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- Armazém Malunga celebra reinauguração com café da manhã orgânico, promoções e música ao vivo
O tradicional atacado da Malunga ganha um novo formato e passa a se chamar Armazém Malunga, reforçando o compromisso da marca com pequenos produtores do DF, produtos orgânicos a granel e itens artesanais da região. A reinauguração acontece no dia 22 de novembro, na CEASA, e apresenta ao público um espaço mais acolhedor, com curadoria especial de marcas locais e experiências voltadas ao consumo consciente. Durante o evento, das 8h às 12h, os visitantes poderão aproveitar café da manhã orgânico, música ao vivo, degustações de fornecedores parceiros, promoções especiais, brindes e diversas novidades de produtores locais e artesanais. O Armazém segue funcionando de segunda a sexta, das 5h às 17h, e aos sábados, das 5h às 13h, com estacionamento próprio. Serviço – Armazém Malunga Local: CEASA – SIA Trecho 10, Lote 5, Prédio B12 (lado esquerdo da Portaria 2) Horário do evento: 22/11, das 8h às 12h Instagram: @armazem.malunga
- Oscarito apresenta programação eclética para o feriadão
O Oscarito, complexo de entretenimento, gastronomia e esportes, no SIG, na icônica antiga Casa Manchete, preparou uma programação especial para o feriadão. O espaço, com arquitetura assinada por Oscar Niemeyer, tem se consolidado como novo ponto de encontro da capital, reunindo música, arte e boa comida em um ambiente que valoriza cultura, bem-estar, diversão e convivência. De quarta (19) a sábado (22), a casa recebe uma agenda musical eclética, com artistas da cena local e DJs que comandam a pista ao longo do feriado prolongado. A abertura da semana, na quarta (19), fica por conta de Thiago Nascimento e Marquinhos Vital, que convidam Igor do grupo Primeiro Beijo, além de apresentações de Mesô e Artur Campos. Na quinta (20), o clima segue alto com shows de Nossa Galera e Benzadeus, além dos DJs Mafra e Vitor Lima. Sexta-feira (21) começa cedo com o happy hour “Quem Fez, Fez”, das 12h às 18h30, no Cerratto, e segue com Jean Lucca e Thiago, Zé Felipe e Miguel e o DJ Luk. No sábado (22), a programação chega em grande estilo com roda de samba com Mesô, Banda Dexcomplica e o DJ Mjay. Confira a programação completa Quarta (19): Thiago Nascimento e Marquinhos Vital convidam Igor (Primeiro Beijo), Mesô, Artur Campos, Quinta (20): Nossa Galera, Benzadeus, DJ Mafra e DJ Vitor Lima Sexta (21): Happy hour “Quem Fez, Fez”, das 12h às 18h30, Jean Lucca e Thiago, Zé Felipe e Miguel e DJ Luk Sábado (22): Mesô, Banda Dexcomplica e DJ Mjay SERVIÇO Oscarito Brasília Local: SIG, Quadra 01, lotes 985-103 – Brasília/DF Horário: – Quinta e sexta: das 19h às 2h – Sábado e domingo: das 9h às 2h (atrações musicais a partir das 12h) Valores/Ingressos: Ingressos antecipados a partir de R$25 o day-use (verifique o valor vigente para a data escolhida) – Qui e Sex: a partir de R$40* – Sáb: a partir de R$40* Dom: a partir de R$25* *Valores sujeitos a alterações sem aviso prévio https://www.sympla.com.br/produtor/oscarito Instagram: @oscaritobrasilia
- Sucesso de público em todo o país, "Torto Arado - O Musical" chega a Brasília para curta temporada no SESC Ceilândia
Com mais de 60 mil espectadores e aclamado pelo público em sessões esgotadas nas cidades de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, Torto Arado - O Musical é mais do que um espetáculo, é um ato de resistência e celebração da ancestralidade afro-brasileira. Apresentado pelo Ministério da Cultura e Nubank, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o espetáculo é uma realização da Maré Produções Culturais, Ministério da Cultura e Governo Federal - Do Lado do Povo Brasileiro . A adaptação da obra homônima de Itamar Vieira Junior chega ao Distrito Federal para um intenso fim de semana de apresentações no Sesc Ceilândia. Com ingressos a R$10 (inteira) e R$5 (meia), as sessões acontecem na sexta-feira, 21, às 19h; no sábado, 22, às 15h e às 19h; e no domingo, 23, às 18h. Os ingressos estão sendo vendidos nas bilheterias física e virtual do Sesc Ceilândia . Publicado em 2019, Torto Arado rapidamente tornou-se um marco nacional na afirmação das vozes negras herdeiras de uma história de luta e silenciamento. Traduzida para 31 idiomas nos cinco continentes, a obra alcançou 1 milhão de exemplares vendidos e trouxe a Vieira Junior os prêmios Jabuti, Oceanos e LeYa. Num processo iniciado em 2021, uma força-tarefa conduzida pelos dramaturgos Aldri Anunciação e Fábio Espírito Santos, e o diretor-geral Elísio Lopes Júnio. adaptou o livro para o teatro, resultando em “Torto Arado - O Musical”. Com direção geral de Elísio Lopes Júnio , conhecido por trabalhos na Globo e no cinema, como os roteiros dos filmes “Medida Provisória” e “Ó Paí, Ó 2”, a montagem propõe uma imersão na ancestralidade e na resistência do povo do sertão baiano. O musical dá corpo e som à narrativa das irmãs Bibiana e Belonísia , filhas de trabalhadores rurais no sertão da Chapada Diamantina, em condições análogas à escravidão, marcadas desde a infância por um acidente que as une e separa para sempre. Entre o peso da terra e a leveza da fé, as personagens atravessam um Brasil invisibilizado, onde as cicatrizes da escravidão ainda moldam o presente. Entre músicos e atores, 22 artistas dão vida à montagem, que foi indicada em 10 categorias no 36º Prêmio Shell de Teatro. Nos papéis principais, três grandes intérpretes da cena musical e teatral brasileira conduzem a narrativa. Encarnando Bibiana está a cantora e atriz Larissa Luz , conhecida por suas passagens à frente da banda Araketu, a apresentação do programa Saia Justa e a personificação de Elza Soares no aclamado musical “Elza”. Bárbara Sut , atriz, cantora, compositora e dramaturga, dá voz e corpo à Belonísia, sua irmã. E, fechando o trio principal, Lilian Valeska interpreta Donana, avó das protagonistas, uma personagem nova criada especialmente para dar corpo à adaptação teatral. A direção musical e arranjos ficou a cargo de Jarbas Bittencourt, diretor musical do Bando de Teatro Olodum desde 1996. Com composições inéditas ligadas ao cancioneiro nordestino interiorano, o espetáculo mergulha nas sonoridades do sertão, com canções criadas para dar voz aos personagens e expressar as profundas contradições do Brasil. A direção de movimento, por sua vez, é assinada pelo renomado coreógrafo e bailarino baiano Zebrinha, do Bando de Teatro Olodum, do Balé Folclórico da Bahia e jurado da Dança dos Famosos da TV Globo. No musical, o Jarê, religião de matriz africana e indígena que permeia toda a trama, ocupa um papel central na construção estética e simbólica do espetáculo. A partir da direção de movimento de Zebrinha, essa manifestação espiritual, serve como fio condutor numa linguagem cênica contemporânea que entrelaça corpo, som e espiritualidade. A equipe do musical conta ainda com cenografia de Renata Mota, figurino assinado pela designer Bettine Silveira, além da coordenação geral de Fernanda Bezerra, responsável também pela idealização do projeto. SERVIÇO - Torto Arado - O Musical no DFOnde: Sesc Ceilândia (DF) Datas e horários: 21 de novembro (sexta) - 19h22 de novembro (sábado) - 15h e 19h23 de novembro (domingo) - 18h Ingressos: R$10 (inteira) e R$5 (meia) Vendas: Bilheteria do Sesc Ceilândia e no link sescdf.com.br/web/eventos Classificação indicativa: 15 anos FICHA TÉCNICACoordenação Geral e Idealização do Projeto: Fernanda Bezerra Elenco principal: Larissa Luz, Bárbara Sut e Lilian Valeska Direção: Elísio Lopes Júnio Direção musical: Jarbas Bittencourt Direção de movimento: Zebrinha Baseado na obra de Itamar Vieira Junior
- Livraria Leitura realiza “Quinzena Black Friday"
A Livraria Leitura, maior rede de livrarias do país, anuncia a sua imperdível “Quinzena Black Friday”, que acontecerá entre 14 de novembro e 30 de novembro, ou enquanto durarem os estoques, prometendo descontos inacreditáveis em centenas de títulos selecionados e em itens de papelaria, uma oportunidade única para leitores e consumidores anteciparem suas compras de fim de ano. A campanha oferece livros selecionados de ficção, não ficção, romance e outros estilos, além de promoções em itens de papelaria. As melhores e mais consolidadas editoras do mercado estarão com títulos em oferta. Com um portfólio que abrange desde clássicos da literatura até o vasto universo geek e até brinquedos e jogos educativos, a Quinzena Black Friday da Leitura é o momento ideal para adquirir aquelas histórias incríveis e o presente de Natal a preços especiais. Sugestões da Leitura “A Extraordinária Cozinha dos Livros” - De R$59,90, Por R$41,90 “A Boa Mentira - Coleção E.L.A.S” - De R$74,90, Por R$52,90 “Viva a Sua Real Identidade” - De R$74,90, Por R$44,90 “Meu Dom Quixote Coreano” – De R$59,90, Por R$39,90 “2001: Uma Odisseia no Espaço 3ED” - De R$79,90, Por R$51,90 “O Despertar” - De R$70,90, Por R$42,90 Maleta 150 peças 3 palavrinhas - De R$99,90, Por R$49,90 Maleta 86 peças Enaldinho - De R$99,90, por R$49,90 Maleta de pintura 86 peças - Turma da Mônica - De R$99,90, Por R$49,90 Ação especial: Em uma Collab especial com a Panini, a Leitura lançou um incrível álbum da Disney, recheado de personagens que fazem parte do imaginário de várias gerações. São 60 figurinhas, sendo 20% delas especiais e metalizadas, com imagens de franquias amadas como Frozen, Toy Story, Stitch, Os Incríveis, Moana, Carros, Disney Princesa e, claro, Mickey & Amigos. A proposta é proporcionar momentos de encantamento, além de resgatar a nostalgia que muitos adultos têm das aventuras Disney de sua infância. O álbum estará à venda até o final de novembro.
- Frango Assado celebra 73 anos e acelera modernização com salto no digital, novas collabs e expansão do portfólio
O Frango Assado completa 73 anos em meio a um novo ciclo de modernização, digitalização e fortalecimento de parcerias estratégicas. A rede, controlada pela International Meal Company (IMC), mantém ao longo de 2025 o protagonismo dentro d o grupo, com indicadores de crescimento em conveniência, canais digitais e experiência nas lojas - áreas qu e se tornaram centrais desde a reformulação da marca iniciada em 2022. Ao longo do mês de aniversário, as 23 unidades terão diversas promoções em minimercado, com foco no FranMarket, frente que já responde por 15% do faturamento total anual da marca. O canal de conveniência também cresceu em relevância nos últimos anos e passou a incorporar novas categorias, como higiene e autocuidado, reforçando o conceito de “experiência completa na estrada”. A rede observou um avanço de alguns segmentos estratégicos no último ano: sobremesas (+47%) e cafeteria (+9%), impulsionadas por produtos desenvolvidos em parcerias com marcas como B.Lém e Carole Crema, que estão entre os itens mais vendidos da rede. “Mais do que celebrar a data, este é um momento de reconhecer a força de uma marca que segue evoluindo sem perder suas raízes. O Frango Assado combina tradição e modernidade para entregar a melhor experiência de parada ao longo das estradas paulistas”, afirma Edvaldo Souza, General Manager da rede. Reposicionamento amadurece e fortalece marca Três anos após a reformulação da identidade, o Frango Assado colhe resultados de um processo que envolveu atualização visual, revisão de layout das lojas, cardápio e digitalização da jornada do cliente. Todas as unidades contam com totens de autoatendimento, que já representam 68% das vendas (resultados 2T25 da IMC), com um ticket médio que ultrapassa R$ 50 e crescimento de 15% desde 2022. Criado em 2022, o aplicativo próprio da marca ultrapassa 500 mil downloads e o Fran-GO! se consolida como um dos principais programas de fidelidade do setor. O sistema, integrado à plataforma Salesforce, permite segmentar ofertas e comunicações personalizadas, ampliando a recorrência e o engajamento com o público junto aos descontos ofertados. “O rebranding foi um divisor de águas para a marca. Modernizamos processos, lojas e comunicação, mas sem abrir mão daquilo que é a essência do Frango Assado: a tradição, o acolhimento, a qualidade e o sabor que atravessam gerações. Hoje, a experiência é mais fluida, digital e próxima das novas demandas de consumo, sem perder o vínculo afetivo que sempre fez parte da nossa história”, afirma José Giordano, Diretor de Marketing e Vendas do Frango Assado. Inclusive, a rede foi premiada no D&AD Awards de 2023, na categoria Tipografia, pelo seu projeto de redesign da identidade visual chamado "Funky Chicken". Desenvolvido pela agência Design Bridge and Partners, a repaginação modernizou a marca com cores vibrantes e uma ilustração de frango ousada para refletir uma personalidade mais dinâmica, ao mesmo tempo em que honra a herança de mais de 70 anos da rede. A marca também tem se posicionado nas redes sociais, principalmente com conteúdos originários, envolvendo influenciadores e criadores de conteúdos, além da campanha ‘Cada Parada, Uma História’, que, de forma emocional, dá luz às memórias que os consumidores têm quando o assunto é o Frango Assado. Uma frente que também ajudou a ampliar a marca ao público mais jovem, de 25 a 35 anos, e a reforçar a identidade de uma rede que combina tradição e conveniência. Linhas próprias e collabs ampliam portfólio e percepção de qualidade O Frango Assado ainda consolidou uma estratégia de colaborações com marcas gastronômicas de alto reconhecimento, buscando associar seu cardápio à excelência técnica de especialistas em diferentes categorias. Depois de parcerias com VPJ Aliment os (hambúrgueres premium), Ceratti (pães de calabresa), B.Lém (doces portugueses) e Carole Crema (bolos), a rede prepara uma nova collab com a BRF, sanduíches criados com produtos da linha ‘Perdigão Ouro’ com mortadela, peito de frango desfiado e salame. A estratégia segue um movimento crescente de co-branding no varejo alimentar, com parcerias que elevam a percepção de qualidade e ampliam o alcance entre novos públicos sem desviar do DNA da marca. Além disso, as collabs têm impacto direto na percepção de marca e no ticket médio, avaliadas com base na incidência de produtos nos pedidos e no desempenho de vendas durante as ativações. A rede também expande o seu portfólio com linhas próprias, como é o caso da Linha de Congelados, com coxinhas e pães de queijo para os consumidores levarem o sabor das estradas para seus lares. Há ainda “Fran Mania”, uma linha com brinquedos, pelúcias e itens que reforçam a presença da marca em momentos de viagem e convivência familiar. Essas iniciativas demonstram o compromisso da marca com a inovação, a conveniência e a criação de memórias afetivas, conectando-se com diferentes ocasiões de consumo - em casa, em trânsito ou em família. Produção centralizada e padronização de qualidade Símbolo da marca há 7 décadas, o pão de semolina segue como o carro-chefe do Frango Assado, com mais de 1 milhão de unidades vendidas por ano. A produção é feita na Cozinha Central da IMC, em Louveira (SP), que fabrica oito toneladas de produtos por dia, entre pães, salgados e sobremesas. Criado pela família Mamprin em 1952, o Frango Assado se tornou parte da memória afetiva dos viajantes paulistas - um de seus símbolos característicos é o aroma do pão de semolina saindo do forno. Hoje, o produto ainda é o principal símbolo da marca - uma receita quase inalterada há sete décadas - e sintetiza o equilíbrio entre tradição e inovação que orienta o futuro da rede. Inaugurada em 2019, a unidade fabril garante padronização, rastreabilidade e consistência em todas as lojas. A operação também conta com o acompanhamento técnico do chef Rogério Shimura, especialista em panificação, que atua na consultoria dos processos e fermentação, mantendo a receita original e aprimorando o controle de qualidade. Resultados e próximos passos Com 23 lojas próprias nas principais rodovias de São Paulo, o Frango Assado segue como a marca mais rentável da IMC e como o principal foco de expansão. Nos últimos três anos, cinco unidades passaram por reformas, além da nova unidade de Guararema, inaugurada em fevereiro deste ano, que já adota o novo conceito arquitetônico e visual da marca. A rede avalia novos pontos para expansão e modernização em 2026, mantendo o foco neste momento no Estado de São Paulo. Sobre o Frango Assado Fundada em 1952, a rede de postos e restaurantes Frango Assado nasceu como uma barraca de frutas da família Mamprin, na Via Anhanguera, em Louveira, e, com o tempo, se tornou uma das maiores operadoras de praças de serviços rodoviários do estado de São Paulo. Adquirida pelo Grupo IMC (International Meal Company / B3: MEAL3) em 2008, atualmente, o Frango Assado conta com 23 lojas próprias, instaladas majoritariamente em rodovias nos estados de São Paulo. Com mais de 70 anos, a rede se destaca pela tradição e a qualidade de uma parada completa, que inclui lanchonete, restaurante, padaria, minimercado, posto de gasolina, banheiro, áreas kids e pet, entre outras, além de produtos icônicos, como o famoso pão de semolina, coxinhas, espetinhos de frango, pães de queijo e cafés especiais.
- Saber nadar pode ser o divisor de águas entre viver ou morrer
O Mês Nacional da Segurança Aquática chama atenção para um dado alarmante: os casos de afogamento seguem entre as principais causas de morte acidental no Brasil, especialmente entre crianças e adolescentes. Em Brasília, a preocupação é ainda maior — a cidade está entre as capitais com maior concentração de piscinas por metro quadrado e registra acidentes frequentes no Lago Paranoá, onde foram registrados 62 casos de afogamento em 2024, com 19 mortes. Para Wilson Brasil, educador físico e coordenador técnico da Academia D’stak, a prevenção precisa ser ativa e contínua. “A aula de natação não é só uma atividade física — é uma aula de sobrevivência. Toda criança deveria ter contato com a água desde cedo, com orientação profissional e ambiente seguro. Isso salva vidas.” Entre as dicas mais importantes, ele reforça: “Ensine seu filho a nadar, e nunca substitua supervisão por boias. Boia não educa e não protege.” Segundo Wilson Brasil, a prevenção precisa ser constante — e começa antes de entrar na água. “Muita gente só associa natação à prática esportiva, mas a verdade é que saber nadar é uma habilidade de sobrevivência. E quanto mais cedo esse aprendizado começa, mais natural e seguro se torna”, afirma. De acordo, a Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa), o afogamento é a segunda principal causa de morte acidental entre crianças de 1 a 4 anos no Brasil. “O mais preocupante é que a maioria dos casos acontece sob supervisão de um adulto. É uma tragédia silenciosa e rápida”, reforça Wilson. Na D’stak, o trabalho com a natação começa a partir dos 3 meses de idade, com foco na adaptação ao meio líquido, noções de flutuação, respiração e, com o tempo, autonomia. A academia também oferece turmas para adultos, idosos e pessoas com medo de água, sempre com profissionais capacitados e ambiente controlado. “A prevenção está na base. Ensinar uma criança a nadar é preparar ela para o mundo. É reduzir drasticamente o risco de acidentes, de traumas, e de perdas que poderiam ser evitadas com informação, estrutura e acompanhamento”, destaca o educador físico. Além da natação, a Academia D’stak oferece hidroginástica, musculação e aulas coletivas — fortalecendo a saúde física e emocional de alunos de todas as idades. 5 dicas de segurança de Wilson Brasil para um verão mais tranquilo: Supervisione crianças de perto, mesmo que saibam nadar. Nunca confie apenas em boias infláveis ou dispositivos de flutuação. Em piscinas, observe se há salva-vidas e regras visíveis. Evite nadar sozinho em águas abertas, como o Lago Paranoá. A melhor prevenção é o conhecimento: aprenda a nadar e incentive sua família.
- Última semana da exposição Finca Pé de Antônio Obá no CCBB
Os feriados de 15 e 20 de novembro são uma excelente oportunidade para visitar a exposição Finca-Pé: Estórias da terra , de Antonio Obá, em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até o dia 23 de novembro. A mostra, que já passou pelo Rio de Janeiro e Belo Horizonte, marca o reencontro do artista com sua cidade natal e reúne mais de cinquenta obras entre pinturas, desenhos, instalação e filme-performance. Com entrada gratuita, os ingressos podem ser reservados em bb.com.br/cultura ou retirados diretamente na bilheteria do CCBB Brasília. Ao longo de sua itinerância pelos CCBBs, a mostra recebeu mais de 90 mil visitantes, confirmando o interesse do público pela obra de Obá, um dos artistas mais reconhecidos da arte contemporânea brasileira. Em Brasília, a mostra ganha contornos especiais: o diálogo entre arte, território e pertencimento, marcado pela relação do artista com o Cerrado, sua paisagem de origem. “Por mais que seja o mesmo corpo de trabalho, nunca é a mesma exposição. O espaço físico, a cidade, as pessoas, tudo transforma o encontro com as obras. Em Brasília, há um atravessamento inevitável: é o lugar de onde vim, onde está enterrado o meu umbigo, e essa volta é também um reconhecimento íntimo que se abre para outras leituras”, afirma o artista. Entre os destaques, a instalação Ka’a pora (2024), com 24 esculturas de pés em bronze adornados com galhos, simbolizando a resistência e a renovação do Cerrado após o fogo e a seca. Já a série Crianças de Coral – nigredo/coivara (2024–2025) reúne retratos feitos em carvão sobre tela, em que as figuras emergem entre presença e apagamento, tensionando matéria e espiritualidade. O público também pode assistir ao filme-performance Encantado , inédito no Brasil, que marca o retorno de Obá à linguagem do vídeo e propõe uma experiência sensorial inspirada na figura do peregrino. Com curadoria de Fabiana Lopes, Finca-Pé: Estórias da terra também apresenta obras do mineiro Marcos Siqueira, artista convidado natural da Serra do Cipó, cujos trabalhos feitos a partir da terra expandem o diálogo sobre matéria, paisagem e ancestralidade. Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Vem pro CCBB A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Vale lembrar que o assento depende da lotação. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code , que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van – de quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 SERVIÇO Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília - DF Finca-Pé: Estórias da terra Período: até 23 de novembro de 2025, das 09h às 21h (entrada nas galerias 1 e 2 até 20h40) Classificação indicativa: Livre Ingressos em www.bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Brasília Entrada gratuita
- 63% dos brasileiros apontam parcelamento como uma forma de quitar dívidas, mostra Serasa
O parcelamento se consolidou como um dos principais instrumentos de organização financeira do brasileiro. De acordo com pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Instituto Opinion Box, 56% dos consumidores afirmam que utilizam o parcelamento como estratégia para manter as contas em dia, enquanto 61% dizem que essa modalidade traz uma sensação de controle sobre o orçamento. Além disso, 55% dos entrevistados afirmam que o parcelamento é o que permite o acesso a produtos e serviços que não conseguiriam pagar à vista, o que reforça o papel dessa prática como um importante democratizador do consumo no país. Entretanto, o levantamento ainda alerta: 12% dos entrevistados reconhecem que se endividaram por desorganização financeira e, 3% afirmam que tiveram seus nomes negativados em razão do descontrole no parcelamento, apontando a importância de um uso consciente da modalidade. “Parcelar no Brasil vai muito além de uma forma de pagamento. Por estar há tanto tempo enraizado na nossa cultura, já é parte da estratégia de organização financeira de muitos brasileiros”, explica Patricia Camillo, especialista da Serasa em educação financeira. “Entretanto, ter crédito para parcelar pode ser encarado como um aliado, desde que seja planejado e entendido como parte da renda, e não uma extensão dela.” Parcelamento pode ser aliado na quitação de dívidas Segundo a pesquisa, 62% dos entrevistados consideram o parcelamento uma alternativa viável para quitar dívidas, e 61% também afirmam que proporciona a sensação de controle ao negociar os débitos em aberto — a percepção de que será possível colocar as contas em ordem. Valores acessíveis das parcelas, que cabem no bolso do consumidor, é o principal motivo que o levaria a optar pelo parcelamento da dívida, apontado por 42% dos entrevistados. Na sequência, aparece a facilidade de limpar o nome após o pagamento da primeira parcela (37%). Segundo Patricia, esses dados reforçam que o parcelamento é visto como uma ponte entre o endividamento e a reorganização financeira, especialmente quando associado a práticas de planejamento e a condições favoráveis ao consumidor. “Quando bem utilizado, o parcelamento pode ser um recurso saudável para retomar o controle das finanças, desde que avalie as condições, o número de parcelas e o impacto no orçamento mensal. O problema não está no parcelar, mas em fazer isso sem planejamento”, completa. Com parcelas a partir de R$9,90, o Feirão Serasa Limpa Nome reúne mais de 1,6 mil empresas parceiras entre os diversos segmentos e descontos de até 99% nos débitos. Desde o início, em 03 de novembro, já foram fechados mais de 738.662 acordos parcelados no principal mutirão de negociação de dívidas do país. Até o dia 16 de novembro, mais de 51,5 mil acordos de negociação de dívidas foram fechados no Distrito Federal. Deste total, cerca de 13,1 mil ofertas foram negociadas através da modalidade de parcelamento. Os consumidores podem acessar oportunidades disponíveis a partir dos canais oficiais da empresa e negociar com descontos de forma online e presencial: Site: http://www.serasalimpanome.com.br App Serasa no Google Play e App Store Whatsapp: Número oficial (11) 99575-2096 Agências Correios de todo o Brasil sem a cobrança de taxa Para conferir dicas práticas de como parcelar suas contas com responsabilidade e sem retornar ao endividamento, acesse Guia de Parcelamento Consciente da Serasa : https://www.serasa.com.br/guias/guia-do-parcelamento/ . Sobre a Serasa Com o propósito de revolucionar o acesso ao crédito no Brasil, a Serasa oferece um ecossistema completo voltado para a melhoria da saúde financeira da população por meio de produtos e serviços digitais. Mais informações em www.serasa.com.br e via redes sociais no @serasa.
- Ana Carinhanha apresenta experiência "Oriki" na Infinu
Promessa da nova MPB com sotaque de jazz e alma de sertão, a multiartista interdisciplinar Ana Carinhanha, nascida em Caetité, Bahia, desembarca em Brasília no dia 23 de novembro (domingo) para apresentar a "Experiência Oriki" em formato de banda completa, um show que reverencia a vida e dialoga intensamente com a ancestralidade. O espetáculo, que conta com a participação especial do DJ RAVENN, será realizado na Infinu, 506 Sul, com abertura do salão às 20h e show previsto para as 20h30. Os 70 primeiros presentes terão entrada gratuita. “Oriki” é descrito como uma imersão em um universo sonoro que costura a delicadeza da formação clássica de Ana Carinhanha com a pujança da música popular brasileira (MPB), com forte destaque para as influências nordestinas e sertanejas. O termo Oriki , de origem iorubá, significa versos ou orações usadas para exaltar pessoas, feitos ou divindades, conceito que atravessa a obra da artista como uma celebração da sua história e um ressignificado das vivências cotidianas. A proposta artística é de alto nível, convidando o público a uma escuta que é, simultaneamente, celebração e reflexão. Ouça “Oriki” aqui Ana Carinhanha é uma artista multi-instrumentista, cantora, compositora, jurista e ativista, cuja trajetória é firmada em sólidos pilares de ativismo e profunda conexão com as raízes culturais brasileiras. Sua carreira inclui shows no Brasil, Bruxelas e Estados Unidos, evidenciando uma apresentação de calibre mundial, dotada de grande densidade crítica e poética. Ela considera a música o elemento condutor que unifica suas múltiplas facetas. O espetáculo em formato de banda completa promete a sonoridade total do álbum no palco, garantindo uma performance energética e de alto impacto. A fusão rítmica é um dos pontos altos da experiência, misturando samba, forró, maracatu, reggae e rock com a sofisticação do jazz. A artista convida o público a uma viagem sonora que traduz emoções, territórios e ancestralidade. A própria cantora define sua criação a partir de suas vivências e raízes: "Minha música nasce desse encontro entre minhas raízes e minhas vivências, misturando memórias do sertão com a pluralidade das cidades em que vivi. É um ato de assertividade". As composições de Ana Carinhanha exploram narrativas poéticas com sinceridade, manifestando desejo de forma avassaladora e abordando temas de amor, sedução e a intensidade do toque. Em faixas como "Amor com amor se paga" e "Fogo no Céu", a apresentação vocal intimista e expressiva traduz sentimentos visceralmente, revelando a força da palavra e do corpo. Essa intensidade poética é capturada em seus versos e, ao vivo, será uma oportunidade de vivenciar uma proposta artística de excelência, que une sensibilidade e originalidade. SERVIÇO ANA CARINHANHA E BANDA – EXPERIÊNCIA “ORIKI” Local: infinu (CLS 506 Sul, Brasília – DF) Data: 23 de novembro (domingo) Horário: Abertura do salão às 20h | Início do show às 20h30 Participação especial: DJ RAVENN Ingressos: Entrada gratuita para os 70 primeiros presentes Classificação indicativa: Livre
- Festival Clube do Choro volta a reunir gerações e celebra grandes encontros da música brasileira
O Festival Clube do Choro está de volta. Depois do sucesso da primeira edição, o evento retorna ao Espaço Cultural do Choro nos dias 22 e 23 de novembro, reunindo artistas consagrados, talentos emergentes e encontros especiais que celebram a força e a diversidade da música brasileira. Os ingressos já estão à venda na Bilheteria Digital. Serão 12 apresentações distribuídas entre o palco do Clube do Choro e a área externa do Espaço Cultural, em dois dias de intensa programação. O festival reafirma o compromisso do Clube em promover diálogos entre diferentes gerações e linguagens musicais, conectando o público ao melhor da produção nacional. A abertura, no dia 22 de novembro, destaca o virtuosismo da nova geração com o bandolinista Bento Tibúrcio no espetáculo ‘Entre Cordas’, seguido pelo mestre Nonato Luiz , que celebra 50 anos de carreira em um show especial. Na sequência, Henrique Cazes , Alexandre Maionese e o Regional Choro Livre prestam homenagem a um dos maiores nomes da nossa música com o espetáculo Pixinguinha na Rod a. Na área externa, o público será recebido pelo som envolvente da Choro Popular Orquestra , antes do encontro entre Ian Coury e o grupo Choro Liv re, e do encerramento com Leila Pinheiro e Lula Galvão , que apresentam um repertório de clássicos da canção brasileira. No dia 23, o Festival do Clube do Choro reúne, pela primeira vez, Leoni e Milton Guedes , cantando e tocando no mesmo palco, um encontro cheio de sucessos e surpresas. Milton trará canções e histórias que marcaram sua formação musical em Brasília, enquanto Leoni promete grandes sucessos além de novas canções. Também no dia 23, o Festival abre espaço para a força feminina e o frescor das novas formações instrumentais com o grupo Chorodelas , seguido pela parceria entre Nicolas Krassik e Pablo Mour a. Na programação externa, a Choro Popular Orquestra volta a se apresentar, seguida pelo vibrante Forró da Mari, de Mariana Aydar , e pelo show Histórias e Canções, da dupla Kleiton & Kledir , que encerra o festival com sua mistura única de poesia, humor e emoção. O Festival Clube do Choro integra o projeto Complexo Cultural do Choro, que conta com patrocínio master da Shell, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e com apoio do Clube do Choro de Brasília. Mais informações no Instagram @complexodoChoro Sobre a Shell Ao longo de sua trajetória secular no Brasil, a Shell se consolidou como uma empresa integrada de energia, atuando de forma responsável nos âmbitos econômico, ambiental e social. Acreditamos que a energia que move o futuro não vem apenas dos recursos naturais, mas da diversidade da sociedade brasileira e da força transformadora da cultura. Confiamos na cultura como uma poderosa ferramenta para a evolução de um país, além de contribuir para um mundo mais inclusivo. Nossa agenda de patrocínios reforça o compromisso da companhia com a sociedade brasileira ao apoiar iniciativas que promovam o desenvolvimento humano, a educação, a inovação, a diversidade, a equidade e a inclusão. O patrocínio ao Complexo Cultural do Choro, em Brasília, reflete esse compromisso da Shell com a valorização da cultura brasileira. O espaço é uma referência nacional na preservação e difusão da música popular, além de contribuir para a formação de novas gerações de músicos e para a continuidade de uma tradição que conecta o passado e o futuro da nossa identidade cultural. Artistas do Festival Choro Livre Com mais de quatro décadas de trajetória, o Choro Livre é um dos pilares da música instrumental brasiliense. Fundado em 1977, tem papel essencial na difusão e preservação do choro, tanto nos palcos quanto na formação de novos músicos. No Festival, o grupo se apresenta em diferentes formações — acompanhando artistas convidados e também com a Choro Popular Orquestra, reafirmando o vigor e a vitalidade do gênero na capital. Atualmente, na formação do grupo estão Reco do bandolim, Henrique Neto, Marcio Marinho e Velerinho. Leoni Cantor, compositor e escritor, com uma trajetória marcante na música brasileira. Iniciou sua carreira em 1983 como fundador da banda Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, atuando como baixista e compositor de todas as canções dos dois primeiros álbuns do grupo. Ao longo de mais de 40 anos de carreira, Leoni conquistou sete discos de ouro, um DVD de ouro e teve cerca de 200 canções gravadas. Entre seus maiores sucessos estão Garotos II, Só pro Meu Prazer, Exagerado, Como Eu Quero, A Fórmula do Amor, Por Que Não Eu?, Dupla do Corpo, Lágrimas e Chuva e Os Outros — músicas que marcaram gerações e seguem atemporais. Bento Tibúrcio Em um show solo de 20 minutos, Bento Tibúrcio apresenta um espetáculo que une a tradição do bandolim à sensibilidade contemporânea. Além do bandolim, o músico costura passagens com violão, voz e sutis camadas eletrônicas, criando paisagens sonoras em constante transformação. O concerto ganha ainda mais força com a participação do jovem violonista de sete cordas Yago Araújo, representante da nova geração do choro. Um encontro breve e intenso, que reafirma Bento como intérprete inquieto e criador de novas possibilidades para a música brasileira. Nonato Luiz Violonista, compositor, arranjador e intérprete, Nonato Luiz celebra meio século de trajetória em um concerto que resume a riqueza de sua obra. Reconhecido no Brasil e no exterior, o artista construiu uma carreira marcada pela versatilidade — seu repertório transita entre valsas, choros, baiões, flamencos e blues, sempre com identidade própria. Uma apresentação que reverencia o violão brasileiro e sua expressão mais autêntica. Henrique Cazes Carioca, doutor e mestre em Música pela UFRJ, Henrique Cazes é reconhecido como um dos grandes nomes do cavaquinho no país. Desde 1976, construiu uma sólida trajetória como solista, produtor musical e arranjador, com álbuns que se tornaram referência no choro, como Tocando Waldir Azevedo (1990) e Pixinguinha de Bolso (2000). Cazes também dirigiu projetos que ampliam as fronteiras do gênero, como Bach in Brazil e a série Beatles’n’Choro. Sua presença no Festival é um tributo à tradição e à reinvenção do cavaquinho brasileiro. Alexandre Maionese Com 43 anos de carreira, o flautista Alexandre Maionese é considerado um dos ícones contemporâneos do instrumento. Com sólida formação clássica e trajetória nas bandas de música, destacou-se nos gêneros choro e samba, sendo apontado, no livro Choro: Do Quintal ao Municipal de Henrique Cazes, como o responsável por resgatar a tradição dos flautistas populares — linhagem que parecia interrompida desde Altamiro Carrilho e Carlos Poyares. Um artista de referência e ponte entre gerações. Ian Coury Um dos mais destacados bandolinistas da nova geração, Ian Coury retorna à sua cidade natal para um encontro especial com o grupo Choro Livre. Aos 23 anos, o músico já se apresentou ao lado de nomes como Paquito D’Rivera, Toninho Horta, Danilo Perez, John Patitucci e Hamilton de Holanda. No palco do Clube do Choro, ele apresenta composições autorais que dialogam entre o choro e o global jazz, tema que explorou em sua tese de mestrado no Berklee Global Jazz Institute. Um concerto que une tradição, improviso e inovação. Leila Pinheiro e Lula Galvão Referência na Música Popular Brasileira, Leila Pinheiro é intérprete e pianista com mais de quatro décadas de carreira. Ao lado do violonista Lula Galvão — parceiro de nomes como Edu Lobo, Milton Nascimento, Rosa Passos e Caetano Veloso —, apresenta um repertório que transita entre a delicadeza e a sofisticação, reafirmando a força da canção brasileira. Juntos, transformam o palco em um espaço de encontro entre a poesia, o afeto e a música em sua forma mais refinada. Chorodelas Formado em 2017, o grupo Chorodelas nasceu da vontade de tornar a música instrumental acessível a todos e de ampliar o protagonismo feminino no choro e em outros ritmos populares. Composto por Ana Cesário (flauta transversal), Jéssica Carvalho (cavaquinho), Laila Emanuely (violão de 7 cordas), Mariana Sardinha (bandolim) e Lu Dusi (pandeiro). No Festival Clube do Choro, o grupo reafirma o talento e a presença feminina na música instrumental brasileira. Programação: Dia 22 de novembro A partir das 16h – Clube do Choro : Bento Tibúrcio – Entre Cordas Nonato Luiz – 50 anos de carreira Henrique Cazes, Alexandre Maionese e Choro Livre apresentam Pixinguinha na Roda A partir de 19h50 – Área externa do Espaço Cultural do Choro : Choro Popular Orquestra (ESGOTADO) Ian Coury convida Choro Livre (ESGOTADO) Leila Pinheiro e Lula Galvão (ESGOTADO) Dia 23 de novembro A partir das 16h - Clube do Choro: Chorodelas (ESGOTADO) Nicolas Krassik e Pablo Moura (ESGOTADO) Milton Guedes e Leoni (ESGOTADO) A partir das 20h – Área externa do Espaço Cultural do Choro: Mariana Aydar – Forró da Mari (ESGOTADO) Kleiton & Kledir – Histórias e Canções (ESGOTADO Serviço: Complexo Cultural do Choro de Brasília Dia: 22 de novembro (sábado) e 23 de novembro (domingo) Endereço: Espaço Cultural do Choro - Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental Telefone: (61) 3226-3969 Mais informações: clubedochoro.com.br @complexodochoro Ingressos: www.bilheteriadigital.com
- Após duas semanas de apresentações, Velhos caem do céu como canivetes” segue em temporada no CCBB Brasília
O espetáculo Velhos caem do céu como canivetes , da Pequena Companhia de Teatro (MA), entra em sua terceira semana no Centro Cultural Bando do Brasil Brasília (CCBB) após uma recepção calorosa do público. Desde a estreia, em 6 de novembro, a montagem vem registrando sessões cheias, consolidando-se como um dos destaques da programação cultural da cidade neste mês. As apresentações continuam de quinta a domingo, sempre às 19h, com entrada gratuita e classificação indicativa de 14 anos. Livremente inspirado no conto Um senhor muito velho com umas asas enormes , de Gabriel García Márquez, o espetáculo propõe uma reflexão sensível e dura sobre fé, humanidade e sobrevivência. Com dramaturgia e direção de Marcelo Flecha, a peça reúne em cena Cláudio Marconcine (Ser Humano) e Jorge Choairy (Ser Alado) para narrar o encontro inesperado entre um catador de lixo e um ser misterioso que despenca em seu quintal. A história, ambientada em um cenário pós-apocalíptico, acompanha a luta de um homem para manter a família diante da miséria e da desesperança, revelando tensões, abismos e fragilidades humanas. A atmosfera é construída por uma estética marcada pela junção de luz, som e cenografia artesanal, que se tornou uma assinatura da Pequena Companhia de Teatro — reconhecida nacionalmente por sua pesquisa contínua e suas montagens premiadas. “ O teatro não muda o mundo, mas muda a sua leitura de mundo ”, destaca Marcelo Flecha ao comentar a experiência proposta pelo espetáculo e os temas que atravessam a narrativa, como exílio, fé e intolerância. Depois de temporadas elogiadas em diversas capitais brasileiras, incluindo os CCBBs do Rio de Janeiro e Belo Horizonte, a peça mantém em Brasília sua trilha de sucesso. Velhos caem do céu como canivetes segue em cartaz até 30 de novembro, com apresentações de quinta a domingo, às 19h. Ingressos gratuitos podem ser retirados pelo site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Brasília, a partir de um dia antes de cada sessão. Histórico A primeira temporada de Velhos caem do céu como canivetes foi realizada em 2013 em São Luís (MA), e hoje são 110 apresentações em 25 cidades de 16 estados. Além disso, a peça já circulou pelos projetos SESC Amazônia das Artes, por todas as capitais da Amazônia Legal, pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, pelo centro-oeste do país, além de realizar ocupação no Centro Cultural BNB, em Fortaleza, pelo programa BNB de Cultura. Na sua montagem, a encenação trabalhou com a metodologia desenvolvida pela Pequena Companhia de Teatro durante a última década, sistematizada no instrumento denominado Quadro de Antagônicos. É através desse instrumento que os caminhos da encenação são indicados, partindo da oposição física como fundamento para o treinamento do ator e a construção das personagens. A história traz o encontro inesperado de um ser alado e um ser humano. O espanto inicial do espetáculo dá lugar à necessidade de identificar o estranho ser, gerando um permanente questionamento quanto à definição do ser alado. Seria um anjo? Um frango? Um delírio provocado pela fome? É nessa teia que o espectador é convidado a se equilibrar, enquanto os dois seres se digladiam em um intenso confronto dialético. O exílio forçoso de um, e a miséria do outro, pontuam a trama, que apresenta um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança. Um ser alado e um ser humano, no abismo de suas percepções, preconceitos, medos e dúvidas. A montagem também é marcada pelo uso sustentável dos recursos. Destacam-se o conceito de artesania de manualidade, onde tudo é executado com o apuro, a imperfeição e a organicidade que só as mãos produzem. O grupo traz o comprometimento com um fazer teatral sustentável, onde cenário e iluminação são desenvolvidos a partir da observação dos elementos plurais do descarte urbano, com uso de materiais recicláveis. Atividades Durante a temporada de Velhos caem do céu como canivetes em Brasília, a Pequena Companhia de Teatro vai oferecer algumas atividades. Segundo o diretor Marcelo Flecha, esta é uma oportunidade de aproximar o público da Companhia e compartilhar também a busca por um fazer teatral que une impacto social, cultural e ambiental. Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, das 15h às 18h, será realizada a oficina “Artesania Iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência”, voltada para iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais. Serão 30 vagas. Para se inscrever, basta acessar o site www.bb.com.br/cultura Já no sábado, dia 29 de novembro, logo após a apresentação do espetáculo, haverá um debate com o diretor Marcelo Flecha e com os atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy, com o tema "Desconstruindo Velhos caem do céu como canivetes". A atividade trará o processo de criação e adaptação da obra literária para os palcos dos teatros. Sessão com Acessibilidade, dia 15 de novembro Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van – de quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO: Título: VELHOS CAEM DO CÉU COMO CANIVETES Livremente inspirado no conto “Un señor muy viejo con unas alas enormes”, de Gabriel García Márquez. Ser Alado: JORGE CHOAIRY Ser Humano: CLÁUDIO MARCONCINE Dramaturgia e encenação: MARCELO FLECHA Iluminação, cenografia e figurinos: MARCELO FLECHA Trilha sonora: JORGE CHOAIRY e MARCELO FLECHA Operador de luz e som: MARCELO FLECHA Fotos divulgação: AYRTON VALLE Produção: KATIA LOPES Realização: PEQUENA COMPANHIA DE TEATRO Agenda das apresentações: Dias 20, 21, 22 e 23 de novembro de 2025 Dias 27, 28, 29 e 30 de novembro de 2025 SERVIÇO Velhos caem do céu como canivetes Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Local: CCBB Brasília - Galeria IV Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul Temporada: de 06 a 30 de novembro, sempre de quinta a domingo Horário: 19h Sessão com Libras: 15 de novembro Bate papo com o diretor Marcelo Flecha e com os atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy: 29 de novembro, logo após o espetáculo Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Classificação indicativa: 14 anos CCBB Brasília Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h E-mail: ccbbdf@bb.com.br Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site/ bb.com.br/cultura Facebook/ @ccbb.brasilia Instagram/ @ccbbbrasilia YouTube/ bancodobrasil TikTok/@ccbbcultura
- Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira lança série de shows do projeto Te Vejo no Palco
A partir do dia 16 de novembro, o projeto inédito Te Vejo no Palco , criado pelo Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira em parceria com o BTG Pactual , inicia a divulgação dos shows dos seis artistas selecionados. Os três primeiros serão Martte, Victor Xamã e Bruna Alimonda . As performances foram captadas com estrutura técnica completa, gerando materiais de excelência. Os registros audiovisuais serão lançados de forma gradual no canal do Prêmio no YouTube , acompanhados de materiais de bastidores, entrevistas e campanhas digitais nas redes sociais. O conteúdo também estará disponível para os próprios artistas usarem em suas plataformas de divulgação, reforçando o compromisso com a visibilidade e a democratização do acesso à música brasileira. A iniciativa nasceu com objetivo de dar visibilidade a talentos da música — desde nomes já consagrados até expoentes da nova cena —, através do registro audiovisual de apresentações ao vivo, com alta qualidade de som e imagem, sem custo para os artistas que foram selecionados a partir de critérios como originalidade e relevância artística. Lançado em abril de 2025, durante um evento no MASP, o Te Vejo no Palco recebeu mais de 600 inscrições de artistas de todas as regiões do Brasil. A ação, de fomento direto à classe artística, é oferecida pelo BTG Pactual: " Essa é mais uma iniciativa conectada ao nosso objetivo de contribuir para o fortalecimento da economia criativa. Esperamos que essa visibilidade ajude a levar esses nomes da música brasileira ainda mais longe ”, afirma o CMO do BTG Pactual, André Kliousoff. Para Giovanna Machline, presidente da premiação, o Te Vejo no Palco nasceu do desejo de dar aos artistas algo que muitas vezes falta: um registro bonito, profissional e generoso do próprio trabalho. “Filmar um show é mais do que registrar uma apresentação — é preservar uma história, criar memória, abrir caminhos. O projeto é uma criação do Prêmio da Música Brasileira em parceria com o BTG Pactual, que teve a sensibilidade e a visão de incentivar os artistas, investindo na força da música ao vivo. A ideia é que cada artista saia com um material de altíssima qualidade para divulgar, vender novos shows e alimentar o acervo do nosso canal de música. O Brasil é um país de palco, e é com muito orgulho que a gente segue criando espaço para que a música brasileira continue sendo vista, ouvida e lembrada.” , afirma. Primeiro artista a ser lançado pelo projeto, com milhões de plays nas plataformas digitais, Martte é um nome em ascensão na cena pop brasileira, apresentando uma mistura de afrobeat, funk, dancehall e brasilidades. Para o artista, realizar essa entrega foi um momento muito significativo e potente, e ser escolhido para apresentar seu universo autoral em uma plataforma tão importante como o Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira mostra que está no caminho. Martte diz que se tornou hoje a referência que ele não teve na infância. “ Foi emocionante e poderoso ver a quantidade de profissionais reunidos para realizar um projeto que nasceu em mim, em cada melodia e poesia. Ter um homem preto e LGBTQIAP+ movimentando toda essa cadeia de artistas e técnicos para contar sua história, seus amores, e não as mazelas de sua existência, é algo profundamente transformador. Essa gravação também veio como um presente necessário, pois eu e minha equipe precisávamos de um material de show robusto e completo para apresentar aos contratantes. Agora, temos esse registro histórico e tão impactante. Tenho certeza que este projeto me abrirá novas portas.”, afirma o artista. Em seguida será a vez de Vitor Xamã, o rapper e beatmaker de Manaus que completa 10 anos de carreira em 2025. O artista, também produtor musical, ganhou destaque na cena do hip hop nacional com suas rimas que celebram a cultura da região Norte do Brasil. Vitor acredita que o público vai se emocionar com o resultado final e está muito feliz por poder compartilhar sua história através da música. “Fico extremamente feliz por ter um registro em alta qualidade de um momento tão importante. Nesses dez anos de carreira, foram muitas lutas e realizações. Sinto-me abraçado pela equipe do Prêmio da Música Brasileira BTG Pactual. Desde o início, o projeto foi muito bem comunicado e organizado. Também estou muito bem acompanhado por musicistas, produção e uma equipe técnica maravilhosa que embarcaram comigo nessa missão de construir um show inédito e especial para esse registro. ”, diz o rapper. Fechando os lançamentos deste ano, a pernambucana radicada em São Paulo, Bruna Alimonda lançou em 2024 seu primeiro álbum solo, “Estado Febril”. Com sonoridade que atravessa o pop, a MPB e o brega romântico, Bruna dá voz a temas como amor, identidade e pertencimento. A produção audiovisual, resultado do Te Vejo no Palco, promete impulsionar ainda mais sua carreira e levar sua música a novos públicos. "Fazer parte dessa realização foi como acender uma fogueira no meio do caminho. Um gesto de fé na arte, que tantas vezes a gente precisa insistir e continuar insistindo. Sou uma mulher nordestina, LGBTQIAPN+, compositora e estar no projeto Te Vejo no Palco, dentro do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira, é ver essa teimosia virar celebração, é afirmar que nossos sons, nossos sotaques e nossas histórias merecem o centro da cena.", destaca a artista. Confira abaixo as datas de lançamento: “MARTTE - Amor é Arte” Data: 16 de novembro de 2025Local: Teatro Arthur Azevedo (SP)O artista Martte gravou o show Amor é Arte, a apresentação mescla afrobeat, funk e brasilidades com foco na representatividade LGBTQIAP+ Victor Xamã - “Deluxe Show 10 Anos” Data: 30 de novembro de 2025Local: Casa Rockambole (SP)O rapper e compositor amazonense celebra dez anos de carreira com uma formação inédita de banda e participações especiais, em um show que marca sua trajetória no rap e no neo soul brasileiro. Bruna Alimonda - “Estado Febril” Data: 14 de dezembro de 2025Local: Casa de Francisca (SP)A cantora pernambucana apresenta o repertório de seu álbum de estreia, Estado Febril, uma fusão de MPB, pop e brega romântico que une romantismo, dança e bom humor.












