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- Nipo Festival retorna ao Taguatinga Shopping com edição dedicada ao universo dos mangás
O Taguatinga Shopping recebe, nos dias 6, 7 e 8 de fevereiro, a 8ª edição do Nipo Festival, um dos principais eventos dedicados à cultura asiática em Brasília. Tradicional no calendário da capital, o festival promete mais uma vez reunir o melhor da gastronomia, apresentações culturais, concursos e experiências imersivas que celebram a diversidade e a riqueza das tradições orientais. Os ingressos estão disponíveis no Sympla. Reconhecido por valorizar diferentes expressões culturais do continente asiático, o Nipo Festival se consolidou como um espaço de encontro entre tradição e contemporaneidade. Ao longo dos três dias de evento, o público poderá circular por bazares temáticos, áreas gastronômicas, concursos de cosplay e K-pop e palcos culturais, com atrações pensadas para todas as idades. A edição deste ano traz como tema central o Mangá, um dos principais símbolos da cultura pop japonesa e um fenômeno global que influencia diferentes áreas do entretenimento. A proposta é destacar como os quadrinhos japoneses dialogam com música, moda, audiovisual e comportamento, criando uma experiência imersiva para o público. “O mangá faz parte do imaginário de várias gerações e conversa muito com o público jovem, sem deixar de lado o respeito às tradições culturais orientais”, destaca Flávio Hideo Mikami, organizador do Nipo Festival. Além da programação cultural, os apaixonados pela culinária asiática poderão degustar uma seleção especial de pratos autênticos, com opções que vão do lamen ao donburi, passando por doces tradicionais como mochi e dorayaki, além de bubble tea e sobremesas geladas. Entre os expositores confirmados estão YuYatai, Dogkebi, Chen's, Revens, todos de São Paulo, além dos tradicionais restaurantes da cidade, Katsu Lamen, Yum Yum, Donburi, dentre outros, garantindo uma verdadeira viagem de sabores capaz de agradar até os paladares mais exigentes. O Nipo também promete encantar o público com apresentações de renomados grupos de tambores japoneses, como Reiwa Daiko, Matsuri Daiko e Kishouraku Daiko. No palco, danças tradicionais japonesas como Matsuri Dance e Bon Odori, farão o público se levantar da cadeira. Os ingressos estão disponíveis no Sympla e custam a partir de R$10. Vale lembrar que o festival vai liberar ingressos mediante a um quilo de alimento, na sexta das 12h às 14h e no sábado e domingo das 12 às 13h. NIPO FESTIVAL Local: Taguatinga Shopping – Estacionamento H Data: 6, 7 e 8 de fevereiro Horário: Sexta e sábado das 12h às 22h | Domingo das 12h às 20h Ingressos: Sympla Mais informações: nipofestival.com.br Instagram: @nipo.festival
- Roda de conversa na Biblioteca Demonstrativa debate a poesia de Brasília a partir das margens do tempo
A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), em Brasília, recebe no dia 29 de janeiro, às 19h, a roda de conversa As Margens do Tempo – Ensaio sobre a poesia de Brasília, com o escritor e pesquisador Erivelto Carvalho. O encontro propõe uma reflexão crítica sobre a produção poética da capital federal, a partir do livro recém-lançado pelo autor. A atividade contará com a mediação do poeta e pesquisador Wélcio de Toledo, autor da obra Poesia Marginal, política e cidade: o percurso poético na identidade cultural de Brasília. A conversa percorre autores e obras presentes nos dois livros, ampliando o olhar sobre a poesia produzida em Brasília e suas conexões com o cenário poético brasileiro, latino-americano e internacional. O debate articula temas como cidade, política, identidade cultural e circulação da palavra poética, apresentando Brasília como um território de invenção, tensão e diálogo. A proposta é pensar a poesia não apenas como expressão estética, mas como prática viva, crítica e coletiva, que se constrói a partir de deslocamentos, margens e múltiplas temporalidades. Reconhecidos por sua atuação dentro e fora da academia, Erivelto Carvalho e Wélcio de Toledo compartilham percursos, cruzam referências e reafirmam o papel da literatura na construção de imaginários e na leitura sensível da cidade. Ao final da roda de conversa, os autores participam de uma sessão de autógrafos. Os livros estarão disponíveis para venda no local. A atividade acontece na Biblioteca Demonstrativa, localizada na 506/507, W3 Sul, em Brasília-DF, e é aberta ao público interessado em literatura, poesia e pensamento crítico contemporâneo. “Um encontro para pensar a poesia de Brasília a partir de suas margens, seus deslocamentos e suas potências no tempo presente”, ressalta a coordenadora cultural da Biblioteca Demonstrativa, Marina Mara. Para participar e ficar por dentro da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram , Facebook e YouTube . Sobre a programação cultural da BDB A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023, celebrado entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil. Fundada em 1970 e localizada em Brasília, Distrito Federal, essa instituição tem caráter público federal. Com a missão de ser uma biblioteca experimental que promove novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, buscando sempre estar na vanguarda. Além disso, ela desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à leitura, na formação de novos leitores, na promoção da literatura brasileira e na contribuição para o aprimoramento dos profissionais que atuam em todo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. Serviço: Roda de conversa “As Margens do Tempo – Ensaio sobre a poesia de Brasília” Data: 29 de janeiro (quinta-feira) Horário: 19h Atividade: apresentação, roda de conversa e sessão de autógrafos Entrada gratuita
- Aluguel dispara no Brasil e expõe falha estrutural do mercado imobiliário, aponta especialista
O preço do aluguel segue em trajetória de alta no Brasil e deve continuar pressionando o orçamento das famílias em 2026. Segundo dados do índice FipeZap, embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado — de 13,5% em 2024 para 9,4% em 2025 —, a variação ainda supera mais que o dobro da inflação no período. Para especialistas, o movimento reflete um desequilíbrio estrutural entre oferta e demanda no mercado imobiliário brasileiro. De acordo com Daniel Claudino, especialista em mercado imobiliário, a raiz do problema está no modelo de produção de imóveis no país. “A construção civil no Brasil não produz para locação, ela produz para venda. O estoque de imóveis para alugar é, na prática, um subproduto do mercado: unidades que não venderam ou investidores individuais tentando rentabilizar patrimônio”, explica. Com a taxa Selic em patamar elevado, atualmente em 15%, até mesmo esses investidores tendem a recuar. “O investidor pessoa física hesita em colocar dinheiro em imóvel para alugar quando o custo de oportunidade é tão alto. Além disso, modelos mais eficientes, como o multifamily — empreendimentos inteiros construídos exclusivamente para locação — ainda representam menos de 1% do mercado brasileiro, enquanto em países como os Estados Unidos são a base do setor. O Brasil simplesmente não abriu essa janela”, avalia Claudino. Demanda pressionada e mudança geracional Do lado da demanda, o cenário também contribui para a alta dos preços. A mesma taxa de juros que desestimula a produção de imóveis para locação dificulta o acesso à casa própria. “Quem mora de aluguel e pretendia comprar acaba permanecendo mais tempo no mercado locatício, aguardando condições melhores de financiamento”, afirma o especialista. Outro fator relevante é a mudança no comportamento das novas gerações. “Há uma escolha racional acontecendo. Se com R$3 mil por mês é possível alugar um imóvel compacto e bem localizado, por que comprometer R$9 mil em um financiamento de 30 anos para ter o mesmo apartamento? Não é imediatismo, é matemática”, pontua Claudino. Segundo ele, muitos jovens ainda desejam a casa própria, mas veem o aluguel como uma estratégia temporária de sobrevivência financeira, até que a conta feche. A combinação de oferta estagnada, demanda crescente e juros elevados cria um cenário previsível. “Enquanto não houver políticas públicas e incentivos claros para estimular a produção voltada especificamente para locação, além de mecanismos que aproximem o custo do financiamento da realidade da renda das famílias, o aluguel continuará sendo a principal válvula de escape de um mercado que não consegue atender quem quer comprar”, conclui Daniel Claudino.
- CCBB Brasília promove mostra de cinema infanto-juvenil durante as férias
De 27 de janeiro a 8 de fevereiro, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília realiza um grande evento dedicado ao público infanto-juvenil, transformando o período de férias escolares em uma verdadeira viagem pelo imaginário, pela aventura e pela diversidade cultural. Com 12 filmes e 24 sessões , a programação reúne clássicos, sucessos contemporâneos e animações premiadas de vários países, além de oficinas criativas , contação de histórias e sessões com acessibilidade . Toda a programação é gratuita , com retirada de ingressos 1 hora antes de cada sessão ou atividade . O brincar está no centro do projeto, que foi pensado como um espaço de descoberta, convivência, formação de público e de brincadeiras, oferecendo não apenas exibições cinematográficas, mas também atividades que estimulam a criatividade e o olhar curioso de crianças e jovens. Um folder, com brincadeiras das cinco regiões do Brasil, será publicado e distribuído gratuitamente para o público. A programação de filmes passeia por universos de fantasia, aventura, amizade, diversidade e superação. Entre os destaques, estão o clássico E.T.: O Extraterrestre , de Steven Spielberg; a épica fantasia A História Sem Fim ; e sucessos como a animação Lilo e Stitch , famosa versão animada de 2002, Viva – A Vida é uma Festa e o recente e delicado Flow , animação europeia vencedora do Oscar em 2024. A mostra também valoriza a produção nacional com títulos como Tainá – Uma Aventura na Amazônia , O Menino Maluquinho , inspirado na obra do cartunista brasileiro Ziraldo, Turma da Mônica: Lições e Detetives do Prédio Azul 3 – uma aventura no fim do mundo , reforçando o cinema brasileiro como ferramenta de formação cultural desde a infância. E, ainda, os filmes do diretor premiado Alê Abreu, O menino e o mundo e Perlimps . Além das sessões de cinema, a mostra oferece uma programação especial de oficinas e contações de histórias , aprofundando o contato das crianças com o universo do audiovisual, da imaginação e das culturas tradicionais. Entre os destaques, estão a Oficina de Fotografia Pinhole , em que os participantes constroem suas próprias câmeras artesanais e produzem imagens autorais. As outras oficinas também prometem estimular a vivência e criatividade do público: Teatro de Sombras , que explora luz, movimento e narrativa visual; Brinquedos Ópticos , que apresenta os princípios do cinema por meio de taumatrópios e flipbooks, duas técnicas lúdicas de animação; e Oficina de Stop Motion , criando animações em massinha quadro a quadro. As atividades são conduzidas por artistas e educadores como Ádon Bicalho , Beatriz Teles , Pamella Wyla e Maria Laura . As rodas de contação de histórias são também um atrativo especial. As apresentações com Maria das Alembranças , Kessia Daline Krahô , Fabíola Resende e Zé Regino reunirão saberes ancestrais, teatro de bonecos, música e narrativas tradicionais, em experiências de escuta, brincadeira e criação coletiva. Todas essas atrações são abertas para pessoas de todas as idades, sozinhas, em duplas, famílias, grupos de amigos: vai ser especial para cada um. A acessibilidade é um dos pilares do evento. Todas as contações de histórias terão acessibilidades em Libras e a programação inclui uma sessão de cinema com Libras , LSE (legendas para surdos e ensurdecidos) e audiodescrição . O filme Perlimps , no dia 30 de janeiro, às 15h , terá Libras, audiodescrição e legendagem descritiva , garantindo uma experiência plenamente inclusiva para públicos com deficiência. Ao unir grandes histórias da cinematografia mundial, atividades educativas e políticas de inclusão, o CCBB Brasília reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a formação de novas gerações de espectadores. Programação PRIMEIRA SEMANA 27/01 | terça-feira 15h Tainá - Uma aventura na Amazônia (2001), de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, 90’ - Livre 17h Turma da Mônica: Lições (2021), de Daniel Rezende, 97’ - Livre 28/01 | quarta-feira 15h Tito e os pássaros (2018), de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto, 73' - Livre 17h Detetives do Prédio Azul 3: Uma aventura no fim do mundo (2021), de Mauro Ribeiro de Lima, 120’- Livre 29/01 | quinta-feira 15h O menino e o mundo (2013), de Alê Abreu, 85' – Livre 17h Viva: A vida é uma festa (2017), de Lee Unkrich, 105’ - Livre 30/01 | sexta-feira 15h Perlimps (2023), de Alê Abreu, 80’ - Livre* Sessão acessível com LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), audiodescrição e legendagem descritiva 17h A história sem fim (1984), de Wolfgang Petersen, 94’ - Livre 31/01 | sábado 10h Pinhole ( oficina ) 14h A História da Onça Alembrada (contação de histórias) ** Atividade com acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) 15h Lilo & Stitch (2002), de Chris Sanders e Dean DeBlois, 85’ - Livre 17h Flow (2024), de Gints Zilbalodis, 85’ - Livre 01/02 | domingo 10h Teatro de Sombras ( oficina ) 14h A estrela mulher Caxekwyj e seus filhos plantas (contação de histórias)** Atividade com acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) 15h O menino maluquinho (1994), de Helvecio Ratton, 83’ – 12 anos 17h E.T.: O Extraterrestre (1982), de Steven Spielberg, 115’ - Livre SEGUNDA SEMANA 03/02 | terça-feira 15h Tito e os pássaros (2018), de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto, 73' - Livre 17h Detetives do Prédio Azul 3: Uma aventura no fim do mundo (2021), de Mauro Ribeiro de Lima, 120’- Livre 04/02 | quarta-feira 15h O menino e o mundo (2013), de Alê Abreu, 85' - Livre 17h Perlimps (2023), de Alê Abreu, 80’ - Livre 05/02 | quinta-feira 15h Lilo & Stitch (2002), de Chris Sanders e Dean DeBlois, 85’ - Livre 17h O menino maluquinho (1994), de Helvecio Ratton, 83’ – 12 anos 06/02 | sexta-feira 15h Flow (2024), de Gints Zilbalodis, 85’ - Livre 17h E.T.: O Extraterrestre (1982), de Steven Spielberg, 115’ - Livre 07/02 | sábado 10h Brinquedos ópticos - Antes do cinema ( oficina ) 14h Vereda dos Mamulengos (contação de histórias)** Atividade com acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) 15h Viva: A vida é uma festa (2017), de Lee Unkrich, 105’ - Livre 17h Turma da Mônica: Lições (2021), de Daniel Rezende, 97’ - Livre 08/02 | domingo 10h Stop Motion Animação em Massinha ( oficina ) 14h Histórias das origens do mundo e das coisas (contação de histórias)** Atividade com acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) 15h Tainá - Uma aventura na Amazônia (2001), de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, 90’ - Livre 17h A história sem fim (1984), de Wolfgang Petersen, 94’ – Livre INFOMAÇÕES DOS FILMES E.T.: O Extraterrestre Direção: Steven Spielberg EUA | 1982 | Aventura/Ficção Científica | 115 min. | Livre Sinopse Um garoto faz amizade com um ser de outro planeta, que ficou sozinho na Terra, protegendo-o de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia. Gradativamente surge entre os dois uma forte amizade. A história sem fim Direção: Wolfgang Petersen Alemanha/EUA | 1984 | Aventura/Fantasia | 94 min. | Livre Sinopse Quando o jovem Bastian, pegou emprestado um misterioso livro ele jamais sonhou que ao virar uma página seria levado a um mundo de fantasia onde pudesse ver um caracol de corrida, um morcego planador, um dragão da sorte, elfos, uma Imperatriz Menina, o valente guerreiro Atreyu e uma pedra ambulante chamada Come-Pedra. O menino maluquinho Direção: Helvecio Ratton Brasil | 1994 | Aventura/Comédia | 83 min. | Livre Sinopse Maluquinho (Samuel Costa), um menino travesso da classe média, adora brincar e pregar peças nos amigos, mas sofre quando seus pais se separam. Mas aí aparece o Vovô Passarinho (Luiz Carlos Arutin), que o leva para umas férias na fazenda, onde vive agitadas aventuras. Tainá - Uma Aventura na Amazônia Direção: Tânia Lamarca e Sérgio Bloch Brasil | 2001 | Aventura | 90 min. | Livre Sinopse Tainá vive na Amazônia com o avô, que lhe ensina as lendas e histórias de seu povo. Aos poucos, ela se torna uma guardiã da floresta e passa a lutar contra o contrabando de animais. Quando começa a ser perseguida por caçadores, precisa se mudar para uma vila, onde conhece Joninho, um menino da cidade grande. Juntos, a dupla aprende a lidar com os valores da cidade e da floresta. Lilo & Stitch Direção: Chris Sanders, Dean DeBlois EUA | 2002 | Animação/Aventura/Ficção | 85 min. | Livre Sinopse Lilo (Daveigh Chase) é uma pequena garota havaiana de 5 anos que adora cuidar de animais menos favorecidos e vive com sua irmã Nani (Tia Carrere). Lilo tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes e nadar até o alto-mar para alimentá-los. Até que, num belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch (Chris Sanders), um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Stitch foi preso em um planeta distante pela polícia interplanetária, mas ao ser encaminhado para um planeta-prisão consegue escapar, caindo acidentalmente na Terra. Agora, para escapar da polícia que ainda o persegue, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, desenvolvendo com o tempo um laço de amizade com Lilo. O menino e o mundo Direção: Alê Abreu Brasil | 2013 | Animação | 85 min. | Livre Sinopse Sofrendo com a falta do pai, um menino deixa sua aldeia e descobre um mundo fantástico dominado por máquinas-bichos e estranhos seres. Uma inusitada animação com várias técnicas artísticas que retrata as questões do mundo moderno através do olhar de uma criança. Viva: A vida é uma festa Direção: Lee Unkrich EUA | 2017 | Animação | 105 min. | Livre Sinopse Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas ele precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos. Tito e os pássaros Direção: Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto Brasil | 2018 | Animação/Aventura | 73 min. | Livre Sinopse Tito é um menino tímido de 10 anos que vive com sua mãe. De repente, uma estranha epidemia começa a se espalhar, fazendo com que pessoas fiquem doentes quando se assustam. Tito rapidamente descobre que a cura está relacionada à pesquisa feita por seu pai ausente sobre o canto dos pássaros. Ele embarca numa jornada com seus amigos para salvar o mundo da epidemia. A busca de Tito pelo antídoto se torna uma jornada para encontrar seu pai ausente e sua própria identidade. Detetives do Prédio Azul 3: Uma Aventura no Fim do Mundo Direção: Mauro Ribeiro de Lima Brasil | 2021 | Aventura | 120 min. | Livre Sinopse Severino encontra um objeto em meio aos escombros de um avião, sem saber que se trata de uma das faces do Medalhão de Uzur. O porteiro do Prédio Azul coloca o objeto no pescoço e acaba se tornando cada vez mais malvado. Com a bruxa Duvíbora e sua filha Dunhoca dispostas a roubá-lo, Pippo, Sol e Bento não têm outra saída a não ser encontrar a metade do bem do medalhão. Para tanto, eles contam com a ajuda da feiticeira Berenice, dos Inspetores de la Casa Naranja e ainda do mago Elergun. Turma da Mônica: Lições Direção: Daniel Rezende Brasil | 2021 | Aventura | 97 min. | Livre Sinopse Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão fogem da escola. Agora, terão que encarar as suas consequências, e elas não serão poucas. Nesta nova jornada, a turma descobrirá o real valor e sentido da palavra amizade. Perlimps Direção: Alê Abreu Brasil | 2023 | Animação/Aventura/Ficção | 80 min. | Livre Sinopse A jornada de aventura e fantasia de Claé e Bruô, agente-secretos de reinos rivais. Eles precisam superar suas diferenças e unir forças para encontrar os Perlimps, criaturas misteriosas capazes de encontrar um caminho para a paz em tempos de guerra. Flow Direção: Gints Zilbalodis Letônia/Bélgica/França | 2024 | Animação/Aventura/Fantasia | 85 min. | Livre Sinopse Gato é um animal solitário, mas quando seu lar é destruído por uma grande inundação, ele encontra refúgio em um barco habitado por diversas espécies, tendo que se juntar a elas apesar das diferenças. INFORMAÇÕESS DAS OFICINAS & CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS Oficina: Pinhole Sobre a oficina: Nesta oficina os participantes serão apresentados aos fundamentos primordiais da fotografia através da técnica pinhole. Cada participante constrói uma câmera a partir de uma lata e é convidado a realizar uma foto em papel fotográfico fotossensível preto e branco, que é revelada dentro de uma caixa de revelação, à luz vermelha. Os participantes levam as câmeras para casa e as fotografias realizadas serão digitalizadas e passarão a compor uma galeria de imagem virtual com autoria assinada. Sobre Ádon Bicalho: é fotógrafo, laboratorista e arte-educador de Brasília. Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília, possui bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela mesma universidade (2011) e especialização em Fotografia pela Scuola Romana di Fotografia, Itália (2013). Atuou como fotógrafo de instituições e publicações como o Conselho Federal da OAB-DF, Associação Brasileira de Antropologia, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN-DF, Anistia Internacional, Anuário do DF e Revista Nova Escola. Dentre seus trabalhos de documentação fotográfica estão o acervo arqueológico Rohr doado ao IPHAN – DF (2017), o festival de cenas curtas ¼ de Cena (2017), os projetos BSB Plano das Artes (2017) e Residência Móvel (2018) além de exposições e espetáculos diversos. Foi arte-educador na Fundação Athos Bulcão (2011) e coordena desde 2016 o projeto Fotolata, que ensina fotografia para jovens e adultos através da técnica pinhole. Sócio-fundador do oBarco Estúdio desde 2015, promove cursos e encontros acerca da fotografia analógica e processos histórico-alternativos para produção de imagens, tendo atuado em espaços culturais como o Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, SesiLab em Brasília e Instituo Tomie Ohtake em São Paulo. Apresentação: A História da Onça Alembrada Maria das Alembranças abre uma roda de encantaria para alembrar uma história ancestral que andava esquecida no meio da mata. Abrindo caminho para as águas da memória, ela convida o medo e a coragem, para chegar no olho d’água que revela a guardiã do cerrado: Onça Yaya. Um feitio popular de fé e esperança: “o que é necessário, necessariamente retorna”. “A história da onça alembrada” é uma brincadeira de contar histórias que envolve as pessoas em cantigas e danças tradicionais de fortalecimento da ancestralidade, com música ao vivo, boneco, mágica e improvisação, convidando todo o público a lembrar da valorização do cerrado, das florestas e suas comunidades originárias. Sobre Maria das Alembranças : é uma avó ancestral, sustentadora das tradições das árvores que alembram o povo, rejuntando raízes de memórias que foram cortadas. Ela também enterra esquecimentos e, nas rodas da vida, toca o seu pandeiro, canta e dança as encruzilhadas da terra e o sangue das mulheres. Sobre Luciana Meireles : é nascida e criada na cidade de Ceilândia (DF). É atriz e brincante da figura Maria das Alembranças. É mãe de Inácio e há 16 anos atua como griô aprendiz, escutadora e contadora de histórias e coordenadora de projetos criativos colaborativos. É formada na Pedagogia Griô, cofundadora da coletiva Casa Moringa, criadora da Oficina Mulheres Brincantes e coordenadora da Caravana das Alembranças. Trabalha a serviço da ancestralidade e do empoderamento feminino dentro da cultura popular. Sobre Luciana Meireles: Oficina: Teatro de sombras Nesta oficina, as crianças são convidadas a explorar o universo do cinema a partir da luz, da sombra e da imaginação. Cada participante irá criar seu próprio mini teatro de sombras, utilizando materiais simples como papelão, papel vegetal e papel, construindo personagens, cenários e pequenas histórias. Ao experimentar a projeção das sombras, as crianças descobrem como a luz se transforma em imagem e como o movimento pode criar narrativas visuais, conectando brincadeira, arte e os princípios básicos do cinema. A oficina estimula a criatividade, a expressão corporal e o trabalho manual, valorizando o fazer artístico como jogo e invenção. Sobre Beatriz Teles e Pamella Wyla : integram a equipe de educadoras do Quintal da Pilastra, programa educativo da Galeria-Escola A Pilastra, atuando na mediação cultural, na criação de experiências pedagógicas e no desenvolvimento de ações voltadas às infâncias, aos territórios e aos processos de aprendizagem sensível por meio da arte. Pamella Wyla (1996), nascida e criada em Ceilândia/DF, é artista visual, arte-educadora e mediadora. Sua pesquisa se concentra nas relações entre memória, tempo e afetividade, a partir do estudo de fotografias, histórias e documentos preservados por sua família ao longo dos anos. Pamella articula sua prática artística ao trabalho educativo, compreendendo as infâncias como campo de pesquisa ativa. O brincar, a escuta e a imaginação tornam-se ferramentas fundamentais em seus processos de mediação, especialmente nos espaços expositivos, explorando suas múltiplas possibilidades de encontro, criação e aprendizado. Beatriz Teles é fotógrafa, assistente de arte e arte-educadora. Natural de São Paulo, cresceu em Carapicuíba, onde viveu por 24 anos antes de se mudar para Brasília. Sua trajetória nas artes teve início ainda na adolescência, aos 15 anos, a partir do interesse por processos fotográficos e design gráfico. Em 2021, iniciou o bacharelado em Fotografia no Centro Universitário Senac, aprofundando-se na filosofia da imagem e na experimentação gráfica por meio de fotolivros. Ao longo da graduação, aproximou-se da educação não formal, integrando equipes educativas de exposições em instituições como o SESC São Paulo, o MuBE – Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, e a Fundação Bienal. Essa experiência formativa a levou à pós-graduação em arte-educação. Atualmente, Beatriz atua como educadora patrimonial no Ministério das Relações Exteriores e integra a residência profissionalizante da Galeria-Escola A Pilastra, onde investiga e fortalece sua atuação na produção cultural no Distrito Federal. Juntas, Beatriz e Pamella constroem práticas educativas comprometidas com o acesso à arte, a valorização das memórias, a escuta dos territórios e a formação de experiências significativas de aprendizagem no Quintal da Pilastra. Apresentação: A estrela mulher Caxekwyj é seus filhos plantas Nesta atividade, realizaremos a contação de uma história tradicional do povo Krahô, uma narrativa milenar que atravessa gerações há mais de 12 mil anos. É a história da Estrela-Mulher, Caxekwyj, e de seus filhos-planta. Caxekwyj é uma moça que veio do céu trazendo consigo muitos saberes. Através de sua história, aprendemos sobre a origem das plantas, dos cuidados com a terra, das formas de viver em comunidade e de nos relacionarmos com o mundo. Seus ensinamentos estão na base da nossa cultura e da nossa cosmovisão, orientando a maneira como nos organizamos, pensamos e existimos até hoje. Essa contação de história é um convite à escuta, à memória e ao reconhecimento dos saberes ancestrais como conhecimentos vivos, que continuam ensinando, nutrindo e fazendo crescer o nosso povo. Sobre Kessia Daline Krahô: mulher indígena tocantinense residente no DF possui formação acadêmica em Serviço Social pela Universidade de Brasília (UnB), e atualmente cursa Pedagogia na Universidade Paulista (UNIP), trabalhou como educadora social indígena em uma escola pública no DF. É artista independente e desde 2018 vem caminhando e realizando trabalhos artísticos em diversas áreas, como: performance, pintura, contação de histórias para crianças, arte-educação, atriz, poetisa, modelo fotográfica, cantora e atua também entre outras linguagens artísticas. Na caminhada, já fez palco desde a rua a lugares como o Memorial dos Povos Indígenas, Unibes Cultural- SP e casas de cultura pelo país. A artista utiliza sua voz para fortalecer também o coletivo e honrar sua caminhada aqui, permitida por seus ancestrais através das artes. É por meio das artes que Kessia Daline Tavares dos Santos, mais conhecida como Kessia Daline Krahô, vem realizando alguns trabalhos, firme que seu corpo e sua arte são protagonismos para a representatividade de histórias plurais e que foge do padrão vigente na sociedade como um todo. Oficina: Brinquedos ópticos - antes do cinema Nesta oficina, as crianças são convidadas a conhecer o universo do cinema a partir de seus primórdios, criando brinquedos ópticos que dão a ilusão de movimento. A atividade apresenta, de forma lúdica e prática, objetos como o taumatrópio e o flipbook, explorando como imagens estáticas podem ganhar vida quando vistas em sequência. Com materiais simples e muita imaginação, cada participante poderá criar seus próprios brinquedos, desenhando, recortando, montando e experimentando os efeitos visuais. A oficina estimula a curiosidade, a criatividade e o fazer manual, aproximando as crianças da história do cinema por meio da brincadeira e da descoberta. Sobre Maria Laura : Laura Teófilo Gonzalez (Maria Laura) é doutoranda em Educação em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), instituição onde também obteve o título de Mestre. É bacharel em Teoria, Crítica e História da Arte pela UnB. Atuou como bolsista CNPq em pesquisas nas áreas de fotografia experimental, processos históricos e alternativos, curadoria, utopia, ficção, identidade e gênero na arte contemporânea. Integra experiências em pesquisa, arte-educação, mediação e práticas curatoriais. Apresentação: Vereda dos Mamulengos Apresentação do espetáculo Vereda dos Mamulengos. O mamulengo é uma brincadeira de teatro de bonecos popular do nordeste, reconhecido como patrimônio cultural imaterial pelo IPHAN desde 2015. Possui personagens característicos das culturas populares brasileiras como Benedito, cobra e Jaraguá. A brincadeira é acompanhada por trilha sonora ao vivo e é recheada de comunicação e interação com a plateia. Sobre Fabíola Resende : Fabíola Resende nasceu em São João del Rei (1986) e cresceu em Nazareno, no interior de Minas Gerais. Ainda jovem, mudou-se para Brasília, onde se graduou em Artes Cênicas – Licenciatura pela Universidade de Brasília, em 2010. Durante a graduação, teve seu primeiro contato com a Pedagogia Griô, iniciando uma pesquisa dedicada às relações entre tradição e educação, tema de seu trabalho de conclusão de curso, desenvolvido em diálogo com mestres e mestras da tradição oral.Mamulengueira, arte-educadora e pesquisadora, Fabíola construiu uma trajetória marcada pelas caminhadas Griô, pelas ações de transmissão de saberes e pelo trabalho com narrativas populares. É cofundadora da coletiva Casa Moringa, professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal desde 2013 e pesquisadora das influências do Mamulengo no ensino de artes, área na qual desenvolve seu mestrado na Universidade de Brasília. Seu trabalho articula educação, cultura popular e tradição oral como práticas vivas de formação e encantamento. Oficina de Stop Motion Animação em Massinha Nesta oficina, as crianças vão mergulhar no universo da animação e do cinema criando seus próprios personagens em massinha e dando vida a pequenas histórias por meio da técnica de stop motion. A partir da modelagem, do movimento quadro a quadro e da experimentação, cada participante poderá produzir sua própria animação, compreendendo de forma prática como o cinema transforma imagens em movimento.A atividade estimula a criatividade, a paciência e o trabalho manual, ao mesmo tempo em que apresenta noções básicas de narrativa audiovisual de forma divertida e acessível. Ao final, as crianças poderão assistir às animações criadas, celebrando o processo e o resultado coletivo da oficina. Importante: para participar da oficina, é necessário que cada criança traga um aparelho celular com aplicativo de edição de vídeo instalado ou com memória suficiente para a instalação do aplicativo durante a atividade. Sobre Beatriz Teles e Pamella Wyla: integram a equipe de educadoras do Quintal da Pilastra, programa educativo da Galeria-Escola A Pilastra, atuando na mediação cultural, na criação de experiências pedagógicas e no desenvolvimento de ações voltadas às infâncias, aos territórios e aos processos de aprendizagem sensível por meio da arte. Pamella Wyla (1996), nascida e criada em Ceilândia/DF, é artista visual, arte-educadora e mediadora. Sua pesquisa se concentra nas relações entre memória, tempo e afetividade, a partir do estudo de fotografias, histórias e documentos preservados por sua família ao longo dos anos. Pamella articula sua prática artística ao trabalho educativo, compreendendo as infâncias como campo de pesquisa ativa. O brincar, a escuta e a imaginação tornam-se ferramentas fundamentais em seus processos de mediação, especialmente nos espaços expositivos, explorando suas múltiplas possibilidades de encontro, criação e aprendizado. Beatriz Teles é fotógrafa, assistente de arte e arte-educadora. Natural de São Paulo, cresceu em Carapicuíba, onde viveu por 24 anos antes de se mudar para Brasília. Sua trajetória nas artes teve início ainda na adolescência, aos 15 anos, a partir do interesse por processos fotográficos e design gráfico. Em 2021, iniciou o bacharelado em Fotografia no Centro Universitário Senac, aprofundando-se na filosofia da imagem e na experimentação gráfica por meio de fotolivros. Ao longo da graduação, aproximou-se da educação não formal, integrando equipes educativas de exposições em instituições como o SESC São Paulo, o MuBE – Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, e a Fundação Bienal. Essa experiência formativa a levou à pós-graduação em arte-educação. Atualmente, Beatriz atua como educadora patrimonial no Ministério das Relações Exteriores e integra a residência profissionalizante da Galeria-Escola A Pilastra, onde investiga e fortalece sua atuação na produção cultural no Distrito Federal. Juntas, Beatriz e Pamella constroem práticas educativas comprometidas com o acesso à arte, a valorização das memórias, a escuta dos territórios e a formação de experiências significativas de aprendizagem no Quintal da Pilastra. Apresentação: Histórias das origens do mundo e das coisas Roda de contação de histórias tradicionais que falam ou se referem à origem do mundo. Essa roda de contação começa com a chega do contador que chega para conduzir a roda. Ele vem de longe brincando com sua rabeca, chamando as pessoas para participarem. Durante a contação, entre uma história e outra, o condutor provoca a plateia com perguntas e brincadeiras, com o intuito de levar a todos a assumirem uma postura ativa, formando uma roda viva, cheia de provocações, inquietude e dúvidas. Para fechar a roda, o contador convida a todos presente para participarem de uma grande mágica, uma mágica que ele aprendeu com sua avó, que aprendeu com a vó dela, que por sua vez aprendeu com o seu avô que aprendeu com o avô da sua avó. Uma mágica criada para a adiar o fim do mundo. Sobre Zé Regino: José Regino ou Zé Regino, é: Palhaço, Diretor de Teatro e Circo, Dramaturgo, Ator, Artista Visual,Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador e Contador de Histórias, graduado pela Fundação Brasileira de Teatro e Mestre em Arte pela Universidade de Brasília (UnB) com a dissertação “A Dramaturgia de uma Atuação Cômica: O Desempenho do Ator na Construção do Riso”. Instrutor em Yoga do Riso certificado pela Laughter Yoga International University. Fundou o Grupo de Teatro Celeiro das Antas que tem em seu repertorio atual 4 espetáculos. Foi professor substituto de Direção Teatral na UnB. Participou com seus trabalhos de festivais pelo Brasil, Espanha, EUA, Portugal, Itália, Alemanha e Malta. Trabalhou em Berlim na Alemanha a convite da Companhia Working Party. Pesquisador da linguagem cômica, com foco no humor físico e do Teatro para Bebês. É mineiro de Corinto, apaixonado por Brasília e militante do movimento LGBTQIAPN+ Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. SERVIÇO: Férias no Cinema Curadoria: Fábio Savino Realização: Fumaça Filmes Data: De 27 de janeiro a 8 de fevereiro Local: CCBB Brasília Endereço: Asa Sul Trecho 2 - Asa Sul, Brasília – DF Tel: (61) 3108-7600 Website: https://ccbb.com.br/brasilia/ Instagram: @ccbbbrasilia Ingressos: Entrada gratuita. Retirada dos ingressos 1h antes na bilheteria do CCBB Brasília. Classificação: Livre Horários: Ver programação.
- Restaurante japonês Haná recebe o chef sushiman Eduardo Coelho
O restaurante japonês Haná (408 sul) inicia 2026 com o pé direito e muitas novidades para seus clientes. A casa reabre de visual renovado após uma reforma pensada para proporcionar uma experiência ainda mais sofisticada, acolhedora e alinhada à tradição da gastronomia japonesa contemporânea. Para marcar essa nova fase, o Haná recebe, entre os dias 20 e 23 de janeiro , o chef sushiman Eduardo Coelho , que assina uma consultoria gastronômica especial e a criação de novas opções para o cardápio. Com mais de duas décadas de experiência na culinária japonesa, Eduardo Coelho é conhecido pelo domínio das técnicas tradicionais, respeito aos ingredientes e um olhar autoral que valoriza sabores, texturas e apresentação. Ao longo da carreira, construiu sua trajetória em casas renomadas e se destaca pela formação de equipes e desenvolvimento de menus que equilibram tradição e inovação. A parceria reforça o compromisso do Haná em se reinventar sem perder sua essência, oferecendo aos clientes não apenas novos pratos, mas uma experiência completa que une ambiente, serviço e alta gastronomia japonesa.
- Silva traz a Brasília show “As Melhores do Verão” em festival especial na nova Birosca do Conic
O verão chegou trazendo calor, alegria e aquela energia única da música brasileira. Para celebrar essa atmosfera, a Birosca e o Lah, referências da cena LGBT local, firmam uma parceria inédita e apresentam o “Festival de Verão do Silva”. No dia 31 de janeiro, Brasília recebe o show “As Melhores do Verão”, um repertório especial de carnaval preparado pelo cantor capixaba, que promete ser um verdadeiro aquecimento para festividade. A abertura do espetáculo fica por conta do grupo Elas Que Toquem , que leva ao palco seu pagodão cheio de identidade e tempero baiano, que também contará com a participação especial da cantora Ju Rodrigues , celebrando a força feminina nos palcos. O festival ocupará diversos ambientes da Nova Birosca, com várias pistas e variados DJs e artistas da capital federal, seguindo a estética e a experiência imersiva vista no Club Vittar. A energia do verão no palco A turnê de verão de Silva chega a Brasília embalada pelo sucesso estrondoso do Bloco do Silva, projeto que nasceu há alguns anos e rapidamente conquistou o país. O bloco já passou por várias capitais brasileiras, reunindo nomes como João Gomes, Alcione, Liniker, entre outros artistas de peso. Inspirado pela atmosfera do Carnaval, o repertório traz faixas animadas cheias de sucesso de axé e brasilidades dos anos 90, 2000, além de homenagens a grandes artistas da mpb em ritmo de carnaval.No espetáculo, Silva também revisita diferentes momentos da própria carreira, interpretando sucessos como “A Cor é Rosa”, “Fica Tudo Bem” e “Um Pôr do Sol na Praia”. Além dos clássicos, o show reúne faixas animadas que convidam o público a cantar, dançar e mergulhar de vez no clima da estação mais quente do ano. Serviço: Festival de Verão do SILVA Quando: Sábado, 31/01, 20h30 Local: Nova Birosca, Conic Ingressos: Shotgun
- Goiás bate recorde histórico na abertura de empresas em 2025 e consolida ambiente favorável aos negócios
Goiás encerrou 2025 com o maior número de empresas abertas de sua história. Dados oficiais da Junta Comercial do Estado de Goiás (Juceg) apontam que 178.598 novos negócios foram formalizados ao longo do ano, superando em 34.548 registros o recorde anterior, alcançado em 2024. O resultado coloca o estado em posição de destaque no cenário nacional e reforça a percepção de um ambiente econômico mais estável, atrativo e competitivo para empreendedores e investidores. O desempenho recorde reflete uma combinação de fatores que vão desde a simplificação dos processos de registro até o fortalecimento da segurança jurídica e a ampliação do acesso à formalização. Do total de novos negócios registrados em 2025, 134.101 são Microempreendedores Individuais (MEIs), o equivalente a aproximadamente 75% das aberturas, conforme dados do Portal do Empreendedor do Governo Federal. O número evidencia o avanço da formalização e o protagonismo dos pequenos negócios na economia goiana. Ao mesmo tempo, o crescimento também é expressivo entre empresas de maior porte. As organizações que não se enquadram como MEI declararam, juntas, um capital social de R$ 12,6 bilhões, sendo mais de R$ 10 bilhões concentrados em 2.459 empresas de grande porte. O volume sinaliza a entrada de investimentos robustos e de longo prazo no estado, fortalecendo cadeias produtivas e ampliando a capacidade de geração de empregos e renda. Com esse avanço, Goiás ultrapassa a marca de 1,27 milhão de empresas ativas, consolidando um tecido empresarial diversificado e em expansão. Goiânia lidera o ranking de novos registros, com 59.195 empresas abertas em 2025, seguida por Aparecida de Goiânia, com 19.225, e Anápolis, com 12.418. O cenário confirma não apenas a força da capital, mas também a consolidação de polos econômicos regionais e a interiorização do desenvolvimento. Outro dado que chama atenção é o aumento da participação de investidores estrangeiros. Registros da Juceg indicam a presença de sócios de países como Colômbia, Irlanda, Chile, Argentina, Portugal, Venezuela, Espanha e Bolívia em novas empresas abertas no estado, o que reforça a imagem de Goiás como um ambiente de negócios cada vez mais conectado ao mercado internacional. Para o advogado empresarial Eliseu Silveira, os números representam uma mudança estrutural no perfil econômico do estado. “Esse recorde não é apenas estatístico. Ele revela um ambiente jurídico mais previsível, processos mais eficientes e maior confiança para quem decide empreender ou investir em Goiás. O volume de capital social envolvido, especialmente nas empresas de médio e grande porte, mostra que o estado deixou de ser apenas promissor e passou a ser um polo concreto de oportunidades”, afirma. Especialistas avaliam que o crescimento expressivo na abertura de empresas tende a gerar impactos diretos na criação de empregos formais, no aumento da arrecadação e no fortalecimento da economia regional. O desafio, a partir de agora, é sustentar esse ritmo com planejamento, estabilidade regulatória e estratégias empresariais sólidas, garantindo que o recorde de 2025 se converta em desenvolvimento econômico duradouro nos próximos anos.
- Bruno Fagundes é o convidado do Metrópolis nesta segunda (19/1) e fala sobre a peça "A Manhã Seguinte"
Nesta segunda-feira (19/1) , o Metrópolis destaca o novo espetáculo estrelado por Carol Castro e Bruno Fagundes , o vitralismo da Catedral da Sé e a produção nacional Descontrole . A edição vai ao ar às 23h30 , na TV Cultura , com apresentação de Renata Simões . A comédia teatral A Manhã Seguinte , do dramaturgo britânico Peter Quilter , ganha destaque no programa, com a presença do ator Bruno Fagundes no estúdio para falar sobre a produção. Em cartaz na capital paulista, a peça aborda o despertar de um encontro casual e as situações hilárias e constrangedoras que surgem com a chegada da personagem Kátia na família, explorando temas de afeto e comunicação em um contexto familiar inusitado. A atração ainda apresenta uma reportagem sobre os vitrais da Catedral da Sé , obras produzidas por mãos brasileiras e europeias, que embelezam as janelas e permitem outras perspectivas das luzes no coração de São Paulo. O cinema brasileiro também é pauta da edição, com o longa Descontrole . Roteirizado e dirigido por Rosane Svartman , o filme é uma comédia romântica que aborda o alcoolismo entre mulheres, e conta com Carolina Dieckmann no elenco.
- Começar os estudos em janeiro garante base sólida para o ENEM e o PAS
O início do ano é decisivo para estudantes que buscam alto desempenho no ENEM e no PAS. Mais do que retomar a rotina, janeiro representa um momento estratégico para estruturar os estudos e construir, com consistência, a base necessária para enfrentar provas cada vez mais exigentes em todas as áreas do conhecimento. Disciplinas como matemática, física, química, linguagens, ciências humanas e redação exigem organização, continuidade e tempo para amadurecimento dos conteúdos. Ao iniciar a preparação desde o começo do ano, o estudante consegue distribuir melhor a carga de estudos, evitar acúmulos e aprofundar temas que demandam maior compreensão e prática. Além do aspecto pedagógico, o planejamento anual favorece a organização da rotina, a definição de metas realistas e o acompanhamento sistemático do desempenho. Esse modelo permite identificar lacunas com antecedência e ajustar estratégias ao longo do processo, aumentando as chances de bons resultados nos exames. Para Luís Henrique Bogado, professor da Academia das Específicas, começar cedo é um diferencial competitivo. “O estudante que inicia em janeiro tem mais tempo para construir fundamentos, praticar com qualidade e revisar de forma inteligente. Esse processo gradual contribui para um aprendizado mais sólido e para um melhor desempenho ao final do ano”, afirma. Diante de um cenário cada vez mais competitivo, iniciar os estudos no começo do ano deixa de ser apenas uma antecipação e se consolida como uma estratégia de preparação. Ao longo dos meses, o aluno constrói não apenas conhecimento, mas também segurança, constância e domínio dos conteúdos, fatores determinantes para quem busca resultados consistentes no ENEM e no PAS.
- Sussurros | Coletiva de acervo + convidados | Curadoria de Emerson Dionisio de Oliveria
No dia 24 de janeiro , das 16h às 20h , a Referência Galeria de Arte abre ao público a mostra “Sussurros” , projeto curatorial de Emerson Dionísio de Oliveira que reúne obras em pequeno formato de artistas integrantes do acervo da galeria e de convidados. A exposição convida o público a uma experiência de escuta sensível e imaginativa, na qual as obras dialogam de forma sutil e não monumental, e o sentido emerge da atenção às relações e percepções entre elas, mais do que de significados explícitos ou revelações objetivas. Em exibição até 14 de março , a mostra pode ser visitada de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h , e aos sábados, das 10h às 14h . A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte está localizada na CLN 202, Bloco B, Loja 11, Subsolo , Asa Norte, Brasília (DF). Telefone: +55 (61) 3963-3501 ; WhatsApp: +55 (61) 98162-3111 . Instagram: @referenciagaleria . A reflexão proposta pela mostra parte do livro Uma Noite no Museu , de Milan Trenc , e de sua adaptação cinematográfica, evocando a ideia de que esculturas, pinturas e outros objetos museológicos ganham vida quando não são observados. Essa narrativa é associada à metáfora da “vida social das coisas” , formulada pelo antropólogo Arjun Appadurai , aplicada ao universo da arte. A partir dessa referência, o projeto convida o público a imaginar não apenas a vida noturna das obras, mas também seu comportamento durante o dia, diante do olhar do visitante. Nesse contexto, as obras são pensadas como entidades que se relacionam entre si, estabelecendo aproximações e distanciamentos, “sussurrando” umas às outras e construindo sentidos coletivos que ganham vida na imaginação do observador. “O que as obras sussurram umas para as outras? O sussurro é da ordem da intimidade, do afeto. Não raro, da malícia. Boas e más notícias podem ser sussurradas para construir laços decisivos ou alianças provisórias.” Emerson Dionísio de Oliveira, curador “Sussurros” se fundamenta na noção de “(des)coleção” , segundo a qual, na contemporaneidade, cada obra precisa estar apta a circular entre coleções, acervos e curadorias, conectando-se e se desvinculando continuamente de outras peças. Esse movimento revela tanto sua versatilidade quanto os aspectos de sua trajetória e história singulares. Para esta pesquisa curatorial, Emerson Dionísio reuniu mais de cem obras — em sua maioria pertencentes ao acervo da Referência — produzidas por mais de trinta artistas, compondo um mosaico de “murmúrios”. O curador propõe uma exposição em que as obras constroem alianças provisórias por afinidade, adaptando-se a outros trabalhos e espaços para além das intenções originais de seus criadores. Seja na calada da noite ou durante o período expositivo, as obras se conhecem, partilham segredos e sussurram pelas bordas, frestas e ruídos. Trata-se de um jogo poético que busca instigar o público a também sussurrar para as obras. A exposição se estrutura como um work in progress , permitindo a substituição de obras ao longo do período expositivo. “Sussurros” foi montada com a participação dos alunos do curso “Montagem: a condição expositiva” , realizado durante o processo de produção da mostra. A iniciativa propõe um percurso dialógico que privilegia menos a individualidade de cada obra e mais a força do conjunto apresentado. Participam da exposição artistas do acervo da Referência: Adriana Rocha, Alessandra França, Alex Červený, André Santangelo, Arthur Piza, Camila Soato, Carlos Vergara, Clarice Gonçalves, Courinos, David Almeida, Diô Viana, Fernando Leite, Galeno, Gui da Cei, João Angelini, José Roberto Bassul, Julio Lapagesse, Karina Dias, Léo Tavares, Luciana Paiva, Luiz Aquila, Luiz Mauro, Marcelo Câmara, Márcio Borsoi, Osvaldo Gaia, Pitágoras, Rafael Vicente, Raquel Nava, Rodrigo Godá, Rodrigo Zeferino, Rogério Ghomes, Samatha Canovas e Veridiana Leite . Participam ainda, como convidadas especiais, Anace Lima e Luisa Günther . Sobre o curador Emerson Dionísio de Oliveira é historiador da arte, doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB) e professor do Departamento de Artes Visuais da mesma instituição. Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas (SP) e editor das revistas Em Tempo de Histórias , Museologia e Interdisciplinaridade e VIS . Atualmente, é editor da revista MODOS. História da Arte . É autor de Museus de Fora (2010) e organizador de publicações como Instituições da Arte (2012), Histórias da Arte em Exposições (2015), Histórias da Arte em Coleções (2016), Histórias da Arte em Museus (2020), Musealização da Arte (2023) e Políticas da Diferença: colaborações, cooperações e alteridades na arte (2024). Sobre a Referência Galeria de Arte Fundada em 25 de novembro de 1995 por Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira, a Referência Galeria de Arte iniciou sua trajetória com uma exposição inédita de Amilcar de Castro em Brasília. Ao longo de seus 30 anos de atuação, realizou mostras de artistas consagrados, como Athos Bulcão, Carlos Vergara e Claudio Tozzi, além de apresentar jovens artistas que hoje ocupam lugar de destaque na cena contemporânea. Desde 2004, Paulo Moraes de Oliveira integra a sociedade, participando da administração e das decisões estratégicas da galeria. A Referência atua na promoção de artistas em diferentes estágios de carreira, com especial atenção à produção de Brasília e do Centro-Oeste, reafirmando seu compromisso com a diversidade, a representatividade e o fortalecimento do sistema da arte fora dos eixos hegemônicos. Em 2026, a galeria dá continuidade aos projetos iniciados em 2025, como os cursos livres e as mostras de acervo, e aprofunda o diálogo com instituições de arte para a realização de exposições de artistas representados. A programação expositiva do ano já está definida, com exposições de maior duração, visando ampliar e qualificar a experiência de visitação. Além das atividades em sua sede, a Referência desenvolve projetos externos em importantes instituições culturais do país, reafirmando sua atuação para além do espaço físico e seu compromisso com a circulação da arte contemporânea. Serviço: “Sussurros” Mais de 100 obras de 30 artistas visuais em pequenos formatos Curadoria | Emerson Dionísio de Oliveira Montem com assistência dos alunos do curso livre da Referência “Montagem: a condição expositiva” Sala Principal e Sala Acervo Abertura | 24/01/2026, das 16h às 20h Visitação | Até 14/03/2026 De segunda a sexta, das 10h às 19h Sábado, das 10h às 14h Entradas | Gratuita Classificação indicativa | Livre para todos os públicos Onde | Referência Galeria de Arte Endereço | CLN 202 Bloco B Loja 11 Subsolo Asa Norte – Brasília – DF Telefone | +55 (61) 3963-3501 WhatsApp | +55 (61) 981623-111 E-mail | referenciagaleria@gmail.com Facebook | @referenciagaleria Instagram | @referenciagaleria Site | www.referenciagaleria.com.br
- Renata Weber lança O Ano Um, um livro-objeto que une texto, imagem e som na DeCurators
A artista e escritora Renata Weber lança em Brasília, no dia 31 de janeiro, o romance experimental O Ano Um , publicado pela Editora Quelônio (SP). O evento acontece na DeCurators (412 Norte) e apresenta um trabalho que é, ao mesmo tempo, objeto, texto, imagem e som: além do lançamento do livro, o público poderá ver de perto as monotipias originais (técnica de gravura de impressão única) que dão forma às imagens da obra e conhecer o livro sonoro narrado pela própria autora. Em O Ano Um , a protagonista Regina escreve notas para “ancorar o fio da memória”, enquanto o esquecimento se aproxima e embaralha as referências do cotidiano. O romance se constrói como uma antessala da desaparição: uma juntada de registros que tentam segurar o que escapa. “O Ano Um parte da minha inquietação e curiosidade pessoal com o tornar-se pessoa velha, com os embaralhos e os embaraços que se criam ao sermos catapultados ou insidiosamente conduzidos à velhice.”, conta a autora Renata Weber. O projeto gráfico leva essa ideia ao limite. Em vez de páginas numeradas e encadernação tradicional, O Ano Um se apresenta como livro-objeto: folhas soltas, presas no alto por uma estrutura de bloco, convidam a pessoa a desfolhar, correr riscos, perder e reencontrar a narrativa, como quem tenta reorganizar lembranças. “O Ano Um é o ano em que a personagem Regina, passa a lidar cotidianamente com o tema do desaparecimento, não só da memória, mas também, possivelmente, da pessoa que ela era antes. Registrar os fatos do dia, escrever o que é importante, organizar papéis, é o jeito que Regina inventa para resistir ao que é incontornável. Ao meu modo também faço isso ao escrever”, explica Renata. As oito monotipias abstratas foram feitas por Renata Weber a partir de tinta de carimbo impressa em papel pólen e, no lançamento, serão apresentadas numa miniexposição. A obra ganha ainda uma segunda camada: O Ano Um também existe como livro sonoro, com narração da autora, desenho e trilha sonora de Wagner Morales e audiodescrição com roteiro de Rita Louzeiro. O resultado vai além da simples gravação do texto, usando percussão, efeitos e guitarra para criar atmosferas e conduzir o “desaparecimento” das palavras e memórias. Para ouvir, basta acessar o QR Code no final do livro, com duração de 1h20. Também disponível no site da autora: O Ano Um – Renata Weber . “É para que a pessoa entre em contato com a obra e experimente em alguma medida o que atravessa a personagem – a perda da ilusão de controle sobre as coisas e sobre o destino. Quem ouve o livro sonoro, quem lê e manipula o livro-objeto, vai se deparar com uma massa de texto, de papel e de som que é delicada e instável. Regina é divertida também. No livro há passagens ternas, há passagens raivosas e também aflitivas”, ressalta. No dia 31, após a apresentação do livro e do trabalho sonoro, haverá bate-papo com Renata Weber e a convidada Sílvia Roncador. Renata Weber (1971) vive e trabalha em Brasília e transita entre literatura, música e artes visuais, além de atuar como psicóloga e pesquisadora em saúde mental. O Ano Um é seu primeiro romance e é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. SERVIÇO Lançamento O Ano Um Data: 31 de janeiro de 2026 Horário: 19h Local: DeCurators (412 Norte, Bloco C) Preço de lançamento (desconto da autora): R$ 40 Mais informações: @_renata_weber@editoraquelonio Informações do livro Título: O Ano Um Autora: Renata Weber Editora: Quelônio (SP) Gênero: romance Formato: 15 x 21 cm Páginas: 64 Preço: R$ 70 (capa)
- Denúncia de importunação sexual gera polêmica e discussões sobre conduta de participantes em realities shows
A desistência do participante Pedro que deixou o programa Big Brother Brasil 2026 depois de se envolver em uma situação de desconforto com a participante Jordana dentro da casa desencadeou uma grande polêmica. Pedro teria tentado beijar sem consentimento a colega do reality show e desistiu de continuar na disputa. A situação se transformou em um dos assuntos mais comentados nas redes sociais e portais de notícias da área de entretenimento. Jordana relatou aos colegas do programa que Pedro a teria levado até a despensa da casa e teria tentado agarrá-la à força pelo pescoço para tentar beijá-la. Ao confrontar Pedro, o mesmo teria respondido que teria agido por vontade própria. Outros dois participantes chegaram a pedir à Jordana que denunciasse o fato à produção do Big Brother Brasil 2026 , mas Pedro resolveu deixar o reality antes mesmo do registro da denúncia. O caso repercutiu entre os participantes e alguns colegas prestaram apoio à Jordana. A advogada criminalista Isadora Costa explica que, do ponto de vista jurídico, a denúncia feita por Jordana pode ser classificada como importunação sexual e abrange condutas de cunho sexual praticadas sem o consentimento da vítima. “A presença de violência física, como o ato de segurá-la pelo pescoço, contudo, pode alterar o enquadramento jurídico e caracterizar estupro, neste caso na forma tentada, razão pela qual é indispensável uma apuração cuidadosa dos fatos”, pontua. Isadora Costa diz que trata-se de caso grave de violência contra a mulher, que demanda apuração rigorosa pelas autoridades competentes. “É importante ressaltar qeu tanto o crime de estupro quanto o de importunação sexual são de ação penal pública incondicionada, não sendo exigida a representação da vítima. Assim, havendo imagens e ciência da ocorrência do fato, é plenamente possível a instauração imediata das investigações pelos órgãos responsáveis”, salienta. Segundo a advogada, a vítima relatou ter sido agarrada pelo pescoço pelo suposto autor, circunstância que, inclusive, pode ser verificada nas imagens que circulam nas redes sociais, reforçando a necessidade de apuração cuidadosa pela Polícia Civil para a correta tipificação penal. “Mesmo em um local amplamente conhecido pela existência de câmeras de vigilância, houve o cometimento de um fato dessa gravidade, o que evidencia que a violência contra a mulher pode ocorrer em qualquer ambiente, contra qualquer mulher, independentemente de sua conduta”, sublinha. Para a criminalista, a reflexão também deve servir para encorajar as vítimas a compreenderem que não são culpadas e que a denúncia é um instrumento essencial de responsabilização. “É fundamental que haja consciência de que excessos de conduta podem gerar responsabilização criminal, independentemente do contexto em que ocorram”, observa.A produção do Big Brother Brasil 2026 manifestou, em comunicado, que acompanha de forma rigorosa qualquer situação que envolva limites pessoais e respeito entre os participantes, reforçando que o bem-estar físico e emocional dos confinados é prioridade. A participante Jordana permanece no jogo.













