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- BBB 26 estreia em 12 de janeiro e tem Casa de Vidro montada em Brasília
A capital federal se prepara para ganhar os olhos do público e dos fãs de reality show nas próximas semanas. Uma das cinco Casas de Vidro do Big Brother Brasil 26 foi oficialmente confirmada em Brasília, no Conjunto Nacional, na Asa Norte — um dos pontos mais movimentados e simbólicos da cidade —, como parte da dinâmica inédita que antecede a estreia da nova temporada. O anúncio faz parte da divulgação oficial do BBB 26, que terá sua estreia no dia 12 de janeiro de 2026 na TV Globo , sob apresentação de Tadeu Schmidt . A Casa de Vidro de Brasília representará a região Centro-Oeste no processo de seleção dos participantes pipoca — os anônimos que tentarão uma vaga na casa mais vigiada do Brasil. Os quatro confinados que estiverem na estrutura transparente disputarão a preferência do público: o homem e a mulher mais votados garantem entrada direta no BBB 26 . A escolha popular ganha ainda mais peso nesta edição: todos os integrantes do grupo pipoca serão definidos pelo público a partir das cinco Casas de Vidro espalhadas pelo país — Sudeste, Nordeste, Norte, Sul e Centro-Oeste — antes do início oficial do programa. A Casa de Vidro de Brasília estará estrategicamente instalada no Conjunto Nacional, um dos principais centros comerciais e de circulação da capital, atraindo moradores, turistas e curiosos que poderão acompanhar a movimentação dos candidatos ao lado de moradores de outras regiões do Brasil. Além disso, as cinco Casas de Vidro terão transmissão ao vivo simultânea no Globoplay , das 10h às 23h, permitindo que o público acompanhe cada detalhe antes mesmo da estreia oficial no dia 12. Com estreia oficial programada para 12 de janeiro de 2026 , o BBB 26 promete começar com tudo: além da dinâmica de seleção pelo público, a edição contará com novidades como três Big Fones na casa principal , retorno de Veteranos (ex-participantes) , o novo Cartola BBB — fantasy game que acompanha o desempenho dos brothers — e um laboratório de “combate às plantas” , que permite substituições de participantes ao longo do jogo. Para Brasília, a presença da Casa de Vidro representa não apenas uma vitrine nacional, mas também uma oportunidade para que moradores da capital façam parte do fenômeno cultural que é o Big Brother Brasil , impulsionando o engajamento da audiência e colocando a cidade no centro das conversas nas redes sociais nas semanas que antecedem o início da temporada.
- Brasília abre a temporada do futebol brasileiro com Supercopa entre Flamengo e Corinthians
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou nesta quarta-feira (31 de dezembro de 2025) a data e o local da decisão que abre oficialmente a temporada do futebol nacional em 2026. A Supercopa do Brasil — também chamada de Supercopa Rei — será disputada entre Flamengo e Corinthians e acontecerá no Estádio Mané Garrincha , em Brasília, no dia 1º de fevereiro de 2026 . O confronto reunirá o campeão do Campeonato Brasileiro de 2025 , o Flamengo, e o campeão da Copa do Brasil de 2025 , o Corinthians, em partida única para decidir o supercampeão do futebol brasileiro. A escolha por Brasília ocorreu depois de uma análise da entidade sobre as condições dos gramados e as opções disponíveis. Embora estádios no Nordeste tenham sido considerados, a qualidade dos campos acabou pesando contra algumas candidaturas. O Rio de Janeiro e São Paulo também foram cogitados, mas a capital federal foi a opção final definida pela CBF. O Mané Garrincha receberá a Supercopa pela quarta vez desde o retorno da competição , em uma sequência que reforça o papel de Brasília como palco frequente de grandes decisões do futebol nacional. As edições anteriores na capital federal aconteceram em 2020, 2021 e 2023, todas com a participação do Flamengo. A decisão de data também implicou ajustes no calendário dos estaduais: partidas previstas pelos dois clubes em seus respectivos campeonatos regionais foram remanejadas para acomodar a Supercopa. A Supercopa do Brasil se consolidou nas últimas temporadas como o primeiro grande clássico do ano no país, reunindo os principais campeões nacionais em um duelo de alto prestígio. Flamengo e Corinthians, dois dos clubes mais tradicionais do futebol brasileiro, repetem o duelo histórico deste torneio — marcado pela rivalidade e pela busca de mais um troféu para suas vitrines. Com ingressos a serem disponibilizados pela organização, a expectativa é de grande público no Estádio Mané Garrincha para acompanhar o duelo que promete abrir a temporada de 2026 em ritmo de decisão.
- Arte, olhar e percepção nas conversas sobre a mostra “Na cidade mora um rio”, de Lino Valente
Como parte da programação da mostra “Na cidade mora um rio” , de Lino Valente, serão realizadas, em janeiro, duas conversas abertas ao público. Os encontros abordarão temas relacionados à paisagem e à arte, com foco na ampliação da percepção do sutil e do olhar nas artes visuais. No dia 9 de janeiro , às 16h , a historiadora da arte e curadora Renata Azambuja conduzirá a conversa “A meditação em movimento” , que trata do aspecto meditativo na obra de Lino Valente. Já no dia 23 de janeiro , também às 16h , a artista Helena Lopes apresenta a fala “Efemeridade da passagem, deslocamento do olhar” . As conversas acontecem na Galeria 3 do Museu Nacional da República , com entrada gratuita e livre para todos os públicos. Em sua primeira individual institucional, Lino Valente parte da questão ambiental para desenvolver uma série de fotografias criadas a partir de frames de filmes. Imagens indefinidas, de cores saturadas, desdobram-se em impressões sobre chapa de metal, videoprojeções, videoinstalações e backlights. A exposição, concebida como um conjunto coerente e interligado, incorpora essa perspectiva ao articular afetos e memórias que não se fixam na materialidade das coisas, mas habitam o espaço fluido entre o visível e o invisível. Seu olhar transgressor desestabiliza percepções e conduz o público a outras formas de sentir, convidando-o a atravessar limites sutis entre presença e ausência. Essa pesquisa se desdobra na compreensão da paisagem como algo em constante transformação. O artista aborda a passagem do tempo e a natureza transitória dos espaços urbanos, ampliando a noção de paisagem ao revelar camadas de vozes, memórias e imaginários que compõem as cidades. Ao borrar territórios e fronteiras, explora zonas liminares entre real e lembrança, pertencimento e deslocamento. Segundo o curador Bené Fonteles , Lino registra vestígios dos rios a partir da janela de um carro em movimento, percorrendo ruas e avenidas que poderiam pertencer a Brasília ou a qualquer cidade do mundo. Mais do que acompanhar o deslocamento dos veículos, o artista realiza uma verdadeira arqueologia sensível, trazendo à tona tanto as águas ocultas das cidades quanto memórias abafadas pelo ritmo urbano. Realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) , a mostra permanece em cartaz até 15 de fevereiro de 2026 , com visitação de terça a domingo, das 9h às 18h30 . A exposição conta com interpretação em LIBRAS nas rodas de conversa , audiodescrição das obras por QR Code , legendas em português nos vídeos e folder em Braille . O Museu Nacional da República está localizado na Esplanada dos Ministérios , em Brasília (DF).Instagram: @museunacionaldarepublica e @linovalente_ Sobre as palestrantes Helena Lopes é pintora, gravadora e professora, especialista em gravura. Graduada em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB), participou da fundação do Ateliê de Gravura da UnB, posteriormente denominado Núcleo de Gravura do Instituto de Artes. Realizou o projeto Fonte Geradora de Imagens em Gravura em Metal (1980) e participou de inúmeras exposições nacionais e internacionais ao longo de mais de 40 anos de carreira. Atualmente, explora as possibilidades da arte digital e desenvolve cursos de formação artística em seu ateliê, em Brasília. Renata Azambuja é historiadora da arte, curadora e arte-educadora. Licenciada em Artes Plásticas pela UnB, é mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College of New York (CUNY) e doutora em Teoria e História da Arte pela UnB, com pesquisa voltada aos modos de produção de conhecimento em curadoria, tendo a residência artística como foco. Sobre o artista Artista visual e cineasta autodidata, Lino Valente desenvolve uma poética que funde fotografia e vídeo como linguagens híbridas e expandidas. Sua pesquisa nasce do desejo de dissolver fronteiras entre o real e o imaginário, a memória e a invenção. O Cerrado, território afetivo que o atravessa, é o solo simbólico de onde brotam suas narrativas sensoriais, enquanto a cidade surge como espelho de ausências e deslocamentos. Seu trabalho transita entre cinema, fotografia e instalação, propondo modos sensíveis de ver, habitar e reinventar territórios e o tempo. Participou de exposições no Museu Nacional da República e em galerias de sua cidade. Suas obras integram acervos e coleções brasileiras. Em 2025, foi indicado ao Prêmio PIPA , e seu filme Eternidade Agora integrou a Bienal de Havana e passou a compor o acervo do MAM São Paulo . Vive em Brasília e trabalha entre São Paulo e Belo Horizonte. Sobre o curador Bené Fonteles nasceu em 1953, em Bragança (PA), e vive e trabalha em Salvador (BA). Artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor, iniciou sua carreira em 1971, no 3º Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará. Seu trabalho transita entre arte e artesanato, explorando a transformação de materiais simples, naturais ou pouco industrializados. Participou cinco vezes da Bienal de São Paulo, com destaque para a 32ª edição, com o projeto Ágora: OcaTaperaTerreiro , além do Panorama da Arte Brasileira no MAM-SP e de exposições no MAC-USP. Foi diretor do Museu de Arte da UFMT e do Museu de Arte de Brasília, e recebeu a Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura e da Presidência da República. Serviço Conversas sobre “Na cidade mora um rio” Com Renata Azambuja + Lino Valente A meditação em movimento 09/01, às 16hGaleria 3 – Museu Nacional da RepúblicaEntrada gratuitaInterpretação em LIBRAS Com Helena Lopes + Lino Valente Efemeridade da passagem, deslocamento do olhar 23/01, às 16hGaleria 3 – Museu Nacional da RepúblicaEntrada gratuita Interpretação em LIBRAS Na cidade mora um rio Artista | Lino ValenteCuradoria | Bené FontelesLocal | Galeria 3 – Museu Nacional da RepúblicaVisitação | até 15/02/2026Horário | terça a domingo, das 9h às 18h30Entrada | gratuitaClassificação | livreExpografia | Studio TavaresProdução | Incentivem Soluções CulturaisAcessibilidade | LIBRAS, audiodescrição por QR Code, legendas e folder em BrailePatrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) Informações para a imprensa Agenda KB ComunicaçãoContato: Luiz Alberto Osório luiz.alberto@agendakb.com.br (61) 98116-4833
- 7/1, Dia do Leitor: 20 livros indispensáveis que você deveria ler
Em 7 de janeiro é comemorado o Dia do Leitor, data que reforça o poder transformador que a leitura exerce na formação intelectual, emocional e crítica dos indivíduos. Ler amplia repertórios, fortalece a compreensão do mundo e cria oportunidades de conexão com diferentes culturas, épocas e perspectivas. Segundo Renata Lima, coordenadora pedagógica da Escola Bilíngue Aubrick , de São Paulo (SP), cultivar o hábito da leitura desde cedo é uma das escolhas mais potentes para o desenvolvimento ao longo da vida. “Ler é uma forma de construir autonomia porque amplia o repertório simbólico e oferece instrumentos para nomear, organizar e questionar o mundo. É pela linguagem que o pensamento ganha densidade, que a empatia se complexifica e que o sujeito aprende a transitar entre diferentes perspectivas. Quanto mais cedo esse vínculo com a leitura se consolida, maior a possibilidade de formar leitores capazes de sustentar aprendizagens ao longo da vida”, afirma. Para marcar a celebração, a docente seleciona 20 obras essenciais, brasileiras e estrangeiras, que atravessaram gerações e continuam indispensáveis para quem deseja compreender melhor a literatura e a própria condição humana. AUTORES BRASILEIROS A Hora da Estrela (1977) Uma das obras mais célebres de Clarice Lispector (Ucrânia, 1920 – Rio de Janeiro, 1977), A hora da estrela conta a história da nordestina Macabéa, uma mulher miserável, que mal tem consciência de existir. Depois de perder seu único elo com o mundo, uma velha tia, ela viaja para o Rio, onde aluga um quarto, se emprega como datilógrafa e gasta suas horas ouvindo a Rádio Relógio. Apaixona-se, então, por Olímpico de Jesus, um metalúrgico nordestino, que logo a trai com uma colega de trabalho. Desesperada, Macabéa consulta uma cartomante, que lhe prevê um futuro luminoso, bem diferente do que a espera. As Três Marias (1939) A obra de Rachel de Queiroz (Fortaleza, 1910 – Rio de Janeiro, 2003) conta a história de três amigas inseparáveis, da infância em um colégio de freiras à vida adulta. Maria da Glória dedicou-se à maternidade e à família; Maria José, sempre devota, voltou a morar com a mãe e virou professora; e Maria Augusta, diferente das amigas, determinou-se a construir o próprio caminho: trabalhou como datilógrafa em Fortaleza e, lá, apaixonou-se. As Três Marias retrata o processo de ajustamento ao mundo pelos olhos das meninas e convida o leitor a acompanhá-las desde os medos e as incertezas da juventude até o amadurecimento. Assim, a autora vai mais fundo na perspectiva social e na agudeza da observação psicológica. Capitães da Areia (1937) Capitães da Areia é talvez o romance mais influente de Jorge Amado (Itabuna, 1912 – Salvador, 2001). Obra clássica sobre a infância abandonada, conta a história crua e comovente de meninos pobres que moram num trapiche abandonado em Salvador. O livro torna o leitor íntimo dos personagens, cada um deles com suas carências e suas ambições: do líder Pedro Bala ao religioso Pirulito, do ressentido e cruel Sem-Pernas ao aprendiz de cafetão Gato, do sensato Professor ao rústico sertanejo Volta Seca. Com a força envolvente da sua prosa, o autor nos aproxima desses garotos e nos contagia com seu intenso desejo de liberdade. Grande Sertão: Veredas (1956) Obra de João Guimarães Rosa (Minas Gerais, 1908 – Rio de Janeiro, 1967), Grande sertão: veredas é um mergulho profundo na alma humana. Neste clássico arrebatador, as paisagens percorridas pelos jagunços ganham uma dimensão universal e profundamente humana. Ao narrar o mundo através dos olhos de Riobaldo, o autor constrói um romance fascinante, que mescla sofrimento, luta, alegria, violência, amor e morte em uma prosa extremamente inventiva – reinventando a língua e elevando o sertão ao contexto da literatura universal, compondo o cenário de uma narrativa lírica e épica, uma lição de luta e valorização do homem. Iracema (1865) Obra da fase indianista de José de Alencar (Fortaleza, 1829 – Rio de Janeiro, 1877), Iracema é um texto básico da cultura brasileira, romance que construiu uma representação mítica do Brasil. O livro retrata a expressão nacionalista que estava em voga no século XIX, época em que os escritores buscavam construir o nativo brasileiro sob a ótica do ideal romântico. Assim, Alencar mostra o encontro da natureza, personificada pela índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel", com a civilização europeia, representada pelo navegante Martim, resultando no “nascimento do primeiro cearense”. A história do amor dos protagonistas é uma metáfora do encontro entre civilização e cultura autóctone. Macunaíma (1928) Macunaíma , de Mário de Andrade (São Paulo, 1893 – São Paulo, 1945), apresenta o herói sem nenhum caráter. O protagonista, que ora é índio negro ora é branco, até hoje é considerado símbolo do brasileiro em vários sentidos: o do malandro esperto, amoral, que sempre consegue o que quer, e o do povo perdido diante de suas múltiplas identidades. Macunaíma foi forjado a partir de lendas indígenas e populares, colagens de histórias, mitos e modos de vida que, nele somados, deram existência a um tipo brasileiro ideal. Um ser mágico, debochado e zombeteiro, que viaja pelo país de Roraima a São Paulo, descendo o rio Araguaia, do Paraná aos pampas, até chegar ao Rio de Janeiro, acompanhado de seus irmãos, Jiguê e Maanape, numa aventura para recuperar seu amuleto perdido: a muiraquitã. A obra surge no contexto da primeira geração do modernismo, que buscava uma identidade nacional, rompendo com os padrões artísticos europeus ao valorizar a cultura popular brasileira. Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881) Na obra de Machado de Assis (Rio de Janeiro, 1839 – Rio de Janeiro, 1908), o finado Brás Cubas decide contar sua história por uma ótica bastante inusitada: em vez de começar pelo seu nascimento, sua narrativa inicia-se pelo óbito. Enquanto rememora as experiências que viveu, o defunto-autor narra as suas desventuras e revela as contradições da sociedade brasileira do século XIX, por meio de uma análise aprofundada de seus personagens. Memórias Póstumas de Brás Cubas retrata o período do Brasil Império, especialmente a elite burguesa do Rio de Janeiro, marcada por mudanças sociais e ascensão de novos valores. Os Sertões (1902) A partir do trabalho jornalístico de Euclides da Cunha (Rio de Janeiro, 1866 – Rio de Janeiro, 1909) sobre a rebelião de Canudos, surge esta obra sobre o sertão, as injustiças sociais do Brasil e a violência que marcou o País. Ao narrar a violenta e exaustiva repressão sofrida pelo bando de Antônio Conselheiro, o autor narra também a formação do homem sertanejo. Os Sertões denuncia os crimes cometidos por uma sociedade eurocêntrica, violenta, autoritária, desigual e excludente, além de desafiar qualquer resposta fácil para as questões sertanejas. Quarto de Despejo (1960) Do diário de Carolina Maria de Jesus (Minas Gerais, 1914 – São Paulo, 1977) surgiu este autêntico exemplo de literatura-verdade. Quarto de Despejo é o retrato do cotidiano triste e cruel de uma mulher que sobrevive como catadora de papel e faz de tudo para espantar a fome e criar seus filhos na favela do Canindé. Em meio a um ambiente de extrema pobreza e desigualdade de classe, de gênero e de raça, o leitor se depara com o duro dia a dia de quem não tem amanhã, mas que ainda assim resiste diante da miséria, da violência e da fome. Vidas secas (1938) Vidas secas conta a história de uma família de retirantes que, na planície avermelhada do sertão, enfrenta a seca, a fome, o desamparo e a violência das instituições, em busca de vida nova. Fabiano, sinha Vitória, o menino mais novo, o menino mais velho e a cachorra Baleia caminham dias inteiros, à procura de água, comida e pouso. No trajeto, encontram com figuras essenciais para compreender o contexto histórico e social da obra-prima de Graciliano Ramos (Alagoas, 1892 – Rio de Janeiro, 1953), marco da segunda fase do modernismo, que se tornou registro da identidade de um povo. AUTORES ESTRANGEIROS A Casa dos Espíritos (1982) A Casa dos Espíritos é tanto uma emblemática saga familiar quanto um relato acerca de um período turbulento na história de um país latino-americano indefinido, com uma narrativa instigante que costura passado, presente e futuro de maneira fluida e elegante. As paixões, lutas e segredos da família Trueba abrangem três gerações e um século de transformações violentas, que culminaram em uma crise que leva o patriarca e sua amada neta para lados opostos das barricadas. Em um pano de fundo de revolução e contrarrevolução, a autora Isabel Allende (Peru, 1942) traz à vida uma família cujos laços privados de amor e ódio são mais complexos e duradouros do que as lealdades políticas que os colocam uns contra os outros. A Metamorfose (1915) A Metamorfose é a mais célebre novela de Franz Kafka (República Tcheca, 1883 – Áustria, 1924), um mestre da ficção universal, e uma das mais importantes de toda a história da literatura. Sem a menor cerimônia, o texto coloca o leitor diante de um caixeiro-viajante, o homem comum Gregor Samsa, transformado em inseto monstruoso. A partir daí, a história é narrada com um realismo inesperado que associa o inverossímil, absurdo e o senso de humor ao que é trágico, grotesco e cruel na condição humana. Tudo narrado no tom preciso, frio e lógico do autor, capaz de integrar naturalmente o pesadelo ao cotidiano. A Revolução dos Bichos (1945) Concebido por um dos mais influentes escritores do século XX, George Orwell (Índia, 1903 – Reino Unido, 1950), A Revolução dos Bichos é uma fábula sobre o poder. Narra a insurreição dos animais de uma granja contra seus donos. Progressivamente, porém, a revolução degenera numa tirania ainda mais opressiva que a dos humanos. A narrativa causou desconforto ao satirizar ferozmente a ditadura stalinista numa época em que os soviéticos ainda eram aliados do Ocidente na luta contra o eixo nazifascista. Mais de sessenta anos depois de escrita, a obra se mantém como uma alegoria sobre as fraquezas humanas que levam à corrosão dos grandes projetos de revolução política. Cem Anos de Solidão (1967) No clássico romance Cem anos de solidão , Gabriel García Márquez (Colômbia, 1927 – México, 2014) narra a incrível e triste história dos Buendía - a estirpe de solitários para a qual não será dada “uma segunda oportunidade sobre a terra” - e apresenta o maravilhoso universo da fictícia Macondo, onde se passa o romance. É lá que acompanhamos diversas gerações dessa família, assim como a ascensão e a queda do vilarejo, com seus milagres, fantasias e dramas que representam famílias do mundo inteiro. Uma obra grandiosa e atemporal, sobre a qual é possível construir diversos paralelos com a nossa própria existência. Dom Quixote (1605) Em Dom Quixote , Miguel de Cervantes traz elementos que iriam dar início à tradição do romance moderno, como o humor, as digressões e reflexões de toda ordem, a oralidade nas falas e a metalinguagem, e que marcariam o fim da Idade Média na literatura. Paródia das famosas novelas de cavalaria, um gênero muito cultuado na Espanha do início do século XVII, a obra conta a história de um fidalgo que perde o juízo e parte pelo país para lutar em nome da justiça. O Cavaleiro da Triste Figura representa a capacidade de transformação do ser humano em busca de seus ideais, por mais obstinada, infrutífera e patética que essa luta possa parecer. Ensaio sobre a cegueira (1995) Ensaio sobre a cegueira , escrito por José Saramago (Portugal, 1922 – Espanha, 2010), é uma verdadeira viagem às trevas da humanidade. Neste clássico moderno da literatura em língua portuguesa, o leitor é dragado para um cenário devastador, onde uma "treva branca" passa a assolar a sociedade, espalhando-se incontrolavelmente. Toda a população deixa de enxergar, exceto por uma mulher, que se passa por cega para acompanhar o marido na quarentena compulsória a que todos foram submetidos. Presos à nova realidade, os cegos se descobrem reduzidos à essência humana. Frankenstein (1818) Frankenstein é o clássico gótico que inaugurou a ficção científica, escrito por Mary Shelley (Reino Unido, 1797 – Reino Unido, 1851) quando tinha apenas 18 anos. Conta a história de Victor Frankenstein, um homem obcecado pela criação, que saqueia cemitérios em busca de materiais para construir um novo ser, buscando conquistar a fama dando vida ao inanimado. Mas, quando sua estranha criatura ganha vida, Frankenstein a rejeita. Então, o monstro lança-se com afinco à destruição de seu criador. Frankenstein começa uma dança perturbadora e violenta com sua criação, levando o leitor a indagar quem é o monstro, de fato. O livro conjuga pela primeira vez uma narrativa de ficção com a ideia de ciência e prenuncia várias perguntas sem respostas fáceis, justificando por que sua criatura emblemática se espraia pelo imaginário popular há mais de dois séculos. O Diário de Anne Frank (1947) O Diário de Anne Frank é o depoimento da pequena Annelies Marie Frank (Alemanha, 1929 – Alemanha, 1945). Suas anotações narram os sentimentos, os medos e as pequenas alegrias de uma menina judia que, como sua família, lutou em vão para sobreviver ao Holocausto – sendo morta pelos nazistas após passar anos escondida no sótão de uma casa em Amsterdã. Isolados do mundo exterior, os Frank enfrentaram a fome, o tédio e a terrível realidade do confinamento, além da ameaça constante de serem descobertos. Alternando momentos de medo e alegria, as anotações se mostram um fascinante relato sobre a coragem e a fraqueza humanas. O relato tocante e impressionante das atrocidades e dos horrores cometidos contra os judeus faz deste livro um precioso documento e uma das obras mais importantes do século XX. O Pequeno Príncipe (1943) O Pequeno Príncipe é um clássico da literatura infantil, escrito por Antoine de Saint-Exupéry (França, 1900 – Mediterrâneo, 1944). Narra as aventuras de um inocente menino que vive em um pequeníssimo planeta, até o momento em que vai parar na Terra. Ali, ele encontra um piloto que tenta consertar o seu avião para poder sair do deserto, onde caiu. O Pequeno Príncipe vai contar como abandonou a sua rosa, que lhe era preciosa, e como passou por outros planetas, conhecendo estranhas pessoas grandes. De uma forma sensível e poética, a narrativa conduz o leitor a muitas reflexões pertinentes sobre a felicidade, a beleza da vida e o que abandonamos ao crescer. Orgulho e preconceito (1813) Orgulho e preconceito se passa na Inglaterra do final do século XVIII, quando as possibilidades de ascensão social eram limitadas para uma mulher sem dote. Elizabeth Bennet, de vinte anos, é uma espécie de Cinderela esclarecida. Uma das cinco filhas de um espirituoso mas imprudente senhor, no entanto, é um novo tipo de heroína; que não precisará de estereótipos femininos para conquistar o nobre Fitzwilliam Darcy e defender suas posições com perfeita lucidez de uma filósofa liberal da província. No livro, Jane Austen (Reino Unido, 1775 – Reino Unido, 1847) constrói alguns dos mais perfeitos diálogos sobre a moral e os valores sociais da pseudoaristocracia inglesa; além de criticar a futilidade das mulheres na voz da heroína - recompensada, ao final, com uma felicidade que não lhe parecia possível na classe em que nasceu. A especialista Renata Lima é coordenadora do Ensino Médio, leitora ávida e entusiasta da cultura, com mais de 20 anos de experiência na educação básica e internacional. Ao longo de sua trajetória, liderou projetos acadêmicos que articulam currículo, competências socioemocionais e experiências de aprendizagem de excelência conectadas à vida real, à cultura popular e ao território. Atuou em instituições de renome, nas quais desenhou e implementou programas inovadores voltados ao protagonismo juvenil, à dupla certificação e à formação integral. Sobre a ISP – International Schools Partnership A International Schools Partnership (ISP) é um grupo internacional presente em 25 países, com 109 escolas privadas e mais de 92.500 estudantes em todo o mundo. A ISP apoia e capacita as instituições de ensino, desenvolvendo novos padrões de excelência em educação, para transformar as escolas em referência em suas comunidades locais e no setor educacional global. O aluno da ISP está no centro da jornada de aprendizagem e é preparado para o futuro, tendo acesso a educadores apaixonados e experientes, e ferramentas para que adquira confiança, conhecimento e habilidades; e aprimore seu aprendizado acadêmico, pessoal, social e emocional em um ambiente seguro, acolhedor e inclusivo. Para mais informações, acesse o site .
- Criadores de conteúdo digital precisam se adaptar às regras de tributação para evitar multas e juros
O avanço acelerado da economia digital transformou hobbies em profissões, redes sociais em plataformas de negócios e criadores de conteúdo em agentes econômicos relevantes. Pessoas que atuam como influenciadores digitais, streamers , youtubers, produtores de cursos on-line e freelancers na internet passaram a movimentar bilhões de reais por ano no Brasil e esse crescimento trouxe um desafio que nem sempre acompanha a mesma velocidade da inovação: a tributação. Durante anos, parte significativa da renda digital circulou em uma zona cinzenta do sistema tributário, porém esse cenário está mudando. Com a maior integração de dados, fiscalização mais ativa e novas interpretações legais, criadores de conteúdo e pequenas empresas digitais estão sendo obrigados a se adaptar às regras que envolvem Imposto de Renda (IR), Imposto Sobre Serviços (ISS), contribuições previdenciárias e obrigações acessórias cada vez mais rigorosas. O advogado tributarista Daniel Guimarães explica que muitos criadores de conteúdo encaravam inicialmente o negócio digital como renda complementar. “Esses profissionais recebiam pagamentos vindos de plataformas estrangeiras, publicidade eventual ou doações de seguidores que raramente eram declarados. Com o passar do tempo, contudo, os valores faturados cresceram, a recorrência aumentou e a atividade passou a ter caráter profissional”, pontua. Daniel Guimarães avalia que esse processo de profissionalização chamou a atenção do Fisco, que na prática deixava de arrecadar receitas provenientes de anúncios pela internet, assinaturas, monetização de vídeos, cursos on-line e vendas de produtos digitais. “O entendimento da Receita Federal é de que independente de qual seja o meio pelo qual o dinheiro é recebido, não se altera a obrigação de declarar e recolher tributos”, salienta. O tributarista alerta que criadores de conteúdo enfrentam o dilema de atuar como pessoa física ou abrir empresa, pois como pessoa física podem ter imposto de renda elevado e, em casos de pagamentos do exterior ou de pessoas físicas, precisam recolher mensalmente o “Carnê-Leão”, sob risco de multas e juros. Daniel Guimarães também orienta que muitos optam por abrir um CNPJ, geralmente como microempreendedor individual (MEI) ou microempresa enquadrada no Simples Nacional, como alternativa para reduzir a carga tributária. “É uma decisão que exige atenção, já que nem todas as atividades digitais se enquadram no MEI e o enquadramento incorreto pode gerar problemas futuros”, alerta. De acordo com o tributarista, um dos principais desafios para criadores de conteúdo é em relação ao Imposto Sobre Serviço (ISS) , já que a maioria de suas atividades é considerada prestação de serviços e está sujeita ao imposto municipal. “A principal dificuldade está em definir corretamente o local de incidência e a classificação da atividade, pois são atividades que podem receber interpretações distintas pelos fiscos municipais”, diz o advogado. O especialista ressalta que a contribuição à Previdência Social é muitas vezes ignorada por criadores de conteúdo. Ele explica que quem atua como pessoa física deve contribuir como contribuinte individual para garantir benefícios previdenciários, enquanto aqueles que abrem empresa precisam seguir as regras de contribuição sobre o pró-labore e, em alguns casos, sobre a folha de pagamento.
- Caio Tibúrcio lança primeiro livro aos 73 anos, com poemas e letras de músicas, em noite regada a música no Clube do Choro, no dia 19 de janeiro
Prolífico poeta, letrista e compositor, Caio Tibúrcio, de 73 anos, reúne sua obra artística em seu primeiro livro, compilado com a ajuda dos filhos, a atriz Caísa Tibúrcio, a compositora Milena Tibúrcio e o compositor e musicoterapeuta Lucas Tibúrcio. A publicação (Re)verso da Memória foi elaborada em meio à luta de Caio contra a doença de Alzheimer e mostra sua verve poética em versos e em composições que foram interpretadas e gravadas por nomes conhecidos da cena musical de Brasília, como Milena Tibúrcio, Wilson Bebel, Sandra Duailibe, Rogério Midlej, Paula Nunes, Cely Curado, Aparício Ribeiro, a dupla Zé Mulato e Cassiano, além das cariocas Juliana Diniz e Ilessi. O livro (Re)verso da Memória será lançado em noite de autógrafos seguido de um show com as músicas de Caio, no dia 19 de janeiro, às 19h, no Clube do Choro de Brasília, com participação dos seus filhos, dos genros, os violonistas 7 cordas Fernando César e Rogério Caetano e do neto bandolinista Bento Tibúrcio. Os netos Rosa e Cora Tibúrcio Caetano, Dante Tibúrcio Mendes e Ana Lua Claure Tibúrcio também vão declamar poemas e cantar músicas do patriarca. O projeto foi idealizado por Caísa Tibúrcio, com a curadoria de Caio e Milena Tibúrcio, que editou o livro com Iara Ferreira. A produção é de Caísa e Lucas Tibúrcio, com revisão da irmã de Caio, Rosana Tibúrcio, e arte gráfica de Felipe Cavalcanti. A realização foi possível graças aos recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal - FAC/DF, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, com apoio do Clube do Choro. O LIVRO (Re)verso da Memória não é só um livro, é um processo, é um acesso, um reencontro de Caio com Mnemosine, com suas musas inspiradoras, é reconexão com o esquecido e com o guardado, através do que é inesquecível: a arte. É rever as poesias de um mecenas, de um migrante, um sonhador viajante, de um questionador e piadista irreparável. “Com o avançar da idade e do processo de Alzheimer, que compromete suas memórias, histórias e versos, decidimos nós três, filhos de Caio, rever as gavetas de sua memória, procurando aproveitar o que vive, recordar sua poieses, guardada a sete chaves nesse pedaço protegido do cérebro e publicar, pela primeira vez, uma antologia de seus escritos. Todo o processo de elaboração e execução do projeto, é para nós, um reencontro com nosso criador-pai, um recordar de um Caio que não conhecemos no tempo cronológico (Cronos), mas sim, no tempo oportuno (Kairós), através de sua poesia, que vive. Suas lembranças passam a ser nossas também”, registra Lucas Tibúrcio. (Re)verso da memória é um livro que permite acessar o museu interno de Caio e recordar a arte das musas, enquanto alimenta a memória familiar, afetiva e cognitiva, como uma memória poética brasiliense e brasileira. SOBRE O AUTOR Caio Tibúrcio nasceu em Patos de Minas, Minas Gerais, em 31 de outubro de 1952. Adotou Brasília como lar aos 21 anos, desde 1973, onde se tornou economista, professor e servidor público. Amante das artes, escreve desde a adolescência e criou os filhos – e, por extensão, os netos – no caminho da música. SERVIÇO Coquetel e show de lançamento do livro (Re)verso da Memória, de Caio Tibúrcio Local: Clube do Choro de Brasília – Setor de Divulgação Cultural, Bloco G, no Eixo Monumental Horário: 19h Ingressos: gratuito Classificação indicativa: livre
- Como a Privacy está transformando criadores comuns em celebridades digitais
A creator economy deixou de ser uma tendência de nicho para se tornar uma das engrenagens mais relevantes da economia digital. Plataformas de conteúdo vêm ganhando protagonismo ao oferecer novas formas de monetização, autonomia e relacionamento direto com o público. Nesse cenário, a Privacy tem se destacado pelos números expressivos e por um modelo de crescimento estruturado. Dados oficiais e auditáveis mostram a dimensão desse avanço. Atualmente, a plataforma reúne mais de 150 mil criadores ativos por mês e 25 milhões de usuários ativos. Somente em 2025, a Privacy passou a receber cerca de 50 mil novos criadores mensalmente, registrando um crescimento superior a 140% em relação ao período anterior. O impacto financeiro também chama atenção. Até agora, 268 criadores se tornaram milionários utilizando a plataforma, e, em média, um novo criador atinge a marca de R$ 1 milhão a cada três ou quatro dias. Outro dado relevante é que 23% do faturamento da Privacy acontece dentro do próprio ecossistema, indicando que os criadores encontram na plataforma não apenas audiência, mas oportunidades reais de monetização. Ecossistema estruturado e visão de longo prazo Especialistas apontam que o diferencial da Privacy não está apenas no crescimento acelerado, mas na forma como esse crescimento é sustentado. A empresa investiu em tecnologia própria, com infraestrutura robusta e escalável, além de uma operação baseada em governança, processos e uso estratégico de dados, uma abordagem ainda pouco comum em um setor historicamente marcado pela informalidade. Esse modelo cria um ambiente mais previsível para os criadores, permitindo planejamento de carreira e desenvolvimento contínuo, sem depender exclusivamente de picos momentâneos de visibilidade. Histórias reais de transformação Na prática, os números se refletem em mudanças concretas na vida de milhares de pessoas. Criadores que começaram de forma discreta passaram a profissionalizar a produção de conteúdo, gerar renda recorrente e conquistar reconhecimento cultural. Relatos frequentes indicam que muitos hoje sustentam famílias, investem na carreira e ampliam seus projetos profissionais a partir da atuação na plataforma. Raízes brasileiras e projeção global Apesar da projeção internacional, a Privacy mantém fortes raízes brasileiras. Essa origem se traduz em proximidade com os criadores locais, adaptação ao comportamento do público e leitura aprofundada do mercado nacional. O resultado é uma plataforma que compete em pé de igualdade com grandes players globais sem perder sua identidade. O que vem pela frente A expectativa para os próximos meses é de continuidade do crescimento. A projeção é que a Privacy dobre de tamanho no próximo ano, ampliando seu impacto na economia criadora e consolidando sua posição de liderança no setor. Mais do que uma plataforma de conteúdo digital, a Privacy constrói uma trajetória baseada em tecnologia, seriedade e transformação real, tanto para os criadores quanto para o ecossistema digital brasileiro.
- Do palco para as mãos: projeto "A Toca do Tatu" distribui 1900 cópias da obra para escolas públicas
Basta dizer em voz alta “A To-ca do Ta-tu” para perceber o ritmo que conduz a obra da dramaturga Leônix. Musicalidade, sabedoria da fauna do Cerrado e uma crítica social afiada, temperada com humor, compõem a fábula que agora amplia seu alcance: 1.900 exemplares do livro acabam de chegar às bibliotecas da rede pública de ensino, dos Centros Culturais, Pontos de Leitura e Programas de Incentivo à Leitura do DF e RIDE, em uma ação que une literatura, teatro e consciência social. A Toca do Tatu cria um universo lúdico onde os animais do Cerrado dialogam com sagacidade sobre temas urgentes: a preservação da natureza, o respeito às diferenças, os perigos da ganância e a importância do convívio em comunidade. Por meio de diálogos ritmados, trocadilhos, quiproquós e situações bem-humoradas, a peça é um teatro infantil que não subestima a criança e convida a pensar e rir ao mesmo tempo. O livro é uma experiência completa, reunindo também as partituras das músicas que embalam o espetáculo teatral, encenado em setembro por estudantes do Ensino Fundamental da Escola Parque 303/304 Norte. A montagem reforçou o caráter pedagógico e artístico do projeto, estimulando a expressão criativa, a leitura dramática, o trabalho coletivo e o contato direto dos alunos com a linguagem teatral. A direção artística foi assinada por Helena Maria, com arranjos do pianista Danilo Cabral e dos músicos Fernando Fernandes e Deyse Bentim. De acordo com Leônix, “A Toca do Tatu” é um trabalho que reafirma o poder da arte como ferramenta de transformação social, formação cidadã e valorização da cultura brasileira desde a infância. “Ver o livro chegando a tantas mãos, depois de ter virado peça por esses estudantes talentosos, é ver a cultura circulando de forma viva e democrática." Realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura, e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, a peça também está disponível na íntegra no YouTube, permitindo que escolas, famílias e o público em geral tenham acesso gratuito à adaptação cênica, ampliando ainda mais o alcance da obra. O livro “A Toca do Tatu” está disponível para download gratuito, nas redes sociais da escritora ( linkme.bio/euleonix ) . Sobre a autora Dramaturga, escritora e professora de teatro, Leônix tem uma trajetória consolidada na literatura infantojuvenil e no teatro adulto. Premiada e amplamente reconhecida, ela já publicou outros títulos de destaque, como De Repente Independente, O Sol da Liberdade, O Dia de São Nunca, Zé do Gato, Bodas de Papelão e outras história s. Leonix também é autora do Almanaque do Teatro, obra que traz uma abordagem teórico-prática, longe do conteudismo, mas levando em consideração o referencial teórico da área e preservando o caráter lúdico próprio à linguagem teatral. SERVIÇO: A Toca do Tatu O que: Doação de 1.900 livros para bibliotecas e escolas públicasBaixe o livro: linkme.bio/euleonix Assista ao espetáculo: https://youtu.be/SfsS4NGnhOs?si=dy63CUGO-hyP-tSC
- A queda de Maduro: liberdade depende de expulsar castas corruptas
Márcio Coimbra* O amanhecer de 2026 marca um ponto de inflexão decisivo para a Venezuela. A queda de Nicolás Maduro e sua transferência sob custódia para Nova Iorque simbolizam o colapso de um sistema que exauriu o Estado, convertendo instituições em engrenagens do crime transnacional. No entanto, o vácuo deixado por décadas de autoritarismo exige prudência absoluta. A transição demanda cautela na estabilização interna e na recuperação de uma indústria petrolífera dilapidada por quase trinta anos de uma gestão que priorizou o saque sistemático e a repressão em parceria com máfias estrangeiras. A realidade atual ratifica as denúncias de Maria Corina Machado: a PDVSA foi, na prática, privatizada por máfias e potências revisionistas. Sob o manto da Lei Antibloqueio, o regime operou a transferência clandestina de ativos para figuras como Alex Saab e conglomerados sem expertise, como o Consórcio Petroluxe e a Tridente Servicios Petroleros.A teia estendeu-se a empresas de fachada ligadas ao Irã, China e Rússia, incluindo a Sinohydro Corporation e as obscuras Anhui Guangda e Beijing Huasheng Rongcheng — cujos objetos sociais originais, como processamento de dados, mascaravam a exploração de hidrocarbonetos. Até a entidade turca Kase Finansal, de natureza financeira, tornou-se operadora petrolífera, evidenciando uma prioridade na engenharia financeira para lavagem de capitais em detrimento da técnica industrial.Sob o domínio de Pequim, Teerã e Moscou, o patrimônio nacional foi desidratado para financiar a repressão interna e máquinas de guerra globais. Essa pilhagem reduziu a produção a níveis inferiores a 30% de sua capacidade histórica — um déficit de 70% causado por corrupção e negligência. Reerguer este setor vital exigirá agora o aporte tecnológico e a transparência que apenas os Estados Unidos e o mercado global legítimo podem oferecer.Esta reconstrução é indissociável de um resgate ético. Não há soberania legítima quando o Estado submete o povo a uma ditadura brutal e invocar o Direito Internacional para proteger um tirano que converteu o país em santuário da tortura situa-se em um absoluto vácuo moral. Aqueles que evocam a "não-ingerência" silenciaram enquanto o terror era institucionalizado nos porões do SEBIN e da DGCIM. A intervenção liderada pelos EUA deve ser vista como um ato de responsabilidade internacional necessário para desmantelar um Estado-narcomafioso que ameaçava a segurança hemisférica.Contudo, remover Maduro é apenas o primeiro passo. O desafio hercúleo reside na rede sistêmica de controle militar. Permanecem no território centenas de generais vinculados ao narcotráfico, como Vladimir Padrino López, Domingo Hernández Lárez e Diosdado Cabello, responsáveis por pilhar o erário. É impossível reconstruir o país removendo apenas a "cabeça" do regime e a sobrevivência da democracia exige uma limpeza institucional cirúrgica nas raízes dessa narcocorrupção. Sem desmantelar essa casta militar, qualquer mudança será apenas cosmética. O êxito desta nova era depende da coragem em erradicar as estruturas que ainda infestam o Estado, devolvendo, finalmente, a verdadeira soberania ao povo venezuelano. *Márcio Coimbra é CEO da Casa Política e Presidente-Executivo do Instituto Monitor da Democracia. Conselheiro e Diretor de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Relações Institucionais e Governamentais (Abrig). Mestre em Ação Política pela Universidad Rey Juan Carlos (2007). Ex-Diretor da Apex-Brasil e do Senado Federal.
- Casa Natura Musical anuncia o Verão 2026 com programação especial
A Casa Natura Musical abre 2026 com uma programação vibrante que celebra o verão em sua essência mais brasileira. A agenda de shows contempla? desde o samba carioca até o movimento manguebeat, que leva um pouco do maracatu pernambucano ao palco da casa. Janeiro também será marcado por apresentações que aquecem os tambores e os corações para o carnaval, reunindo grandes nomes da música brasileira e blocos que são a alma das ruas de São Paulo. A temporada começa no dia 16 de janeiro, com uma das maiores vozes do samba, Teresa Cristina , no show Jessé: As Canções de Zeca Pagodinho , uma homenagem a um dos maiores nomes da música brasileira com um repertório de composições que mistura sucessos e pérolas não tão conhecidas pelo público. No dia 17, é a vez da emblemática Nação Zumbi levar ao palco sua fusão poderosa de maracatu, rock, hip hop e manguebeat, conectando Recife e São Paulo com um repertório que percorre toda a trajetória da banda. No dia 18 de janeiro, o bloco Ilú Obá de Min , coletivo feminino de promoção à cultura afro-brasileira que abre oficialmente o carnaval de rua paulistano, inicia o esquenta carnavalesco na Casa Natura Musical. Dessa vez o bloco retorna à casa com a apresentação Tambores sempre Tambores – Okan Ópera Negra – Beijo na Alma: Girlei Luiza Miranda . Na sequência, a Casa vira palco para os blocos que arrastam multidões pelas ruas com o tradicional Forrozin, de Mariana Aydar, no dia 23, e o Bloco do Johnny Hooker , dia 24. No aniversário da cidade de São Paulo, 25 de janeiro, o icônico bloco Ritaleena se apresenta na Casa, homenageando um dos grandes nomes paulistano, ícone da música brasileira, Rita Lee, em ritmo carnavalesco. No último final de semana do mês, dia 30, o Bloco Pagu fará sua quinta apresentação na Casa, desta vez, celebrando uma década de existência. O bloco, que homenageia no nome a revolucionária, militante, escritora e ícone modernista, é composto por uma bateria 100% feminina que toca clássicos da música popular brasileira e internacional que se tornaram famosos na voz de mulheres como Carmem Miranda, Elis Regina, Marisa Monte, Gal Costa, Maria Bethânia, Dona Ivone Lara, Rita Lee, Aretha Franklin, Beyoncé, entre outras.Em seguida, para encerrar o mês, a Casa recebe pelo sexto ano o tradicional bloco paulistano Confraria do Pasmado, dia 31. Além dos sambas de autoria própria como “Me dá um beijo impresso”, “Plutão” e “O mundo não vai acabar”, o bloco irá passear por diversos estilos de música brasileira, com releituras de compositores consagrados e de novos nomes, trazendo roupagens contemporâneas à festa carnavalesca. Mais informações e ingressos disponíveis em casanaturamusical.com.br Resumo da agenda de janeiro na Casa natura Musical Fotos de todos os artistas em alta para download AQUI . 16/01 – Teresa Cristina em Jessé: as Canções de Zeca Pagodinho 17/01 – Nação Zumbi 18/01 – Ilú Obá de Min 23/01 – Forrozin com Mariana Aydar 24/01 – Bloco do Johnny Hooker 25/01 – Ritaleena 30/01 – Bloco Pagu 31/01 – Confraria do Pasmado Teresa Cristina |'Jessé – As canções de Zeca Pagodinho' 16.01 | sexta-feira No dia 16.01, Teresa Cristina apresenta o show Jessé – As canções de Zeca Pagodinho na Casa Natura Musical! A performance precede um álbum de mesmo título que ainda será lançado pela artista. Seu intuito é revisitar e homenagear a obra de Zeca Pagodinho, nascido Jessé Gomes Filho. Profunda conhecedora da obra do grande bamba, Teresa reverencia a carreira de um dos maiores nomes da música brasileira com um repertório que mistura sucessos e pérolas não tão conhecidas pelo público. “Eu percebi que o Zeca sempre deixou de gravar as composições dele para ajudar os amigos porque ele sabe a diferença que faz para essas pessoas ter uma música interpretada por ele. Zeca está sempre lançando outros compositores, abrindo espaço, e foi então que pensei que alguém precisava mostrar para o mundo as lindas canções que ele já fez. Por isso, o novo show e o álbum se fazem tão importantes”, explicou a cantora (via g1). SERVIÇO Teresa Cristina | Jessé – As canções de Zeca Pagodinho Data: 16.01 – sexta-feira Horário: Abertura da Casa: 19h30 Show: 21h Classificação: 18 anos Ingressos disponíveis pelo Sympla .Valores de R$50 a R$250 Nação Zumbi 17.01 | sábado Nação Zumbi percorre toda sua trajetória em um show na Casa Natura Musical no dia 17.01! Uma das bandas mais revolucionárias da música brasileira, a Nação Zumbi marcou uma geração de jovens com sua sonoridade única e marcante. Criada no início dos anos 1990, na capital pernambucana, o grupo (ainda sob a alcunha de Chico Science & Nação Zumbi), lançou seu primeiro álbum, Da Lama ao Caos, em 1994. Seu som revolucionário, que mescla funk, rock, maracatu, embolada, psicodelia e música africana, inaugurou a cena Mangue, movimento que, ao lado da Bossa Nova e do Tropicalismo, é reconhecido como um dos mais importantes na contribuição da modernização da música brasileira. O trabalho também alcançou projeção internacional e foi um dos responsáveis pela “abertura de portas” para o rock dos anos 90 no Brasil, exercendo uma influência muito forte para o que surgiria depois. O show da Nação Zumbi conta com os maiores sucessos de sua carreira e versões de músicas importantes na história da banda formada por Jorge Du Peixe (vocal), Dengue (baixo), Toca Ogan (percussão), Marcos Matias e Da Lua (tambores), Tom Rocha (bateria) e Neilton Carvalho (guitarra). SERVIÇO Nação Zumbi Data: 17.01 | sábado Horário: Abertura da Casa: 19h30 Show: 21h Classificação: 18 anos Ingressos disponíveis pelo Sympla .Valores de R$50 a R$280 Ilú Obá De Min | Tambores sempre Tambores – Okan Ópera Negra – Beijo na Alma: Girlei Luiza Miranda 18.01 | domingo Em 2026, Ilú Obá De Min retorna à Casa Natura Musical com homenagem a Girlei Luiza Miranda! No dia 18.01, o bloco apresenta Tambores sempre Tambores – Okan Ópera Negra – Beijo na Alma: Girlei Luiza Miranda. O Ilú Obá De Min é uma instituição referência em arte, educação e cultura negra, atuando fortemente na cidade de São Paulo. Fundada há 20 anos, a organização tem como missão central promover o protagonismo das mulheres negras e valorizar a cultura afro-brasileira. Suas ações transcendem o campo cultural, buscando a transformação social por meio de iniciativas artísticas e educativas que impactam diretamente comunidades periféricas. Entre seus projetos mais emblemáticos está o Bloco Afro Ilú Obá De Min, que há duas décadas abre o carnaval de rua de São Paulo com um cortejo de resistência, inclusão e celebração da cultura afro-brasileira. Composto por 400 mulheres, o bloco exalta as tradições africanas e afro-brasileiras através da música, dança e ritmo, com um foco especial na mulher negra como figura central. Os tambores vibrantes e as apresentações emocionantes do cortejo não são apenas expressões artísticas, mas também poderosos atos políticos. O Bloco Afro Ilú Obá De Min atua como uma plataforma de visibilidade para a luta contra o racismo e para a preservação das heranças culturais dos povos africanos. Ao desfilar pelas ruas da cidade, o bloco evoca a ancestralidade, a força e a alegria que marcam a cultura afro-brasileira, conectando multidões a essa rica herança. Além de seu destaque no carnaval, o Ilú Obá De Min mantém atividades ao longo do ano, oferecendo oficinas, espetáculos e projetos educacionais em escolas públicas e comunidades. Essas iniciativas fortalecem seu compromisso com a construção de uma sociedade mais justa e inclusiva, utilizando a arte como ferramenta de conscientização e empoderamento. O Bloco Afro Ilú Obá De Min se diferencia não só pela energia contagiante de sua musicalidade e coreografia, mas também por seu compromisso inabalável com a promoção da igualdade racial e da inclusão. O show é uma experiência única, que une arte, história e consciência social, celebrando a herança africana e destacando a contribuição essencial das mulheres negras para a cultura brasileira. SERVIÇO Ilú Obá De Min | Tambores sempre Tambores – Okan Ópera Negra – Beijo na Alma: Girlei Luiza Miranda Data: 18.01 – domingo Horário: Abertura da Casa: 16h30 Show: 18h Classificação: 18 anos Ingressos disponíveis pelo Sympla .Valores de R$30 a R$180 Mariana Aydar | Bloco Forrozin 23.01 | sexta-feira No dia 23 de janeiro, recebemos o Forrozin, sob o comando de Mariana Aydar, cantora e compositora vencedora do Latin Grammy em 2020 e 2024. A apresentação celebra e homenageia a música nordestina, valorizando sua diversidade e trazendo ao público sucessos de nomes como Dominguinhos, Geraldo Azevedo, Daniela Mercury, BaianaSystem, entre outros. O repertório atravessa diferentes gêneros como forró, xote, maracatu, afoxé, axé e arrocha. Forrozin é a adaptação para palco do bloco Forrozin, que tem seu desfile no carnaval paulistano, desde 2018, e que já contou com a participação de grandes nomes da música brasileira, como: Gilberto Gil, Anastácia, Criolo, Mestrinho, Juliana Linhares. SERVIÇOMariana Aydar | Bloco Forrozin Data: 23.01 (sexta-feira)Horário:Abertura da Casa: 20hShow: 22hClassificação: 18 anos Ingressos disponíveis pelo Sympla .Valores de R$40 a R$250 Bloco do Johnny Hooker 24.01 | sábado No dia 24 de janeiro, recebemos mais uma edição do “Bloco do Johnny Hooker” em nosso palco. A noite conta com convidados especiais que serão anunciados em breve. Celebrando a música nacional, misturando pop, MPB, brega funk, forró e uma boa dose de ousadia, o cantor e compositor Johnny Hooker está de volta a Casa Natura Musical, com um repertório que revive seus grandes hits de sua carreira, como “Alma Sebosa”, “Cuba”, “Amor Marginal” e “Flutua”, além de interpretar sucessos icônicos da música brasileira. Nas edições anteriores, o bloco se firmou como um grande encontro musical, recebendo convidados como Paulo Miklos, CATTO, Grag Queen, Cleo, Mateus Carrilho e Potyguara Bardo. Em 2026, a festa promete ser ainda mais especial, com novos convidados que irão guiar a noite com muita energia! SERVIÇOBloco do Johnny Hooker Data: 24.01 (sábado)Horário:Abertura da Casa: 20hShow: 22hIngressos disponíveis pelo Sympla .Valores de R$40 a R$250 Ritaleena 25.01 | domingo Em 2026, o Ritaleena comemora 11 anos de história, consolidando-se como um dos mais queridos blocos de carnaval de rua de São Paulo. Com uma trajetória dedicada a celebrar a vida, a obra e o legado de Rita Lee, o bloco se prepara para mais uma temporada de alegria, música e ocupação dos espaços públicos da cidade — sempre com a irreverência e liberdade que marcam sua identidade. Alessa, co-fundadora e vocalista do Ritaleena, adianta que o tema de 2026 explora um lado mais ousado da obra de Rita Lee. “Vamos mergulhar no lado mais sensual e subversivo do repertório da Rita. É hora de deixar a caretice de lado e abraçar o prazer de ser quem somos – sem medo e sem culpa”, revela. “Queremos um carnaval que celebre a ousadia de viver, com a malícia e a liberdade que sempre estiveram presentes na sua música.” Como já é tradição, o Ritaleena fará dois desfiles, reforçando seu caráter itinerante e seu compromisso de levar a festa para diferentes regiões. No dia 07.01, o bloco aquece o pré-carnaval em Pinheiros. No dia 15.01, segue para Santo Amaro, onde pela primeira vez levará sua batida contagiante e seu repertório baseado nos clássicos de Rita Lee adaptados para marchinhas, frevos e ritmos brasileiros. SERVIÇORitaleena Data: 25.01 – domingoHorário:Abertura da Casa: 17h30Show: 19hClassificação: 18 anosIngressos disponíveis pelo Sympla .Valores de R$30 a R$200 Bloco Pagu | 10 anos 30.01 | sexta-feira No dia 30.01, o Bloco Pagu celebra 10 anos de história no palco da Casa Natura Musical! O Bloco Pagu nasceu em outubro de 2016, com a missão de exaltar a busca por equidade e respeito à liberdade individual da mulher. Tornou-se um dos mais expressivos blocos de carnaval de São Paulo. Com uma bateria 100% feminina, composta por 130 mulheres regidas pela Mestra Maria Carolina Simões, as intérpretes principais — Barbara Eugênia, Julia Valiengo Soledad e Raquel Tobias — entoam juntas clássicos da música popular brasileira e internacional que se tornaram famosos na voz de ícones musicais: de Carmem Miranda a Elis Regina, passando por Marisa Monte, Gal Costa, Maria Bethânia, Dona Ivone Lara, Rita Lee, Alcione, Beth Carvalho, Baby do Brasil, Margareth Menezes, Elba Ramalho, Aretha Franklin, Beyoncé, entre outras. Em 2026, o bloco comemora seus 10 anos de existência. SERVIÇOBloco Pagu | 10 anos Data: 30.01 | sexta-feiraHorários:20h – Abertura da Casa20h – DJ set21h30 – Bloco (1ª entrada)22h30 – DJ set23h30 – Bloco (2ª entrada)01h – DJ set02h – Encerramento geralClassificação: 18 anosIngressos disponíveis pelo Sympla .Valores de R$30 a R$200 Confraria do Pasmado 31.01 | sábado É com muita alegria que, no dia 31 de janeiro, recebemos a Confraria do Pasmado em nosso palco! O icônico bloco da Vila Madalena chega mais um ano para somar na programação de Carnaval da Casa Natura Musical. Além dos sambas mais conhecidos da Confraria, como “Me dá um beijo impresso”, “Plutão” e “O mundo não vai acabar”, o bloco irá passear por diversos estilos de música brasileira. O Pasmado homenageia clássicos da música popular, com releituras de compositores consagrados, mas também abraça o novo e o inusitado, trazendo roupagens contemporâneas à festa carnavalesca. SERVIÇO Confraria do Pasmado Data: 31.01 (sábado)Horário:Abertura da Casa: 21hDJ: 22hShow: 23hDJ: 00hShow: 00h30DJ: 01h30Classificação: 18 anos Ingressos disponíveis pelo Sympla .Valores de R$70 a R$360 CASA NATURA MUSICAL Rua Artur de Azevedo, 2134, Pinheiros, São Paulo (a 300 metros da estação de metrô Faria Lima da linha 4 - Amarela) www.casanaturamusical.com.br Sobre a Casa Natura Musical A Casa Natura Musical nasceu em 2017 como um equipamento cultural que fomenta experiências, encontros e bem estar por meio da música. Sua programação busca fomentar a renovação de cenas apoiando artistas independentes e preserva a memória da música brasileira junto a artistas consagrados. O espaço é inclusivo, sustentável e tem forte atuação também em seus canais de comunicação. De fácil acesso, localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo, a 300 metros da estação Faria Lima do metrô, e com ingressos a preços acessíveis.
- Calor intenso: erros na lavagem que fazem a roupa continuar com cheiro de suor
Com a intensificação das ondas de calor, a transpiração passa a fazer parte da rotina de milhões de brasileiros. De acordo com o Climatempo, durante o verão 2026 as temperaturas seguem acima da média em grande parte do país, o que aumenta a transpiração e, consequentemente, os problemas relacionados ao mau cheiro nas roupas, mesmo após a lavagem. O que muita gente não percebe é que o odor nem sempre está ligado à falta de higiene, mas sim a erros comuns no processo de lavagem, que acabam deixando o cheiro de suor nos tecidos. A seguir, Angelo Max Donaton, CEO da Lavô, maior rede de lavanderias self-service do Brasil, lista os principais deslizes na hora da lavagem e explica como evitá-los: Deixar acumular: Após o uso, o ideal é não deixar a peça abafada no cesto, pois o acúmulo de suor favorece a proliferação de bactérias responsáveis pelo mau odor e pode causar manchas permanentes, especialmente na região das axilas. Usar água quente: Ao contrário do que muitos acreditam, a água quente pode aumentar o problema. Em tecidos afetados pelo suor, ela pode intensificar os resíduos e o cheiro. A água fria ou morna é mais indicada para remover odores e preservar as fibras. Excesso de produto: O excesso de amaciante cria uma película sobre o tecido que dificulta a limpeza profunda e contribui para a retenção de odores. O ideal é utilizar a quantidade correta e priorizar produtos de qualidade profissional. Ignorar o tipo de tecido: Roupas sintéticas, esportivas e peças de uso diário exigem atenção especial. Esses tecidos absorvem menos água, mas acumulam mais resíduos de suor, o que demanda ciclos de lavagem mais eficientes. Não recorrer à limpeza profissional: Em muitos casos, a lavagem doméstica não é suficiente para eliminar completamente o odor. As lavanderias self-service podem ser uma alternativa eficaz, já que utilizam máquinas industriais, produtos profissionais e ciclos otimizados, capazes de remover bactérias, resíduos de suor e odores com mais eficiência, além de garantir uma secagem adequada, fator essencial para evitar o retorno do cheiro. Sobre a Lavô A Lavô é a maior franquia de lavanderias self-service do Brasil. Inaugurada em 2018, entrou para o franchising em 2020 e já conta com mais de 600 unidades em operação e mais de mil comercializadas. Com a missão de democratizar e simplificar o serviço, a franquia dispensa funcionários e pode ser gerenciada à distância.
- Gratidão: sentimento é considerado ferramenta poderosa pela neurociência
Segundo o dicionário Oxford, gratidão é o reconhecimento de uma pessoa por alguém que lhe prestou um benefício, um auxílio, um favor, é uma forma de agradecimento. Antes celebrada em tradições filosóficas e religiosas, a gratidão tem ganhado maior atenção na neuropsicologia por seu profundo impacto na saúde mental. Desse ponto de vista, a prática é uma ferramenta poderosa, devido à sua capacidade de engajar e transformar várias funções e processos cerebrais. Em 6 de janeiro é celebrado o Dia da Gratidão. A psicóloga Aparecida Tavares, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, explica que esse sentimento gera conexões neurais e dopaminérgicas que produzem a sensação de prazer e bem estar ao indivíduo. “Gratidão não é só uma emoção, ela mexe com o nosso organismo, com o nosso cérebro. Ela vai ativar o córtex pré-frontal, o estriado ventral e a amígdala, quando ela ativa esses circuitos neuronais ela os fortalece e reduz o estresse”, pontua. Muitas pessoas, especialmente nas redes sociais, passaram a usar a expressão gratiluz, uma junção de gratidão e luz. A especialista comenta que isso é uma forma de iluminar e ser iluminado na troca genuína de bons sentimentos, de esperança e fé na humanidade que há em nós. “Conecte-se com essa luz interior e com as luzes que te rodeiam na natureza, no próximo, naquilo que você faz com esmero. Ilumine e se permita ser iluminado!”, orienta. Para praticar a gratidão no dia a dia, Aparecida Tavares destaca que é necessário viver a própria existência com amor e propósito, ser grato por tudo que foi vivido, pelos desafios e pelas honrosas conquistas. “Presentifique atos de gratidão e ao olhar no retrovisor de sua história seja grato, ressignificado e resiliente, pois tudo aqui é aprendizado e tem por objetivo nos tornar cada vez melhores e iluminados”, ressalta. “Devemos entrar em contato com o nosso ambiente interno e externo, valorizar cada momento, dando a si a oportunidade não só de um estado de gratidão, mas de uma vivência grata”, completa.













