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- Safras do Cerrado 2026 tem nova data
O Safras do Cerrado 2026 terá sua data de realização alterada para o período de 16 a 18/10/2026. A mudança foi necessária em razão de um ajuste relacionado à confirmação da reserva do espaço que receberá o evento. A organização pede desculpas ao público, aos profissionais de imprensa, chefs, produtores, parceiros, convidados e a todos que já estavam se programando para participar desta edição. A boa notícia é que a mudança fica restrita à data. O evento permanece no mesmo local, e toda a programação anunciada está mantida. Em sua terceira edição, o Safras do Cerrado segue celebrando a identidade gastronômica do Cerrado, reunindo chefs, produtores, vinhos, ingredientes, conhecimento e experiências em torno de uma cozinha que valoriza território, origem e criatividade. O conceito desta edição, “Vaca Velha do Cerrado — do focinho ao rabo”, permanece como fio condutor da programação, assim como as oficinas, aulas-show, degustações, palestras, experiências gastronômicas e demais atrações já anunciadas. A organização agradece a compreensão de todos e reforça que a alteração foi feita para garantir que o evento aconteça com a estrutura e a experiência que o público espera do Safras do Cerrado. SERVIÇO Safras do Cerrado 2026 Nova data: de 16 a 18/10/2026 Local: mesmo local já divulgado (Instituto Ibero Americano) Programação: mantida integralmente Tema: Vaca Velha do Cerrado — do focinho ao rabo Maiores informações @safrasdocerrado
- Centro de Grãos e Fibras do IAC perde programas de pesquisa de melhoramento genético por falta de pesquisadores
O Centro de Grãos e Fibras do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), ligado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) e sediado na Fazenda Santa Elisa do IAC, perdeu dez programas de pesquisa focados em melhoramento genético nas últimas décadas por falta de pesquisadores. Um levantamento da Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) aponta que foram interrompidas pesquisas com arroz, crotalária, algodão,mamona, girassol, gergelim, aveia, trigo, triticale e soja. A interrupção ocorreu após a aposentadoria ou falecimento de pesquisadores responsáveis, principalmente melhoristas, que não foram substituídos. Entre as atividades desenvolvidas estavam programas de melhoramento genético, responsáveis pelo desenvolvimento de cultivares e também pela manutenção de materiais (linhagens e variedades), que integram os acervos e coleções do Instituto. “São linhas de pesquisa diretamente relacionadas à produção de alimentos e à segurança alimentar. Permitir que programas construídos durante décadas sejam interrompidos por falta de reposição de pesquisadores demonstra uma negligência grave do Estado com um patrimônio científico que pertence à sociedade”, afirma Helena Dutra Lutgens, presidente da APqC. O levantamento aponta ainda que outros sete programas de melhoramento são mantidos atualmente por apenas um pesquisador do Centro, situação que atinge adubos verdes, milho, milho-pipoca, grão-de-bico, sorgo, sorgo forrageiro e vassoura. Algumas linhas, conforme o levantamento, estão sendo mantidas para produção de sementes, mas sem melhorista. A APqC salienta que este esforço é momentâneo e não garante a continuidade do programa de melhoramento genético. “Quando não há novos pesquisadores suficientes para assumir as linhas de pesquisa, há um apagão científico. Hoje, além de programas de melhoramento paralisados, alguns bancos de germoplasma estão sem a manutenção adequada”, explica Lutgens. Esses acervos conservam a diversidade genética utilizada pelos pesquisadores para desenvolver novas cultivares, inclusive materiais resistentes às doenças, pragas, seca, altas temperaturas e outras adversidades. No IAC, as coleções acumuladas durante décadas guardam materiais que não estão mais disponíveis no mercado. O valor de um acesso também pode surgir muitos anos depois de sua incorporação ao banco, quando uma característica genética até então pouco utilizada passa a ser necessária para enfrentar uma nova doença, praga ou condição climática. “Os bancos não são depósitos estáticos de sementes armazenados em câmaras frias. Com o tempo, eles perdem capacidade de germinação e precisam ser levados ao campo para serem multiplicados e novamente conservados", comenta a presidente da APqC. ”No caso do milho, por exemplo, o trabalho pode exigir polinização manual e controle para impedir cruzamentos indesejados, um trabalho que exige pesquisadores e técnicos especializados”. Lutgens destaca que a relação entre os bancos de germoplasma e os programas de melhoramento é direta. “O conhecimento das técnicas de melhoramento é resultado de anos de pesquisa e não é recuperado automaticamente com a contratação de outro profissional. Sem atualização, o banco de germoplasma fica parado no tempo", reforça. A falta de manutenção já provocou perdas do germoplasma de girassol, após o falecimento da pesquisadora responsável pelo programa. Carreira sob risco Além das aposentadorias e falecimentos, o Centro de Grãos e Fibras também perdeu três pesquisadores que atuavam em programas de melhoramento para a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A diferença salarial é apontada pela APqC como um dos fatores que dificultam a permanência de cientistas no Estado. Hoje, um pesquisador científico de São Paulo no último nível da carreira não recebe nem a metade do salário de um pesquisador da Embrapa, que ainda conta com benefícios adicionais por tempo de serviço, sexta-parte, titulação e outras vantagens. “A lei que alterou a carreira no ano passado retirou conquistas históricas, como sexta-parte e quinquênios para quem optar pelo subsídio, e ampliou de seis para 18 os níveis de progressão. Em vez de tornar a carreira mais atrativa para manter pesquisadores altamente qualificados no Estado, criou uma estrutura que dificulta a evolução profissional. O resultado é a perda de cientistas e de conhecimento acumulado durante décadas”, afirma Helena. A Lei Complementar nº 1.435/2025 entrou em vigor em dezembro de 2025 e alterou a estrutura da carreira de Pesquisador Científico. Entre outras mudanças, extinguiu o Regime de Tempo Integral (RTI) e a Comissão Permanente do Regime de Tempo Integral (CPRTI), modificou a remuneração e ampliou de seis para 18 os níveis de progressão funcional. Como pontos da nova estrutura ainda dependem de regulamentação, a Justiça de São Paulo, em ação civil pública proposta pela APqC, impediu que o Estado exigisse dos pesquisadores a opção pelo novo regime remuneratório antes dessa regulamentação. Alerta feito em 2009 A falta de pesquisadores no IAC é um problema documentado há pelo menos 17 anos. Em relatório técnico produzido em agosto de 2009, a direção do próprio Instituto alertava que aposentadorias poderiam reduzir o quadro de pesquisadores em cerca de 39% em cinco anos e 79% em dez anos caso não houvesse reposição. Naquele momento, o IAC tinha 197 pesquisadores e apontava necessidade de contratação para assegurar a continuidade das pesquisas. A situação do Centro de Grãos e Fibras já aparecia entre as mais críticas: havia 22 pesquisadores, após a perda de 15 profissionais entre 2005 e 2008, e nove tinham possibilidade de aposentadoria ainda em 2009. O documento apontava a necessidade de profissionais para programas de arroz, trigo e outros cereais de inverno, soja, algodão, amendoim e melhoramento de grãos e fibras tolerantes aos estresses como temperatura e déficit hídrico. Hoje, o Centro conta com apenas sete cientistas. Áreas de pesquisa A preservação dos bancos de germoplasma e a continuidade dos programas de melhoramento dependem também das áreas experimentais. É nelas que os acessos retirados das câmaras frias são plantados, avaliados e multiplicados para a renovação das sementes. As áreas também são utilizadas para desenvolver novas cultivares e produzir sementes quando há demanda dos agricultores. Atualmente, oito tipos de grãos contam com produção de sementes: arroz, amendoim, crotalária, milho, mamona, triticale, sorgo forrageiro e vassoura. O manejo exige planejamento. Determinados materiais precisam ser plantados distantes de outros para impedir cruzamentos e contaminação genética. No milho, por exemplo, a preservação de uma linhagem pode exigir isolamento e polinização controlada. A própria manutenção dos materiais exige trabalho contínuo de campo. “Muitas vezes, esses acessos precisam ser testados em climas diferentes e até em condições distintas de exposição a pragas nas várias regiões do Estado. Por isso, a manutenção das áreas de pesquisa é essencial para o sucesso da agricultura e para a segurança alimentar”, afirma Helena. São Paulo conta atualmente com 39 áreas de pesquisa agropecuária espalhadas pelo Estado. Uma delas é a Fazenda Santa Elisa, em Campinas, pertencente ao IAC. A unidade abriga experimentos agrícolas e parte dos bancos de germoplasma do Instituto, incluindo materiais do banco de café, com acessos raros ou extintos de seus habitats. As diferentes áreas são necessárias também porque uma cultivar não pode ser avaliada apenas em uma condição de solo e clima. A rede experimental permite verificar como os materiais respondem às diferenças ambientais existentes no Estado antes que uma tecnologia seja disponibilizada aos produtores. Concurso O último concurso para pesquisadores científicos dos institutos ligados à Agricultura teve 37 vagas e foi autorizado em 2022, durante o governo Rodrigo Garcia. Os servidores selecionados foram divididos entre os sete institutos da SAA: APTA Regional, Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Instituto Biológico, Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Pesca, Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e Instituto de Zootecnia (IZ). A APqC considera o número insuficiente diante da redução acumulada dos quadros e da quantidade de linhas de pesquisa existentes nas instituições. O problema se agrava pela falta de servidores das carreiras de apoio, responsáveis por atividades de campo, laboratório, manutenção e administração. Além da falta de concurso nessa área, neste ano o governo realizou um Programa de Demissão Incentivada (PDI) e publicou um decreto que extinguiu mais de cinco mil cargos das carreiras de apoio à pesquisa . “Não estamos falando apenas da perda de postos de trabalho dentro de um instituto. Quando o Estado interrompe programas de melhoramento, deixa bancos de germoplasma sem equipes e reduz as estruturas de campo e laboratório, o impacto chega ao agricultor e à vida das pessoas. É a pesquisa que desenvolve variedades mais resistentes, permite produzir com menos insumos, responde às mudanças climáticas e contribui para reduzir perdas. O resultado desse conhecimento está na produção de alimentos, na preservação ambiental, na saúde da população e na economia de São Paulo. Desmontar essa estrutura significa comprometer a capacidade do Estado de responder aos desafios que já estão colocados para a agricultura”, conclui Helena. Sobre a APqC Fundada em 1977, a Associação dos Pesquisadores Científicos do Estado de São Paulo (APqC) representa servidores de 16 Institutos Públicos de Pesquisa do Estado, nas áreas de Meio Ambiente, Agricultura e Saúde. Além de incentivar o desenvolvimento da ciência, como instrumento de transformação socioambiental do Estado de São Paulo, a entidade tem como missão estabelecida em seu estatuto a defesa dos institutos e da carreira de pesquisador científico, criada em 1975, além do patrimônio público ligado à pesquisa, incluindo prédios históricos e fazendas experimentais. A entidade defende a recriação dos Institutos Florestal, de Botânica, Geológico e da Superintendência de Controle de Endemias (Sucen), extintos em 2020*. Os pesquisadores representados pela APqC atuam nos institutos: Meio Ambiente: Instituto Florestal*, Instituto de Botânica*, Instituto Geológico* (Integram a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, infraestrutura e logística). Agricultura: APTA Regional, Instituto Agronômico de Campinas (IAC), Instituto Biológico, Instituto de Economia Agrícola (IEA), Instituto de Pesca, Instituto de Tecnologia de Alimentos, Instituto de Zootecnia (Integram a Secretaria de Estado da Agricultura e Abastecimento). Saúde: Instituto Adolfo Lutz, Instituto Butantan, Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, Instituto Lauro de Souza Lima, Instituto Pasteur, Instituto de Saúde, SUCEN*, Laboratório de Investigação Médica-LIM HC-USP (Integram a Secretaria de Estado da Saúde).
- CNPJ agora tem letras: mudança pode travar compras, notas fiscais e até vendas
A loja abre, o caixa funciona, os pedidos entram e as notas fiscais continuam sendo emitidas. À primeira vista, tudo parece normal, até que um novo fornecedor aparece com um CNPJ diferente dos demais: no lugar de apenas números, o cadastro também traz letras, e o sistema não reconhece o documento. O que começa como uma incompatibilidade em um campo pode rapidamente chegar a outras etapas da operação. O fornecedor não entra no cadastro, a nota fiscal não é processada, a mercadoria não segue o fluxo esperado e uma falha de sistema pode acabar afetando o estoque e, no limite, a venda. Esse cenário passou a fazer parte da rotina das empresas brasileiras em 2026. Desde julho, novas inscrições no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica podem utilizar o formato alfanumérico, que combina letras e números em parte da identificação da empresa. A mudança, adotada pela Receita Federal para ampliar as combinações disponíveis, não altera os CNPJs existentes. Com isso, os formatos numérico e alfanumérico passam a coexistir no mercado. Para os sistemas, essa convivência é o ponto de atenção. “Um sistema pode continuar funcionando normalmente com toda a base antiga e dar a impressão de que está preparado. A falha só aparece quando entra na operação uma empresa com o novo CNPJ. Se o ERP não conseguir processar esse cadastro, podemos ter desde problemas na entrada de mercadorias até impossibilidade de emitir uma nota fiscal para um cliente pessoa jurídica”, explica Chrystian Scanferla, head de Negócio da Irrah Tech. No varejo de moda, por exemplo, o CNPJ aparece em diferentes momentos da operação. Antes de uma peça chegar à arara ou ficar disponível no e-commerce, a informação pode passar por fornecedores, compras, recebimento, estoque, ERP, emissão fiscal, PDV, logística e marketplaces. "Um cadastro que não é aceito pode atrasar uma compra, ou, se a integração não reconhecer o novo formato, a informação pode não chegar ao sistema seguinte. E, se o problema estiver na parte fiscal, a mercadoria pode nem conseguir avançar para a loja", afirma Scanferla. Para o consumidor, o efeito tende a ser indireto. "Um problema no processamento de um fornecedor pode atrasar a entrada de produtos e aparecer na ponta como falta de estoque, atraso na entrega ou indisponibilidade de um item", diz. O especialista explica que a adaptação também não se resume a transformar o campo do CNPJ em um espaço que aceite caracteres alfabéticos. “Não adianta simplesmente liberar letras em um campo, pois existem regras de cálculo e validação. Um ERP preparado precisa reconhecer a estrutura correta, validar o documento e conseguir trabalhar com aquele CNPJ em toda a jornada da operação”. "O novo documento continua tendo 14 posições. As 12 primeiras combinam letras e números, enquanto as duas últimas permanecem numéricas e funcionam como dígitos verificadores. As regras de validação também precisam ser consideradas pelos sistemas", diz. O desafio pode estar nos sistemas que ficam fora do radar da equipe de tecnologia. "O ERP pode receber a atualização, mas uma API integrada a ele continuar esperando apenas números. O mesmo vale para PDVs, plataformas de e-commerce, marketplaces, de logística e bases de dados desenvolvidas internamente", sublinha. A mudança chega em meio à Reforma Tributária A executiva alerta que a adaptação ao CNPJ alfanumérico acontece ao mesmo tempo em que as empresas revisam sistemas e processos para a Reforma Tributária. São mudanças de naturezas diferentes. De um lado, IBS e CBS exigem adequações relacionadas à tributação; de outro, o novo CNPJ altera uma informação básica utilizada nas relações entre empresas. O ponto de encontro está na tecnologia responsável por processar essas informações. “O risco é concentrar toda a atenção na Reforma Tributária e imaginar que as demais mudanças são pequenas. Compliance não termina na interpretação da legislação. A tecnologia precisa conseguir executar aquilo que a nova regra exige”, diz Scanferla. Preparação antes da mudança Para empresas de tecnologia que atendem o varejo, a preparação precisa acontecer antes da chegada dos primeiros casos à operação. “Em nossa empresa, a preocupação foi fazer essa adaptação antes que o cliente precisasse descobrir a mudança na prática. Quando uma nova regra entra em vigor, o melhor cenário é ela passar quase despercebida por quem está na loja, porque significa que a tecnologia absorveu a complexidade nos bastidores”, exemplifica o head. Ele se refere ao Kigi, sistema de gestão voltado desenvolvido pela Irrah Tech, que já incorporou as adequações necessárias ao novo formato. E mesmo para os que já possuem acesso a tecnologias atualizadas, a recomendação é não esperar o primeiro CNPJ alfanumérico aparecer para descobrir se existe uma incompatibilidade. “A empresa deve mapear onde o CNPJ é utilizado, revisar as integrações e testar o novo formato de ponta a ponta, do cadastro à emissão fiscal. Esse teste é importante porque o sistema principal pode estar preparado, mas uma solução conectada a ele pode ainda não estar”, orienta. Sobre a Irrah - https://irrahtech.com/
- ILHÓ chega à quarta edição com mostra dedicada à formação e à inserção de novos artistas
A ILHÓ – Mostra de Novus Artistas reúne trabalhos de Ayume Andrade, Camilla Monturil, Dara, Elias de Aquino, Fernando Igrejas e Katalina Leão. A exposição ocupa A Pilastra, no Guará II, com uma proposta que ultrapassa a apresentação das obras ao público: contribui para a formação e a inserção profissional de artistas em início de carreira no circuito da arte contemporânea. Com curadoria de Gisele Lima, Camila Netto e Melissa Alves, a ILHÓ funciona como um programa de acompanhamento crítico e formação estratégica. O projeto teve como ponto de partida o desenvolvimento de trabalhos, pelos artistas, ampliando o contato com questões relacionadas à produção, à apresentação e à circulação artística. Tal iniciativa incluiu as mentorias de Gisele Lima, João Angelini e Vinícius Brito. A presente edição da mostra volta sua atenção à produção emergente do Centro-Oeste, ao criar oportunidades para que novos artistas apresentem suas pesquisas, troquem experiências e construam caminhos de atuação profissional. Inovação, inclusão e formação orientam uma proposta que aproxima diferentes perspectivas e linguagens da arte contemporânea. A acessibilidade também integra o processo de criação. Fernando Igrejas, Katalina Leão e Ayume Andrade apresentarão miniobras táteis, produzidas como desdobramentos de seus trabalhos. A ação amplia as possibilidades de contato com as obras e insere a acessibilidade na própria construção artística da exposição. Além da visitação, a programação contempla visita mediada com a curadoria e os artistas, roda de conversa e oficinas, que serão comunicadas nas redes da galeria em https://www.instagram.com/a.pilastra/. Dessa maneira, a ILHÓ estabelece um espaço de encontro entre artistas, profissionais da área e público, estimulando a reflexão sobre os processos criativos e os desafios enfrentados por quem inicia uma trajetória no campo das artes visuais. Serviço ILHÓ – 4ª edição da Mostra de Novus ArtistasLocal: Galeria A Pilastra Endereço: QE 40, Rua 09, Lote 08, Guará II Período expositivo: até 10 de outubro de 2026 Visitação: de quarta à sábado, das 14h às 19h Artistas: Fernando Igrejas, Katalina Leão, Ayume Andrade, Camilla Monturil, Elias de Aquino e DaraCuradoria: Gisele Lima, Camila Netto e Melissa AlvesIngresso: entrada franca e livre para todos os públicos Atividades paralelas: visita escolar, oficina de produção de miniobras táteis, visita mediada com a curadoria e roda de conversa.
- Nove cases brasileiros ganham destaque no Prêmio ALOOH 2026
A Central de Outdoor, maior associação de mídia Out of Home (OOH) do país e uma das cinco maiores do mundo, celebra o destaque de agências e exibidoras associadas no Prêmio ALOOH 2026, realizado durante o Foro ALOOH LATAM, entre os dias 8 e 10 de setembro, em Lima, no Peru. Os trabalhos reconhecidos incluem projetos para marcas como Cheetos, Lay's, Cazé TV e MedSênior, além da Maratona do Rio, e colocam a criatividade brasileira em destaque na indústria do OOH latino-americano. Promovido pela Associação Latino-Americana de Out of Home (ALOOH), o prêmio reconhece trabalhos de destaque da mídia exterior na América Latina. Nesta edição, a premiação contemplou dez categorias, envolvendo inovação, interação tecnológica, sustentabilidade, criatividade, dados e inteligência, estratégia, impacto social, mobilidade urbana e experiências e conteúdos em tempo real. Entre os associados premiados está o Grupo Coruja, que conquistou dois troféus. A empresa recebeu ouro em Criatividade em Campanhas de DOOH, com Maratona do Rio 2026, e o bronze na categoria Campanha com Interação Tecnológica, com Mundial 2026 CazéTV. A Action OOH também recebeu dois reconhecimentos. A empresa conquistou prata em Excelência Estratégica em OOH, com Cheetos | Dedos Foliões, e bronze em Criatividade em Campanhas de DOOH, com Lays – Copa do Mundo. A GUIPA Brasil recebeu prata em Campanha de Sustentabilidade, com Operação Sustentável – Zero Emissão Carbono, e bronze em Data e Inteligência Aplicada ao OOH, com Futebol Chama SP. Já a Aioros Studio conquistou prata na categoria Campanha com Interação Tecnológica, com Game Phygital Cidade Limpa. Dois trabalhos criados pela agência C3 para a MedSênior e veiculados pela associada Maely também foram premiados. Ícones do Tempo conquistou ouro na categoria Criatividade em Campanhas de OOH, enquanto Guarda Hope recebeu bronze em Impacto Social e Contribuição à Comunidade. “Ver nossos associados reconhecidos em uma premiação que reúne trabalhos de diferentes mercados da América Latina reforça a qualidade e a capacidade de inovação do OOH brasileiro. São projetos que mostram a diversidade do nosso setor, combinando criatividade, tecnologia, dados, estratégia e responsabilidade. É muito importante ver a criatividade brasileira ocupando esse espaço e contribuindo para a evolução da mídia exterior na região”, afirma Halisson Pontarola, presidente da Central de Outdoor. Além da premiação, a Central de Outdoor marcou presença no Foro ALOOH LATAM 2026 com uma delegação brasileira de 20 participantes. Realizado sob o tema “A la altura de todo”, o encontro reuniu representantes do mercado latino-americano de OOH em Lima para uma programação voltada às discussões e transformações do setor. Durante o evento, Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor, apresentou os resultados da primeira pesquisa nacional sobre Mídia Regenerativa, realizada em parceria com o Instituto QualiBest. A programação também contou com Valério Junkes, diretor-secretário da entidade, no painel “Associatividade na América Latina: desafios e roteiro de ação”, e com Leandro Formigone, diretor da Central, no debate “OOH: Regular ou nos autorregular? O desafio de construir uma indústria sustentável antes que outros decidam por ela”. “Encerramos mais uma edição do Foro com uma presença brasileira muito representativa, tanto nas discussões que levamos para a programação quanto no reconhecimento da nossa criatividade. Essa troca com diferentes mercados da América Latina é fundamental para aproximar o setor, compartilhar experiências e fortalecer o desenvolvimento do OOH na região”, afirma Fabi Soriano, diretora executiva da Central de Outdoor. A participação na programação, somada ao reconhecimento dos cases brasileiros no Prêmio ALOOH, reforçou a atuação da Central de Outdoor no encontro e a contribuição do mercado brasileiro para discussões sobre inovação, sustentabilidade, associativismo e desenvolvimento do OOH na América Latina. Sobre a Central de Outdoor A Central de Outdoor é a maior associação de mídia Out of Home (OOH) do país e uma das cinco maiores do mundo. Reúne 195 associados entre exibidoras, agências de planejamento e fornecedores, que movimentam R$2,9 bilhões por ano (base 2025), disponibilizam cerca de 147 mil faces publicitárias e atuam nos 27 estados brasileiros, formando um dos maiores ecossistemas de mídia exterior da América Latina (Fonte: Pesquisa Panorama Central de Outdoor - Objet Trouvé Soluções). É cofundadora do CENP (Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário), do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), da Associação Latino-Americana de Out of Home (ALOOH) e membro da World Out of Home Organization (WOO).
- Eleições 2026: mesários têm direito a folga no trabalho; veja como funciona a dispensa
Com a aproximação das Eleições 2026, trabalhadores convocados pela Justiça Eleitoral para atuar como mesários ou em outras funções durante o pleito devem ficar atentos a um direito pouco conhecido: a chamada folga eleitoral. O benefício garante dois dias de folga para cada dia de trabalho realizado em favor da Justiça Eleitoral, sem prejuízo do salário. A regra está prevista no artigo 98 da Lei nº 9.504/1997 e vale tanto para trabalhadores da iniciativa privada quanto para servidores públicos. Nas Eleições 2026, o primeiro turno acontece em 4 de outubro e, onde houver segundo turno, a votação será realizada em 25 de outubro. A Justiça Eleitoral já iniciou as convocações e os treinamentos de mesárias e mesários. Como funciona a folga? O trabalhador que prestar serviço à Justiça Eleitoral tem direito a dois dias de dispensa para cada dia de atuação, mediante declaração fornecida pela Justiça Eleitoral. Isso significa que, se o trabalhador prestar serviço em um dia de eleição, terá direito a dois dias de folga. Se também atuar no segundo turno, poderá acumular novos dias de dispensa. Além disso, a regra também alcança os dias de treinamento realizados a serviço da Justiça Eleitoral, conforme a convocação. Segundo o advogado trabalhista André Theodoro, o benefício não deve ser confundido com férias ou com uma folga concedida por liberalidade da empresa. “É importante deixar claro que não estamos falando de uma folga que a empresa decide conceder ao trabalhador. Quando há convocação e efetiva prestação de serviço à Justiça Eleitoral, existe uma previsão legal de dispensa do trabalho sem prejuízo da remuneração.” A empresa pode escolher quando o trabalhador vai folgar? A data de utilização das folgas deve ser combinada entre trabalhador e empregador. Ou seja, o direito à dispensa existe, mas a escolha dos dias não significa necessariamente que o empregado possa simplesmente faltar no dia que quiser sem comunicação prévia. “É recomendável que o trabalhador apresente a documentação fornecida pela Justiça Eleitoral e combine previamente com a empresa as datas de utilização das folgas. O ideal é que exista esse alinhamento para evitar conflitos desnecessários”, explica André. A empresa pode descontar o salário? Não. A dispensa decorrente da atuação eleitoral ocorre sem prejuízo do salário ou de outros direitos trabalhistas. O benefício é justamente uma forma de compensar o cidadão pelo serviço prestado à Justiça Eleitoral. “Não se trata de uma ausência injustificada. O trabalhador está cumprindo uma obrigação ou atividade reconhecida pela legislação eleitoral. Por isso, a empresa não pode simplesmente tratar aqueles dias como faltas comuns e descontar a remuneração”, afirma o advogado. E se o trabalhador estiver de férias? Esse é um ponto que merece atenção. As folgas eleitorais não devem simplesmente ser confundidas com férias. A situação concreta precisa ser analisada, especialmente porque a legislação estabelece regras próprias para o momento de utilização da dispensa e para o vínculo existente entre empregado e empregador. Por isso, trabalhadores convocados devem guardar a declaração de participação e comunicar formalmente a empresa, evitando deixar a situação apenas em conversas informais. E quem trabalha no dia da eleição? Outra dúvida frequente é sobre o trabalhador que não será mesário, mas precisa trabalhar no domingo da eleição. O direito de participar da votação continua existindo. A empresa deve organizar a jornada de modo a permitir que o empregado consiga exercer seu direito de voto, considerando o horário de votação e o deslocamento necessário. O advogado destaca que não existe uma “folga eleitoral” automática para todo trabalhador simplesmente porque é dia de eleição. “É importante separar as duas situações. Uma coisa é o direito de o eleitor conseguir exercer o voto. Outra é a dispensa remunerada específica de quem foi convocado para prestar serviço à Justiça Eleitoral. São direitos diferentes e não devem ser confundidos.” E se a empresa se recusar a conceder a folga? O trabalhador deve primeiro apresentar a documentação que comprove sua atuação eleitoral e buscar formalizar a solicitação das folgas. Caso exista resistência da empresa, é recomendável guardar documentos, mensagens e outros registros da situação e buscar orientação jurídica ou os canais competentes da Justiça Eleitoral e do trabalho. Para André, conhecer a regra antes da eleição evita conflitos entre empregados e empregadores. “A empresa precisa saber que a convocação eleitoral não é uma escolha do trabalhador no sentido de simplesmente faltar ao serviço. Da mesma forma, o empregado precisa entender que o direito à folga deve ser comprovado e organizado. Informação e planejamento evitam que um direito previsto em lei vire um conflito trabalhista.”
- Pinheiro Ferragens promove ação especial no Dia do Cliente
O Dia do Cliente, celebrado em 15 de setembro, tem ganhado espaço no calendário do varejo como uma oportunidade para as empresas não apenas movimentarem as vendas, mas também estreitarem a relação com seus consumidores. Em Brasília, a Pinheiro Ferragens aproveita a data para realizar uma ação promocional com produtos selecionados a preços especiais, que variam de R$ 16 a R$ 186, exclusivamente no dia 15. Mais do que uma estratégia comercial pontual, iniciativas como essa fazem parte de um movimento da empresa de criar momentos de aproximação com o cliente e reconhecer a importância de quem acompanha a marca. A Pinheiro tem apostado em ações promocionais e de relacionamento como forma de se diferenciar em um segmento no qual preço, variedade e atendimento pesam cada vez mais na decisão de compra. Para Roil Pinheiro, diretor comercial da Pinheiro Ferragens, a proposta é aproveitar uma data já consolidada no varejo para transformar a relação com o consumidor em uma experiência que vá além da compra. 'O Dia do Cliente é uma oportunidade de olhar para quem está do outro lado do balcão e reconhecer a importância dessa relação. A promoção é uma parte da ação, mas existe também uma intenção de criar um momento de aproximação e mostrar que o cliente é parte importante da história da Pinheiro', afirma. Segundo o diretor comercial, a realização de promoções em datas estratégicas também contribui para que a empresa mantenha uma relação mais próxima e dinâmica com diferentes perfis de consumidores. 'Em um mercado competitivo, não basta estar presente quando o cliente precisa comprar. É importante criar relacionamento, entender o que ele procura e oferecer oportunidades que façam sentido. Essas ações nos permitem estar mais próximos do público e, ao mesmo tempo, conhecer melhor os hábitos e as necessidades de quem escolhe a Pinheiro', complementa. A promoção será válida somente no dia 15 de setembro, Dia do Cliente, com produtos selecionados e valores entre R$ 16 e R$ 186. A iniciativa reforça uma característica que a empresa busca consolidar em sua atuação no varejo: a combinação entre competitividade comercial e relacionamento com o consumidor. Sobre a Pinheiro Ferragens: fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados. Serviço: Pinheiro SIA - Telefone: (61) 3012-8181 SIA Trecho 2/3, em frente ao Sebrae Pinheiro Taguatinga - Telefone: (61) 3354-8181 QI 11 Lotes 2/26, Taguatinga/DF
- Mecanização sob medida ganha relevância no cultivo de hortaliças na safra de inverno
Durante a safra de inverno, culturas como tomate, batata, cenoura e alface apresentam diferentes exigências de espaçamento, manejo e operação no campo. Em pequenas e médias propriedades, essa diversidade demanda máquinas versáteis, capazes de trabalhar em áreas reduzidas e de se adaptar às particularidades de cada cultivo. Como cada cultura possui características próprias de plantio e condução, as operações no campo exigem atenção ao porte e às dimensões do maquinário, especialmente para evitar danos às plantas e facilitar as manobras ao longo do ciclo produtivo. Diante do raio de manobra limitado entre as entrelinhas, a adequação do maquinário agrícola torna-se determinante para evitar perdas e garantir eficiência nas operações. Nesse cenário, o setor de máquinas e implementos agrícolas voltado à agricultura familiar tem buscado soluções para a adaptação dimensional dos tratores. Fabricante de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltados à agricultura familiar, a Agritech trabalha com diferentes configurações de máquinas para atender a essas particularidades. Entre elas está a Série 1155 Plus, disponível em versões desenvolvidas para diferentes tipos de culturas e condições de operação, como Standard, Cabinado, Cafeeiro Estreito, Cafeeiro Super Estreito, Super Tração, Parreira, Parreira Super Estreito, Arrozeiro e Cultivo. De acordo com o gerente Comercial e de Marketing da Agritech, César Roberto Guimarães de Oliveira, a possibilidade de modificar características como altura e largura permite adequar o trator ao espaçamento e às condições encontradas no campo. Essa flexibilidade é especialmente relevante em cultivos nos quais as manobras ocorrem em áreas reduzidas ou entre linhas de plantas. Somos fabricantes e não apenas montadores, e optamos por produzir tratores de acordo com a necessidade do agricultor, seja altura, largura e outras características. O modelo 1155, por exemplo, é fabricado em mais de 49 tamanhos. Isso encarece a fabricação, mas nos torna diferentes no mercado, afirma. A Série 1155 Plus possui motor Yanmar de 42 cv, câmbio lateral, capacidade máxima de levante hidráulico de 1.500 quilos e raio de giro de 2.250 milímetros. A linha conta ainda com versões específicas para diferentes necessidades de cultivo. Para a produção de hortaliças, essa adaptação ganha ainda mais relevância porque uma mesma propriedade pode reunir diferentes culturas e espaçamentos. A escolha do equipamento, portanto, precisa considerar não apenas a potência necessária para as operações, mas também dimensões, capacidade de manobra e compatibilidade com os implementos utilizados ao longo do ciclo produtivo, finaliza Oliveira. A Agritech Lavrale – Divisão Agritech é pioneira na indústria brasileira ao fabricar linhas de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltadas para a agricultura familiar. Com fábrica em Indaiatuba (SP), a Agritech faz parte do Grupo Stédile e surgiu com a cisão da Yanmar do Brasil. O Grupo Stédile, de Caxias do Sul (RS), é um dos mais respeitados conglomerados industriais do Brasil e engloba a empresa Agrale S.A.
- Livro de contos 'Maranhão' retrata o Brasil profundo
Com o lançamento de 'Maranhão', o escritor Thiago Barone apresenta um conjunto de histórias que mergulha nas pequenas cidades, nos costumes populares e nas memórias que atravessam gerações. Publicado pela Editora Patuá, o livro transforma experiências aparentemente simples em narrativas universais sobre pertencimento, identidade e relações humanas. Ao longo dos contos, o leitor encontra personagens que convivem com tradições, crenças e afetos construídos em comunidades do interior. Através deles, o autor resgata a oralidade e a riqueza cultural desses ambientes para criar histórias nas quais o passado permanece vivo e influencia as escolhas do presente. No conto 'A Máquina', por exemplo, a trajetória de um menino talentoso no xadrez atravessa fronteiras geográficas e sociais. Já em outras histórias, a memória coletiva e as experiências compartilhadas revelam um Brasil profundo e diverso, marcado por laços afetivos, sonhos e desafios cotidianos. 'Escrevi personagens que carregam a força de suas origens. São pessoas que vivem em lugares específicos, mas experimentam sentimentos universais, como saudade, esperança, medo e desejo de pertencimento', afirma Thiago Barone. Ainda segundo o escritor, a memória ocupa papel central em sua produção literária. 'As lembranças ajudam a explicar quem somos. Tenho fascínio pelas histórias transmitidas de geração em geração, porque nelas encontramos a essência das pessoas e das comunidades', destaca. Dono de linguagem acessível e riqueza na narrativa, 'Maranhão' dá o devido valor às histórias locais e demonstra como experiências enraizadas em determinadas culturas podem alcançar leitores de diferentes origens e gerações. Sobre o autor: Thiago Barone nasceu em Pirassununga (SP), em 1986. Estreou na literatura com o livro de poemas Decrescente (Multifoco, 2016), lançado na Bienal do Livro de São Paulo. Desde então, dedica-se à prosa, explorando o realismo, a sátira e a ficção especulativa. Maranhão é seu primeiro livro de contos. Serviço: Livro: Maranhão Autor: Thiago Barone (@thbarone) Editora: Patuá Disponível para compra através do link
- Querido Festival chega a Brasília com programação para crianças
Pensando para toda família, o Querido Festival chega pela primeira vez a Brasília nos dias 11 e 12 de outubro. Música, circo, teatro, contação de histórias e ações recreativas ocupam diferentes espaços ao longo dos dois dias, com atrações como SQQ Rockids, Meriele e Sua Gente, Grupo Matrakaberta e As Pareias. Do rock ao forró, da palhaçaria à contação de histórias, há muitas maneiras de brincar e descobrir o mundo. Nos dias 11 e 12 de outubro, elas se encontram na primeira edição brasiliense do Querido Festival. Realizado no Clube do Choro de Brasília, o evento ocupa o fim de semana do Dia das Crianças com uma programação que reúne música, circo, teatro, literatura e brincadeiras para crianças e famílias. Mais do que assistir aos espetáculos, a proposta é convidar crianças e adultos a viverem juntos cada experiência. Além das atrações artísticas, o Querido Festival terá ações recreativas distribuídas por diferentes ambientes, incluindo uma área externa arborizada, além de salas e estúdios. Cantar, dançar, ouvir histórias, experimentar novas linguagens e simplesmente brincar fazem parte de uma programação pensada para valorizar a infância, a convivência e o tempo compartilhado em família. Para Mariana Braga, uma das organizadoras do Querido Festival, criar oportunidades para esse encontro ganha ainda mais importância em um cotidiano cada vez mais atravessado pelas telas. 'Em um mundo cada vez mais digital, precisamos estimular as experiências reais, táteis e humanas que marcam positivamente a memória afetiva das crianças e fortalecem os laços familiares', afirma. A pré-venda de ingressos já está aberta, com exclusividade para cartões CAIXA Elo até 17 de setembro. Podem ser adquiridos no site Queridofestival.com.br. No domingo (11), Chou Chou, Grupo Matrakaberta, Irmãos Saúde e Meriele e Sua Gente integram a programação, com o Palhaço Pepino como mestre de cerimônias. As atividades acontecem em dois turnos, pela manhã e à tarde, com apresentações que passam pela música, literatura, contação de histórias e ritmos brasileiros. O Grupo Matrakaberta leva ao festival uma experiência em que histórias e música ao vivo se entrelaçam. Com humor e interação, as crianças são convidadas a cantar, bater palmas e participar das narrativas, aproximando literatura, imaginação e brincadeira. Meriele e Sua Gente apresenta Forrozeirinhos, show interativo e dançante que leva xotes, baiões, forrós e arrasta-pés ao universo infantil. Com sanfona, zabumba, triângulo e voz, a apresentação incorpora ainda percussão corporal, movimento e elementos lúdicos para aproximar as crianças do cancioneiro e da cultura nordestina. No dia 12 de outubro, Dia das Crianças, a programação continua com Chou Chou e Farofa, Will e Alessandra, As Pareias e SQQ Rockids, além do Palhaço Pepino. O segundo dia amplia a mistura de linguagens do festival, com cantigas de roda, circo, cultura popular e rock infantil. Formada por Érica Rodrigues e Paloma Menino, a companhia As Pareias leva à programação palhaçaria, acrobacias, malabares e referências à cultura popular brasileira. Em Pareias Paridas do Paranoá, a dupla celebra a amizade e a força da parceria feminina em um espetáculo de circo-teatro marcado pelo humor e pela participação do público. Já a brasiliense SQQ Rockids aposta no rock infantil autoral para aproximar música, diversão e educação. Criada em Brasília, a banda desenvolve um repertório próprio que aborda temas como amizade, respeito, cidadania, sustentabilidade e convivência, em apresentações interativas voltadas às crianças e às famílias. Pensado também para acolher as famílias ao longo do dia, o festival terá fraldário, área dedicada à primeira infância e bicicletário, além de ser pet friendly. O Querido Festival chega pela primeira vez a Brasília depois de uma edição realizada em Salvador, em 2025. Na capital baiana, ocupou os jardins do Museu Carlos e Margarida Costa Pinto com música, teatro, contação de histórias, oficinas e outras experiências voltadas ao público infantil. O projeto é realizado pela TOOL Criativa, empresa brasiliense responsável também pelo Festival Família Brasília, e nesta edição conta com a parceria da produtora Capital do Rock. Serviço: Querido Festival – primeira edição em Brasília Datas: 11 e 12 de outubro de 2026 Local: Clube do Choro de Brasília Programação: manhã e tarde Pré-venda: já aberta, exclusiva para cartões CAIXA Elo até 17 de setembro Venda geral: 18 de setembro Ingressos: Queridofestival.com.br Classificação: livre










