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  • Ana Castela grava especial de Natal no SBT ao lado do casting da AgroPlay, família e Zé Felipe

    Ana Castela viveu uma noite emocionante na última terça-feira, nos estúdios do SBT , ao gravar o primeiro especial de Natal de sua carreira. Intitulado “Natal da Boiadeira”, o programa celebrou um dos anos mais marcantes da trajetória da cantora. “ Gravar meu primeiro especial de Natal é um sonho realizado. Sou muito grata por tudo que vivi este ano e por dividir esse momento com tanta gente que faz parte da minha história”, afirmou a cantora. Entre interpretações de seus maiores sucessos e músicas que marcaram o sertanejo, Ana dividiu o palco com sua mãe, Michele Castela , seu namorado Zé Felipe, os artistas da AgroPlay , escritório que gerencia sua carreira, como Léo e Raphael, Duda Bertelli, CountryBeat, Jads & Jadson, Julia & Rafaela, Julya & Maryana, Francisco, e a Turma da Boiadeirinha , em uma noite que uniu música, família, amor, amigos e fãs. “É uma alegria estar ao lado da Ana em um momento tão importante para ela. A gente cresce junto e comemora junto” , afirmou Léo e Raphael. Para o CountryBeat , participar das filmagens reforçou a sintonia com a boiadeira: “A Ana tem uma energia única, e esse especial traduz exatamente isso. Temos certeza que o público vai adorar.” As irmãs gêmeas Júlia e Rafaela destacaram a emoção do encontro: “Sempre é especial cantar com a Ana, mas viver isso num especial de Natal torna tudo ainda mais emocionante, foi lindo ter todos juntos.” Já Julya e Maryana celebraram o convite: “ Foi uma honra participar. O clima era de festa do início ao fim.” A apresentação do programa ficou sob o comando de Silvia Abravanel ao lado de Odorico . “O Brasil pode esperar um especial feito com muito carinho e cheio de surpresas”, comentou o influenciador e melhor amigo da Boiadeira. Nos bastidores, o AgroPlay Squad , representado pelos influenciadores Angelina Begnini, Vetuche, Jotinha e Camila Pacheco, registrou conteúdos exclusivos e acompanhou toda a preparação da artista e dos convidados. O pai e a irmã de Ana, Rodrigo e Antonella Castela , também marcaram presença. Idealizado pelo SBT , com apoio do Grupo Caldi e Direção de Michael Ukstin , o “Natal da Boiadeira” marca um novo capítulo na carreira de Ana Castela. O programa será exibido em dezembro no SBT. A emissora divulgará, em breve, mais detalhes sobre data, horário de exibição e novas imagens da produção.

  • Vinhos S.A. celebra premiações e reconhecimento da parceira Monte Reale

    A Vinhos S.A. está em clima de comemoração. Parceira da empresa desde 2019, a Vinícola Monte Reale acaba de conquistar novas premiações em uma das avaliações mais importantes do setor vitivinícola brasileiro, a Avaliação Nacional de Vinhos, com um total de sete vinhos premiados – sendo seis entre os 30% mais pontuados da safra – e o Tannat barricado escolhido como o rótulo mais representativo da 33ª edição do evento. Entre os destaques, estão o Tannat Barricas 20, eleito Vinho Tinto Seco | Grupo A, e o Cabernet Franc | Petit Syrah Engarrafado 2025,015, como Vinho Rosé representativo da safra.   Localizada em Flores da Cunha (RS), na entrada da Serra Gaúcha, a Monte Reale nasceu em 1973 e se consolidou pela combinação entre tradição italiana, cuidado artesanal e um terroir privilegiado, próximo ao paralelo 30, reconhecido pela produção de uvas de alta qualidade. Hoje, a vinícola reúne um amplo portfólio de vinhos finos, espumantes e sucos.   Desde o início da operação da Vinhos S.A., em 2019, a Monte Reale está ao lado da empresa e se consolidou como um dos principais parceiros – sendo a principal vinícola nacional do portfólio. Toda a linha da Monte Reale está disponível no site da Vinhos S.A., com mais de 40 produtos, em diferentes categorias, o que permite aos consumidores de todo o país acessar facilmente os rótulos premiados e as experiências que nascem na Serra Gaúcha e chegam à taça com a curadoria da Vinhos S.A.   “Para nós é motivo de muito orgulho sermos parceiros da Monte Reale. Estamos acompanhando a evolução deles nesses últimos anos e os resultados já estão aparecendo. Essas premiações no principal concurso do setor corroboram com isso. Giovani Giotto (foto), jovem e promissor enólogo, tem conduzido com maestria essa nova fase da vinícola, elaborando vinhos que expressam a máxima qualidade do terroir brasileiro”, destaca Evandro Alves, sócio fundador da Vinhos S.A..   Serviço: Vinhos S.A. Site: https://vinhos-sa.com.br/

  • Boogie Woogie de Luiz Aquila apresenta pinturas, gravuras e serigrafias inéditas e trabalhos seminais na Referência Galeria de Arte

    Em 1995, a Referência Galeria de Arte abriu suas portas num gesto ousado, iniciando na capital da República um trabalho complexo e dependente de inúmeras circunstâncias para prosperar. Apesar das dificuldades e incertezas daquele primeiro ano, a galeria chegou a 1996, quando passou a receber diversas propostas de trabalho e de exposições, mesmo em meio ao clima de inexperiência e aprendizado que ainda a acompanhava. Entre essas propostas, destacou-se o projeto Um Olhar Sobre o Outro , com obras de Luiz Aquila e Mônica Barki, duas individuais com curadoria de Lauro Cavalcanti — três nomes já consolidados no cenário artístico, especialmente no Rio de Janeiro —, marco que contribuiu para a consolidação da Referência no mercado de arte nacional. A partir desse momento, Luiz Aquila passou a integrar o grupo de artistas da galeria, participando de coletivas, feiras de arte em São Paulo e no Rio de Janeiro, além de reencontros em exposições suas realizadas em outras cidades. “Era natural o desejo de que Luiz Aquila estivesse presente nessa celebração, como sempre esteve nos muitos momentos da trajetória da galeria”, afirma a galerista Onice Moraes.   Em novembro, em comemoração aos 30 anos da Referência Galeria de Arte, Luiz Aquila retorna a Brasília para a sua primeira individual na cidade em 16 anos. O pintor carioca ocupará as duas salas de exposição da Referência com a mostra inédita “Boogie Woogie”, uma série de pinturas, gravuras e serigrafias inéditas. Com curadoria de Renata Azambuja, a exposição abre no dia 25 de novembro, das 18h às 20h. Em exibição até 17 de janeiro de 2026, a mostra pode ser vista de segunda a sexta, das 10h às 19h, e sábado das 10h às 15h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte fica na CLN 202 Bloco B Loja 11 Subsolo, Asa Norte, Brasília - DF. Telefone: +55 (61) 3963-3501; WhatsApp: +55 (61) 981-623-111. No Instagram, @referenciagaleria.   Luiz Aquila criou uma linguagem cromática própria, desenvolvida a partir dos anos 1960. A curadora Renata Azambuja afirma que o artista caminha há seis décadas em paralelo à produção contemporânea. “Sua pintura pode dar a impressão de estar na contramão do que trata a arte contemporânea de hoje, que busca uma narrativa, uma crítica ou uma ironia. Mas é justamente o contrário”, afirma a curadora. A obra de Aquila nos faz pensar sobre o tempo, o espaço, o caos, a liberdade, o corpo, a presença e a ausência do sensório. Aquila se mantém nessa espécie de insistência do pintar dessa maneira. Muito vibrátil, alegre, ousada e, de certa maneira, despudorada.   “As obras de Aquila aproximam-se mais do espírito agitado e improvisado do gênero, embora também recorram à repetição, na medida em que cada peça se comunica com as demais pelas vibrações das cores e linhas que, no espaço, se organizam como conjunto.” Renata Azambuja, curadora   A colaboração entre artista e curadora nasce de uma afinidade conceitual e afetiva, sustentada pela convicção de Aquila de que a cor desencadeia respostas sensíveis imediatas. É a partir desse entendimento e do “modo-desenho” — procedimento que o artista reconhece como pensamento em ato — que se estrutura a seleção das obras apresentadas. O reencontro entre artista e curadora por ocasião da realização da mostra “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira” (CAIXA Cultural Brasília, 2025), ativou memórias da permanência de Aquila em Brasília e da convivência com nomes fundamentais da Universidade de Brasília. Nesse processo, veio à tona o núcleo poético de sua trajetória: uma linguagem cromática própria, desenvolvida desde os anos 1960, que sustenta seis décadas de produção em paralelo às tendências contemporâneas. Sua pintura, vibrátil, ousada e alegre, convida a refletir sobre tempo, espaço, caos, liberdade, corpo e presença sensorial, insistindo numa maneira de pintar que resiste a narrativas e modismos, afirmando-se por sua autonomia e força interna.   Uma pintura de 1978 foi escolhida como ponto de partida para o percurso expositivo, evocando as viagens do artista pelo interior de Goiás e a paleta “diluída a cal” observada nas arquiteturas e nas paisagens humanas da região. A partir dela, desdobra-se uma compreensão ampliada de sua prática, na qual a pintura se apresenta como campo de tensão e ressonância, articulando formas, linhas e massas de cor que operam sem subordinação a regras prévias. Para Áquila, o trabalho se constitui como processo contínuo, que retorna a si mesmo em diferentes momentos, como se vê em A pintura e o pintor no espaço (2000–2025) e nas séries A pintura bem na fita e A pintura antes da fita (2025). Segundo o artista, cada retomada transforma a pintura, revelando novas conexões e emergências do inconsciente. Assim, mesmo diante da sucessão de fases e movimentos da arte brasileira, Aquila mantém o compromisso de evolucionar dentro de seu próprio percurso, nutrindo uma poética marcada pelo desejo profundo de liberdade, perceptível nas sinuosidades, nas geometrias intuitivas e nas massas cromáticas que caracterizam sua obra.   Essa lógica de transformação constante encontra novo fôlego na série Boogie-Woogie , criada especialmente para a mostra, em que o artista dialoga com o espírito improvisado do blues. São pequenas pinturas sobre papel que se comunicam pela vibração cromática e pela estrutura rítmica, formando um conjunto instalativo sem perder a autonomia de cada peça. A expansão da pintura para materiais e suportes alternativos — como o Macião (2015), sobre tecido, e os Bacalhaus (2003), sobre bambu e papel — reafirma sua relação direta com o mundo, incorporando o acaso e o imprevisto como elementos estruturadores. Assim, Aquila confirma sua condição de artista em permanente processo, um verdadeiro work in progress , cuja obra se renova continuamente e afirma sua singularidade dentro do panorama da arte contemporânea.   Luiz Aquila no IdA da UnB No dia 24 de novembro, às 16h, Luiz Aquila retorna ao Instituto de Arte da Universidade de Brasília (IdA-UnB) para uma conversa no Auditório do IdA. Com entrada gratuita e livre para todos os públicos, o encontro com a comunidade acadêmica e o público interessado em conhecer sobre o pensamento do artista em pintura será precedido da apresentação do documentário “Tela sobre tinta – Luiz Áquila”, de Malu de Martino (2021). O evento é coordenado por Cinara Barbosa, professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília.   Sobre o artista Luiz Aquila é um dos mais ativos artistas brasileiros. Foi professor em Évora, Portugal; Universidade de Brasília; Centro de Criatividade da Unesco-DF e EAV Parque Lage-RJ, da qual foi diretor. Participou de mais de cem de exposições individuais e coletivas, como Bienal de Veneza; 17ª e 18ª Bienais SP e Brasil Século XX, 1994; retrospectivas no MAM-RJ, 1992; MASP-SP, 1993; Paço Imperial 2012 além de mostras individuais em importantes museus e galerias de 1963 a 2019.   Luiz Aquila foi professor e diretor da Escola de Artes Visuais do Parque Lage, onde exerceu grande influência sobre a Nova Pintura Brasileira, Geração 80. Nasceu em 27 de fevereiro de 1943, no Rio de Janeiro, e iniciou-se nas artes através de seu pai, o artista plástico e arquiteto Alcides da Rocha Miranda. Foi aluno de Aluísio Carvão, pintura, no MAM-RJ e de xilogravura de Oswaldo Goeldi na Escola Nacional de Belas Artes. Frequentou cursos livres na Universidade de Brasília (UnB), foi bolsista do Governo Francês em Paris, do British Council em Londres, e da Fundação Gubekian em Lisboa e Évora. Ao longo da carreira, participou de mais de 200 exposições (individuais e coletivas) no Brasil e no exterior, e foi chamado pelo crítico Frederico Morais de “herói de sua própria pintura”. Participou da 17ª, 18ª e 20ª Bienal Internacional de São Paulo em 1983, 1985 e 1989, respectivamente, e da Bienal de Veneza. Em 1988, transferiu-se para Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Em 1992, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ) e, em 1993, o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP) realizaram mostras retrospectivas de seu trabalho. Em 2003, exposição individual no Museu de Arte Contemporânea (MAC-Niterói). Em 2013, o artista comemorou cinco décadas de trajetória com uma grande retrospectiva no Paço Imperial. E em 2019 realizou no Museu Nacional de Belas Artes (MNBA) a individual “Luiz Aquila III Milênio – criação em aberto.”   Sobre a curadora Renata Azambuja  é historiadora da arte, curadora e arte-educadora. Licenciada em Artes Plásticas pela UnB, Mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College/City University of New York e doutora em Teoria e História da Arte pela UnB, realizando uma pesquisa em torno dos modos de produção de conhecimento da curadoria, tendo a residência como foco. Recentemente criou os sites https://www.escritosdecuradoria.com/ e https://www.xn--artessrio-51a.com.br/ onde publica artigos, textos curatoriais e outros escritos de arte de sua autoria e de pesquisadores e curadores convidados.   Referência 30 anos   No dia  25 de novembro de 1995 ,  Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira  inauguraram a Referência Galeria de Arte. Em sua primeira mostra, a galeria abriu ao público com uma exposição icônica que trouxe para Brasília uma exposição inédita de Amilcar de Castro. A essa, seguiram-se várias exposições importantes como individuais de Athos Bulcão, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, e de jovens artistas que hoje são destaque na cena das artes. Em 2004, junta-se à sociedade Paulo Moraes de Oliveira, filho do casal, que passa a administrar e tomar parte nas decisões estratégicas da empresa.  Com 30 anos de atuação no mercado de arte, a Referência traz para o ambiente da galeria e para espaços institucionais artistas com trajetórias consolidadas, em meio de carreira e iniciantes, em especial de Brasília e do Centro-Oeste.   A galerista Onice Moraes ressalta a importância de apresentar e dar visibilidade aos artistas visuais e curadores da região central do Brasil e de outras regiões fora dos eixos hegemônicos do sistema da arte brasileiro como forma de oferecer ao artista a oportunidade de ter seus trabalhos adquiridos pelo público e pelas instituições.   “As coleções de arte, sejam de colecionadores iniciados ou de iniciantes, precisam incluir os artistas de sua região e de seu tempo. Arte é investimento, é decoração e, acima de tudo, é um registro da história e da reflexão sobre um momento específico dessa construção histórica”, diz Onice Moraes. “Um dos papéis do galerista é orientar a mirada dos colecionadores para esses artistas que produzem em sua vizinhança. Todos podem se beneficiar com a inclusão de artistas da região nas coleções privadas: as coleções ganham importância, ficam mais representativas e diversas”, afirma a galerista.   Serviço: “Boogie Woogie” Pinturas, gravuras e serigrafias De |  Luiz Aquila Curadoria |  Renata Azambuja Sala Principal e Sala Acervo Abertura |  25/11/2025, das 18h às 20h Visitação |  Até 17/01/2026                     De segunda a sexta, das 10h às 19h                     Sábado, das 10h às 15h Entradas |  Gratuita Classificação indicativa |  Livre para todos os públicos Onde |  Referência Galeria de Arte Endereço |  CLN 202 Bloco B Loja 11 Subsolo                      Asa Norte – Brasília – DF Telefone |  +55 (61) 3963-3501 WhatsApp  |   +55 (61) 981623-111 E-mail   |  referenciagaleria@gmail.com Facebook |  @referenciagaleria Instagram |  @referenciagaleria Site  |  www.referenciagaleria.com.br

  • O Hipismo como protagonista do Novo Luxo em Brasília

    Há momentos  em que o movimento se transforma em poesia: o salto preciso, o compasso silencioso, a coreografia entre cavaleiro e cavalo que transcende a técnica e se torna arte. O hipismo sempre ocupou esse território — onde tradição, natureza e elegância se encontram. É nesse cenário que a Fazenda da Matta se afirma. O empreendimento nasce de uma visão que combina arquitetura autoral, bem-estar e uma relação profunda com o universo equestre. No coração desse manifesto está o haras assinado pelo cavaleiro olímpico Doda Miranda , símbolo maior de excelência, respeito ao animal e performance refinada. Ao integrar o XI CSN Indoor BSB 2025 , que acontece de 28 a 30 de novembro, na Sociedade Hípica de Brasília, a marca reforça sua essência: viver bem é viver em harmonia com a terra, com o tempo e com a beleza do esporte. A presença da Fazenda da Matta no evento nasce da sinergia entre duas narrativas que se complementam. O hipismo é disciplina, sensibilidade e conexão — valores que orientam cada decisão do projeto.  Essa união leva para o evento o que há de mais autêntico no empreendimento: “Participar do XI CSN Indoor BSB 2025 reforça nosso compromisso com o estilo de vida integrado à natureza, ao esporte equestre e à preservação ambiental — pilares que também fazem parte da essência do hipismo.” O haras, concebido com o olhar técnico e artístico de Doda, traduz essa filosofia. Não é apenas um equipamento; é um convite à convivência profunda com o cavalo, estruturado com inteligência, segurança e elegância. A estética equestre sempre foi marcada por materiais nobres, simplicidade refinada e uma relação visceral com a natureza — exatamente a assinatura que atravessa o Fazenda da Matta . Madeira, texturas naturais, sombras orgânicas e paisagismo integrado criam um ambiente em que cada detalhe conta uma história de respeito ao Cerrado e ao cavalo. O haras do Condomínio, assinado por Doda Miranda, se torna o centro desse gesto. Pensado como espaço de convivência, treinamento e contemplação, ele expressa a rara combinação entre técnica olímpica e delicadeza artesanal. Aqui, a imperfeição da madeira, o aroma da terra e a luz filtrada pelas árvores compõem a verdadeira estética do novo luxo. O XI CSN Indoor BSB 2025 — com provas icônicas como 4 Barras e Carro & Cavalo — reúne atletas, criadores e famílias que cultivam no hipismo seus rituais de tradição e pertencimento. É mais que uma competição: é uma celebração do gesto humano que se conecta ao cavalo e ao instante compartilhado. É também a experiência que o Fazenda da Matta entrega no cotidiano. Um lugar onde o esporte equestre não é acessório, mas identidade.  A escolinha de equitação foi concebida para introduzir crianças ao universo equestre com leveza, segurança e propósito. Mais do que aulas, o programa vai oferecer uma imersão sensorial no vínculo entre criança e cavalo, estimulando coordenação motora, responsabilidade afetiva e contato direto com a natureza.  Cada detalhe  reflete a visão: formar não apenas pequenos cavaleiros, mas novos guardiões do respeito, da confiança e da elegância que definem o verdadeiro espírito do hipismo e esportivo O empreendimento traduz o desejo crescente por espaços que integram natureza, bem-estar e esportes de tradição — um movimento global que redefine o luxo como expressão de equilíbrio. Ao participar do XI CSN Indoor BSB 2025 , a Fazenda da Matta reafirma seu propósito: construir um legado que une design, natureza e a cultura equestre em sua forma mais elevada. Informações sobre o projeto podem ser obtidas diretamente com a equipe do empreendimento ou por meio de visitas exclusivas previamente agendadas. Sobre o Fazenda da Matta O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba Arquitetos, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio.Contará com um museu a céu aberto, integrado às trilhas e jardins do condomínio com obras exclusivas assinadas por nomes da arte contemporânea. O empreendimento carrega comprometimento ambiental, possui todas as licenças ambientais, municipais e estaduais, possuirá itens internos que garantirão selo verde de compromisso com o meio ambiente.

  • Mais de 300 mulheres negras lançam Manifesto por Justiça Reprodutiva às vésperas da Marcha das Mulheres Negras

    A Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver , marcada para 25 de novembro em Brasília, ocorre em um momento decisivo para o país. Logo após o Dia da Consciência Negra, as ruas voltam a se encher para denunciar como o racismo institucional, a violência de Estado e a desinformação seguem estruturando a violação dos corpos e territórios das mulheres negras. Em 2025, essa mobilização acontece sob a sombra de debates moralistas que avançam no Congresso Nacional, como o Projeto de Decreto Legislativo 03/2025, o PDL da Pedofilia , que busca fragilizar ainda mais o acesso ao aborto legal para crianças e adolescentes, uma ameaça amplamente denunciada por organizações de mulheres negras, especialistas e juristas.   É nesse cenário que o Comitê Impulsor Nacional Feminista e Antirracista por Justiça Reprodutiva lança o Manifesto por Justiça Reprodutiva , documento construído coletivamente por mais de 300 mulheres negras, com 250 contribuições recebidas em consulta pública. O texto consolida uma agenda política nacional que articula saúde reprodutiva, autonomia corporal, bem viver, memória e reparação, e propõe recolocar a justiça reprodutiva no centro do debate público ao afirmar que ela depende de condições concretas de existência, como dignidade, saúde, renda, moradia, cuidado e proteção.   Lançado em outubro de 2025, o Comitê foi impulsionado por Criola, Nem Presa Nem Morta, CEPIA, Iniciativa Justiça Reprodutiva, Instituto Odara, Movimento Mulheres Negras Decidem, Casa de Mulheres da Maré e Observatório Feminista do Nordeste, que buscaram adesão de um grupo grande de organizações e ativistas de todo o país. É um espaço autônomo criado para garantir que as pautas de justiça reprodutiva das mulheres negras orientem politicamente a construção da Marcha. O grupo atua no mapeamento, qualificação e visibilização dessas agendas, com foco na ampliação dos direitos sexuais e reprodutivos e na formulação de uma agenda positiva que reconheça a justiça reprodutiva como pilar central no enfrentamento ao racismo e ao patriarcado.   O Manifesto aprofunda temas que estruturam as desigualdades reprodutivas no país. Entre eles estão o racismo institucional na saúde; a violência obstétrica e o racismo obstétrico; a saúde mental, sexual e reprodutiva; a dignidade menstrual e a falta de infraestrutura sanitária; as políticas de cuidado e maternidade; e a saúde ao longo da vida, da infância à menopausa. O documento também aborda memória, reparação e não repetição, propondo fundos de reparação, criação de memoriais e centros de referência e inclusão da história das violações nos currículos de saúde, além da participação decisória de mulheres negras cis e trans no SUS.   Casos emblemáticos como os de Alyne Pimentel e Paloma Alves de Moura são lembrados no documento como exemplos da persistência da violência reprodutiva e da necessidade de respostas estruturais. O Manifesto apresenta ainda um conjunto de proposições que inclui metas antirracistas no SUS, protocolos de responsabilização, educação sexual antirracista e laica, acesso universal a métodos contraceptivos e ao aborto legal e seguro, reconhecimento do cuidado como trabalho, fortalecimento do Sistema Nacional de Cuidados e ampliação de creches e licenças parentais.   Sessão Solene na Câmara dos Deputados Ainda no dia 25/11, o Comitê participa da Sessão Solene em homenagem à Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver, que acontecerá às 11h na Câmara dos Deputados. O encontro contará com representações de organizações de mulheres negras e a presença da Ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, da Ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, e das deputadas federais Erika Hilton, Benedita da Silva e Carol Tomazini.   Sobre a Marcha das Mulheres Negras A Marcha das Mulheres Negras por Reparação e Bem Viver é construída por mulheres negras de todo o Brasil de diferentes gerações, territórios e contextos sociais, além de mulheres afrodescendentes de mais de 40 países. Autônoma, coletiva e transnacional, a Marcha resgata a força histórica da mobilização de 2015 e atualiza sua agenda a partir dos desafios contemporâneos. Em 25 de novembro de 2025, mulheres negras de todo o mundo ocupam Brasília para reafirmar a luta por reparação histórica, democracia e Bem Viver.   A Marcha tem o trajeto de saída do Museu Nacional, passagem pela Alameda das Bandeiras e retorno ao Museu Nacional, onde terá um palco. A partir das 15h estão previstas falas políticas de lideranças, artistas e representantes do movimento de mulheres negras e atrações artísticas. Entre os artistas confirmados temos Larissa Luz, responsável pelo jingle da Marcha de 2025, Ebony e Danrlei Orrico (oKanalha).

  • Persecuter expande seus horizontes sonoros no novo álbum ‘Dissonante Harmonia’

    O Persecuter acaba de lançar seu segundo disco,  “Dissonante Harmonia” , marcando um novo começo na trajetória da banda. O álbum expande os horizontes do grupo ao unir elementos de Death Metal, Black Metal, Heavy Metal e até influências fora do escopo tradicional do Metal Extremo. Com 12 faixas que transitam entre riffs rápidos, baterias frenéticas e passagens mais cadenciadas com vocais melódicos, o Persecuter reafirma seus novos princípios sonoros e consolida seu nome na cena nacional. Entre os destaques do disco estão “Bomba Boa, Bomba Má”, primeiro videoclipe da banda, e “Segundo Lugar”, faixa que deu origem ao conceito de todo o trabalho. A temática do álbum gira em torno dos conflitos mundiais atuais, com um forte tom anti-imperialista. “Dissonante Harmonia” também explora diferentes vertentes do metal: o Heavy Metal clássico em  “Entidade do Horror”  — uma homenagem a Zé do Caixão —, o Death e Black Metal na faixa-título  “Dissonante Harmonia” , o Hardcore Punk em  “Possessão Agressão”  e até momentos introspectivos e melódicos em  “A Crença” . A produção foi assinada pela própria banda e gravada em seu home studio, com uma estética propositalmente rústica e suja, remetendo à cultura Heavy Metal dos anos 80. O resultado é um som autêntico, que faz jus ao peso, à velocidade e à atitude do Metal Extremo Brasileiro. Formada em 2010 por Pitter Carvalho, o Persecuter iniciou sua trajetória com influências de Thrash Metal, lançando o primeiro show em 2011 e o EP  “Perfect Life”  em 2013. O primeiro álbum,  “The Hatred Domains”  (2017), consolidou o som agressivo e as letras em inglês. A virada veio em 2018, com o single  “O Espelho do Próximo” , quando a banda passou a compor em português e a se firmar como representante do Metal Extremo Brasileiro, com mensagens voltadas à sociedade e à realidade do povo brasileiro. O line-up atual é formado por Pitter Carvalho (voz e guitarra), Marcel Ferreira (baixo) e Elvis Moura (bateria). A banda segue na ativa, com shows agendados para 2026 e em busca de selos para o lançamento físico do novo álbum. “Dissonante Harmonia”:  https://www.youtube.com/watch?v=Xw-1oGoACe8

  • Universal Pictures lança novo trailer de “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois”, com Hugh Jackman e Kate Hudson

    A Universal Pictures  lança hoje novo trailer de “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” ( Song Sung Blue )  - novo filme dirigido por Craig Brewer, de “Meu Nome é Dolemite” e “Um Príncipe em Nova York 2”. Estrelado por Hugh Jackman, de “Os Miseráveis” e “O Rei do Show” ,  e Kate Hudson, de “Quase Famosos” e “Music”, o filme é inspirado em uma história real sobre sonhos, família, resiliência e amor à música.  “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” tem data de estreia marcada para 29 de janeiro de 2026  nos cinemas brasileiros, e apresenta Hugh Jackman e Kate Hudson nos papeis de dois músicos sem sorte na vida que formam uma animada banda-tributo a Neil Diamond provando que nunca é tarde para encontrar o amor e correr atrás de seus sonhos. O longa é baseado em uma história real.   Além da dupla protagonista, o elenco reúne Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir e Hudson Hilbert Hensley. O roteiro é de Craig Brewer, que também assina a produção ao lado de John Davis e John Fox.  O filme tem distribuição da Universal Pictures  e estará disponível nos cinemas a partir de 29 de janeiro de 2026  também em versões acessíveis.

  • Uso inadequado da imagem do jogador profissional pode ser considerado violação do direito da personalidade, alerta advogada desportiva

    O Contrato Especial de Trabalho Desportivo do jogador de futebol possui cláusulas e regras específicas relacionadas ao Direito de Imagem. Desse modo o valor pago deve corresponder ao limite de 40% e não pode ser considerada parte do salário mensal.  Constantemente empresas de diversos setores utilizam a imagem dos atletas com alguma finalidade comercial. Por essa razão, em alguns casos o uso inadequado pode ser considerado violação ao direito da personalidade do atleta ou até mesmo fraude. De acordo com o artigo 164 da Lei Geral do Esporte: “O direito ao uso da imagem do atleta profissional ou não profissional pode ser por ele cedido ou explorado por terceiros, inclusive por pessoa jurídica da qual seja sócio, mediante ajuste contratual de natureza civil e com fixação de direitos, deveres e condições inconfundíveis com o contrato especial de trabalho esportivo”.  Em alguns casos o não pagamento do acordo gera uma série de consequências para o clube, como por exemplo rescisão indireta do contrato de trabalho, pagamento da cláusula compensatória, multas e responsabilização. Segundo a advogada capixaba Edinalva Gomes, especialista em direito no futebol e sócia - fundadora do escritório Gomes e Bento Advogados: “O clube deve, preferencialmente, formalizar com os atletas ou seus representantes (advogados, sindicato, comissão) um aditamento ou acordo de parcelamento, definindo prazos, valores, garantias, e consequências em caso de novo atraso. Essa negociação evita litígios imediatos e permite maior previsibilidade para o elenco e para o clube. Em linha com os deveres de boa-fé e de gestão esportiva (sob a égide da Lei Pelé e da Lei Geral do Esporte), o clube deve comunicar aos atletas, de forma clara e tempestiva, as razões do atraso, o cronograma de pagamento, e eventuais garantias para cumprimento”.  Um exemplo recente foi o processo judicial aberto pelo meio - campo Matías Rojas contra o Corinthians, cobrando o valor de 41 milhões referente ao Direito de Imagem pelo tempo em que atuou no clube paulista. “O atleta ou sua empresa contratada pode requerer judicialmente o pagamento da verba devida, com fundamento contratual (ação cível) ou, dependendo da natureza do contrato, ação trabalhista, se houver desvirtuamento. Conforme a jurisprudência, se o contrato de cessão da imagem estiver sendo usado meramente como “disfarce” para salário, haverá integração da verba à remuneração e submissão à legislação trabalhista (Consolidação das Leis do Trabalho - CLT) e encargos sociais e fiscais correspondentes”. A especialista completa destacando que: “Em casos de inadimplência, o clube poderá incorrer em obrigações de pagamento com correção monetária, juros, honorários advocatícios, e eventualmente sanções previstas no estatuto do clube, regulamentos internos ou convenções coletivas de trabalho do futebol”.  Por fim, Edinalva explica que: “Dada a legislação vigente e os entendimentos jurisprudenciais, cabe ao clube monitorar que o valor pago a título de direito de imagem esteja dentro dos limites legais (40% ou, conforme novos entendimentos, até 50%), que o contrato seja distinto do contrato de trabalho e que haja efetiva exploração da imagem. Para os atletas, é importante observar se os contratos contêm as cláusulas adequadas, se o clube comunica formalmente os atrasos, e se há previsão de garantia ou penalidade em caso de descumprimento”.

  • Laila Mackenzie Exibe Obras na INC Art Fair em Bodensee, Áustria, Encerrando 2025 em Grande Estilo

    A artista visual e arquiteta brasiliense Laila Mackenzie encerra o ano de 2025 com uma grande conquista: a participação na INC Art Fair, em Bodensee, Áustria, onde expõe três de suas obras de destaque. O evento, considerado o maior do gênero na região do Lago de Constança, aconteceu entre os dias 21 e 23 de novembro e reúniu mais de 100 artistas e galerias, com foco em pintura, escultura, fotografia e arte digital. Representada pela tradicional Galeria Gaudí, de Madrid, Laila exibe três peças de sua aclamada série Avis Rara . As obras, que dialogam com a fauna brasileira e a espiritualidade ancestral são um reflexo da pesquisa estética contemporânea da artista, que combina referências culturais, arquitetônicas e naturais em suas composições. “Fiquei muito feliz, depois de um ano de muito trabalho, poder levar essas três telas da coleção Avis Rara, para Bodensee, e mostrar um pouco do Brasil, de Brasília e da nossa natureza e nossa arte” , afirma Laila. Avis Rara 1 – Maga Roja Esta pintura retrata uma figura feminina — inspirada na própria artista — vestindo uma fantasia de íbis-vermelho, ave rara e nativa do Brasil. A imagem evoca um manto cerimonial, remetendo aos antigos xamãs da tribo Tupinambá, e une força ancestral à identidade feminina, em uma composição vibrante e cheia de significado. Avis Rara 2 – Madre Maga A obra apresenta um ambiente arquitetônico, inspirado pela obra de Burle Marx, no qual figuras de aves, como o maguary (espécie de cegonha brasileira) e novamente o íbis-vermelho, surgem em meio a elementos do espaço construído. A pintura estabelece uma relação profunda entre natureza, cultura e espiritualidade. Avis Rara 3 – Ibis Brasiliense A última peça da série apresenta uma pintura figurativa, onde duas aves — o íbis-vermelho e a curicaca — são retratadas em planos distintos. Ambas as espécies habitam diferentes ecossistemas do Brasil. O íbis, uma ave sagrada e mística cultuada por povos ancestrais, é também um habitante dos manguezais e lagos, onde encontra alimento graças ao seu bico longo e curvo. Na tela, as aves são representadas em um cenário único, com a curicaca pousada sobre um módulo do muro escultórico de Athos Bulcão, criando uma fusão entre arte, natureza e arquitetura. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB) e com mestrado pela UPM/SP, Laila Mackenzie tem se dedicado, desde 2016, a um intenso processo de reconexão com suas raízes artísticas. Sua pesquisa estética contemporânea abrange diversas técnicas, como pintura a óleo, acrílica e escultura em argila esmaltada de alta temperatura, refletindo seu olhar único sobre o mundo.

  • Mania de Churrasco traz carnes nobres e sabor autêntico ao Taguatinga Shopping

    O aroma do churrasco no fogo forte ganhou um novo endereço em Taguatinga. Em comemoração aos seus 25 anos, o TGS acaba de inaugurar o Mania de Churrasco, restaurante consagrado por seus cortes nobres, preparados na hora, temperados apenas com sal grosso  e preparados em fogo forte — uma verdadeira experiência gastronômica. A nova unidade, com 422,48 m², reforça o polo gastronômico do empreendimento e traz uma ampla brinquedoteca para garantir diversão também aos pequenos. Com uma trajetória de mais de duas décadas e mais de 100 unidades no país, a marca chega ao TGS trazendo sua essência: a proposta de levar a experiência de consumo de grandes churrascarias para dentro dos shoppings. O menu destaca pratos como o clássico Hambúrguer 100% Angus (blends de cortes nobres de carne 100% bovina Angus 150g, servido no prato com acompanhamentos a escolha do cliente), Sobrecoxa desossada (sobrecoxa de frango desossada e sem pele), Picanha Nobre (150g in natura de picanha macia e suculenta), e Burgers (com nove opções: Clássico, Cheese Salad, Cheese Burger, Cheese Bacon, Cheese Egg, Angus Crispy, Green Burger, Barbecue e Smoked Onion - todos com versão vegetariana) e o mais novo lançamento Ribeye (conhecido como filé de costela, o corte de 150g in natura se destaca pela maciez, suculência e alto nível de sabor). Para Giovanni Romano, franqueado da nova unidade, a chegada ao TGS era um desejo antigo. “Há bastante tempo buscávamos um lugar em Taguatinga e, claro, esse lugar tinha que ser o TGS – pelo sucesso, pelo posicionamento e pela força da sua área de alimentação. Essa inauguração é um presente para o shopping e para a cidade”, afirma. O superintendente do shopping, Marcos Atayde, destaca que a inauguração celebra um ciclo de expansão importante para o empreendimento. “O Mania de Churrasco soma-se às grandes marcas que estão fortalecendo o nosso polo gastronômico. Em um ano tão especial, em que celebramos 25 anos, seguimos investindo em experiências que unem sabor, convivência e o estilo de vida do nosso público.” Segundo o diretor de shoppings do Grupo Paulo Octávio, Geraldo Mello, a chegada do restaurante consolida ainda mais o TGS como referência em gastronomia. “O TGS vem se firmando de forma muito incisiva na área de gastronomia. Tivemos a chegada do Coco Bambu e do Outback — ambos em 2022 —, além da Bacio di Latte, que acaba de reinaugurar com novo espaço. Agora, com o Mania de Churrasco, o público ganha uma experiência ainda mais completa e saborosa.” Serviço do Taguatinga Shopping: Site:  www.taguatingashopping.com.br Redes Sociais:  Instagram  –  Facebook  –  Youtube Informações:  (61) 3451-6000

  • "Tranquilo, mas Agiliza": Livro 1 do Gurulino será lançado em 26 de novembro

    Depois de uma década filosofando pelas ruas e muros da Capital Federal, o artista urbano Pedro Sangeon concretiza em livro o universo do seu personagem mais icônico. "Tranquilo, mas agiliza" , primeira parte de uma trilogia que reúne as tirinhas originais da dupla improvável formada por Lino e Guru, será lançado na quarta-feira (26/11), na Casa Jasmim. A programação conta com noite de autógrafos, rodas de conversa, comidinhas e música. O evento ocorre das 19h às 22h, com entrada franca. Sangeon é conhecido por publicar tirinhas em importantes jornais da cidade e espalhar seus murais e grafites pelo Brasil e pelo mundo - de Brasília a Nova York, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Barcelona e Paris - dialogando com a rua e com o leitor. Seu trabalho, que une contemplação, humor e uma estética minimalista, ganha agora nova dimensão com a edição que marca o início da saga - quando o Guru surgiu do absoluto nada para guiar (ou confundir) o Lino. Com um humor único que mistura introspecção e firulas místicas, o livro é um convite para desacelerar a mente, mas nem tanto - um verdadeiro "tranquilo, mas agiliza" em forma de história. “O Gurulino, para mim, é uma ferramenta de comunicação com a nossa mentalidade coletiva na rua; é uma forma de interagir com as pessoas, furtivamente, aleatoriamente, casualmente, aqui e ali, no meio da vida de cada um” , explica Sangeon. A trajetória do artista também é marcada por reconhecimentos importantes, incluindo a Medalha de Mérito Cultural Seu Teodoro (2023) da Secretaria de Cultura do DF e parcerias com instituições como Unesco, Caixa Cultural, Sony Pictures e ONU.  “Foi na faculdade de artes que aprendi sobre as inúmeras ferramentas para expressar uma ideia e libertar minha mente daquilo que entendia como beleza, estético, bom. Meu caminho para desenhar no muro foi no entendimento da arte sendo deslocada desse espaço reservado à sensibilidade para o caos que é a cidade” , conta.  Democratização do acesso à cultura produzida no DF Com 190 páginas recheadas de humor leve, “Tranquilo, mas agiliza” é um lembrete bem-humorado de que o caminho espiritual pode ser cheio de tropeços, risadas e descobertas sutis. A publicação é viabilizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. A Casa Jasmim assina a elaboração e a gestão do projeto, apoiando a iniciativa desde a concepção até a entrega final ao público. Para democratizar o acesso aos bens culturais produzidos no DF, o projeto irá doar 400 cópias de “Tranquilo, mas agiliza” a instituições públicas, reforçando o compromisso de levar o Gurulino para onde a arte e a cultura podem fazer a diferença. Deste total, 300 livros serão destinados a adolescentes e jovens da Unidade de Internação do Recanto das Emas em um encontro especial no dia 3 de dezembro, enquanto 100 exemplares irão compor o acervo de Bibliotecas Públicas do DF, garantindo acesso gratuito à obra. A partir de 26 de novembro, “Tranquilo, mas agiliza” também estará disponível para compra no site www.gurulino.com.br .  SERVIÇO: Lançamento do Livro 1 do Gurulino - "Tranquilo, mas agiliza" Quando: 26/11. Quarta-feira, das 19h às 22hOnde: Casa Jasmim - SHCGN 716, Bloco P, casa 30 - Asa Norte Obra: 190 páginas, capa dura, edição especial Mais informações: www.gurulino.com.br | @gurulino Lançamento do Livro 1 do Gurulino - "Tranquilo, mas agiliza" + Doação de livros Quando: 03/12. Quarta-feira, às 14h. Onde:  Unidade de Internação do Recanto das Emas

  • Comitê de Cultura do DF abre Canal de Apoio a Criativos gratuito e com mentorias individuais

    Já está disponível o CAC, Canal de Apoio a Criativos, serviço gratuito do Comitê de Cultura do Distrito Federal criado para apoiar artistas, produtores(as), coletivos e OSCs na elaboração de projetos, execução e prestação de contas. O canal funciona de forma aberta, tem trilhas de orientação produzidas por especialistas e agendamento de mentorias individuais, acessíveis a qualquer agente cultural do DF, iniciante ou experiente. Pensado para resolver três gargalos que travam o setor: transformar ideias em projetos competitivos, organizar a execução e lidar com a prestação de contas, o CAC combina conteúdos práticos com acompanhamento personalizado. A proposta é acelerar a jornada completa de quem trabalha com cultura, do primeiro rascunho ao envio final dos documentos. Como funciona o conteúdo guiado O canal reúne materiais organizados, como passo a passo, checklists, modelos, avisos de editais e orientações técnicas, sempre moderados por especialistas do Comitê.Quem quiser participar, pode entrar no grupo de Whatsapp para acessar o link e outras oportunidades de editais ou se inscrever de forma gratuita no formulário. O atendimento acontece de segunda a sexta, das 9h às 18h, com plantões extras em períodos críticos de editais. Dúvidas rápidas são respondidas diretamente no canal do Whatsapp; questões mais complexas são encaminhadas para mentoria individual. Mentoria 1:1 — como é na prática O processo é simples e transparente: Inscrição e triagem  por meio de formulário curto; Agendamento  em agenda pública (sessões de 45–60 minutos); Mentoria individual para diagnóstico, estratégias, revisão de objetivo, orçamento, cronograma, planilhas e documentos; Micro-plano de ação , com próximos passos e modelos de apoio; Follow-up opcional  para conferir a evolução ou revisar o material final. As mentorias são marcadas por ordem de solicitação. Em períodos de grande demanda, o Comitê prioriza projetos com prazos muito próximos, ações de acessibilidade/segurança e iniciativas com impacto comunitário comprovado. Quem são os mentores O time é composto por especialistas atuando em três eixos: ●     Projetos  — estrutura, objetivos, orçamento, indicadores, FAC, Rouanet e termos; ●     Execução  — cronograma físico-financeiro, gestão de risco, conformidade com MROSC/LOC/PNAB; ●     Prestação de contas  — documentação, relatórios, memória de cálculo e conferência final. A escala de profissionais é atualizada periodicamente e publicada no próprio canal e na agenda de agendamentos. Até quando o CAC estará ativo O serviço funcionará durante a execução do projeto do Comitê de Cultura do DF dentro do PNCC. A fase atual está garantida de novembro/2025 a fevereiro/2026, com possibilidade de continuidade conforme novas etapas do programa. Qualquer atualização será anunciada primeiro no canal. Como participar Para entrar no grupo de Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/Hx2tqVDWnMcCTBePnaMzvI Para escolher um horário de mentoria:  https://calendar.app.google/VoPB2XYjtkidhx5WA O CAC nasce para fortalecer redes, orientar processos e apoiar quem movimenta a cultura do Distrito Federal com informação qualificada, acolhimento e zero custo. É só chegar.

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