra dica é que é preciso ter cuidado com a sobrecarga. Ninguém é de ferro e se tem uma coisa que tira o foco é o cansaço. Então respeite seus limites. Separe entorno de duas horas para estudar aquela matéria e mais uma hora para fazer exercícios. A terceira técnica é fazer pausas. Entre uma matéria e outra, é importante que pare um pouco para respirar. Nesse momento, o cérebro absorve mais o que você aprendeu. Beba água e relaxe um pouco para voltar com mais foco para os estudos. Exercitar-se, é mais uma coisa que você deve fazer. É importante que separe um momento para se alongar, fazer uma meditação, esfriar a cabeça. O exercício é bom tanto para o seu físico quanto para o mental. Mais uma dica é encontrar seu método de estudo ideal. Não adianta alguém te indicar fazer mil exercícios de matemática, quando você aprende só de ver vídeos. Então, teste diversas formas de estudar e veja com qual aprende mais e da melhor forma. A última técnica é aproveitar a tecnologia. O Youtube e o Instagram têm vídeos e perfis dedicados para como se sair bem em provas e no Enem. Aproveite o celular e o computador para usar as redes sociais para estudar e aprender mais. Só tome cuidado para não se distrair e passar mais tempo vendo vídeos ou fotos e se distraindo do objetivo principal de tirar uma boa nota no Enem. Não desanime dos seus objetivos porque isso também pode tirar o seu foco. Cabeça erguida. Lembre-se sempre que o seu amanhã depende do que você faz agora. Dedique-se e estude, pois o resultado vem. (*) Leonardo Chucrute é diretor-geral do Colégio e Curso ZeroHum, Professor de matemática, ex-cadete da AFA e autor de livros didáticos.
- Dança em Trânsito abre convocatória para residência de intercâmbio ROTAS
ROTAS, a tradicional residência de intercâmbio dirigida pela coreógrafa Flávia Tápias em parceria criativa com artistas convidados de cada edição do Dança em Trânsito, abre convocatória para intérpretes criadores das cidades por onde Rotas passará em 2021 – Florianópolis, Mangaratiba, Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, São Luís, Belo Horizonte, Vitória e Vila Velha. Neste ano, a linguagem da dança contemporânea será o elo do diálogo entre diversos estilos de dança e música do país para criar um pequeno recorte artístico da cultura brasileira, original e inédito: ROTAS BRASILEIRAS. Todos os estilos de dança serão aceitos: danças urbanas, passinho, forró, jongo, dança-afro, ballet clássico, carimbó, sapateado, gafieira etc e o que mais surgir dentre as propostas enviadas pelos candidatos. Por meio dessa convocatória, o Dança em Trânsito selecionará para participar da residência ROTAS BRASIS de 8 a 14 artistas, dando prioridade aos profissionais da dança das cidades onde ROTAS será parte da programação presencial. Os artistas selecionados poderão, no entanto, se apresentar em uma ou mais cidades e não apenas na sua de origem. O início dos trabalhos será realizado de forma online e os encontros presenciais acontecem durante a realização do Dança em Trânsito. Para participar, o profissional deve enviar para o email news@espacotapias.com.br três linhas do currículo, um pequeno vídeo no YouTube ou Vimeo do intérprete em cena ou em ensaio, a cidade de residência, duas fotos e o contato telefônico. Dança em Trânsito será realizado entre outubro e dezembro de 2021, em formato híbrido, envolvendo um total de 21 cidades do Brasil, com espetáculos, performances e ações online, e presenciais (respeitando as orientações sanitárias). Algumas ações serão transmitidas via streaming a todo o público nacional e internacional de forma gratuita. Dança em Trânsito tem como característica marcante a ocupação de espaços urbanos, além de espaços convencionais. Há 19 anos, o projeto abarca apresentações artísticas, reflexão e intercâmbio entre grupos de dança, circo e teatro de diversas cidades do Brasil e do mundo. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, projetos formativos – aulas, oficinas de criação, workshops, palestras - abrindo canais para novos talentos da dança e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. SERVIÇO: CONVOCATÓRIA ROTAS - RESIDÊNCIA DE INTERCÂMBIO DE DANÇA CONTEMPORÂNEA PARA PROFISSIONAIS Com remuneração a combinar Mais informações em www.dancaemtransito.com.br Para seleção prévia, cada profissional deverá enviar para o email news@espacotapias.com.br até 20/9: - Três linhas do currículo - Um pequeno vídeo do intérprete em cena ou em ensaio (YouTube ou Vimeo) - Em qual cidade reside - Duas fotos - Contato telefônico Apresentado por: MINISTÉRIO DO TURISMO Patrocinado por: INSTITUTO CULTURAL VALE ENGIE Realização: ESPAÇO TÁPIAS SECRETARIA ESPECIAL DE CULTURA MINISTÉRIO DO TURISMO GOVERNO FEDERAL - PÁTRIA AMADA BRASIL Dança em Trânsito Criado em 2002, o Dança em Trânsito é um festival internacional de dança contemporânea que tem por objetivo valorizar, promover e democratizar esta expressão artística, seja pelo intenso intercâmbio entre artistas e companhias do Brasil e do exterior, como também pela itinerância, percorrendo desde as grandes cidades até pequenas localidades no interior do Brasil, em teatros ou espaços públicos. Sua atuação abrange ainda residências artísticas, com oficinas de criação, e workshops, abrindo canais para novos talentos da dança, e a formação de plateias, estimulando o interesse pelas artes e pela dança. O festival é parte do projeto Ciudades Que Danzan, que reúne 41 cidades em diversas partes do mundo com o intuito de difundir a dança contemporânea. Desde a sua criação, o Dança em Trânsito já realizou mais de 650 apresentações de dança contemporânea, abrangendo 103 companhias nacionais e 59 internacionais, de 18 países, passando por 26 cidades no Brasil e no exterior, para um público de mais de 48 mil pessoas. A edição 2020, 100% online, envolveu 739 participantes de 68 cidades e 18 países, com um total, entre transmissões e redes sociais, de mais de 170 mil acessos. Sobre o Instituto Cultural Vale O Instituto Cultural Vale parte do princípio de que viver a cultura possibilita às pessoas ampliarem sua visão de mundo e criarem novas perspectivas de futuro. Tem um importante papel na transformação social e busca democratizar o acesso e fomentar a arte, a cultura, o conhecimento e a difusão de diversas expressões artísticas do nosso país, ao mesmo tempo em que contribui para o fortalecimento da economia criativa. Em 2021, são mais de 150 projetos criados, apoiados ou patrocinados em 24 estados e no Distrito Federal. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios, patrocinados pela Vale via Lei Federal de Incentivo à Cultura, com visitação gratuita, identidade e vocação únicas: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Visite o site do Instituto Cultural Vale para saber mais sobre sua atuação: institutoculturalvale.org. Sobre a ENGIE Brasil No Brasil, a ENGIE é a maior produtora privada de energia elétrica no país, operando uma capacidade instalada de 10.290 MW em 32 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do país. O Grupo possui 90% de sua capacidade instalada no país proveniente de fontes limpas, renováveis e com baixas emissões de gases de efeito estufa, posição que tem sido reforçada pela construção de novas eólicas no nordeste do país e por uma das maiores hidrelétricas do País, Jirau (3.750 MW), localizada no rio Madeira e que foi inaugurada em dezembro de 2016. O Grupo também atua na área de geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 3.000 colaboradores, a ENGIE teve no país em 2016 um faturamento de R$ 6 bilhões.
- Inscrições para o Programa de Capacitação em Teatro Virtual terminam dia 22/09
As inscrições para o Programa de Capacitação em Teatro Virtual, que vai apresentar possibilidades artísticas e ferramentas do teatro online durante quatro meses, terminam na próxima quarta-feira, dia 22 de setembro. O curso foi idealizado pelo projeto Niterói em Cena RESISTE!, que tem o objetivo de fomentar a produção artística na pandemia e pós-pandemia. As aulas serão ministradas pelos diretores Juracy de Oliveira, Miwa Yanagizawa, Rodolfo García Vázquez e pela atriz e publicitária Letícia Leiva para 30 participantes, sendo 10 para residentes de Niterói e 20 para moradores das demais cidades do Brasil. Cada aluno receberá uma bolsa de estudos equivalente a 340 euros (valor total). Das vagas totais, 50% serão reservadas à política de ações afirmativas (mais detalhes no serviço do release). No fim do período, obras criadas pelos alunos farão parte de um festival de teatro virtual, em janeiro de 2022. O regulamento completo e a ficha de inscrição estão disponíveis em www.niteroiemcena.com.br. O projeto é patrocinado com recursos do Fundo Internacional de Ajuda para Organizações de Cultura e Educação 2021 do Ministério das Relações Exteriores da República Federal da Alemanha, do Goethe-Institut e de outros parceiros (www.goethe.de/hilfsfonds). “O Niterói em Cena tem em seu DNA a preocupação com o desenvolvimento artístico de atores, novos diretores e técnicos teatrais. Esta nova experiência de formação, possibilitada pelo Ministério das Relações Exteriores da Alemanha e Instituto Goethe, vai fazer com que ampliemos nossos esforços na capacitação de artistas mais sensíveis e atuantes. Para isso, escolhemos profissionais gabaritados, com experiências bem-sucedidas no teatro virtual”, observa o diretor do projeto, Fabio Fortes, que também assina a direção do Festival Niterói em Cena. “Também nos alegra muito a possibilidade de oferecer uma bolsa de estudos para que a prática teatral e a dedicação aos estudos ocorram de maneira mais tranquila. Estamos muito animados”, acrescenta. O curso, com aulas ao vivo e on-line, terá início em outubro e será composto por quatro módulos. O ator e diretor cearense Juracy de Oliveira vai ministrar o módulo “Escolha e otimização de ferramentas técnicas virtuais”, que vai orientar os alunos nas aplicações básicas de ferramentas de transmissão e exibição de obras artísticas nas plataformas digitais, além de oferecer dicas de iluminação e áudio. “Orgulho de fazer parte dessa iniciativa potente e engajada com o hoje!”, frisa Juracy. O módulo 2 será voltado à “Captação e engajamento de audiência para projetos artísticos em redes sociais” e objetiva apresentar fundamentos básicos de marketing digital com foco na divulgação do produto artístico e na construção/ampliação de uma audiência qualificada. A professora será a atriz e publicitária mineira Letícia Leiva. “Iniciativas como essa, que visam o fomento e a formação, me fazem acreditar em um mundo mais possível para todas as pessoas. A vivência com o teatro é transformadora, e investir nisso é - ou deveria ser – primordial”, avalia a comunicadora. A atriz, diretora e pesquisadora da cena Miwa Yanagizawa, nascida em São Paulo e radicada no Rio de Janeiro ministra o módulo 3: “Diálogos e interlocução de linguagens entre o teatro e o audiovisual”. As aulas têm o objetivo de incentivar os alunos a experimentar os limites entre o teatro e o audiovisual, aproveitando as características de cada linguagem para potencializar a obra artística no espaço de representação virtual. “O Niterói em Cena RESISTE! é uma das mais importantes ações pedagógicas e democráticas para ampliar o campo da investigação e produção artística no espaço virtual. Muito honrada de fazer parte deste projeto”, comenta Miwa. O módulo 4 será comandado pelo diretor teatral, autor, diretor de cinema e pedagogo paulista Rodolfo García Vázquez. O tema será “Criação artística coletiva não presencial”, e vai oferecer direcionamento prático aos alunos que, através da orientação de um diretor com experiência em criação online, serão estimulados a experimentar as técnicas abordadas nos módulos anteriores. “O teatro florescerá em todos os ambientes, sempre. É da sua natureza. Participar e compartilhar do florescer do teatro na internet é uma oportunidade histórica única”, declara o artista. Sobre Juracy de Oliveira Juracy de Oliveira é ator e diretor cearense formado pela Escola de Teatro Martins Penna, no Rio de Janeiro. Durante a quarentena, idealizou o Pandêmica Coletivo Temporário de Criação, aglomeração online com artistas de diversas partes do país. Dirigiu, entre outras, a experiência online “12 Pessoas Com Raiva”. Tem vasta experiência como ator e diretor. É também o idealizador, diretor e integra o elenco do projeto “Le Circo de la Drag”, com três anos de circulação pelo Brasil e exterior (França, Holanda, Portugal e Bélgica). Sobre Letícia Leiva Letícia Leiva é atriz e publicitária. Cofundadora da quasecia de teatro e sócia da Rizoma Comunicação & Arte, atua como comunicadora de eventos e projetos culturais desde 2014, já tendo trabalhado com importantes nomes e projetos mineiros como: Grupo Galpão, Maria Cutia, Dudude, Centro de Arte Suspensa e Armatrux (C.A.S.A), Festival Estudantil de Teatro (FETO BH), Teatro em Movimento, entre outros. A partir de vivências como artista, público e comunicadora de teatro, dedica-se hoje à comunicação de iniciativas culturais, entendendo esse também como um fazer artístico e político. Em 2021, inaugura um espaço dentro do portal Pula BH!, onde reflete, em voz alta, sobre questões diversas e subjetivas que, de alguma forma, vão de encontro ao teatro. Sobre Miwa Yanagizawa Bacharel em Teatro pela CAL (RJ), fundadora do AREAS Coletivo, atua como atriz, diretora e pesquisadora da cena com trabalhos significativos no Teatro, TV e Cinema. Ganhou os prêmios Shell e APTR 2019 de melhor direção por “Nastácia”, espetáculo baseado no livro O Idiota, de Dostoievski, com dramaturgia de Pedro Brício. Foi integrante durante 17 anos da ciateatroautônomo (RJ), dirigida por Jefferson Miranda, com trabalhos importantes dentro do cenário do teatro contemporâneo brasileiro. Fez parte da Cia Ensaio Aberto (RJ), dirigida por Luiz Fernando Lobo, da Cia TãoSó, de Ticiana Studart e, ainda, teve uma parceria fecunda com o diretor Guilherme Leme, além de outras ao longo de sua carreira. Ministra, com frequência, a oficina “Estudo para o ator: a escuta”, um eixo de pesquisa do Areas Coletivo que em 2020 estendeu sua investigação para o espaço virtual como “A Escuta: distâncias e aproximações”. Como professora de Teatro, trabalhou no Solar Meninos de Luz (1996-2001) e Grupo Nós do Morro (2002-2010), localizados no Morro do Pavão-Pavãozinho e do Vidigal, respectivamente, no Rio de Janeiro. Em 2021, atuou na 5ª Temporada de Sessão de Terapia, dirigida por Selton Mello, e dirigiu e escreveu “Eu Matei Sherazade”, a partir da obra de Joumana Haddad, escrita com Carol Chalita. Dirigiu ainda “Em Nome da Mãe”, baseado no livro homônimo de Erri de Lucca, dramaturgia de Suzana Nascimento. Ambas as peças foram concebidas como Teatro Virtual. Sobre Rodolfo García Vázquez Fundador da companhia Os Satyros, é diretor teatral, autor, diretor de cinema e pedagogo. Já dirigiu mais de 100 espetáculos, apresentados em 25 países, recebendo prêmios nacionais e internacionais pelo seu trabalho, como Shell, APCA, entre outros. Entre os espetáculos que dirigiu, destacam-se: “A Trilogia Libertina” (a partir da obra do Marquês de Sade), “A Vida na Praça Roosevelt” e “Inocência” (de Dea Loher), a Trilogia das Pessoas e o espetáculo digital ¨A Arte de encarar o medo¨. Também realiza investigação na área de teatro ciborgue, desde 2009, com mais de dez produções, entre as quais se destaca ¨Cabaret Stravaganza¨. Em cinema, dirigiu ¨Hipóteses para o Amor e a Verdade¨ e ¨Filosofia na Alcova¨ (em codireção com Ivam Cabral). É um dos fundadores da SP Escola de Teatro, onde atua como Coordenador do Curso de Direção. É professor convidado em diversas universidades europeias (Berlin, Estocolmo, Helsinki e Birmingham). Desde o início da pandemia, vem desenvolvendo projetos de teatro digital com artistas de todos os continentes. Serviço: Programa de Capacitação em Teatro Virtual Período de inscrições: de 6 a 22 de setembro de 2021, no site www.niteroiemcena.com.br Serão 30 vagas, sendo 10 para residentes de Niterói e 20 para moradores nas demais cidades do Brasil, com bolsas equivalentes a 340 euros (valor total) por aluno. Das 30 vagas totais, 50% serão reservadas à Política de Ações Afirmativas, sendo, portanto, ocupadas por candidatos que se autodeclararem negros (pretos e pardos), trans (transexuais, transgêneros e travestis), indígenas (com nacionalidade brasileira ou visto de residência) e PcD (Pessoa com Deficiência, seja visual, auditiva e/ou motora). Sendo assim, cinco vagas das ofertadas na Seleção Niterói e 10 vagas ofertadas na Seleção Brasil estão reservadas para estes grupos específicos Divulgação dos selecionados e dos suplentes: 27 de setembro, às 18h no site www.niteroiemcena.com.br. Início das aulas: outubro de 2021. Aulas às terças e quintas-feiras, das 19h às 22h. Duração do projeto: de outubro de 2021 a janeiro de 2022 Festival de teatro virtual: janeiro de 2022 Redes Sociais do Projeto: Facebook: www.facebook.com/Niteroiemcena Instagram: @niteroiemcena
- Comandado pelo chef Leandro Nunes, Le Parisien lança almoço executivo
Nem sempre encontramos restaurantes com opções da alta gastronomia e pratos práticos e rápidos para o almoço. O Le Parisien, na 103 Norte, reúne tudo isso no menu executivo, que está disponível de segunda a sexta, no almoço. Sob comando do renomado chef Leandro Nunes, os pratos saem no valor de R$ 55. Para começar, a (Mix de alface, tomate confit, suprême de laranja, farofa de copa defumada e vinagrete de mostarda dijon) como entrada. De principal, o cliente poderá escolher entre três pratos principais fixos do cardápio, além de opções sazonais que estarão disponíveis a cada semana. As sugestões são: Fraldinha ao ponto ao molho de mostarda dijon e batata frita à vontade; e Saint-Pierre grelhado sobre espaguete de vegetais e manteiga de ervas. Há ainda a opção vegetariana Curry de vegetais, com brócolis, cenoura, abobrinha, vagem, banana-da-terra e cebola cozidos em um molho de especiarias com leite de amendoim, coentro e cebolinha e acompanha arroz de coco com castanha de caju. Com mais R$ 9, o cliente ainda garante uma sobremesa do dia para completar a refeição. Le Parisien Bistrot Endereço: CLN 103, bloco B - Asa Norte Horário de funcionamento: Terça a sexta das 12h às 15h e das 19h às 23h. Sábado das 12h às 16h e das 19h às 23h. Domingo das 12h às 16h. Siga: @leparisienbistrotbsb Pedidos: iFood, Rappi e 99 Food
- PIX Saque e PIX Troco entram em vigor a partir de 29 de novembro: 5 dicas para não cair em golpes
De acordo com o Banco Central, no próximo dia 29 de novembro, o PIX Saque e o PIX Troco serão implementados. Anunciadas em maio, as duas funções possibilitarão que clientes façam saques em dinheiro em estabelecimentos comerciais. A opção de realizar pagamentos via PIX, já disponível, será mantida. O PIX Saque permitirá que todos os clientes realizem saque em um dos pontos que ofertarem o serviço. Para ter acesso aos recursos em espécie, basta que o cliente faça um PIX para o agente de saque, em dinâmica similar a de um PIX normal, a partir da leitura de um QR Code mostrado ao cliente ou a partir do aplicativo do prestador do serviço. No PIX Troco, a dinâmica é praticamente idêntica. A diferença é que o saque de recursos em espécie pode ser realizado durante o pagamento de uma compra ao estabelecimento. Nesse caso, o PIX é feito pelo valor total (compra + saque). No extrato do cliente, aparecerá o valor correspondente ao saque e ao valor da compra. Nas duas modalidades, as transações serão limitadas a R$ 500 durante o dia e a R$ 100 entre as 20h e as 6h. No entanto, os ofertantes desses produtos poderão definir limites mais baixos, baseados no perfil do cliente, na localização, no horário da operação e nos critérios de segurança. Segundo o BC, a oferta dos dois novos serviços será opcional. Não haverá cobrança para pessoas naturais (pessoas físicas e microempreendedores individuais) para até oito transações mensais. O comércio que oferecer as duas opções receberá, da instituição financeira do usuário sacador, de R$ 0,25 a R$ 0,95 por transação, dependendo da negociação com os bancos e as demais instituições. Cuidados O Pix caiu no gosto dos brasileiros. A estimativa é que a representatividade do sistema de transferências e pagamentos instantâneos do Banco Central já chega a 30% – número bem superior aos 7% registrados em novembro de 2020, quando foi lançado. Para se ter uma ideia, de novembro a junho, o montante em movimentações superou R$ 441 bilhões. Mas como utilizar a ferramenta sem dores de cabeça? Segundo o especialista em segurança pública, Leonardo Sant'Anna, pelo menos cuidados são essenciais: 1- Utilize apenas o site e aplicativo do seu banco para fazer pagamentos, cadastrar seu Pix ou realizar qualquer transação, e evite clicar em links recebidos via SMS ou por e-mails. "Esses links muitas vezes vêm acompanhados de sites falsos. Clicando nesse link está automaticamente muitas das informações que estão no seu celular, computador ou tablet. Elas passam a ser acessadas por quem deseja pegar esses dados para realizar uma fraude, como o número de cartão de crédito, CPF ou outros que sejam necessários para que alguém consiga retirar dinheiro de alguma conta bancária ou de qualquer outro espaço onde haja uma reserva financeira", explica. 2- Não use wi-fi de locais públicos como: bares, shoppings, restaurantes para realizar transferências bancárias. "Pode haver vírus que colocam em risco seus dados", pontua Sant'Anna". 3- Nunca passe sua senha para ninguém. "A informação a ser compartilhada para a realização de uma transação é seu CPF, e-mail, chave aleatória ou número de telefone, conforme sua escolha na hora de cadastrar seu Pix no seu banco. Não passe senha caso alguém solicite. Provavelmente se trata de um golpe." 4 - Cuidado com QR Codes falsos. O QR Code "Apesar da facilidade, certifique-se de que o valor que consta no QR Code e o destino do dinheiro estão corretos antes de realizar pagamentos e transferências. 5 - Atenção aos pagamentos por campo de proximidade, o famoso NFC. "Alguns terminais para esse tipo de transação podem ter sofrido alterações para roubar dados. Se notar algo suspeito, opte por outra forma de pagamento para garantir sua segurança."
- Distrito Drag fará capacitação profissional para pessoas trans em parceria com a Doritos
Um projeto desenvolvido pelo Distrito Drag em parceria com o Levante Popular da Juventude do Distrito Federal foi um dos vencedores do edital Doritos Rainbow 2021. Juntas, as entidades vão receber um aporte para o Qualifique-se +, voltado à capacitação profissional, com foco no mercado cultural, de pessoas transexuais que vivem nas periferias de Brasília. A iniciativa surgiu da urgente necessidade de vencer um grave problema social no Brasil, a empregabilidade de pessoas trans, que historicamente têm espaço vetado na cadeia produtiva em razão da transfobia. Pensando nisso, o Distrito Drag e o Levante Popular da Juventude desenvolveram três oficinas para capacitar 30 pessoas: de corte e costura voltada para figurinos, de marketing digital voltada à criação de estratégias e uso de ferramentas básicas, e de maquiagem profissional. As datas para a realização das atividades vão ser divulgadas pelo site (distritodrag.com) e pela página do coletivo no Instagram (@distritodrag). Animados com a aprovação do projeto, os artistas drag queens do Distrito Drag comemoram a chance de colaborar com a inserção profissional de pessoas trans na cena cultural do Distrito Federal por meio das oficinas. “Esse projeto vai fortalecer a nossa luta pelo fortalecimento da comunidade LGBTI+, pela promoção dos direitos humanos e da cidadania, por meio de ações e processos formativos”, afirma a artista Ruth Venceremos, que compõe o coletivo. Além das oficinas voltadas ao mercado de trabalho, o projeto conta também com três seminários para a discussão sobre cidadania LGBTI+, direitos humanos e empreendedorismo criativo. As atividades serão abertas para as pessoas inscritas nas oficinas e também para o público em geral. Mesmo com a característica de possuir espaços um pouco mais abertos a empregar pessoas trans, a economia criativa ainda tem dificuldades para encontrar profissionais com qualificação. Além disso, o segmento ainda tem como desafio a promoção de um ambiente de trabalho mais humanizado. “Com o Qualifique-se +, vamos ter a oportunidade de ajudar no fortalecimento de pessoas da comunidade trans do DF que estão fora do mercado de trabalho por serem corpos dissidentes que não se encaixam nos padrões da sociedade heteronormativa”, avalia Ariel Antunes, integrante do Levante Popular da Juventude e coordenador pedagógico e de mobilização do projeto.
- Seca de Brasília aumenta a incidência de casos de cálculo renal
A temperatura elevada e a baixa umidade do ar – comuns no mês de setembro, em Brasília – são elementos que contribuem para o aumento dos casos de cálculo renal, entre os habitantes da capital. “O Clima seco e de altitude, como em Brasília, favorecem a sub hidratação e a desidratação que são os fatores fundamentais para a formação de cálculos urinários”, explica o médico urologista, do Hospital Urológico de Brasília, Eriston Uhmann. O cálculo renal acomete 15% da população, sendo aproximadamente duas vezes mais comum em homens do que em mulheres, principalmente entre os 20 e 40 anos. Segundo o urologista Eriston Uhmann, os hábitos alimentares como a ingestão excessiva de sal, proteínas, uso de bebida alcoólica e a pouca ingestão de água são fatores relacionados a formação dos cálculos urinários. Mas tudo isso deve se sobrepor a tendência genética para a urolitíase. “É importante mencionar que outros fatores como as anomalias anatômicas do trato urinário ou a ocorrência de infecção urinária podem estar relacionados”, afirma o médico. Os cálculos renais são formados dentro da via excretora (canais por onde a urina passa) e no momento da eliminação, devido à pressão da urina e à contração do ureter para expulsar o elemento estranho, ocorre a dor (cólica renal ou ureteral). O médico do Hospital Urológico de Brasília afirma que toda pedra inicia muito pequena e aumenta de tamanho com o passar do tempo. Todas estão aderidas na superfície interna do rim (papilas). Quando medem alguns milímetros tendem a se desprender, migrando junto com a urina para o ureter (canal que leva a urina do rim até a bexiga), momento em que desencadeia a cólica. Se o cálculo não for expulso espontaneamente, será necessário removê-lo com cirurgia. “Se houver a suspeita de um cálculo urinário, basta realizar um exame de imagem para chegar ao diagnóstico. Muitas vezes o diagnóstico ocorre quando o paciente é submetido a exames, por outro motivo, e acaba identificando o cálculo nos rins”, esclarece Dr. Eriston, que acrescenta: “de modo geral a hidratação adequada é a melhor maneira de fazer a prevenção. É importante entender que a formação dos cálculos pode ter a participação de múltiplos fatores. Muitas vezes necessitando de uma ampla avaliação para o correto diagnóstico e tratamento”. O Hospital Urológico de Brasília Há 30 anos, o Hospital Urológico de Brasília se dedica a diagnosticar, tratar e acompanhar pacientes com distúrbios urológicos. Com estrutura física e tecnologia avançada, o hospital foca em um atendimento seguro e humanizado, por meio de políticas preventivas e ações curativas. O HU oferece atendimento de urgência e emergência 24 horas, e oferece, num só espaço, toda a estrutura para exames, cirurgias e internação que o paciente precisar. Desde laboratório de análises clínicas e diagnóstico por imagem próprio (tomografia, ecografia e estudo urodinâmico), um moderno centro cirúrgico, excelentes leitos de internação (apartamentos e enfermaria) e o serviço de atendimento ambulatorial. Serviço: Hospital Urológico de Brasília Endereço: SEPS 714/914, Bloco C. Edifício Santa Maria, Asa Sul, Brasília-DF Telefone: 3345-9300 Site: www.hospitalurologico.com.br Mídias sociais: Instagram: @hospitalurologicobrasilia Facebook: www.facebook.com/hospitalurologico
- Aprendizagem é porta de entrada no mundo do trabalho para os jovens
A Lei da Aprendizagem (10.097/2000) é importante ferramenta de inclusão no mundo do trabalho e ganhou protagonismo nas últimas semanas, nos debates envolvendo a MP 1045, encarada por muitos especialistas como uma mini reforma trabalhista defendida pelo governo, que não foi aprovada pelo Senado e acabou arquivada. A aprendizagem garante aos jovens carteira assinada, salário mínimo proporcional à sua jornada de trabalho, 13º, férias, FGTS. Ou seja: um verdadeiro vínculo empregatício. A lei também estabelece que organizações de médio e grande porte são obrigadas a contratar jovens com idade entre 14 e 24 anos, como aprendizes. Esta cota atualmente é fixada entre 5% e 15% do número total de funcionários de cada empresa. De acordo com a legislação vigente, o contrato de trabalho pode durar até dois anos e, durante esse período o jovem tem a possibilidade de desenvolver competências que serão importantes para sua vida profissional - as chamadas soft skills - e, ao mesmo tempo, fundamentais para o exercício da cidadania. A formação é dividida por uma carga horária compartilhada entre entidades formadoras, onde os aprendizes recebem conhecimento teórico por meio de oficinas e palestras, e as empresas, responsáveis por orientar os jovens sobre noções básicas para o exercício profissional. 280 mil novas contratações em 2021 Dados do CAGED mostram que entre janeiro e agosto deste ano foram 280 mil novas contratações nesta modalidade levando em consideração as admissões de jovens em todo o Brasil, contra aproximadamente 213 mil desligamentos, o que significa um saldo de novas vagas de aproximadamente 67 mil novos postos de trabalho. Para Humberto Casagrande, CEO do CIEE, o número reflete o preenchimento de oportunidades que deixaram de ser preenchidas em 2020, em virtude do agravamento da pandemia. Deste total, o CIEE foi responsável por preencher aproximadamente 35 mil novas vagas de janeiro a julho, o que representa um crescimento de 57% em comparação com o mesmo período de 2020. “A legislação estabelece uma cota para contratação de aprendizes de no mínimo 5% da força de trabalho de referência da empresa. A iniciativa é voltada a jovens entre 14 anos e 24 anos, que recebem também capacitação profissional. De acordo com informações do Ministério do Trabalho e Previdência, há cerca de 425 mil aprendizes ativos no país. Se todas as empresas cumprissem a cota, o número seria de quase 885 mil”, explicou Casagrande. CIEE 57 anos - Transformando vidas, construindo futuros Desde sua fundação, há 57 anos, o CIEE se dedica à capacitação profissional de estudantes por meio de programas de estágio. Em 2003, abriu uma nova frente socioassistencial com a aprendizagem. Em paralelo, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias. Acompanhe o CIEE pelas mídias sociais: Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Tik Tok e Linkedin. www.ciee.org.br













