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- Consumo excessivo de açúcar pode pode causar perda auditiva, segundo pesquisa
De acordo com pesquisa realizada pela médica Sharon Curhan e estudiosas da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a má alimentação pode causar sérios danos à audição, podendo levar à surdez. Segundo o estudo, pessoas que consomem alimentos saudáveis têm 30% menos chances de sofrer com a perda auditiva. Na avaliação da especialista em saúde auditiva Gilvânia Barbosa, da clínica Microsom, o consumo excessivo de alimentos açucarados aumenta a insulina, que em grande quantidade no organismo pode causar a perda da audição. “O indivíduo que come muitos doces, chocolate e ingere muito refrigerante pode ter sérios danos na audição. Isso porque pode afetar os estímulos das vias neurais, que levam informação do ouvido para o cérebro", alerta Gilvânia. Segundo a especialista, uma dieta não equilibrada pode causar sintomas, como zumbido, tontura, além da surdez. “Outros fatores que também podem acarretar prejuízos à audição é o tabagismo e álcool”, explica Barbosa. Diabetes O diabetes desregulado também é causador de problemas na microcirculação da área responsável pela audição. “Nesse caso, o paciente pode sofrer com o aparecimento do zumbido por conta do alto nível de glicose no sangue. Então, é de extrema importância ter o diabetes controlado”, explica a especialista. Ela ainda alerta: “Ao sinal de qualquer alteração na audição é indispensável procurar um especialista, pois há casos em que a perda auditiva é irreversível”, alerta.
- Hospital Anchieta recebe certificado por excelência no atendimento a pacientes com AVC
O Hospital Anchieta de Brasília, da rede Kora Saúde, recebeu nesta quarta-feira (25) a placa de certificação Angels, afirmando que ele é um Stroke Ready Hospital, ou seja, um local preparado para o atendimento a pacientes com acidente vascular cerebral, AVC. Ele é o segundo do Distrito Federal a receber a honraria. Para conquistar o certificado, o Hospital precisou cumprir cinco etapas, como visita diagnóstica e observação do fluxo de atendimento; plano de trabalho; treinamentos multidisciplinares e administrativos; simulações; monitorias para acompanhamento dos indicadores e implementação de plano de ação, se necessário ( são 6 reuniões no total). Quem coordenou essas etapas foi a médica neurologista Priscilla Proveti. Ela destaca que a certificação demonstra que o ambiente conta com atendimento rápido, eficaz e preciso. "No AVC isso é muito importante porque o tratamento e a evolução do paciente dependem dessa agilidade", pontua. A especialista continua: "a certificação Angels assegura que nosso centro está entre os mais qualificados do Brasil para atendimento a esses pacientes", conclui.
- Brasil registra alta na venda de apartamentos novos
Segundo um estudo divulgado pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), em comparação com o ano passado, no primeiro semestre de 2021, o Brasil teve um crescimento de 46,1% na compra de apartamentos novos. Ainda de acordo com os dados divulgados, o aumento dos últimos três meses foi o maior em quatro anos. Na avaliação do especialista em construção civil Marlus Franco, da AMG engenharia, todo segmento vive altos e baixos, mas nos dois últimos anos as pessoas têm investido em suas casas, fazendo reformas, melhorias e até mesmo adquirindo novos imóveis. “O mercado também contou com uma surpresa agradável: o aumento da procura por casas”, afirma Franco. Porém a alta no preço de materiais de construção ainda reflete negativamente no segmento, o que tem preocupado os empreendedores brasileiros. Conforme o Índice Nacional de Custo da Construção – Disponibilidade Interna (INCC-DI) registrado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), entre julho de 2020 e junho de 2021, houve um aumento de 32,92%. Ou seja, a reforma tá mais cara. Marlus afirma que o mercado está oscilando, mas alguns itens já apresentaram queda no valor . “O aço foi um dos vilões, mas já teve uma queda de 10%. É discreta, não é o preço que queríamos, mas esperamos uma redução maior. No entanto, os valores não devem ser os mesmos do período pré-pandêmico”, explica o especialista.
- CIEE abre processo seletivo para a Advocacia Geral da União
O Centro de Integração Empresa-Escola - CIEE deu início ao processo seletivo para contratação de estagiários da Advocacia Geral da União (AGU). As vagas são destinadas para estudantes do ensino médio e dos cursos de graduação nas seguintes áreas: Ciências Contábeis, Economia, Direito, Design Gráfico, Arquivologia, Jornalismo, Administração e cursos relacionados à Tecnologia da Informação. Os selecionados para estágio de nível médio receberão bolsa-auxílio de acordo com a carga horária, e o valor pode variar entre R$486,05 e R$694,36 mensais. Já os estagiários dos cursos de graduação, poderão receber bolsa-auxílio entre R$787,98 e R$1.125,69 - também de acordo com a carga horária. Ambos contarão com vale transporte no valor de R$10/dia. Os interessados devem se inscrever até o dia 8 de setembro por meio do seguinte link: https://pp.ciee.org.br/vitrine/2327/detalhe. O processo seletivo contará com duas etapas: inscrição e prova on-line. CIEE 57 anos - Transformando vidas, construindo futuros Desde sua fundação, há 57 anos, o CIEE se dedica à capacitação profissional de estudantes por meio de programas de estágio. Em 2003, abriu uma nova frente socioassistencial com a aprendizagem. Em paralelo, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias. Acompanhe o CIEE pelas mídias sociais: Facebook, Instagram, Twitter, YouTube, Tik Tok e Linkedin. www.ciee.org.br
- Depois de 10 anos, Lago Paranoá recebe Procissão Náutica de Dom Bosco
Neste domingo (29), o Lago Paranoá de Brasília vivenciou novamente uma das mais importantes experiências turísticas da capital da República, nos segmentos náutico e religioso, com a retomada da tradicional Procissão de Dom Bosco, interrompida por uma década. Numa iniciativa da secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça, cerca de 40 embarcações, decoradas, participaram do trajeto, entre a Ermida e a Ponte JK. O arcebispo de Brasília, D. Paulo Cezar, disse que o sonho de Dom Bosco e o sonho de Juscelino Kubitscheck se encontraram em nossa cidade. Além da retomada da Procissão, a celebração comemorou os 138 anos da visão do padre italiano João Melchior Bosco e os dez anos de operações da Capitania Fluvial de Brasília. Em sua própria lancha, o governador Ibaneis Rocha seguiu a procissão ao lado da primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha, e o filho do casal, Matheus Rocha. A retomada do evento foi uma iniciativa da secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, como forma de investir no turismo religioso e no aproveitamento das possibilidades do Lago Paranoá, um dos principais cartões postais de Brasília. Segundo a jornalista Jane Godoy, também pioneira de Brasília, “foi uma festa linda, colorida, resgatando um evento de grande porte, que Brasília estava sentindo falta. Sob o comando a Secretária de Turismo, Vanessa Mendonça, a quem agradecemos pela iniciativa.” Procissão Náutica de Dom Bosco volta ao Lago Paranoá, após 10 anos de interrupção. Foto: Aurélio Pereira/Setur-DF “Estamos celebrando o sonho de Dom Bosco, que sonhou com uma terra que jorraria leite e mel, uma terra de abundância. Juscelino Kubitschek conhecia o sonho de Dom Bosco e levou para a frente, construiu essa grande cidade, nossa capital”, disse o arcebispo de Brasília. Para Dom Paulo Cezar,esse sonho “nos faz olhar para a frente, nos faz pensar e construir uma civilização a altura da grandeza do ser humano. Essa procissão Náutica relembra para nós o Lago, que também está no sonho de Dom Bosco, relembra também que precisamos preservar essa beleza da natureza da obra da criação de Deus. Esse é um dia especial para todos nós, precisamos ter sonhos grandiosos, como o sonho de Dom Bosco", afirmou o chefe da Igreja Católica no DF. Ao lado do governador Ibaneis Rocha e da primeira-dama e secretária de Desenvolvimento Social, Mayara Noronha Rocha, a secretária de Turismo do DF,Vanessa Mendonça, destacou que a retomada da procissão náutica de Dom Bosco é um resgate da história da cidade que o governo do Distrito Federal determinou com o apoio da Arquidiocese de Brasília, a iniciativa privada, por meio de associações como Asbranaut (Associação Náutica, Esportiva e do Turismo de Brasília), a Federação Náutica de Brasília e o Sindicato de Clubes e Entidades de Classe Promotoras de Lazer e Esportes do Distrito Federal (Sinlazer). Vanessa Mendonça também destacou o apoio institucional da Secretaria de Estado de Governo do Distrito Federal (Segov-DF), suporte logístico da Marinha do Brasil, participação do Brasília Ambiental e da Secretaria de Estado do Meio Ambiente do DF (Sema/DF). Governador Ibaneis Rocha e secretários de estado participam da Missa em homenagem a São João Bosco. Foto: Aurélio Pereira/Setur-DF "Depois de 10 anos, realizamos a procissão de Dom Bosco. É um momento único, pois é a memória afetiva que está presente em todas as pessoas. Nós celebramos esse dia percorrendo o Lago Paranoá levando Dom Bosco abençoando nossa cidade. É o resgate da nossa fé e da nossa esperança", afirmou a secretária de Turismo do DF. “O governo Ibaneis Rocha está resgatando, não apenas a Procissão Náutica de Dom Bosco, mas também, a história da nossa cidade, o turismo náutico, valorizando o nosso querido Lago, que é um patrimônio e queremos, cada vez mais, que a população possa desfrutar, que as empresas possam gerar emprego e renda, e que os turistas possam conhecer e saber que o Paranoá é o maior lago artificial do mundo”, afirmou Vanessa Mendonça. “É momento das entidades náuticas agradecerem à Secretaria de Turismo e ao Governo do DF por terem abraçado o resgate da importante procissão náutica de Dom Bosco”, afirmou o presidente da Asbranaut, João Carlos Bertolocci. "O Lago Paranoá não é um bibelô de prateleira. Ele é uma engrenagem importante para o fortalecimento da economia do DF e, principalmente, para a geração de emprego, que faz o equilíbrio social", disse o empresário. Secretária Vanessa Mendonça e o Arcebispo de Brasília, Dom Paulo Cézar, durante a Procissão de Dom Bosco. Foto: Renata Braga/Setur-DF "Resgatar a história de uma cidade é muito importante para transferir o conhecimento para jovens, crianças. É fundamental para a sociedade se apropriar dos seus hábitos e costumes", disse Moema Cunha Leão. A empresária da Casa Cor concebeu a decoração do barco que levou a imagem de São João Bosco durante a procissão náutica. A procissão teve início às 8h, com uma carreata que saiu do Santuário São João Bosco (702 Sul) até a Ermida Dom Bosco (QL 30 do Lago Sul). Em seguida, houve a Missa Campal na Ermida, às 10h. A saída da Procissão Náutica de Dom Bosco, com embarques no deck da Ermida, se deu às 12h e percorreu um trajeto que incluiu a Ponte JK e Projeto Orla, retornando à Ermida duas horas depois.Depois, a carreata seguiu pela EPDB, da Ermida até a Paróquia São João Bosco (Núcleo Bandeirante), o primeiro templo dedicado ao co-padroeiro de Brasília, ainda na Cidade Livre, antes da inauguração. Durante a celebração, 15 artesãos cadastrados pela Secretaria de Turismo expuseram e venderam os produtos para os visitantes. Segundo a Setur-DF, esse mercado é composto por mais de 11 mil profissionais e movimenta cerca de R$ 55 milhões na economia criativa do DF. Secretária Vanessa Mendonça com a empresária Moema Leão e as juradas do concurso de melhores embarcações da Procissão Náutica de Dom Bosco, Jane Godoy (e) e Natanry Osório (d). Foto: Cláudio Berger/Setur-DF Natanry Osório, umas das pioneiras no cenário histórico da cidade e jurada no concurso que premiouas embarcações mais animadas, falou sobre importância do retorno da procissão. "Foi uma grande emoção poder participar dessa retomada, ver todos esses barcos, toda essa movimentação. A procissão Náutica de Dom Bosco estava em esquecimento e veio o Governo do Ibaneis com a Secretária de Turismo Vanessa Mendonça e resgataram essa grande ação. Foi emocionante participar do júri e poder ver todos esses barcos celebrando Dom Bosco com todo o segmento náutico", afirmou a empresária. Um júri formado por jornalistas, decoradores e especialistas elegeu os barcos que mais se destacaram na Procissão Náutica. Os prêmios serão concedidos exclusivamente às embarcações inscritas na Procissão Náutica de Dom Bosco, conforme cada uma das categorias, e apenas para o primeiro lugar:Embarcação Mais Decorada: Flash Point; Embarcação Mais Criativa : Vitória II; Embarcação Mais Animada: Desperdício; Melhor Fantasia: Embarcação Orion. "Esse é o resgate de um dos mais importantes acontecimentos do calendário turístico de Brasília e que estava esquecido, abandonado pelos governos anteriores. Nas décadas de 1980 e 1990, a data de Dom Bosco reunia milhares de pessoas na Ermida, era uma celebração cultural e turística que foi perdendo força ao longo dos anos. A partir de 2019, esse calendário foi retomado pelo governo Ibaneis Rocha, mas em função da pandemia não foi possível realizar a celebração com a participação do público. No ano passado foi celebrada apenas uma missa, na Ermida. Este ano, a Capitania Fluvial de Brasília e a Setur, com apoio de vários órgãos, além da Igreja Católica, conseguiram adaptar o evento ao protocolo oficial de combate à covid-19 e Dom Bosco voltou às águas do Lago Paranoá, fortalecendo o turismo religioso e náutico da capital do Brasil", disse a secretária de Turismo do DF, Vanessa Mendonça. CONFIRA O SONHO DE DOM BOSCO Em agosto de 1883, Dom Bosco, como é mais conhecido o padre italiano Giovanni Melchior Bosco, fundador da Congregação Salesiana, sonhou que fazia uma viagem à América do Sul – continente que jamais visitou. No sonho, ele passou por várias terras entre a Colômbia e o sul da Argentina, vislumbrando povos e riquezas. Nesta profecia ou visão, ele ouviu que “entre os graus 15 e 20 havia uma enseada bastante longa e bastante larga, que partia de um ponto onde se formava um lago. Disse então uma voz repetidamente: - Quando se vierem a escavar as minas escondidas no meio destes montes, aparecerá aqui a terra prometida, de onde jorrará leite e mel. Será uma riqueza inconcebível.” Com a construção de Brasília exatamente de acordo com o sonho, Dom Bosco foi escolhido como co-padroeiro da capital.
- Evento on-line debate “perrengues” de viagens
Belas histórias e fotos de viagens todo mundo tem e faz questão de compartilhar. O que nem todo mundo conta são as histórias de fracasso, perrengues e dores de cabeça que acontecem ao viajar. Pensando nisso, o ECULTUR - Encontro Cultural de Turismo do DF, lançou a edição FuckUp Night de Viagem. De forma totalmente on-line, a proposta do evento é debater o que não se deve fazer em uma viagem, a partir das experiências relatadas pelos palestrantes, todos profissionais referência da área de turismo. Para esta edição, os convidados são os guias de turismo Gabriela Palma (RJ), Tutu (DF) e Estevão Lara (DF). Gabriela Palma, a Gaby, é criadora de conteúdo no YouTube e sócia da Sou + Carioca, agência de turismo que apresenta o Rio de Janeiro além do óbvio e conta com mais de 150 roteiros. Tutu é professor de educação física, recreador e atua como guia pela Relp Turismo e pelo Sesc Turismo. Já Estevão Lara é professor do curso técnico em Guia de Turismo no Senac/DF e atua com Turismo Social no Sesc/DF, tendo conduzido grupos pelo Brasil e pelo mundo. Organizadora do evento, Bianca D’Aya, conta que a ideia da edição é promover o aprendizado a partir do erro. “O turismo é uma área onde nenhum dia é igual ao outro, assim, queremos que as pessoas enxerguem as diversas situações, as falhas e erros alheios que acabam acontecendo e assim que as pessoas aprendam com esses erros e evitem passar por situações desnecessárias”, comenta Bianca. O ECULTUR - Edição FuckUp Nights de Viagem acontece nesta Quarta-Feira, 01 de Setembro, a partir das 19 horas. As inscrições estão abertas via Sympla e custam R$ 10,00 (Dez reais). SERVIÇO: ECULTUR - Edição FuckUp Night de Viagem Dia: 01 de Setembro Horário: 19 horas Local: Evento on-line, com transmissão para inscritos Inscrições: bit.ly/fuckupnightdeviagem Preço: R$ 10,00 (Dez reais) Informações: @eculturdf, no Instagram
- Última semana da comédia “Amar é Brega” do grupo G7
Última oportunidade para assistir a peça eleita como uma das mais divertidas da trupe, "Amar é Brega". Em continuação às festividades dos 20 anos de história do G7, o grupo apresenta uma de suas comédias mais engraçadas e atuais somente neste final de semana, sábado e domingo, às 19h, no Teatro La Salle - 906 Sul. Ingressos antecipados a partir de R$ 35,00. "Amar é Brega" é para todas as pessoas, para quem ama ou já amou, pra quem sofre por amor, pra quem é brega e também para todos que precisam de uma válvula de escape para relaxar e se divertir nos tempos atuais. São esquetes cômicas clássicas adaptadas aos tempos atuais, como por exemplo a cena "Romeu e Julieta" que é apresentada em duas versões: política e musical. Na primeira, as famílias Montéquio Bolsonaro e Capuleto Lula da Silva precisam aceitar o amor de seus filhos, apesar de se odiarem e votarem diferente nas urnas. Já na cena musical, os maiores hits do brega brasileiro são transformados em coreografias engraçadíssimas e inesquecíveis em uma das cenas mais aplaudidas nos 20 anos do G7. Não fosse suficiente, a peça ainda conta com o icônico "Momento Romântico" em que a plateia pode ir ao palco fazer uma declaração de amor e ganhar vôos de paraquedismo indoor, vouchers para restaurantes além de um momento incrível para sempre guardado na memória. Por fim, a peça conta ainda com a novela mexicana mais engraçada já feita em um teatro "Assunción". AMAR É BREGA Uma Comédia Elegantérrima Todo mundo que ama é um pouco brega. Mas brega mesmo é não amar. Quem ama não tem medo de abrir o coração sem se preocupar com o que os outros vão pensar. Quem ama fala com voz de neném, chama a pessoa amada por apelidos íntimos, faz bico e dá beijinho de maneiras que despertam a vergonha alheia. Em outras palavras: ser brega é deixar aflorar o seu ser e o seu amor sem se preocupar com o que os outros vão pensar. Por isso, AMAR É BREGA. Embalada neste clima de breguice, a CIA. DE COMÉDIA G7 apresenta quatro cenas de amor puro e verdadeiro. O clássico de Shakespeare "Romeu e Julieta” aparece em duas versões distintas e hilárias. A Novela Mexicana “Assunción" vai emocionar e assassinar a plateia. Além disso, a cena clássica “As Lavadeiras” vai mostrar o lado bruto do amor e a sofrência do interior nordestino. A viagem teatral que o grupo propõe tem como destino o coração. O espectador vai rir, vibrar, cantar e ainda declarar seu amor (e concorrer a prêmios maravilhosos) no MOMENTO ROMÂNTICO. No meio do espetáculo, o palco será tomado por flores e brilho e, o corajoso, ou a corajosa apaixonada, poderão fazer uma declaração de amor para qualquer pessoa. O grupo já avisa: as chances de vitória aumentam com o nível de breguice da performance! SERVIÇO: Amar é Brega – Uma comédia elegantérrima. Última Semana! Local: Teatro La Salle – 906 Sul 04/09 – Sábado – 19h 05/09 – Domingo – 19h Ingressos a partir de R$ 35,00 (meia-entrada). Meia-entrada: Todos os casos previstos em lei. Ingresso Social: para doadores de 1kg de alimento ou 1 livro. Informações: (61) 99351-1369 (com whatsapp) Não é permitida a entrada de crianças menores de 6 anos, mesmo acompanhadas dos pais. Classificação indicativa: 14 anos Duração: 70 minutos. Ingressos à venda: site: g7comedia.com Bilheteria do Teatro – a partir das 16h.
- Lenine, Bloco Eduardo e Mônica, O Lago dos Cisnes e muito mais no Festival Vibrar nessa semana
O quinto fim de semana do restaurante open air VIBRAR, localizado no estacionamento do Nilson Nelson, já tem programação cultural definida. O complexo gastronômico abre as portas na quinta-feira, dia 02, com um dos maiores cantores e compositores da MPB: Lenine, que celebra seus 35 anos de carreira relembrando, ao vivo, seus maiores sucessos. Na sexta-feira, dia 03, é a vez do Festival Sinfônico. A Orquestra Filarmônica de Brasília se apresenta com artistas locais e nacionais como Ellen Oléria (ganhadora The Voice Brasil), Bruna Ene e Renato Carlini (Elvis Presley Cover). Um verdadeiro festival de diversos gêneros musicais em um espetáculo para todas as idades. O sábado, dia 04, será animado pelo famoso Bloco Eduardo e Mônica, que traz a energia do carnaval ao som de muito rock`n roll no palco do Vibrar. Tudo de forma segura e respeitando todos os protocolos do local. Já o domingo, dia 05, é o dia da criançada. Um dos maiores sucessos da Disney, Moana – O Musical, é a atração do parque gastronômico em um espetáculo cantado ao vivo. Segunda-feira, 06, véspera de feriado, a Cia de Comédia Setebelos apresenta seu primeiro espetáculo de 2021. O grupo promete proporcionar um momento de leveza e descontração com “Setebelos – Comédia ao ar Livre”. Humor inteligente, aguçado e com senso de improviso. Terça-feira, dia 07, “O Lago dos Cisnes” com a Orquestra Filarmônica de Brasília retorna ao palco do Vibrar após o sucesso de sua primeira apresentação. O espetáculo, ao vivo, conta com a performance do balé Noara Beltrami, referência em dança há 17 anos. O elenco é formado por dançarinos de Taguatinga, Ceilândia e Sol Nascente. O Lago dos Cisnes é um ballet dramático em quatro atos do compositor russo Piotr Ilitch Tchaikovsk. Orquestra e balé em uma apresentação única para todas as idades. As reservas de mesas (quadradinhos) podem ser garantidas através do aplicativo ou site Sympla https://site.bileto.sympla.com.br/vibrarbsb/. Os pedidos são feitos de forma digital, através de aplicativo, e entregues diretamente ao cliente, em seu “quadradinho”. Evitando, assim, qualquer tipo de aglomeração ou contato, e respeitando os protocolos de segurança e distanciamento exigidos. Para transitar no local para o uso do banheiro, por exemplo, é obrigatória a utilização de máscara. Aferição de temperatura do público e totens com álcool em gel são obrigatórios no restaurante open air. VIBRAR Quinta a domingo, das 17h às 23h Eixo Monumental – próximo ao Ginásio Nilson Nelson Reservas e informações: www.vibrarbsb.com @vibrarbsb
- Funções neurocognitivas: saiba como estimular o desenvolvimento infantil
A capacidade de estar mais atento a uma situação e a possibilidade de trabalhar com a própria memória são aspectos atrelados às funções neurocognitivas. O termo diz respeito à sensação e percepção de um indivíduo e envolvem também o desenvolvimento da evocação, inibição de comportamentos e orientação no tempo e espaço em um ambiente. Para crianças, é fundamental buscar estímulos para trabalhar essa função cerebral. "O desenvolvimento neurocognitivo na infância é importante porque ele vai determinar o modo como a nossa cognição evolui durante a vida. Isso significa que o estímulo voltado a essas habilidades nos ajudará na capacidade de compreensão, aprendizagem e pensamento", explica Talita Santos, psicóloga escolar do Colégio Seriös. Para buscar o desenvolvimento infantil, é interessante apostar em estímulos sensoriais, atividades corporais, brincadeiras, dinâmicas e interações sociais. Na instituição, por exemplo, há a implementação de atividades relacionadas à Arte, Cultura e Tecnologia (ACT) que auxiliam nesse processo. Além disso, a prática de esportes também se torna mais um aliado para as crianças em fase de crescimento. Talita informa que esse trabalho pode ser levado para as residências dos alunos, com o suporte dos pais ou responsáveis. "É possível dar continuidade ao desenvolvimento neurocognitivo com atividades simples, como o jogo da memória, o uso da bola em esportes, estímulo ao raciocínio lógico em brincadeiras de tabuleiro e, até mesmo, idas ao parquinho com interação social", indica. Além disso, a psicóloga alerta a necessidade dos professores compreenderem essa demanda dentro das instituições em que atuam, visto que o estímulo monótono, sem um convite às dinâmicas lúdicas, pode atrapalhar de forma significativa o desenvolvimento infantil. Essa situação impacta a vida do indivíduo em aspectos profissionais e pessoais posteriormente. “O ideal é que o professor estimule a participação dos estudantes e proponha atividades de interação social, envolvendo memória, atenção, tempo e o uso do espaço disponível, por exemplo”, destaca. SERVIÇO: Colégio Seriös SGAS 902 BL. C Lt. 75 Brasília-DF Telefone: (61) 3049-8800 Sobre o Colégio Seriös – Há nove anos no mercado de Brasília, a instituição de período semi-integral faz parte de um ecossistema de aprendizagem múltipla e humanista para todas as fases escolares. A proposta pedagógica inclui atividades de Arte, Cultura e Tecnologia (ACT), mescladas às demais disciplinas, que visam a aquisição de competências e o desenvolvimento de habilidades indispensáveis para a formação integral. O objetivo é proporcionar uma visão humanista e omnilateral para a formação integral de cidadãos conscientes de suas escolhas.
- Gelato de Whey Protein conquista geração fitness de Brasília
Aquela máxima de que alimentos gostosos não podem ser saudáveis acaba de perder lugar na área gastronômica de Brasília. É o que garante a Gelatte di Gábi, gelateria oriunda de São Paulo, que trouxe em sua experiência aliada à criatividade e fez nascer o gelato de whey protein. A iguaria, produzida com a linha da Synthax Matrix®, surgiu quando a casa identificou uma necessidade latente que não era atendida por nenhum estabelecimento do segmento. “Num olhar mais atento, percebemos que muitos vêm em nossa loja com roupa de academia, por ter algumas na nossa região, e pelo entorno ser propício à prática de corrida e caminhada. Percebemos que o desejo pelo gelato sem açúcar era uma forma de matar a vontade de comer um doce sem comprometer o resultado dos exercícios. Pensamos em fazer um gelato que não atrapalhasse os resultados do treino, e que fosse além: se tornasse um aliado do treino”, explica um dos proprietários, Bruno Fares. O alimento, além de matar a vontade de consumir um docinho, se torna um parceiro para quem não quer comprometer os resultados da vida fitness. Produzido com leite de soja, a sobremesa pode ser consumida tranquilamente por quem tem intolerância à lactose. Usando a criatividade e imaginação, a responsável pela elaboração do gelato, a proprietária Jany Fernandes explica que a receita foi desenvolvida de forma minuciosa e equilibrada, para que haja equilíbrio e acima de tudo cremosidade em sua consistência. “Foi desenvolvida uma receita sem lactose e sem açúcar, para isso usamos leite de soja e para adoçar usamos um produto à base de stévia e acrescentamos um pouco de óleo de coco para que o cliente não sinta um choque térmico no paladar, e claro o principal ingrediente o whey protein, que pode ser de qualquer sabor. Com um balanceamento equilibrado, o nosso cliente vai degustar um produto saboroso, cremoso e acima de tudo de altíssima qualidade”, esclarece. O gelato de whey protein foi desenvolvido inicialmente com os sabores de chocolate e cookies & cream, disponíveis para encomendas. Para encomendar o gelato de Whey Protein, o cliente pode entrar em contato pelo Instagram da gelateria ou pelo whatsapp. Serviço: Gelato de Whey Protein conquista geração saúde fitness de Brasília Endereço: EQN 110/111, Bloco A, Loja 6, Térreo – Plaza Norte Shopping -Asa Norte Whatsapp: (61) 98611-8543 Instagram: @gelattedigabi Dias e Horários de Funcionamento: De terça a domingo, das 12h às 20h (presencial e sistema take-out) Entregas: Aplicativo Ifood A gelateria recebe os cartões das principais bandeiras, nas versões crédito e débito, dinheiro e PIX.
- Mostra Luz da África exibe filmes de diretoras mulheres
“É assim que se cria uma única história: mostre um povo como uma coisa, como somente uma coisa, repetidamente, e é o que ele se tornará. A consequência de uma única história é que ela rouba das pessoas sua dignidade”. As palavras da escritora e ativista nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie inspiram a primeira edição no Brasil de LUZ DA ÁFRICA, mostra de cinema produzido por diretoras africanas ou afrodescendentes, de diferentes nacionalidades e variados gêneros. Realizada pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, a mostra acontece presencialmente, de 1 a 5 de setembro, no cinema e demais espaços do CCBB, e em formato online de 6 a 19 de setembro. LUZ DA ÁFRICA vai apresentar 13 filmes selecionados entre a produção cinematográfica recente assinada por mulheres e premiada nas edições de 2017 a 2020 do célebre NYAFF – New York African Film Festival, evento que acontece há 30 anos e que trabalha para dar visibilidade às artes e à cultura de países africanos. O recorte curatorial se concentrou na cinematografia feminina e leva a assinatura da atriz e ativista Maria Gal, da produtora e diretora Carina Bini e da música e pesquisadora Alissa Sanders. A primeira semana será marcada pela abertura da mostra, com um recorte presencial. Serão realizadas exibições ao ar livre, no Cinema do CCBB (mediante a retirada de ingressos para um número limitado de espectadores) e atividades como contação de histórias, roda de poesia, apresentações musicais e homenagens a países africanos em outros espaços do CCBB, na área externa. As atividades contam com a parceria de Embaixadas de países africanos no Brasil e seguirão os protocolos de segurança e prevenção à Covid-19. Depois, de 6 a 19 de setembro, será exibida toda a programação de LUZ DA ÁFRICA, em versão on-line, através da plataforma bb.com.br/cultura. Lá também acontecerão rodas de conversas virtuais com realizadoras e curadoras. Cada filme ficará disponível por apenas um dia, no período das 19h às 23h59. LUZ DA ÁFRICA conta com o patrocínio do Banco do Brasil e tem a produção da Atman Filmes e Criações. O FESTIVAL Durante 19 dias, o público brasileiro poderá conhecer um pouco da vida, da cultura e também das questões sociais que caracterizam a realidade de diferentes países, através do olhar e do pensamento de realizadoras africanas ou afrodescendentes do mundo todo. Nesta primeira edição, LUZ DA ÁFRICA exibirá títulos que foram premiados no importante NYAFF, o Festival de Cinema Africano de Nova York, considerado essencial para aumentar, dar visibilidade e reconhecimento aos artistas africanos no exterior. Dentre os 13 títulos selecionados pela curadoria, estão produções como “Subira”, de Ravneet Chandha, sobre uma mulher de espírito livre que luta contra os costumes tradicionais do país. De 2018, o filme foi o primeiro a ser indicado ao Oscar pelo Quênia. Também queniano, “Lua Nova”, de Philippa Ndisi-Herrmann, recebeu vários prêmios em 2018 ao abordar os impactos da construção de um moderno porto sobre a vida de uma pequena ilha islâmica. A programação inclui ainda “Min Alesh?”, filme etíope de 2019, que fala sobre a paixão de uma mulher pela corrida e de como esse esporte pode ajudar a mudar a vida de toda a família. Também “O Som das Máscaras’’ coprodução Moçambique, África do Sul e Portugal, que promove uma viagem pelo passado e presente de Moçambique, através da dança e da contação de histórias. A mostra contempla a produção brasileira, com filmes assinados por diretoras negras. Atual diretora da SPCine, a cineasta Viviane Ferreira assina “Um dia com Jerusa”, que tem a grande atriz Léa Garcia no elenco e que apresenta um tocante retrato de diferentes gerações de mulheres negras de São Paulo. Da diretora Renata Martins, LUZ DA ÁFRICA exibe “Sem Asas”, que ganhou o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Curta-metragem em 2019 e que apresenta uma história comovente e infelizmente bastante recorrente no Brasil. E a cineasta Sabrina Fidalgo comparece com duas produções, “Alfazema” e “Rainha”. Sabrina foi eleita pela publicação norte-americana Bustle como a oitava dentre as 36 diretoras do mundo que estão mudando os paradigmas em seus países. Segundo informa a curadora e diretora da mostra, Carina Bini, a curadoria se preocupou em apresentar a multiplicidade de linguagens deste universo das narrativas com protagonismo feminino de diversas nacionalidades. “Acredito que os filmes da mostra trazem um olhar destas mulheres potentes, retratando a diversidade cultural que constitui o continente africano e todas as questões sociais que permeiam sua atualidade. Para nós, é mais uma ponte para nos aproximar e nos fazer conhecer mais a fundo o continente africano. O olhar para a cultura africana nos leva ao espelhamento de nós mesmos, num resgate de nossas raízes e ancestralidade que permeiam a grande maioria da população brasileira.” A atriz e produtora Maria Gal, uma das curadoras, celebra a realização da mostra no momento atual do Brasil: “Poder contribuir para apresentar filmes que trazem representatividade de forma tão diversa é algo muito especial e simbólico neste momento em que a sociedade brasileira está mais atenta à pauta racial em contraposição com a realidade brasileira em que narrativas pretas assim como profissionais pretos na frente e por trás das câmeras ainda são tão invisibilizados”. NYAFF - Com sede em Nova York, o African Film Festival, é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1990 como um festival dinâmico dedicado a aumentar a exposição das artes e culturas africanas por meio da exibição de obras cinematográficas feitas por e sobre o povo da África e da Diáspora africana. O festival NYAFF foi lançado em 1993, com o apoio da Fundação Ford, e atualmente conta com a parceria do Lincoln Center e do Brooklyn Museum of Art. Em sua versão original, vai além da exibição do cinema africano, incluindo performances ao vivo, exposições de arte, painéis de discussão, masterclasses e workshops que fornecem um maior contexto para os filmes que estão sendo exibidos. A AFF dedica-se a ampliar a compreensão da cultura africana. Oferece diversas plataformas para distribuição da mídia africana e programação complementar durante todo o ano. Entre os seus diretores de honra e conselho consultivo estão artistas da relevância de Angelique Kidjo, David Byrne e a produtora Grace Blake (de “O Silêncio dos Inocentes”), entre outros. CURADORIA MARIA GAL – Atriz, apresentadora, palestrante, criadora de conteúdo e produtora. Já se apresentou no Brasil e exterior e recebeu prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema em Madrid. Diversidade e representatividade negra são temas que fazem parte do seu DNA como artista, mulher negra e cidadã. Como atriz, atuou em produções da Rede Globo, Netflix, Canal Brasil, Rede Record, SBT, dentre outros. É colunista de diversidade na Vogue Gente e produz, em formato de coprodução para cinema/TV e mídias digitais, conteúdos com temática racial e feminina, através de sua produtora Maria Produtora. CARINA BINI - Graduada em Jornalismo, produtora de cinema há 15 anos, especializou-se no Pune Film Institute e no Laboratório de Roteiro do CSC de Roma. É diretora do Festival Internacional Cinema e Transcendência. Produziu “Perfumes e Especiarias” para o Globo Repórter e o “Diário do Olivier”, na Índia. Dirigiu os documentários “Devi Índia Divina”; “O Brasil Visto por dentro”; “Mudra: Magia da dança e música da Índia”; a série “Planeta Índia”; o filme experimental “Palíndrimas Musicadas”; e o curta “India, my love story”, selecionado para o DIFF. Atualmente dedica-se ao desenvolvimento de seu primeiro longa-metragem “La Mamma”, uma coprodução entre Brasil e Itália, do qual também é roteirista. ALISSA SANDERS – Com o jazz nas veias, Alissa Sanders nasceu e foi criada em Los Angeles (EUA). Há 23 anos fez do Brasil sua casa e da música brasileira seu território de experimentação. Iniciou sua carreira profissional em São Paulo, onde lançou seu primeiro disco, “Beginning”. Viajou pelo Oriente Médio, Índia, África, cantando e fazendo apresentações em Tel Aviv, Israel, Adis Abeba, Etiópia e Kochi na Índia. A vontade de pesquisar mais sobre as raízes da música negra brasileira a levou ao Recôncavo da Bahia, onde conheceu e estudou com Dona Zélia do Prato, Mestre Góes e outros mestres da cultura popular. Atualmente as composições, o canto e as apresentações da Alissa são experiências criando pontes entre suas raízes no jazz e os gêneros musicais dos EUA que são profundamente influenciadas pela cultura dos seus ancestrais africanos e elementos de música brasileira. PROGRAMAÇÃO SEMANA PRESENCIAL - ENCONTRO COM A ÁFRICA NO CCBB BRASÍLIA (01 A 05 DE SETEMBRO) QUARTA, 01/09 19h – Pocket show “Luz da África”, com a cantora brasiliense Nãnan e o musicista convidado: Henrique Alvim LOCAL: ÁREA EXTERNA CCBB BRASÍLIA 20h – Exibição filme “Subira” LOCAL: CINEMA CCBB BRASÍLIA QUINTA, 02/09 19h – Exibição filme “Min Alesh?” LOCAL: CINEMA CCBB BRASÍLIA SEXTA, 03/09 19h – Dia em homenagem ao Gana, com performance cultural de música e dança realizada em parceria com a Embaixada de Gana no Brasil LOCAL: ÁREA EXTERNA CCBB BRASÍLIA 20h – Exibição filme “Prof. Busia: o legado” (Sessão Especial Embaixada de Gana) LOCAL: CINEMA CCBB BRASÍLIA SÁBADO, 04/09 17h – Roda “Conexões Poéticas à Sombra do Baobá” – com o Grupo Griot Legacy LOCAL: ÁREA EXTERNA CCBB BRASÍLIA DOMINGO, 05/09 15h e 16h – Roda de Contação de Histórias Africanas – Boneca Abayomi (duas rodas com público, seguindo protocolo de distanciamento pelo Covid-19. Atividade com retirada de ingresso. LOCAL: ÁREA EXTERNA CCBB BRASÍLIA 19h – Exibição filme “The Sound of Masks (O Som das Máscaras)’’ LOCAL: ÁREA EXTERNA CCBB BRASÍLIA - CCBB BRASÍLIA MOSTRA LUZ DA ÁFRICA - PROGRAMAÇÃO ON-LINE SEGUNDA, 06/09 20h – Abertura da mostra on-line, com show/Live de Lenna Bahule. Presença das curadoras Maria Gal, Alissa Sanders e Carina Bini. LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA TERÇA, 07/09 19h – Exibição filme “Um dia com Jerusa” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA QUARTA, 08/09 19h – Exibição filme “Subira” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA QUINTA, 09/09 19h – Exibição filme “Iemanjá, Sabedoria Ecológica no Coração do Brasil” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA SEXTA, 10/09 19h – Exibição filme ‘’Vibrancy of Silence – A Discussion with My Sisters (Vibração do Silêncio)’’ LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA SÁBADO, 11/09 17h – Roda de conversa “Olhar feminino nos Diálogos Culturais”. Convidadas: Mahen Boneti - diretora do NYAFF (New York African Film Festival) Abena Busia - Embaixadora da República de Gana no Brasil e curadoras da mostra LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA 18h – Exibição filme “Ouaga Girls (Garotas de Ouaga)” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA DOMINGO, 12/09 16h - Roda de conversa “Amefricanidades, a descolonização do pensamento”. Convidadas: Amanda de Moraes - Psicóloga do Programa FIRMINAS – Academia de Liderança de Mulheres Negras Lucimar Brasil – Jornalista com formação em Impacto Social LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA 17h – Exibição filme “Min Alesh?” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA 19h – Exibição filme “New Moon (Lua Nova)” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA SEGUNDA, 13/09 19h – Exibição filme “Subira” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA TERÇA, 14/09 19h – Exibição filme “Prof. Busia: o legado” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA QUARTA, 15/09 19h – Exibição filme “In Search (À Procura)’’ LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA QUINTA, 16/09 18h – Exibição filme “Um dia com Jerusa” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA 20h – Debate “Olhar da Mulher no Cinema”. Convidadas: Viviane Ferreira - cineasta, roteirista, produtora, diretora da SPCine; Carina Bini - diretora e curadora da mostra Maria Gal – curadora da mostra LOCAL: INSTAGRAM - @mariagalreal @atman.filmes e @ccbbbrasilia SEXTA, 17/09 19h – Exibição filme “The Sound of Masks (O Som das Máscaras)” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA SÁBADO, 18/09 17h – Exibição filme “Iemanjá, Sabedoria Ecológica no Coração do Brasil” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA 19h – Exibição filme “Min Alesh?” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA DOMINGO, 19/09 19h – Exibição “Sessão Cinema Brasileiro” “Sem Asas” (sessão acessível) “Alfazema” “Rainha” LOCAL: PLATAFORMA DA MOSTRA SINOPSES 1. SUBIRA Quênia / 2018 / 99 min / Ficção / Suaíli e Inglês/ CI: 12 anos Diretora: Ravneet Chandha Brenda Wairimu é uma personagem de espírito livre, que luta para viver seu sonho de nadar no oceano, contra os costumes locais e um casamento arranjado. “Subira” é baseado no premiado curta-metragem de 2007 com o mesmo nome. O filme aborda questões sociais africanas totalmente modernas. Ravneet Sippy Chadha - Autora, diretora e produtora, nasceu e foi criada na Índia, onde concluiu o bacharelado em psicologia. Mudou-se para Toronto, Canadá, para continuar seus estudos, onde viveu por oito anos. Em 1997 foi morar em Nairóbi, Quênia, onde atualmente vive com o marido e dois filhos. Sippy começou sua carreira com curtas-metragens premiados como “Kibera Kid” (2007), “Charcoal Traffic” (2008) e “Tick Tock” (2009), para citar alguns. Seu curta-metragem “Subira” (2008), ganhou 15 prêmios internacionais e foi selecionado para o Festival de Cannes. “Subira” (2018), seu primeiro longa-metragem, é baseado no curta e é a entrada oficial do Quênia no 92º Oscar na categoria Melhor Longa-Metragem Internacional. 2. MIN ALESH? Etiópia / 2019 / 84 min / Ficção / Amárico / CI: livre Diretora: Amleset Muchie Situado em Merkato, um amplo mercado ao ar livre em Addis Abeba, Etiópia, "Min Alesh?" conta a história inspiradora de Selam, de 21 anos, cuja perseverança transforma sua vida para melhor. Tendo crescido em meio à pobreza e dificuldades, Selam está determinada a mudar as circunstâncias de sua vida e de sua família por meio de sua paixão por correr. Uma corrida internacional oferece a ela a chance de realizar seu sonho. Amleset Muchie - Fundadora e diretora da Maya Film Production, estudou jornalismo na Unity University em Addis Abeba. Com o sonho de ser cineasta, cursou cinema na New York Film Academy. Após a conclusão de seus estudos, seguiu carreira em publicidade. Produziu vários filmes, além de videoclipes e comerciais para vários clientes. 3. UM DIA COM JERUSA Brasil / 2020 / 74 min / Ficção / Português / CI: 14 anos Diretora: Viviane Ferreira Um encontro místico entre duas mulheres negras em São Paulo, Brasil, as leva em uma viagem no tempo e suas histórias entrelaçadas. Silvia é uma jovem médium e pesquisadora de mercado que luta para sobreviver enquanto aguarda o resultado de um concurso público. Jerusa é uma simpática senhora de 77 anos que dá testemunho do quotidiano do Bixiga, um bairro que transborda de memórias ancestrais. No aniversário de Jerusa, enquanto ela espera a chegada de sua família, um encontro entre suas memórias mais profundas e a mediunidade de Silvia permite que as duas viajem no tempo e suas histórias entrelaçadas. Viviane Ferreira - Diretora e roteirista brasileira, codirigiu o longa-metragem “Pessoas: Viver para conta” (2019); e escreveu e dirigiu o longa-metragem de estreia “Um Dia Com Jerusa”, em 2020. É mestre em Políticas Audiovisuais pela UnB e é advogada do entretenimento. Viviane é gerente da Odun Filmes, CEO da RAIO (Rede Audiovisual de Inclusão Orquestrada) e da plataforma de streaming TodesPlay, e professora dos cursos de cinema e audiovisual da ESPM São Paulo. É presidente da APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negros) e Diretora Artística do “Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul - Brasil, África, Caribe e Outras Diásporas.” Foi presidente do Comitê Brasileiro de Seleção do Oscar 2021. É a atual diretora da SPCINE. 4. THE SOUND OF MASKS (O SOM DAS MÁSCARAS) Moçambique, África do Sul e Portugal / 2018 / 70 min / Documentário / Português e Makonde/ CI: 12 anos Diretora: Sara CF de Gouveia Atanásio Nyusi, um contador de histórias cativante e dançarino lendário de Mapiko, leva-nos a uma viagem pelo passado e presente de Moçambique. Enquanto compartilha suas memórias com seu filho, ele explora temas de identidade no Moçambique moderno, uma paisagem em constante mudança, assombrada por fantasmas do passado. Sara CF de Gouveia - Nascida em Lisboa, é uma cineasta premiada que vive na Cidade do Cabo, África do Sul. Seu documentário de média metragem “Mama Goema: o Beat In Five Movements da Cidade do Cabo” (2011) ganhou o prêmio de Melhor Documentário SA no TriContinental Film Festival 2011, exibido em festivais de todo o mundo e transmitido pela SABC. 5. NEW MOON (LUA NOVA) Quênia / 2018 / 70 min / Documentário / Inglês e Kiswahili/ CI: 12 anos Diretora: Philippa Ndisi-Herrmann A cineasta Philippa Ndisi-Herrmann embarca em uma jornada para investigar um gigantesco projeto portuário que ameaça perturbar o ritmo de uma pequena ilha islâmica, na costa leste da África. Conforme o filme se desenvolve, fragmentos da vida local surgem como capítulos de um livro: um homem escaldando um peixe, crianças tomando banho num dique, um batizado, e logo se torna aparente que a verdadeira ruptura é o confronto de Philippa com uma nova consciência espiritual. Philippa Ndsi-Herrmann - Nascida em 1985 na Alemanha, é uma premiada artista queniana-alemã que emprega o artesanato na poesia, fotografia e cinema. Atraída por narrativas sobre infância, memória e mulheres, Philippa se interessa por ancestralidade, espiritualidade e pelo ritmo do oceano. Seu trabalho pessoal é uma mistura de documentário autobiográfico e poesia. Ex-aluna da IDFA Summer School 2013 (Amsterdã), da Berlinale Talents 2016 e da RAW Académie 2016 (Dakar), seu poema visual “Seeds”, ganhou o Prêmio do Júri Ecumênico na Internationale Kurzfilmtage Oberhausen, 2017. Seu documentário de longa-metragem “Lua Nova”, ganhou vários prêmios, incluindo Melhor Documentário no Festival Internacional de Cinema de Durban de qualificação para o Oscar 2018. 6. OUAGA GIRLS (GAROTAS DE OUAGA) Suécia, Burkina Faso, França e Qatar / 2017 / 83 min / Documentário / Mooré e francês/ CI: 12 anos Diretora: Theresa Traore Dahlberg Um grupo de jovens de Ouagadougou estuda para atuar como mecânicas de automóveis. As colegas de classe se tornam pilares de segurança, alegria e irmandade, ao mesmo tempo em que passam pela transição transformadora para a vida adulta, em um país que fervilha com as mudanças políticas. As meninas se encontram em um momento crucial na vida, quando seus sonhos, esperanças e coragem são confrontados com opiniões, medos e expectativas da sociedade sobre o que uma mulher deve ser. Theresa Traore Dahlberg - Artista visual e cineasta, cria narrativas envolventes por meio de escultura, fotografia e filme. Seus filmes narram histórias no campo documental, incluindo temas como a representação do outro, questionando-os como indivíduos. Eventos e lugares são percebidos, interpretados e compreendidos. Ela encontra seu material de trabalho na vida cotidiana e nos encontros com pessoas de diferentes lugares que desempenham um papel importante. Traore Dahlberg baseia-se em suas próprias experiências, na vivência com duas culturas políticas e sociais, Suécia e Burkina Faso, e na implicação de viver em um contexto europeu contemporâneo. 7. VIBRANCY OF SILENCE: A DISCUSSION WITH MY SISTERS (VIBRAÇÃO DO SILÊNCIO) Bélgica e EUA / 2017 / 90 min / Documentário / Francês/ CI: livre Diretora: Marthe Djilo Kamga Neste documentário, Marthe Djilo Kamga conduz o espectador a participar de conversas frutíferas com outras quatro artistas camaronesas que, como ela, conheceram o exílio e perceberam como é necessário transmitir às gerações mais novas o que aprenderam com suas múltiplas identidades. A partitura original que acompanha as vozes dessas três gerações de mulheres é parte ativa da aventura, um testemunho para o futuro. As conversas são conectadas por temas-chave de patrimônio cultural, memória histórica e como as imagens moldam as memórias pessoais e coletivas. Marthe Djilo Kamga - Uma das fundadoras e atual coordenadora do Festival Massima Di-Bxl, seus interesses profissionais e pessoais giram em torno de questões de vulnerabilidades, identidades e igualdade de oportunidades. 8. IN SEARCH (À PROCURA) Alemanha e Kênia/ 2018/ 90min / Documentário / CI: 12 anos Diretoras: Beryl Magoko & Jule Katinka Cramer Uma corajosa e determinada jovem fala sobre sua experiência de passar pela mutilação genital feminina em seu vilarejo, no Kênia, e expõe o medo de enfrentar uma cirurgia para reconstituir sua genital. Beryl Magoko - Diretora e escritora queniana, conhecida também pelo curta “The Cut” (2012) e pela série “FrauTV” (1984). Jule Katinka Cramer – Nascida em Hamburgo, é cineasta e diretora de fotografia. Como fotógrafa atuou também no longa de comédia “Mein Freund, der Deutsche” (2016) e em “Cahier africain” (2016). 9. IEMANJÁ: SABEDORIA ECOLÓGICA NO CORAÇÃO DO BRASIL EUA/ 2016/ 52min/ Documentário / CI: Livre Diretoras: Donna C. Roberts e Donna Read Documentário que aborda a justiça social, sustentabilidade ecológica, a ética, o racismo, a intolerância religiosa e a força baseado na crença e comunidade, partindo da perspectiva de líderes anciãs da tradição espiritual do Candomblé, na Bahia. Conforme a humanidade e o nosso planeta enfrentam grandes desafios, esses conhecimentos antigos trazem perspectivas inspiradoras para as preocupações globais comuns. Donna Carole Roberts - Produtora/diretora com diversos créditos nos Estados Unidos e Canadá, na televisão pública e privada. Donna trabalhou entre a América do Norte e Brasil desde 1997, quando participou do Fórum Rio+5 sobre sustentabilidade. Produziu o documentário ganhador do Prêmio Telly para Sea of Uncertainty (“Mar de Incertezas”) sobre o vazamento de petróleo no Golfo do México (WGCU Public Media. Com um mestrado em Ciências Ambientais, tem parceria com o grupo Coletivo de Mulheres do Calafate, em Salvador. Donna Cooper- Read - Renomada e premiada diretora e editora canadense, seu trabalho mais conhecido é Goddess Trilogy (National Film Board of Canada), uma trilogia composta dos filmes Goddess Remembered, Burning Times, e Full Circle. Vinte anos depois, Goddess Remembered continua a abrir festivais de cinema no mundo todo, enquanto a trilogia é também uma importante ferramenta utilizada na educação formal e não-formal. 10. PROF. BUSIA: O LEGADO Gana/ 2011/ 52min/ Documentário / CI: Livre Diretora: Akosua Busia Um retrato do extraordinário acadêmico, estadista e homem e fé Dr. K. A. Busia, de origem humilde do Gana, que se tornou primeiro-ministro da Segunda República de Gana. Em uma narrativa composta inteiramente por entrevistas com familiares, estudiosos e líderes políticos do país, recupera-se uma memória viva da vida de uma liderança cujo reconhecimento de seu legado torna-se a base da florescente democracia de seu país hoje. Akosua Gyamama Busia - Atriz ganense, diretora de cinema, autora e compositora que vive no Reino Unido. Ela é mais conhecida por seu papel como Nettie Harris no filme de 1985 “A Cor Púrpura”. SESSÃO CINEMA BRASILEIRO 11. SEM ASAS Brasil / 2019 / 20 min / Ficção / Português/ CI: livre Diretora: Renata Martins Zu é um garoto de 12 anos que vai à mercearia comprar farinha de trigo para a sua mãe e, na volta pra casa, descobre que pode voar. Renata Martins – Cineasta, educadora, comunicadora paulista, idealizadora do projeto Empoderadas, recebeu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Filme de Curta-Metragem Ficção por “Sem Asas”. 12. ALFAZEMA Brasil / 2019 / 24 min / Ficção / Português/ CI: 14 anos Diretora: Sabrina Fidalgo É Carnaval, e Flaviana vive um difícil dilema: como se livrar do boy da noite anterior, que se recusa a sair de seu chuveiro? Sabrina Fidalgo – Premiada realizadora carioca, seus filmes já foram exibidos em meia de 300 festivais nacionais e internacionais. Em 2018, foi eleita em oitavo lugar, pela publicação norte-americana “Bustle”, como uma das 36 diretoras do mundo que estão mudando paradigmas em seus respectivos países. Estudou na Escola de TV e Cinema de Munique, na Alemanha, e estudou roteiro na Universidade de Córdoba, Espanha. 13. RAINHA Brasil / 2016 / 30 min / Ficção / Português/ CI: 14 anos Diretora: Sabrina Fidalgo Rita é uma jovem que sonha em se tornar a rainha da bateria da escola de samba de sua comunidade. Quando finalmente realiza o seu sonho ela passa a enfrentar situações obscuras em sua vida. Sabrina Fidalgo – Premiada realizadora carioca, seus filmes já foram exibidos em meia de 300 festivais nacionais e internacionais. Em 2018, foi eleita em oitavo lugar, pela publicação norte-americana “Bustle”, como uma das 36 diretoras do mundo que estão mudando paradigmas em seus respectivos países. Estudou na Escola de TV e Cinema de Munique, na Alemanha, e estudou roteiro na Universidade de Córdoba, Espanha. CONVIDADAS NÃNAN – Cantora, percussionista, dançarina e arte-educadora com mais de 15 anos de carreira. Trabalha a arte e a cultura como instrumentos de transformação social e compartilhamento de saberes de matriz africana. O trabalho de Nãnan quer renovar as pontes entre o Brasil e África, cultivando e transmitindo valores e saberes ancestrais afro-brasileiros e africanos através do canto, percussão, dança, fala e ativismo político-cultural. Conta com dois singles lançados em todas as plataformas de Streaming, 01 clipe-musical e projetos como o Festival Online de Mulheres #BrasíliaSomosNós; o curso online #afrocanto, realizado pelo grupo Foli Ayê, fundado por Nãnan em 2012; e Bloco Carnavalesco “É de Nãnan”, que alcançou mais de 12.000 foliões no carnaval de 2020 em Brasília. É apoiada pelo Programa de Aceleração de Lideranças Femininas Negras: Marielle Franco, que tem sido a ponta de lança da estratégia do Fundo Baobá para Equidade Racial. Nãnan participou do “The Voice Brasil” (2017), do Revezamento Oficial da Tocha Olímpica - Rio 2016, e 14ª Edição do Going to Brazil/NYC. Em 2019, abriu o Encontro de Mulheres Negras, com a presença de Angela Davis, na PUC/GO, dentre outros. EMBAIXADORA ABENA P.A. BUSIA - Embaixadora Extraordinária e Plenipotenciária de Gana junto à República Federativa do Brasil, com credenciamento simultâneo para as Repúblicas da Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela. Antes de chegar ao Brasil, serviu por dois mandatos como presidente do Departamento de Estudos da Mulher e de Gênero e foi professora dos departamentos de Inglês e Literatura Comparada na Rutgers, The State University of New Jersey. Ela também é ex-presidente da Associação para o Estudo da Diáspora Mundial da África e da África Literature Association, e o mais importante, ela é uma autora e poetisa conhecida internacionalmente, tendo publicado, dentre outras coisas, duas coleções de poesia e mais de 50 artigos em publicações acadêmicas e populares em todo o mundo. A Embaixadora Busia se destacou como especialista em transformação curricular nas áreas de gênero, raça, multiculturalismo e estudos da diáspora africana e frequentemente presta consultoria para a UNESCO em seus módulos de treinamento em “Gênero e Liderança Transformativa”. GRIOT LEGACY II - CONEXÕES POÉTICAS À SOMBRA DO BAOBÁ – Iniciativa criada quando o poeta Abhay Kumar, então Embaixador da Índia no Brasil, deixou Brasília para tornar-se Embaixador em Madagascar. Na ocasião, ele pediu à Embaixadora de Gana, Abena Busia, para dar continuidade aos encontros Chá com Letras que ele manteve por vários anos. O poeta indiano apresentou a poeta ganense a Jorge Amancio e a Lourdes Teodoro e então Abena Busia convidou Sharon Miller, embaixadora da Jamaica para juntar-se ao grupo. Desde então, o foco para a poesia é a África e sua diáspora. JORGE AMANCIO - Carioca, cresceu nos subúrbios do Rio de Janeiro onde já ensaiava seus versos numa adolescência entre os bailes “Black” e a ditadura militar. Ativista da negritude, estudou Física e Matemática e veio para Brasília em 1976, onde desenvolveu o ofício de poeta. Tem três livros publicados: “NEGROJORGEN”, “BATON D’AMOR E MORTE” E “NÓS OUTRXS” e várias antologias. LOURDES TEODORO - Poeta e crítica literária brasileira, é Doutora em Literatura Comparada pela Universidade de Paris III e com pós-doutorado em Arte e Psicanálise, na Universidade de Harvard. Radicada em Brasília desde 1958, escreve poesia desde a adolescência. Publicou alguns livros e ensaios, particularmente “Água-marinha ou tempo sem palavra”, “Paysage en atente” e “Modernisme brésilien et Négritude antillaise: Mario de Andrade et Aimé Césaire”. Desde 2020 integra o grupo de psicanalistas que atuam na RPS – Rede de psicanálise solidária na SPBsb com atendimento a pessoas em situação de privação de recursos para cuidados da saúde emocional. Nessa instituição criou, em 2020, junto com T. Lirio o grupo de escuta psicanalítica com foco em questões étnico-raciais voltado para estudantes universitários.
- Concurso de beleza Top Cufa DF realiza sua 5ª edição
Top Cufa DF já é tradição e referência nas passarelas do Quadrado. Com mais de 4 anos de produções dignas de reconhecimento internacional, o concurso de beleza mais badalado do Centro-Oeste faz parte da história local. Em sua 5ª edição, o evento abre inscrições, em seu site, de 28/08 a 04/09, para jovens entre 15 e 28 anos de idade. O concurso é realizado pela Central Única das Favelas do Distrito Federal, CUFA DF, em parceria com a Projeto SA e o Cresce DF, e tem os recursos viabilizados pela Secretaria de Turismo do Distrito Federal, Setur DF. Bruno Kesseler, presidente da CUFA DF, explica como o trabalho realizado pelo evento segue gerando possibilidades de profissionalização à juventude periférica: “seguimos trabalhando forte para abrir novos caminhos e brindar com oportunidades jovens com interesse em despontar sob os holofotes da moda, da beleza e da cultura de nosso país. Trabalhamos com foco no mercado criativo, na formação de redes de trabalho e na visibilização de talentos. Somos CUFA, somos Distrito Federal, somos Top Cufa DF 2021. Sim, tudo isso somos e ainda seremos muito mais”. Para ingressar nesse caminho, os jovens talentos da quebrada candanga precisarão seguir uma série de regulamentos, descritos na página web do concurso. São regras básicas, relativas à inscrição, vestuário, seletivas, entre outros temas importantes. Além disso, também precisarão seguir à risca as diretrizes criadas para preservar a saúde de participantes em relação ao COVID-19. A organização do Top Cufa criou uma série de protocolos baseados nas orientações da Organização Mundial de Saúde para evitar contágio. Nesta 5ª edição, a iniciativa lançará um espaço de promoção de vendas online, a Top Feira Virtual — uma iniciativa destinada a gerar negócios para empreendedores e empreendedoras do DF, que atuem no ramo da moda, da estética, do artesanato, do turismo e de quaisquer outros segmentos relacionados à beleza, à moda e à cultura. Com a proposta, o concurso faz uma ponte entre consumidores e vendedores, direcionando o público às páginas web de suas parcerias, a partir de seu próprio site. As inscrições acontecerão via preenchimento de formulário online na página do projeto. A feira será lançada em 27/09. Inovando em seus conceitos, a Grande Final do Top Cufa 2021 contará com uma novidade. Será lançada a marca BSB Fashion Street — um desfile de moda que reunirá várias marcas locais e nacionais em um só evento. A ideia é apresentar à comunidade uma marca sólida e construída sobre parâmetros de consciência social para revelar empreendimentos interessados em produzir a partir do povo para o povo. A marca nasce com o intuito de construir caminhos àquelas iniciativas que se identificam com a quebrada e suas referências, partindo de tendências relacionadas ao mundo da beleza e da moda. Tradição, Entretenimento e Oportunidades Fazendo justiça a essa reconhecida fama no Distrito Federal, na última edição, o Top Cufa DF trouxe personalidades culturais de impacto ao público cativo, agregando entretenimento e oportunidades de carreira, em um ambiente pleno de luz e poder. Jovens das periferias do DF brilharam ao lado de estrelas de peso como Rico Dalasam, Realezza, Larissa Luz e Letícia Fialho, na edição de 2020, celebrando a diversidade. Em uma competição de alto nível e concorrência acirrada, o prêmio final do Top Cufa 2020 — iniciativa pioneira que valoriza a beleza de Regiões Administrativas de baixa renda —, foi para Thawanny Gomes, Alex Lucas, Nayanne Carvalho e Daniel Gomes. Alex relata sua experiência no concurso: “para mim, foi muito importante ter participado do Top Cufa e poder conhecer um pouco mais da Central Única das Favelas. Considero uma iniciativa essencial pela visibilidade dada à periferia. Mudou muito minha vida, porque, naquele momento eu sofria de depressão e de outros problemas que assolavam minha identidade e minha autoestima. Então, ganhar reafirmou várias questões para mim e para minha comunidade. Thawanny também conta como foi para ela: “quando passei na primeira etapa, foi um choque, depois foram vindo as outras fases, e criei um vínculo com as meninas da categoria Fashion. Ficamos como uma família, elas me ajudaram em toda a minha trajetória. Quando ganhei, dediquei o prêmio a elas também, porque todas mereceram o prêmio. O Top Cufa mudou a minha vida inteira! Sou muito grata a todes”. Daniel aproveita a oportunidade e expressa sobre a importância de ter feito parte de um evento dessa magnitude: “nunca tinha participado antes de algo parecido. Nunca algo que pudesse realmente mudar minha vida. Aprendi bastante no decorrer do processo. Quando acabou o Top Cufa, caiu a ficha de que eu era modelo. E agora, isso me permitiu almejar algo maior”. Serviço: Top Cufa DF 2021 Confira a programação completa: Inscrições pelo site (http://topcufadf.com.br/?page_id=719) : de 27/08 a 04/09. Primeira seletiva no Museu da República: 12/09. Segunda seletiva e workshop de moda com selecionades na Agência Scouting: 19/09. Sessão oficial de fotos com selecionades: 25 e 26/09. Grande final, no Sesc Ceilândia: 16/10 (Street) e 17/10 (Fashion). Lançamento da Top Feira Virtual: 27/09.













