top of page

Resultados da busca

Search this site

41695 resultados encontrados com uma busca vazia

  • "Natal Sem Fronteiras": ação beneficiará famílias venezuelanas no próximo dia 22 na capital

    O Brasil é o país com o maior número de refugiados venezuelanos reconhecidos na América Latina. Com o intuito de ajudar algumas dessas famílias que moram em Brasília, o movimento Democracia Sem Fronteiras realizará a ação social “Natal sem fronteiras” nesta terça-feira, 22 de dezembro, às 15h30. O ato solidário consiste na entrega de cestas básicas para 17 famílias venezuelanas que estão abrigadas na organização Aldeias Infantis, na 914 Norte. Criado em novembro de 2019, o grupo que lançou recentemente o site http://governochinesmentiu.org.br/, descreve-se como um movimento de pessoas engajadas no fortalecimento e na defesa do direito à democracia em todos os países do mundo. “O natal é tempo de expressar o amor ao próximo, demonstrando sobretudo a esperança que devemos ter em dias melhores. Sendo assim, o Democracia Sem Fronteiras não poderia deixar de levar a essas famílias venezuelanas, um pouco de afeto e dignidade, ao qual não recebem em seu país. A Ação Natal Sem Fronteiras tem por objetivo relembrar a esses Venezuelanos, que ainda há esperanças, e que a ditadura Venezuela não será eterna”, conta Gabriele Machado, uma das idealizadoras do grupo. Segundo dados do Governo Federal informados na Plataforma de Coordenação para Refugiados e Migrantes da Venezuela, desde 2017 o Brasil já recebeu mais de 250 mil venezuelanos e já foram concedidos 123.507 vistos temporários de refúgio e residência. A falta de estrutura para comportar tamanho contingente criou graves problemas na região de fronteira, especialmente em Roraima. O papel social da Aldeias Infantis Diante da calamidade social vivida pelo país diversas entidades se uniram ao Governo Federal e a Organização das Nações Unidas (ONU) para dar suporte na recepção dos venezuelanos. A Aldeias Infantis SOS Brasil foi uma dessas parceiras. Em conjunto com o Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), desde 2018, a organização desenvolve, através de seu Programa de Emergência, o Projeto Brasil Sem Fronteiras, com foco no acolhimento e assistência de famílias venezuelanas com crianças e adolescentes, famílias monoparentais - principalmente chefiadas por mulheres - e mulheres sozinhas. Atualmente, a organização presta assistência para mais de 70 famílias, somando 260 pessoas. Em dois anos de parceria, o programa já atendeu mais de duas mil pessoas.

  • Brasiliense fecha contrato para ser coach de E-Sport do time do Neymar

    O jovem Wendell Monteiro, de 21 anos, está indo para Paris, ser coach de E-Sport no time de ninguém menos que Neymar Jr. O jovem que veio de Taguatinga tem vários títulos no jogo FIFA e agora foi convidado pelo PSG para treinar e revelar novos talentos para a modalidade. Sua carreira começou quando o pai o desafiou em uma partida de futebol no videogame. Wendell tinha que vencê-lo para ganhar dinheiro. Isso o motivou a ser melhor e então, desde 2010, começou a praticar jogando FIFA. Em 2016, ele ganhou seu primeiro título oficial no Fifa. O jovem foi campeão por quatro anos consecutivos disputando torneios em Brasília e em Manaus. Em 2017, passou a representar o Brasil nas Eliminatórias Fifa. Mais recentemente, sagrou-se top 16 da América do Sul no segundo qualifier de 2020, ganhando pontos no ranking mundial da modalidade. O jovem ganhou o apelido de "Wendibre", porque gosta de jogar driblando os adversários. Com apenas 21 anos, o gamer foi convidado pelo Ministério da Cidadania para ser embaixador do Fifa na América Latina, África e Ásia.

  • Aeroporto de Brasília está com vagas abertas para quatro cargos

    O Aeroporto de Brasília está com quatro cargos abertas com salários que variam de R$ 2500 a R$ 7500, de acordo com a descrição das vagas. Elas são para Analista Pleno de Desenvolvimento de Sistemas, Analista Pleno Financeiro, Analista Sênior de Novos Negócios e Técnico em Eletrônica. Os interessados devem enviar e-mail e os processos estão sendo feitos online pela Kenoby e Microsoft Teams. Para saber mais, acesse o link https://jobs.kenoby.com/aeroportobsb.

  • Projeto Brasília Iluminada traz clima natalino para o DF

    Quem achou que o Natal em Brasília ia passar em branco, se enganou. Vai ter muito colorido! O Projeto Brasília Iluminada traz ao DF a magia e as luzes de Natal A inauguração foi sexta (18/12) e vai até o dia 17 de janeiro. O projeto consiste em iluminar a Esplanada dos Ministérios, passando pela Praça e pelo Palácio do Buriti até chegar à Praça do Cruzeiro/Rainha da Paz e estender as comemorações também para as regiões administrativas, com o Trenó Luz levando o Papai Noel para abrilhantar o Natal de crianças e adultos de todo o Distrito Federal. O Natal Iluminado foi desenvolvido em conjunto com a Secretaria de Economia e as secretarias de Turismo, Cultura e Desenvolvimento Social. Por isso, terá impactos positivos que vão desde o incentivo à economia local e a geração de renda até o incremento ao Turismo. O projeto une o conceito de Brasília Iluminada – pela capital do país ser a esperança para todo o Brasil – com a celebração dos 60 anos de Brasília. Ele compreende dez eixos: Árvore Sonho e Realidade, árvores decorativas, Espaço Luz, Quadrante dos Presentes, Bolas Decorativas, Túneis Flor do Cerrado e Pórticos de Entrada, Praça do Buriti, point cultural Céu de Brasília, presépio virtual Luz do Mundo e o Trenó Luz. Devido às medidas de isolamento social impostas pela pandemia, o público deverá manter o distanciamento de pelo menos dois metros entre as pessoas. Será obrigatório o uso de máscara pelos visitantes e colaboradores.

  • Mágico Ravel faz a alegria de crianças carentes com seus truques de mágica

    O Governo do Distrito Federal realizou na sexta (18/12) almoços beneficentes em várias instituições de Brasília. A Casa Civil ficou responsável pelo almoço da Casa de Crianças Batuíra, localizada na Ceilândia Norte. O almoço foi preparado pelo Chef Dudu Camargo e contou com a presença da Secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani e Secretário da Casa Civil, Gustavo Rocha, além do Subsecretário de Administração Geral da Casa Civil, Thiago Vinícius e a Chefe da Unidade de Avaliação e Gestão de Pessoas, Ana Cristina Oliveira. A convite dos organizadores, o mágico Ravel se solidarizou e aceitou participar do evento beneficente, trazendo vários truques de mágicas que deixaram as crianças de bocas abertas. O mágico fez sua apresentação e surpreendeu a todos quando tirou sua pomba, a Fênix, de um quadro de pintura. Além desse truque, vários outros divertiram as crianças da Casa de Abrigo Batuíra. Quem quiser contratar o serviço do Mágico Ravel, basta acessar suas redes: Facebook: https://www.facebook.com/magicoravel Instagram: @magicoravel Sobre a Casa de Crianças Batuíra: Endereço: QNM 32, área especial, módulo C, Ceilândia Norte Telefones: 61 – 3201-7811/3036-9101 WhatsApp: 61 98580-8634

  • Governo do Distrito Federal arrecada cestas de natal e promove almoços beneficentes

    POR: Thaís Leite / Rodrigo Carvalho FOTOS: Rodrigo Carvalho / Thaís Leite Neste ano de pandemia, o Governo do Distrito Federal pensou em comemorar seu natal de forma diferente. Em uma ação social de iniciativa da Senhora Mayara Noronha Rocha, Primeira-Dama do Distrito Federal, juntamente com a Senhora Ana Paula Hoff, esposa do Vice-Governador do Distrito Federal, nasceu a "Campanha Nosso Natal 2020". Foram arrecadadas cestas especiais de natal para serem entregues às famílias em situação de vulnerabilidade em algumas Unidades Federativas do Distrito Federal, promovendo a oportunidade de realização de uma ceia natalina. A Casa Civil arrecadou 56 cestas especiais para esta doação. Ainda com a intenção de contribuir para um natal mais solidário, criou-se uma “segunda etapa” da campanha, e desta vez foi realizado um almoço natalino em várias instituições no Distrito Federal. A Casa Civil, em conjunto com a Primeira-Dama, proporcionou na sexta (18/12), um almoço natalino na Casa da Criança Batuíra, instituição que cuida atualmente de 41 crianças e fica localizada na Ceilândia Norte. Foi servido um almoço preparado pelo renomado Chef Dudu Camargo, distribuição de pãe-de-mel doados pela doceria Maria Amélia e logo após, houve uma super apresentação de mágica, promovida pelo Mágico Ravel. Por fim, o Papai Noel apareceu para entregar pessoalmente os presentes para as crianças da Instituição. Foi uma verdadeira alegria! O evento contou com a presença do Chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, a Secretária de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani, que fizeram questão de servir o almoço para as crianças do abrigo. Ainda participaram da campanha, o Subsecretário de Administração Geral da Casa Civil, Thiago Vinícius, e a Chefe da Unidade de Avaliação e Gestão de Pessoas, Ana Cristina Oliveira, juntamente com seus assessores, quais foram responsáveis por realizar a decoração e a promoção das demais atividades recreativas. O evento seguiu todos os protocolos de segurança, como o uso de máscaras, álcool em gel e a higienização de todos os participantes do evento. Quem quiser contratar o serviço do Mágico Ravel, basta acessar suas redes: Facebook: https://www.facebook.com/magicoravel Instagram: @magicoravel Sobre a Casa de Crianças Batuíra: Endereço: QNM 32, área especial, módulo C, Ceilândia Norte Telefones: 61 – 3201-7811/3036-9101 WhatsApp: 61 98580-8634

  • Documentário questiona a criminalização dos movimentos sociais

    Um cinema comprometido com a questão social e que denuncia as injustiças, sobretudo, no Distrito Federal. Essa tem sido a missão da cineasta Dácia Ibiapina, que lança, na Mostra Brasília do 53º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), seu mais recente trabalho, o polêmico “Cadê, Edson?”. O filme pode ser acessado pela Plataforma Canais Globo. No documentário de pouco mais de 72 minutos, ela e sua equipe investigam trajetória e ações do personagem-título, Edson Francisco da Silva, ex-coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e integrante do Movimento Resistência Popular (MRP), questionando a criminalização e desqualificação dos movimentos sociais no País. “Os movimentos sociais, como os dos sem teto, lutam por mudanças e acreditam, junto com (geógrafo e escritor) Milton Santos e (cineasta) Silvio Tendler, em uma globalização mais justa e mais inclusiva. Eu também boto fé nisso. Por isso faço esse tipo de filme”, explica Dácia, há dois anos aposentada da Universidade de Brasília (UnB), onde lecionava Audiovisual. “Queremos também mostrar que os sem teto, protagonistas desse filme, têm dignidade, família, vida afetiva, trabalham e percebem as injustiças sociais, violência, discriminação, o preconceito e a corrupção”, cutuca. Com pesquisa sobre o tema realizada desde 2011, o filme, que conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) e levou dois anos para ficar pronto. O ponto alto da narrativa é a ocupação de Edson e de membros do MRP ao antigo Hotel Torre Palace, localizado no Setor Hoteleiro Norte, no coração do Plano Piloto, em junho de 2016. Na ocasião, o prédio, então de propriedade particular, estava abandonado, o que motivou a ação dos sem teto. O protesto contou com grande operação policial e prisão dos líderes da manifestação, o que remete ao título do filme. “Os desabrigados e suas famílias precisam morar. Ter uma moradia digna é um direito fundamental das pessoas e de suas famílias, direito assegurado pela Constituição de 1988. E ainda, propriedades privadas que não cumprem função social podem ser ocupadas”, pondera Ibiapina, nascida no Piauí, mas desde 1989 vivendo na capital. “Manter terrenos ou habitações desocupadas durante anos, inclusive sem pagar os impostos (IPTU) e sem manutenção e segurança, como é o caso do Hotel Torre Palace, é especulação imobiliária e sonegação de impostos”, questiona a diretora, que sempre se norteou pelo discurso social em seus filmes anteriores, como “Ressurgentes” (2013). “Acho que a questão social deve estar presente em todos os filmes brasileiros, sejam eles de ficção, documentário ou animação. É um tema inescapável para quem faz cinema no Brasil. Nossa memória cinematográfica nos exige isso. Basta olhar as 53 edições do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro”, reflete. A diretora se orgulha de participar da Mostra Brasília, segundo ela, “uma política pública que deu certo”. “A Mostra Brasília é uma conquista do cinema de Brasília, que fortalece a cidadania e identidade dos cineastas e dos moradores locais”, elogia.

  • Conheça o Júri que premiará os melhores filmes do 53º FBCB

    A edição 53ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), que segue desta terça-feira (15.12) até domingo (20.12), no Canal Brasil e na plataforma Canais Globo, terá três comissões de jurados que vão avaliar o melhor filme em cada uma das mostras competitivas. Juntas, vão denominar o Candango de Melhor Filme e atribuir alguns prêmios especiais. “Neste ano, de forma atípica, todos os filmes já entraram no FBCB com o prêmio em dinheiro. Os longas da Mostra Oficial receberam R$ 30 mil e os curtas, R$ 15 mil, enquanto a Mostra Brasília pagou R$ 15 mil aos longas e R$ 5 mil aos curtas, num total de R$ 400 mil. Agora, o que está em jogo é o cobiçado e prestigiado Candango”, destaca a diretora executiva do FBCB, Érica Lewis. Os vencedores serão conhecidos no próximo dia 21.12, às 20h, no Canal do YouTube da Secec, numa cerimônia ao vivo, onde também serão anunciados os vencedores do júri popular e de prêmios especiais. Conheça o perfil de cada um dos membros da Comissão de Júri. Ana Maria Magalhães Atriz e diretora, atuou em filmes de importantes diretores como Nelson Pereira dos Santos, Hector Babenco, Glauber Rocha e Manoel de Oliveira. Na televisão, destacou-se nos clássicos “Gabriela” (1975), “Saramandaia” (1976) e “Top Model” (1989). O primeiro filme como diretora, “Mulheres de Cinema”, foi eleito pela crítica um dos 100 melhores curtas brasileiros. A seguir, realizou “Já que Ninguém me Tira pra Dançar”, sobre Leila Diniz, e curtas de sucesso como “Assaltaram a Gramática”. Realizou “Reidy, a Construção da Utopia”, premiado no Festival do Rio e no Cine Eco, em Portugal. Escreveu e dirigiu a série “O Brasil de Darcy Ribeiro”, laureada pela TAL TV como Melhor Série Documental. O último filme, “Mangueira em 2 Tempos”, recebeu o prêmio de Melhor Documentário no International New York Film Festival e Menção Honrosa no Los Angeles Brazilian Film Festival. O aguardado filme será lançado em 2021. Joel Zito Araújo Mineiro de Nanuque, o diretor, roteirista escritor, professor e pesquisador Joel Zito Araújo é responsável pelo resgate, visibilidade e debate da presença afrodescendente no audiovisual. A luta constante é contra a intolerância racial, tema, aliás, que também norteia seus trabalhos acadêmicos. Formou-se em psicologia pela Fundação Mineira de Educação e Cultura (Fumec), fez mestrado em Sociologia da Educação na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), doutorado em Comunicação na ECA/USP e pós-doutorado em rádio, TV e Cinema na Universidade do Texas (EUA). Desde os anos 1980, trabalha com o cinema. A estreia foi em 1989, com o curta, “Memórias de Classe” (1989). Nessa primeira fase da carreira, realizaria ainda “Alma Negra da Cidade” (1990), “São Paulo Abraça Mandela” (1991) e “Retrato em Preto e Branco” (1992). A consagração viria em 2001, com o documentário, “A Negação do Brasil”, vencedor do festival “É Tudo Verdade”. Em 2005, estreia na ficção com o drama, “Filhas do Vento”, premiado em Gramado. Dois anos depois, lança pela Fundação Cultural Palmares o livro, “O Negro na TV Pública”. Seus trabalhos seguintes no cinema seriam “Cinderelas, Lobos e um Príncipe Encantado” (2009), “Raça” (2013) e o premiado, “Meu Amigo Fela” (2019), sobre o músico nigeriano Fela Kuti. Seu mais recente trabalho, o longa de ficção, “O Pai da Rita”, está previsto para ser lançado em 2021. Ilda Santiago Formada em Jornalismo e Cinema pela Universidade Federal Fluminense, Ilda Santiago é sócio-fundadora do Grupo Estação, importante janela exibidora de filmes de arte no Brasil, além de diretora executiva, de programação e relações internacionais do Festival do Rio, um dos mais prestigiados e respeitados eventos cinematográficos da América Latina, nascido em 1999. É uma das responsáveis pela expansão e criação do Espaço Unibanco. A partir do catálogo que montou com mais de 300 filmes à frente do Grupo Estação, organizou várias retrospectivas, tendo como atrações trabalhos de mestres do cinema mundial como Louis Malle, François Truffaut, Ingmar Bergman, Orson Welles, Jean Luc Godard e Nelson Pereira dos Santos, entre muitos outros. Curadora e produtora de diversos eventos de promoção do cinema brasileiro em todo o mundo, Ilda organizou, durante anos, a Premiere Brasil em Nova York (MoMA, de 2003 a 2013), em Berlim (Haus der Kulturen der Welt), em Lisboa (Centro Cultural Belem) e também em Shanghai, Beijing e Washington DC. Como jurada, participou de diversos festivais no exterior e no Brasil. É produtora da comédia, “Bem Casados”, de Aluizio Abranches e produtora associada dos filmes, “Rio Eu Te Amo”, “Marias” e “Todas As Canções de Amor”. Atualmente, é responsável pela distribuidora Pagu Pictures, que já lançou títulos como “Aos Teus Olhos” (2017), de Carolina Jabor, e “Sequestro Relâmpago” (2018), de Tata Amaral. JÚRI DA MOSTRA OFICIAL DE CURTAS-METRAGENS Carlos Marcelo Nascido em João Pessoa (PB), mas, radicado desde 1985, em Brasília, Carlos Marcelo é formado em jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB) e começou a carreira profissional no caderno cultural do Correio Braziliense, chegando a editor-executivo no diário brasiliense. Em 2005, foi um dos vencedores do Prêmio Esso. Desde 2016, é diretor de redação do Estado de Minas. É um dos criadores do programa de rock, Cult 22, da Rádio Cultura FM (DF). Idealizou e foi curador da primeira edição do Festival Internacional de Cinema de Brasília (FicBrasília), realizado em 1999. No mesmo ano. venceria o Candango de Melhor Roteiro e Júri Popular no Festival de Brasília com o curta-metragem, “Tepê”, de José Eduardo Belmonte. Em 2000, ganharia o Prêmio de Melhor Argumento no 8º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá com o mesmo curta. Seus trabalhos como roteiristas, foram reconhecidos nos festivais de roteiro em Porto Alegre e Lisboa (Portugal). É autor dos livros, “Eu engoli Brasília – Nicolas Behr”, perfil biográfico sobre o poeta mato-grossense radicado na capital, “Renato Russo: o filho da revolução, “O Fole Roncou! Uma História do Forró”, escrito a quatro mãos com o jornalista Rosualdo Rodrigues, além do romance policial, “Presos no Paraíso”. Graciela Guarani Pertencente à nação Guarani Kaiowá, Graciela é produtora cultural, comunicadora, cineasta, curadora de cinema e formadora em audiovisual. Mulher indígena pioneira em produções originais audiovisuais no Brasil, já dirigiu e roteirizou oito curtas-metragens, uma série de vídeos cartas realizadas para o Instituto Moreira Salles (IMS), no Rio de Janeiro, além de participar como cinegrafista e codiretora do longa “My Blood is Red (Needs Must Film)”. Também inclui na sua trajetória atuação como facilitadora do curso, “Mulheres Indígenas e Novas Redes Sociais – Da Invisibilidade ao Acesso aos Diretos”, projeto da ONU Mulheres Brasil e do Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sues na Mídia e no Cinema”. Liloye Boubli Liloye Boubli é cineasta e diretora da TV. Formada em Artes pela Universidade de Brasília, iniciou a carreira como assistente de direção em longa metragem de ficção. Dirigiu o documentário de longa, “Ballet Bolshoi, Dois Séculos de História” (2001), que teve distribuição para diversos canais internacionais, além de exibição na noite de abertura do “Dance on Camera Festival”, no Lincoln Center de Nova York. Participou do Sundance Festival com o curta, “Tangerine Girl” (1998). Os trabalhos mais recentes são as séries documentais para TV, “Presença de Villa Lobos na Música Brasileira” (2018), “Na Fita” (2018), “O Que Querem as Mulheres?”, com Heloisa Buarque de Hollanda e, “Maracatus”, filmado no Brasil e Angola. JÚRI DA MOSTRA BRASÍLIA LONGAS E CURTAS Catarina Accioly Produtora, roteirista, diretora e atriz com 25 anos de experiência em teatro, cinema e TV, Catarina Accioly é graduada em Artes Cênicas na Universidade de Brasília (UnB), em 1999, e desde 1994 atua. Só de espetáculos teatrais são mais de 30 participações como atriz ou diretora, contando com a consultoria de mestres do ramo como o uruguaio, Hugo Rodas, e Antônio Abujamra. No cinema, roteirizou, dirigiu e produziu três curtas-metragens: “A Obscena Senhora D”, adaptado da obra homônima de Hilda Hilst; “Entre Cores e Navalhas” e “Uma Questão de Tempo”, que seguiram carreiras em festivais no Brasil e em outros 18 países, abiscoitando prêmios de direção, atriz, montagem e direção de arte. É uma das protagonistas do longa de estreia de André Carvalheira, “New Life S.A.”. Entre 2009 e 2017, atuou como coordenadora de TV, diretora e roteirista de conteúdos audiovisuais, prestando serviços para órgãos governamentais e organizações internacionais. Em 2018 fundou a Stelios Produções, objetivando valorizar projetos com temáticas de gênero, protagonismo da mulher, histórias ligadas à criança e adolescência e o universo do campo. Débora Torres Atriz, produtora executiva, roteirista e cineasta, a goiana Débora Torres acumula 36 anos de carreira e a experiência de trabalhar com importantes nomes do cinema nacional como João Batista de Andrade, Walter Hugo Khoury, Aníbal Massaini, Gianfrancesco Guarnieri, Paulo Goulart, Nicete Bruno, Rubens Ewald Filho, entre tantos outros. É criadora e produtora executiva de festivais em Goiânia, Anápolis e Araxá. Foi diretora do Cine Municipal de Cultura Goiânia Ouro de 2005 a 2010 e Conselheira Municipal da Cultura de Goiânia de 2005 a ‪2010 e nos anos de 2017/ 2018/2019. Produziu, roteirizou e dirigiu diversos curtas-metragens, destaques os projetos “Wataú” (2000) e “Quadro Negro” (2010), além do longa, “O Servo de Deus Padre Pelágio”. É coprodutora do filme, “Vazio Coração”, de Alberto Araújo, estrelado por Othon Bastos e Murilo Rosa. Sérgio de Sá O brasiliense Sérgio de Sá é professor na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB). Jornalista, mestre em Comunicação e Cultura Contemporâneas (UFBa) e doutor em Estudos Literários (UFMG), é autor de “A Reinvenção do Escritor: Literatura e Mass Media (Editora UFMG) e “Roberto Corrêa: Caipira Extremoso (Brasilienses, v. 2)” e coautor de “Os criadores: Athos Bulcão, Burle Marx, Lucio Costa e Oscar Niemeyer (Brasilienses, v. 4)”. Editou três títulos da coleção Brasilienses (Multicultural Arte e Comunicação). Realizou pós-doutorado no Programa Avançado de Cultura Contemporânea (Pacc-UFRJ). Foi repórter de Cultura do Jornal de Brasília. Foi repórter, subeditor e editor de Cultura do jornal Correio Braziliense. Foi editor do suplemento Pensar, no mesmo Correio Braziliense, e colunista do portal Metrópoles. Produziu e apresentou o programa Sessão das Duas, na TV Brasília. Foi comentarista de literatura na rádio Cultura FM. Publicou artigos, reportagens e resenhas em Veja (Especial 50 anos de Brasília), Continente Multicultural, O Globo (suplemento Prosa & Verso), Estado de Minas e Piauí, entre outros jornais e revistas.

  • Curta baiano “Distopia” propõe experimentação estética

    A diretora Lilih Curi, de “Distopia”, filme baiano selecionado para a Mostra Oficial de Curtas-Metragens do 53o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (FBCB), recebeu a indicação com “um misto de alegria, emoção e responsabilidade”. A produção pode ser acessada até domingo (20) pela plataforma Canais Globo. No filme, um personagem sofre de Alzheimer. Quando o filho caçula tem de assumir os cuidados com o pai, numa ausência da irmã mais velha, fora de casa, o garoto se vê tendo de lidar com lembranças terríveis, diz a sinopse. Segundo a diretora, a proposta é abordar esta trama a partir de uma noção de tempo-espaço numa zona de perigo e experimentação. “Traz uma temática contundente, forte, em diálogo com essa estética”, define a diretora, no seu quarto curta. Para ela, o Festival de Brasília é uma referência pessoal e também para vários cineastas que vieram antes. “É sem dúvida uma vitrine que nos impulsiona, que traz visibilidade para além do território brasileiro. É a oportunidade de ter uma escuta qualificada, agrega valor ao que produzimos e a todos os profissionais selecionados”. Lilih desenvolve projetos autorais na Segredo Filmes. É graduada em Comunicação Social e Mestre em Artes Cênicas, estudou Direção Cênica na Escuela Internacional de Cine y TV de San Antonio de los Baños – Cuba e cursou Interpretação Teatral no CPT/SESC-SP e no Teatro Universitário da UFMG.

  • “Rosas do Asfalto” faz relato delicado do trabalho sexual de pessoas idosas

    “Rosas do Asfalto” relata de modo humanizado a vida de pessoas da terceira idade que vivem do trabalho sexual. No filme, cinco mulheres e uma travesti contam suas histórias de violência, abandono, preconceito, superação e sonhos. O trabalho, digno como qualquer outro, não tem dia nem horário, mas garante o sustento de filhos, netos e bisnetos. O documentário com relatos sobre a experiência de envelhecer no mercado sexual, onde o corpo é moeda de troca, concorre à Mostra Brasília de Curta-metragem da 53ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, que pode ser acessada na Plataforma Canais Globo. Percorrendo todos os desafios enfrentados pelas personagens, de maneira simples, sem julgamentos, o filme dirigido por Daiane Cortes fala ainda de fé, coragem, amor, mas, sobretudo, de pessoas que só querem um lugar para viver em paz, como qualquer outro trabalhador. Algumas estão no salto, com roupas justas e pernas de fora; outras, de calça e camiseta, passam despercebidas pelas ruas. Mas uma coisa elas têm em comum: sentadas em bancos de praças ou em pé nas ruas de prostituição, as rugas e as dores no corpo não as impedem de disputar clientes com as profissionais mais jovens, destacando até a preferência de público. Daiane conta que “Rosas do Asfalto” nasceu de uma observação de quando trabalhava como repórter de TV. Durante uma pauta na Praça do Relógio, em Taguatinga, uma cena chamou a atenção: senhoras que beiravam os 60 anos e até mais, todas com roupas simples, algumas de saias compridas, cabelos brancos, conversavam com homens que se aproximavam dos bancos da praça. “O filme traz dois grandes preconceitos sociais: a prostituição e a velhice. Elas são discriminadas por serem mulheres idosas, e que se ‘vendem’”, completou. O filme tem trilha sonora toda feita por artistas do DF. As canções interpretadas pelo cantor Raidan Piratão foram compostas por músicos da cidade. As músicas deram vida às seis personagens de “Rosas do Asfalto”, como a que diz assim: “O espelho não reflete a imagem do que já passou”. Jornalista, roteirista e diretora com longa experiência em televisão, Daiane já produziu e dirigiu diversas séries e foi premiada em dois documentários. Ela destaca o Festival de Brasília como um dos mais importantes do país. “É uma boa notícia para todos do audiovisual do país inteiro que trabalharam nos seus filmes esperando essa disputa, esse momento e esse reconhecimento”, relatou.

  • Em 9 meses, Acolher Moçambique inclui 3 mil novas crianças e soma 14 mil acolhidos

    O projeto Acolher Moçambique, da Organização humanitária Fraternidade sem Fronteiras (FSF), enfrenta desde o início da pandemia provocada pela Covid-19, um ajuste entre a quantidade de refeições oferecidas com o número de acolhidos. “Estamos equilibrando o que temos para atender ao máximo de crianças que conseguimos”, explica o coordenador do projeto, Alan Xavier. Até março, conforme Alan, eram 11 mil crianças acolhidas nos centros da FSF, agora já são 14 mil. Os centros de acolhimento estão fechados e o preparo das refeições suspenso, como prevenção ao contágio do Coronavírus. Os alimentos (arroz e feijão) passaram a ser distribuídos crus e em cestas básicas. A movimentação da entrega fez com que muitas famílias, não cadastradas no projeto, buscassem os centros para tentar levar comida para casa. Como alternativa para que mais pessoas tenham o que comer, os alimentos foram racionados. “Muitos ainda ficam sem receber o alimento porque não temos como oferecer a todos. É um grande desafio”, esclarece Alan. Além de administrar a procura pelos alimentos, a coordenação do projeto também precisa fazer cálculos para ajustar o orçamento; dólar alto, aumento do preço dos alimentos, 15% de imposto pago ao governo moçambicano e outros desafios. “Com o cenário atual, hoje não teríamos condições de voltar a cozinhar como antes, se voltássemos, teríamos que oferecer apenas três vezes por semana refeições nos nossos centros de acolhimento. Seria o nosso plano para que os nossos acolhidos não fiquem desamparados”, explica o coordenador, que complementa, “a nossa solução é aumentar o número de apadrinhamentos, são eles que mantêm nossas atividades”. É pelo apadrinhamento que a transformação começa para inúmeras famílias.“O impacto nos locais onde a Fraternidade está é muito significativo. É um avanço da escassez extrema à educação em nível superior, tudo fruto de uma simples ação que começa no ‘prato de comida’, materializado pelo apadrinhamento, e que hoje já proporciona que crianças que precisavam trabalhar em troca de alimento, estejam na universidade”, afirma o fundador-presidente Wagner Moura Gomes. Projeto Acolher Moçambique – nas aldeias moçambicanas, a Fraternidade sem Fronteiras acolhe crianças que viviam na extrema miséria, a maioria delas órfãs de pais mortos pelo HIV. Nos 30 centros de acolhimento mantidos e administrados pela organização humanitária, o ambiente é de incentivo à vivência fraterna, com alimentação, cuidados com a saúde, orientação à higiene, atividades pedagógicas, recreativas e culturais. É o projeto pioneiro da FSF. Sobre a Fraternidade sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional. A instituição possui 53 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com microcefalia e doença rara. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento. Com R$ 50 mensais é possível contribuir com um projeto e fazer a diferença na vida de muitas pessoas. Mais informações podem ser obtidas pelo site www.fraternidadesemfronteiras.org.br

  • Geléia doa 600 hambúrgueres para projeto social

    Natal solidário! Pioneira no segmento de hambúrguer artesanal, o Geléia, que há 16 anos faz parte da história de Brasília, participa de ação solidária neste domingo, em parceria com a Associação Edificar. Na data, o grupo vai doar cerca de 600 sanduíches, além de brinquedos para crianças carentes. Há seis anos o empresário Alexandre Geléia participa do projeto. “É muito gratificante ver o sorriso no rosto das crianças. Adotamos várias cartinhas e vamos presentear várias crianças, além de levar nosso hambúrguer. Uma ação como esta pode fazer muita diferença na vida desses pequenos”, afirma o Geléia. Medidas de segurança Durante as doações, todas as medidas de segurança por conta do novo coronavírus, como uso de máscara, distanciamento, controle da quantidade de pessoas e álcool em gel, serão tomadas. Geléia Burger Instagram - @geleiahamburgueria Facebook - Geléia Hamburgueria

© 2025 por Rodac Comunicação Criativa

bottom of page