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  • Nube Café apresenta cardápio de Páscoa com opções sofisticadas

    A confeitaria, especializada em macarons, elaborou um cardápio especial de Páscoa com opções que vão desde ovos com surpresa até opções mais sofisticadas com louças personalizadas. Livres de gordura hidrogenada e conservantes, as receitas do menu são preparadas com chocolate Sicao Seleção que trazem notas aromáticas distintas e exclusivas, que exploram a personalidade de sabor que provém das amêndoas do cacau do Pará. O menu conta com oito opções para você se deliciar sozinho, compartilhar com a família ou presentear aquela pessoa especial. Entre as opções de ovos de páscoa: Piñata Espatulado Dragê, preparado com casca de chocolate 38% cacau recheada com 10 bolachinhas de macarons e 10 meio ovinhos dragê, ao leite e branco (650g - R$130); Piñata Rústico, preparado com casca de chocolate 63% cacau recheada com 6 macarons, 5 trufas e confetes de chocolate (650g - R$150); Ovo Red Velvet, preparado com chocolate branco e recheado com bolo Red Velvet com creme de cream cheese (1200g - R$180). Entre as opções de combinados e louças de porcelana: Copinho P, composto por um copo de porcelana com estampa exclusiva recheado com 12 meio ovinhos de chocolate sortidos .(7,5 cm x 6,5 cm - R$60); Copinho M, composto por copo de porcelana com estampa exclusiva recheado de bolo de cenoura e brigadeiro, finalizado com macarons (10cm x 7cm - R$70); Caixa sortida, feita em acetato com estampa exclusiva, acompanhada de 6 macarons tradicionais, 5 trufas e um macaron de coelho (R$60); Porcelanas exclusivas, pintadas à mão pela artista plástica @ro_porcelanas, sendo duas opções. A primeira é um ovo liso de porcelana recheado com 15 macarons (R$290) e o segundo, ovo relevo com coelho de porcelana recheado com 12 macarons (R$320). As encomendas podem ser feitas até o dia 01/04 e estão sujeitas à disponibilidade. A data de entrega vai até o dia 03/04, e conta com uma taxa de entrega de acordo com a localização. Já a data para retirada de produtos no Nube Café, vai até o dia 02/04. Os produtos devem ser conservados na geladeira. Serviço : Páscoa no Nube Café Produtos a partir de R$60 a R$320 Data para encomenda: Até o dia 01/04 Data de retirada e entrega: 02/04 e 03/04 Endereço: 910 Sul (Centro Clínico Via Brasil, loja 28) Horário de funcionamento: Segunda a sexta, das 9h30 às 19h Delivery: Consultar a disponibilidade Telefone: (61) 99885-8481 Instagram: @nubecafe

  • Novos drones devem auxiliar mapeamento no DF

    Muita tecnologia em pouco tamanho, assim são conhecidos os drones. Hoje, indispensáveis em diversos setores como a agricultura e a construção civil, as aeronaves não-tripuláveis, entregam até pizza e o mais importante: salvam vidas. Isso mesmo, os drones são utilizados com frequência pela segurança pública através do mapeamento de áreas de risco e do monitoramento da violência. De forma remota, o controle é feito por terra, enquanto o drone sobrevoa todas as direções alcançando até mais de 30 metros de altura com segurança e eficiência. Após quase quatro anos de regulamentação dos voos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), entre agosto de 2018 e 2019, o número de aparelhos registrados para uso profissional saltou de 18.389 para 27.665, um aumento de 51%. Número que cresce a cada dia e no Distrito Federal não é diferente. A Secretaria de Segurança Pública acaba de licitar a compra de sete drones para planejar ações policiais e ampliar atuação preventiva em caso de chuva, além de auxiliar na localização de focos do mosquito da dengue e em outros trabalhos, como testes de sirene e ações na Barragem do Paranoá. Na avaliação do especialista em segurança pública Leonardo Sant'Anna, a aplicação dos drones na área de segurança pode começar com o apoio a operações de busca e resgate de pessoas em áreas de difícil acesso como em florestas, podendo chegar a ambientes noturnos, em que a vigilância policial daria lugar a câmeras especiais acopladas nesses aparelhos. “Essas ferramentas podem detectar calor, revelando o paradeiro de possíveis vítimas e/ou agressores de maneira muito mais rápida. Ao mesmo tempo em que reduz o risco dos profissionais de segurança, drones cobrem áreas muito maiores, filmam e fotografam com definição digital e podem entregar esses dados em tempo real, acelerando e dando mais qualidade à tomada de decisões em ocasiões críticas, muito comuns em questões de segurança, explica." Assim que os novos drones estiverem disponíveis irão auxiliar na redução do tempo de resposta nos atendimentos e agilizar a tomada de decisões nos trabalhos operacionais das subsecretarias do Sistema de Defesa Civil e de Inteligência; além de atender também as diretorias de Inteligência Penitenciária (DIP) e de Operações Especiais (DPOE), da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape).

  • 9 mil vagas para cursos gratuitos em diferentes áreas

    O governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF (SECTI), lançou os primeiros editais de 2021 de cursos gratuitos. Os editais abrem vagas para 40 cursos de qualificação profissional em áreas diferentes e de aperfeiçoamento, além do de Técnico em Segurança do Trabalho. “Nossa missão é qualificar todos para o mercado de trabalho. Nós do GDF temos um compromisso com o futuro profissional do aluno. Já entregamos 521 certificados e já foram formadas 42 turmas. Temos uma estimativa de atender 6 mil vagas até o final do ano de 2021. E uma perspectiva de formar 20 mil alunos até 2022”, ressalta Gilvan Máximo, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF. Foram investidos 25 milhões de reais nesse programa para ajudar a população a se profissionalizar, gratuitamente, e entrar no mercado de trabalho. As capacitações são nas áreas de Alimentos, Automação Industrial, Automotiva, Construção Civil, Placas fotovoltaicas, que é a energia solar, Domótica, Eletroeletrônica, Energia GTD (geração, transmissão e distribuição de energia), Energias Renováveis, Gestão, Gráfica e Mídias Impressas e Digitais, Madeira e Mobiliário, Metalmecânica, Segurança do Trabalho, Telecomunicações, Tecnologia da Informação e Vestuário. “70% da população de países da Alemanha e dos Estados Unidos fazem cursos técnicos e profissionalizantes”, adverte o secretário Gilvan Maximo. Há opções de turmas nos turnos matutino, vespertino e noturno, nas modalidades semipresencial — com 80% da carga horária a distância e 20% de forma presencial — e presencial. Entenda as modalidades Os cursos de Qualificação Profissional e de Aperfeiçoamento Profissional são de curta duração, com cargas de 20 a 400 horas-aulas (de uma semana a quatro meses, em média). O primeiro tem o objetivo de inserir o aluno no mercado de trabalho ou de lhe permitir uma recolocação profissional. Já o segundo, trata da ampliação, complementação ou atualização de competências de determinado perfil profissional. Em ambos os casos os concluintes recebem certificados. Os técnicos são mais longos, com cerca de 1.200 horas-aulas (de um ano a um ano e meio). Formam profissionais com conhecimentos teóricos, técnicos e operacionais em diversas atividades da indústria e ao fim o aluno recebe um diploma. Serviço: Www.secti.df.gov.br/Inovatech

  • Compras com segurança: Shopping do Entorno reforça protocolos sanitários para receber os clientes

    Segundo a Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), os protocolos adotados pelos polos de venda de todo o Brasil foram elaborados por profissionais de saúde a partir de experiências internacionais. Assim como o Brasil Center Shopping, localizado em Valparaíso, que intensificou as medidas sanitárias, seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e o atual decreto municipal em vigor Nº 236. De acordo com Melque Dourado, um dos sócios do centro comercial, a fiscalização foi intensificada em todas as dependências do shopping. “Reforçamos nossas medidas para a segurança dos nossos colaboradores e clientes. Adotamos protocolos intensos de limpezas em todas as áreas do shopping e nas lojas, o uso de máscara é obrigatório, há aferição de temperatura e também pontos de álcool em gel espalhados por todo o Brasil Center para higienização das mãos. Além disso, estamos com a capacidade reduzida em 50%”, afirma o empresário. Ainda seguindo o decreto em vigor, o estabelecimento comercial funcionará de segunda a sexta das 10h às 18h e a academia smart fit abrirá das 6h às 18h. Melque também ressalta que é fundamental a colaboração dos clientes para se protegerem contra a disseminação do vírus. Confira algumas dicas para fazer as compras em segurança: Higienize as mãos antes de entrar nas lojas e ao tocar em qualquer superfície ou objeto; Ao manusear produtos não toque na máscara, no rosto ou no cabelo; Mantenha distância segura das pessoas; Ao chegar em casa troque a roupa e lave as mãos e rosto; Passe álcool ou lave suas compras antes de guardá-las. Sobre o shopping O Brasil Center Shopping conta com mais de 500 lojas, incluindo grandes redes varejistas, academia Smart Fit, praça de alimentação com opções para todos os gostos, amplo estacionamento e com pista de fácil acesso ao shopping. Brasil Center Shopping Endereço: BR 040 Av. Marginal - Parque Esplanada III - Valparaíso de Goiás Horário de funcionamento (lojas e praça de alimentação): segunda a sexta: das 10h às 18h Sábado e domingo: fechado Academia Smart Fit: das 6h às 18h Siga no Instagram: @brasil_centershopping Site: https://brasilcentershopping.com.br/shopping.php

  • 14º Festival Visões Periféricas gratuito e on-line para todo o Brasil

    O Festival Visões Periféricas é uma plataforma de difusão de filmes de curta, média e longa-metragem e desenvolvimento de projetos audiovisuais produzidos nas múltiplas periferias brasileiras. A 14ª edição do festival irá acontecer entre os dias 24 e 31 de março de 2021 de forma gratuita e pela primeira vez de forma on-line para todo o Brasil. O festival esse ano exibirá, ao todo, 50 filmes de longas-metragens, médias e de curtas-metragens exibidos em 6 sessões. A idealização do festival é de Marcio Blanco e a curadoria é de Marcio Blanco, Kamilla Medeiros e Janaína Damaceno. A iniciativa tem patrocínio da Lei Aldir Blanc, Governo Federal e Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa. Na sessão de abertura do festival, no dia 24, às 19h30, será exibido o longa-metragem inédito Anastácias, de Thatiane Almeida (SP, 78 min, 2020), com tradução em libras. A programação deste ano exibirá 4 Mostras Competitivas: Panorâmica, com 5 filmes de filmes de longa-metragem e de média-metragem com duração de, pelo menos, 40 minutos; Fronteiras Imaginárias com programação de 20 filmes de curta-metragem produzidos por realizadores independentes e coletivos de audiovisual; Cinema da Gema com 10 filmes de curta-metragem produzidos no Rio de Janeiro e Visorama com 8 curtas de até 15 minutos produzidos em cursos de formação audiovisual no Ensino Básico e em projetos do terceiro setor. Todas as sessões da mostra competitiva serão exibidas no site do festival: www.visoesperifericas.org.br. Os filmes avaliados pelo júri técnico serão premiados com prestação de serviços na área de produção e pós-produção e bolsas de estudos em cursos de audiovisual. Além disso, os filmes das mostras Fronteiras Imaginárias, Cinema da Gema e Panorâmica serão avaliados por um representante de licenciamento do Canal Brasil. O filme com mais votação on-line por parte do público em cada mostra competitiva vai receber um troféu do Festival. O festival apresenta, também, uma Mostra não-competitiva que exibirá os filmes: A Profundidade da Areia, de Hugo Reis (ES, 17 min, 2019); Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Lucas H Rossi dos Santos e Henrique Amud (RJ,15 min, 2020); Bonde, de Asaph Luccas (SP, 18min, 2020); Morte Branca do Feiticeiro Negro, de Rodrigo Ribeiro (SC, 10 min, 2020); e Perifericu, de Nay Mendi, Rosa Caldeira e Stheffany Fern (SP, 20 min, 2019). São filmes premiados e que foram selecionados por representarem uma forte tendência no cinema periférico de experimentação estética e discussão de temas como raça, gênero e diversidade. Todos os filmes presentes na Mostra não-competitiva contarão com legenda descritiva e audiodescrição. Os realizadores da mostra também participam de um bate-papo no dia 27 de março, às 17h, e que será exibido no site. Além das mostras, o festival este ano apresenta três mesas de debate que vão tratar de temas como os caminhos do audiovisual periférico pós-pandemia e a inserção de jovens da periferia no mercado audiovisual. O debates acontecem nos dias 25, 29 e 30 de março, sempre às 19h30, com tradução em libras e que serão exibidos no Canal do Youtube e na Página do Facebook do festival. No dia 25/3, quinta-feira, às 19h30, o ator e ex-BBB, Babu Santana, participa de uma conversa sobre o festival e a transmissão será exibida no Instagram do Visões Periféricas. O 14º Festival Visões Periféricas oferecerá também duas oficinas de produção audiovisual destinados ao público jovem e que serão ministradas de forma on-line através da plataforma Zoom. O objetivo geral do festival é exibir um painel diversificado de expressões culturais brasileiras através da produção audiovisual. A curadoria privilegia filmes que expressem esteticamente uma visão crítica e inovadora sobre as periferias. São filmes que trazem uma relação íntima entre temas, personagens e vivência dos realizadores nos territórios onde os filmes são produzidos. No encerramento do festival, no dia 31 de março, às 19h, será exibido o longa-metragem inéditoTrem do Soul, de Clementino Junior (RJ, 82 min, 2021). “Em 14 anos de realização, o Festival Visões Periféricas se consolidou como projeto único e inovador de difusão audiovisual no país, formação de rede e inserção do jovem realizador de periferia no circuito nacional de festivais. O Visões tem o mérito de ser o único festival no Brasil a assumir a missão de revelar uma geração de jovens realizadores com origem nas periferias brasileiras. O conceito de periferia no festival é abrangente, incluindo filmes de realizadores de comunidades quilombolas, aldeias indígenas, favelas, negros e mulheres. Além disso, estamos sempre discutindo a periferia a partir dos filmes, selecionando aqueles que trazem um olhar inovador e esteticamente potente. Nos últimos anos vários realizadores iniciaram voos mais ambiciosos em formatos de maior duração”, afirma o idealizador do festival e um dos curadores, Marcio Blanco. MOSTRA COMPETITIVA: MOSTRA FRONTEIRAS IMAGINÁRIAS “As Canções de amor de uma bicha velha” Direção: André Sandino. RJ. 22min. 2020. DOC. Livre. “Brooklin” Direção: Coletivo Cineleblon. MG. 22 min. 2019. FIC. 14 anos. “Exú Matou um Pássaro” Direção: Vinicius Sassine. DF. 24 min. 2020. DOC. 10 anos. “Cidade São Mateus” Direção: Gabriel César. SP. 26 min. 2020. DOC. 12 anos. “Em Reforma” Direção: Diana Coelho. RN. 20 min. 2019. FIC. Livre. “Goma” Direção: Igor Vasco. SP. 20 min. 2019. FIC. 12 anos. “Imagens De Um Sonho” Direção: Leandro Olímpio. SP. 20 min. 2019. DOC. Livre. “Nova Iorque, mais uma cidade” Direção: André Lopes e Joana Brandão. SP. 18 min. 2019. DOC. Livre. “Num Piscar de Olhos “ Direção: Elder Gomes Barbosa. RJ. 23 min. 2020. DOC. Livre. “PRINCESA DO MEU LUGAR” Direção: Pablo Monteiro. MA. 15 min. 2020. DOC. Livre. “Quando te Avisto” Direção: Neli Mombelli e Denise Copetti. RS. 24 min. 2020. DOC. Livre. “Reduto” Direção: Michel Santos. BA. 13 min. 2020. DOC. Livre. “Tempo de Pipa” Direção: Breno Silva e Marvin Pereira. BA. 4 min. 2020. DOC. Livre. “Pedra Preciosa” Direção: Bruno Lobo. CE. 10 min. 2020. DOC. Livre. “Traçados” Direção: Rudyeri Ribeiro. PA. 23 min. 2020. FIC. 12 anos. “Construção” Direção: Leonardo da Rosa. RS. 16 min. 2020. DOC. Livre. “Relatos tecnopobres” Direção: João Batista Silva. GO. 13 min. 2019. FIC. 12 anos. “O Fantasma de Glauber Rocha” Direção: L. H. Girarde. BA. 15 min. 2020. FIC. 14 anos. “Álbum de Casamento” Direção: Otávio Conceição. BA. 7 min. 2020. DOC. Livre. “Manifesto Preto” Direção: Lygia Pereira. SP. 5 min. 2019. EXP. Livre. MOSTRA DA GEMA “Ave-paraíso” Direção: Vitor Kruter. RJ. 11 min. 2020. EXP. Livre. “De um lado do Atlântico” Direção: Milena Manfredini.RJ. 7 min. 2020. EXP. Livre. “Egum” Direção: Yuri Costa. RJ. 23 min. 2020. FIC. 14 anos. “Endless Love” Direção: Duda Gambogi. RJ. 20 min. 2020. DOC. Livre. “Joãosinho da Goméa – O Rei do Candomblé” Direção: Rodrigo Dutra e Janaína Oliveira Re.Fem. RJ. 14 min. 2019. DOC. Livre. “Jorge” Direção: Jéferson Vasconcelos . RJ. 19 min. 2020. FIC. 14 anos. “Neguinho” Direção: Marçal Vianna. RJ. 20 min. 2020. FIC. Livre. “Prata” Direção: Lucas Melo. RJ. 21 min. 2019. EXP. 12 anos. “Segue o Baile” Direção: Iury Santos. RJ. 21 min. 2019. FIC. 10 anos. “Ser Feliz No Vão” Direção: Lucas H. Rossi dos Santos. RJ. 12 min. 2020. DOC. 12 anos. MOSTRA VISORAMA “A Incrível Aventura das Sonhadoras Crianças contra Lixeira Furada e Capitão Sujeira” Direção: Beatriz Ohana. RJ. 15 min. 2019. FIC. Livre. “Cidade de Quem Corre” Direção: Fernando Martins e William Damasceno. SP. 11 min. 2020. DOC. Livre. “Mulheres de Fé” Direção: Bruna Santos e Dalila Ramos. SP. 17 min. 2019. DOC. Livre. “Inspirações” Direção: Ariany de Souza, Annie Gabrielle, Fabiola Souza e Drielle Souza. RJ. 19 min. 2019. DOC. Livre. “Camurupim” Direção: Allan Matheus. CE. 13 min. 2019. EXP. Livre. “O Repto” Direção: Ana Carolina e Lays Kislley. SE. 8 min. 2020. FIC. Livre. “O que me cabe” Direção: Felipa Anastácia e Ricardo Freitas. SP. 9 min. 2020. FIC. 12 anos. “Lampejo” Direção: David Llinin e Pedro Henrique Cordeiro. SP. 9 min. 2020. FIC. 12 anos. MOSTRA PANORÂMICA “Acerca da Pele” Direção: Roberta Fernandes e Rodrigo Cerqueira. ES. 52 min. 2020. DOC. 12 anos. “Raízes” Direção: Wellington Amorim e Simone Nascimento. SP. 72 min. 2020. DOC. Livre. “Diga meu nome” Direção: Juliana Chagas Gouveia. RJ. 78 min. 2020. DOC. Livre. “Cavalo” Direção: Rafhael Barbosa e Werner Salles. AL. 85 min. 2020. DOC. Livre. “Anastácias” Direção: Thatiane Almeida. SP. 78 min. 2020. DOC. 14 anos. A informação completa dos filmes selecionados, debates e oficinas encontra-se no site do festival: www.visoesperifericas.org.br Sobre o festival: O Visões Periféricas em seus 14 anos de existência se firmou como um festival único e sem paralelo no Rio de Janeiro e no país por conta de sua curadoria que privilegia filmes de qualidade feitos por realizadores com forte vínculo com as periferias brasileiras. Quando o festival surgiu em 2007 ele reuniu pela primeira vez no país projetos de audiovisual nas periferias que se encontravam dispersos, principalmente na região sudeste que ainda abriga a maior parte da produção feita nesses territórios. Ao longo de seu tempo de existência, o festival também investiu em diversas edições na formação técnica audiovisual de seus participantes com oficinas, workshops e ações, como o Visões Lab, um laboratório de desenvolvimento de projetos que faz uma ponte entre realizadores da periferia e os principais players do mercado audiovisual. Essas ações deram um grande ânimo ao fenômeno de produção nas periferias e o Visões passou a alavancar essa produção e a ser um lugar reconhecido de formação de rede e debate. Muitos dos realizadores que passaram pelo festival trilharam um caminho no audiovisual, sendo absorvidos pelas organizações de origem ou se articulando em coletivos, o que gerou uma incipiente economia informal do audiovisual nas periferias. Hoje o Visões Periféricas é o único festival do país que funciona como um filtro e chancela dessa produção. Além do realizador, quem mais sai ganhando é o audiovisual brasileiro que passa a contar com uma diversidade estética e a abrigar jovens de origem popular. Atualmente, o Rio de Janeiro é o estado que mais inscreve filmes no festival, possuindo uma mostra específica de filmes da região. Após mais de uma década de atividade já é possível reconhecer uma geração de realizadores em todo o país formada no Visões Periféricas. No RJ alguns resolveram trilhar o caminho da produção independente, como é o caso dos coletivos Cafuné na Laje, Cinema de Guerrilha, Mulheres de Pedra, Maré Vive, lançando mão de um formato colaborativo de produção e conquistando visibilidade no Youtube. Esses realizadores também passaram a frequentar outros festivais graças à visibilidade que seus filmes alcançaram no Visões Periféricas. São exemplos do potencial que existe nas periferias para geração de economia, mas também de inserção de jovens realizadores no mercado do audiovisual. Serviço: 14º Festival Visões Periféricas De 24 a 31 de março Exibição dos filmes no site: www.visoesperifericas.org.br Debates no Canal do Youtube e na Página do Facebook: Youtube: https://www.youtube.com/user/vperifericas Facebook: https://www.facebook.com/visoesperifericas Evento gratuito. Classificação: livre Instagram: https://www.instagram.com/festivalvisoesperifericas/?hl=pt-br Twitter: https://twitter.com/vperifericas

  • Morador(a) de Brasília divide prêmio da Mega-Sena com sortudo(a) de Salvador

    Sábado (20) foi sorteado R$ 45 milhões no sorteio 2,354 da Mega-Sena e o prêmio foi dividido entre dois sortudos(as): um(a) de Salvador e outro(a) de Brasília. As duas apostas foram feitas pela internet. Cada ganhador pagou apenas R$ 4,50 pelo bilhete e ganharam cada um(a) R$ 22.779.788,25. As dezenas sorteadas foram: 06 - 18 - 25 - 30 - 42 - 54. Além disso, outros quatro apostadores do DF levaram para casa R$ 21,9 mil, da quina, também com apostas simples. Outro ganhador faturou R$ 43,9 mil. O próximo concurso (2.355) será na quarta-feira (24). O prêmio estimado é de R$ 22 milhões.

  • Pintor Carlos Bracher fará retrato via internet do estilista Ronaldo Fraga

    Dando continuidade ao projeto Ateliê Casa Bracher, no dia 27 de fevereiro, o pintor mineiro Carlos Bracher fará uma pintura retratando o estilista conterrâneo Ronaldo Fraga. Ao longo de seus 60 anos de carreira, Bracher já fez mais de 350 retratos, mas sempre na presença do retratado e, em grande parte das vezes, de público. Desta vez, o artista fará a pintura via internet, diretamente de seu ateliê em Outro Preto, e Ronaldo Fraga estará em sua casa em Belo Horizonte. Todo o processo poderá ser acompanhado, a partir das 19h, com transmissão ao vivo e simultânea no YouTube, Facebook e Instagram do Ateliê Casa Bracher. O Ateliê Casa Bracher tem patrocínio do SESI. “É desafio muito grande pintar retrato, complicadíssimo esse encontro entre dois seres em busca de uma unicidade, de uma passagem de emoções e sentimentos. Mas é muito gratificante também. Curiosamente será o primeiro retrato virtual que eu vou fazer. Todos os retratos que fiz foram com a pessoa presente, sempre fico o mais próximo que puder do modelo. Mas será algo maravilhoso mesmo à distância. Será uma honra retratar o Ronaldo Fraga”, conta Bracher. O primeiro retrato ao vivo da carreira de Bracher foi da pintora russa Katarina Zelentzeff, em 1958. De lá pra cá, o pintor retratou diversos músicos, escritores, poetas, cineastas e personalidades brasileiras e estrangeiras: Vinicius de Moraes, Jorge Amado e Affonso Romano de Sant’Anna (na década de 70), Ferreira Gullar, Oscar Niemeyer, Haroldo de Campos e Darcy Ribeiro (anos 80), Tizuka Yamazaki, Ney Matogrosso, Milton Nascimento e Belchior (década 90), Chico Buarque, Maria Bethânia, Bibi Ferreira, Leonardo Boff, Samuel Rosa, José Celso Martinez Corrêa, Lô Borges, João Cândido Portinari, Tony Bennett (a partir dos anos 2000), entre muitos outros. Bracher e Ronaldo não se conhecem pessoalmente, mas, segundo o estilista, a obra do pintor é tão grandiosa, já fala tanto dele, que é como se o conhecesse. “Quem tem uma obra como a do Bracher, acaba sendo, talvez, até mais forte que o criador, e isso deve ser levado como um elogio porque não é pra qualquer um. Vai ser uma honra ser retratado por ele porque obviamente é mais que um retrato. É como o artista te vê. Vou estar frente a frente com criador e criatura. Vai ser fascinante e estou muito ansioso por fazer parte do panteão dos pintados por Bracher”, revela Fraga. A realização da pintura dura cerca de uma hora. Primeiro, é feito um estudo em carvão sobre tela, depois, Bracher cobre os traços com suas pinceladas fortes, sempre ao som de música alta. Beethoven, Brahms e Bach estão entre seus compositores favoritos e suas músicas são frequentemente tocadas durante a pintura ao vivo. “Vi algumas imagens de Bracher pintando outros artistas lá em Ouro Preto com uma plateia. É fascinante! Mas, com a tecnologia, a gente amplifica o público. Pode chegar na casa das pessoas do outro lado do mundo”, contemporiza o estilista diante dos novos formatos artísticos criados perante a pandemia. O projeto Ateliê Casa Bracher (www.ateliecasabracher.com) foi lançado em 19 dezembro de 2020, data do aniversário de 80 anos de Carlos Bracher. Pela primeira vez, mais de 150 obras da coleção pessoal do casal de artistas Carlos e Fani Bracher estão disponíveis online em site, tour virtual e redes sociais. O acervo fica localizado anexo ao casarão onde ambos residem há cinco décadas, em Ouro Preto. Uma série de eventos com a participação dos artistas e de convidados acontecerá no site e nas redes sociais do Ateliê durante este ano. O TOUR VIRTUAL Através de tour virtual no Ateliê Casa Bracher, o público tem uma visualização em 360° dos ambientes do sobrado colonial, construído há mais de 200 anos, localizado no centro histórico de Ouro Preto (Cidade Patrimônio Cultural da Humanidade) e pode apreciar, em detalhes, mais de 150 obras do casal, que traçam a trajetória de cada um desde o início da carreira. Ao clicar nas obras, é possível acessar conteúdos variados – fotos, vídeos e textos informativos. No térreo da casa, estão obras de Carlos Bracher, artista brasileiro que mais fez mostras individuais fora do país. Foram selecionadas 38 telas representativas de todas as suas fases: paisagens; retratos (os de Pino Solanas, Affonso Romano de Sant'anna e Leonardo Boff são alguns deles); autorretratos (que vão desde o início da carreira até os mais recentes, feitos durante o confinamento); além de pinturas com motivos marinhos e flores. O acervo conta ainda com obras representativas de suas renomadas séries temáticas: “Homenagem a Van Gogh” (1990), feita no centenário da morte do pintor holandês com exposições nas Américas, Europa e Ásia; “Do Ouro ao Aço” (1992), sobre a siderurgia em Minas Gerais; “Brasília” (2006/2007), homenagem a Juscelino Kubistchek e Niemeyer; “Petrobras” (2012), uma ótica artística sobre o universo industrial do petróleo; e “Tributo a Aleijadinho” (2014), releitura contemporânea sobre a obra do grande mestre do Barroco em homenagem aos 200 anos de sua morte. No segundo andar e no subsolo, localizam-se as obras de Fani Bracher das quais 85 delas serão exibidas no tour virtual. São óleos, objetos, mobiliário, panos, bordados, colchas, desenhos, figurinos de teatro, além de suas fases temáticas: “Paisagens”, “Mineração”, “Flores”, “Ossos”, “Pedras” e “Setas”. Também estão os pigmentos in natura usados na série “De Pigmentos e Pedras”, criada durante a pandemia. Na reserva técnica, estão localizadas mais de 450 obras de Carlos Bracher. O acervo é coordenado pela jornalista e documentarista Blima Bracher, filha do casal, que há uma década se dedica à organização, catalogação e preservação da obra dos artistas. Nesse sentido, o projeto Ateliê Casa Bracher representa não só um canal para a difusão artística como também ferramenta para a continuidade da documentação digital deste valioso arquivo que, pela primeira vez, está sendo disponibilizado na internet. Ao longo de 2021, o site terá uma programação com atividades artísticas e bate-papos ao vivo, sempre uma vez por mês. Entre os eventos com Carlos Bracher, estão previstos, além da pintura do retrato ao vivo, palestras sobre arte e pintura, exibição dos filmes “Âncoras aos Céus” e “Ouro Preto Olhar Poético” (ambos de Blima Bracher), seguidos de conversa com o pintor. Fani Bracher falará sobre seu processo criativo e como foram feitas as pinturas dos grandes painéis em afresco, com 2km de extensão, em Piau, na Zona da Mata mineira. SOBRE CARLOS E FANI BRACHER Mineiro de Juiz de Fora e descendente de suíços, Carlos Bracher nasce em 1940, fruto de uma família de artistas. Autodidata, fez sua primeira exposição na cidade natal em 1960, com seus irmãos Nívea e Décio, também pintores. Em 1964, em temporada de viagens para estudos artísticos com Nívea, Carlos descobre Ouro Preto, cidade que elege para viver e retratar. Com apenas 27 anos, ganha o disputado “Prêmio de Viagem ao Exterior” – concedido pelo Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro e considerado láurea máxima a um pintor brasileiro. Casa-se com Fani Bracher e partem juntos para dois anos de residência na Europa. Em viagens de estudos artísticos vão a Lisboa, São Petersburgo e Moscou. Em 1980, Bracher foi um dos escolhidos para o importante “Prêmio Hilton de Pintura” como um dos artistas que mais se destacaram na década de 70 (ao lado de João Câmara, Siron Franco, Tomie Ohtake e outros). Intitulada “Pintura Sempre” e com curadoria de Olívio Tavares de Araújo, sua primeira retrospectiva ocorreu em 1989, ocupando em temporadas, significativos espaços de cultura em sete capitais do país. Realizou grandes séries de pinturas: “Do Ouro ao Aço”, “Brasília”, “Petrobras” e “Tributo a Aleijadinho”. Entre 2014, a mostra “Bracher – Pintura & Permanência” percorreu as quatro unidades do CCBB (Rio, São Paulo, Brasília e BH). No CCBB de Belo Horizonte, a mostra bateu recorde de público de um artista nacional, recebendo ao todo quase 600 mil visitantes. A exposição foi contemplada com Destaque Especial no Prêmio Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA) – 2015. Sobre seu trabalho já foram publicados sete livros e realizados dezenas de filmes e documentários. Bracher é um dos artistas brasileiros mais citados em publicações de pintura no país. Fani Bracher nasceu na Fazenda Experimental em Coronel Pacheco, Minas Gerais. Graduada em jornalismo pela UFJF. Em 1968 casa-se com o artista Carlos Bracher e juntos viajam para a Europa, onde residem por dois anos. Em Portugal, fez cursos de história da arte com os críticos José Augusto França e Mário Gonçalves. Frequentou o atelier do pintor Almada Negreiros. Na cidade do Porto, conheceu a obra de Amadeu de Souza Cardoso. Depois de Portugal, partiu em viagem de estudos pelos Museus da Dinamarca, Suécia, Finlândia, Rússia, Alemanha, Holanda, Bélgica e Inglaterra. Fixou residência em Paris de agosto de 1969 a dezembro de 1970. Ainda na capital francesa, participou ativamente do "Centro de Artes para estudantes e artistas americanos". De volta ao Brasil, estabeleceu-se em Ouro Preto, onde começa a pintar em 1973. A partir desta data, participou de várias exposições em museus, centros culturais e galerias de arte no Brasil e no Japão. Realizou 30 exposições individuais em cidades brasileiras e também no Uruguai, Argentina, Peru, Colômbia, Guiana Francesa, Jamaica e França. Sobre sua obra escreveram vários críticos, como Celma Alvim, Rubem Braga, Wilson Coutinho, Roberto Pontual, George Racs, Ferreira Gullar, Flávio de Aquino, Walmir Ayala, Walter Sebastião, Marcelo Castilho Avellar, Frederico Moraes e Ângelo Oswaldo de Araújo Santos. Ganhou 14 prêmios de pintura e tem seus trabalhos incluídos em 34 livros de arte. O livro “Fani Bracher”, de Frederico e Ronald Polito (editora Salamandra Consultoria e Editora SA) obteve o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o V Prêmio Fernando Pini de Excelência Gráfica, como “Melhor Livro de Arte”. Tem ainda publicado o livro “Fani Bracher”, (C/Arte Editora), de autoria de José Alberto Pinho Neves. Ateliê Casa Bracher Site: www.ateliecasabracher.com Pintura ao vivo: 27/02 (sábado), às 19h. Transmissão nos canais do Ateliê Casa Bracher: Instagram e Facebook: @ateliecasabracher YouTube: bit.ly/ateliecasabracher

  • Intensivo de Danças promove imersão em diferentes modalidades

    Onde antes era para a prática e aprendizado de Pole Dance, apenas, agora o Pole Voe Studio firma parceria com a Saturno Arte e Movimento e reabre suas portas com uma pegada mais diversificada. Em suas salas e ambientes, a partir de 22 de fevereiro, amadores e profissionais poderão estudar, aprender e praticar aquilo que mais amam, dançar. As aulas regulares oferecidas pelo Pole Voe serão mantidas na grade horária. Para marcar essa parceira e apresentar o surgimento deste novo Espaço Cultural dedicado à dança, professores e professoras se reuniram para criar o Orbital. Um evento dedicado exclusivamente ao mundo da dança e suas modalidades urbanas, de matriz africana e acadêmicas. As aulas serão ministradas por grandes nomes do Distrito Federal como Erika Rézio, Rayane Psiu, Alexandre Riber, Hudson Olivier, Larissa Hollywood, Bia Hamamoto, Gustavo Letruta, Guilherme Victor, Kaled Andrade e Mel Schiavi. Estes experientes profissionais irão mostrar os caminhos e os paços para dominar estilos como Contemporâneo, Street Jazz, Sexy Dance, Stiletto, Performance, Dancehall, Dança Afro e Afrobeat. Dividido em dois momentos, Orbital - Intensivo de Danças estreia com uma semana imersiva e presencial entre os dias 22 e 28 de fevereiro. As aulas terão quantidade reduzida de pessoas e todos os protocolos recomendados pela Organização Mundial da Saúde serão adotados. O segundo momento será totalmente virtual com aulas gravadas, em ótima qualidade de imagem, edição e som, que estarão disponíveis a partir de 1º de março e acessíveis ao longo de três meses. Para o diretor artístico e organizador Gustavo Letruta, “dentre os objetivos do evento, o principal é que as pessoas possam conhecer, experienciar ou aprimorar suas técnicas em aulas que exploram diferentes metodologias”, comenta. Outro ponto que torna o evento importante é a reconexão entre profissionais, aprendizes e suas danças após longo período de isolamento. Por isso o seu formato híbrido e intensivo, pensado por Gustavo Letruta. O caráter independente e democrático de Orbital dá liberdade para que “todas, todos e todes participem, indiferente da classe social, faixa etária, localidade onde vive ou disponibilidade de tempo”, aponta Letruta. “Por isso as modalidades [presencial e virtual] e com pacotes de valores bem acessíveis”, acrescenta Marcela. Todo o recurso arrecadado com a bilheteria será usado para remunerar as pessoas responsáveis pela produção, gravações, aulas e comunicação, além de servir para cobrir os custos com material, locação e manutenção do espaço durante a realização do evento. Serviço: Orbital Intensivo de Danças Aulas presenciais 14 aulas, com duração de 80 min. cada, de 22 ao 28 de fevereiro. Aulas online 9 aulas, com duração de 30 min. cada, acesso a partir de 1º de março e disponíveis por 3 meses. Inscrições: www.saturnocultural.com Mais informações: @orbital.dance, no Instagram. Ficha técnica: Direção e produção executiva: Gustavo Letruta Assistente de produção: Gabriel Paulin Amaral Equipe de marketing e estratégia: Efeito Inspira Professores/as: Erika Rézio, Rayane Psiu, Alexandre Riber, Hudson Olivier, Larissa Hollywood, Bia Hamamoto, Gustavo Letruta, Kaled Andrade, Mel Schiavi e Guilherme Victor.

  • Dia Mundial sem Carne hoje: 03 receitas fáceis e rápidas

    O Dia Mundial Sem Carne é comemorado neste sábado, 20/03. A data reforça a luta pela redução do consumo de carne em virtude de seus efeitos danosos ao meio ambiente. Os três chefs dos hotéis Royal Tulip Brasília Alvorada, Golden Tulip Brasília Alvorada e Golden Tulip Natal Ponta Negra elaboraram receitas deliciosas e de preparo fácil e rápido. Segue o passo a passo de cada uma, com ingredientes e modo de preparo: RISOTO DE QUEIJO BRIE COM CUPUAÇU (receita vegetariana do Chef Silvio Lopes, do hotel Golden Tulip Brasília Alvorada, do restaurante Seu Jambu) Para o risoto (4 porções): - 2 xícaras (400g) de arroz arbóreo (não lave o arroz) - 1 cebola média cortada em cubinhos - 1/2 xícaras (120 ml) de vinho branco seco de boa qualidade - 3 colheres de sopa de manteiga (com sal) gelada - 1 litro de caldo de legumes fervente (receita abaixo) - 2 colheres de sopa de queijo parmesão ralado - 250 g de queijo brie cortado em cubos - Castanha do Pará (ralada na hora, sobre o prato já pronto) , sal e pimenta do reino (moída na hora) a gosto - Doce de cupuaçu em ponto de corte Para o caldo de legumes: - 2 cenouras cortadas em cubos - 2 cebolas cortadas ao meio - 1 salsão ou alho poró cortado em pedaços grandes - Ervas aromáticas a gosto, se desejar (tomilho, sálvia, manjericão, alecrim) ➡️refogue todos os ingredientes e adicione 1,5 litro de água. Deixe ferver de 30 a 45 minutos, acrescentando mais água, se necessário. Modo de fazer: - Aqueça um fio de óleo + 50g de manteiga - Refogue a cebola até murchar - Adicione o arroz (sem lavar) e mexa para incorporar tudo (não mais que 1 minuto) - Adicione o vinho e continue mexendo até evaporar - Aos poucos, e sem parar de mexer, vá adicionando o caldo de legumes para dar o ponto. Concha a concha, até os grãos ficarem macios e úmidos - Quando o risoto estiver no ponto, adicione o restante da manteiga, o parmesão e o brie e mexa até ficar tudo cremoso e misturado - Finalize com o doce de cupuaçu em pedacinhos -Sirva em prato fundo, e decore com a castanha do Pará ralada. RAVIÓLI VEGANO (Receita do chef Ricardo Albuquerque, do hotel Golden Tulip Natal Ponta Negra) Massa: 400g- farinha de trigo – e mais o quanto baste para abrir a massa. 170ml- água morna 10g- sal 20ml- azeite de oliva Modo de preparo da massa: Misture a farinha com o sal, em seguida, acrescente a água morna e o azeite. Misture bem a massa até ficar homogênea. Deixe descansar por 30 minutos em ambiente refrigerado, coberta com papel filme. Em seguida, abra a massa com um rolo ou um cilindro próprio para massas, em uma bancada com farinha de trigo. Disponha uma massa sobre a outra, com o recheio no meio, e corte em círculos. Recheio: 20g- cogumelo shitake 20g- cogumelo shimeji 20ml- azeite de oliva 30g- cebola picada 80g- purê de batata doce 15g- alho picado Modo de preparo do recheio: Deixe de molho em água quente os cogumelos por 15 minutos, em seguida, escorra e corte em pedaços pequenos. Refogue o alho e a cebola no azeite e, em seguida, coloque os cogumelos e refogue mais um pouco. Acrescente o purê de batata doce. Misture tudo e acerte o sal e a pimenta do reino. Deixe esfriar e recheie os raviólis. Molho de tomates frescos: 80g- tomates sem pele e sem sementes 80ml- molho de tomate Salsinha picada para finalizar Montagem: Aqueça o molho de tomate e coloque no fundo do prato. Disponha os raviólis já cozidos, por cima do molho. Acrescente mais um pouco do molho de tomate e coloque os tomates picados sem semente e sem pele por cima, finalizando com salsinha a gosto. MOQUECA DE PALMITO PUPUNHA COM BANANA DA TERRA E COGUMELO PARIS (receita do chef Elízio Correa da Silva, do hotel Royal Tulip Brasília Alvorada). 70 g de Palmito pupunha 70 g Banana da terra 30 g Cogumelo Paris 15g Pimentão vermelho 15g Pimentão amarelo 15g Pimentão verde 15g Cebola roxa 20g Tomate italiano 1 Ovo cozido 30 ml Leite de coco 15 ml Azeite de dendê 3g Alho 1g Gengibre 1g Cúrcuma 2g Coentro 1g Pimenta dedo de moça 10 ml Manteiga de garrafa 3g Cebola branca Modo de preparo: Duração (20 min) Refogue no azeite de dendê e na manteiga de garrafa a cúrcuma, o gengibre, cebola branca, pimenta dedo de moça, o alho, os pimentões, o palmito, a banana da terra e os cogumelos Paris. Deixe cozinhar por 4 min. Acrescente leite de coco, tomate, cebola roxa e deixe ferver por 2 min. Coloque no prato de servir e decore com folhas de coentro e ovo cozido em pedaços.

  • Luis Lobianco atua e dirige "Macbeth 2020"

    O filme-teatro Macbeth 2020, com Luis Lobianco e atores convidados da Cia Buraco Show, caminha pela via da comicidade com objetivo de prestar uma homenagem ao teatro e a quem o faz acontecer. Lobianco interpreta 7 personagens arquetípicos da classe teatral. Figuras reconhecíveis do ambiente teatral que relatam suas vivências e infortúnios ocorridos em montagens passadas de Macbeth, em uma espécie de documentário tendencioso e sensacionalista. A estreia será no dia 26 de março. O projeto nasce da necessidade de ocupação dos espaços teatrais durante a pandemia de Covid-19. Com a impossibilidade de promover aglomerações, os trabalhadores da cultura tiveram na Lei Aldir Blanc a oportunidade de estar em ação e garantir renda emergencial às suas famílias. A via mais natural para contar a história, foi incorporar a linguagem audiovisual. Macbeth 2020 é um filme-teatro que usa das novas tecnologias para chegar ao público, mas não abre mão de acontecer sob a luz do universal e atemporal teatro de William Shakespeare. O que instiga especificamente em Macbeth é o fato de a peça ter sido escrita também em um período de quarentena. Para muitos, o caráter sombrio do texto se dá pelo medo da peste bubônica que assolava a Europa nos primeiros anos do século XVII. Desde então, a história tem fama de ser maldita por uma série de infortúnios ocorridos aos que ousaram transformá-la em espetáculo. – Nosso interesse não é correr esse risco secular com mais uma montagem clássica, mas sim investigar quem são esses trabalhadores do teatro que sofrem as consequências da temida maldição da peça escocesa –, comenta Luis Lobianco. – Criamos uma cartela de personagens a partir das histórias reais de experiências trágicas com temporadas de Macbeth desde a época de Shakespeare. “Macbeth 2020” ficará disponível gratuitamente, 24 horas por dia, de 26 de março até 30 de maio, na plataforma digital YouTube com acesso exclusivo pelo link http://www.sympla.com.br/macbeth2020. O projeto Macbeth 2020 foi contemplado pelo edital Retomada Cultural RJ, da Secretaria de Estado de Cultura e produzido por Claudia Marques, sócia-diretora da Fábrica de Eventos. Serviço: Macbeth 2020 Estreia dia 26 de março de 2021. O espetáculo ficará disponível gratuitamente, 24 horas por dia, até 30 de maio, na plataforma digital YouTube com acesso exclusivo pelo link http://www.sympla.com.br/macbeth2020. Classificação Indicativa: 12 anos Duração: 40 minutos (aproximadamente)

  • Filmado em Paraty, espetáculo "Constância" estreia em 25 de março, no YouTube

    Perseverança e luta pela sobrevivência marcam a passagem do negro nos sertões do Brasil e tal é a história da formação de muitas famílias no país. Partindo desta base, o espetáculo “Constância” é fruto da reconstrução das memórias e da pesquisa das atrizes Joana Marinho e Claudia Ribeiro no APA – Ateliê de Pesquisa do Ator, no SESC Paraty. Com orientação cênica de Stephane Brodt, do Amok Teatro, o espetáculo tem dramaturgia e direção de Joana. “Constância” estreia sua versão online em 25 de março, com quatro apresentações gratuitas, no YouTube (bit.ly/constanciateatro). O Governo Federal, o Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc, apresentam “Constância”. Os diretores Stephane Brodt (Amok Teatro) e Carlos Simioni (LUME Teatro) coordenaram o APA – Ateliê de Pesquisa do Ator entre 2014 e 2019. Foi neste espaço, voltado para a pesquisa e desenvolvimento de técnicas das artes cênicas, que Joana e Claudia se conheceram e se debruçaram sobre suas memórias e a história de luta de seus antepassados para criar “Constância”. A peça estreou em 2019, em Paraty, e agora terá uma nova temporada em versão online, incorporando recursos próprios do audiovisual à montagem. O palco escolhido para a realização da versão online de “Constância” é o mesmo onde se deu todo o processo de criação do espetáculo: o Instituto Silo Cultural, em Paraty – espaço que foi casa do APA até 2019. Criado em 2001 pelos artistas Luís Perequê e Vanda Mota, o instituto se localiza em um galpão de madeira originalmente construído há mais de setenta anos em uma fazenda mineira para estocar produtos agrícolas – daí o nome de Silo –, sendo remontado em Paraty para abrigar iniciativas culturais. “Constância” utiliza a representação do boi e a persistência desse animal no imaginário nordestino, para falar do homem do sertão e de sua precária sobrevivência. A fuga do boi é retratada com suas proezas para escapar dos vaqueiros. O boi, que aqui representa o negro que foge e resgata sua liberdade, é forte, astuto e conhece o sertão, mas a natureza é imprevisível. “A peça fala da perseverança do negro no sertão e o fato da sua sobrevivência ter se dado muito por conta da geografia do lugar”, explica a autora. Para construir a dramaturgia, Joana se inspirou em diversas obras da literatura e do cinema, além de cantigas antigas e vissungos – canto entoado pelos escravos durante o trabalho, alguns deles conhecidos pela voz da cantora Clementina de Jesus. Entre algumas obras percorridas estão o livro “Quarto de despejo”, de Carolina Maria de Jesus; o poema “Miradas sertanejas“, de Daniel Fagundes; e os documentários “Carro de bois“, direção de Humberto Mauro e “Aboio, a poesia do vaqueiro“, de Tárcio Araujo. “Queríamos pesquisar sobre a influência da passagem do negro pelo sertão. Somos duas mulheres negras, que temos na nossa ancestralidade toda essa religiosidade presente no sertanejo. É uma religiosidade híbrida, entre magia, misticismo, passando pelo candomblé e a religiosidade indígena até o catolicismo trazido pela colonização”, conta Joana. CURTA DOCUMENTAL, OFICINA E BATE-PAPOS Além da exibição do espetáculo “Constância”, outras ações paralelas online, também gratuitas, relacionadas ao projeto estão previstas. Confira as datas e horários no serviço, no fim do release. Uma delas é a apresentação do curta documental “Guardados de Constância”, uma compilação das memórias do processo de montagem, abordando também as novas exigências do fazer artístico teatral em tempos de pandemia, por meio de depoimentos e registros videográficos da equipe – que, na maior parte do tempo, se encontrou virtualmente. Além disso, a preparadora vocal da peça Aurora Dias vai ministrar a oficina online “Descubra sua voz” – um encontro destinado a todos aqueles que têm o desejo de descobrir sua própria voz através do canto. A aula é coletiva, desenvolvendo a habilidade e o prazer de cantar em público. Serão abordadas técnicas de canto popular e de teatro musical, adaptadas às necessidades de cada aluno. Finalmente, “Uma prosa com Constância” é um espaço para conversas virtuais e trocas de experiências entre os artistas do espetáculo e o público. O primeiro encontro será com a equipe de “poesia visual” – responsável pela pesquisa e criação da cenografia, figurino, identidade visual e iluminação da peça – e as soluções encontradas no processo de criação. O segundo bate-papo será com a equipe de produção. Serão abordados os desafios e as soluções encontradas pelas equipes da DaLua Produção e da Eró Criação e Produção para a realização da peça, durante um processo predominantemente remoto, com protocolos de segurança e executado com recursos da Lei Aldir Blanc. SERVIÇO Espetáculo “Constância” Temporada: de 25 a 28 de março, quinta a domingo, às 20h. Local: YouTube – Eró Criação e Produção (bit.ly/constanciateatro). Gratuito com retirada de ingresso pela plataforma Sympla. Classificação etária: Livre. Duração: 50 min. Exibição do curta documental “Guardados de Constância” Dia: 19 de março, às 20h. Local YouTube – Eró Criação e Produção (bit.ly/constanciateatro). Gratuito com retirada de ingresso pela plataforma Sympla. Oficina “Descubra Sua Voz” Data: 12 de março, das 17h às 19h. Duração: 2 horas. Local: Sympla Streaming Público-alvo: adultos e jovens a partir de 13 anos. Vagas limitadas. Gratuito com inscrição via Sympla Bate-papo “Uma Prosa com Constância” Data: 10 de março, às 20h, com a equipe de criação. Local: Sympla Streaming. Gratuito com inscrição via Sympla Data: 17 de março, às 20h, com a equipe de produção. Local: Sympla Streaming. Gratuito com inscrição via Sympla

  • Dia contra a Discriminação Racial e Dia da Infância: saiba como combater o racismo entre as crianças

    Neste domingo (21) é comemorado o Dia Internacional contra a Discriminação Racial. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), e tem como intuito reforçar a luta contra o preconceito racial em todo o mundo. Na mesma data, se comemora o Dia Mundial da Infância, tornando a ocasião uma excelente oportunidade para despertar a consciência racial entre os pequenos. O racismo é crime previsto na lei 7.716/89, e o professor de direito do CEUB, Hector L. C. Vieira, explica: "O racismo consiste em situações onde uma pessoa pratica algum ato discriminatório que faz com que a vítima fique privada de algum direito em virtude de sua raça, cor ou etnia, podendo também ser caracterizado mediante uma ofensa verbal”. Vendo a necessidade de tocar no assunto, conversamos com a psicopedagoga e orientadora educacional da rede Objetivo DF Keila Espíndola, que fala sobre o papel da escola em trabalhar o tema e dá dicas importantes. “É fundamental que as escolas trabalhem sempre com os alunos a questão do respeito como um todo e do manter-se ético. Com o distanciamento social, estamos mais atentos ao cyberbullying e buscamos manter um diálogo aberto com os alunos para que eles não tenham problemas e não gerem nenhum tipo de frustração, ou algum tipo de desconforto que seja desnecessário em outros colegas”. Confira as dicas abaixo para trabalhar o tema na infância: 1- Atente-se para não reproduzir comportamentos preconceituosos e repense o seu vocabulário. Além de não reproduzir termos racistas, é importante sempre explicar para as crianças porque elas também não podem repeti-los, atente-se aos atos que podem, sim, ser hostis em relação às diversidades. 2- Eduque as crianças para que elas respeitem as diferenças. Elas podem estar presentes nos brinquedos, nas línguas faladas, nas mais diversas culturas. As diferenças são importantes e enriquecem nosso conhecimento. 3 - Não incentive apelidos que caracterizam estereótipos. A intenção pode até ser boa, mas nem sempre cai bem! 4 - Esteja pronto para corrigir o seu filho e ensinar. Textos, histórias, olhares, piadas e expressões podem ser estigmatizantes com outras crianças, culturas e tradições. Indigne-se e esteja alerta se isso acontecer. 5 - Ajude a escola de seus filhos a também adotar essa postura de educação em relação às diferenças. As escolas são grandes espaços de aprendizagem. Em muitas, as crianças e os adolescentes estão aprendendo sobre a história e a cultura dos povos indígenas e da população negra; e como enfrentar o racismo. Denuncie o racismo O professor do CEUB explica que em uma situação de racismo, a vítima ou os responsáveis, devem reunir todos os meios de prova possíveis para fundamentar os pleitos judiciais, “filmagens, fotos, gravações de áudio e testemunhas são maneiras de registrar o cometimento de um crime que, quase sempre, é desconsiderado pelo sistema de justiça. O ideal é procurar a ajuda de um advogado ou mesmo a Comissão de Igualdade Racial da OAB/DF para fazer tramitar de maneira mais segura as investigações e pedidos de indenização possivelmente decorrentes desse tipo de fato”, complementa o professor Hector. Ele explica ainda que no ambiente escolar e universitário, normalmente as instituições contam com ouvidorias ou canais específicos de comunicação de atos discriminatórios, “o ideal é registrar por escrito a demanda e solicitar um posicionamento firme, claro e transparente da instituição e os encaminhamentos de punição ao infrator”.

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