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  • Bruna Black faz sua estreia no Rock in Rio 2026, no Palco Supernova

    O palco Supernova recebeu uma das vozes mais potentes da nova geração da música brasileira: Bruna Black. Reconhecida por seu talento e presença de palco marcante, Bruna fez sua estreia no festival em 13 de setembro e trouxe repertório de seu último álbum solo, "Fulorá", que celebra um ano de lançamento neste mês. "Fulorá" é um verdadeiro mergulho em ritmos tradicionais brasileiros, como o maracatu, o coco e o xote, misturados de forma moderna com guitarras e metais. O disco é dividido conceitualmente em três fases que mostram sua evolução artística, "Semente, Broto e Florescer", que carregam composições profundas sobre amor, afeto, maternidade e representatividade. A coletânea ainda conta com parcerias de peso, como Chico César e Juliana Linhares Bruna chegou ao palco do maior festival do país com sua banda completa e um show cheio de energia. O time inclui Kabé Pinheiro na direção musical e bateria, Cosme Vieira na sanfona, Tercio Guimarães nos teclados e sopros, e Beatriz Lima no baixo. O show conta ainda com a participação especial da cantora, pandeirista e percussionista pernambucana Nega Deza. Vinda de Olinda, ela é neta de Dona Selma do Coco e filha de Mestra Aurinha do Coco, trazendo a força e a tradição de uma das famílias mais importantes do coco de roda para o festival. A apresentação criou momentos que conectaram e emocionaram o público. Atualmente, Bruna Black faz parte do casting da agência e produtora artística Bloop Cultural. Sobre Bruna Black Nascida em Diadema, São Paulo, a cantora e compositora Bruna Black começou a cantar aos 3 anos de idade na igreja. Formada em canto popular pela Etec de Artes de São Paulo, em 2018 ingressou na Escola Municipal de Música de SP e integrou o Coral Jovem do Estado de São Paulo, na EMESP Tom Jobim, onde permaneceu por quatro anos em cada, uma experiência que possibilitou à Bruna expandir ainda mais sua vivência musical. Em 2019, iniciou sua parceria com Jota.pê no duo ÀVUÀ, projeto que se destacou com o single “Conte Comigo” e chegou, inclusive, a integrar o álbum “Onze” — coleção de composições inéditas de Adoniran Barbosa indicada ao Grammy Latino em 2022. No ano seguinte, Bruna também conquistou visibilidade nacional ao participar do programa The Voice Brasil, chegando até as quartas de final. Em 2024 lançou, em parceria com o compositor norte-americano John Finbury, o álbum “Vã revelação”, com nove faixas, dentre as quais “Será”, “Chão de nuvem” e a faixa-título. Já em 2025 divulgou o álbum “Fulorá”, com 13 faixas autorais e participações especiais de Juliana Linhares em “Saudade”, Chico César em “Marrom cremoso”, Baobá em “Quebra prato”, Jéssica Gaspar e Clarianas em “Zoin de jabuticaba”. Em 2026, Bruna subiu ao palco do Allianz Parque, em São Paulo, para cantar diante de 60 mil pessoas como convidada especial no show do projeto Dominguinho, de Jota.pê, João Gomes e Maestrinho.

  • Carol Castro, Marcelo Melo, Mel Muzzillo, Rafael Zulu, Livian Aragão e mais: confira quem passou pelo Piracanjuba ProForce Park no último fim de semana do Rock in Rio

    O segundo fim de semana do Rock in Rio 2026 reuniu grandes nomes da música, da cultura e do entretenimento na Cidade do Rock. Entre os espaços que movimentaram a programação esteve o Piracanjuba ProForce Park, que recebeu convidados e influenciadores durante os dias de festival. Com uma proposta que conecta energia, movimento e bem-estar, o espaço da Piracanjuba ProForce proporcionou diferentes experiências ao público, que pôde aproveitar as ativações da marca, experimentar os produtos da linha ProForce e fazer uma pausa entre os shows. Entre os nomes que passaram pelo Piracanjuba ProForce Park estiveram Carol Castro, Marcelo Melo, Rafael Zulu, Livian Aragão, Rachel Apollonio, Felipe Solari, Zeeba, Anna Rita e Ya Burihan. A presença dos convidados fez parte da parceria da Piracanjuba ProForce com Carol Sampaio e Ju Ferraz, que levou diferentes nomes para vivenciarem de perto a experiência da marca durante o festival. Os convidados aproveitaram a passagem pelo espaço para conhecer as atrações, interagir com a marca e registrar momentos na Cidade do Rock. Um dos destaques foi a ativação “Puxa e Empurra”, que convidou os participantes para uma disputa divertida e garantiu registros personalizados da experiência. Além da brincadeira, o público também pôde experimentar os produtos Piracanjuba ProForce e recarregar as energias ao longo da programação do festival. Ao longo do Rock in Rio, o Piracanjuba ProForce Park se consolidou como um dos pontos de encontro dentro da Cidade do Rock, reunindo experiências de entretenimento, movimento e bem-estar em meio à programação do festival.

  • Twenty One Pilots faz sua estreia no Rock in Rio com show contagiante e fecha edição que marcou nova era do Palco Mundo

    O Rock in Rio 2026 chegou ao fim neste domingo com uma noite repleta de atrações de diferentes gêneros musicais em todos os seus palcos. Encerrando com chave de ouro a edição que marcou a nova era do Palco Mundo, Twenty One Pilots fez sua estreia no festival entregando um show emocionante e repleto de energia, coroando uma edição marcada por momentos históricos: da apresentação lendária de Elton John à chegada do K-pop. Este ano, mais de 700 mil pessoas circularam pela Cidade do Rock para aproveitar os 190 shows, mais de 1.300 artistas e 45 apresentações internacionais que aconteceram ao longo dos sete dias de festival. “Que bacana poder viver momentos como os que aconteceram nesta edição. A gente fala muitas vezes daquele primeiro Rock in Rio, em 1985, com o Freddie Mercury regendo a plateia de milhares de pessoas. Mas nós, aqui, também podemos viver momentos históricos. E que honra! A vida passa muito rápido, há um excesso de informação e uma quantidade de conteúdo que a gente mal consegue digerir. Não podemos deixar passar batido uma declaração de amor de um cara como o Elton John para o Brasil. A gente tem que valorizar e entender o quanto o Brasil entregou para um artista dessa dimensão. E não vamos deixar isso ser esquecido nunca”, afirmou Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, em coletiva realizada na tarde deste domingo, na Cidade do Rock. No Palco Mundo, que em 2026 ganhou um telão de LED de 2,4 mil metros quadrados, a noite teve início com o furacão Ivete Sangalo que, como de costume, incendiou o público da Cidade do Rock com um setlist recheado com sucessos mais conhecidos como "Macetando", "Poeira", "Energia Gostosa", "Dançando" e "Pequena Eva". Em sua 20ª apresentação no Rock in Rio, contando as edições do Rio de Janeiro, Lisboa, Madri e Las Vegas, "Mainha", levou para o festival o show “A La Sangalo”, no qual inclui canções como “NUEVAYoL”, de Bad Bunny, e “Corazón Partío”, que já ganhou uma gravação na voz da baiana, em parceria com Alejandro Sanz. Lola Young fez sua estreia no país entregando uma performance que mostrou toda potência de sua voz. A artista comprovou a fama dos fãs brasileiros, elogiando o público que correspondeu à altura e apoiou a artista do início ao fim, mesmo sob a chuva. Em “Spiders”, ficou visivelmente emocionada e confessou ao público suas reflexões sobre guerras e inteligência artificial para, em seguida, dizer: "Vocês são a melhor plateia da minha vida". O show terminou com "Messy", hit mundial que rendeu a Lola Young o Grammy Awards e o BRIT Award, em um grande coro na Cidade do Rock. A penúltima artista a se apresentar no Palco Mundo foi Halsey que, em sua estreia no festival, literalmente, colocou fogo por toda a extensão do espaço. A norte-americana entregou um show performático, desceu até a grade para cantar perto dos fãs e, na sequência, pediu que a plateia acendesse as lanternas do celular em "Without Me". No repertório, que passeou por versões mais roqueiras de sua discografia, a artista ainda apresentou os sucessos "Hurricane" e "Closer". O Twenty One Pilots encerrou a programação do Palco Mundo com um show de alta intensidade, combinando rock e uma produção marcada pelo dinamismo de Tyler Joseph e Josh Dun. Em sua estreia no Rock in Rio, o duo revisitou diferentes fases da carreira em um repertório que passou por sucessos como “Heathens”, “Shy Away” e “Jumpsuit”, além de apresentar músicas mais recentes, como “Overcompensate”, que abriu o show. A apresentação também foi marcada pela intensa interação com a plateia: em diferentes momentos, os músicos foram suspensos pelo público em pequenas plataformas -- ao final, inclusive, tocando tambores em cima do público. Josh Dun ainda escalou uma estrutura para tocar bateria das alturas. Já na reta final, Jonathan, segurança do festival e fã da banda, ganhou uma surpresa especial e subiu ao palco para cantar “Ride”, um dos clássicos do duo. Em uma noite de estreia, o Twenty One Pilots transformou o Palco Mundo em parte do espetáculo e encerrou a edição com o público no centro da cena. Palco Sunset tem Zara Larsson como headliner deste domingo A abertura do Palco Sunset foi marcada pelo show “Carol Biazin convida Joyce Alane”, encontro de duas vozes da nova geração da música brasileira. Biazin iniciou a apresentação transitando pelo pop rock e R&B, com canções como “Dilemas da vida moderna” e “Sou do mundo”. Quando Joyce Alane subiu ao palco, as duas cantaram juntas “Tudo com você”, parceria entre as artistas. Em seguida, Joyce assumiu os vocais para apresentar “Idiota raiz”, feat com João Gomes, levando ao festival sua mistura de pop e referências da música nordestina. Em seguida foi a vez do Pará brilhar com a estreia de Joelma no Rock in Rio. A artista amendou clássicos da carreira como "Anjo", "A Lua Me Traiu" e "Passe de Mágica", reservando espaço para seu tradicional momento de "bater cabelo" com o público. A apresentação contou com participação especial da "Rainha do Tecnomelody", Viviane Batidão, que fez a temperatura subir em "Balanço do Norte" e "Vem Meu Amor". Marina Sena levou um show performático e cheio de personalidade, que ganhou ainda mais força com a participação especial de Céu. Diante de um público que lotou o espaço mesmo sob a chuva, a cantora abriu a apresentação com “Numa Ilha” e “Coisas Naturais” e transitou por diferentes momentos do repertório, com destaque para “Carta de Maria”, “Ouro de Tolo” e uma versão mais lenta de “Por Supuesto”. Ao lado de Céu, Marina cantou “Varanda Suspensa” e “Malemolência”. O show terminou em alta, com “Carnaval” e “Desmitificar”, reforçando o carisma da artista. A headliner do Palco Sunset fez uma apresentação marcada pelo carisma e pela interação com o público. Zara Larsson surgiu vestida com um top verde e amarelo, entregando não só potência vocal, mas também muita interação e coreografias vibrantes, suas marcas registradas, com direito a um quadradinho -- famoso no funk carioca. A artista chamou ao palco o fã Sayron, que recebeu a já tradicional camisa grafitada por Larsson, e entregou passos precisos e muito vogue ao dançar “Lush Life”. Em “Midnight Sun”, o protagonismo foi da plateia: diversas pessoas entraram na trend e ergueram os amigos no ar. Em uma noite de muita dança e conexão, Zara deixou o público cantando, dançando e reproduzindo suas coreografias até o fim. Rock in Rio em números: um festival de superlativos Os números ajudam a dimensionar a grandiosidade de uma das maiores experiências de música e entretenimento do mundo. Ao longo de sete dias, o Rock in Rio reuniu mais de 700 mil pessoas na Cidade do Rock, sendo 49% vindas de fora do estado do Rio de Janeiro, com fãs de 89 países, e movimentou um impacto econômico de R$ 3,36 bilhões. O festival gerou ainda 33,9 mil empregos diretos e indiretos e credenciou 30 mil pessoas para atuar na operação. Na programação, foram 190 shows, mais de 1.300 artistas e 45 apresentações internacionais. Mais do que números, a edição de 2026 reforçou a capacidade do Rock in Rio de transformar a Cidade do Rock em uma verdadeira cidade temporária, com uma operação de grande escala para receber o público. Para colocar tudo de pé, foram mobilizados 120 quilômetros de fios elétricos, distância equivalente a aproximadamente 16 voltas na Lagoa Rodrigo de Freitas; 90 mil m² de grama sintética; 65,85 toneladas de cenografia nos palcos; e 5.136,50 m² de painéis de LED. A estrutura de atendimento contou ainda com 1.314 banheiros e 168 bebedouros distribuídos pela Cidade do Rock. O aplicativo oficial acompanhou a jornada do público antes e durante o festival, com 530 mil downloads ao longo da edição, média de 170 mil acessos diários e mais de 100 mil bebidas vendidas antecipadamente. A experiência também começou antes de chegar à Cidade do Rock. Ao longo dos seis dias de festival, a operação de transportes garantiu o deslocamento de milhares de pessoas: cerca de 300 mil passageiros utilizaram o BRT Expresso Rock in Rio, enquanto o metrô registrou aproximadamente 240 mil embarques por dia durante o evento. Já o Primeira Classe transportou cerca de 150 mil pessoas, conectando a Cidade do Rock a mais de 40 destinos. Uma cidade de experiências, sabores e encontros A gastronomia também ocupou espaço de destaque na experiência do público. Durante a edição, a Gourmet Square recebeu mais de 165 mil pessoas ao longo dos seis dias de festival, enquanto, na Área Vip, foram consumidas 80 toneladas de comida. O Rock in Rio Club recebeu até mil pessoas simultaneamente e mais de 2,5 mil pessoas por dia durante o festival. A operação também vendeu diariamente mais de 500 hambúrgueres inspirados no Rock in Rio Café. Na Capela da Rota 85 foram realizadas 1260 celebrações do amor, uma média de 180 por dia, e quatro casamento oficiais. Entre as experiências, o ECCO, by Lightwire, espetáculo sensorial e imersivo em 360° criado exclusivamente para o Rock in Rio 2026, emocionou mais de 25 mil pessoas que passaram pela Arena 1. Ao todo, as experiências da Cidade do Rock foram vivenciadas por mais de 266 mil pessoas nesta edição. Por Um Mundo Melhor: impacto que continua depois do festival A dimensão do Rock in Rio também se estende para além dos dias de evento. Na parceria com a Ação da Cidadania, mobilização nacional de combate à fome, foram contabilizados mais de 866 mil pratos de comida doados até o fim desta edição. O volume de refeições foi acompanhado diariamente, em tempo real, pelo "Pratômetro" instalado na Cidade do Rock. A gestão de resíduos foi outra operação de grande escala. Ao longo do festival, a Comlurb recolheu 40 toneladas de resíduos por dia, sendo 80% de materiais potencialmente recicláveis. Deste total, 34,5%% já foram triados por 22 catadores e 60 catadoras. Um total de 82 postos de trabalho foram criados, com a participação de seis cooperativas. O valor da diária dos catadores envolvidos na ação é 248% maior do que o salário-mínimo nacional proporcional ao dia de trabalho. O compromisso com o impacto positivo também se estende para depois do festival. O leilão teve itens assinados por 42 bandas/atrações, incluindo guitarras autografadas por Bring Me The Horizon, Foo Fighters e Gilberto Gil, camisetas assinadas por Calvin Harris, Nova Twins, João Gomes, NEXZ e HWASA, entre outros, como vinis, setlists e baquetas. O leilão tem início na segunda-feira, 14 de setembro, e segue até o dia 25 deste mês. Música, encontros e diferentes sotaques na Cidade do Rock Com a plateia cheia, Marvvila levou o vozeirão e a força do pagode carioca ao Espaço Favela, em uma apresentação marcada pela participação de convidadas como Amanda Amado, Mannda Lym e Aline Wirley, ex-integrante do Rouge. No repertório, sucessos como “Acredita” e “A Pagodeira” dividiram espaço com clássicos do samba e do pagode, além de uma versão de “Killing Me Softly with His Song”, em arranjos acompanhados pela banda completa e pelo cavaquinho de Ayla Albuquerque. Em sua estreia no Rock in Rio, Suel fez uma viagem no tempo pelos sucessos que marcaram sua trajetória à frente do Imaginasamba, como “Dúvida” e “Para de Pirraça”. O repertório também trouxe clássicos do pagode, como “Derê”, do Soweto, e “Deixa Acontecer”, do Grupo Revelação. O Espaço Favela encerrou a programação deste domingo (13) com o baile funk comandado por Dennis DJ. Com telões de LED, efeitos visuais e luzes sincronizadas, o produtor levou uma estrutura de grande porte ao palco e colocou o público para dançar ao som de hits como “Malandramente”, “Tá OK” e “Deixa de Onda”. A apresentação também contou com uma homenagem a Mr. Catra, participação de Tília e um momento especial com o Coral das Quebradas. O palco Supernova começou o último dia de festival com o rapper AR Baby, que apresentou seu novo álbum, “Mestiço”, e sucessos como “Fundamentos das Ruas”, parceria com L7nnon. Em seguida, Bruna Black fez o público dançar com sua musicalidade influenciada pelos vizinhos nordestinos. A artista apresentou parcerias com Jota.pê e ÀVUÀ, em “Conte Comigo”, e com Chico César, em “Marrom Cremoso”. A terceira atração da noite foi Sant, que fez um show lotado e deu spoiler do novo álbum, além de presentear os fãs com artes produzidas durante a apresentação pelo criador das capas de seus discos. Encerrando a programação do Supernova nesta edição, Lourena apresentou o show de sua turnê acústica, com participações de Sant e 3030, e levantou o público com hits como “Dizeres”. No Global Village, Kynnie surgiu vestida de freira e acompanhada por dançarinos segurando bíblias, em referência ao filme “Mudança de Hábito”. Ao longo da apresentação, o repertório combinou músicas próprias, como “Pegada de Vilã”, “Me Curar” e “Pretinho”, entre outras, com arranjos de músicas de Lauryn Hill e Snoop Dogg. Kynnie também prestou homenagem a Preta Gil ao cantar “Oro”, música que gravaram juntas. Já Lucy Alves foi a segunda artista a se apresentar no palco, com sua sanfona e seu gingado, cativando o público e transformando o espaço em um grande forró. “Esse festival é sobre tocar as pessoas com a música”, disse a cantora, reforçando a gratidão por passar pelo Rock in Rio. No fim do dia, Haley Smalls fez sua estreia no Brasil. A cantora canadense encantou a plateia, arriscou algumas palavras em português e agradeceu ao público pela hospitalidade brasileira. No New Dance Order, o último domingo do Rock in Rio foi dedicado à música eletrônica, reunindo diferentes vertentes da cena em uma sequência de apresentações que manteve a pista aquecida até a madrugada. A programação começou com o Dawn Patrol, projeto que reúne Maz, Antdot, Riascode e Bakka, seguido por Illusionize, Roddy Lima e John Summit, que encerrou a noite. Os artistas conduziram o público por diferentes atmosferas e sonoridades da música eletrônica, em uma programação marcada por sets dançantes, forte conexão com a pista e energia crescente até o fechamento do festival. Sobre o Rock in Rio             1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo -- o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco -- o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena -- 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).            Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.        Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 -- Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).          Das 25 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), onze em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022, 2024 e 2026), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).

  • Lucy Alves leva a força do forró e da mulher nordestina ao Rock in Rio

    Lucy Alves levou a força do forró e da música nordestina ao Rock in Rio neste domingo (13). No palco Global Village, a cantora, compositora, multi-instrumentista e atriz paraibana apresentou um espetáculo criado especialmente para o festival, colocando em evidência a presença feminina em um gênero historicamente marcado pela predominância de vozes masculinas. Em um show dançante e cheio de referências, Lucy reuniu clássicos, sucessos de sua trajetória e diferentes vertentes da música nordestina. A apresentação começou com 'Magalenha' e 'Baião', de Luiz Gonzaga, e seguiu por um repertório que passou por diferentes momentos da carreira da artista. 'Forró em Cabedelo', 'Maçã do Rosto', 'Rodopiei', 'Meu Bem, Meu Mal', 'Sem Resposta' e 'Sertanejo' fizeram parte do setlist, com esta última contando com a participação especial de Poetiza. O encontro entre as duas artistas reforçou a proposta de aproximar diferentes gerações e sonoridades do Nordeste. O repertório também trouxe 'Ouro Puro', 'Gato do Mato', 'Tanta Saudade' e 'Melaço'. Na reta final, Lucy revisitou clássicos como 'Romance da Lua Lua', 'Gemedeira', 'Frevo Mulher' e 'Pagode Russo', encerrando a apresentação em clima de celebração da música nordestina. O forró é chão, é raiz, é festa e também é força de mulher. Subir nesse palco para defender isso é uma honra e uma responsabilidade, afirma Lucy Alves. A apresentação no Rock in Rio aconteceu em um momento importante da trajetória da artista, que tem na música nordestina um dos principais eixos de sua identidade. Nascida em João Pessoa, Lucy construiu sua carreira entre a música e o audiovisual e, em janeiro deste ano, voltou à cidade natal para registrar seu primeiro DVD solo, Lucy Alves Ao Vivo em João Pessoa. Gravado na Praia de Tambaú, o projeto reuniu artistas como Elba Ramalho, Dorgival Dantas, Xande de Pilares, Priscila Senna, Joyce Alane, Luizinho Calixto, Mariah Yohana e Poetiza, em um encontro que reforçou a relação da cantora com suas raízes e com diferentes gerações da música brasileira. No Rock in Rio, essa identidade ganhou uma nova dimensão, com o forró ocupando o centro de uma apresentação pensada para um dos maiores festivais de música do mundo. Ao longo do show, Lucy também destacou a força das mulheres na construção e na renovação da música nordestina. A proposta esteve presente tanto na escolha do repertório quanto no encontro com Poetiza e na presença do corpo de dança, que acompanhou a artista durante a apresentação. A direção artística do espetáculo foi de Max Viana, com direção musical de Marcos Vasconcelos. A apresentação contou ainda com banda e corpo de dança formados especialmente para o projeto. A coreografia foi assinada por Felipe Padilha e a direção de movimento, por Lavínia Bizzotto. Já a identidade visual acompanhou a proposta de valorização das raízes nordestinas. Lucy vestiu figurino assinado por Victor Hugo Matos, enquanto o balé usou peças de Gilda Midani. Os looks incorporaram referências ao Nordeste, com elementos de crochê e uma paleta marcada por tons de âmbar e turquesa. A relação de Lucy com a música nordestina acompanha sua trajetória desde o início. Antes de ganhar projeção nacional, a paraibana integrou o grupo Clã Brasil, dedicado ao repertório regional, e ganhou destaque em 2013, ao chegar à final do The Voice Brasil. Desde então, ampliou sua atuação para a televisão, o teatro e o audiovisual, mantendo a música como eixo central de sua carreira. No Rock in Rio, Lucy Alves levou ao palco Global Village uma apresentação que celebrou o forró como uma expressão viva da cultura brasileira. Entre clássicos, músicas autorais, piseiro e encontros entre artistas, o show colocou a música nordestina no centro do festival e reforçou o espaço das mulheres na construção de sua história e de seus novos caminhos. Na televisão, Lucy também se prepara para um novo momento de sua carreira. A artista acaba de fechar contrato com a TV Globo para integrar o elenco de Lá na Minha Terra, próxima novela das seis da emissora. A produção marca mais um capítulo de sua trajetória na dramaturgia, área que vem dividindo espaço com a música ao longo de sua carreira.

  • Crisântemos sem perfume conquistam novos mercados na decoração

    Com a inovação genética, as variedades dessa flor - Margarida, Bola Belga, Mini Margarida, Pompom, Decorativo, Spider, Santini e Anastasia - estão tendo maior aceitação do mercado e consolidam uma nova fase para a sua utilização, abandonando antigas limitações. Antigamente associada a cerimônias fúnebres, os crisântemos estão se firmando como uma escolha moderna, funcional e altamente decorativa pela sua grande variedade de formas e cores, sendo cada vez mais requisitados para a decoração de grandes eventos, inclusive para elegantes casamentos. As novas variedades sem perfume podem ser verificadas no 32º Veiling Market - maior feira da floricultura nacional - nos dias 10 e 11 de setembro, na Cooperativa Veiling Holambra. Graças aos avanços em melhoramento genético, flores e plantas vêm ganhando novas variedades capazes de atender cada vez mais às demandas do público e às exigências de diferentes aplicações. Um exemplo marcante dessa evolução são os crisântemos, flores tradicionalmente reconhecidas por sua beleza, delicadeza e diversidade de cores, mas que, por muito tempo, tiveram seu uso limitado devido ao perfume intenso. Em ambientes como casamentos e eventos gastronômicos, o aroma forte dos crisântemos era considerado um obstáculo, já que podia conflitar com o cheiro dos alimentos ou se destacar excessivamente em composições com outras flores. Esse fator restringiu sua presença em decorações e contribuiu para que, durante anos, fossem associados principalmente a cerimônias fúnebres. Esse cenário, no entanto, já mudou. Com o desenvolvimento de variedades sem perfume, os crisântemos passam a ocupar um novo espaço no mercado de decoração. Além de manterem suas características visuais marcantes - como variedades de formas, texturas e cores -, essas novas versões oferecem alta durabilidade, tanto em corte quanto em vaso, ampliando significativamente suas possibilidades de uso. As variedades sem perfume poderão ser conhecidas no 32º Veiling Market - maior feira da floricultura nacional - nos dias 10 (das 8h às 17h) e 11 de setembro (das 8h às 14h), na Cooperativa Veiling Holambra. Pelo menos cinco dos produtores consultados esperam vender pelo menos 70% de seus plantios durante a mais completa feira de negócios da floricultura nacional, na qual são apresentadas as novidades, tendências e destaques de flores e plantas ornamentais para o segundo semestre, com foco na Primavera, Finados, Natal e Réveillon. Decoração de casamentos O setor de decoração já acompanha essa tendência. A arquiteta e florista Karina Saab, com mais de 25 anos de atuação, afirma que os crisântemos vêm ganhando cada vez mais espaço em projetos de eventos, especialmente casamentos. 'As novas variedades de crisântemos trazem também formas, texturas e cores, e estão sendo cada vez mais utilizadas tanto para criar volume e preenchimento em arranjos quanto em buquês, caminhos da noiva e diferentes estilos de decoração'. Segundo a florista, do laranja, vermelho e pink a tons mais delicados, como lilás, a diversidade de variedades permite composições que vão de propostas vibrantes a produções românticas e temáticas, tornando o crisântemo uma opção versátil e criativa para a decoração de eventos. Sobre a produção De 2024 para cá, as variedades sem perfume cultivadas pelo Rancho Raizes, em Holambra, tiveram a produção dobrada. Hoje, 100% da produção no pote 11 é de variedades que não apresentam cheiro. Considerando a produção de todas as variedades também nos potes 13 e 15, os crisântemos sem perfume representam mais da metade da produção. No pote plástico 11, são plantados os crisântemos tipo margarida de uma família de variedades batizada de Swifty, do melhorista holandês Dümmen, trazidas para o Brasil há sete anos. Já as outras variedades coloridas e sem perfume, do melhorista Floritec, começaram a ser produzidas no ano passado. A produtora Elisa Pennings, da Maggy Flores e Plantas, explica que o critério do perfume para selecionar as novas variedades a serem disponibilizadas para o mercado não é, hoje, o critério mais importante, embora elas estejam abrindo novos mercados, como a possibilidade de decoração, inclusive de dentro de casa. As 10 variedades sem perfume (chamadas de Swifty, do melhorista holandês Dummen Orange), que ela produz, são do tipo mini margaridas, coloridas e bicolores, cultivadas no pote 13. 'Estamos cultivando esse produto desde 2022 e, hoje, produzimos cerca de 600 mil vasos por ano dessa variedade, o que representa mais ou menos a metade da nossa produção', diz. Sobre o Veiling Holambra O Veiling Holambra é o mais completo centro comercial e logístico de flores e plantas do Brasil, com mais de 180 mil m² de área, sendo referência no mercado nacional. Com 37 anos de história, a cooperativa reúne mais de 470 produtores cooperados e atende mais de mil clientes ativos em todo o território nacional. Serviço: Veiling Market - 32ª edição Datas e horários: dia 10/09 (das 8h às 17h) e dia 11/09 (das 8h às 14h) Local: Cooperativa Veiling Holambra Endereço: Rodovia SP-107, km 27 - Santo Antônio de Posse (SP) Inscrições: gratuitas no link www.veiling.com.br/vmkt

  • Brasília Moto Festival chega à quinta edição no Eixo Monumental

    A edição de 2026 do Brasília Moto Festival (BMF) é realizada entre os dias 17 e 20 de setembro (quinta a domingo) e ocupa o Eixo Cultural Íbero-Americano. São quatro dias de programação intensa no centro da cidade, com shows ao vivo, atividades para toda a família, praça gastronômica e feira de artesanato. O evento é um encontro nacional que reforça a celebração do motociclismo e recebe motoclubes, motociclistas, triciclistas, colecionadores de carros antigos e entusiastas da cultura sobre rodas. A entrada é gratuita mediante a doação de um quilo de alimento não perecível, em todos os dias do festival. A quinta edição deste ano do BMF é apresentada pelo Ministério da Cultura com patrocínio da Paratudo Bebidas. Motociclistas se deslocam de várias regiões do Brasil para participar das quatro noites de shows e da convivência nos espaços do festival. A programação musical tem como destaques o músico Milton Guedes e a banda Tião e os Bravos. Atração inédita preparada para este ano é um show de rock tocado por uma orquestra. Com o crescimento do projeto, o propósito continua ser proporcionar um ambiente acolhedor, de acordo com a idealizadora e diretora do BMF, Tânia Serzanink. 'O movimento do motociclismo e do motoclubismo em Brasília é um dos maiores do Brasil. O clima por aqui é de amizade, de encontros. É isso que as pessoas buscam no festival', reforça. Quinta e sexta-feira, dias 17 e 18, o evento começa às 16h. Já no sábado e domingo, dias 19 e 20, o início é às 10h. A programação completa já está disponível no perfil oficial e no site oficial do evento. Tradição Em sua quinta edição, o Brasília Moto Festival já se tornou um dos encontros de motociclismo mais tradicionais do Centro-Oeste. O evento é parte do calendário da cultura motociclística e amplia a missão de valorizar motociclistas e entusiastas. Programação - Brasília Moto Festival 2026 17 de setembro (quinta-feira): 19h - On Seven7; 20h30 - Celebration Band; 22h30 - Lúpulo; 00h - Ray Titto e os Calabares 18 de setembro (sexta-feira): 17h - Homem Banda; 19h - Orquestra/Rock; 21h - Haroldinho Mattos; 22h30 - Milton Guedes; 0h30 - Azzarock 19 de setembro (sábado): 15h30 - Homem Banda; 17h30 - Black Machine; 19h - Monster Jam; 21h - Two Silent Decades; 22h30 - Tião e os Bravos; 0h15 - Country Side Memories 20 de setembro (domingo): 12h - Gleisson Chaves (pocket show); 13h30 - Old Is Cool; 15h - Quinta Essência; 16h45 - Queen os Magic Serviço: Brasília Moto Festival 2026 De 17 a 20 de setembro No Espaço Cultural Ibero-Americano (Eixo Monumental, Brasília) Entrada gratuita com doação espontânea de um quilo de alimento não perecível Classificação etária: livre

  • Geraldo Couto leva glamour e inspiração de Fellini ao Metrópoles Catwalk

    O estilista paulista Geraldo Couto, especialista em moda festa e conhecido pelo trabalho artesanal de alta-costura, é um dos nomes confirmados na terceira edição do Metrópoles Catwalk, que acontece de 14 a 18 de setembro, na Arena Mané Garrincha, em Brasília. Com entrada gratuita, o evento reúne mais de 30 marcas nacionais em cinco noites de desfiles. O convite para integrar a programação surgiu a partir da faixa do empresário e ex-senador Luiz Estevão, que reconheceu o trabalho do estilista. Para a passarela brasiliense, Geraldo apresentará entre 20 e 25 looks, em uma coleção inspirada no clássico La Dolce Vita, de Federico Fellini. A coleção traduz o universo sofisticado do estilista, com peças bordadas e um trabalho inteiramente manual, desenvolvido dentro da tradição de ateliê. 'O que o público de Brasília pode esperar de mim é nada mais, nada menos que a entrega de um show luxuoso e glamouroso', afirma Geraldo. A mulher Geraldo Couto é retratada como poderosa, autônoma e dona das próprias escolhas. 'É uma mulher de atitude, com suas próprias ideias, que se autodefine e não precisa da opinião alheia', define o estilista, que atende clientes no Brasil e também no exterior. Ao longo da carreira, Geraldo já assinou produções para personalidades como Cleo Pires, Roberta Close, Fernanda Keulla, Juliette e Daniela Albuquerque, entre outros nomes.

  • Pano, esponja e bancada: infectologista alerta para 5 cuidados na limpeza da cozinha

    Estudo brasileiro encontrou os maiores níveis de contaminação microbiana em esponjas e panos entre os pontos analisados; infectologista explica como evitar a contaminação cruzada e quando o uso de materiais descartáveis pode ser aliado. Bancada limpa, pia sem louça e fogão brilhando costumam ser sinais de que a cozinha está em ordem. Mas existe uma diferença entre uma superfície parecer limpa e estar sendo higienizada de maneira adequada. Um dos pontos de atenção está justamente naquilo que usamos para fazer a limpeza. Quando um mesmo material passa por diferentes superfícies, permanece úmido ou não é higienizado corretamente, pode acabar transportando microrganismos de um local para outro. Um estudo de pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp), publicado no Journal of Food Protection, ajuda a dimensionar a questão. A pesquisa analisou a contaminação microbiana em cozinhas de residências estudantis, avaliando geladeiras, pias, panos e esponjas. Os maiores níveis de contaminação microbiana foram encontrados nas esponjas, seguidas pelos panos. O estudo não detectou Salmonella nem Listeria monocytogenes nas amostras. 'Uma cozinha visualmente limpa não necessariamente está livre de microrganismos. O cuidado precisa estar não apenas na superfície, mas também nos materiais utilizados na limpeza. Se um mesmo item circula por diferentes locais sem a higienização adequada, pode contribuir para transportar microrganismos entre eles', explica a infectologista Camila Ahrens. Limpar também pode espalhar O fenômeno é conhecido como contaminação cruzada. Na cozinha, ele pode acontecer quando microrganismos presentes em um alimento, utensílio ou superfície chegam a outro local de maneira direta ou indireta. Um exemplo está no preparo de alimentos crus. Resíduos deixados sobre uma bancada não devem simplesmente ser espalhados ou retirados com um material que depois será utilizado em outras áreas. 'Resíduos de alimentos crus merecem atenção especial. Nesses casos, é importante retirar o material, descartá-lo adequadamente e realizar a higienização da superfície. Também é fundamental lavar as mãos e evitar que utensílios utilizados naquele processo entrem em contato com alimentos prontos para consumo', orienta Camila. É nesse contexto que materiais de uso único, como a toalha de papel, podem ser aliados em determinadas situações. Ao retirar um resíduo e ser descartado logo depois, o material não volta a circular pela cozinha. 'Em situações pontuais, o uso de um material descartável pode ajudar porque interrompe esse ciclo. Você retira o resíduo e elimina aquele material, reduzindo a possibilidade de reutilizá-lo em outra superfície. Isso não significa que descartáveis sejam sempre mais higiênicos ou que materiais reutilizáveis sejam inadequados. O mais importante é escolher a solução correta para cada tarefa e manter boas práticas de higiene', acrescenta a infectologista. A higiene muda hábitos de consumo A preocupação com a forma de limpar também ajuda a entender uma transformação na categoria de toalhas de papel. Pesquisa da Kantar sobre o mercado brasileiro mostra que características funcionais como qualidade, absorção, resistência e espessura representam 25,1% dos fatores associados à força das marcas. Praticamente no mesmo patamar aparece a percepção de que a toalha de papel é uma 'parceira nas tarefas de casa', com peso de 24,1%. Na Softys Sepac, a maior procura pela categoria também aparece nos resultados: a companhia aponta a linha de toalhas de papel Maxim como a categoria/produto que apresentou o maior crescimento financeiro no último ano dentro da operação. Para a companhia, esse desempenho acompanha uma mudança na forma como o consumidor utiliza a toalha de papel. Além de resistência e absorção, ganham relevância a praticidade e a possibilidade de utilizar o produto em tarefas específicas, descartando-o logo depois e evitando que o mesmo material circule por diferentes superfícies. Essa mudança não exige transformar a cozinha em um ambiente descartável. Panos, esponjas e outros materiais reutilizáveis continuam tendo suas funções, desde que sejam corretamente higienizados, secos e substituídos quando necessário. O principal cuidado é mais simples: não basta pensar se a cozinha parece limpa. É preciso observar como ela está sendo limpa e o caminho percorrido por aquilo que usamos para fazer essa limpeza.

  • É possível apagar o sobrenome do pai dos documentos? Advogada explica

    No final do último mês foi noticiado que mais uma das filhas de Brad Pitt está seguindo com a retirada do sobrenome do pai. Vivienne Jolie-Pitt, de 17 anos, filha caçula dele com Angelina Jolie, avançou no processo. Ela é a quarta filha do casal que busca retirar o sobrenome. Shiloh foi a primeira, em 2024. Maddox iniciou o processo em maio deste ano, seguido por Zahara, em julho. Dos seis filhos do casal, apenas Knox, irmão gêmeo de Vivienne, e Pax, de 23 anos, ainda mantêm oficialmente o sobrenome do ator. Essa decisão adotada por parte dos herdeiros do ex-casal é apontada como mais um reflexo do rompimento familiar iniciado após a separação, há exatos dez anos, em setembro de 2016. Na época, Angelina acusou o ex-marido de comportamento abusivo durante um voo particular da família, envolvendo ela e os filhos. Pitt negou as acusações. No Brasil, também é possível retirar o sobrenome de um dos pais, mas segundo a advogada familiarista Ana Luisa Lopes Moreira, o vínculo de filiação permanece registrado. A alteração pode ser admitida em algumas circunstâncias previstas na legislação e também reconhecidas pela jurisprudência, especialmente quando a manutenção do sobrenome causa prejuízo à dignidade, à identidade ou à vida social da pessoa. Entre as situações que podem justificar o pedido estão o abandono afetivo, a ausência de vínculo familiar, situações de constrangimento ou vexame associadas ao sobrenome e outras circunstâncias relevantes analisadas no caso concreto, explica. Retirada total: e quando se quer ir mais longe, quando o desejo é retirar o nome do pai ou da mãe da certidão de nascimento, é possível? A especialista afirma que sim, mas que se trata de uma medida absolutamente excepcional, que exige decisão judicial. A Justiça autoriza a exclusão principalmente na ação negatória de paternidade ou maternidade, normalmente após exame de DNA; nos casos de adoção, onde a nova filiação substitui legalmente a anterior, e na retificação de erros materiais cometidos pelo cartório, pontua. Contudo, ela, que integra o escritório Celso Cândido Souza Advogados, destaca que a Justiça é bastante rígida em relação ao mero abandono afetivo ou ausência de convivência. Embora esses casos de rejeição e violência já autorizem a retirada do sobrenome para evitar constrangimentos, apagar totalmente o nome do genitor do campo de filiação ainda é um enorme desafio nos tribunais brasileiros, pois se entende que a verdade biológica não pode ser apagada do registro sem razões jurídicas de extrema gravidade. Mesmo com a mudança de filiação, não é obrigatória a mudança automática do sobrenome. Quando a Justiça concede a exclusão do pai ou da mãe do registro, é perfeitamente possível manter o sobrenome, assim como também é viável solicitar a sua retirada, ressalta a advogada familiarista. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) possui entendimento consolidado no sentido de que o sobrenome integra o direito da personalidade, a identidade social, acadêmica e a história de vida do indivíduo. Portanto, se a pessoa já é conhecida no meio social ou profissional por aquele patronímico, ou se a alteração lhe causar prejuízos e constrangimentos, o magistrado autorizará a manutenção do sobrenome, suprimindo unicamente o nome do genitor do campo destinado à filiação na certidão de nascimento, detalha a especialista. Por outro lado, com a retirada do nome do pai ou da mãe da certidão de nascimento, a medida também anula a possibilidade de herança, pensão alimentícia ou qualquer outra obrigação. Rompem-se de forma absoluta os direitos sucessórios e o parentesco extenso com avós, tios e primos, ressalta Ana Luisa. Multiparentalidade: um outro caminho, que tem se tornando mais frequente no Brasil, são as solicitações de inclusão de mais nomes na filiação do indivíduo, além do pai e mãe. No Brasil, quando evidenciada a posse do estado de filho perante um genitor socioafetivo, a regra geral é o acolhimento da multiparentalidade. Por esse entendimento, reconhece-se que a filiação socioafetiva e a biológica situam-se em igual patamar axiológico, permitindo a coexistência de ambos os vínculos no assento de nascimento, com a manutenção do genitor originário e a inclusão do novo pai ou mãe, desdobrando-se em todos os efeitos jurídicos e patrimoniais, salienta.

  • Rony Meolly comanda segunda noite do 'Sala de Rock' no Hidden Brasília

    Após uma estreia marcante, o cantor e produtor Rony Meolly retorna ao Hidden Brasília nesta sexta-feira para comandar a segunda apresentação da temporada de setembro do projeto 'Sala de Rock'. Ao longo de quatro encontros exclusivos ao longo do mês, o público da capital pode vivenciar o retorno do clima vibrante e intimista que consagrou a atração no espaço, garantindo mais uma noite inesquecível para os amantes da boa música. A experiência quebra as barreiras tradicionais ao posicionar a banda estrategicamente no meio da plateia, transformando o ambiente em uma verdadeira sala de estar coletiva de imersão total. Tocar no centro da pista nos dá a liberdade de transformar o show em um evento irrepetível. Com os novos convidados que chegam para somar nesta sexta, a promessa é de mais um encontro completamente diferente do anterior, destaca Rony Meolly sobre a proximidade com o público. Nesta segunda edição, o projeto segue surpreendendo ao dar uma roupagem roqueira com guitarras marcantes e arranjos inéditos a clássicos do pop, MPB, axé, reggae e soul. Além do repertório dinâmico e imprevisível, a noite contará com novas participações especiais ao lado do artista, garantindo uma apresentação única para consolidar a temporada como um dos grandes destaques culturais da cidade. SERVIÇO: Sala do Rock - temporada de Setembro. Local: Hidden Brasília (SIG). Horário: A partir das 19h. Data: 11/09. Couvert: R$60.

  • Musical autoral 'Entre Sonhos e Sonhos' estreia em Brasília em setembro

    Com uma história inédita e trilha sonora criada especialmente para os palcos, o musical 'Entre Sonhos e Sonhos' estreia em Brasília em setembro. Realizado pela Bailacci Musicais, o espetáculo terá apresentações nos dias 19 e 20 de setembro, no Teatro UNIP, e 26 e 27 de setembro, no teatro Carmen Sallés, com duas sessões por dia. A montagem é idealizada por Walter Amantéa, diretor geral, autor, compositor e produtor da obra. A produção aposta em um caminho ainda pouco explorado no teatro musical brasileiro: em vez de adaptar sucessos da Broadway, filmes ou biografias, leva aos palcos uma criação inteiramente original. Além do roteiro, Amantéa assina as letras e as 20 canções compostas especialmente para o espetáculo. 'Queremos mostrar que Brasília também pode ser um espaço de criação de grandes musicais autorais. Entre Sonhos e Sonhos nasceu daqui, com uma história inédita e músicas pensadas para cada momento da narrativa. É um projeto que fala sobre escolhas, coragem e sobre aquilo que muitas vezes deixamos de viver por medo de seguir nossos próprios sonhos', destaca Walter Amantéa. A trama acompanha Vinícius Conradi, jovem universitário que chega a um momento decisivo da vida: seguir sua verdadeira vocação na música ou optar pela segurança de um caminho mais tradicional. Entre cobranças acadêmicas, expectativas familiares e os dilemas de um relacionamento, o personagem enfrenta conflitos que colocam em xeque seus planos para o futuro. A partir dessa jornada, o musical aborda temas como identidade, relações familiares, amor, autoconhecimento e a coragem necessária para fazer escolhas. A proposta é aproximar o público de uma questão que atravessa diferentes gerações: até que ponto vale abrir mão dos próprios sonhos para atender às expectativas dos outros? Produzido de forma independente e sem patrocínio, 'Entre Sonhos e Sonhos' também aposta na valorização da cena artística local, com produção profissional e remuneração de elenco e equipe técnica. Serviço: Entre Sonhos e Sonhos – O Musical. Realização: Bailacci Musicais. Temporada: setembro de 2026. Teatro UNIP (913 Sul) – Brasília/DF. Datas: 19 e 20 de setembro de 2026. Sessões: às 15h e às 19h, duas apresentações por dia. Teatro Carmen Sallés (604 Norte) – Brasília/DF. Datas: 26 e 27 de setembro de 2026. Sessões: às 15h e às 19h, duas apresentações por dia. Instagram: @entresonhosesonhos. Site: www.entresonhosesonhos.com.br

  • Dia da Cachaça: bares de Brasília preparam drinques especiais para celebrar a data

    No dia 13 de setembro, o Brasil celebra o Dia da Cachaça, uma das bebidas mais tradicionais do país e um dos principais símbolos da identidade nacional. Produzida a partir da fermentação e destilação do caldo de cana-de-açúcar, a bebida atravessa séculos de história e, atualmente, ganha novas interpretações pelas mãos de chefs e bartenders. Em Brasília, a data ganha comemorações especiais em restaurantes da cidade. A origem da cachaça está ligada ao período colonial brasileiro, quando a produção de açúcar se desenvolveu com força a partir do século XVI. A bebida teria surgido nos engenhos, inicialmente a partir do aproveitamento de subprodutos da produção açucareira. Ao longo dos anos, a cachaça se popularizou entre diferentes camadas da sociedade e passou a fazer parte da cultura, da gastronomia e das celebrações brasileiras. Mais do que uma bebida alcoólica, a cachaça tornou-se um elemento da cultura nacional. A tradicional caipirinha, por exemplo, ajudou a levar o destilado brasileiro para além das fronteiras do país. Hoje, a bebida aparece tanto em receitas clássicas quanto em criações contemporâneas, com diferentes tipos de madeira, processos de envelhecimento, infusões e combinações de ingredientes regionais. No Bla's Cozinha Criativa, na 406 Norte, a data será celebrada com drinques que exploram ingredientes brasileiros e diferentes possibilidades da cachaça. Entre os destaques está o Amazônia (R$ 34,90), preparado com cachaça de jambu, xarope de açaí, suco de limão, xarope de guaraná, formiga baniwa e gelo. A casa também oferece caipirinhas por R$ 24,90, com opções de limão, maracujá, morango e cajuzinho. Outra criação é a Caipirinha Especial Bla's (R$ 29,90), que combina limão-taiti, limão-siciliano, folha de limão, tangerina, cachaça premium, mel e gelo. Para o chef Gabriel Blas, a versatilidade da bebida permite explorar sabores brasileiros de maneira criativa. 'A cachaça faz parte da nossa história e da nossa identidade. A ideia é mostrar que ela pode ir muito além dos preparos tradicionais, valorizando ingredientes brasileiros e criando experiências diferentes para quem está à mesa', afirma Gabriel Blas. Já no Olinda Bar e Restaurante, com unidades em Taguatinga e Asa Sul, o Dia da Cachaça também será uma oportunidade para o público conhecer diferentes interpretações do destilado. A unidade de Taguatinga terá happy hour das 15h às 21h, com caipirinha de limão por R$ 14,90. A casa ainda conta com uma carta de drinques que coloca a cachaça como protagonista. Entre as opções está a Morena Tropicana (R$ 38), feita com cachaça especial da casa infusionada com melaço de cana, limão-taiti e rapadura. Outra sugestão é o Caju Amigo (R$ 38), que leva cachaça Volúpia, limão, caju em calda, suco de caju e rapadura. Já o Onça Pintada (R$ 38) reúne tangerina, polpa de maracujá, limão, açúcar e cachaça. Segundo o chef Romão Olinda, a proposta é aproveitar a data para valorizar a bebida brasileira e apresentá-la ao público em combinações que dialogam com a identidade gastronômica da casa. 'A cachaça é um ingrediente que representa muito do Brasil. Quando trabalhamos com frutas, melaço, rapadura e outros sabores que fazem parte da nossa cultura, conseguimos transformar essa tradição em drinques contemporâneos, sem perder a essência da bebida', destaca Romão Olinda. SERVIÇO Bla's Cozinha Criativa - Endereço: CLN 406 Bloco D Loja 38. Telefone: (61) 3879-3430. Horário de funcionamento: Terça a sábado das 12h às 16h e domingo das 12h às 16h. Instagram: @blas406 Olinda Bar e Restaurante - Asa Sul: CLS 202 Bloco B Loja 38 - Asa Sul. Telefone: (61) 3532-2958. Horário de funcionamento: todos os dias das 11h às 16h. Instagram: @olindabarerestaurante Olinda Bar e Restaurante - Taguatinga: CNB 2 Lote 2, Loja 1 - Taguatinga. Telefone: (61) 3562-5177. Horário de funcionamento: todos os dias das 11h às 22h. Instagram: @olindabarerestaurante

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