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  • Segunda edição do projeto Entrelaços reforça cultura de solidariedade da Globalweb

    Com o propósito de transformar solidariedade em ação, a Globalweb realizou, em outubro, mais uma edição do projeto Entrelaços, sua comunidade de impacto social voltada a gerar conexão, cuidado e transformação. Criado em 2024 pela CEO Bruna Boner, o movimento nasceu com a missão de entrelaçar pessoas, histórias e recursos, estimulando a participação ativa dos colaboradores em iniciativas que geram impacto positivo na sociedade. Nesta segunda edição, intitulada “Entrelaços de Cuidado”, cerca de 20 colaboradores estiveram diretamente envolvidos na organização, montagem e entrega dos kits ao Instituto Viva Kardec, em uma ação marcada pela empatia e pela presença ativa dos voluntários. Graças ao engajamento da comunidade, a meta de arrecadação foi superada: foram arrecadados R$ 5.215,00, valor que possibilitou a montagem e entrega de mais de 200 kits de higiene básica, beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade social. Cada kit continha sabonete, creme dental, escova de dentes, shampoo, condicionador, absorventes, desodorante e toalha de rosto — itens essenciais que promovem dignidade e bem-estar. Atualmente, o grupo de voluntários do Entrelaços reúne cerca de 80 colaboradores em um canal ativo de mobilização interna, fortalecendo o senso de comunidade dentro da empresa. Entrelaçar é cuidar Para Karina Boner, diretora de Saúde Integrativa e Impacto Social da Globalweb, uma das líderes do movimento, o projeto é uma forma de resgatar o propósito humano que sempre esteve presente na história da companhia. Ela lembra que, desde a fundação da Globalweb, a empresa sempre acreditou que tecnologia é apenas uma parte da equação. O verdadeiro impacto acontece quando se consegue conectar inovação com propósito. “O projeto Entrelaços nasceu dessa crença, da vontade de resgatar o que nos torna humanos: o cuidado com o outro, o senso de comunidade, o pertencimento. Retomar e fortalecer essa iniciativa é, para mim, uma forma de honrar os valores que nos trouxeram até aqui”, afirma Karina. Segundo ela, o Entrelaços reflete com fidelidade os valores corporativos da Globalweb, como orgulho de pertencer, paixão pela entrega e resultado, integridade e ética. “Ver o Entrelaços crescer é como ver a cultura da Globalweb ultrapassar os limites da empresa e se tornar uma força de transformação social. Ele traduz em ações concretas aquilo que sempre defendemos: a união das pessoas em torno de algo maior, com impacto real”, completa. Karina também destaca o papel das empresas de tecnologia como agentes de transformar seu alcance e capacidade de inovação para promover inclusão, consciência e empatia. Não basta criar soluções digitais, é preciso criar pontes entre o progresso e o bem-estar coletivo. O verdadeiro impacto acontece quando conseguimos tocar vidas, abrir oportunidades e fortalecer comunidades.” Para ela, o que diferencia o Entrelaços de outras iniciativas corporativas é o seu formato colaborativo e humano. “Não é apenas um programa, é uma comunidade viva. Cada campanha nasce da colaboração, da escuta e do envolvimento genuíno. Temos cerca de 80 participantes ativos cocriando ações em um ambiente de confiança e leveza. É uma extensão do que sempre sonhamos para a Globalweb: uma empresa que transforma não só com tecnologia, mas com afeto.” Sobre o impacto do projeto na imagem da empresa, Karina explica que o Entrelaços mostra que a Globalweb é movida por um propósito que vai além dos negócios. “Em um mercado competitivo, onde inovação é regra, o que realmente diferencia uma empresa é sua capacidade de unir excelência técnica com sensibilidade social. Essa iniciativa inspira orgulho interno, fortalece nossa reputação e reafirma o nosso legado: o de que colocar as pessoas no centro é e sempre será o maior ato de pioneirismo.” Sobre a Globalweb A Globalweb é uma das maiores empresas de TI do Brasil, com mais de 4 mil colaboradores e três décadas de experiência. Oferece soluções inovadoras em tecnologia para grandes clientes em todo o país, com um portfólio que vai da manutenção de infraestrutura de TI ao desenvolvimento de software sob medida. A companhia é reconhecida por sua excelência técnica e foco na entrega de soluções robustas e personalizadas, garantindo a continuidade e o crescimento dos negócios de seus clientes.

  • Estufa Botequim aposta em petiscos e coquetelaria criativa

    O Estufa Botequim, na 103 Norte, segue mostrando por que é um dos endereços mais originais da cidade. A casa, que une a atmosfera descontraída de boteco à sofisticação da coquetelaria contemporânea, aposta em um cardápio que valoriza ingredientes regionais, sabores intensos e combinações surpreendentes. Entre os drinques clássicos, estão a Caipirinha (R$ 31), feita com cachaça, limão e calda de açúcar, e as Caipirinhas Especiais (R$ 35), com variações que exploram o Norte do país, como cupuaçu com priprioca, cajá com tucupi, tamarindo com pimenta habanero e cumaru com flor de sal. O cardápio ainda traz o refrescante Aperol Spritz (R$31) e o tradicional Rabo de Galo (R$31), preparado com cachaça, vermute rosso, Cynar e bitter. Na ala dos autorais, o destaque vai para o Piri-Piri Highball (R$35), que combina bourbon, ginger ale de melão e perfume de priprioca; o Geraldão Fitzgerald (R$33), com gin envelhecido em amburana, priprioca, limão-siciliano, calda de açúcar e angostura; e o Brasileira Daiquiri (R$31), que une rum, cupuaçu, limão, avelã e um toque de flor de sal. Para acompanhar os copos, o Estufa oferece um menu de petiscos inspirados em botecos clássicos, com releituras cheias de personalidade. Entre as opções, aparecem o bolinho de feijoada (R$28 – 3 unidades), o croquete de cupim com maionese de pimenta-de-cheiro (R$46 – 6 unidades), a tábua de carne de sol com macaxeira, cebola e queijo mussarela (R$ 68) e a moela com polenta (R$44). Outros destaques são a unha de caranguejo (R$33), a coxinha de caranguejo, o torresmo de barriga de porco com vinagrete (R$ 32), o salaminho artesanal (R$28) e o taco de porco com barbecue de açaí e tortilla de tapioca (R$ 36). Segundo o chef Leandro Nunes, a proposta é criar experiências que traduzam a alma do botequim com um toque contemporâneo. “Queremos que cada cliente sinta o sabor da brasilidade no prato e no copo. É um cardápio que conversa com o público de Brasília, mas tem um pé fincado nas raízes do país”, explica. A casa também oferece happy hour de terça a sábado, das 16h às 20h, com preços especiais em bebidas e petiscos. SERVIÇO  Estufa Botequim  Endereço: CLN 103 Bloco B Loja 2 - Asa Norte Horário de funcionamento: terça a quinta, das 16h às 23h; sexta e sábado, das 11h30 às 00h; domingo, das 11h30 das 20h Instagram: @estufabotequim

  • Longa brasileiro de terror "Enterre Seus Mortos" e homenagem a Vladimir Carvalho marcam a semana de 30 de outubro a 5 de novembro no Cine Brasília

    A CineSemana de 30 de outubro a 5 de novembro, no Cine Brasília, será marcada pela estreia de Enterre Seus Mortos , novo longa de Marco Dutra. Baseado no romance homônimo de Ana Paula Maia, lançado em 2018, o filme reúne um elenco de peso com Selton Mello, Marjorie Estiano, Danilo Grangheia e Betty Faria. Ambientado na pequena cidade de Abalurdes, o longa acompanha Edgar Wilson, interpretado por Selton Mello, responsável pela manutenção das rodovias locais e pelo recolhimento de animais mortos nas pistas. Ao seu lado estão Tomás, vivido Danilo Grangheia, um ex-padre excomungado que oferece extrema-unção a quem cruza seu caminho, e Nete, personagem de Marjorie Estiano, chefe e parceira de Edgar em uma relação marcada por desejo e silêncio. À medida que os dias passam e os sinais se acumulam, a comunidade começa a pressentir que algo devastador se aproxima, talvez o arrebatamento final. SELEÇÃO DE CURTAS Seguindo na linha de suspense, o curta-metragem Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo , de Guilherme Xavier Ribeiro, abre as sessões de Enterre Seus Mortos ao longo desta semana. A produção nos leva à periferia de uma cidade do interior profundo, onde Luquinha tenta recuperar sua égua enquanto vive em meio ao crime, ao conservadorismo e ao ruído constante que atravessa a paisagem cotidiana. Produzido em 2022, o curta mistura ação e suspense para construir um retrato inquietante do Brasil marginal. Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília , uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2024, e R$800 para as finalizadas até 2023. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas , onde também está disponível o edital completo.  RELANÇAMENTOS A semana traz também dois grandes clássicos que chegam à tela do Cine em versões restauradas em 4K, celebrando marcos importantes de suas trajetórias no cinema. De um lado, Tubarão , de Steven Spielberg, completa 50 anos e retorna em cópia remasterizada de alta definição. De outro, A Noiva Cadáver , animação dirigida por Tim Burton e Mike Johnson, celebra 20 anos de lançamento de sua fábula gótica sobre amor, vida e morte. Em Tubarão , lançado em 1975, Spielberg constrói tensão ao narrar a caçada a um gigantesco tubarão branco que aterroriza a pequena cidade litorânea de Amity. A obra, que inaugurou o conceito de blockbuster moderno, segue impressionando pela condução impecável do suspense e pelo impacto cultural que provocou, tanto no cinema quanto no imaginário popular. O filme tem sessões diárias, integrando a Sessão ao Meio-Dia desta quinta, 30. Já A Noiva Cadáver , lançamento mais recente, de 2005, reafirma a assinatura visual e poética de Tim Burton, ao acompanhar Victor, um jovem noivo que, ao ensaiar seus votos de casamento, desperta acidentalmente o espírito de uma noiva morta. Entre o mundo dos vivos e o dos mortos, o filme combina humor sombrio, estética artesanal em stop motion e uma trilha sonora marcante de Danny Elfman.  No sábado, 1º de novembro, às 10h, a animação será exibida na Sessão Atípica , destinada a pessoas autistas e neurodivergentes, com ingressos a R$10 (inteira) e R$5 (meia). Além disso, no domingo, às 16h, também integra a Sessão Família . OUTRAS ESTREIAS Além dos destaques acima, a programação conta com as estreias do drama The Mastermind , o suspense Depois da Caçada , e a animação Frankie e Os Monstros . Em The Mastermind , a diretora norte-americana Kelly Reichardt mergulha nos anos 1970 para narrar a trajetória de JB Mooney, um carpinteiro desempregado que decide se aventurar no roubo de obras de arte em meio às transformações sociais e políticas da época. Ambientado na Nova Inglaterra durante a Guerra do Vietnã e o nascimento do movimento feminista, o filme combina drama e tensão criminal para refletir sobre o espírito inquieto de uma geração. Já o novo longa de Luca Guadagnino, Depois da Caçada , traz Julia Roberts e Andrew Garfield em uma história de suspense e dilemas morais ambientada no meio acadêmico. A trama acompanha uma professora universitária que vê sua vida desmoronar quando um aluno famoso acusa um colega de conduta indevida, e um segredo do passado ameaça vir à tona.  Por fim, voltado ao público infantojuvenil, Frankie e Os Monstros é uma animação dirigida por Steve Hudson e Toby Genkel. A história acompanha Stitch Head, uma pequena e esquecida criação de um cientista excêntrico que vive isolado em um castelo sombrio. Ao longo da trama, o adorável e melancólico personagem descobre o valor da amizade e da aceitação em meio a um mundo de criaturas excêntricas e aventuras fantásticas. SESSÃO ACESSÍVEL O filme O Último Azul , de Gabriel Mascaro, retorna à tela do Cine neste sábado, 1º de novembro, às 14h, para a primeira Sessão Acessível do mês. Com Denise Weinberg e Rodrigo Santoro no elenco, a trama se passa em um Brasil quase distópico, onde, para maximizar a produtividade econômica, o governo determina que idosos sejam transferidos para colônias habitacionais distantes, onde devem “desfrutar” seus últimos anos de vida. Tereza, 77 anos, se recusa a aceitar o exílio compulsório e decide embarcar em uma jornada pela Amazônia para realizar seu último desejo. Gratuita e voltada para pessoas com deficiência, a Sessão Acessível conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela, além de audiodescrição no sistema de som da sala.  HOMENAGEM A VLADIMIR CARVALHO O Cine Brasília será palco de uma grande celebração ao legado de Vladimir Carvalho, um dos mais importantes documentaristas do país e símbolo da cultura brasiliense. Um ano após sua morte, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e o Coletivo Editorial Maria Cobogó promovem uma noite em sua homenagem, com a exibição gratuita do curta Vladimir Carvalho - Cinema e Memória , produzido pelo Sesc-DF em parceria com a jornalista Marcia Zarur, na quarta, 5 de novembro, às 19h.  O filme, que traz a última entrevista concedida em outubro de 2023 pelo cineasta, será exibido na sala que leva o seu nome. A programação inclui também o relançamento do livro Vladimir Carvalho, da coleção Mestres Cobogós, reforçando o reconhecimento ao artista que ajudou a construir o olhar cinematográfico sobre Brasília e o Brasil. MOSTRA DE CINEMA NEGRO ADÉLIA SAMPAIO No dia 3, a partir das 18h, o Cine Brasília recebe a cerimônia oficial de abertura da VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio , que reune nomes de destaque do audiovisual e da cultura negra em uma mesa composta por Rozana Naves, Edileuza Penha de Souza, Adélia Sampaio, Tito Abayomi de Souza Leitão e Marcus Vinícius Mesquita. O evento gratuito celebra os 80 anos de Adélia Sampaio, pioneira do cinema brasileiro, e marca o início de uma semana de exibições, debates e homenagens dedicadas ao tema “Memória”. Na sequência, às 20h, será exibido o filme de abertura Virgínia e Adelaide , dirigido por Yasmin Thayná e Jorge Furtado. O longa narra o encontro entre Virgínia Leone Bicudo, mulher negra e primeira psicanalista brasileira, e Adelaide Koch, médica judia alemã que fugiu da perseguição nazista. A produção, que conta com Legendas para Surdos e Ensurdecidos, audiodescrição e janela de Libras, propõe um mergulho sensível em uma parceria intelectual e afetiva que desafiou preconceitos e ajudou a instituir a psicanálise no Brasil.  VAMOS FALAR SOBRE ÁGUA Na terça, 4, às 19h, o Cine hospeda o Festival de Filmes Vamos Falar Sobre Água (Let’s Talk About Water Film Festival), parte da 6ª Conferência Internacional da Rede Global de Museus da Água. A sessão gratuita reúne uma programação dedicada à reflexão sobre os recursos hídricos e o futuro do planeta, com a exibição de vídeos da Caesb, a cerimônia de premiação do Prêmio de Cinema Water Film, que apresenta nove curtas finalistas, e o clássico Amazonas, o Maior Rio do Mundo , de 1918, de Silvino Santos, considerado um marco do cinema documental brasileiro. Mais informações sobre o festival e a programação em letstalksaboutwater.org .  CINEMA ACESSÍVEL KIDS O Cine recebe, na quarta-feira, 5 , às 10h, o Festival de Cinema Acessível Kids a Serviço da Inclusão Educacional , com a exibição gratuita do sucesso da Disney Frozen - Uma Aventura Congelante . A iniciativa propõe uma experiência cinematográfica inclusiva, garantindo o acesso de crianças com e sem deficiência por meio de recursos como audiodescrição, Libras e legendagem descritiva. Criado em 2015 pelo empreendedor e musicista Sidnei Schames (Sid) e idealizado na versão infantil por seu filho David Schames, o festival já percorreu 41 cidades brasileiras, alcançando mais de 24 mil pessoas entre estudantes, professores e famílias.  EM BREVE Nas próximas semanas, a programação contará com a chegada do relançamentos de De Volta para o Futuro (40º aniversário) e O Agente Secreto . Aguarde para assistir a esse filme no Cine Brasília.  INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), com exceção das segundas e terças-feiras, e na Sessão Atípica, quando os valores são de R$10 e R$5. O Festival de Curtas CEM, A Sessão Acessível, a Mostra de Cinema Negro Adélia Sampaio, o Festival Vamos Falar Sobre Água, a Mostra Cinema Acessível Kids e a Homenagem a Vladimir Carvalho são gratuitas.  Os filmes Frankie e Os Monstros, The Mastermind, Virgínia e Adelaide possui recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MLoad ; e o longa Depois da Caçada no MovieReading . Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE . O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade - CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno, Sessão Família e Sessão ao Meio-Dia. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade . SERVIÇO - CINE BRASÍLIAEndereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400. Informações pelo WhatsApp: 61 99943-9817 (seg a sex - das 14h às 18h) ou contato@cinebrasilia.com   Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link : ingresso.com/cinema/cine-brasilia   Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial PROGRAMAÇÃO 30 DE OUTUBRO A 05 DE NOVEMBRO   QUINTA-FEIRA, 30/10 10h00 — Frankie e Os Monstros 12h00 — Sessão ao Meio-Dia - Tubarão 14h20 — A Noiva Cadáver 16h00 — Enterre Seus Mortos 18h30 — VII Festival de Curtas do CEM 02 de Brazlândia   SEXTA-FEIRA, 31/10 14h00 — A Noiva Cadáver 15h50 — Depois da Caçada  18h30 — Tubarão 20h50 — Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo (curta-metragem) + Enterre Seus Mortos   SÁBADO, 01/11 11h00 — Sessão Atípica - A Noiva Cadáver 14h00 — Sessão Acessível - O Último Azul 16h00 — Tubarão 18h20 — The Mastermind 20h30 — Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo (curta-metragem) + Enterre Seus Mortos   DOMINGO, 02/11 11h00 — Frankie e Os Monstros 14h00 — Tubarão 16h20 — Sessão Família - A Noiva Cadáver 18h00 —Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo (curta-metragem) + Enterre Seus Mortos 20h40 — Depois da Calçada   SEGUNDA-FEIRA, 03/11 14h00 — A Niva Cadáver 15h35 — Enterre Seus Mortos 20h00 — VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio - Virgínia e Adelaide 22h30 — Tubarão   TERÇA-FEIRA, 04/11 14h00 — A Noiva Cadáver 16h00 — Tubarão 19h00 — Festival de Filmes Vamos Falar Sobre Águas   QUARTA-FEIRA, 05/11 10h00 — Festival de Cinema Acessível Kids - Frozen: Uma Aventura Congelante 14h30 — Tubarão 17h00 — A Noiva Cadáver 19h00 — Homenagem a Vladimir Carvalho - Vladimir Carvalho: Cinema e Memória

  • Porto Alegre recebe 13º FRAPA na próxima segunda (3/11)

    Considerado o maior do gênero da América Latina, o Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA) começa sua 13ª edição na segunda, dia 3 de novembro. Durante cinco dias, Porto Alegre volta a ser a capital do roteiro com a presença de centenas de profissionais de todo o país e convidados internacionais. A programação vai até sexta (7), na Casa de Cultura Mario Quintana e no Auditório Barbosa Lessa, do Espaço Força e Luz. O evento reúne dezenas de atividades para profissionais do audiovisual e público geral. A lista completa de atividades está disponível em frapa.art.br/programacao . O FRAPA começa seu primeiro dia com três oficinas gratuitas, no Auditório Barbosa Lessa do Espaço Força e Luz (Rua dos Andradas, 1223), sujeitas à lotação da sala. São elas: "Introdução ao Roteiro", das 9h30min às 12h, "Representatividade no Roteiro", das 13h15min às 15h45min, e "Do Plano ao Complexo: Personagens de Papel, de Carne e de Osso", das 16h às 18h30min. Também aberto ao público, o longa de abertura "O Agente Secreto", de Kleber Mendonça Filho, será exibido simultaneamente na Cinemateca Paulo Amorim, às 18h30min, e Cinemateca Capitólio, às 19h, seguida de debate com o diretor ao fim da primeira. Os ingressos poderão ser retirados 30 minutos antes na Capitólio e uma hora de antecedência na Paulo Amorim. “É muito emocionante ver o FRAPA como um evento maduro e consolidado no calendário da indústria audiovisual brasileira", comemora Leo Garcia, diretor-geral do festival. "Fico feliz em saber que criamos uma atmosfera de acolhimento, que valoriza não só as atividades diurnas, mas também as noturnas, para integração dos participantes. O FRAPA se tornou um local onde se faz negócios, mas também se faz amigos”, complementa. Destaques no circuito de festivais, os outros quatro títulos da Mostra de Longas são "Uma em Mil", roteirizado pelos irmãos Jonatas e Tiago Rubert, na terça; "A Natureza das Coisas Invisíveis", roteiro de Rafaela Camelo, na quarta; "Cais", escrito por Safira Moreira, na quinta; e "Nó", roteiro de Laís Melo e Saravy, na sexta. Todas as exibições acontecem às 19h, sempre seguidas de debates com roteiristas, acompanhados de intérpretes de libras. Já a Mostra Competitiva de Curtas traz 14 produções nacionais em três programas de terça a quinta, às 17h30min. As mostras do FRAPA são gratuitas e têm recursos de acessibilidade disponíveis através do aplicativo MovieReading. Para os credenciados do FRAPA, serão apresentadas oito masterclasses, nove estudos de caso, dez workshops, 12 mesas de debate e outras atividades como a Rodada de Negócios, pitchings, confraternizações e lançamentos de livros. Em coprodução com o Projeto Paradiso, também acontece a 7ª edição do FRAPA[LAB], o tradicional laboratório de roteiros do FRAPA. Seus cinco finalistas participam do Concurso de Roteiros nas categorias Longa-Metragem e Piloto de Série. Entre os destaques do ano está o estudo de caso da minissérie "Pssica", com Braulio Mantovani na terça (4), às 17h. O workshop Como Abordar a Emergência Climática em Narrativas Ficcionais Não Distópicas traz a roteirista estadunidense Carmiel Banasky (Good Energy) na quarta (5), às 10h30min. Outro ponto alto serão o estudo de caso da série "Pablo & Luisão", com Bia Braune, Caito Mainier, Maurício Rizzo e Paulo Vieira, às 10h, e a masterclass "Processos de Adaptação e Escrita em Dupla" com os roteiristas de "Ainda Estou Aqui", Heitor Lorega e Murilo Hauser, às 16h30min, ambos na quinta (6). O FRAPA 2025 é uma realização da Coelho Voador e Epifania Filmes, com financiamento da Lei Paulo Gustavo, Instituto Estadual de Cinema (Iecine), Pró-Cultura RS, Secretaria de Estado da Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal. O festival conta com direção-geral de e produção executiva de Mariana Mêmis Müller. Serviço XIII Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre (FRAPA) Quando: de 3 a 7 de novembro de 2025 Programação completa: frapa.art.br/programacao Sobre o FRAPA O FRAPA - Festival de Roteiro Audiovisual de Porto Alegre é o principal ponto de encontro e porto seguro de centenas de roteiristas de todas as regiões do Brasil. Inspirado em festivais do gênero consagrados no exterior, o FRAPA acontece anualmente de maneira ininterrupta desde 2013. Além de apostar na qualificação profissional de roteiristas e dar visibilidade a projetos, o FRAPA é uma rara oportunidade para que criadores se aproximem de canais, produtoras e distribuidoras. A atração já trouxe à capital gaúcha nomes como James V. Hart ("Drácula de Bram Stoker"), Fernando Castets (“O Filho da Noiva”), Inés Bortagaray (“A Vida Invisível”), Renata Martins ("Histórias Impossíveis"), Eduardo Melo e Mariana Bardan ("Cangaço Novo"), Lucas Paraizo ("Os Outros"), Marjorie Estiano ("Sob Pressão"), Hélio de la Peña ("Casseta & Planeta") e Pablo Stoll ("Whisky"), entre outros. Conspiração, Amazon, NBCUniversal, Netflix, O2 Filmes e Vitrine Filmes foram alguns dos players que já participaram do FRAPA.

  • Next Impact abre inscrições para acelerar startups de impacto socioambiental no Distrito Federal

    As catástrofes socioambientais que afetam o planeta deixam claro: é urgente desenvolver soluções inovadoras que respondam aos desafios climáticos e sociais do nosso tempo. Com esse propósito, a Fenasbac (Federação Nacional de Associações dos Servidores do Banco Central) abre inscrições para o Next Impact, uma edição especial do programa de aceleração Next, em parceria com a Coalizão pelo Impacto Brasília. A iniciativa busca impulsionar startups e negócios de impacto socioambiental do Distrito Federal e região, preparando-os para alcançar a bancabilidade, ou seja, condições sólidas para acessar investimentos e financiamentos que ampliem seu impacto positivo. Durante cinco meses de aceleração, as startups selecionadas participarão de mentorias, capacitações e conexões estratégicas com investidores e especialistas. O foco é aprimorar suas soluções em sustentabilidade, impacto ambiental e social, regulação e escalabilidade, tornando-as aptas a captarem investimentos.  “Mais do que desenvolver tecnologia, o Next Impact DF quer ajudar empreendedores a estruturarem negócios sustentáveis, capazes de dialogar com o mercado financeiro e gerar evidências concretas de impacto”, destaca a equipe organizadora da edição. O programa é gratuito, e podem participar startups legalmente estabelecidas no Brasil, com preferência para aquelas que atuam ou têm potencial de atuação na RIDE-DF (Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno). As inscrições devem ser realizadas pelo site https://impact.fenasbac.io até 9/11/2025. O Next Impact DF terá início em janeiro de 2026 e encerramento previsto para maio de 2026. As startups finalistas apresentarão suas soluções no NEXT Day, evento de encerramento marcado para setembro de 2026. Com a união entre inovação financeira e impacto ambiental, o programa pretende fortalecer a nova geração de empreendedores que acreditam em um futuro sustentável e economicamente viável. Serviço: Programa: Next Impact DF  Público-alvo: startups de impacto socioambiental com atuação ou potencial de atuação na RIDE-DF Inscrições: https://impact.fenasbac.io

  • Projeto Aceleratech leva capacitação tecnológica e inclusão digital a Santa Maria e Recanto das Emas

    A inclusão digital acaba de ganhar reforço no Distrito Federal. O Projeto Aceleratech chega às regiões administrativas de Santa Maria e Recanto das Emas com o objetivo de promover capacitação tecnológica, estimular o empreendedorismo e ampliar o acesso à educação digital em comunidades com altos índices de vulnerabilidade social. A ação é fruto de uma parceria entre o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-DF), e o Instituto Bem Viver DF. Ao todo, 640 pessoas serão beneficiadas: 240 na modalidade presencial e 400 na modalidade online. Serão oferecidos três cursos com duração de duas semanas cada, totalizando cerca de dois meses e meio de formação em cada localidade. As capacitações incluem: - Informática Básica e Intermediária para o Mercado de Trabalho - Design Gráfico - Editor Mobile (voltado ao uso de aplicativos móveis) O conteúdo foi desenvolvido para contemplar desde iniciantes até quem busca aprimorar habilidades para atuar de forma mais competitiva no mercado de trabalho. Uma das novidades é a reserva de 10% das vagas para pessoas idosas, promovendo também a inclusão etária. Se essas vagas não forem preenchidas, elas serão abertas ao público geral. A primeira etapa do projeto acontece em Santa Maria, entre 3 de novembro e 1º de dezembro, no Centro Empresarial de Santa Maria, localizado na CL 116 Lote K, Santa Maria Norte (ao lado da Panificadora Raiz do Trigo). Em seguida, o Aceleratech segue para o Recanto das Emas, onde será realizado entre 2 de dezembro e 2 de janeiro. Para a presidente do Instituto Bem Viver DF, Samara da Silva, o projeto Aceleratech é uma ferramenta essencial para ampliar a cidadania digital nas periferias. “Nosso propósito é transformar realidades por meio do conhecimento. Sabemos que o domínio das ferramentas tecnológicas é essencial para qualquer profissão hoje, e queremos que mais pessoas, especialmente das comunidades periféricas, tenham a oportunidade de se capacitar, empreender e conquistar autonomia econômica”, afirmou. A metodologia dos cursos prioriza atividades práticas e acessíveis, com foco na aplicabilidade dos conteúdos. O projeto se alinha às políticas públicas de formação profissional, inovação e geração de renda, reforçando o papel da tecnologia como vetor de transformação social e desenvolvimento local. Serviço Projeto Aceleratech Data: Santa Maria - entre 3 de novembro e 1º de dezembro; Recanto das Emas - 2 de dezembro e 2 de janeiro. Local em Santa Maria: Centro Empresarial de Santa Maria, localizado na CL 116 Lote K. Inscrições pelo WhatsApp: (61) 98200-0429 Realização: Instituto Bem Viver DF Apoio: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-DF)

  • Ícone da gravura no DF em mostra no Sesc Niterói

    O Sesc Niterói traz em primeira mão uma mostra da produção de artistas contemporâneas brasileiras em atividade que trabalham com abstração na gravura. A iniciativa faz parte da pesquisa da curadora Ana Carla Soler, que há cinco anos vem se dedicando ao tema. A mostra “Órbitas Abstratas” apresenta trabalhos representativos de Adriana Moreno, Ana Takenaka, Elaine Arruda, Helena Lopes , Kika Levy, Laila Terra e Renata Basile. Realizada por meio do Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar, a mostra abre no dia 1º de novembro de 2025, das 14h às 17h30, e vai até 8 de fevereiro de 2026, com entrada franca.  “Órbitas Abstratas” reúne obras de artistas de diferentes regiões, idades, estágios de carreira e que atuam com técnicas diversas dentro da gravura. Estão lá trabalhos de Helena Lopes , de 84 anos de idade, que vive em Brasília, junto com gravuras de artistas jovens, como Ana Takenaka, de 30; e Adriana Moreno, de 36. Artistas como Elaine Arruda, professora de gravura da Universidade de Belém do Pará, e Renata Basile, com uma trajetória consistente na área, mostram produções diversas e experimentais. “Temos contrastes regionais, geracionais, de fase de carreira, de técnicas, tanto gravura experimental, como gravura tradicional e de experimentação. Há artistas das regiões Norte, Centro-Oeste, Sul e Sudeste. De Brasília, Belém do Pará e do eixo Rio-São Paulo”, conta a curadora. Helena Lopes nasceu em São Paulo e foi para Brasília na década de 70, onde vive até hoje. Formada pela Universidade de Brasília, a artista é um dos nomes mais fortes da gravura no país, responsável também por um dos ateliês de arte mais renomados do Brasil. O Atelier Helena Lopes é conhecido como um ponto de encontro de artistas da capital federal, onde possuem suas oficinas criativas e desenvolvem suas pesquisas. No local, Helena Lopes organizou o projeto de Desenvolvimento Poético para Artistas Visuais, uma experiência de troca de conhecimento, onde são propostas investigações sobre como transformar em poética o que nos atravessa, o que nos move a fazer arte, a apreciar arte, a escolher entre ser arrastado pelo bombardeio de informações que nos atinge em tempo integral ou buscar a contemplação e reflexão proporcionadas pela arte. Além de Helena Lopes, a mostra apresenta um rol importante de artistas que atuam na abstração contemporânea a partir de uma linguagem comum: a gravura. Segundo a curadora, a exposição teve como inspiração o livro “Abstracionismo - Geométrico e Informal”, de Anna Bella Geiger e Fernando Cocchiarale (Sesc Tijuca, 1987). Essa exposição é a segunda, de um projeto da curadora de apresentação e mapeamento de gravuristas brasileiras contemporâneas. A primeira fez um recorte de artistas que investigam a gravura por meio da figuração. Intitulada “Gravadas no Corpo”, a mostra reuniu 44 artistas das artes gráficas e aconteceu em São Paulo, no Bananal Arte e Cultura; e no Rio de Janeiro, no Instituto Inclusartiz. Agora, no SESC Niterói, o projeto apresenta um estudo da abstração entre a forma e a mancha. “Nesse recorte contemporâneo, a abstração se revela como uma vertente de pesquisa do artista. Quando falamos de manchas nesse conjunto de obras, devemos pensar em tudo aquilo que na matriz da gravura encontra seus contornos de forma livre, pelo gesto ou pela técnica. Já ao tratar da forma, nessas obras, há um pré-pensamento do artista de delimitar margens, que ora se elaboram na geometria, ora de modos orgânicos”.  O SESC tem um papel importante, especialmente no Rio de Janeiro, de fomentar um dos mais respeitados ateliês de gravura no país, como é o caso do tradicional Sesc Tijuca. Essa exposição surge como mais uma iniciativa do Sesc no sentido de mapear e construir um acervo com as mais importantes gravadoras do Brasil. O acervo do Sesc reúne um número relevante de obras abstratas.   HELENA LOPES Nasceu em São Paulo - SP, em 1941. Em 1973, foi para Brasília, onde trabalha e reside. Em 1984, graduou-se em artes pela Universidade de Brasília. Foi bolsista de aperfeiçoamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, na pesquisa “Cerrado: fonte geradora de imagens em gravura em metal”, de 1986 a 1990, com orientação da professora Cathleen Sidki. Entre 1990 e 2015, respondeu pelo Atelier Revisão da Gravura, escritório dedicado à divulgação e comercialização da gravura, participando de feiras e organizando eventos coletivos com artistas de todo país.  Em 2015, encerrou as atividades do Atelier Revisão da Gravura. Passou a dedicar-se à produção autoral e à pesquisa de suportes, materiais naturais, pigmentos à base de terra e sementes do cerrado. Incorporou em seu trabalho a fotografia de calçadas e do chão por onde caminhava, que se ampliou para a pesquisa digital. As provocações da tecnologia e da arte contemporânea levaram a artista a se reposicionar esteticamente. Em 2020, reabriu o espaço ao público de artistas e outras pessoas interessadas em arte, que passou a se denominar Atelier Helena Lopes, onde organizou o projeto de Desenvolvimento Poético para artistas Visuais. Trata-se de uma experiência de troca de conhecimentos, onde são propostas investigações sobre como transformar em poética o que nos atravessa, o que nos move a fazer arte, a apreciar arte, a escolher entre ser arrastado pelo bombardeio de informações que nos atinge em tempo integral ou buscar a contemplação e reflexão proporcionadas pela arte.   SERVIÇO Exposição de arte contemporânea Título: Órbitas Abstratas Curadoria: Ana Carla Soler Artistas: Adriana Moreno, Ana Takenaka, Elaine Arruda, Helena Lopes, Kika Levy, Laila Terra e Renata Basile Local: Sesc Niterói Abertura: 1º/11/25 (sábado), das 14h às 17h30Período expositivo: 1º/11/25 a 08/02/26Endereço: R. Padre Anchieta, 56 - São Domingos - Niterói - RJ, CEP 24210-050

  • Valéria Pena-Costa será curadora da próxima exposição de Isadora Maia

    Consagrada artista visual brasileira, Valéria Pena-Costa irá assinar a curadoria da próxima exposição da brasiliense Isadora Maia. Agendada para acontecer em novembro, a mostra irá reunir tecidos autorais e uma série de telas, com toda a criação inspirada na Ilha da Madeira. Em fevereiro, Isadora Maia fez uma imersão em Portugal, em busca de novas referências para sua pesquisa. Percorreu o Funchal e as cidades ao redor, no Arquipélago da Madeira, para conhecer as manifestações culturais da região, especialmente o artesanato, as uvas autóctones, o vinho e as mundialmente conceituadas Rendas da Madeira. A influência dessa viagem irá transpirar nas cores e formas que serão apresentadas na exposição, marcada para acontecer na Hill House – celeiro de arte e design genuinamente brasileiros, e que lança e endossa o trabalho de jovens artistas de Brasília. Será a primeira vez que Isadora Maia participará de uma mostra no espaço, com o respaldo e a expografia lideradas por Valéria Pena-Costa. Enquanto Pena-Costa pauta sua trajetória criativa no Tempo, Isadora Maia imerge em suas raízes hereditárias, com enfoque especial na ancestralidade indígena e africana. Seu trabalho destaca-se por uma experimentação multidisciplinar, da pintura à moda, da fotografia às performances e instalações.

  • Do deserto à cena: roupas descartadas ganham nova vida no espetáculo FIM, em cartaz no CCBB Brasília

    No deserto do Atacama, no Chile, um mar de roupas descartadas cobre a paisagem — mais de 39 mil toneladas de peças abandonadas todos os anos, vindas da indústria da moda global. Esse cenário de colapso ambiental e consumo desenfreado inspira uma das cenas mais potentes de FIM , espetáculo de dança-teatro em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até 2 de novembro. Idealizado por Juana Rondon e Bárbara Campos, o trabalho reflete sobre o esgotamento do planeta, do corpo e das relações humanas, em diálogo com o livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo , de Ailton Krenak.   Em cena, o descarte vira manifesto: os figurinos são compostos por roupas usadas, reconstruídas por meio da técnica de upcycling , que transforma resíduos têxteis em novas criações. A estética da peça sugere que a sustentabilidade também pode ser gesto artístico e ético. Parte do repertório do Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH, FIM propõe uma experiência sensorial que convida o público a repensar consumo, tempo e convivência dentro e fora do palco. Em quatro cenas — quatro fins —, o espetáculo atravessa o cotidiano e suas repetições, o lixo que se acumula, a ansiedade que consome e o isolamento que separa. O corpo em cena torna-se veículo de resistência e reinvenção, convidando o público a refletir sobre o que permanece e o que precisa mudar para que novos começos sejam possíveis. As sessões de sábado contam com interpretação em Libras e a equipe realizará um debate no final da apresentação do dia 1º de novembro. Os ingressos, para as apresentações, o debate e a oficina, poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria. OFICINAS AMPLIAM O DIÁLOGO COM O PÚBLICO Como parte da programação paralela, o público poderá participar de duas oficinas gratuitas, que ampliam as discussões propostas em cena. No dia 25 de outubro, primeiro sábado da temporada no CCBB Brasília, às 14h30, será realizada uma Introdução à Cultura Ballroom , conduzida pela OA Princess Ciel Onijá, que apresentará fundamentos dessa expressão performática e política. Já no dia 1º de novembro, também no sábado, às 14h30, Juana Rondon e Bárbara Campos comandam a oficina A Cena: Oralidade em Movimento , que propõe um mergulho nas relações entre corpo, voz e presença. Ambas as atividades contarão com intérprete de Libras. NÚCLEO DE PESQUISA DA CENA – KOH: ARTE, CORPO E TEMPO O espetáculo FIM é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH , fundado por Juana Rondon em 2017. O grupo atua na intersecção entre dança, teatro e tecnologia, explorando as relações entre corpo, sociedade e temporalidade. Ao longo dos anos, o KOH consolidou-se como um espaço de criação e investigação artística voltado a provocar experiências sensoriais e reflexivas sobre o mundo contemporâneo. Em FIM , a pesquisa estética e filosófica do núcleo se manifesta em cada gesto: o figurino combina elementos naturais e resíduos têxteis em um exercício de upcycling, a cenografia é mutante e a trilha sonora reúne artistas de diferentes linguagens, reforçando o caráter coletivo e experimental do projeto. Informações: @nucleodepesquisadacena FICHA TÉCNICA Idealização: Bárbara Campos e Juana Rondon Direção e Dramaturgia: Juana Rondon Elenco: André Araújo, Bárbara Campos, Laura Rondon, Mylena Edna, Romulo Santos Coordenação de Produção: Kalebe Lizan Assistente de Produção: Ciellen Selene Figurino: Letícia Peregrino Cenografia: Juana Rondon Iluminação: Tauana Barros Operador de Som: Vinícius Rocha Trilha sonora: Raíssa Matos (Cena 1), Quizzik (Cena 2), Vinícius Rocha (Cena 3) e Paulo Lessa (Cena 4 – solo Bárbara Campos) Fotografia: Diego Bressani Design Gráfico: Carol Senna Coordenação Administrativa: Daniel Rondon Oficineiras: Bárbara Campos, Ciellen Selene, Juana Rondon e Romulo Santos Intérprete de Libras: Maleta Cultural Assessoria de Imprensa: Baú Comunicação Integrada Social Media: Vanessa Raquel Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. Espetáculo FIM Período: 24, 25, 26, 31/10, 01 e 02/11 Horários: Sexta, sábado e domingo, às 19h Local : Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço : Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 - Brasília - DF Ingressos gratuitos : Disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Funcionamento : Aberto todos os dias, das 9h às 21h, exceto às segunda-feiras Classificação indicativa: Não recomendado para menores de 10 anos Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br

  • Atelier de Composição Lírica do Theatro São Pedro tem inscrições gratuitas até 03 de novembro

    Até o dia 03 de novembro estão disponíveis as inscrições para o Atelier de Composição Lírica do Theatro São Pedro , equipamento cultural da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Santa Marcelina Cultura. Focado em fomentar a composição de obras operísticas inéditas, o programa de formação conta com professores que são referências no gênero. Além disso, as obras são, posteriormente, apresentadas na Temporada Lírica do Theatro São Pedro.  Durante o programa, são ofertadas atividades teóricas coletivas, coaching com especialistas, workshops com músicos da Orquestra do Theatro São Pedro e cantores profissionais, ensaios de leitura com a Orquestra, encontros para a discussão e orientação sobre as obras e a preparação e apresentação pública do repertório desenvolvido pelos participantes do Atelier. E cada contemplado(a) recebe uma bolsa estímulo no valor total de R$ 7.200, com pagamentos em seis parcelas entre os meses de março e agosto de 2026.    O edital prevê três vagas para compositores(as) e três para libretistas, com até 35 anos (nascidos a partir de 1º de janeiro de 1990), e garante a reserva de pelo menos uma vaga para mulheres em cada categoria, reforçando o compromisso do Theatro São Pedro com a equidade de gênero na criação artística. Inscrições e mais informações disponíveis no site do Theatro São Pedro.    CRONOGRAMA     17/09/2025 a 03/11/2025 (até às 23h59) – horário de Brasília: Período de Inscrições no site do Theatro São Pedro ( theatrosaopedro.org.br );   07/11/2025 : Publicação da lista de candidatos(as) inscritos(as) no site do Theatro São Pedro (inscrições válidas);     02/12/2025 : Divulgação da lista de candidatos(as) classificados(as). Os(as) candidatos(as) classificados(as) como aprovados(as) serão convocados(as) de imediato e os(as) classificados(as) como suplentes, integrarão uma lista de espera;     08 a 10/12/2025 : Período de convocação para matrícula e assinatura de documentos para os(as) candidatos(as) classificados(as) como aprovados(as) e convocados(as);     16/03/2026: Início das atividades do projeto Atelier de Composição Lírica do Theatro São Pedro – Santa Marcelina Cultura em 2026.    THEATRO SÃO PEDRO   Com mais de 100 anos, o Theatro São Pedro, instituição do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, gerido pela Santa Marcelina Cultura, tem uma das histórias mais ricas e surpreendentes da música nacional. Inaugurado em uma época de florescimento cultural, o teatro se insere tanto na tradição dos teatros de ópera criados na virada do século XIX para o XX quanto na proliferação de casas de espetáculo por bairros de São Paulo. Ele é o único remanescente dessa época em que a cultura estava espalhada pelas ruas da cidade, promovendo concertos, galas, vesperais, óperas e operetas. Nesses mais de 100 anos, o Theatro São Pedro passou por diversas fases e reinvenções. Já foi cinema, teatro, e, sem corpos estáveis, recebia companhias itinerantes que montavam óperas e operetas. Entre idas e vindas, o teatro foi palco de resistência política e cultural, e recebeu grandes nomes da nossa música, como Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Caio Pagano e Gilberto Tinetti, além de ter abrigado concertos da Osesp. Após passar por uma restauração, foi reaberto em 1998 com a montagem de La Cenerentola , de Gioacchino Rossini. Gradativamente, a ópera passou a ocupar lugar de destaque na programação do São Pedro, e em 2010, com a criação da Orquestra do Theatro São Pedro, essa vocação foi reafirmada. Ao longo dos anos, suas temporadas líricas apostaram na diversidade, com títulos conhecidos do repertório tradicional, obras pouco executadas, além de óperas de compositores brasileiros, tornando o Theatro São Pedro uma referência na cena lírica do país.     SANTA MARCELINA CULTURA   Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019 e 2020, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas. Criada em 2008, é responsável pela gestão do GURI e da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim). O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade. Desde maio de 2017, a Santa Marcelina Cultura também gere o Theatro São Pedro, desenvolvendo um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores, instrumentistas, libretistas e compositores para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro. Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Guri, da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na Apple Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.

  • VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio apresenta curadoria desta edição

    Com o tema “Memória”, a VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio acontece de 01 a 08 de novembro, celebrando os 80 anos de Adelia Sampaio, pioneira do cinema brasileiro e diretora do primeiro longa lésbico da América Latina, lançado em 1984. Idealizada por Edileuza Penha de Souza, a Mostra reforça seu compromisso em valorizar o cinema negro no feminino, transformando-se em um espaço de resistência, preservação de histórias e transmissão de saberes entre gerações. A curadoria desta edição reúne nomes de referência no audiovisual, na educação e na cultura: Edileuza Penha de Souza — Professora, realizadora e pesquisadora. Pós-doutora em Comunicação e doutora em Educação pela UnB, com estágio na EICTV/Cuba. Organizadora de diversos livros como a coleção Cinema, Negritude e Educação (vols. I, II, III), Cinema Negro no Feminino: Afeto e Pertencimento Além das Telas e Cinemas, Educação e Diversidade. Dirigiu os premiados filmes Filhas de Lavadeiras (2019), Vão das Almas (2023) e o mais recente: Vozes e Vãos (2025). Como curadora desta edição, Edileuza reafirma o lugar da Mostra como espaço de escuta, projeção e fortalecimento das vozes femininas negras no cinema. Gisela Pérez — Colombiana, gestora cultural com experiência em indústrias culturais, criativas, artes e patrimônio. Formada em universidades da Espanha e dos EUA, recebeu em 2018 o prêmio Maria Filippa. Foi júri e palestrante em festivais no Brasil e na Argentina. Atua em ações afirmativas e estratégias de inclusão, equidade e diversidade. Atualmente é Coordenadora Institucional do Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias – FICCI. Na curadoria da Mostra, Gisela contribui com um olhar transnacional e interseccional, reforçando pontes entre territórios e fortalecendo práticas de equidade no campo audiovisual.  Renata Diniz — Escreveu e dirigiu os curtas O Véu de Amani (Kikito de melhor roteiro em Gramado) e Requília (melhor roteiro e direção no Festival de Brasília). Finalista do Prêmio ABRA, integra a Rede Paradiso de Talentos. Roteirista das séries Franjinha e Milena em busca da ciência e Vamos Brincar (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro), ambas da Turma da Mônica. Codirigiu As Crias de Dulcina (TV Cultura). Nesta edição, atua na curadoria por meio de uma parceria com o Paradiso Multiplica, programa do Projeto Paradiso. Traz sua trajetória como roteirista e realizadora para somar a um olhar atento à diversidade e à potência criativa do audiovisual negro. A programação tem início no dia 01 de novembro, com a abertura da exposição “Foto Preta Grafia”, que reúne seis fotógrafos selecionados, sendo eles: fotógrafos participantes: Luiz Roberto Moreira, Denise Camargo, Letícia Miranda, Juliana Uepa, David Alves, Andyara Miranda e Matheus Alves. A curadoria da mostra é conduzida por Claudio Bull (Curador Principal) e Gregório Oliveira (Co-Curador). A exposição traz diferentes perspectivas da produção fotográfica contemporânea, reforçando o protagonismo de artistas negros e negras no campo das artes visuais. No dia 03 de novembro, a agenda da Mostra Competitiva inicia com a exibição do primeiro filme selecionado, das 14h às 17h15, no Anfiteatro 10 da UnB. Em seguida, a cerimônia oficial de abertura acontece a partir das 18h45, no Cine Brasília, reunindo em mesa Rozana Naves, Edileuza Penha de Souza, Adelia Sampaio, Tito Abayomi de Souza Leitão e Marcus Vinícius Mesquita. Em seguida, será exibido o filme de abertura Virgínia e Adelaide (2025), dirigido por Yasmin Thayná e Jorge Furtado. A obra de ficção/drama tem 96 minutos de duração, classificação indicativa de 14 anos e conta com LSE, audiodescrição e janela de Libras. Virgínia e Adelaide narra o encontro extraordinário de duas mentes brilhantes: Virgínia Leone Bicudo (interpretada por Gabriela Correa), mulher negra, socióloga e primeira psicanalista brasileira, e Adelaide Koch (Sophie Charlotte), médica judia alemã e também psicanalista. As duas se encontram em 1937, após Adelaide chegar ao Brasil fugindo da perseguição nazista. Vírginia torna-se sua primeira paciente e, juntas, participam da fundação da psicanálise no país, enfrentando barreiras e preconceitos, firmando uma parceria profissional e afetiva que atravessou décadas. De 04 a 08 de novembro, a programação segue na Universidade de Brasília (UnB) com mostras competitivas, exibição dos filmes selecionados, masterclasses, mesas de debate, lançamentos de livros, oficinas, rodas de conversa e exposições. A VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio reafirma a importância de espaços de visibilidade e valorização da cinematografia feminina negra, promovendo encontros de olhares diversos que reconhecem, celebram e projetam o cinema negro no feminino em toda a sua potência, conectando artistas, pesquisadores e público em reflexões profundas sobre cultura, memória e representatividade. __ SERVIÇO : VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio  Data : 01 a 08 de novembro de 2025. Tema: “Memória”. _ Exposição “Foto Preta Grafia” Data:  01/11 (sábado). Horário:  às 14h. Local: Casa Niemeyer (Park Way). _ Cerimônia de abertura:  Data:  03/11 (segunda-feira). Horário: das 18h45 às 22h. Local: Cine Brasilia (106/107 Sul). Cerimônia de abertura com mesa de abertura: Rozana Naves, Edileuza Penha de Souza, Adelia Sampaio, Tito Abayomi de Souza Leitão e Marcus Vinícius Mesquita. Exibição do filme:  Virgínia e Adelaide (2025), de Yasmin Thayná. _ Programação: Universidade de Brasília (UnB).  Exibição dos filmes selecionados, oficinas e atividades formativas, masterclasses e mesas de debate, lançamento de livro, além de rodas de conversa com artistas, pesquisadores e profissionais do audiovisual negro. Entrada gratuita.

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