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  • Exposição "MAB: Você Está Aqui" reconstrói a história pouco conhecida da instituição

    O que acontece com um museu quando suas portas permanecem fechadas por décadas? A trajetória do Museu de Arte de Brasília guarda lacunas, silêncios e recomeços que agora vêm à tona na exposição “MAB: Você Está Aqui” . A mostra, resultado de uma década de pesquisa da arquiteta Maíra Oliveira Guimarães, será aberta ao público em 24 de março para revelar a saga de uma instituição marcada por impasses, interrupções, reinvenções e, sobretudo, por uma pergunta insistente: que museus Brasília poderia – e ainda pode – ter? Mais do que uma mostra de arte, “MAB: Você Está Aqui” é uma "biografia visual" de uma das instituições mais emblemáticas e resilientes da capital federal. A exposição traz obras do acervo, fotografias e documentos históricos do Arquivo Público do Distrito Federal, do Instituto Moreira Sales e do próprio Museu de Arte de Brasília para mostrar o desenvolvimento do Território, do Edifício e da Instituição.   Ao longo do percurso expositivo, o visitante é convidado a um exercício de imaginação crítica sobre o futuro dos museus, da cidade e da memória coletiva. Fotografias e documentos raros, projetos arquitetônicos esquecidos e obras do acervo público se entrelaçam para revelar como a história do MAB reflete, em grande medida, as contradições, impasses e potências da própria Brasília. Legado e patrimônio De acordo com Maíra Guimarães, a trajetória do edifício que hoje abriga o MAB é uma das mais antigas e conturbadas da capital. O prédio foi construído em meio aos preparativos para a inauguração da cidade e foi projetado para servir como restaurante do conjunto de cinco edificações do Anexo do Brasília Palace Hotel. Em pouco tempo subutilizado, passou a abrigar outros diversos usos, tendo funcionado como Clube das Forças Armadas, Associação Atlética Novacap e até como Casarão do Samba, quando, por fim, em 1985, foi convertido na primeira sede do acervo de arte do Governo do Distrito Federal. "A exposição não é apenas sobre o passado; é sobre os espaços públicos que Brasília ainda pode ter" , afirma Maíra Guimarães. "É um convite para o público entender que o patrimônio é um processo em constante disputa e construção, como as próprias cidades." Acessibilidade e futuro Alinhada ao compromisso democrático de garantir o acesso à Cultura, a exposição também deixa um legado para o público: maquetes táteis do edifício do MAB. As peças serão incorporadas ao acervo permanente, assegurando que a história da arquitetura brasiliense seja sentida para todos os públicos. Além das maquetes, todos os materiais informativos produzidos também serão doados à instituição para remontagem futura. A mostra “MAB: Você Está Aqui” é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, e apoio da Dona Conserta, do LAPIS - Laboratório de Prototipagem, Inovação e Sistemas da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU UnB), da Faculdade de Ciência da Informação e do Museu de Arte de Brasília. SERVIÇO: Exposição: MAB: Museus Possíveis QUANDO: 24 de março a 24 de maio de 2026ONDE: Museu de Arte de Brasília – MABQUANTO: Entrada gratuitaMais informações: @museus.possiveis

  • Cruzeiro Velho recebe Caravana Cultural do Comitê de Cultura do DF

    O Cruzeiro recebe, no dia 22 de março, a Caravana Cultural do Cruzeiro, iniciativa do Comitê de Cultura do Distrito Federal que integra o Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC), do Ministério da Cultura. A atividade acontece das 9h às 16h, na Aruc, no Cruzeiro Velho, reunindo artistas, coletivos culturais, produtores, gestores e moradores interessados em contribuir com o fortalecimento da cultura na região. O encontro marca a devolutiva da Escuta Atenta realizada pelo Comitê de Cultura do DF no Cruzeiro, em agosto de 2025, quando a comunidade cultural local foi ouvida em um processo de diálogo coletivo sobre os principais desafios enfrentados no território. Na ocasião, artistas e agentes culturais apontaram temas que consideram prioritários, e agora o Comitê retorna com uma carta compilada que será lido e aprovado pela população. A coordenadora-geral do Comitê de Cultura do Distrito Federal, Dayse Hansa, destaca que “a devolutiva é importante, pois  mostra que aquilo que foi dito pelos artistas, produtores e agentes culturais não se perde. Esse documento reúne as demandas, os desafios e as propostas apontadas pela própria comunidade e se torna um retrato da situação da cultura no Cruzeiro. A partir dele, a própria comunidade pode pensar em como encaminhar essas questões, dialogando com gestores públicos e apresentando esse material como base para a construção de políticas culturais mais alinhadas com a realidade do território”, afirma. As Caravanas dos Comitês de Cultura são ações itinerantes que percorrem diferentes territórios com atividades formativas, culturais e comunitárias. A proposta é aproximar as políticas públicas da realidade dos fazedores de cultura, promovendo encontros que estimulam o protagonismo das comunidades e ampliam o acesso às oportunidades culturais. Além dos momentos de escuta e diálogo, a programação da Caravana Cultural do Cruzeiro inclui apresentações musicais, leitura pública da carta construída pela comunidade cultural, além de atividades de convivência. Durante todo o encontro, o público também poderá visitar uma feira literária e uma feira de artesanato, que valorizam a produção cultural e criativa local e reforçam a diversidade de expressões artísticas presentes na cidade. Outro objetivo central das caravanas é fortalecer a implementação das políticas públicas, incentivando a participação de gestores públicos e da sociedade civil na construção de políticas culturais mais democráticas e descentralizadas. Ao levar formações e diálogos técnicos diretamente aos territórios, a iniciativa busca ampliar o acesso à informação, fortalecer redes culturais e reconhecer os talentos que já movimentam a vida cultural das comunidades. Programação: 09h às 10h30 - Leitura da carta para a comunidade cultural 10h30 às 11h - Café da Manhã Cultural 10h às 13h - Oficina “Como Participar de Editais Culturais” com Rafael F. Souza 11h às 11h30 - Coral Paz e Amor 11h40 às 12h30 - Sérgio Dame (voz e violão) 12h40 às 13h20 - Academia Cruzeirense de Letras (ACL) 13h40 às 14h30 - Ray e Leandro (Artistas PCD) 14h40 às 15h20 - Maurício Dan (voz e guitarra – Axé Music) 15h30 às 16h - ARUC – Samba Show Serviço: Caravana Cultural do Cruzeiro – Devolutiva da Escuta Atenta Data: 22 de março de 2026 Horário: 9h às 16h Local: Associação Recreativa Unidos do Cruzeiro - Aruc Entrada gratuita

  • Lobo Fest realiza 17ª edição especial e aposta na formação de público e circulação do curta-metragem

    O Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes realiza, nos dias 18, 19 e 20 de março, sua 17ª edição em formato especial na Escola Classe 01 do Riacho Fundo (EC 01), conhecida popularmente como “Escola Verde”. A iniciativa transforma o espaço escolar em ponto de encontro entre cinema, educação e comunidade, reafirmando o compromisso do festival com a formação de público e com a democratização do acesso à cultura no Distrito Federal. Esta é uma edição especial que marca simbolicamente a 17ª edição do Lobo Fest, que deveria ter sido realizada no ano passado, mas que, infelizmente, não foi possível diante das dificuldades que festivais e mostras ainda enfrentam para se concretizar no DF. Ao retomar suas atividades neste formato, o Lobo Fest reafirma sua importância tanto como espaço de difusão de obras audiovisuais do Brasil e do mundo quanto como território de formação para os públicos que as vivenciam. “Acreditamos que um festival não é apenas um lugar de exibição, mas um espaço de formação e de construção de pensamento. Mesmo diante das dificuldades estruturais que ainda atravessam a realização de mostras e festivais no Distrito Federal, insistimos na continuidade do Lobo Fest porque sabemos da potência que o cinema tem de transformar repertórios e ampliar horizontes”, afirma Josiane Osório, diretora do festival. A programação inclui sessões retrospectivas com alguns dos filmes infanto-juvenis que mais marcaram edições anteriores do Lobo Fest, exibidos especialmente para os alunos da escola. As obras foram escolhidas a partir da forte identificação que provocaram junto ao público ao longo dos anos, estimulando debates, sensibilidade e ampliação de repertório, a exemplo de A Rainha do Basquetebol,  de Ben Proudfoot, vencedor do  Oscar 2022  na categoria Melhor Documentário em Curta-Metragem . Os filmes foram devidamente selecionados por uma comissão de curadores e um juri profissional irá escolher e premiar as melhores produções nacionais. Além das atividades voltadas ao ambiente escolar, a edição especial contará com uma mostra competitiva de curtas-metragens brasileiros aberta à comunidade do Riacho Fundo e regiões próximas. A proposta é aproximar realizadores e público local, promovendo encontros e fortalecendo a presença do cinema nacional em territórios que nem sempre estão no centro das programações culturais do DF. Ao ocupar uma escola pública com cinema, o Lobo Fest também chama atenção para um aspecto estrutural do setor audiovisual: a circulação das obras, especialmente dos curtas-metragens. No Brasil, esse formato encontra nos festivais um de seus principais — e muitas vezes únicos — canais de difusão. Iniciativas como esta ampliam o alcance dessas produções, garantindo que filmes de alta qualidade artística e relevância temática cheguem a novos públicos para além do circuito tradicional. Mais do que descentralizar, a ação propõe uma espécie de “recentralização” da difusão cultural, deslocando o foco para espaços educativos e comunitários e reconhecendo neles polos legítimos de produção de sentido, troca e formação. “Apostar na escola como espaço de exibição é também afirmar nossa crença na educação do olhar. Quando apresentamos às crianças e aos jovens filmes de diferentes partes do mundo, estamos oferecendo a eles a possibilidade de experimentar outros modos de vida, outras narrativas e outras sensibilidades. É a partir desses encontros que surgem os ‘Mundos Possíveis’ que defendemos como princípio do festival”, completa.. Ao transformar a Escola Verde em sala de cinema, o Lobo Fest reafirma sua crença na cultura como campo de encontro, pertencimento e construção de novas possibilidades e fortalecendo a difusão do cinema brasileiro em territórios que nem sempre contam com equipamentos culturais adequados para tal. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.   17º Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes De 18 a 20 de março Escola Verde ( QN 3 Conj. 7 - Riacho Fundo 1) Acompanhe a programação e horários nas redes sociais do Lobo Fest @lobofesbsb Entrada Franca

  • Governança Pública: lançamento de norma nacional reúne autoridades no TCU

    O evento que apresenta oficialmente a ABNT NBR 17265:2026 será realizado no Auditório Pereira Lira, na sede do Tribunal de Contas da União (TCU), das 14h às 16h, reunindo representantes da alta administração pública, dirigentes institucionais, imprensa e especialistas que atuam na construção e implementação da agenda de governança no país. Promovido pela Rede Governança Brasil (RGB), em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP), com apoio do TCU, o lançamento marca a formalização pública da norma, que passa a consolidar um referencial técnico nacional para a governança no setor público.    Na solenidade de abertura, estão confirmadas a presença de importantes lideranças institucionais, entre elas: o presidente do TCU, Vital do Rêgo; o ministro Augusto Nardes (TCU); o presidente da ABNT, Mario William Esper; e a presidente da Rede Governança Brasil (RGB) e Cristiane Nardes Farinon.    Programação   Após a abertura, haverá o lançamento simbólico da norma, seguido de apresentação técnica conduzida por Paulo Alves,  diretor presidente da Companhia Brasileira de Governança (CBG) e  coordenador da Comissão de Estudos de Governança Pública da ABNT, responsável por detalhar os fundamentos e a estrutura da norma.    A programação inclui ainda o Ciclo de Diálogos sobre Governança Pública, com o tema  “Desafios e Oportunidades na Implementação da Norma ABNT NBR 17265:2026” . O painel reunirá Fernanda Pacobahyba, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Bruno Reis, prefeito de Salvador (BA), Renata Carvalho, especialista em governança pública do TCU, e Eloisa Aquino, especialista em gestão pública, com moderação de Bruno Ferola, especialista em governança e integrante da comissão técnica responsável pela elaboração da norma na ABNT.    Ao final do encontro, os participantes receberão exemplares da norma, marcando simbolicamente o início de um novo ciclo de consolidação da governança como instrumento de aprimoramento da gestão pública no Brasil. Interessados podem se inscrever pelo link  https://www.sympla.com.br/evento/lancamento-da-abnt-nbr-17265-2026-para-a-governanca-publica/3323292 . As vagas são limitadas.    A ABNT NBR 17265:2026   Mais do que diretrizes conceituais, a norma estabelece requisitos para a implementação de um Sistema de Gestão da Governança, estruturando práticas relacionadas à estratégia, integridade, gestão de riscos e mecanismos de controle. O modelo busca fortalecer a responsabilização da alta administração, ampliar a previsibilidade institucional e contribuir para a melhoria da entrega de políticas públicas.    Serviço: Lançamento da ABNT NBR 17265:2026 – Governança Pública  Data: 24 de março de 2026, das 14h às 16h Local: Auditório Pereira Lira – Sede do Tribunal de Contas da União (TCU), Brasília/DF

  • Exposição na CAIXA Cultural Brasília celebra centenário do artista Antônio Poteiro

    A CAIXA Cultural em Brasília recebe, de 18 de março a 21 de junho de 2026, a exposição “Antônio Poteiro – A Luz Inaudita do Cerrado” , mostra que integra as celebrações do centenário de nascimento do artista plástico português-brasileiro Antônio Poteiro (1925–2010). A abertura ocorre no dia 17 de março, às 19h, com visita guiada conduzida pelo curador Marcus de Lontra Costa e a presença de familiares do artista, entre eles o filho, o artista goiano Américo Poteiro. A realização da exposição em Brasília ganha significado especial dentro das comemorações do centenário do artista, ao levar para a capital do país um panorama abrangente de sua produção. Reconhecido como um dos nomes mais singulares da arte brasileira do século XX, Poteiro construiu uma trajetória profundamente ligada ao Centro-Oeste e, especialmente, ao estado de Goiás. Apresentar sua obra em Brasília, cidade que também simboliza o projeto cultural e político do país, reforça o reconhecimento nacional de seu legado artístico e amplia o acesso do público à sua produção. A mostra apresenta mais de 50 obras, entre séries de pinturas e esculturas, que percorrem diferentes momentos da produção do artista desde a década de 1970. As peças pertencem ao acervo do instituto que preserva sua obra, sediado em Goiânia e criado em 2011 com a missão de salvaguardar e difundir o legado do artista. Com uma linguagem visual marcada por cores vibrantes, composições densas e forte carga simbólica, Poteiro desenvolveu uma obra profundamente conectada ao imaginário popular brasileiro. Em seus trabalhos, temas como religiosidade, festas populares, cenas do cotidiano e narrativas míticas se entrelaçam, formando um universo visual singular que dialoga com a tradição da arte popular e com reflexões contemporâneas sobre identidade e cultura. Nascido na aldeia de Santa Cristina da Pousa, na região de Braga, em 10 de outubro de 1925, Antônio Poteiro chegou ao Brasil ainda criança, em 1926. Antes de se estabelecer em Goiânia, viveu em São Paulo e nas cidades mineiras de Araguari e Uberlândia, onde iniciou sua trajetória artística como ceramista. Foi em Goiás, entretanto, que consolidou sua carreira e construiu grande parte de sua produção artística, tornando-se uma referência incontornável das artes visuais brasileiras. O artista faleceu em Goiânia em 2010, aos 84 anos. Para o curador Marcus de Lontra Costa, a obra de Poteiro permanece atual justamente pela potência simbólica que carrega. “A obra de Poteiro permite vários níveis de leitura; ela encanta pela capacidade de manipular diversas referências na construção de objetos de grande potência estética e apelo filosófico”, afirma. Lontra destaca ainda que a produção do artista cria pontes entre diferentes saberes e percepções. “Sua obra retrata cenas do cotidiano, constrói narrativas sobre fatos históricos e aproxima arte e religião como objetos da fé. Trata-se de uma produção que nos ajuda a refletir sobre as incongruências do presente e imaginar futuros possíveis”, completa. Além da exposição, o projeto prevê a realização de uma palestra e uma oficina em celebração ao centenário do artista, conduzida pelo curador Marcus de Lontra Costa, em data a ser confirmada. Serviço Exposição: Antônio Poteiro – A Luz Inaudita do Cerrado Local: CAIXA Cultural BrasíliaSBS Quadra 4, Lotes 3/4 – Asa Sul – Brasília (DF) Abertura: 17 de março de 2026, às 19h Visitação: 18 de março a 21 de junho de 2026 Horário: terça a domingo, das 9h às 21h Entrada: gratuita Classificação indicativa: 12 anos Acessibilidade: espaço com acesso para pessoas com deficiência Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

  • Comédia “CATÁSTROFE”, com Zé Regino, propõe reflexão sobre o caos e a fragilidade humana

    Um palco vazio. Um músico desastrado. Uma produção que não saiu como o combinado. E um concerto que precisa acontecer, custe o que custar. Assim começa "CATÁSTROFE – O Concerto", novo espetáculo do Palhaço Zambelê Badalo do Tuiuiú, personagem criado há 35 anos pelo ator, diretor, dramaturgo e artista visual Zé Regino. A temporada de cinco sessões, entre 20 e 29 de março, acontece no Teatro Brasília Shopping pela Mostra Teatral de Brasília.   Em cena, o público acompanha a saga de um músico pouco talentoso e muito atrapalhado que, ao chegar para apresentar seu concerto de rabeca, se vê obrigado a montar ele mesmo o palco. Entre objetos que teimam em não ficar no lugar e decisões que sempre dão errado, Zambelê transforma o caos em combustível para o riso. "O espetáculo é um convite à celebração do caos e da alegria de viver", define o artista.   Mas o que parece apenas uma sucessão de trapalhadas revela camadas mais profundas. O personagem carismático, tímido e ingênuo vai perdendo o controle aos poucos, atingindo o limiar de suas emoções — até chegar à beira de cometer uma verdadeira catástrofe. E é justamente nesse fio da navalha que a plateia se torna cúmplice. No desfecho, voluntários sobem ao palco para improvisar e executar o grande final do espetáculo, transformando a cena em festa e partilha. "Quando voluntários improvisam e executam o grande final, a cena se transforma em festa e partilha", conta Zé Regino.   A escolha pela faixa etária a partir dos 12 anos não está ligada a conteúdos impróprios, mas à estrutura da dramaturgia. "A escolha pela faixa etária está ligada à estrutura da dramaturgia, em que o jogo cômico exige um repertório mínimo de referências para gerar o riso pleno e o envolvimento da plateia", explica o artista.   Com uma trajetória artística marcada pela experimentação e pelo diálogo entre diferentes linguagens, Zé Regino consolidou-se como uma das referências brasileiras na pesquisa da palhaçaria — especialmente para a primeira infância, área em que vem se dedicando nos últimos 18 anos. No entanto, "CATÁSTROFE" marca um retorno do artista ao público jovem e adulto, reafirmando sua versatilidade e seu domínio da linguagem cômica. Ao longo de sua carreira, dirigiu companhias, ministrou oficinas, participou de importantes festivais nacionais e internacionais, além de integrar debates e realizar palestras sobre a arte do palhaço como ferramenta de comunicação e desenvolvimento humano.   Em "CATÁSTROFE – O Concerto", Zambelê Badalo do Tuiuiú volta à cena para mostrar que, mesmo depois de 35 anos, a palhaçaria segue viva, pulsante e capaz de transformar o fracasso em poesia. "Mais do que um espetáculo, é uma experiência de encontro entre público e artista, onde o caos se torna poesia e o riso revela a beleza da fragilidade humana", finaliza Zé Regino.     A  Mostra Teatral de Brasília  é produzida pela  Estrella Cultura e Arte  e traz uma programação diversificada no  Teatro Brasília Shopping . O projeto reúne espetáculos adultos, infantis e juvenis, com curadoria cuidadosa e ações de democratização cultural, incluindo ingressos gratuitos e acessíveis. Uma iniciativa que valoriza a arte, a formação de plateia e o impacto econômico, graças ao apoio essencial da  Lei Rouanet .     Ficha técnica: Roteiro, atuação e direção: Zé Regino | Figurino: Luziária Maria | Trilha sonora: Pedro Gabriel | Iluminação e operação de luz e som: Caio Maciel | Fotos: Patrícia Lins (crédito obrigatório)   Serviço: [Comédia]: CATÁSTROFE – O Concerto Local:  Teatro Brasília Shopping  (SCN, Q. 5, Bl. A – Térreo) Dias: 20, 21, 22 (de sexta a domingo), e 28 e 29 (sexta e sábado), de março, às 20h Duração: 60 min Bilheteria: R$ 40 (inteira); e R$ 20 (meia), ingresso popular (20% da lotação); e R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia), o restante Classificação indicativa: 12 anos     A  Mostra Teatral de Brasília  é apresentada pelo  Ministério da Cultura  e  Grupo Bali ,   via  Lei Rouanet , com patrocínio da  Paulo Octávio Investimentos  e  apoio do Brasília Shopping

  • O carnaval que não acabou: Badu transforma restos de fantasias em arte contemporânea

    Em Carnavalesco Canibalesco , Badu reúne um conjunto expressivo de obras inéditas, especialmente criadas para o contexto expositivo, além de uma retomada de trabalhos anteriores que dialogam com o recorte proposto pelo artista. Em trânsito entre o bordado, a pintura, o desenho e objetos, Badu subverte e recria possibilidades carnavalizantes ao unir as práticas artísticas carnavalescas com técnicas tradicionais da arte contemporânea.   Pinturas, bordados e outras "costuras" conceituais dão o tom de uma produção que o próprio artista denomina como "badulescalização" — uma operação estética que mistura devoção, festa, corpo e fabulação.   A abertura será realizada no dia 19 de março, às 19h, e a visitação poderá ser feita até 25 de abril. A manutenção da galeria e a realização da exposição são viabilizadas por meio do edital de manutenção de espaço do FAC — Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e por meio do edital Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2025.   A exposição ocupa o que Badu descreve como "o limbo pós-folia". É desse cenário de restos e reminiscências que nasce a matéria-prima da mostra: fragmentos de fantasias e alegorias recolhidos diretamente dos sambódromos do Anhembi (SP), Marquês de Sapucaí (RJ) e Sambão do Povo (ES).   Esses materiais são ressignificados em um gesto que o artista define como  carnavalesco-canibalesco . "A exposição devora sua própria carne de carnaval para continuar sendo festa, folia, brilho... E assim, quem sabe, tentar inscrever novas possibilidades na constituição de uma história das artes festivas brasileiras", afirma.   A chegada a Brasília carrega um simbolismo especial para o artista. "É a primeira vez que realizo uma individual fora de Goiânia, e Brasília tem um gostinho interessante nisso tudo. Um dos maiores carnavalescos de todos os tempos, Joãosinho Trinta, residiu em Brasília no final da sua carreira, ali nos início dos anos 2000. Nesse sentido, estar em Brasília é estar ao centro do país pensando como criar horizontes da existência carnavalesca dentro da arte brasileira, principalmente considerando todo o contexto sociocultural do Centro-Oeste, que por vezes é conservador na tratativa desse tipo de celebração. Estar em Brasília é gritar para tentar ser escutado aos quatro cantos deste país. Berrando sobre como podemos ser festa, folia, brilho e arte da melhor qualidade." “A itinerância do trabalho de Badu integra um esforço de ampliação da circulação de produções artísticas do Centro-Oeste. A iniciativa dialoga diretamente com a missão d’A Pilastra e da FARGO de criar pontes, promover intercâmbios e valorizar artistas da região, contribuindo para que suas vozes e pesquisas alcancem novos contextos e públicos” complementa a curadora.   A curadoria da antropóloga Geovanna Belizze estabelece uma ponte entre a pesquisa acadêmica e a prática expositiva, oferecendo uma leitura sensível e aprofundada dos processos do artista. Sua trajetória, que inclui a curadoria da exposição  Estado Líquido (2026) e a participação em residências como a Galeria-Escola Turma 4 (A Pilastra), contribui para situar a produção de Badu no campo expandido das artes visuais, da antropologia e das festividades populares brasileiras.   Entre o sagrado e o profano, o íntimo e o coletivo, a exposição reafirma a potência do corpo como território de celebração, resistência e afeto — um cortejo contínuo de invenção do Brasil.     SOBRE O ARTISTA Badu (2000, João Pessoa — PB) vive e trabalha em Goiânia (GO). É mestre em Arte e Cultura Visual pelo programa de pós-graduação da Faculdade de Artes Visuais da Universidade Federal de Goiás (FAV/UFG), onde desenvolveu a pesquisa  "Onde está você, Carnaval? — Materialidades de um corpo-folião" . Sua obra transita entre fotografia, bordado, videoperformance, desenho e objetos. Participou das individuais  Divino Carnaval  (2023) e  O tempo frio que esquenta a gente  (2024), além de coletivas como  Abre Alas 20 , na A Gentil Carioca (2025). Foi premiado com o Prêmio Estímulo FARGO (2023) e integra regularmente a Feira de Artes de Goiás (FARGO). Atua também como curador e carnavalesco.     SOBRE A CURADORA Geovanna Belizze é mestre em Antropologia pela Universidade de Brasília (UnB) e fotógrafa profissional desde 2020. Em 2024, tornou-se produtora de comunicação para A Pilastra Galeria-Escola. Sua pesquisa acadêmica e artística explora interseções entre moda, fotografia e ação coletiva. Em 2025, atuou como curadora adjunta da exposição  Poéticas Carnavalescas  e, para 2026, assina a curadoria da exposição Estado Líquido de Guilherme Moreira, do artista Badu e integra a 9ª edição de Hospitalidade Coletiva como curadora-residente.   Serviço:Exposição:  Carnavalesco Canibalesco Artista:  Badu Curadoria:  Geovanna Belizze Abertura:  19/3 às 19h Visitação:  20/3 a 25/4, quarta a sábado das 14h às 19h Local:  A Pilastra — Guará II, QE 40, rua 09, lote 8 Entrada:  Gratuita Classificação indicativa:  Livre Realização:  A Pilastra Galeria-Escola, com recursos do edital de manutenção de espaço do FAC — Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e do edital Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas 2025. Esta exposição faz parte do projeto #FARGOAnoTodo.   Redes sociais:  @a.pilastra | @ fargo.arte | @baducarnaval | @geovannabelizze

  • Coquetel neste sábado marca abertura da exposição “61+5 - Panorama das Artes Visuais em Brasília”, no MAB

    Entre 14 de março e 4 de maio de 2026 , o Museu de Arte de Brasília (MAB) recebe a exposição “61+5 - Panorama das Artes Visuais em Brasília” . A abertura será neste sábado, com um coquetel para o público a partir das 14h.  A mostra reúne 17 artistas atuantes na capital federal , revelando a pluralidade de linguagens em um percurso por diferentes poéticas, materiais e processos criativos . Mais do que uma mostra coletiva, “61+5” nasce com a proposta de se tornar um projeto anual , dedicado a mapear e apresentar a produção das artes visuais na capital do país. A exposição traz artistas de diferentes gerações , desde jovens criadores em início de trajetória até nomes que já possuem presença consolidada no sistema da arte nacional e internacional . “Essa convivência entre diferentes momentos de carreira cria um panorama dinâmico da produção local e permite ao público observar diversidade de linguagens, pesquisas e processos criativos ”, aponta o curador Cleber Cardoso Xavier. Uma exposição construída como microexposições A curadoria organizou a mostra como um conjunto de pequenas exposições individuais dentro de um mesmo espaço expositivo . Cada artista apresenta um núcleo próprio de obras, acompanhado por um texto curatorial , o que permite ao visitante compreender de forma mais aprofundada os processos criativos e as pesquisas poéticas . Ao criar um percurso que combina autonomia artística e diálogo coletivo, a estrutura aproxima o público das singularidades de cada produção.  Entre pinturas, esculturas, objetos e experimentações com diferentes suportes, os trabalhos investigam memórias, experiências pessoais, paisagem urbana, transformações sociais contemporâneas.  Algumas obras partem da observação da cidade; outras se concentram na autorrepresentação, no corpo e nas relações humanas. Há trabalhos que transformam técnicas tradicionais e materiais domésticos em estruturas tridimensionais, aproximando diferentes linguagens artísticas.  A mostra também apresenta investigações cromáticas minuciosas e intervenções que utilizam o fogo como gesto criativo.  Um retrato da vitalidade artística da capital Ao reunir diferentes trajetórias e linguagens, a exposição evidencia a vitalidade da cena artística de Brasília , marcada pela convivência entre experimentação, tradição e reflexão crítica. “O visitante é convidado a percorrer múltiplos universos visuais, observando como cada artista constrói sua própria relação com materiais, formas e narrativas”, ressalta a curadoria. A classificação é livre ! Artistas da mostra: Alysson José; Ana Flora Bavaresco; Flávia Mota; Henrique Filippelli; Jade Martins; Jujis; Júlia Gruber; Kassandra Castro; Laila Mackenzie; Marcela Cavalcante; o Santo inimigo do mal; Rânya Doumet; Raquel de Souza; Ray di Castro; Renato Paiva; Ricardo Teles; Thérèse Hofmann. Serviço Exposição 61+5 – Panorama das Artes Visuais em Brasília Curadoria Cleber Cardoso Xavier Local Museu de Arte de Brasília (MAB) Abertura 14 de março de 2026 (sábado)14h às 18hCoquetel de abertura Período de visitação 14 de março a 4 de maio de 2026 Horário quarta a segunda, das 10h às 18h30 Classificação Livre Instagram @61.5_expo

  • Diagnóstico precoce amplia qualidade de vida de meninas com síndrome de Turner

    No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o debate sobre saúde feminina também chama atenção para doenças raras ainda pouco conhecidas por essa população. A síndrome de Turner é uma delas. Considerada a condição genética mais comum entre meninas e mulheres, está associada à ausência total ou parcial de um dos dois cromossomos X e pode comprometer o desenvolvimento físico, reprodutivo e metabólico ao longo da vida.  Segundo o  Ministério da Saúde , a síndrome ocorre em 1 a cada 1.500 a 2.500 nascidas vivas. Os primeiros indícios costumam surgir ainda na infância ou adolescência. A geneticista e consultora médica do Sabin Diagnóstico e Saúde, Rosenelle Benício, explica que os sinais clínicos mais frequentes incluem “baixa estatura, excesso de pele na região do pescoço e inchaço em extremidades do corpo”.  Outros achados podem incluir alterações cardíacas estruturais, anomalias renais, perda auditiva e ausência do desenvolvimento puberal, como a falta da primeira menstruação. “Esses achados costumam levar à solicitação de exames diagnósticos, passo fundamental para iniciar o tratamento e melhorar a qualidade de vida das pacientes”, afirma a médica.  Diagnóstico   A confirmação da síndrome de Turner é feita por meio do cariótipo, exame que analisa os cromossomos e identifica diferentes alterações no cromossomo X, inclusive o mosaicismo, quando há mais de uma linhagem celular. Além dele, podem ser utilizados testes de triagem genética, como o teste pré-natal não invasivo (NIPT) e o Teste Genético da Bochechinha, além de exames laboratoriais e de imagem para rastreamento de alterações hormonais e anomalias congênitas associadas à condição.  A geneticista explica que, em alguns casos, a suspeita pode surgir ainda durante a gravidez. “Achados como aumento da translucência nucal (aumento de líquido na nuca do bebê), que pode decorrer da presença de higroma cístico (malformação caracterizada por ‘bolsas’ de líquido, geralmente próximo ao pescoço) e alterações cardíacas podem ser observados na ultrassonografia obstétrica”, comenta.  Segundo a médica, o NIPT pode apontar alterações genéticas sugestivas da síndrome e indicar a necessidade de testes adicionais. No entanto, o cariótipo permanece essencial, devendo também ser realizado após o nascimento da criança. “O diagnóstico precoce permite que a família se prepare e inicie o acompanhamento o quanto antes, visando rastrear e identificar potenciais complicações”, explica a especialista.    Tratamento   Após a confirmação, o acompanhamento médico é fundamental, especialmente com um endocrinologista pediátrico e um geneticista. Esses profissionais avaliam a necessidade de exames adicionais para mapear riscos futuros e garantir a qualidade de vida da paciente.  Podem ser solicitados exames como ecocardiograma, ultrassonografia dos rins e vias urinárias, radiografias e avaliação laboratorial. Entre eles, estão o lipidograma, que mede os níveis de colesterol e triglicerídeos, e a dosagem hormonal, que auxilia na avaliação do sistema endócrino. Outro exame importante e que pode estar indicado em alguns casos é a pesquisa de material do cromossomo Y, cuja presença pode indicar necessidade de avaliações e procedimentos adicionais.  “Meninas com diagnóstico de síndrome de Turner podem receber tratamentos que incluem reposição de hormônio de crescimento, medida comprovadamente eficaz, bem como reposição de hormônios sexuais, que podem assegurar o desenvolvimento de caracteres sexuais secundários e evitar diversas complicações associadas à síndrome”, explica a médica, que complementa, “esses tratamentos hormonais devem ocorrer em momentos específicos da vida, sendo necessário o acompanhamento clínico para identificar o período ótimo para iniciá-los”.   Além disso, o acompanhamento médico regular visa identificar outras possíveis alterações, como as relacionadas ao sistema cardiovascular, permitindo intervenções em momento precoce. Em conjunto, essas medidas contribuem para um desenvolvimento mais adequado e uma melhor qualidade de vida, reduzindo comorbidades associadas à síndrome.  Grupo Sabin |  Com 40 anos de atuação, o Grupo Sabin é referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades, o Grupo Sabin nasceu em Brasília (DF), fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje conta com 7.400 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas.  O grupo também está presente em 14 estados e no Distrito Federal oferecendo serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental às 78 cidades em que está presente com 362 unidades distribuídas de norte a sul do país.     O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo.  Além disso, contempla também serviços de atenção primária contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, pela Amparo Saúde e plataforma integradora de serviços de saúde - Rita Saúde - solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.

  • Cia. Os Melhores do Mundo lança dossiê para falar sobre trajetória de sucesso nos 30 anos do grupo

    Há 30 anos, eles alegram a plateia de Brasília, do Brasil e do Mundo com espetáculos autorais e um jeito único de fazer comédia. A Cia. De Comédia Os Melhores do Mundo soprou a velinha desses anos de trabalho em 2025. Além da apresentação de diversas peças de sucesso, eles ainda lançaram uma exposição "Os Melhores do Mundo 30 Anos" no Teatro Nacional Cláudio Santoro (SCTS). Agora, o grupo abre um dossiê para contar toda trajetória desses anos de muito suor e risadas. Já no ar no site: www.osmelhoresdomundo.com . A celebração dos 30 anos é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal- FAC/DF. No dossiê, o público poderá ter contato com processos do grupo, com as técnicas utilizadas no fazer teatral, além de ter acesso às temáticas influênciadas pelas experiências individuais de cada membro da Cia. e pelos momentos políticos/sociais do Brasil. “Nestes 30 anos sempre nos banhamos na conjuntura vivida no nosso País. Não à toa nossos espetáculos são sempre atualizados ao longo dos anos de acordo com o que estavamos vivendo no Brasil. Usamos sátiras para retratar política, memes, dentre outras vivências sociais ao longo dos anos”, destaca a atriz Adriana Nunes. Sobre a Cia Os Melhores do Mundo - Com 30 anos de carreira, a Cia. de Comédia Os Melhores do Mundo é um dos mais referenciais grupos de teatro cômico do Brasil. Fundado em abril de 1995, esteve em cartaz ininterruptamente desde então, trabalhando apenas com textos próprios, consolidando um vasto repertório. A companhia, formada por Adriana Nunes, Adriano Siri, Jovane Nunes, Ricardo Pipo, Victor Leal, Welder Rodrigues e Marcello Linhos, percorreu o país diversas vezes (mais de 130 cidades) tendo se apresentado nos principais teatros e casas de espetáculos do Brasil, esteve quatro vezes em cartaz em Portugal e três nos EUA, participou e protagonizou programas de TV e lançou 3 DVDs de grande repercussão (um deles gravado em Nova Iorque e todos vastamente pirateados!). Cenas e espetáculos foram remontados por incontáveis grupos por todo país e no exterior, são dezenas de milhões de visualizações na internet e orgulhosamente contabiliza mais de 3,5 milhões de espectadores presenciais. Em 2022 a Cia. lançou seu primeiro longa-metragem, Hermanoteu na Terra de Godah – O Filme, inspirado em um dos seus maiores sucessos nos palcos, com coprodução da Warner Bros.

  • Momo Smash Burgers inaugura no Setor Comercial Sul com proposta de hambúrgueres artesanais a preço acessível

    O Setor Comercial Sul ganha um novo endereço dedicado ao universo dos hambúrgueres. A Momo Smash Burgers chega à região com uma proposta diferente, oferecer smash burgers de alta qualidade a preços competitivos. O empreendimento nasce da sociedade entre os criadores da Lobby e o chef André Batista e funciona ao lado do bar, ampliando as opções gastronômicas e de convivência no centro de Brasília. Inspirado na figura mitológica do Rei Momo — tradicionalmente associada à fartura e à abundância — o nome da casa traduz um conceito que valoriza o essencial. A ideia não é apostar em combinações excessivas ou ingredientes em excesso, mas concentrar a experiência no sabor e na execução. A partir dessa leitura surge o lema “O simples reina”, que guia a proposta da hamburgueria: quando os fundamentos são bem escolhidos e preparados com técnica, o resultado fala por si. Para garantir consistência e identidade, a casa optou por produzir internamente grande parte dos preparos. O pão é feito diariamente no próprio estabelecimento, com fermentação longa e sem aditivos químicos. Os molhos também são preparados na cozinha da casa e pensados para complementar o sabor da carne sem sobrepor seus elementos. O hambúrguer utiliza carne Angus em blend próprio, desenvolvido para atingir equilíbrio entre suculência e a crosta característica do smash. Outro pilar do projeto é a combinação entre ingredientes premium e preços acessíveis. A proposta da Momo Smash Burgers é romper com a ideia de que hambúrguer artesanal precisa necessariamente ser caro, mantendo qualidade de matéria-prima e rigor técnico sem repassar custos elevados ao consumidor. O cardápio segue uma lógica simples e transparente. Os tamanhos são definidos pela quantidade de carne e queijo — pequeno (85g), médio (170g) e grande (255g). Entre as opções está o Momo Clássico, com cebola roxa, picles, mostarda e ketchup, que custa R$ 27,90 (P), R$ 38,90 (M) e R$ 52,90 (G). Já o Momo Salada, com alface fresca, tomate e maionese real, sai por R$ 28,90 (P), R$ 40,90 (M) e R$ 54,90 (G). O Momo Bacon, com bacon crocante e maionese real, custa R$ 29,90 (P), R$ 43,90 (M) e R$ 59,90 (G), mesmo valor do Momo Fuego, que leva jalapeño, cebola roxa e molho da casa. Para quem prefere uma versão sem carne, o Momo Queijo, preparado com queijo coalho grelhado, geleia artesanal de tomate, cebola roxa e rúcula, custa R$ 38,90. Nos acompanhamentos, a casa aposta em uma batata frita finalizada com um rub exclusivo de temperos criado pelo chef André Batista, cuja composição é mantida em segredo e funciona como uma assinatura da marca. A Batata Frita do Rei custa R$ 14,90, enquanto os nuggets (6 unidades) saem por R$ 21,90 — ambos acompanhados de maionese real. O cardápio ainda inclui molhos preparados na casa, como maionese tradicional, defumada e trufada, além de mostarda agridoce e djonese. Para a sobremesa, a escolha foi um clássico afetivo: o bolo gelado de coco, inspirado nas receitas simples e caseiras que remetem à infância. A proposta segue a mesma lógica dos smash burgers da casa: poucos ingredientes, bem escolhidos e executados com cuidado, resultando em um doce macio e molhadinho que encerra a experiência de forma acolhedora. Serviço Funcionamento: quarta a domingo das 16h às 23 Endereço: Setor Comercial Sul (SCS), Quadra 05, Bloco B, Loja 17, Asa Sul Telefone: (61) 99256-3423

  • Quando o vinho encontra o rock: Gatão participa da turnê de Dino Fonseca

    Por Diana Bárbara Entre os inúmeros rótulos que compõem a rica tradição vinícola portuguesa, alguns chamam atenção antes mesmo da primeira taça ser servida. É o caso do Gatão , um vinho que, além do nome curioso, carrega uma história importante dentro da cultura do vinho em Portugal. O rótulo pertence à tradicional vinícola Sociedade dos Vinhos Borges , fundada em 1884 pelos irmãos António e Francisco Borges. Ao longo das décadas, a empresa se consolidou como uma das produtoras mais respeitadas do país, sendo responsável por diversos vinhos que ajudaram a projetar Portugal no cenário internacional. Dentro desse portfólio, o Gatão ganhou destaque especialmente na categoria Vinho Verde , estilo típico da região do noroeste português, conhecido pela leveza, frescor e perfil jovem. Com essas características, o vinho se tornou uma opção bastante popular para consumo cotidiano e para harmonizações com pratos leves. O icônico gato estampado no rótulo acabou se transformando em símbolo da marca e representa justamente o espírito descontraído do vinho. Com o passar dos anos, o Gatão ultrapassou o status de um único produto e se consolidou como uma linha completa de vinhos portugueses. Hoje, a marca apresenta diferentes estilos que atendem a variados perfis de consumo. Entre os principais rótulos estão: Gatão Vinho Verde Branco  – leve, fresco e com acidez vibrante, tradicionalmente associado a frutos do mar, saladas e pratos leves. Gatão Rosé  – refrescante e aromático, com notas de frutas vermelhas, ideal para momentos descontraídos e harmonizações com tapas e culinária asiática. Gatão Tinto  – mais estruturado, com perfil frutado e macio, indicado para acompanhar carnes, massas e pratos de sabor mais intenso. Gatão Espumante Reserva  – elaborado com castas portuguesas como Gouveio, Malvasia-Fina, Códega, Arinto e Moscatel, apresenta perlage fina, frescor marcante e aromas delicados que remetem a frutas e notas de brioche. No Brasil, os rótulos da marca são distribuídos pela importadora Verum Vinum , responsável por trazer ao país diversos vinhos internacionais. A presença do Gatão no mercado brasileiro acompanha o crescimento do interesse dos consumidores por vinhos portugueses, que vêm ganhando destaque pela excelente relação entre qualidade e preço. Além das taças e das mesas, o Gatão também tem marcado presença em experiências culturais. Os rótulos da marca fazem parte da turnê Um Barzinho de Rock , do cantor Dino Fonseca , que percorre o país com um show intimista dedicado a clássicos do rock. A proposta mistura música, clima de bar e momentos de convivência — cenário que dialoga diretamente com o espírito leve e descontraído do vinho. Mais do que um nome que desperta curiosidade, o Gatão representa uma tradição que atravessa gerações e reflete uma característica muito própria da cultura portuguesa: a capacidade de unir qualidade, autenticidade e leveza em uma mesma taça. 🍷

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