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  • Audiovisual como ferramenta de inclusão: agência amplia acesso de talentos diversos ao mercado

    Em um mercado audiovisual historicamente marcado por barreiras de entrada e pouca diversidade, o hub de produção audiovisual Meraki vem consolidando um modelo de atuação que trata a inclusão como cultura e estratégia de atuação. Fundado há quase dez anos pelos irmãos Danilo e Jaqueline Rowlin, a empresa pretende ampliar o acesso de talentos sub-representados, como profissionais da periferia, artistas independentes e corpos dissidentes, a oportunidades reais de trabalho e visibilidade no setor.   Com um modelo de trabalho horizontal, criativo e acolhedor, a Meraki reúne em uma mesma estrutura agenciamento artístico, produção e direção de elenco e produção geral. Essa integração permite reduzir gargalos do mercado tradicional, conectar talentos a projetos profissionais e fortalecer narrativas plurais, tanto em produções para grandes marcas quanto em projetos independentes.   Esse compromisso também se reflete na curadoria e no acompanhamento de digitais influentes que são referência em seus segmentos. Atualmente, a Meraki cuida da carreira de três criadores de conteúdo homens trans, todos com mais de 100 mil seguidores, ampliando sua inserção no mercado audiovisual e publicitário de forma ética, estruturada e sustentável.   A atuação da Meraki junto a comunidades historicamente sub-representadas parte de um princípio fundamental: essas pessoas fazem parte da realidade da empresa. A diversidade não é tratada como tendência ou recorte isolado, mas como reflexo dos corpos, trajetórias e vivências que constroem o dia a dia da Meraki. Ao mesmo tempo, o hub atua com todos os perfis de talentos e profissionais, conectando diferentes narrativas, estéticas e experiências ao mercado de forma ampla e profissional.   A inclusão na Meraki não se dá por meio de ações pontuais ou campanhas sazonais, mas como prática contínua incorporada aos processos de criação, seleção de equipes e desenvolvimento de projetos. Um dos exemplos dessa atuação é o TransFree, projeto pioneiro no setor e estruturante, voltado à ampliação de oportunidades para pessoas trans no audiovisual, que integra a política da empresa de promover acesso, formação de redes e visibilidade a esses profissionais de forma responsável.   “O audiovisual desempenha um papel crucial na forma como a sociedade se vê e se reconhece. Este meio de comunicação é uma poderosa ferramenta para moldar e refletir os imaginários coletivos, influenciando percepções, valores e identidades culturais”, defende Danilo Rowlin.   Além de fomentar ambientes de trabalho mais diversos, a empresa mantém o compromisso com a valorização profissional, condições dignas de produção e relações éticas com equipes e talentos. Entre os públicos impactados por esse modelo estão pessoas da periferia, profissionais LGBTQIAPN+ e artistas independentes que historicamente encontram obstáculos para acessar o mercado audiovisual formal.   Meraki A Meraki é um hub de produção audiovisual fundado pelos irmãos Danilo e Jaqueline Rowlin, com atuação baseada em um modelo de trabalho horizontal e integrado, que conecta talentos diversos a projetos profissionais para marcas e produções independentes. Desde a sua fundação, a empresa já realizou mais de 700 trabalhos em seu portfólio, consolidando-se como uma estrutura que alia produção audiovisual, agenciamento artístico e desenvolvimento de narrativas contemporâneas.

  • Janeiro Branco reforça cuidado integrado à saúde mental

    A campanha Janeiro Branco, embora tenha nascido no Brasil em 2014, hoje é considerada um movimento internacional de conscientização sobre a saúde mental, mobilizando instituições e profissionais de saúde para estimular a prevenção, a identificação precoce e a busca de ajuda especializada em um cenário de aumento contínuo de estresse, ansiedade e sobrecarga emocional. No Hospital Santa Lúcia, por exemplo, a iniciativa ganha reforço com ações voltadas a públicos a grupos que demandam atenção ampliada — como gestantes e puérperas, no contexto da maternidade, e idosos, com atenção especial ao isolamento social — além de um encontro especial do programa Cuidar+ , realizado no dia 20 de janeiro no Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS), da Asa Sul.   Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), quase 1 em cada 7 pessoas no mundo vive com algum transtorno mental, e condições como ansiedade e depressão estão entre as mais frequentes. No Brasil, por exemplo, a OMS estima mais de 18 milhões de brasileiros vivendo com transtornos de ansiedade, classificando o país como o mais ansioso do mundo . E os índices de depressão também estão em alta: 11,5 milhões de brasileiros convivem com a condição.   Para o psiquiatra Dr. João Armando , coordenador da Psiquiatria do Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS) e do Hospital Santa Lúcia Norte (HSLN), o objetivo central da campanha é romper o silêncio e reduzir estigmas , ampliando o acesso à informação de qualidade e estimulando o cuidado contínuo ao longo de todo o ano.   Na prática clínica, o especialista afirma que os quadros mais frequentes hoje envolvem transtornos de ansiedade, transtornos depressivos, condições relacionadas ao estresse (como transtorno de adaptação), além de insônia e uso problemático de substâncias. “Esse conjunto de sintomas, muitas vezes, convive com doenças clínicas e pode agravar desfechos quando não é reconhecido a tempo”, afirma o especialista.   Um ponto central, segundo o médico, é diferenciar o sofrimento emocional esperado diante de mudanças e perdas de um transtorno que exige avaliação detalhada. “Quando o sofrimento se torna persistente, intenso e começa a comprometer o funcionamento — seja no trabalho, nos relacionamentos ou no autocuidado — isso é um sinal de alerta”, explica o psiquiatra, destacando critérios como duração, perda de funcionalidade e impacto na qualidade de vida.   Entre os sinais que merecem atenção, o Dr. João Armando lista:   ·      Tristeza persistente; ·      Ansiedade intensa; ·      Crises de pânico; ·      Alterações relevantes de sono e apetite; ·      Perda de interesse por atividades antes prazerosas; ·      Dificuldade de concentração; ·      Irritabilidade marcada e ·      Pensamentos negativos recorrentes e sensação de desesperança.   Ele também chama atenção para o uso abusivo de álcool e outras substâncias como um marcador de risco que precisa ser investigado.   “No ambiente hospitalar, a saúde mental aparece, muitas vezes, associada a queixas físicas. A relação é bidirecional: transtornos mentais podem agravar doenças clínicas, enquanto doenças físicas podem desencadear ou intensificar sofrimento psíquico”, alerta o coordenador de Psiquiatria.   Por isso, no Hospital Santa Lúcia, a Psiquiatria atua integrada ao hospital geral, com atendimento ambulatorial, interconsultas para pacientes internados e suporte às equipes assistenciais, sempre com base em evidências e foco em humanização, acolhimento e segurança do paciente.   “A estrutura multiprofissional é apresentada como eixo do modelo assistencial. Na Psiquiatria hospitalar, a integração com psicologia, clínica médica, enfermagem e outras especialidades permite avaliar o paciente considerando dimensões biológicas, psicológicas e sociais. Na avaliação do serviço, esse desenho melhora adesão, reduz riscos e favorece melhores desfechos clínicos”, afirma Dr. João.   Olhar cuidadoso para a saúde mental na Maternidade   O Janeiro Branco também amplia o olhar para a saúde mental na gestação e no pós-parto, período em que mudanças hormonais, privação de sono, dor, dificuldades na amamentação e reconfigurações familiares podem aumentar a vulnerabilidade. A OMS estima que cerca de 10% das gestantes e 13% das mulheres no pós-parto apresentem algum transtorno mental, principalmente depressão — percentuais que podem ser maiores em países de renda média e baixa.   Na avaliação do ginecologista e obstetra Dr. Ângelo Pereira , coordenador de Ginecologia e Obstetrícia da Maternidade do Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS), da Asa Sul, é essencial diferenciar a depressão pós-parto do chamado baby blues . Ele explica que a depressão pós-parto é um transtorno depressivo que pode acometer, em média, 10% a 20% das pacientes após o parto, com sintomas que costumam iniciar após a segunda semana e podem surgir até o primeiro ano. Já o baby blues, segundo o especialista, é mais comum e transitório, associado às flutuações hormonais e à adaptação ao puerpério, com início nos primeiros dias e melhora espontânea, em geral, em até duas semanas. Quando os sintomas são intensos e persistentes, com prejuízo funcional, a orientação é buscar avaliação, especialmente diante de sinais como desesperança, isolamento social significativo e incapacidade de cuidar de si ou do recém-nascido.   “Entre os sinais de alerta de maior gravidade, estão pensamentos persistentes de desesperança, medo intenso ou rejeição ao cuidado, além de comprometimento importante do autocuidado. A resposta do sistema de saúde deve ser rápida e articulada: obstetra, psicologia, psiquiatria, pediatria e suporte à amamentação atuam como rede, porque as causas são multifatoriais — combinando fatores neuroendócrinos, vulnerabilidades prévias, privação de sono, dores e desafios da rotina”, alerta o médico.   O Dr. Ângelo Pereira reforça ainda que a saúde mental materna impacta diretamente o bebê. O estresse crônico pode elevar níveis de cortisol e influenciar a programação neurobiológica fetal; depois do nascimento, uma mãe com depressão não tratada pode ter mais dificuldade de interação, estímulo e amamentação, aumentando riscos como desmame precoce e até maior vulnerabilidade emocional ao longo da infância. “Nesse contexto, o cuidado em saúde mental é descrito como proteção ao vínculo e ao desenvolvimento”, afirma.   No Hospital Santa Lúcia, a maternidade trabalha com abordagem multiprofissional — com obstetras, pediatras, enfermagem, psicologia e suporte especializado para o pós-parto — e integra orientações para familiares sobre sinais de alerta, com encaminhamento para avaliação quando necessário. A instituição mantém ainda serviços de apoio relacionados à amamentação e ao cuidado neonatal, incluindo o Banco de Leite Humano, criado em 2002 como o primeiro da rede privada no Brasil.   Solidão de idosos tem solução!     A campanha de Janeiro Branco também chama atenção para um público frequentemente invisibilizado no debate: os idosos . Para a médica geriatra Dra. Priscilla Mussi, coordenadora de Geriatria e do Cuidar+ no Hospital Santa Lúcia, quadros como depressão e ansiedade seguem subdiagnosticados na terceira idade por aparecerem, muitas vezes, como mudanças de comportamento — e não necessariamente como “tristeza intensa”, como se espera em pessoas mais jovens.   A médica descreve sinais comuns:   ·      Apatia; ·      Perda do “tesão pela vida” (ânimo); ·      Isolamento maior; ·      Dores difusas e ·      Alterações de apetite.   “Em alguns casos, a ansiedade pode se manifestar como inquietação e dificuldade de controle, afetando a convivência familiar. Para cuidadores e familiares, a palavra-chave é atenção ao “ tanto faz ”: ou seja, quando o idoso perde interesse e passa a aceitar tudo com indiferença, isso pode ser um marcador de sofrimento emocional”, alerta Dra. Priscilla.   A especialista também alerta que depressão e ansiedade em idosos não são apenas questões subjetivas: podem impactar autonomia, piorar controle de doenças crônicas e se associar a riscos como perda de massa muscular (sarcopenia) e maior vulnerabilidade a eventos cardiovasculares. Em paralelo, fatores sociais ganham peso: a OMS aponta que solidão e o isolamento social afetam cerca de um quarto das pessoas idosas e estão associados a maior risco de agravos em saúde física e mental.   No Brasil, análises com base no Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil) indicam prevalências relevantes de solidão em pessoas com 60 anos ou mais — reforçando a necessidade de criação de redes de apoio e acompanhamento continuado. Para a Dra. Priscilla Mussi, a abordagem do programa Cuidar+ , do Hospital Santa Lúcia, permite observar esse comportamento ao longo do tempo, com avaliação geriátrica ampla e encaminhamento oportuno para suporte psicológico e psiquiátrico quando indicado.   ·      Saiba Mais: O Cuidar+ é o maior programa de cuidado integral e completo – 360º – voltado para o paciente idoso (acima dos 60 anos) do Hospital Santa Lúcia, com atendimento humanizado e equipe multidisciplinar (geriatras, enfermeiros navegadores, psicólogos, fisioterapeutas, etc.), além da estrutura completa e especializada, agilidade em exames e foco na prevenção, visando melhorar a qualidade de vida do idoso e evitar idas desnecessárias ao pronto-socorro, por exemplo.   A médica geriatra também destaca a dimensão cultural do estigma: parte da população idosa ainda associa depressão e ansiedade a “falta de fé”, quando, na prática, trata-se de condições de saúde com bases biológicas e psicossociais. “Falar sobre o tema é romper barreiras geracionais e facilitar o acesso ao cuidado, inclusive com orientação às famílias, que nem sempre reconhecem os sinais quando o idoso ‘continua fazendo tudo’, mas já perdeu vitalidade emocional”, explica a médica.   Dentro da programação mensal do Cuidar+, que neste mês dialoga com a campanha do Janeiro Branco, os pacientes idosos participaram, no dia 20 de janeiro, de uma programação especial com foco em combater sedentarismo e estimular a prática de atividades físicas, reunindo equipe multiprofissional e especialistas convidados. A proposta foi orientar o que pode ser feito com segurança também dentro de casa, adaptando movimento e rotina à realidade de cada idoso.   Além do conteúdo educativo, a ação integra uma estratégia maior: associar saúde mental a hábitos protetores — como atividade física, sono e vínculos — e reforçar que o cuidado não começa apenas quando o quadro se agrava. “A lógica do serviço é atuar com prevenção, identificação precoce e continuidade assistencial, conectando geriatria, psicologia, psiquiatria e outras especialidades conforme a necessidade do paciente idoso”, explica Dra. Mussi.

  • Longe das telas, perto de quem importa: Rede Pão Dourado lança kit Picnic para estimular o tempo de qualidade em família

    Em meio à rotina acelerada e ao excesso de telas no dia a dia de crianças e adultos, pequenas pausas ao ar livre têm ganhado novo significado. Pensando em incentivar momentos de convivência, afeto e desconexão digital, a Rede Pão Dourado criou o Kit Picnic , uma cesta prática e recheada de delícias, ideal para reunir a família e aproveitar o tempo juntos. A proposta vai além da alimentação. O picnic surge como uma alternativa simples e acessível para tirar os filhos um pouco da frente das telas, estimular conversas, brincadeiras e criar memórias afetivas. Seja em parques, áreas verdes da cidade ou até no quintal de casa, a experiência valoriza o que realmente importa: a presença. O Kit Picnic Pão Dourado serve até quatro pessoas e reúne itens pensados para agradar adultos e crianças. A cesta inclui: 1 bolo de cenoura com cobertura de chocolate, 4 mini sanduíches naturais, 1 suco de laranja de 1 litro, 10 pães de queijo, 10 enroladinhos de presunto e 10 esfihas de frango . Tudo isso por R$89,90 .  Além de prático, o kit reforça uma tendência de consumo que prioriza experiências afetivas, momentos compartilhados e escolhas que promovem bem-estar. “É uma forma simples de transformar um dia comum em um momento especial, sem complicação e com qualidade” , destaca Raphael Pacheco, analista de marketing da Rede Pão Dourado O kit pode ser encomendado, com 24 horas de antecedência,  em qualquer loja da Rede Pão Dourado, com retirada na própria unidade , facilitando o planejamento do passeio ou da confraternização em família. Serviço – Kit Picnic Pão Dourado Serve: até 4 pessoasValor: R$ 89,90Encomendas: com 24h de antecedência,  em qualquer loja da Rede Pão Dourado Retirada: na própria loja em que foi encomendada

  • O recado de Roberta Medina às marcas: 'Logotipo na parede é jogar dinheiro fora'

    Muito além de um festival de música, o Rock in Rio se consolidou como uma das maiores plataformas globais de comunicação, influência e experiências. Essa é uma das principais mensagens do quinto episódio do podcast De Ténis, Sem Gravata , apresentado por Marlene Gaspar , diretora da LLYC Portugal , que recebe Roberta Medina , vice-presidente do Rock in Rio e uma das principais responsáveis pela expansão e profissionalização do evento no Brasil e no mundo. Em uma conversa franca, estratégica e, em diversos momentos, provocadora, Roberta desconstrói a visão tradicional sobre o mercado de entretenimento e compartilha bastidores da construção do “império Rock in Rio”, abordando temas como liderança, criatividade, cultura de negócios, gestão de marcas globais e os desafios da conexão Brasil–Portugal. Para a executiva, o festival sempre foi pensado como algo maior do que um evento musical. “Mais do que música, o Rock in Rio é uma plataforma de influência, ideias e experiências”, afirma. Criado por publicitários, o projeto nasceu com a proposta de unir pessoas por meio da música, mas com um propósito mais amplo: gerar impacto cultural, social e econômico. Nesse contexto, Roberta provoca ao afirmar que “inovação e startups nada mais são do que sonhos com nomes modernos”, reforçando o papel da visão e da criatividade na construção de projetos de escala global. O episódio também traz uma leitura crítica sobre o mercado brasileiro de entretenimento. Segundo Roberta, a falta de colaboração e o excesso de competitividade acabam enfraquecendo a indústria como um todo. Para ela, setores criativos só se tornam fortes quando atuam de forma integrada, com menos disputas individuais e mais visão coletiva sobre o crescimento do mercado. Outro tema que ganha destaque é o modelo de negócios dos grandes shows e o debate sobre o valor entregue ao público. Roberta questiona a lógica de preços de apresentações isoladas e defende o formato de festival como uma experiência mais ampla e diversa, capaz de oferecer maior retorno proporcional ao investimento do consumidor. Na esfera da liderança, a executiva fala sobre o desafio de dar continuidade ao legado da família Medina, transformando um grande sonho em uma operação global estruturada, sem perder identidade. Ao longo da conversa, destaca a empatia, a escuta ativa e a capacidade de se colocar no lugar do outro como fundamentos para decisões estratégicas e para a construção de cenários de longo prazo. A vivência entre Brasil e Portugal também surge como um ponto central do episódio. Roberta explica que o contraste entre a energia acelerada do Brasil e a abordagem mais planejada de Portugal influenciou diretamente sua forma de gerir pessoas, projetos e o próprio Rock in Rio Lisboa , trazendo mais equilíbrio entre velocidade e eficiência. Por fim, o episódio deixa um recado direto às marcas. Para Roberta, a presença em grandes plataformas só faz sentido quando há narrativa, propósito e conteúdo relevante. Em um cenário em que o público está cada vez mais atento e exigente, ações meramente promocionais tendem a perder espaço para experiências autênticas e conexões reais. O episódio com Roberta Medina no podcast De Ténis, Sem Gravata oferece insights relevantes para líderes, executivos e profissionais de marketing e comunicação que buscam entender como manter a relevância de marcas globais por meio de visão estratégica, criatividade e propósito. Você pode assistir ao episódio completo aqui: [Link]

  • Biblioteca Demonstrativa lança novo formato do Clube de Leitura BDB, unindo leitura e escrita em encontros coletivos

    A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB) realiza, no dia 23 de fevereiro, a primeira edição de 2026 do Clube de Leitura BDB em um novo formato, que amplia a proposta do encontro literário ao integrar leitura e escrita no mesmo espaço de troca. A iniciativa reafirma o compromisso da instituição com a literatura como experiência coletiva, viva e acessível. A partir deste ano, o Clube de Leitura BDB deixa de se concentrar exclusivamente na leitura compartilhada de obras da literatura brasileira e passa a incorporar a produção autoral dos participantes. Além de discutir livros e autores, o público será convidado a apresentar textos próprios, como poemas, resenhas, músicas e outras formas de oralidade, em um ambiente pautado pelo acolhimento, pela escuta cuidadosa e pela ausência de hierarquias. A mediação do encontro é de Asú Guimarães, artista que atua na interseção entre poesia, oralidade e convivência, que compreende a leitura como gesto de partilha e a palavra como espaço de construção de vínculos. Sob sua condução, o clube se consolida como um território seguro de experimentação literária e troca sensível entre os participantes. Outro destaque do novo formato é o caráter participativo da escolha das obras. Os livros que orientam cada edição do clube serão definidos por votação pública no Instagram da @bdbcultural . A obra mais votada se torna o eixo temático do encontro, servindo de referência tanto para o debate literário quanto para os textos autorais apresentados, que deverão dialogar livremente com o universo proposto. O primeiro encontro acontece no dia 23 de fevereiro, às 19h, na Biblioteca Demonstrativa, localizada na 506/507 da W3 Sul, em Brasília-DF. Durante a atividade, será servido um lanche coletivo aos participantes, reforçando o clima de convivência e partilha que marca a proposta. A participação no Clube de Leitura BDB não exige inscrição prévia.  “Com o novo formato, o Clube de Leitura BDB reafirma a literatura brasileira como fonte de inspiração, criação e encontro, valorizando a diversidade de vozes e fortalecendo a leitura e a escrita como práticas transformadoras e coletivas”, ressalta Asú Guimarães.  Para participar e ficar por dentro da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram , Facebook  e YouTube .  Sobre a programação cultural da BDB A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023, celebrado entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil. Fundada em 1970 e localizada em Brasília, Distrito Federal, essa instituição tem caráter público federal. Com a missão de ser uma biblioteca experimental que promove novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, buscando sempre estar na vanguarda. Além disso, ela desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à leitura, na formação de novos leitores, na promoção da literatura brasileira e na contribuição para o aprimoramento dos profissionais que atuam em todo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.

  • Janeiro Roxo reforça alerta para hanseníase e diagnóstico precoce no DF

    A campanha do Janeiro Roxo, dedicada à conscientização sobre a hanseníase, reacende o alerta para uma doença infecciosa crônica que ainda desafia a saúde pública no Brasil e exige diagnóstico precoce para evitar sequelas. No mundo, 172.717 novos casos foram notificados em 2024, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, o cenário segue de alta carga: foram detectados 22.773 casos novos em 2023, ou seja, uma taxa de detecção de 10,68 por 100 mil habitantes, patamar classificado como alto pelos parâmetros oficiais. A hanseníase é causada pela bactéria Mycobacterium leprae e atinge principalmente a pele e os nervos periféricos, podendo também comprometer olhos e vias aéreas superiores, com destaque para o nariz, explica a dermatologista Dra. Lúcia Helena Sampaio de Miranda , do Hospital Santa Lúcia. “No meu dia a dia como dermatologista, observo que ela acomete principalmente a pele e os nervos periféricos, podendo também atingir os olhos e as vias aéreas superiores”, afirma. A doença ainda é considerada um problema relevante no Brasil porque muitos casos continuam sendo identificados tardiamente , mantendo a cadeia de transmissão e aumentando o risco de incapacidades físicas evitáveis. “Isso mantém a cadeia de transmissão e aumenta o risco de sequelas físicas evitáveis, o que reforça a importância da vigilância, da informação e do diagnóstico precoce”, diz a médica. No Distrito Federal, os dados epidemiológicos também reforçam a necessidade de atenção contínua. Entre 2020 e 2024, foram notificados 1.018 casos de hanseníase no DF; sendo 72,2% (735) classificados como casos novos. Em 2024, foram registrados 113 casos novos, com taxa de detecção de 3,53 por 100 mil habitantes, parâmetro de média endemicidade, segundo a Secretaria de Saúde do DF (SES/DF). Atenção para os sintomas! Um dos principais desafios é reconhecer cedo os sinais que muitas vezes não causam dor e, por isso, são ignorados. A orientação é observar manchas na pele que não coçam e não doem , mas apresentam alteração de sensibilidade, além de dormência, formigamento, perda de força em mãos ou pés, “caroços” e feridas que demoram a cicatrizar. “Esses sinais nunca devem ser ignorados. A perda de sensibilidade é um dos achados mais característicos e costuma indicar comprometimento dos nervos. De forma simples: a pessoa pode deixar de perceber toque, dor ou temperatura em áreas do corpo, o que eleva o risco de lesões e complicações. “A diminuição ou perda da sensibilidade ao toque, à dor ou à temperatura é um dos sinais mais característicos da hanseníase”, afirma. Sobre a transmissão, a dermatologista do Hospital Santa Lúcia destaca que o contágio ocorre principalmente pelas vias respiratórias , em situações de contato próximo e prolongado com pessoas não tratadas — e o maior risco costuma estar no convívio domiciliar quando o diagnóstico ainda não foi feito. Ela também chama atenção para um ponto que reduz medo e estigma: após iniciar corretamente o tratamento, o paciente tende a deixar de transmitir a doença. “Após o início do tratamento adequado, o paciente deixa de transmitir a doença rapidamente. Ele pode manter sua vida social, familiar e profissional normalmente em poucos dias”, diz. A médica também combate um mito frequente: a hanseníase não é transmitida por objetos . “O simples compartilhamento de roupas, toalhas, lençóis, talheres ou outros fômites não justifica tratamento medicamentoso nem caracteriza contato de risco”, explica. Em geral, higiene habitual com água e sabão é suficiente; não há necessidade de descartar roupas ou utensílios. Quando há um caso confirmado, a atenção se volta aos contactantes de risco — especialmente pessoas que vivem no mesmo domicílio ou mantêm convivência íntima e prolongada antes do início do tratamento. “A conduta inclui avaliação dermatológica completa, orientação e vigilância clínica, e, quando indicada, vacinação com BCG conforme presença de cicatriz vacinal. Em situações elegíveis, pode ser considerada a quimioprofilaxia pós-exposição (PEP) com dose única de rifampicina, de acordo com critérios clínicos e normativos”, afirma Dra. Lúcia.  O diagnóstico, na prática dermatológica, é principalmente clínico: avaliação das lesões, testes de sensibilidade e exame de nervos periféricos. Em alguns casos, podem ser solicitados exames complementares, como baciloscopia ou biópsia de pele, para apoiar a definição do caso. Já o tratamento dura, em geral, de seis a doze meses, conforme a forma clínica, e é altamente eficaz quando seguido corretamente, levando à cura completa. Quanto mais cedo identifica a doença, maiores as chances de evitar lesões irreversíveis, deformidades e incapacidades permanentes na pele do paciente. No Hospital Santa Lúcia, a Dermatologia atua com atendimento especializado para casos suspeitos e confirmados, com foco em diagnóstico preciso. “Oferecemos atendimento especializado, acompanhamento contínuo e uma abordagem multidisciplinar quando necessário, sempre com foco em cuidado humanizado e segurança ao paciente”, explica a dermatologista. Para quem ainda sente medo ou vergonha de procurar ajuda, a mensagem da campanha é direta: hanseníase tem cura , e o preconceito é um fator que atrasa o cuidado e aumenta o risco de sequelas. “Procurar ajuda médica especializada é um passo fundamental de cuidado consigo mesmo e com quem está ao seu redor”, conclui Dra. Lúcia Miranda. SERVIÇO GRUPO SANTA (UNIDADES DISTRITO FEDERAL):  HOSPITAL SANTA LÚCIA SUL Endereço: SHLS Quadra 716 Conjunto C, Setor Hospitalar Sul – Brasília/DF  Telefone: (61) 3445-0000 HOSPITAL SANTA LÚCIA NORTE Endereço: SHLN Quadra 516 Conjunto G, Lote 7, Asa Norte – Brasília/DF  Telefone: (61) 3448-9100 HOSPITAL SANTA LÚCIA GAMA Endereço: Qd 16, Área Especial 16, Lado Oeste, Setor Central – Gama/DF  Telefone: (61) 3203-9400 UNIDADE AVANÇADA SANTA LÚCIA TAGUATINGA Endereço: QS 05, Lote 22, Avenida Areal – Taguatinga/DF   Telefone: (61) 3013-9800

  • Canetas emagrecedoras e o preço do imediatismo

    A busca por resultados imediatos nunca foi tão intensa, e o emagrecimento rápido entrou definitivamente nessa lógica. A promessa é tentadora: menos fome, menos peso na balança e transformações visíveis em tempo recorde. As chamadas canetas emagrecedoras, como o Mounjaro, deixaram de ser um tema restrito aos consultórios médicos e passaram a circular nas redes sociais de famosos, nos grupos de WhatsApp e nas conversas do dia a dia.   Mas, junto com os quilos a menos, começaram a surgir relatos que chamam atenção. Um deles ganhou até nome: o chamado “efeito Mounjaro”. Trata-se da perda acelerada e desigual de gordura corporal sendo acentuadamente rápida em coxas, glúteos, pernas, braços e face, com manutenção da gordura abdominal, alterando o equilíbrio visual do corpo.   O emagrecimento é tão rápido que o rosto também muda antes que o restante do corpo consiga acompanhar. Essa alteração rápida acentua as silhuetas androgênicas mudando a percepção corporal de algumas mulheres que se veem com membros inferiores muito menores do que o tronco, às vezes, pela primeira vez na vida.   E o que vemos por debaixo das roupas, agora frouxas, são corpos reduzidos de volume, porém, deformados por flacidez e perda de massa muscular. Este efeito poderia ser minimizado com acompanhamento médico e estratégias voltadas à preservação da massa magra, através do exercício físico direcionado.   Por trás dessa mudança estética existe uma resposta fisiológica importante. O corpo não interpreta o emagrecimento abrupto como algo positivo. Ao contrário, entra em um estado de alerta, semelhante a um modo de sobrevivência. Segundo Clarissa Rios, médica, educadora física e CEO da DoctorFit, o problema não está exatamente no medicamento, mas na forma como ele é utilizado.   “Esses medicamentos funcionam, sim. Mas, quando usados de maneira isolada, sem ajuste de alimentação, treino e reposição hormonal, o organismo entra em desequilíbrio, potencializando o reganho de peso, o famoso “efeito sanfona”, explica.   Nesse cenário, o corpo passa a economizar energia e prioriza o que considera indispensável para sobreviver. E, infelizmente, o músculo costuma ser o primeiro a ser sacrificado. A perda de massa muscular não afeta apenas a estética, compromete força, metabolismo, saúde hormonal e funcionalidade.   “O músculo exige energia para existir. Quando o corpo entende que está em risco, ele se livra do músculo primeiro, impactando diretamente a disposição, o metabolismo e até a forma como essa pessoa vai envelhecer”, alerta Clarissa.   As consequências aparecem rapidamente. Um corpo mais fraco, metabolismo mais lento, queda de desempenho físico e aumenta a probabilidade do temido efeito rebote. É frequente a recuperação o peso perdido, mas, infelizmente, com mais gordura e menos músculo. Sem falar no impacto visual, flacidez, rosto mais fundo e uma aparência envelhecida, efeitos que contrastam com a ideia inicial de “resultado positivo”.   O problema, portanto, não é emagrecer, mas o caminho escolhido para isso. Emagrecimento não deveria significar perda de saúde. “O músculo é um dos maiores aliados da longevidade, do equilíbrio hormonal e da qualidade de vida. A balança pode até baixar, mas o corpo cobra essa conta depois. Emagrecer sem preservar músculo não é evolução, é um sinal de alerta”, reforça a médica.   Diante disso, a pergunta é: vale a pena correr o risco? “Se a decisão pelo uso das canetas for tomada de forma consciente, ela precisa vir acompanhada de uma estratégia completa: alimentação bem estruturada, treino de força e prescrição médica individualizada”, orienta a especialista.   Vivemos a era do imediatismo. Queremos tudo rápido, inclusive o corpo “ideal”. Mas o organismo não responde no ritmo das redes sociais. Padrões estéticos irreais empurram muitas pessoas para soluções que parecem eficazes no curto prazo, mas que podem ser silenciosamente prejudiciais no longo prazo. “Emagrecer deveria ser um projeto de saúde, não uma corrida contra o espelho”, conclui Clarissa.

  • Programa de capacitação para mulheres de baixa renda alcança mais uma região do DF

    As flores do cerrado são diversas e simbólicas, famosas por serem vibrantes, como os Ipês. E assim também são as mulheres que produzem moda, costura e artesanato, no DF. A partir do trabalho desenvolvido, dão brilho à cidade e impactam na economia local. Por esse motivo, o projeto Flores do Cerrado capacitou, de graça, diversas mulheres das regiões do Sol Nascente, Estrutural, Brazlândia, São Sebastião, Varjão, Samambaia e, agora, Taguatinga.  As inscrições estão abertas para as oficinas de Corte e Costura e Bordado. Para o curso de Corte e Costura, as aulas começam na próxima segunda-feira (26/01). Já para Bordado, as aulas iniciam em 23/02. As inscrições podem ser feitas presencialmente ou de forma on-line, através do link. Cada semana, um módulo novo se inicia, sendo uma atividade diferente para cada região. Ao todo, são 20 vagas divididas no turno vespertino. As aulas serão de segunda a sexta-feira, sempre no horário das 14h às 18h (vespertino).  Impacto Mais de 400 aprendizes já tiveram as vidas transformadas através dos cursos fornecidos pelo Flores do Cerrado, nas áreas de empreendedorismo, corte e costura, técnicas de artesanato e bordado. Todo o material será disponibilizado, incluindo máquinas de costura e tecidos. O projeto também oferece área kids com monitores capacitados para cuidar dos filhos das participantes durante todo o período das oficinas. O objetivo do curso é capacitar e recolocar mulheres de baixa renda no mercado de trabalho. Assim, a iniciativa promove a inclusão social e profissional, oferecendo ferramentas para conquistar autonomia e oportunidades no mercado de trabalho. Dessa maneira, o público feminino é inspirado a pensar fora da caixa e a usar a inovação e a ousadia para vencer dificuldades do mercado de trabalho.                                           O produtor executivo do Flores do Cerrado, Fábio Barrera, afirma que a iniciativa tem tido um retorno para os participantes e para a população, porque as mulheres retornam para fazer mais módulos.  Diferencial O Flores do Cerrado também conta com um grande diferencial: assistência para mães que não têm onde deixar os filhos no período em que estão em aula.  Sendo assim, o projeto oferece um espaço para que as crianças também façam atividades educativas enquanto as responsáveis estão aprendendo uma nova profissão.  O Flores do Cerrado é uma iniciativa da CEDHuC - Comissão Especial de Direitos Humanos, com apoio do Ministério da Cultura. Grade curricular A iniciativa será dividida em dois módulos, ministrados por profissionais das áreas de Moda/Corte e Costura e em técnicas de Artesanato (Bordado).     • Curso I – Corte e Costura: visa ensinar aos alunos técnicas de corte e costura, modelagem de peças de vestuário e noções básicas de desenho para produção de roupas.     • Curso II – Bordado: tem como finalidade lecionar técnicas de artesanato voltadas para o bordado e as possibilidades de personalização de peças. Carga Horária: - Módulo I – Corte e Costura/ Moda - 60 horas - Módulo II – Bordado - 20 horas Serviço Projeto social: Flores do Cerrado Duração do curso: 26/01 a 13/02 (Costura) e 23/02 a 27/02 (Bordado) Número de vagas: 20 Local:  Centro de Convivência COSE - Bernardo Sayão, QNM 36/38 AE, M Norte, Taguatinga - DF Horário: 14h às 18h Custo: totalmente gratuito Mais informações podem ser acessadas pela página no Instagram do projeto: @floresdocerrado.df Link para cadastro:  https://docs.google.com/forms/d/15ag-gq_uMn9UTKXIrwGTJZKc7AqrSH_cUlN2KrWxmZ4/viewform?edit_requested=true

  • Chet Faker lança “Over You”, última amostra de novo álbum

    O artista australiano Chet Faker apresenta “Over You”, novo single já disponível, acompanhado de um videoclipe. A faixa é o último lançamento antes da chegada de A Love For Strangers , próximo álbum do projeto liderado por Nick Murphy, com lançamento digital marcado para 13 de fevereiro e edição física prevista para 24 de abril, via BMG. Ouça “Over You”:   https://chetfaker.lnk.to/OverYouPR Assista ao clipe:   https://youtu.be/fMLdbRYIcD4?si=VuobDhg2uF3BGS42 Faça o pré-save do álbum A Love for Strangers :   https://chetfaker.lnk.to/aloveforstrangersPR “Over You” mergulha no fim de uma relação que não foi feita para durar, guiada por vocais diretos e atmosfera imersiva, como um retorno a lembranças que ainda insistem em ficar. A produção equilibra melancolia e impulso eletrônico, ampliando a narrativa iniciada no single anterior, “Can You Swim?”, em que Murphy revelou um olhar mais vulnerável sobre o amor e abriu caminho para o universo do novo álbum. No Brasil, o artista vive um momento de forte aproximação com a cena local e foi uma das atrações principais do festival Rock the Mountain, em novembro. Além do novo single, Chet Faker também divulgou uma live session de “Far Side of the Moon”, reforçando a fase atual do projeto e a conexão direta com o público. Assista a live session de “Far Side of the Moon”:   https://youtu.be/uGGA7zovQq8?si=qw1CMrlpVaCqlInP Ouça “Far Side of the Moon”:   https://chetfaker.lnk.to/FarSidePR   Ouça “This Time for Real”:   https://chetfaker.lnk.to/ThisTimeForRealPR Ouça “Inefficient Love”:   https://chetfaker.lnk.to/InefficientLovePR A Love For Strangers  é o sucessor de Hotel Surrender  (2021) e nasce de um momento de redescoberta pessoal, intensificado após os 10 anos de Built On Glass , disco que marcou a trajetória de Chet Faker. Entre projetos assinados como Nick Murphy, trabalhos instrumentais e colaborações com nomes como Flume e Marcus Marr, o artista reforça neste novo capítulo a busca constante por explorar possibilidades e expandir sua linguagem musical. Siga Chet Faker: SITE  /   INSTAGRAM   /   YOUTUBE   /   FACEBOOK  /   TIKTOK

  • A menos de dois meses do Lollapalooza BR, artistas falam da expectativa para shows; mais de 70 atrações, estreias no país e curadoria nacional diversa

    Faltam menos de dois meses para o Lollapalooza Brasil e a edição de 2026 chega reforçando a força da curadoria e o compromisso do festival com a diversidade artística. Ao longo dos dias 20, 21 e 22 de março, o Autódromo de Interlagos recebe um line-up que reúne mais de 70 atrações nacionais e internacionais, 18 deles se apresentando pela primeira vez no Brasil. O cartaz também inclui cinco dos 15 nomes mais pedidos pelo público. Ao lado de headliners globais como Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Lorde, Skrillex, Deftones e Chappell Roan, o evento segue ampliando espaço para artistas que representam diferentes territórios e momentos da música contemporânea.   Essa construção reflete a essência do Lollapalooza Brasil como uma plataforma de descoberta e consolidação de talentos. Quando o assunto é música brasileira, a presença de artistas nacionais no cartaz vai além da representatividade: ela traduz uma curadoria que entende o festival como um espelho do que está sendo produzido hoje no país, porém, sem ignorar a rica herança musical do Brasil, conectando novas vozes, projetos autorais e cenas independentes a um palco de projeção internacional.   Entre os nomes confirmados, Agnes Nunes vive um momento especial da carreira e integra o line-up de sábado do festival. Uma das vozes emergentes mais requisitadas da música brasileira, a cantora soma colaborações e encontros com diferentes gerações da música nacional. “Este vai ser um ano muito especial de projetos, lançamentos e mais ainda por fazer parte do Lollapalooza, que é um dos principais festivais do Brasil e do mundo. São muitos artistas talentosos e que admiro que fazem parte do line-up. Estou muito contente em fazer parte e ansiosa para o show. Estamos preparando uma apresentação única e cheia de surpresas”, afirma Agnes.   Também presente no festival, MU540 representa a força da música eletrônica brasileira que dialoga diretamente com a pista e com a cultura urbana. Produtor criado na Baixada Santista, ele construiu ao longo da última década uma trajetória marcada por beats autorais, colaborações de grande alcance e reconhecimento internacional. Além de sua apresentação no Lollapalooza Brasil 2026, o artista também integra o line-up do Lollapalooza Índia, no dia 24 de janeiro, ampliando sua circulação dentro do circuito global do festival. “Eu tô muito ansioso para tocar no Lolla Brasil. Já estou pensando no set desde hoje. É um momento muito marcante para a minha cidade e para minha quebrada. Quero ver todo mundo lá comigo”, relata MU540.   O rock alternativo nacional também marca presença com o Scalene, banda que se consolidou como um dos principais nomes do gênero no país. Com uma trajetória que inclui passagens por grandes festivais, reconhecimento da crítica e um Grammy Latino no currículo, o grupo retorna ao Lollapalooza Brasil reforçando sua conexão histórica com o evento e com o público do festival. “Tocar pela terceira vez no festival, depois de um ano tão bom na turnê de retorno da banda, anima muito a gente. Além de buscar fazer um show cada vez melhor, hoje entendemos que se divertir juntos no palco é tão importante quanto toda a preparação. Estamos montando um show especial, que funciona tanto para os fãs de sempre quanto para quem não escuta a banda há um tempo — e para novos ouvidos”, conta a banda Scalene.   Representando novas narrativas e sonoridades da cena independente, a Cidade Dormitório leva ao Lollapalooza Brasil um repertório que transita entre o pós-punk, a psicodelia e o experimental. Formada em Sergipe, a banda construiu uma identidade própria ao retratar as tensões, afetos e contradições das relações urbanas contemporâneas, e chega ao festival como parte dessa nova geração de artistas que expandem os limites do rock brasileiro. “As expectativas para o Lollapalooza estão lá em cima! Poder colaborar com esse line-up tão maravilhoso, vai ser uma honra indescritível. O público pode esperar um show que conta um pouco da nossa trajetória. São 10 anos rodando, então levaremos esse show comemorativo que celebra a nossa discografia. Claro que não podemos deixar de fora algumas surpresinhas para o futuro, que tende a ser um pouco mais cinematográfico sonoramente”, compartilha a banda Cidade Dormitório.   Participando do recorte nacional, Nina Maia integra o line-up trazendo uma trajetória marcada pela experimentação e pelo diálogo entre gêneros. Cantora, compositora, instrumentista e produtora, Nina vem construindo sua carreira entre trilhas sonoras, parcerias relevantes e um trabalho solo que transita entre MPB, jazz e indie pop. No Lollapalooza Brasil 2026, a artista vai encantar o público com um repertório que reflete sua multiplicidade. “Animadassa pro show do Lolla! INTEIRA, meu primeiro álbum, foi lançado há pouco mais de um ano, e receber esse convite foi uma conquista muito grande pra mim e pra todo mundo envolvido. Fazer parte de um line-up cheio de artistas que adoro e acompanho é incrível. Estamos preparando o show cuidadosamente, em todos os sentidos - musical, visual e performático. Pra mim vai ser pura emoção!”, compartilha Nina Maia.   Sideshows levam o Lollapalooza para além do Autódromo de Interlagos     Além das apresentações nos dias oficiais de festival, o Lollapalooza Brasil 2026 também amplia sua presença pela cidade de São Paulo com os tradicionais Sideshows, que estendem a experiência do público para além do Autódromo de Interlagos, conectando artistas do line-up a shows exclusivos em diferentes casas de São Paulo.  Com show de Blood Orange esgotado, ingressos dos demais Sideshows by Flying Fish do Lollapalooza Brasil 2026 estão disponíveis no site oficial da Ticketmaster Brasil   TV Girl – Cine Joia – São Paulo, 18/03, 22h . Abertura de portões: 20h Entrada Social: R$ 295,00 Meia*: R$ 250,00 Inteira: R$ 500,00 RIIZE – Terra SP – São Paulo, 19/03, 21h30 . Abertura de portões: 19h Entrada Social: R$ 302,50 Meia*: R$ 275,00 Inteira: R$ 550,00 Interpol + Viagra Boys – Audio – São Paulo, 19/03, show de abertura às 20h30. Abertura de portões: 19h Entrada Social: R$ 322,50Meia*: R$ 275,00Inteira: R$ 550,00 Blood Orange – Cine Joia – São Paulo, 19/03, 22h . - ESGOTADO   Lewis Capaldi + Ruel – Qualistage - Rio de Janeiro, 18/03. Abertura de portões: 18h30 Meia* Pista: R$ 245,00Inteira Pista: R$ 490,00 Meia* Pista Premium: R$ 360,00Inteira Pista Premium: R$ 720,00 Inteira Poltrona: R$ 460,00 Inteira Camarote B: R$ 760,00 Cada cliente poderá adquirir até 04 (quatro) ingressos, sendo no máximo 01 (uma) meia-entrada por pessoa.Taxa de serviço para compras online: 20%. Venda sem cobrança de taxa na bilheteria oficial do Shopping Ibirapuera (Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo/SP, Piso Jurupis). Entrada social – Está disponível para todo o público e garante 45% de desconto com doação automática de R$ 20,00 para instituições parceiras do festival. A doação acontece por meio da plataforma Ticketmaster Brasil durante o fluxo de venda, de forma descomplicada. *Meia-entrada, para quem tem o direito legal a este benefício: maiores de 60 anos, aposentados, estudantes de ensino fundamental, médio ou superior, jovens pertencentes a famílias de baixa renda (com idades de 15 a 29 anos), pessoas com deficiência (e um acompanhante), profissionais das redes públicas estadual e municipais de ensino de São Paulo. Os beneficiários devem estar elegíveis ao benefício tanto no momento da compra, quanto no acesso ao festival.

  • Docente do Senac ensina três risotos para aproveitar o clima frio

    Com as temperaturas despencando em Belo Horizonte nesta semana, pratos quentes e reconfortantes voltam ao centro das atenções. Para quem deseja aproveitar o clima ameno com sabores marcantes e combinações criativas, Joyce Luz, docente do curso de Gastronomia do Senac em Contagem , que integra o Sistema Fecomércio MG, elaborou três receitas de risotos que unem técnica, aroma e praticidade.   As sugestões incluem um clássico risoto de camarão, uma opção sofisticada de pera com gorgonzola e uma versão mais fresca, com tomate, muçarela de búfala e rúcula, alternativas saborosas para transformar o frio em oportunidade para variar o cardápio.   Risoto de camarão Ingredientes: 240g de camarões médios com casca 2 dentes de alho 2 folhas de louro 1,5 litro de fundo aromático de legumes 20 ml de azeite ¼ de cebola picadinha 160g de arroz arbóreo 100 ml de vinho branco seco 40g de manteiga sem sal 2 ramos de salsa repicada Sal e pimenta do reino (a gosto) Modo de preparo: Retire as cascas e as cabeças e limpe os camarões. Tempere com sal, pimenta do reino e em uma frigideira aquecida com um pouco de manteiga sele os camarões rapidamente. Numa panela, ferva aproximadamente 1,5 litro de fundo aromático de legumes com o alho e o louro. Refogue a cebola no azeite, sem dourar. Adicione o arroz e mexa por alguns minutos, para que os sabores incorporem aos grãos. Deglace com o vinho branco e deixe evaporar. Vá acrescentando o fundo aromático, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para adicionar mais caldo. Quando o arroz estiver no ponto ideal de cozimento, incorpore o restante da manteiga (preferencialmente gelada), os camarões e a salsa, mexendo delicadamente. Ajuste o sal, se necessário e sirva.   Risoto de pera com gorgonzola Ingredientes: 1 pera não muito madura 20g de avelã 60g de gorgonzola 140g de arroz arbóreo 50g de manteiga sem sal ¼ de cebola 100 ml de vinho branco 40g de queijo parmesão tipo grana padano ralado Fundo aromático de legumes (quando bastar) Sal e pimenta do reino (a gosto). Modo de preparo: Descasque a pera, retire as sementes e corte em cubos. Numa frigideira, toste as avelãs, tire a casca e quebre em pedaços irregulares. Na mesma frigideira grelhe os cubos de pera em um pouquinho de manteiga (aproximadamente 10g) e tempere com sal e pimenta do reino. Esmigalhe o gorgonzola com um garfo. Refogue a cebola em 20g de manteiga, sem dourar. Acrescente o arroz e mexa por alguns minutos, para que os sabores incorporem aos grãos. Deglace com o vinho branco e deixe evaporar. Tempere com um pouco de sal. Vá acrescentando o fundo aromático, concha a concha, misturando delicadamente e esperando secar para adicionar mais caldo. Na metade do cozimento, acrescente o gorgonzola e continue o processo de cozimento. Quando o arroz estiver no ponto cremoso típico de risoto, incorpore o restante da manteiga(preferencialmente gelada). Acrescente o queijo ralado e misture mais um pouco. Finalize com os cubos de pera e as avelãs. Se necessário, ajuste o sal e sirva.   Risoto com tomate, muçarela de búfala e rúcula Ingredientes: 3 unidades de tomate italiano maduro; 2 pitadas de açúcar; 140g de arroz arbóreo; 30 ml de azeite; ¼ de cebola; 100 ml de vinho branco seco; Fundo aromático de legumes (quanto bastar); 16 folhas de rúcula; 30g de manteiga sem sal; 40g de queijo tipo grana padano ralado; 60g de muçarela de búfala em cubos; Sal (a gosto). Modo de preparo: Corte os tomates em quatro no sentido do comprimento e retire as sementes e a pele. Para facilitar, pode imergir rapidamente os tomates em água fervente (tomate concassé). Depois, cubra com um pouco de azeite e tempere com sal e açúcar. Leve ao forno para amolecer um pouco (o tomate não deve ficar muito macio). Faça uma pasta com a metade dos tomates e corte a outra metade em tiras. Refogue a cebola no azeite restante, sem dourar. Inclua o arroz e mexa por alguns minutos, para que os sabores incorporem aos grãos. Deglace com o vinho branco e deixe evaporar. Adicione a pasta de tomate e tempere c om uma pitada de sal. Vá acrescentando o fundo aromático, concha a concha, mexendo delicadamente e esperando secar para colocar mais caldo. Quando o arroz estiver no estágio final de cocção, incorpore a manteiga (preferencialmente gelada), mexendo com cuidado. Acrescente o queijo ralado, as tiras de tomate e a rúcula e misture mais um pouco. Decore com os cubos de muçarela de búfala. Se necessário, ajuste o sal e sirva.   Sobre a Fecomércio MG e o Senac em Contagem A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, abrangendo mais de 750 mil empresas e 54 sindicatos. Sob a presidência de Nadim Elias Donato Filho, a Fecomércio MG atua como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o governo e a sociedade, há 87 anos. Outra importante atribuição da entidade é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários(as), empresários(as) e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.   Em Contagem   desde 1996, o Senac oferta cursos ágeis nas áreas de saúde, tecnologia, gestão e comércio, gastronomia, marketing, entre outros, além de Aprendizagem Comercial. No ensino técnico, é possível cursar Administração, Informática, Segurança do Trabalho e Logística. Devido à sua localização, no bairro Eldorado, a unidade é uma opção para as comunidades de Caeté, Contagem, Esmeraldas, Nova Lima, Piedade dos Gerais, Raposos, Rio Acima e São José da Varginha.    A Fecomércio MG também trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, para defender os interesses do setor nos âmbitos municipal, estadual e federal. Com 87 anos de atuação, a Fecomércio MG é fundamental para transformar a vida de cidadãos e cidadãs e impulsionar a economia mineira.

  • O "segundo cérebro": como a saúde do intestino influencia emoções, humor e até dores de cabeça

    Você já ouviu falar que o intestino é o nosso segundo cérebro? Essa questão curiosa é cada vez mais aceita e respaldada pela Medicina, considerando que existe uma comunicação direta, complexa e constante entre o sistema nervoso central e o trato digestivo, envolvendo vias neurais, hormonais e inflamatórias. Segundo a médica coloproctologista Geanna Resende, que atende no Órion Complex, em Goiânia, essa conexão ocorre, principalmente, por meio do nervo vago, além de hormônios como o cortisol, liberado em situações de estresse, e a serotonina, produzida majoritariamente no intestino e associada ao bem-estar e ao bom humor. “Esse eixo cérebro-intestinal é bidirecional: o que acontece no intestino reflete no cérebro, e o que acontece no cérebro interfere diretamente no funcionamento intestinal”, explica a médica. Situações emocionais comuns ajudam a ilustrar essa relação. Muitas pessoas, especialmente mulheres, apresentam dificuldade para evacuar quando estão fora de casa ou em momentos de tensão. “Mesmo mantendo a alimentação e a ingestão de água, o intestino simplesmente não funciona. É o sistema nervoso central interferindo diretamente”, afirma Geanna. O caminho inverso também é frequente. A constipação intestinal crônica pode provocar acúmulo de fezes, fermentação e gases, favorecendo a “disbiose intestinal” -- que é um desequilíbrio dos microorganismos que habitam em harmonia nosso trato digestivo.  “Esse desequilíbrio leva à produção de metabólitos inflamatórios que chegam ao cérebro e podem causar ansiedade, irritabilidade e sensação de estresse”, explica. Dores de cabeça recorrentes e enxaquecas também podem ter origem intestinal. A médica destaca que intolerâncias alimentares e digestão inadequada favorecem processos inflamatórios no intestino, cujos efeitos acabam atingindo o cérebro e funcionando como gatilhos para a dor. Sinais de comprometimento da saúde Quando a saúde mental está comprometida, o intestino costuma dar sinais. Ansiedade, depressão e distúrbios do sono elevam o cortisol e outros hormônios do estresse, que alteram a microbiota intestinal. Isso prejudica a digestão, a absorção de nutrientes, a frequência evacuatória e reduz a produção de serotonina, agravando o desequilíbrio emocional. O estilo de vida é decisivo nesse processo. Alimentação pobre em fibras, excesso de açúcar e ultraprocessados, sedentarismo, sono inadequado, estresse constante e uso abusivo de medicamentos, como antibióticos, favorecem a disbiose intestinal e impactam diretamente a saúde mental. Por isso, o cuidado precisa ser integrado. “Não adianta tratar apenas a mente ou apenas o intestino. É necessário equilíbrio entre alimentação, atividade física, sono e controle do estresse”, reforça Geanna, destacando que, em alguns casos, o tratamento intestinal adequado reduz até a necessidade de medicamentos psiquiátricos em altas doses. A especialista alerta que sintomas intestinais persistentes não devem ser banalizados. “Alterações do ritmo intestinal, dor abdominal e distensão podem estar ligadas a distúrbios funcionais, mas também podem ser sinais de câncer de intestino”, afirma. A recomendação é realizar a colonoscopia a partir dos 45 anos ou antes, conforme os sintomas e o histórico familiar.

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