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  • VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio apresenta curadoria desta edição

    Com o tema “Memória”, a VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio acontece de 01 a 08 de novembro, celebrando os 80 anos de Adelia Sampaio, pioneira do cinema brasileiro e diretora do primeiro longa lésbico da América Latina, lançado em 1984. Idealizada por Edileuza Penha de Souza, a Mostra reforça seu compromisso em valorizar o cinema negro no feminino, transformando-se em um espaço de resistência, preservação de histórias e transmissão de saberes entre gerações. A curadoria desta edição reúne nomes de referência no audiovisual, na educação e na cultura: Edileuza Penha de Souza — Professora, realizadora e pesquisadora. Pós-doutora em Comunicação e doutora em Educação pela UnB, com estágio na EICTV/Cuba. Organizadora de diversos livros como a coleção Cinema, Negritude e Educação (vols. I, II, III), Cinema Negro no Feminino: Afeto e Pertencimento Além das Telas e Cinemas, Educação e Diversidade. Dirigiu os premiados filmes Filhas de Lavadeiras (2019), Vão das Almas (2023) e o mais recente: Vozes e Vãos (2025). Como curadora desta edição, Edileuza reafirma o lugar da Mostra como espaço de escuta, projeção e fortalecimento das vozes femininas negras no cinema. Gisela Pérez — Colombiana, gestora cultural com experiência em indústrias culturais, criativas, artes e patrimônio. Formada em universidades da Espanha e dos EUA, recebeu em 2018 o prêmio Maria Filippa. Foi júri e palestrante em festivais no Brasil e na Argentina. Atua em ações afirmativas e estratégias de inclusão, equidade e diversidade. Atualmente é Coordenadora Institucional do Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias – FICCI. Na curadoria da Mostra, Gisela contribui com um olhar transnacional e interseccional, reforçando pontes entre territórios e fortalecendo práticas de equidade no campo audiovisual.  Renata Diniz — Escreveu e dirigiu os curtas O Véu de Amani (Kikito de melhor roteiro em Gramado) e Requília (melhor roteiro e direção no Festival de Brasília). Finalista do Prêmio ABRA, integra a Rede Paradiso de Talentos. Roteirista das séries Franjinha e Milena em busca da ciência e Vamos Brincar (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro), ambas da Turma da Mônica. Codirigiu As Crias de Dulcina (TV Cultura). Nesta edição, atua na curadoria por meio de uma parceria com o Paradiso Multiplica, programa do Projeto Paradiso. Traz sua trajetória como roteirista e realizadora para somar a um olhar atento à diversidade e à potência criativa do audiovisual negro. A programação tem início no dia 01 de novembro, com a abertura da exposição “Foto Preta Grafia”, que reúne seis fotógrafos selecionados, sendo eles: fotógrafos participantes: Luiz Roberto Moreira, Denise Camargo, Letícia Miranda, Juliana Uepa, David Alves, Andyara Miranda e Matheus Alves. A curadoria da mostra é conduzida por Claudio Bull (Curador Principal) e Gregório Oliveira (Co-Curador). A exposição traz diferentes perspectivas da produção fotográfica contemporânea, reforçando o protagonismo de artistas negros e negras no campo das artes visuais. No dia 03 de novembro, a agenda da Mostra Competitiva inicia com a exibição do primeiro filme selecionado, das 14h às 17h15, no Anfiteatro 10 da UnB. Em seguida, a cerimônia oficial de abertura acontece a partir das 18h45, no Cine Brasília, reunindo em mesa Rozana Naves, Edileuza Penha de Souza, Adelia Sampaio, Tito Abayomi de Souza Leitão e Marcus Vinícius Mesquita. Em seguida, será exibido o filme de abertura Virgínia e Adelaide (2025), dirigido por Yasmin Thayná e Jorge Furtado. A obra de ficção/drama tem 96 minutos de duração, classificação indicativa de 14 anos e conta com LSE, audiodescrição e janela de Libras. Virgínia e Adelaide narra o encontro extraordinário de duas mentes brilhantes: Virgínia Leone Bicudo (interpretada por Gabriela Correa), mulher negra, socióloga e primeira psicanalista brasileira, e Adelaide Koch (Sophie Charlotte), médica judia alemã e também psicanalista. As duas se encontram em 1937, após Adelaide chegar ao Brasil fugindo da perseguição nazista. Vírginia torna-se sua primeira paciente e, juntas, participam da fundação da psicanálise no país, enfrentando barreiras e preconceitos, firmando uma parceria profissional e afetiva que atravessou décadas. De 04 a 08 de novembro, a programação segue na Universidade de Brasília (UnB) com mostras competitivas, exibição dos filmes selecionados, masterclasses, mesas de debate, lançamentos de livros, oficinas, rodas de conversa e exposições. A VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio reafirma a importância de espaços de visibilidade e valorização da cinematografia feminina negra, promovendo encontros de olhares diversos que reconhecem, celebram e projetam o cinema negro no feminino em toda a sua potência, conectando artistas, pesquisadores e público em reflexões profundas sobre cultura, memória e representatividade. __ SERVIÇO : VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio  Data : 01 a 08 de novembro de 2025. Tema: “Memória”. _ Exposição “Foto Preta Grafia” Data:  01/11 (sábado). Horário:  às 14h. Local: Casa Niemeyer (Park Way). _ Cerimônia de abertura:  Data:  03/11 (segunda-feira). Horário: das 18h45 às 22h. Local: Cine Brasilia (106/107 Sul). Cerimônia de abertura com mesa de abertura: Rozana Naves, Edileuza Penha de Souza, Adelia Sampaio, Tito Abayomi de Souza Leitão e Marcus Vinícius Mesquita. Exibição do filme:  Virgínia e Adelaide (2025), de Yasmin Thayná. _ Programação: Universidade de Brasília (UnB).  Exibição dos filmes selecionados, oficinas e atividades formativas, masterclasses e mesas de debate, lançamento de livro, além de rodas de conversa com artistas, pesquisadores e profissionais do audiovisual negro. Entrada gratuita.

  • Caravana do Empreendedorismo Feminino chega ao Sol Nascente com cursos gratuitos

    O Sol Nascente, uma das maiores comunidades do Distrito Federal, será o próximo destino da Caravana do Empreendedorismo Feminino , iniciativa que vem transformando a realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade por meio da capacitação profissional e do incentivo à autonomia financeira. A etapa local será realizada de 3 a 28 de novembro , com aulas práticas e teóricas gratuitas em diversas áreas de atuação. O projeto, que ao longo de um ano percorrerá o DF e cidades do entorno, deve qualificar mais de 4 mil mulheres a partir dos 16 anos, oferecendo não apenas formação técnica, mas também uma nova perspectiva de geração de renda e autoestima. De acordo com a presidente do Instituto OMNI, Elisângela Araújo, a iniciativa busca muito mais do que qualificar profissionalmente, é um movimento de transformação social que reforça o papel das mulheres como protagonistas de suas próprias histórias. “A Caravana do Empreendedorismo Feminino nasceu do desejo de transformar vidas por meio do conhecimento. Nosso objetivo é oferecer às mulheres a oportunidade de aprender uma profissão, conquistar autonomia financeira e enxergar novas possibilidades de futuro. Cada curso, cada história, representa um passo importante rumo à independência e à valorização da mulher empreendedora”, afirma Formação prática e diversidade de cursos Durante a etapa no Sol Nascente, a Caravana oferecerá 16 cursos presenciais, com duração média de cinco dias cada, distribuídos em quatro semanas de atividades. As participantes poderão se inscrever em áreas como panificação, confeitaria, cabeleireiro, barbearia, design de sobrancelhas, extensão de cílios, unhas em gel, pizzaiolo, marmitaria, maquiagem, vendas, microagulhamento, informática, construção civil, limpeza de pele e sorveteria. As turmas acontecem nos turnos matutino e vespertino, permitindo que mulheres com diferentes rotinas possam participar. A proposta é unir teoria e prática, incentivando o empreendedorismo. Cronograma – Sol Nascente (DF) Período: 3 a 28 de novembro de 2025 03 a 07 de novembro Barbearia Panificação Cabeleireiro Confeitaria 10 a 14 de novembro Design de sobrancelhas Pizzaiolo Extensão de cílios Marmitaria 17 a 21 de novembro Limpeza de pele Sorveteria Maquiagem Vendas 24 a 28 de novembro Microagulhamento Construção Civil Unhas em gel Informática Horários: 8h às 12h e 13h às 17h (turnos variam conforme o curso) ServiçoCaravana do Empreendedorismo Feminino – Sol Nascente Data: 3 a 28 de novembro de 2025 Local: Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol Inscrições: https://caravanadoempreendedorismo.com.br/ Realização: Instituto OMNI Apoio: Ministério da Cultura e Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol

  • Com Criolo brasiliense Janine Mathias lança "O Rap do Meu Samba"

    Foi na periferia de Brasília, pelo encontro das rimas do RAP com a batida do samba, onde Janine Mathias consolidou a herança do seu legado. Radicada em Curitiba, a artista lança seu novo álbum de estúdio, “ O Rap do Meu Samba ” . Com produção musical e composições assinadas pelo premiado Rodrigo Campos , ao longo das nove faixas, músicas inéditas com os parceiros da cena paranaense, regravações relevantes para clássicos da música preta brasileira, e a reverência à sua própria ancestralidade familiar. Além de homenagear a sua essência carioca, Janine convida o rapper Criolo , e juntos, fazem do partido-alto, a fusão perfeita entre o RAP e o samba.   Da sua origem no rap à tradição do samba, em quase duas décadas de carreira, Janine Mathias constrói sua jornada em um elo potente entre o passado e o presente. Desta vez, com “O Rap do Meu Samba, a artista se depara com um desafio pulsante sobre a sua própria obra além do ofício de cantora e compositora.   Quanto à intérprete, Janine reúne em seu novo álbum, dois clássicos com mais de 50 anos, os sambas “Deixa Pra Lá” , composição enaltecida no repertório de Leci Brandão e “Barracão é Seu” , do compositor João da Gente (1882-1937), um dos nomes relevantes sobre a história do partido-alto no Rio de Janeiro.    “Não me preocupei em estar com as minhas composições e sim com as canções e pessoas que podiam contar minha história”, ressalta.   Lançada em single há quase um ano para promover o álbum, “Barracão é Seu” evoca a tradição do samba de roda baiano, com direito a prato e faca pelo baterista e percussionista carioca Thomas Harres, e também, com a participação em coro de cantoras e compositoras da nova geração.   Entre elas Pamelloza, Val Andrade, Bruna Lucchesi, e ainda, o cantor e compositor, Tito Amorim, reconhecido também pelo seu trabalho realizado na banda Sandália de Prata.   Ancestralidade contemporânea   “Barracão é Seu” retornou aos charts nos anos 70 após o seu lançamento. Hoje, a música que é domínio público, reflete a grandeza da sua originalidade e, além dos elementos contemporâneos conduzidos pela direção de Rodrigo Campos, também ganha fusão com o rap escrito por Janine Mathias em feat. interpretado por Criolo, convidado especial do disco.   “Esse disco é de samba. Mas leva esse nome porque eu quero que as pessoas entendam de onde eu vim. E para mim, tem essa estética que faz do rap e do samba origens parecidas. Quero expor a minha gratidão com o hip-hop ao público. O Criolo é pra mim um irmão, um afago que me faz ter certeza que vale á pena sermos tranquilos. Nesses versos, está um RAP que eu tinha guardado pra algo especial, chegou a hora”, enaltece Janine.   Da produção musical, Rodrigo Campos reuniu músicos e instrumentistas potentes para evidenciar essa mistura sonora acentuada por Janine e também sobre a sua história do rap ao samba contemporâneo, com referências do pop, jazz e eletrônico.   Essa junção proporcionou a consonância entre a tradicionalidade e as raízes do samba. Desta forma, Thiago França (arranjo de metais), Thomas Harres (percussão e MPC), Zé Nigro (baixo ), Pablo Carvalho (percussão), Henrique Araújo (bandolim), Allan Abbadia (trombone) e Dustan Galas (rhodes e hammond), formam o sexteto responsável por potencializar a fusão desta sonoridade harmonizada pelo timbre de Janine.    “O Rodrigo me uniu aos instrumentistas maravilhosos que fizeram da gravação desse disco uma experiência inesquecível. Quando vi Thomas Harres e o Zé Nigro na minha frente, eu cantava, eles escutavam e arranjavam as músicas”, confidencia.   Ainda assim, do samba que une as histórias de Janine Mathias e Rodrigo Campos, o compositor também soa pelo ´´O Rap do Meu Samba`` com suas letras em duas canções também divulgadas em single, ´´Um Minuto`` e ´´A Bahia Virá`` em composição feita em dobradinha com o parceiro Rômulo Fróes (com clipe assinado por Oruê Brasileiro. Assista aqui ).   De Brasília ao Samba Paranaense   “O Rap do Meu Samba” apresenta ao grande público compositores imprescindíveis na história do samba e da percussão paranaense. Entre eles, o fundador do projeto Samba do Compositor Paranaense com Ricardo Salmazo, o partideiro Léo Fé (padrinho de Janine Mathias na cena bamba do Paraná) em ´´Quando o Couro Bate na  Mão`` e também, ao lado dos parceiros Rodrigo Paulo e Nego Chandi, assinam a música ´´Devoção``.   ´´Devoção`` foi a música escolhida por Janine Mathias para anunciar ´´O Rap do Meu Samba``, há quatro anos. Divulgada em single e clipe com direção de Carolina Bassani e Mayara Santarém, o vídeo traz a participação do filho da artista, o Khalil. Veja aqui .   Também do Paraná, ´´O Rap do Meu Samba`` apresenta a composição ´´Me Enfeita``, letra feita sob encomenda pela cantora curitibana Raissa Fayet. Em flerte com o pop e programações eletrônicas, a faixa lançada em single, ganhou clipe assinado por Helena Sofia. Assista aqui .   “É nos momentos de solidão que a gente olha pra si, transborda para retirar o que não é bom e fazer do bloco da saudade um carnaval”, reflete Janine Mathias sobre a canção.   Da região litorânea paranaense, o multi-instrumentista e produtor musical Fernando Lobo engrandece a narrativa do álbum com a composição inédita ´´Enredo de Angola`` que enobrece a relação de Janine Mathias com as religiões de matriz africana e faz homenagem à ativista baiana e Yalorixá do Terreiro Ilé Axé Oyá, Nívia Luz.   ´´O Rap do Meu Samba`` é um retrato sobre as nuances e a essência de Janine Mathias. Considerada pelo seu público e pelas conquistas da sua própria carreira, uma das principais artistas da atual cena da música brasileira.  SOBRE JANINE MATHIAS Janine Mathias nasceu em Brasília e mudou para Curitiba em 2008, onde começou a investir na carreira de cantora e iniciou sua trajetória profissional com o seu primeiro EP, “Eu Quero Mergulhar”, lançado em 2012, que já trazia na sonoridade as influências musicais aprendidas com o pai na infância e lapidada pelas ruas, irmã do Rapper, Compositor Afroragga, os irmãos do flow são aprova de que  a música pode correr nas veias. Embora já tenha feito participações musicais em apresentações em 2009, a cantora se reconhece oficialmente como profissional com esse trabalho produzido pela Track Cheio de forma independente em Curitiba.   Em 2013, Janine abriu o show de uma de suas inspirações, a eterna Elza Soares (1930-2022). Janine já dividiu o palco com outros grandes nomes da efervescente cena da MPB contemporânea, entre eles estão Karol Conká, Sandra Sá, Tássia Reis, Karla da Silva, Orquestra Friorenta, Criolo, Tuyo, Cida Airam e As Bahias e a Cozinha Mineira.   Há dez anos, a cantora é idealizadora do projeto itinerante Samba da Nêga, onde celebra suas raízes e mantém a tradição do samba viva no sul do Brasil. Mostrando amadurecimento musical gritante, a artista lançou em 2018 o seu elogiado e primeiro disco “Dendê”, com participação de Rincon Sapiência e que traz uma cantora mais segura da própria voz e com arranjos mais refinados.   SIGA JANINE MATHIAS Instagram TikTok YouTube Facebook

  • Plataforma Encantarias de Culturas Populares realiza última itinerância do ano no Espaço Cultural Renato Russo

    De 1º a 09 de novembro, a Plataforma Encantarias de Culturas Populares ocupará o Espaço Cultural Renato Russo - 508 Sul com atividades para todas as idades. As ações celebram o encerramento da 5ª temporada da plataforma, realizada em formato itinerante desde setembro. Protagonizada majoritariamente por mulheres, a programação contempla espetáculos de teatro popular, cineclube, oficinas de dança e música, aula-espetáculo e roda de conversa com mestras da tradição. A entrada é franca, mediante retirada de ingressos pela plataforma Sympla.  O espetáculo ‘Nessa Noite Perfumosa’ abre os trabalhos no fim de semana dos dias 1º e 02/11, sempre às 19h. Inspirada em memórias da construção de Brasília, a peça é encenada por Letícia Coralina, Pamela Germano e Isabella Baroz. Na terça e na quarta (4 e 5/11), as oficinas de dança, com Letícia Coralina, e de música, com Laura Dorneles, convocam o público a experimentar a musicalidade e a corporeidade do Forró, Cavalo Marinho, Maracatu, Bumba-Meu-Boi e outros ritmos brincantes da cultura popular brasileira. Na quinta-feira (6), às 19h, as mestras Nice Teles, do Cavalo Marinho Estrela Brilhante e Maracatu Estrela de Ouro (PE), e Tamá Freire, do Bumba Meu Boi do Seu Teodoro (DF), realizam a roda de conversa ‘Além do Cravo, a Rosa’. Será um momento de diálogo sobre a presença das mulheres na cultura popular. Logo depois, às 20h, o Cineclube Encantarias realiza exibição única dos filmes ‘Da Boca da Noite à Barra do Dia’, de Tiago Delácio; ‘Estrela da Tarde’, de Francisco Rio; e Pirenopolynda, de Bruno Victor, Izzi Vitório e Tita Maravilha.  Na sexta-feira (7), a mestra pernambucana Nice Teles retorna ao Espaço Cultural Renato Russo para protagonizar a aula-espetáculo ‘Personagens Femininos no Cavalo Marinho’. Mestra Nice é artista popular criada nas tradições interioranas da Zona da Mata Norte. Mulher negra, desde os 10 anos acompanhava os pais nos folguedos na cidade de Condado (PE), tornando-se, anos depois, a primeira mulher mestra de Cavalo Marinho (Estrela Brilhante) e dona do Maracatu Rural Estrela de Ouro. Toda a programação encerra nos dias 8 e 9/11 (sáb e dom), com o espetáculo ‘O Sumiço da Alembrança’, encenado pela atriz Luciana Meireles, da Coletiva Casa Moringa, com direção de Cibele Mateus.  Espalhando o encantamento  Encantarias é uma plataforma de difusão da cultura popular, que busca sensibilizar novos públicos por meio de experiências sensoriais, brincantes e interativas. Esta 5ª temporada é realizada com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do DF, com o patrocínio da Neoenergia Brasília e iniciativa do Instituto Neoenergia. Em outubro, o projeto desdobrou-se no Encantarias para a Primeira Infância, ocupando a Galeria Risofloras/Jovem de Expressão, em Ceilândia, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).Dirigido pelas artistas e pesquisadoras Laura Dorneles e Letícia Coralina, o projeto Encantarias nasceu em 2023, com temporada de estreia na Casa do Cantador de Ceilândia. Esta quinta temporada consagra o formato itinerante, buscando descentralizar ações culturais no DF e, ao mesmo tempo, ocupar galerias importantes com arte popular e tradição brasileira. Em três anos, a plataforma também ocupou o Museu Nacional de Brasília (2024), o Parque da Glória do Rio de Janeiro (2025) e o Museu de Arte de Brasília (2025). PROGRAMAÇÃO Espaço Cultural Renato Russo - 508 Sul 01/11 - sábado - 19h: Espetáculo ‘Nessa Noite Perfumosa’ (com Libras)02/11 - domingo - 19h: Espetáculo ‘Nessa Noite Perfumosa’  04/11 - terça - 19h: Oficina de Música com Laura Dorneles 05/11 - quarta - 19h: Oficina de Dança com Letícia Coralina06/11 - quinta - 19h: Roda de Conversa ‘Além do Cravo e a Rosa’ com Mestra Nice Teles e Mestra Tamá Freire (Libras)06/11 - quinta 20h: Cineclube Encantarias07/11 -  sexta - 19h: Aula-espetáculo ‘Personagens Femininos no Cavalo Marinho’ - com Mestra Nice Teles (Libras)08/11 - sábado - 19h: Espetáculo ‘O Sumiço da Alembrança’ (Libras) 09/11 - domingo - 19h: Espetáculo ‘O Sumiço da Alembrança’ SERVIÇO Plataforma Encantarias de Culturas Populares Quando: 1º a 09 de novembro de 2025 Onde: Espaço Cultural Renato Russo - 508 Sul Entrada: franca Classificação: livre Retirada de ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/plataforma-encantarias-de-culturas-populares/3188395 Nas redes: @plataformaencantarias

  • Homenagem a Vladimir Carvalho no Cine Brasília

    A Secretaria de Cultura e Economia Criativa e o Coletivo Editorial Maria Cobogó prestam homenagem ao cineasta Vladimir Carvalho um ano após a sua morte. O Cine Brasília, cuja sala de exibição leva o nome do documentarista, vai reunir amigos, admiradores e o público em geral, para uma sessão do curta ‘Vladimir Carvalho – Cinema e Memória’, produzido pelo Sesc-DF, em parceria com a jornalista Marcia Zarur. O filme é a última entrevista do cineasta, que faleceu dias depois da gravação, em 24 de outubro do ano passado, vítima de um infarto.   Nascido em Itabaiana, na Paraíba, o documentarista se mudou para Brasília, onde viveu por mais de 50 anos. Vladimir foi professor da UnB, onde deu aulas de cinema até a aposentadoria, foi uma presença constante no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e um incentivador de todas as iniciativas de valorização da cultura brasiliense.   “Vladimir colocou todo o talento para discutir a cidade e para valorizá-la em suas criações. Celebramos um legado de criatividade, talento e amor ao cinema, à cultura e a Brasília”, afirma o secretário de cultura, Cláudio Abrantes.   A jornalista Marcia Zarur completa: “esta homenagem é uma forma de celebrarmos a memória de Vladimir e de chamarmos a atenção para o rico acervo do Cinememória, que deve ganhar um local de exposição permanente na Casa da América Latina, no Setor Comercial Sul”.   O acervo, reunido por Vladimir ao longo de cinco décadas, têm uma infinidade de equipamentos, como câmeras, moviolas, projetores, além de fotos, cartazes, livros e documentos, que contam a história do cinema mundial e especialmente do cinema de Brasília. O curta-metragem, com a última entrevista do cineasta, foi gravado no Cinememória e, na ocasião, ele mostrou peças, como a câmera usada na 2ª Guerra Mundial e a Moviola, usada por Glauber Rocha para montar Terra em Transe e por Joaquim Pedro de Andrade para editar Macunaíma.  “Ele tinha um amor imenso por esse museu que ele construiu e o maior desejo de Vladimir era que o acervo do Cinememória permanecesse em Brasília. Ele certamente está feliz, porque estamos conseguindo realizar esse sonho” , afirma Marcia.   PROGRAME-SE Homenagem a Vladimir Carvalho Exibição do curta Vladimir Carvalho – Cinema e Memória e relançamento do livro Vladimir Carvalho, da coleção Mestres Cobogós. Local: Cine Brasília Data: 05/11/25 Hora: a partir das 18:30, com entrada gratuita

  • No Dia do Servidor Público, Anffa Sindical convoca à luta contra a precarização do Estado

    Um dia para celebrar e enaltecer quem contribui com o Estado brasileiro e com o desenvolvimento do Brasil. Neste ano, o 28 de outubro, quando se comemora o Dia do Servidor Público, vem com um desafio a mais: a luta contra a Reforma Administrativa, em tramitação no Congresso Nacional. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) parabeniza os profissionais e os convoca à luta contra a precarização dos serviços públicos e o desmonte das carreiras típicas de Estado.   O tema foi debatido durante o VII Congresso Nacional Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Conaffa), realizado entre 22 e 25 de outubro, em Bento Gonçalves (RS). No evento, os delegados sindicais debateram amplamente os impactos da Reforma Administrativa, destacando pontos que colocam em risco a autonomia, a estabilidade e a capacidade técnica dos servidores. O encontro resultou em uma carta aberta à sociedade brasileira, em que a carreira se posiciona contra o plano de enfraquecimento do Estado e alerta para as consequências que a aprovação da proposta traria à população, especialmente nas áreas essenciais como a fiscalização agropecuária.   Para o Anffa Sindical, entre os pontos mais preocupantes da Reforma Administrativa estão o enfraquecimento da estabilidade no serviço público, limitada a apenas dez anos, e o risco de interferências políticas nas decisões técnicas. A estabilidade é uma garantia de que o servidor possa exercer suas funções com autonomia e compromisso com o interesse público, sem ceder a pressões comerciais, assegurando a continuidade e a qualidade das políticas de Estado. Outro ponto sensível é o Programa de Gestão e Desempenho (PGD), que carece de critérios técnicos e transparência em sua aplicação. A proposta também impõe 80% da jornada presencial, contrariando evidências que mostram os benefícios do teletrabalho, como aumento de produtividade e redução de custos. Soma-se a isso o fim da paridade entre ativos e aposentados, substituída por um bônus de desempenho restrito, medida que desvaloriza os servidores que dedicaram sua carreira à construção e manutenção do serviço público.   “O servidor público exerce funções que são típicas de Estado, e isso significa que não podem ser terceirizadas ou delegadas a interesses privados. Precisamos de respaldo institucional e garantias para o exercício de nossas atribuições, que muitas vezes são cercadas por pressões do setor produtivo e outros segmentos. E elas vêm em forma de assédio, intimidação e até atentados contra a vida dos auditores. O Estado deve proteger quem o representa no cumprimento da lei e na defesa do interesse público”, afirmou o presidente do Anffa Sindical, Janus Pablo Macedo. Mobilização O Anffa Sindical convoca todos os servidores e a sociedade a se mobilizarem contra a Reforma Administrativa, participando de ações e manifestações que buscam impedir retrocessos, como a mobilização nacional marcada para a próxima quarta-feira (29), em Brasília. “O fortalecimento do Estado brasileiro depende de servidores valorizados, de estruturas técnicas sólidas e de políticas sustentadas pelo interesse coletivo, não por visões que reduzam a administração pública a uma lógica de mercado”, destacou Macedo.   Com uma trajetória marcada pela defesa da valorização do serviço público e do fortalecimento do Estado brasileiro, o Anffa Sindical parabeniza os servidores públicos e reforça que a luta dos profissionais é também a luta por um país mais justo, transparente e seguro. A mobilização coletiva é essencial para garantir que as políticas públicas continuem a serviço da população e não de interesses particulares.

  • CCBB Brasília apresenta o espetáculo Velhos caem do céu como canivetes

    Livremente inspirada no conto Um senhor muito velho com umas asas enormes , de Gabriel García Márquez, a peça Velhos caem do céu como canivetes , da Pequena Companhia de Teatro (MA), estreia em Brasília em 6 de novembro , no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) . A temporada contará com apresentações de quinta a domingo, sempre às 19h , com entrada gratuita , convidando o público a mergulhar em uma reflexão poética e contundente sobre humanidade, fé e isolamento. A classificação indicativa do espetáculo é livre e os ingressos devem ser retirados pelo site www.bb.com.br/cultura .   Com dramaturgia e direção de Marcelo Flecha, o espetáculo traz no elenco Cláudio Marconcine (Ser Humano) e Jorge Choairy (Ser Alado). A história parte da queda de um ser misterioso no quintal de um catador de lixo — e, a partir desse encontro improvável, constrói uma metáfora sobre o desamparo e a busca por sentido em um mundo devastado.   Em um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança, a trama acompanha a rotina de um homem que tenta sobreviver à miséria que assola sua família, revelando o abismo entre percepções, preconceitos, medos e dúvidas dos personagens.   “Cada espetáculo é uma nova oportunidade para refletir sobre a humanidade. Exílio, miséria, fé... É o cardápio de Velhos caem do céu como canivetes . Ou nenhuma dessas opções, se o espectador escolher degustar a intolerância, a desesperança. O teatro não muda o mundo, mas muda a sua leitura de mundo”, afirma o diretor Marcelo Flecha.   Reconhecida pela qualidade estética e pela força de suas montagens, a Pequena Companhia de Teatro vem colecionando prêmios e participações em importantes festivais do país. A montagem tem sido aclamada pela crítica por sua abordagem visual marcante, que combina luz, som e cenografia artesanal para criar uma experiência sensorial e filosófica.   A peça chega a Brasília após temporadas de sucesso em diversas capitais brasileiras — incluindo os CCBBs do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte — e reforça a trajetória do grupo maranhense, que há mais de 20 anos se destaca pela originalidade e pela pesquisa teatral voltada à experimentação e à crítica social.   Velhos caem do céu como canivetes segue em cartaz no CCBB Brasília de 6 a 30 de novembro , de quinta a domingo, às 19h , com entrada gratuita .   Histórico   A primeira temporada de " Velhos caem do céu como canivetes" foi realizada em 2013 em São Luís (MA), e hoje são 110 apresentações em 25 cidades de 16 estados. Além disso, a peça já circulou pelos projetos SESC Amazônia das Artes, por todas as capitais da Amazônia Legal, pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, pelo centro-oeste do país, além de realizar ocupação no Centro Cultural BNB, em Fortaleza, pelo programa BNB de Cultura.   Na sua montagem, a encenação trabalhou com a metodologia desenvolvida pela Pequena Companhia de Teatro durante a última década, sistematizada no instrumento denominado Quadro de Antagônicos. É através desse instrumento que os caminhos da encenação são indicados, partindo da oposição física como fundamento para o treinamento do ator e a construção das personagens.   A história traz o encontro inesperado de um ser alado e um ser humano. O espanto inicial do espetáculo dá lugar à necessidade de identificar o estranho ser, gerando um permanente questionamento quanto à definição do ser alado. Seria um anjo? Um frango? Um delírio provocado pela fome? É nessa teia que o espectador é convidado a se equilibrar, enquanto os dois seres se digladiam em um intenso confronto dialético. O exílio forçoso de um, e a miséria do outro, pontuam a trama, que apresenta um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança. Um ser alado e um ser humano, no abismo de suas percepções, preconceitos, medos e dúvidas. A montagem também é marcada pelo uso sustentável dos recursos. Destacam-se o conceito de artesania de manualidade, onde tudo é executado com o apuro, a imperfeição e a organicidade que só as mãos produzem. O grupo traz o comprometimento com um fazer teatral sustentável, onde cenário e iluminação são desenvolvidos a partir da observação dos elementos plurais do descarte urbano, com uso de materiais recicláveis.   Atividades   Durante a temporada de Velhos caem do céu como canivetes em Brasília, a Pequena Companhia de Teatro vai oferecer algumas atividades. Segundo o diretor Marcelo Flecha, esta é uma oportunidade de aproximar o público da Companhia e compartilhar também a busca por um fazer teatral que une impacto social, cultural e ambiental.   Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, das 15h às 18h, será realizada a oficina “Artesania Iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência”, voltada para iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais. Serão 30 vagas. Para se inscrever, basta acessar o site www.bb.com.br/cultura   Já no sábado, dia 29 de novembro, logo após a apresentação do espetáculo, haverá um debate com o diretor Marcelo Flecha e com os atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy, com o tema "Desconstruindo Velhos caem do céu como canivetes". A atividade trará o processo de criação e adaptação da obra literária para os palcos dos teatros.   Sessão com Acessibilidade, dia 15 de novembro       Acessibilidade     A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.       A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.    Horários da van – de quinta a domingo:     Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h     CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30      Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.   Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.   Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.   Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.     FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO:   Título: VELHOS CAEM DO CÉU COMO CANIVETES Livremente inspirado no conto “Un señor muy viejo con unas alas enormes”, de Gabriel García Márquez. Ser Alado: JORGE CHOAIRY Ser Humano: CLÁUDIO MARCONCINE Dramaturgia e encenação: MARCELO FLECHA Iluminação, cenografia e figurinos: MARCELO FLECHA Trilha sonora: JORGE CHOAIRY e MARCELO FLECHA Operador de luz e som: MARCELO FLECHA Fotos divulgação: AYRTON VALLE Produção: KATIA LOPES Realização: PEQUENA COMPANHIA DE TEATRO   Agenda das apresentações:    Dias 6, 7, 8 e 9 de novembro de 2025 Dias 13, 14, 15 e 16 de novembro de 2025 Dias 20, 21, 22 e 23 de novembro de 2025 Dias 27, 28, 29 e 30 de novembro de 2025   SERVIÇO   Velhos caem do céu como canivetes Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Local:  CCBB Brasília  - Galeria IV Endereço:  SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul   Temporada:  de 06 a 30 de novembro, sempre de quinta a domingo Horário: 19h Sessão com Libras: 15 de novembro Bate papo com o diretor Marcelo Flecha e com os atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy: 29 de novembro, logo após o espetáculo Ingressos  gratuitos, mediante retirada no site  www.bb.com.br/cultura  e na bilheteria física do CCBB Brasília. Classificação indicativa:  14 anos     CCBB Brasília     Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h    E-mail:  ccbbdf@bb.com.br      Fone: (61) 3108-7600    E-mail:  ccbbdf@bb.com.br     Site/  bb.com.br/cultura     Facebook/ @ccbb.brasilia    Instagram/ @ccbbbrasilia    YouTube/ bancodobrasil    TikTok/@ccbbcultura

  • Simmons Park Sul e Kasa dos Colchões revelam o luxo do descanso na Brasília Capital Fitness & Wellness 2025

    Entre halteres, coreografias e ritmos acelerados, a Simmons Park Sul e a Kasa dos Colchões propuseram um contraponto poético na Brasília Capital Fitness & Wellness 2025 : a arte de desacelerar, ocorrida entre os dias 09 a 12 de outubro de 2025. Em meio à energia dos 30 anos do evento, a marca transformou seu espaço em um refúgio contemporâneo, onde o silêncio, o toque e a pausa tornaram-se protagonistas. Por quatro dias, o estande de 48 m² foi mais do que uma vitrine — foi um manifesto sobre o valor do descanso como expressão máxima do bem-estar. O conceito “ Wellness Simmons ” nasceu ali: um convite a resgatar o sono como experiência de autocuidado, equilíbrio e performance emocional. Inspiração e Propósito Com curadoria sensorial e atmosfera acolhedora, a ativação reafirmou o compromisso da Simmons com uma visão ampliada do luxo — aquele que transcende o tangível e se traduz em tempo, conforto e regeneração. “Dormir bem é o ponto de partida para qualquer estilo de vida equilibrado. Nesta nova fase, a Simmons abraça o bem-estar como valor essencial — um compromisso com o corpo, a mente e o futuro” , afirma Antônio Vicente Júnior , representante da Kasa dos Colchões e Simmons em Brasília. A iniciativa reflete uma evolução natural da marca: do design sofisticado para o design de sensações. Mais do que vender colchões, a Simmons celebra a pausa como ato de saúde e de arte. Estética e Filosofia O espaço, assinado em parceria com Ampla Eletros e Connecta Móveis , foi concebido para dialogar com a leveza e o equilíbrio que definem o bem-estar contemporâneo. O mobiliário da linha Spin, da Cavalleti , destacou-se como símbolo dessa harmonia entre forma e função — um design que convida ao relaxamento sem abrir mão da estética. Entre as oito peças expostas, o destaque foi o colchão Simmons Black Plush , ícone de tecnologia e conforto. Suas molas ensacadas com sistema Beautyrest Sync oferecem suporte individualizado, enquanto a camada de nano-molas e o látex Pulse garantem adaptação ergonômica e frescor tátil. O tecido de 540g com fios gelados, de textura refinada, desperta sensações de suavidade e equilíbrio térmico — um tributo à engenharia e à arte do sono perfeito. A Experiência Além do Tangível Com mais de 70 mil visitantes , o evento, tradicionalmente voltado à performance física, abriu espaço para uma nova narrativa: a do descanso consciente. A proposta da Simmons — apresentar o sono como o quarto pilar do bem-estar, ao lado da nutrição, do movimento e da mente — foi recebida como uma provocação elegante em meio ao ritmo intenso da vida urbana. O estande tornou-se ponto de encontro para profissionais da saúde, atletas e formadores de opinião, em uma experiência imersiva que uniu tecnologia, design e propósito . O público pôde “degustar” o conforto dos colchões premium, percebendo no toque e na sensação o que a marca traduz em sua filosofia: a plenitude começa quando o corpo repousa. A participação da Simmons Park Sul na BCFW 2025 representa mais que uma ativação de marca — é o início de uma nova jornada. Uma narrativa que conecta performance e pausa, força e leveza, movimento e silêncio. O descanso, para a Simmons, é o novo luxo. E dormir bem, um ato revolucionário de autocuidado. Sobre a Simmons Park Sul: Fundada nos EUA em 1870, a Simmons é referência global em colchões premium e pioneira nas molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, alia tradição e inovação para proporcionar conforto e bem-estar. Em 2025, inaugurou  sua primeira loja conceito no Brasil, no Park Sul, Brasília, em parceria com Antônio Júnior, especialista do setor. O espaço oferece  atendimento personalizado e produtos de alto padrão. Site: https://simmonsbrasilia.com.br/simmons-colchoes-park-sul/   Instagram: @simmonsparksul Sobre a Kasa dos Colchões Fundada em Brasília, a Kasa dos Colchões é referência no mercado de descanso e bem-estar no Distrito Federal. Com mais de 20 anos de atuação no varejo especializado, a marca oferece um portfólio completo de colchões, camas box, travesseiros e acessórios das principais grifes do setor, com destaque para a Simmons, Epeda e Flex. Reconhecida pela curadoria criteriosa de produtos e atendimento personalizado, a Kasa investe continuamente em tecnologia, design e conforto para promover qualidade de vida por meio do sono. Atualmente, a empresa emprega mais de 70 colaboradores e mantém unidades em pontos estratégicos da capital. Site : https://www.kasadoscolchoes.com/   Informações: (61) 9 9999-9999 (televendas)

  • Ana Castela encerra turnê em Portugal com três noites de casa cheia

    A boiadeira mais amada do Brasil conquistou Portugal mais uma vez! Ana Castela  encerrou com chave de ouro a sua série de apresentações no país, se apresentando para milhares de pessoas na Super Bock Arena, no Porto (24 e 25 de outubro), e em um show inesquecível na MEO Arena, em Lisboa (26 de outubro). Pelo terceiro ano consecutivo, a artista levou sua música e carisma ao público português, consolidando sua carreira internacional e estreitando ainda mais o laço com os fãs europeus. O novo espetáculo surpreendeu o público e uniu ballet, coreografias inéditas e um repertório repleto de sucessos. No setlist, a plateia cantou os grandes hits da cantora, como: “ Tropa do Chapelão”, “Olha Onde Eu Tô”, “As Cowgirl” , “ Ilusão de Ótica ” , “ Todo Mundo Menos Eu”  e “ Sua Boca Mente ” . Para encerrar a noite com chave de ouro, a artista ainda cantou ao lado da sua melhor amiga, Duda Bertelli. “Foi emocionante demais! Cada vez que volto a Portugal, o carinho só aumenta. Ver aquele público cantando comigo do início ao fim é algo que não tem preço. Me senti abraçada mais uma vez!”,  compartilha Ana Castela  Além dos shows inesquecíveis, Ana Castela viajou acompanhada pelo pai e pelos melhores amigos Duda Bertelli, Odorico e Vetuche — todos do casting da AgroPlay , escritório que gerencia suas carreiras. Durante a estadia em Portugal, a Boiadeira aproveitou para viver momentos de fé e reflexão, visitando o Santuário de Fátima  e diversos pontos turísticos religiosos. Entre eles, conheceu a casa de Francisco e Jacinta Marto , os pastorinhos de Fátima canonizados pela Igreja Católica, tornando a viagem ainda mais especial e significativa em sua trajetória. Com arenas lotadas e uma energia contagiante, Ana Castela encerra mais um capítulo marcante de sua carreira, reafirmando seu sucesso além das fronteiras e deixando o público português ansioso por seu retorno.

  • Espetáculo “Ridícula, Show” entra em cartaz no Distrito Federal

    No ar pela Flamingo TV, a drag brasiliense Ridícula apresenta performances para lá de extravagantes e brinca com o público com muito humor. A peça “Ridícula, Show” volta em cartaz na capital federal nos dias 30 e 31 de outubro, quinta e sexta-feira, sempre às 19h30, no Teatro Sesc Silvio Barbato, no Setor Comercial Sul. Gratuito. Todas as sessões contam com acessibilidade por meio de intérpretes em LIBRAS e audiodescrição. Livre para todos os públicos. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF. Mais informações no Instagram: @ridiculashow. O artista por trás da personagem, invctor, dá voz à figura de uma drag queen apresentadora de programa de TV. No show que conta também com sua dramaturgia, invctor explora o receio de se expressar, a autenticidade, a criatividade e a própria imprevisibilidade perante às disciplinas e restrições de uma sociedade conservadora. “O teatro, em seu sentido mais lúdico, simbólico e performático, passa a ser, neste projeto, um instrumento discursivo e de transformação social ao debater com seu público a interconexão entre saúde mental e autodeterminação política”, destaca. E a escolha da expressão artística drag reflete as experiências artísticas do seu criador – a drag Ridícula - e também acompanha o crescimento da arte drag no cenário multimídia do Brasil. “Ao trazer a figura da drag queen para os palcos teatrais, o espetáculo busca estabelecer uma conexão com as raízes desse movimento artístico, que teve sua origem no teatro elisabetano, ao mesmo tempo em que dialoga com as gerações contemporâneas”, ressalta. Segundo invctor, a Ridícula nasce do excesso, da dor e do riso. “E eu tô ali, no meio disso tudo, expondo feridas e fantasiando voos. Escrevi esse espetáculo pra curar, provocar e rir de boca cheia. No palco, sou bicho, sou boneca, sou brecha”, revela Ridícula. Sinopse-   Depois de anos na televisão, “Ridícula, Show” chega ao seu GRANDE FINAL! No ar pela Flamingo TV, o programa mais extravagante da televisão brasileira se despede com uma noite histórica repleta de performances arrebatadoras, jogos clássicos, uma convidada misteriosa, confissões emocionantes e, é claro, a tão aguardada coroação da miss Ridícula. “Mais do que um show, esse episódio é um manifesto: entre brilho, riso e gambiarra, Ridícula relembra que a arte drag não se resume à maquiagem e ao espetáculo. Ela é crítica, memória, afeto, falha e revolução”, destaca invctor. Ficha Técnica do Espetáculo:  Direção: Maria Léo Araruna Assistência de Direção: Henrique Arouche Elenco: Invctor e Henrique Arouche Iluminação: Tauana Barros Sonoplastia: Tiago Black Cenografia: Invctor, Didi Colado e Beto Paiva Maquiagem: Invctor Figurino: João Almeida e Invctor Cenotécnica: Wryel Lima Operação de Som: Tiago Black Operação de Luz: Tauana Barros Intérprete de LIBRAS 1: Tatiana Elizabeth Intérprete de LIBRAS 2: Luérgio de Sousa Preparador Vocal: Mattoso Ribeiro  Projetista/Videomaker: Denize Passos, Kessiley e Vinicius Bentu Fotografia: Denize Passos Social Media: Kessiley e Invctor Assessoria de Imprensa: Clara Camarano Assistente de Produção: Letícia Lins Produtor Artístico: Henrique Arouche Produtor Executivo: Jefferson Leão Parceiros: Studio Horaporhora (George Lucas), Portal das Perucas (Licorina Impéria) CB.DOOH (Pedro Martins) Pikineia e Nalí Apoio: Distrito Drag e CorpoManada Serviço: Espetáculo “Ridícula, Show” entra em cartaz na capital federal Data: 30 e 31 de outubro Horário: 19h30 Local: Teatro Sesc Silvio Barbato, no Setor Comercial Sul Gratuito Todas as sessões contam com acessibilidade por meio de intérpretes em LIBRAS e audiodescrição Livre para todos os públicos Mais informações no Instagram: @ridiculashow.

  • Novembro Azul: Rubaiyat vai reverter lucro de coquetel sem álcool

    Dando continuidade às ações em prol do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), o Grupo Rubaiyat vai reverter o lucro líquido das vendas do mocktail Mint to Bee para a entidade. A ação faz parte da campanha de Novembro Azul para conscientização sobre a saúde masculina, com foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de próstata. O Mint to Bee é uma bebida leve, refrescante e sem álcool, que combina abacaxi, gengibre, maçã, hortelã e água de mel. Inspirada na tendência dos coquetéis não alcoólicos, que conquista cada vez mais espaço nas cartas de bares e restaurantes, oferece uma experiência sofisticada perfeita para quem valoriza sabor e elegância em qualquer ocasião. Referência nacional em oncologia, o Icesp é um dos maiores centros especializados da América Latina, reconhecido pela excelência clínica, pesquisa avançada e cuidado humanizado. SERVIÇO -          Rubaiyat Rio de Janeiro - Rua Jardim Botânico, 971, Jardim Botânico. Horário: segunda e terça, das 12h às 22h; quarta a sábado, das 12h às 23h; domingo, das 12h às 18h.  -          Rubaiyat Faria Lima - Av. Brig. Faria Lima, 2.954, Jardim Paulistano. Horário: segunda a quinta, das 12h às 16h e das 19h às 23h; sexta-feira, das 12h às 16h e das 19h às 23h30; sábado, das 12h às 23h30; domingo, das 12h às 16h.  -          A Figueira Rubaiyat - Rua Haddock Lobo, 1.738, Jardins. Horário: domingo a Quinta, das 12h às 23h; sexta e sábado, das 12h à 0h.  -          Rubaiyat Brasília - 1 Esportivo Sul, St. de Clubes Esportivos Sul. Horário: de segunda a sábado, das 11h30 às 23h, domingo, das 11h30 às 18h. Reservas: https://gruporubaiyat.com/reservas-3/   Sobre o Grupo Rubaiyat Sob a liderança da família Iglesias há três gerações, o Grupo Rubaiyat é referência em alta gastronomia desde 1957, com restaurantes em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Madrid, Santiago e Buenos Aires, além do Empório Rubaiyat. Pioneiro no conceito “da fazenda ao prato”, o grupo mantém sua própria criação de bovinos, suínos e aves, garantindo excelência e autenticidade ao menu, com rigorosa seleção de fornecedores da terra e do mar. Frescor e qualidade são pilares cruciais na filosofia da casa. Reconhecidos pela combinação de tradição e sofisticação, os restaurantes Rubaiyat zelam por ambientes acolhedores e arquitetura diferenciada, mobiliário rústico e elegante, além de adegas com alguns dos melhores rótulos de todo o mundo. O atendimento reforça o compromisso da marca em transformar cada refeição ou evento em experiência memorável, o que convida o cliente a retornar sempre. Saiba mais em: https://gruporubaiyat.com/ .

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