top of page

Resultados da busca

Buscar neste site

42697 resultados encontrados com uma busca vazia

  • “3 Horas para Viver” tem muita explosão e pouca história

    Por: Rodrigo Carvalho Um ex-fuzileiro, uma entrega urgente e uma organização criminosa disposta a tudo para interceptá-la. “3 Horas para Viver”, dirigido por Scott Waugh, reúne os ingredientes de um típico filme de ação. O problema é que, entre perseguições, tiros e explosões, falta algo que faça essa mistura sair do lugar-comum. Alan Ritchson interpreta Hank Malone, um ex-militar que agora trabalha com entregas especiais. A apresentação do personagem está entre os momentos mais divertidos: em um dos serviços, ele precisa transportar um pássaro de um milhão de dólares da casa de um homem rico até a residência da ex, do outro lado da rua. É um absurdo simples e engraçado, que sugere uma aventura capaz de brincar com a própria proposta. A rotina muda quando Hank aceita uma encomenda de última hora no aeroporto: um fígado que precisa chegar ao hospital em apenas três horas para salvar uma menina de sete anos. O pacote, porém, vem acompanhado por Ben Bishop, interpretado por Owen Wilson, cuja presença é uma condição para o transporte. Naturalmente, o que deveria ser uma entrega complicada vira uma guerra. Quem está atrás do órgão é Damián Zaldívar, vivido por Rodrigo Santoro. O criminoso quer o fígado para salvar a própria mãe, que está morrendo. Essa motivação poderia acrescentar algum peso ao conflito: de um lado, uma criança; do outro, um filho disposto a qualquer coisa pela mãe. Mas o filme prefere usar o dilema como combustível para mais ação, sem explorar muito o que existe ali. Santoro também protagoniza uma das escolhas mais curiosas do roteiro. Seu personagem é filho de uma colombiana, a história se passa na Austrália e, ainda assim, ele fala português o tempo todo. Pelo que o filme apresenta, não há explicação para essa relação com o idioma: nenhuma passagem pelo Brasil ou informação sobre a nacionalidade do pai que ajude a preencher a lacuna. Para o público brasileiro, ao menos, isso rende uma diversão involuntária. Ouvir Santoro xingando o grandalhão interpretado por Ritchson em português está entre os pequenos prazeres da sessão. É engraçado, embora também chame atenção para a falta de cuidado com a construção do personagem. Ritchson entrega a presença física que o papel exige, enquanto Owen Wilson ajuda a sustentar os momentos de humor como Ben Bishop. Há bastante movimentação, mas a sucessão de confrontos não se transforma em uma experiência especialmente empolgante. Mesmo com um órgão para entregar e um relógio correndo, falta tensão para fazer o espectador sentir essa urgência. Logo no começo, Hank aparece estudando francês. O motivo fica guardado para uma revelação posterior, que não cabe estragar aqui. Basta dizer que a tentativa de surpresa é bastante previsível. O roteiro planta a informação com tanto destaque que praticamente pede ao público para esperar sua explicação. “3 Horas para Viver” termina como um filme de ação mediano, com cara de produção feita para a televisão. Tem algumas situações engraçadas, um elenco conhecido e explosões suficientes para preencher a sessão, mas pouco que permaneça depois dela. Para assistir em casa, sem grandes expectativas, pode funcionar como passatempo. Para pagar um ingresso de cinema, a entrega fica devendo. NOTA: ❤

  • Recuperação judicial e extrajudicial: entenda as diferenças após caso da Ri Happy

    Cristiano Ferreira, advogado especialista em Direito Empresarial, explica como funcionam as duas modalidades, quais são suas diferenças e em quais situações cada uma pode ser utilizada pelas empresas. O pedido da Ri Happy para renegociar cerca de R$ 827,4 milhões em dívidas por meio da recuperação extrajudicial trouxe atenção para os mecanismos jurídicos disponíveis às empresas que enfrentam dificuldades financeiras. Embora tenham objetivos semelhantes, a recuperação judicial e a extrajudicial apresentam diferenças importantes na forma de negociação com credores e na condução do processo. A recuperação judicial é um procedimento conduzido sob supervisão do Judiciário, no qual a empresa apresenta um plano para reorganizar suas dívidas e buscar condições para manter suas atividades. Já na recuperação extrajudicial, a negociação do plano ocorre diretamente entre a empresa e seus credores, com possibilidade de posterior homologação judicial, desde que sejam cumpridos os requisitos legais. Para Cristiano Ferreira, advogado especialista em Direito Empresarial, compreender as diferenças entre os dois instrumentos é fundamental para que empresas endividadas avaliem a alternativa mais adequada à sua realidade financeira. “A principal diferença está na forma como a negociação é estruturada. Na recuperação judicial, o processo ocorre sob supervisão do Judiciário e envolve a apresentação de um plano conforme as regras legais. Na recuperação extrajudicial, a empresa negocia diretamente com seus credores para buscar um acordo que poderá ser submetido à homologação judicial. A escolha depende das características do endividamento e das condições do negócio”, explica. A decisão sobre qual modalidade utilizar exige uma análise da situação financeira da empresa, do perfil dos credores e da capacidade de cumprir os compromissos assumidos. Também é necessário avaliar se as dificuldades podem ser enfrentadas por meio de negociações ou se a situação exige um processo mais amplo de reorganização. “Não existe uma modalidade que seja automaticamente melhor para todas as empresas. É necessário analisar o nível de endividamento, a relação com os credores e a capacidade de recuperação das operações. O planejamento jurídico e financeiro é essencial para definir uma estratégia viável e evitar que as dificuldades se agravem”, ressalta o especialista. O caso da Ri Happy reforça a importância de conhecer os instrumentos previstos na legislação para lidar com crises empresariais. A identificação antecipada dos problemas financeiros e a escolha de uma estratégia compatível com a realidade da companhia podem contribuir para reorganizar as obrigações e preservar a continuidade das atividades.

  • Dia da Massa: Spoleto presenteia clientes com Pennoni Rigati importado da Itália para preparar em casa

    O Spoleto – líder de mercado, maior rede de franquias de comida italiana do Brasil e marca pertencente ao Grupo Trigo – celebra o Dia da Massa, comemorado em 25 de outubro, levando um pedacinho da Itália para a casa dos clientes. Quem comprar uma refeição nos restaurantes da rede, ganhará um saquinho com 120g de Pennoni Rigati, massa seca importada de Campobasso, na Itália. A marca espera ampliar o fluxo de clientes nas lojas e estima distribuir mais de 50 mil brindes em toda a rede. A massa, que também é utilizada nos pratos servidos pelo Spoleto, contém 14 g de proteína e é produzida pela La Molisana, empresa fundada em 1912 e reconhecida por sua tradição e pela qualidade das massas italianas. “A Itália está presente na essência do Spoleto e em um dos principais ingredientes dos nossos pratos. Com essa ação, queremos aproximar o consumidor dessa história e mostrar que a experiência de uma boa massa italiana pode ir além dos nossos restaurantes e chegar também à cozinha de casa”, afirma Rafa Pardo, diretor de Marca do Spoleto. A ação será realizada exclusivamente no balcão dos mais de 400 restaurantes da rede, presentes de Norte a Sul do país, enquanto durarem os estoques. A promoção não é válida para pedidos realizados por delivery. Vale ressaltar ainda que o Spoleto reformulou o programa de relacionamento, o “Mio 4.0”, que garante benefícios exclusivos e cashbacks para os clientes, de acordo com o volume de compras realizados nos canais oficiais da rede (loja física e site oficial). Mais informações sobre os restaurantes e delivery em: www.spoleto.com.br. Sobre o Spoleto O Spoleto, com mais de 400 restaurantes, é líder no segmento de culinária rápida italiana no Brasil. Presente em 23 estados e no Distrito Federal, a maior concentração de restaurantes está em São Paulo e no Rio de Janeiro. Consolidado como a maior rede de culinária italiana do Brasil, a marca passou por uma grande transformação gastronômica. Vem profissionalizando cada vez mais seus gerentes, transformando-os em chefs. Também modernizou a arquitetura e estrutura, trazendo um posicionamento mais voltado para o fast casual. Os ingredientes são preparados diariamente nos restaurantes do modelo Minha Cozinha Italiana, levando mais sabor e qualidade para cada cliente. Além disso, a rede está com um investimento robusto no digital. Todas as novas franquias são inauguradas no modelo de autoatendimento 100% digital e as antigas estão em processo de mudança. Sobre o Grupo Trigo      O Grupo Trigo, holding 100% brasileira fundada em 1999 e dona do Spoleto, Koni, Gendai, China in Box e Gurumê, além da 2V Deli e Conveniência, ASA Açaí e Pizzaria Spoleto, marcas recentes - é o maior grupo de franquias que oferece comida de verdade no país e um dos maiores operadores de comida asiática do mundo, através dos seus restaurantes e delivery. Hoje, são cerca de 700 restaurantes espalhados de norte ao sul do país, além de suas marcas 100% digitais com vendas majoritariamente online para delivery, fábrica e distribuidora próprias e linha de produtos voltados ao varejo. Com o objetivo de democratizar a boa culinária, as marcas Trigo oferecem uma comida saborosa, bem elaborada e com ótimos insumos por um preço justo e acessível.

  • Com 13 fazendas certificadas, Minas Gerais fortalece sua presença no mercado global com oferta de algodão sustentável e rastreável

    A Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa) encerrou o ciclo de certificação da safra 2025/2026. Treze propriedades rurais foram aprovadas no Programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), após o cumprimento de etapas regulamentares de Verificação para Diagnóstico da Propriedade (VDP) e de melhoria com a implementação do Plano de Correção de Não Conformidades (PCNC), conduzidas com suporte técnico direto da entidade. As fazendas mantêm, simultaneamente, o reconhecimento internacional da Better Cotton Initiative (BCI). A certificação comprova o cumprimento de parâmetros de conformidade das propriedades frente às normas trabalhistas, ao manejo ambiental adequado e à gestão operacional eficiente, que são requisitos para comercialização da pluma, principalmente no exterior. Minas Gerais é o quarto maior produtor do Brasil na safra 2025/2026, com mais de 39 mil hectares plantados, dos quais mais de 17 mil hectares são áreas certificadas. O estado é reconhecido pela eficiência ao conquistar, em 2023, o registro de maior produtividade do país, com 2.045 quilos de pluma por hectare (Abrapa/Agência Minas). “Essas treze propriedades mostram que o produtor mineiro tem incorporado a certificação à gestão da fazenda. Além de atender às exigências do mercado, o processo melhora rotinas, amplia a segurança dos trabalhadores e torna a operação mais eficiente”, afirma Daniel Bruxel, presidente da Amipa. “A certificação conjunta ABR e BCI exige 90% de conformidade nos critérios estabelecidos, com obrigatoriedade total nos Critérios Mínimos de Produção. Ofertamos os modelos de documentos e a assessoria técnica para que as propriedades adotem os protocolos exigidos pelo mercado”, explica Luis André de Queiroz, consultor técnico da Amipa. Esse trabalho começa meses antes da auditoria oficial, com diagnósticos preventivos para mapear adequações necessárias nas lavouras. O ABR e o Padrão Global Desde o início do programa, criado pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) em 2012, um dos principais pilares do ABR é a conformidade trabalhista, o que inclui o alinhamento com a CLT e a Norma Regulamentadora nº 31 (NR-31), além de critérios de boas práticas agrícolas, saúde do solo e destinação de resíduos. A prestação de contas do programa foi ampliada este ano com o lançamento do primeiro relatório de sustentabilidade baseado no padrão internacional Global Reporting Initiative (GRI). “O setor têxtil necessita desses dados e atualizamos os temas estratégicos do programa para reportar esses avanços de forma estruturada”, diz Fábio Carneiro, gerente de Sustentabilidade da Abrapa. O ABR avalia iniciativas de adaptação climática nas propriedades, como o uso de energia fotovoltaica, adoção de plantas de cobertura e mapeamento de emissões de carbono, este último realizado em parceria com a Embrapa. A partir 2025, com a estruturação do Instituto ABR, produtores, indústria, academia, ONGs e marcas do varejo global discutem o direcionamento estratégico do programa. Na rotina das fazendas, o controle é rigoroso. O Grupo Farroupilha, sediado em Patos de Minas (MG), mantém cinco propriedades certificadas em Minas Gerais, nos municípios de Coromandel, Presidente Olegário, São Gonçalo do Abaeté e Buritizeiro. Para Carolina Lara Vasconcelos Ferreira, gerente de Saúde, Segurança e Sustentabilidade da empresa, a auditoria externa valida o rigor da operação. “Aos compradores, o selo assegura que temos controle sobre o uso de defensivos, que os trabalhadores têm acesso a equipamentos de proteção e exames médicos, e que passam por treinamentos regulares. O monitoramento rastreia da semente até o fardo, preservando a qualidade da fibra, que é processada em nossa unidade em Patos de Minas”, relata a gerente. Rastreabilidade ganha importância no cenário internacional Aprovado pelo ABR, o produtor está habilitado a comercializar a safra como algodão certificado BCI. Com a evolução das exigências regulatórias da União Europeia para as cadeias de fornecimento, a rastreabilidade física dos produtos e a comprovação de informações sobre sua origem e seus impactos ganham importância no comércio internacional. O Brasil representa mais de um terço do volume global licenciado, segundo estimativa do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos para a safra 2024/25. Para inserir novas fazendas nesse cenário, a Amipa utiliza um ciclo de adaptação de dois anos: diagnóstico e implantação no primeiro ano; auditoria e certificação no segundo. “Nós trabalhamos em conjunto com o Estado no programa Certifica Minas Algodão. Nossa meta é formar uma teia de certificações que dê garantia total à indústria têxtil sobre a fibra que sai de Minas Gerais”, afirma Luis André. Sobre a Amipa Fundada em 1999, a Associação Mineira dos Produtores de Algodão (Amipa), sediada em Patos de Minas (MG), é uma entidade de utilidade pública, representativa e focada em impulsionar a inovação e a sustentabilidade da cotonicultura no estado. Por meio de suporte técnico contínuo e disseminação de tecnologias produtivas, a Associação consolida Minas Gerais como o maior produtor do Sudeste e referência nacional em produtividade de pluma, elevando a competitividade do algodão mineiro no Brasil e no exterior. Acesse os canais de comunicação da Amipa nos links abaixo: Site: www.amipa.com.br LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/amipaalgodaomg/Facebook: https://www.facebook.com/amipaalgodaomg/Instagram: @amipaalgodaomgYouTube: @amipaalgodaomg

  • TikTok impulsiona vendas de cosmético e leva marca a integrar digital e varejo físico

    O avanço do social commerce está mudando a forma como marcas de beleza descobrem oportunidades de venda e transformam conteúdo em demanda. Em balanço divulgado em junho de 2026, o TikTok informou que o GMV médio diário do TikTok Shop cresceu 102 vezes no primeiro ano de operação no Brasil, enquanto o número médio de criadores afiliados ativos aumentou 46 vezes. Pesquisa realizada pela plataforma com 17 mil usuários apontou que 57,8% dos entrevistados concluem compras diretamente no TikTok Shop após descobrir um produto no próprio aplicativo. O movimento levanta uma questão para as marcas de bens de consumo, especialmente na categoria de beleza, em que demonstrações de uso, recomendações e avaliações podem influenciar a decisão de compra, sobre como transformar a atenção conquistada nas redes em crescimento consistente também no varejo físico. Camilla Clemence, gerente de marketing da Bio Soft, acompanha esse movimento a partir da experiência com Lisa Bumbum, produto que já fazia parte do portfólio da marca e ganhou um novo patamar de vendas após conquistar tração no TikTok. “O que chama a atenção nesse fenômeno é que não estamos falando necessariamente de um produto novo, mas de um item que encontrou outro contexto de descoberta e passou a alcançar consumidores em uma escala diferente da que observávamos anteriormente. Quando isso acontece, o desafio deixa de ser apenas aproveitar o interesse nas redes e passa a envolver como sustentar a demanda e transformar essa visibilidade em resultado para o negócio”, afirma. Os números internos da Bio Soft ajudam a dimensionar esse efeito. Em março de 2026, as vendas de Lisa Bumbum ficaram aproximadamente 88% acima da média mensal anterior ao fenômeno digital. Em maio, a diferença chegou a 405% e, em junho, atingiu um pico de 618%. Mesmo após esse período, o desempenho permaneceu elevado em julho, quando as vendas ficaram cerca de 558% acima da referência histórica. Segundo a companhia, aproximadamente 80% das vendas atuais do produto vêm do ambiente digital, com o TikTok entre os principais impulsionadores. A empresa não divulga os volumes absolutos de unidades comercializadas nem o faturamento do produto. O caso ilustra um desafio que vai além de conquistar alcance ou converter vendas dentro de uma plataforma. Quando a demanda cresce rapidamente, as marcas precisam alinhar comunicação, disponibilidade de estoque, distribuição, trade marketing e estratégia comercial para aproveitar o interesse do consumidor em diferentes canais. Na beleza, em vídeos que permitem demonstrar textura, aplicação e resultados percebidos, o conteúdo pode funcionar como ponto de partida para a compra, enquanto a presença nas lojas amplia as possibilidades de descoberta e acesso ao produto. Na Bio Soft, a resposta incluiu intensificar a comunicação nas próprias redes sociais, desenvolver materiais de ponto de venda e treinar a equipe comercial para aproximar a demanda digital do varejo físico. Para Camilla, o aprendizado está em tratar o social commerce não como uma frente isolada, mas como parte de uma estratégia integrada de marca e distribuição. “Viralizar pode acelerar a descoberta, mas não garante que o produto se torne uma escolha recorrente. Precisamos fazer com que o consumidor que conhece Lisa Bumbum no TikTok também consiga reconhecê-lo, encontrá-lo e comprá-lo na loja física. Por isso, a discussão não é escolher entre o digital e o varejo tradicional, mas fazer com que os dois canais trabalhem juntos para sustentar o crescimento”, conclui. Sobre a Bio Soft A Bio Soft é a marca de produtos corporais da empresa Soft Hair. A Soft Hair é uma marca brasileira de beleza e cuidados pessoais, com mais de quatro décadas de atuação no mercado. Com um portfólio diversificado e de alta qualidade, a Soft Hair oferece soluções completas para o cuidado diário dos cabelos, enquanto a Bio Soft dedica-se aos cuidados específicos com o corpo. A marca é reconhecida pela tradição, inovação e compromisso com a satisfação dos clientes e consumidores. Para mais informações, acesse: https://loja.softhair.com.br

  • Régis Danese assina com a Universal Music Christian Group e anuncia projeto "Casa de Milagres"

    Um dos artistas mais reconhecidos da música gospel nacional, Régis Danese é o mais novo integrante do cast da Universal Music Christian Group. A assinatura do contrato aconteceu nesta quarta-feira (21), no escritório da Universal Music Brasil, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e marca o início da parceria com o cantor e compositor, responsável por alguns dos maiores sucessos da música cristã brasileira. O encontro contou com a presença de Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil, e de Renata Cenízio, gerente de A&R da Universal Music Christian Group. Régis esteve acompanhado da esposa, Kelly Danese, e dos filhos Brenda Danese, que também integra o elenco de artistas da companhia, e Brunno Danese. A presença dos quatro antecipou um dos elementos centrais do trabalho que o cantor prepara para esta nova etapa: a família. “Desde 2014, a gente vem construindo esse namoro com calma e verdade. Passei sete anos sem gravadora por escolha, amadurecendo os passos, cuidando da minha música e do meu ministério. Hoje, assinando com a Universal Music, eu me sinto profundamente grato, amado e valorizado. É como confirmar que Deus guiou cada detalhe. Tô muito motivado pro que vem aí: novas canções, excelência no trabalho e o mesmo coração de sempre. Essa aliança chega na hora certa”, diz Régis Danese. Régis ultrapassou as fronteiras do segmento gospel e conquistou projeção nacional com o fenômeno “Faz um Milagre em Mim”, uma das músicas cristãs de maior repercussão no país. O sucesso integrou o álbum “Compromisso”, que superou a marca de 2 milhões de cópias vendidas e rendeu ao artista uma indicação ao Latin GRAMMY® 2009, na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa. A canção também ganhou enorme popularidade nas rádios e na televisão, levando o repertório gospel a públicos que iam além do segmento. Antes e durante sua trajetória como intérprete, Régis também construiu uma história importante como compositor. Suas músicas foram gravadas por artistas como Só Pra Contrariar, Daniel, Leandro & Leonardo, Belo e Alcione, revelando uma versatilidade que antecede sua projeção na música cristã. Sua carreira reúne ainda reconhecimentos como quatro conquistas no Troféu Talento de 2009. A chegada à Universal Music Christian Group também abre caminho para “Casa de Milagres”, novo projeto audiovisual do cantor, que começará a ser apresentado ao público em breve. Com nove canções, o trabalho parte de três pilares muito presentes na vida de Régis: fé, família e igreja. Para Paulo Lima, presidente da Universal Music Brasil, a chegada de Régis Danese à companhia marca um novo capítulo na trajetória de um artista que ocupa um lugar importante na música cristã brasileira: “Régis construiu uma história muito importante na música brasileira. ‘Faz um Milagre em Mim’ ultrapassou as fronteiras do gospel e alcançou milhões de pessoas, mas sua trajetória vai muito além desse grande sucesso. Ele é um grande compositor, intérprete e um artista que sempre colocou a fé no centro de sua música. É uma alegria recebê-lo na família Universal, especialmente em um momento de tanta força da música cristã no Brasil. E é ainda mais especial começar essa parceria com um projeto que traduz tão bem sua história, sua fé e seus valores”, afirma Paulo Lima. Gravado na Igreja Videira, em Uberlândia (MG), “Casa de Milagres” é o primeiro projeto musical registrado pelo artista em sua própria igreja. A gravação reuniu aproximadamente 2 mil pessoas, que lotaram o espaço. A família Danese também participa diretamente do audiovisual. A esposa Kelly e os filhos Brenda e Brunno integram o projeto, que traz ainda canções dedicadas à família, tema presente na história pessoal e musical do artista e ocupa um lugar central em sua mensagem. O audiovisual ainda contou com as participações especiais do Pr. Carlos A. Moysés e da banda Voz da Verdade.

  • Ministério da Cultura e Petrobras apresentam: Bodas, com a Focus Cia de Dança, no Sesc Palladium(BH)

    Dias 31 de outubro e 1º de novembro, o Sesc Palladium recebe Bodas, novíssima superprodução da Focus Cia de Dança, sob direção artística do coreógrafo Alex Neoral, criador da obra de arte gigante em todos os sentidos. Esta é a primeira temporada da montagem após a estreia nacional no Rio de Janeiro, em março, quando lotou todas as sessões no Theatro Municipal. Aclamada pela crítica e pelo público, Bodas mergulha nas infinitas possibilidades do corpo em estado de arte. De modo único, a coreografia aglutina referências de 16 montagens da Focus Cia de Dança para marcar os 25 anos de trajetória do coletivo. A Focus Cia de Dança tem patrocínio exclusivo da Petrobras através da Lei de Incentivo à Cultura. Bodas apresenta ao público um vigoroso circuito performático em que as matrizes das coreografias ora diluem, ora tornam ainda mais potentes as bases originais. Todo o movimento é abraçado pelo cenário monumental projetado por Natalia Lana. Uma superfície que serve a surpreendentes encaixes. Também diretor musical, Alex baseia cada momento do roteiro em sonoridades surgidas de diálogos entre música eletrônica e erudita, baladas brasileiras e tango argentino, clássicos da MPB e vanguarda estrangeira.Antes de chegar à Belo Horizonte, a Focus Cia de Dança rodou o mundo. Há pouco mais de um mês, o coletivo foi o único representante do Brasil no Living Dance Festival, na China. Também levou o aclamado “Carlota – Focus Dança Piazzolla” para quatro teatros da Argentina. Ainda retornou à Portugal, para uma turnê com “Still Reich”. Aqui no Brasil, completou um feito: fez turnê em Macapá, única capital em que não havia se apresentado ao longo dos 25 anos. Declarada Patrimônio Cultural do Rio, a Focus Cia de Dança foi fundada pelo coreógrafo Alex Neoral e pela gestora Tati Garcias e hoje está entre os mais importantes coletivos de dança contemporânea do país e do mundo. Bodas faz referências a “Vértice”, de 2000, “Quase Uma”, “Outro Lugar”, “B612”, “3 Pontos...”, “Ímpar”, “As canções que você dançou pra mim”, “Dente de Leite”, “Saudade de Mim”, “Cinequanon” , “Trupe”, “Still Reich”, “Bichos dançantes”, “Vinte”, “Carlota – Focus Dança Piazzolla”, “De Bach a Nirvana”, “Entre a Pele e a Alma”. “Faço uma escolha segura por entender o caminho que percorremos. A maior parte desse caminho com o patrocínio da Petrobras, o que amplia em tudo a excelência que torna a Focus uma das mais importantes na dança contemporânea na atualidade”, analisa Alex Neoral. Com 27 obras e 17 espetáculos em seu repertório, a Focus Cia de Dança consolidou-se como uma das companhias mais atuantes da cena contemporânea brasileira, reconhecida pela crítica especializada e pelo amplo sucesso de público. Ao longo de sua trajetória, já se apresentou em mais de 100 cidades brasileiras e realizou turnês internacionais por países como Colômbia, Bolívia, México, Costa Rica, Canadá, Estados Unidos, Portugal, Itália, França, Alemanha, Espanha e Panamá. Em 2023, participou do Festival Hola Rio!, em Madri, como convidada especial da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, ampliando sua presença no cenário internacional. Alemanha: primeira estreia internacional A primeira estreia internacional da Focus Cia de Dança se baseou no mesmo processo criativo que Alex Neoral aplica em Bodas. Em 2008, criou PATHWAYS para integrar o 50º Jahre Noverre-Gesellschaft, em Stuttgart, Alemanha. “A Noverre é o panorama de novos artistas, de onde saíram nomes como Jiri Kylián, Hans Van Manen e a própria Pina Bausch”, localiza Alex Neoral. Na elaboração de Bodas o artista conta com a própria memória, a memória do corpo – afinal, ele começou a dançar aos 15 anos – e dos cadernos com registros coreológicos de cada obra de sua autoria. “Guardo a maior parte dos meus trabalhos originais e agora esses registros estão sendo valiosos”, complementa. “Nossa estreia internacional no Noverre foi incrível. Graças ao Roberto Oliveira e ao saudoso Richard Cragun houve o impulso para mostrar nosso trabalho pela primeira vez fora do Brasil. Talvez realizar o mesmo processo em Bodas me afete de forma diferente por demonstrar a matriz em que moldamos nossa linguagem”, analisa. Fundada em 2000 no Rio de Janeiro, a Focus Cia de Dança une Alex Neoral à sócia e amiga Tati Garcias, gestora e diretora de produção da companhia. Régua e compasso da organização de cada etapa, Tati Garcias responde pela gestão de todos os fatores. Chega a ter 30 grupos no whatsapp para coordenar idas e vindas das turnês. “Eu e o Alex somos amigos há 30 anos. Faz toda diferença na gestão geral da companhia eu ter sido parte do elenco. Foi o amor pela dança que nos uniu a todos nessa jornada. Ao assumir outra função, tenho a meu favor a compreensão de tudo que gira em torno do bailarino e dos artistas da ficha técnica, além de uma visão estratégica sobre itinerância, dentro e fora do Brasil”, destaca a diretora. “O patrocínio da Petrobras é fundamental para a companhia estar entre as grandes referências da dança contemporânea do Brasil”, resume. FICHA TÉCNICA Direção artística e coreografia: Alex Neoral | Direção de produção e gestão: Tatiana Garcias | Desenho de luz e Coordenação Técnica: Anderson Ratto Figurinos: Lucas Pereira e Maria Osório | Visagismo: Maria Osório Cenografia: Natalia Lana | Criação de vídeo: José Villaça | Design Gráfico: Barbara Lana | Fotos: Leo Aversa e Renato Mangolin | Colaboração Trilha Sonora: Rodrigo Marçal | Assistente de Direção e Ensaiadora: Karina Mendes | Coordenação de Produção: Flávia Menezes | Coordenação de Projeto: Taisa Diniz | Produção Executiva: Giselli Ribeiro e Náshara Silveira | Assistente de Produção: Lara Lunz | Direção de Palco: Pedro Paulo Jr. | Técnico de Palco: Luiz Oliveira Jr e Paulo Barbeto | Técnico de Som: Malcolm Reis | Assessoria de Redes Sociais | Gestão de Tráfego: GuiiuG Comunicação | Coordenação e planejamento de comunicação: Mônica Riani Elenco: Afonso Gondim, Bianca Lopes, Bruno Feliciano, Carolina de Sá, Cosme Gregory, Guilherme Nunes, Luisa Villar, Olivia Pureza, Paloma Tauffer e Wesley Tavares Serviço: Local: Sesc Palladium Rua Rio de Janeiro, 1046 – Belo Horizonte/MG Datas e horários: 31 de outubro de 2026 (sábado) – 20h 01 de novembro de 2026 (domingo) – 19h Ingressos: Comercialização pela bilheteria e pelo site Sympla. Valores: Plateia I – Inteira: R$ 70,00 | Meia: R$ 35,00 | Comerciários: R$ 35,00 | Conveniados: R$ 56,00 Plateia II – Inteira: R$ 50,00 | Meia: R$ 25,00 | Comerciários: R$ 25,00 | Conveniados: R$ 40,00 Plateia III – Inteira: R$ 50,00 | Meia: R$ 25,00 | Comerciários: R$ 25,00 | Conveniados: R$ 40,00 Classificação etária: 12 anos Duração: 75 minutos | Lotação: 905 lugares Colaborador Petrobras tem 50% de desconto na compra de até 2 (dois) ingressos

  • Natura amplia tamanhos de produtos clássicos da linha Mamãe e Bebê

    Em um cenário em que os consumidores estão cada vez mais atentos ao custo-benefício de suas escolhas, a Natura, marca líder de beleza e cuidados pessoais na América Latina¹, amplia as volumetrias dos clássicos da linha Mamãe e Bebê, que passa contar também com opções em 400 ml. A novidade visa gerar impacto sustentável, reduzindo o descarte ao promover o uso prolongado com embalagens otimizadas, melhor custo-benefício: mais produto, menor custo por ml. As novas versões chegam para o Shampoo Clássico, o Sabonete Líquido em Gel Clássico e o Hidratante Corporal Clássico, mantendo em linha as tradicionais embalagens de 200ml. “A nova volumetria nasce a partir de um olhar atento para as necessidades reais das famílias e para a forma como elas estão fazendo suas escolhas de consumo. Ao trazer versões maiores, queremos oferecer mais praticidade para o dia a dia, sem abrir mão da experiência de cuidado que faz parte do universo de Mamãe e Bebê”, afirma Ana Mazzilli, Gerente Sênior de Cuidados Pessoais e Beleza no Marketing Brasil. Além de atender à busca por formatos maiores, a novidade fortalece a presença de Mamãe e Bebê na categoria de cuidados pessoais, ampliando a atuação da marca para produtos de uso recorrente, como cuidados com o corpo, cabelos e higiene do bebê. De acordo com o mercado de cosméticos infantis e cuidados com recém-nascidos, as embalagens econômicas já fazem parte das escolhas do consumidor, representando de 30% a 50% do mix do mercado. Em um cenário de maior racionalização de compra, as versões maiores consolidaram-se como símbolo de inteligência de compra e custo-benefício. Nesse contexto, a ampliação para 400 ml busca unir benefício racional e emocional: mais produto para acompanhar a rotina de cuidados, mantendo a suavidade e o universo de cuidado, segurança, vínculo e naturalidade característicos de Mamãe e Bebê. Conheça os lançamentos: Shampoo Mamãe e Bebê Clássico 400 ml - R$65,90 Com uma fórmula suave e delicada, o shampoo Natura Mamãe e Bebê foi pensado para a segurança dos seus filhos desde os primeiros dias de vida. Todos os produtos para o bebê são hipoalergênicos e foram formulados de maneira a minimizar possível surgimento de alergia. Sabonete Líquido da Cabeça aos Pés Mamãe e Bebê 400 ml - R$69,90 Limpeza suave e delicada desde o primeiro banho: Natura Mamãe e Bebê Sabonete Líquido da Cabeça aos Pés foi desenvolvido especialmente para cuidar da pele delicada do bebê e da mamãe com carinho e cuidado. Sua fórmula suave, livre de parabenos e corantes, limpa delicadamente a pele, removendo as impurezas sem ressecá-la. Com fragrância suave e fórmula hipoalergênica, ele é ideal para o banho e para a pele sensível do bebê. Todos os produtos para o bebê são hipoalergênicos e foram formulados de maneira a minimizar possível surgimento de alergia. Hidratante Corporal Mamãe e Bebê Clássico 400 ml - R$84,90Cuidado e carinho desde o primeiro dia de vida: o Hidratante Mamãe e Bebê é especialmente formulado para hidratar e proteger a pele delicada do bebê. Com ingredientes suaves e seguros, sua textura leve e de rápida absorção proporciona maciez e conforto. Todos os produtos para o bebê são hipoalergênicos e foram formulados de maneira a minimizar possível surgimento de alergia. Nota explicativa: ¹ Fonte: Euromonitor International Limited; Beleza e Cuidados Pessoais edição 2025, vendas em valor de marca combinada (RSP), dados de 2024. Sobre a Natura Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

  • Você finge gostar de sexo para agradar o parceiro? O silêncio pode estar afetando a relação

    Muita gente aprende a fazer sexo antes de aprender a falar sobre ele, e essa dificuldade pode levar pessoas a fingir prazer, esconder fantasias ou aceitar situações desconfortáveis para não decepcionar o parceiro. Com o tempo, o que não é dito pode se transformar em frustração, distanciamento e até vontade de evitar os encontros sexuais. Para a neuropsicóloga Fernanda Purificação, especializada em emoções, comportamento, desejo e cognição, conversar sobre sexo é fundamental para que os parceiros conheçam as vontades um do outro e experimentem novas possibilidades sem transformar o prazer em uma obrigação. O Sexlog, maior rede social de sexo e swing da América Latina, conversou com a especialista sobre os desafios de falar abertamente sobre intimidade e a importância de construir uma relação em que ambos possam expressar desejos e limites. Por que ainda é tão difícil falar sobre sexo? Falta de prazer, diferenças no desejo sexual, fantasias, dor durante a penetração e dificuldades para chegar ao orgasmo estão entre os assuntos que muitos casais evitam, frequentemente por medo de julgamento ou de magoar a outra pessoa. "Quando a pessoa acredita que admitir uma dificuldade vai colocar sua feminilidade, sua masculinidade ou seu valor em julgamento, a situação começa a ficar complexa. Ela tem vergonha, tem medo de comparação, de parecer inexperiente ou até de magoar o outro", explica Fernanda. A reação de quem escuta também influencia a disposição para conversar, já que uma preferência pode virar motivo de discussão quando é recebida como crítica pessoal. "Se toda tentativa de conversar termina em deboche, interrogatório ou cara fechada, esse silêncio tem contexto. Pedir sinceridade e punir a resposta é uma estratégia bastante eficiente para o casal nunca mais ouvir a verdade", afirma. Fingir prazer pode afastar o casal Quando alguém finge gostar de determinada prática, o parceiro tende a continuar repetindo o comportamento por acreditar que está agradando, enquanto a insatisfação permanece escondida e pode se transformar em frustração e distanciamento. Para a especialista, porém, é importante compreender o que leva alguém a fingir, em vez de atribuir a responsabilidade exclusivamente a essa pessoa, que pode sentir vergonha, temer uma reação negativa ou acreditar que o prazer do parceiro deve vir sempre em primeiro lugar. O caminho é criar espaço para expressar preferências de maneira concreta, explicando, por exemplo, que um toque mais leve ou outro ritmo proporciona mais prazer. "Não dá para pedir um caminho e ficar ofendido com o endereço", resume Fernanda, que lembra ainda que o corpo, o desejo e as preferências mudam ao longo do relacionamento, tornando necessário atualizar o conhecimento sobre o prazer do outro. Como contar uma fantasia sem transformar o desejo em cobrança Compartilhar uma fantasia pode aproximar o casal, desde que a conversa não seja interpretada como uma exigência ou como uma expectativa que o outro precisa atender para demonstrar amor. "Compartilhar uma fantasia não significa exigir uma realização. Ponto", afirma Fernanda. A especialista sugere começar o assunto deixando claro que não existe obrigação de colocar a ideia em prática: "Tenho uma curiosidade e queria conversar com você. Podemos falar sobre isso sem compromisso de fazer?". Assim, o parceiro tem liberdade para demonstrar interesse, tirar dúvidas ou recusar a proposta sem constrangimento. "Se o desejo de um virar insistência para o outro, vai dar problema. Nem toda fantasia precisa sair da cabeça. A imaginação não é uma lista de tarefas pendentes do casal", ressalta. Quando existe interesse mútuo, o casal pode conversar sobre cuidados e limites, mantendo a liberdade de interromper a experiência a qualquer momento. Consentimento também se constrói durante o sexo A comunicação não deve ficar restrita às conversas anteriores à intimidade, pois perguntar se algo está confortável, indicar o que proporciona prazer ou pedir uma mudança de ritmo ajuda os parceiros a acompanhar as preferências um do outro durante a experiência. O silêncio, por sua vez, não confirma prazer nem consentimento. Se a pessoa demonstrar tensão, desconforto ou afastamento, a orientação é interromper a atividade e perguntar o que está acontecendo. Da mesma forma, expressões como "isso eu não quero" ou "quero parar" precisam ser respeitadas sem insistência, chantagem ou punição. "Uma negativa não define o valor de ninguém. E relacionamento não é autorização permanente de acesso ao corpo do outro", reforça Fernanda, lembrando que ninguém precisa oferecer uma alternativa ou compensação ao recusar uma prática sexual. A dificuldade de estabelecer limites pode aparecer quando alguém aceita uma situação apenas para evitar discussões, finge prazer repetidamente ou começa a evitar beijos e carinhos por receio de que qualquer demonstração de afeto seja interpretada como uma obrigação de transar. "Quando o beijo passa a significar que vou ter que transar, a pessoa começa a evitar até isso, e o corpo responde com estresse", explica. Como começar a conversar sem transformar tudo em discussão Para casais que não têm o hábito de falar sobre sexo, a neuropsicóloga recomenda começar com pequenas conversas, sem esperar que uma crise obrigue os parceiros a abordar o assunto. Perguntar o que foi agradável, o que poderia ser diferente ou se existe alguma curiosidade a compartilhar permite construir intimidade sem a pressão de resolver tudo de uma vez. Também é importante escutar sem interpretar cada preferência como uma crítica, reconhecendo que ninguém precisa conhecer perfeitamente o próprio corpo para começar esse diálogo. Quando já existem frustrações acumuladas, uma maneira de retomar a conversa é admitir a dificuldade: "Acho que a gente acumulou desconforto e acabou evitando esse assunto. Queria tentar conversar de outro jeito", sugere Fernanda. A conversa não precisa terminar em sexo nem solucionar anos de dificuldades em um único momento, pois pode resultar em um pedido de desculpas, em uma nova compreensão sobre o parceiro ou em um acordo para respeitar melhor os limites de cada um. Se o diálogo termina repetidamente em ataques e impasses, a terapia pode ajudar; quando existe medo de retaliação ou coerção, a prioridade deve ser a segurança e a busca por apoio individual. Para a especialista, não falar sobre sexo não significa necessariamente que exista um problema, mas também não comprova que tudo esteja bem. O essencial é que ambos tenham liberdade para expressar vontades, reconhecer desconfortos e construir uma intimidade em que o prazer não dependa de fingimento ou obrigação. Sobre o Sexlog O Sexlog é a maior rede social de sexo e swing do Brasil, com mais de 25 milhões de usuários cadastrados. A plataforma reúne pessoas solteiras e casadas interessadas em explorar fantasias, conhecer novas experiências e se conectar com parceiros que compartilham interesses semelhantes.

  • Outubro Rosa: médicas promovem evento aberto ao público no Pátio Petrópolis sobre jornada do autocuidado para mulheres

    O Outubro Rosa será tema de uma jornada do autocuidado aberta ao público, no dia 24 de outubro, a partir das 15h, no segundo piso do Pátio Petrópolis Shopping, em Petrópolis. Gratuito, o evento é organizado pelo movimento Delas para Elas, idealizado por médicas especialistas em radiologia mamária, ginecologia, nutrologia e dermatologia, que vão compartilhar informações e orientações sobre prevenção do câncer de mama, diagnóstico precoce e cuidados com a saúde integral da mulher. A iniciativa busca ampliar o acesso à informação e incentivar as mulheres a adotarem hábitos saudáveis e a manterem a atenção à própria saúde. A programação também pretende reforçar a importância do autocuidado em diferentes fases da vida, considerando aspectos como alimentação, atividade física, saúde ginecológica e da pele e bem-estar. Radiologista mamária, Karuline Catein destaca a importância do rastreamento e dos sinais do próprio corpo para a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. “Neste Outubro Rosa, fica uma mensagem que precisa ser lembrada durante todo o ano: prevenção e diagnóstico precoce podem salvar vidas. É importante que cada mulher esteja com os exames em dia e que aquelas que ainda não estão na faixa etária de rastreamento estejam atentas ao próprio corpo. O diagnóstico não é o fim da vida, é o início de uma nova caminhada”, afirma. A nutróloga Lara Miloski também ressalta a importância de uma abordagem multidisciplinar e conectada à realidade das mulheres. “Esse projeto fala exatamente sobre as mulheres que encontro todos os dias: mulheres que cuidam, trabalham, sentem, recomeçam, se adaptam e, muitas vezes, deixam o próprio cuidado para depois. Poder falar de saúde feminina com ciência, acolhimento e conexão é uma forma de aproximar a informação da vida real e ajudar mais mulheres a olharem para si com mais atenção”, comenta. Para a ginecologista e obstetra Françoise Padula, a conscientização sobre o câncer de mama também deve estar associada a uma visão ampla da saúde feminina, que considere as necessidades físicas e emocionais das mulheres. “Neste Outubro Rosa, falamos sobre prevenção, diagnóstico precoce e saúde, mas também sobre acolhimento e sobre olhar para a mulher de forma integral. A abordagem multidisciplinar é muito importante para a saúde da mulher”, destaca. A dermatologista Clara Ribeiro explica que existem muitas formas de se cuidar. “O autocuidado não acontece apenas em uma consulta ou na realização de um exame, mas também está em passear no shopping, encontrar as amigas, escolher algo de que goste, passar um creme com calma ou simplesmente se olhar no espelho com mais carinho. Esses momentos de prazer, lazer e bem-estar também fazem parte de uma vida saudável”, afirma. Movimento Delas para Elas O movimento Delas para Elas foi criado em 2025 pelas médicas Clara Ribeiro, Françoise Padula, Lara Miloski e Karuline Catein. O grupo tem como proposta divulgar informações sobre saúde integral da mulher, contribuindo para ampliar o conhecimento sobre prevenção, bem-estar e qualidade de vida. No perfil do Instagram @delasparaelas.oficial, o público pode acompanhar vídeos com informações sobre temas como fertilidade, menopausa, dermatologia e bem-estar feminino, além de conferir a agenda de eventos promovidos pelo movimento. Mais de 100 mulheres participaram de ação na Fábrica Park Como parte da programação do Outubro Rosa, o movimento Delas para Elas realizou, no dia 3 de outubro, o Wellness Experience, na Fábrica Park, no Centro de Petrópolis. Mais de 100 mulheres participaram da atividade, que reuniu aulas de Wolf Fit, alongamento, massagem e momentos de interação, com foco na saúde, no bem-estar e no autocuidado. O encontro buscou conscientizar as participantes sobre o câncer de mama, a importância do diagnóstico precoce e a prevenção da doença. A Jornada do Autocuidado dá continuidade às ações do movimento durante o Outubro Rosa, ampliando as oportunidades de acesso à informação e de diálogo sobre os diferentes aspectos da saúde feminina. Serviço Jornada do Autocuidado – Delas para Elas Data: 24 de outubro de 2026 (sábado) Horário: 15h Local: Pátio Petrópolis Shopping, segundo piso – Petrópolis (RJ) Entrada: gratuita e aberta ao público Instagram: @delasparaelas.oficial

  • Mano Dáblio lança livro de poesias com acessibilidade e distribuição gratuita

    No dia 29 de outubro (quinta), o poeta, rapper e slammer Mano Dáblio lança o seu primeiro livro de poesias, intitulado RESPIRAR – Fragmentos de sonhos. A obra reúne parte da produção autoral do artista, construída nos últimos 20 anos. O livro será lançado em três formatos e com distribuição gratuita, visando a acessibilidade para públicos diversos: audiolivro nas plataformas de áudio e de vídeo, impresso em tinta e em Braille.O lançamento presencial, com sessão de autógrafos, acontecerá no Ponto de Cultura Invenção Brasileira - Mercado Sul de Taguatinga, a partir das 19h. A entrada é franca. Após o lançamento, os livros impressos em tinta e em Braille serão distribuídos em escolas públicas, bibliotecas, espaços culturais e organizações que atendem pessoas com deficiência em todas as regiões administrativas do Distrito Federal.Mano Dáblio é cria das periferias do DF e Entorno. Como poeta, é vencedor de diversos slams - competições de poesia falada - e participante de coletâneas e de outros projetos coletivos. Artista negro e pessoa com deficiência, também é pioneiro na produção de videoclipes de Rap onde a Língua Brasileira de Sinais - Libras é inserida como parte artística da obra, e não apenas como ferramenta de acessibilidade.Em RESPIRAR – Fragmentos de sonhos, Mano Dáblio transforma experiências pessoais e coletivas em poesia. Sua escrita parte da oralidade e atravessa temas como periferias, hip-hop, memória, corpo, anticapacitismo, afetividades LGBTQIAPN+, invenção e resistência cultural. Publicado pela Tagori Editora, o livro traz ilustrações e capa original assinadas pelo desenhista Chico Zero40.Segundo o texto de orelha, RESPIRAR – Fragmentos de sonhos desloca o olhar, provoca e tensiona o pensamento, nos convidando a sonhar junto. “Vida e criação se encontram em lembranças, inquietações e experiências transformadas em poesia, onde o verso não apenas expressa: provoca, registra, reinventa. Algumas histórias passam. Outras encontram a palavra e permanecem.”Distribuição gratuita e acessibilidade RESPIRAR – Fragmentos de sonhos é um projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Todo o processo de criação, edição e divulgação da obra é voltado à acessibilidade das pessoas periféricas e pessoas com deficiência. Escolas e bibliotecas públicas, espaços culturais e instituições sociais interessadas em receber o livro podem solicitar a doação de exemplares gratuitos pelo e-mail producaomanodablio@gmail.com.Mais sobre o autorHá mais de duas décadas, Mano Dáblio faz da palavra lugar de criação, memória e movimento. Sua trajetória começou no orfanato onde viveu por mais de uma década, entre silêncios, descobertas e os primeiros versos. Através da cultura Hip Hop, encontrou caminhos para reinventar a sua própria história. Desde então, poesia e música se encontram numa escrita que tensiona o mundo sem deixar de sonhar outros possíveis.SERVIÇOLançamento do livro RESPIRAR – Fragmentos de sonhos (Mano Dáblio)Quando: Quinta-feira, 29 de setembro de 2026, às 19hOnde: Ponto de Cultura Invenção Brasileira - Mercado Sul de TaguatingaEntrada: francaNas redes: @teussinaisoficial e @manodablioInformações: producaomanodablio@gmail.com

  • Desenhos de crianças palestinas revelam as marcas de três anos de guerra em Gaza

    A fila para buscar comida, a chuva atravessando a barraca, o tanque demolindo edifícios, o quadricóptero sempre presente ou os amigos com quem costumavam brincar. Dina, Rahaf, Motassem e várias outras crianças de Gaza explicam em voz baixa o significado de seus desenhos, mas as histórias que contam estão longe de ser silenciosas. Produzidos durante sessões psicossociais em grupo organizadas por Médicos Sem Fronteiras (MSF), os desenhos retratam o que essas crianças veem e sentem: memórias de uma infância marcada pelo medo e pela violência. Três anos de uma brutal ofensiva militar israelense tiveram um efeito devastador sobre a saúde mental da geração mais jovem de Gaza. Muitas crianças perderam seus familiares, casas, escolas e amigos, enquanto deslocamentos repetidos e condições de vida catastróficas eliminaram os espaços onde elas deveriam se sentir crianças e brincar sem medo. “Em toda Gaza, estamos observando níveis alarmantes de luto, ansiedade, distúrbios do sono e sofrimento psicológico, tanto entre adultos quanto em crianças”, afirma Franz Luef, coordenador de projetos de MSF para a Palestina. “Esses sintomas estão sendo agravados por uma crise que evoluiu para uma fase menos visível, caracterizada pelo desmonte sistemático, por parte de Israel, das condições necessárias para a sobrevivência dos palestinos.” Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de pessoas em Gaza que necessitam urgentemente de apoio psicossocial e em saúde mental mais do que dobrou desde antes do conflito, passando de cerca de 485 mil para mais de um milhão de pessoas. A assistência em saúde mental tornou-se uma parte crucial do trabalho de MSF: as equipes oferecem consultas individuais, atividades psicossociais e psicoeducativas em grupo para adultos, além de atividades recreativas para crianças e adolescentes, que são particularmente vulneráveis. Uma infância roubada pelo genocídio Para as crianças que tinham idade suficiente para se lembrar da vida antes do genocídio promovido por Israel, quase nada restou do mundo que conheciam. Os lugares onde elas cresceram foram destruídos. Os elementos básicos que deveriam definir a infância, como sentir-se seguro, brincar com amigos, ir à escola e passar tempo com a família, foram roubados e substituídos por memórias de violência, pela ameaça constante de novos ataques e pela paisagem de destruição. Buscar água, enfrentar filas por comida ou ajudar suas famílias a sobreviver agora faz parte de suas responsabilidades diárias. Para as crianças menores, as consequências são diferentes: algumas nem sequer conheceram outra realidade que não o deslocamento forçado e o som dos bombardeios. “Crianças que cresceram durante a guerra e que hoje têm três ou quatro anos perderam a compreensão de muitos conceitos fundamentais”, explica Mahmoud Al-Balbisi, conselheiro de saúde mental de MSF. “Muitas não sabem o que significa ‘lar’. A barraca se tornou a casa delas, porque nunca tiveram a experiência de viver em uma residência.” As crianças também passaram a reproduzir em brincadeiras e desenhos aquilo que veem ao seu redor. Em vez de jogos que refletem uma infância comum, os conselheiros observam crianças imitando a distribuição de ajuda humanitária, descrevendo ataques ou brincando entre os escombros de prédios destruídos. Dina, uma menina de nove anos, lembra-se de ter sido forçada a deixar sua casa com a família enquanto empurrava o pai ferido em uma cadeira de rodas, depois que o pé dele foi atropelado por um caminhão durante a coleta de ajuda humanitária. Dina deseja algo simples: “Que tudo volte a ser como era antes. Minha avó e meu avô.” Rahaf, uma menina de 11 anos, contou: “Às vezes fico na janela e vejo os tanques atirando. Digo para minha mãe: ‘Venha para dentro porque os tanques estão atirando e disparando projéteis’. Tenho medo pela minha família, então peço para ela entrar. Minha prima morreu. Não consigo esquecê-la. Eu brincava com ela o tempo todo.” Efeitos da violência prolongada Os efeitos da violência prolongada são visíveis no comportamento cotidiano das crianças. Os conselheiros relatam aumento de ansiedade, medo, gritos, comportamento agressivo, hábito de roer unhas e episódios de micção involuntária entre os mais jovens. Na clínica de MSF em Zaytoun, na Cidade de Gaza, conselheiros oferecem apoio psicossocial às crianças por meio de música, jogos, histórias e desenhos, proporcionando um espaço para se expressarem. Nas sessões de acompanhamento, eles ajudam as crianças a se reconectarem com quem elas eram antes da guerra e a compreenderem suas emoções. “Tentamos lembrá-las de sua humanidade e de que elas são crianças”, afirma Al-Balbisi. Atividades como “Meu corpo é meu reino” ajudam as crianças a reconhecer seu direito à segurança e à proteção física em um ambiente onde elas estão cada vez mais expostas ao perigo. “Após três anos de violência, com condições de vida e perdas desumanas, as crianças não carregam apenas memórias da guerra; suas experiências remodelaram a forma como elas entendem a segurança e a própria infância”, diz Luef. “Ainda não existe segurança para as crianças em Gaza. Bombardeios podem ocorrer a qualquer momento, e elas continuam vivendo em medo constante, sem oportunidade de se recuperar ou escapar do que já suportaram. As necessidades em saúde mental em Gaza são enormes, mas os serviços e os espaços disponíveis para a recuperação das crianças permanecem severamente limitados após a destruição sistemática do sistema de saúde pelas forças israelenses.” Entre o final de 2023 e setembro de 2026, equipes de MSF realizaram mais de 132 mil consultas individuais de saúde mental e ofereceram suporte a mais de 246 mil pessoas por meio de atividades em grupo.

© 2025 por Rodac Comunicação Criativa

bottom of page