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- Persecuter expande seus horizontes sonoros no novo álbum ‘Dissonante Harmonia’
O Persecuter acaba de lançar seu segundo disco, “Dissonante Harmonia” , marcando um novo começo na trajetória da banda. O álbum expande os horizontes do grupo ao unir elementos de Death Metal, Black Metal, Heavy Metal e até influências fora do escopo tradicional do Metal Extremo. Com 12 faixas que transitam entre riffs rápidos, baterias frenéticas e passagens mais cadenciadas com vocais melódicos, o Persecuter reafirma seus novos princípios sonoros e consolida seu nome na cena nacional. Entre os destaques do disco estão “Bomba Boa, Bomba Má”, primeiro videoclipe da banda, e “Segundo Lugar”, faixa que deu origem ao conceito de todo o trabalho. A temática do álbum gira em torno dos conflitos mundiais atuais, com um forte tom anti-imperialista. “Dissonante Harmonia” também explora diferentes vertentes do metal: o Heavy Metal clássico em “Entidade do Horror” — uma homenagem a Zé do Caixão —, o Death e Black Metal na faixa-título “Dissonante Harmonia” , o Hardcore Punk em “Possessão Agressão” e até momentos introspectivos e melódicos em “A Crença” . A produção foi assinada pela própria banda e gravada em seu home studio, com uma estética propositalmente rústica e suja, remetendo à cultura Heavy Metal dos anos 80. O resultado é um som autêntico, que faz jus ao peso, à velocidade e à atitude do Metal Extremo Brasileiro. Formada em 2010 por Pitter Carvalho, o Persecuter iniciou sua trajetória com influências de Thrash Metal, lançando o primeiro show em 2011 e o EP “Perfect Life” em 2013. O primeiro álbum, “The Hatred Domains” (2017), consolidou o som agressivo e as letras em inglês. A virada veio em 2018, com o single “O Espelho do Próximo” , quando a banda passou a compor em português e a se firmar como representante do Metal Extremo Brasileiro, com mensagens voltadas à sociedade e à realidade do povo brasileiro. O line-up atual é formado por Pitter Carvalho (voz e guitarra), Marcel Ferreira (baixo) e Elvis Moura (bateria). A banda segue na ativa, com shows agendados para 2026 e em busca de selos para o lançamento físico do novo álbum. “Dissonante Harmonia”: https://www.youtube.com/watch?v=Xw-1oGoACe8
- Universal Pictures lança novo trailer de “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois”, com Hugh Jackman e Kate Hudson
A Universal Pictures lança hoje novo trailer de “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” ( Song Sung Blue ) - novo filme dirigido por Craig Brewer, de “Meu Nome é Dolemite” e “Um Príncipe em Nova York 2”. Estrelado por Hugh Jackman, de “Os Miseráveis” e “O Rei do Show” , e Kate Hudson, de “Quase Famosos” e “Music”, o filme é inspirado em uma história real sobre sonhos, família, resiliência e amor à música. “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” tem data de estreia marcada para 29 de janeiro de 2026 nos cinemas brasileiros, e apresenta Hugh Jackman e Kate Hudson nos papeis de dois músicos sem sorte na vida que formam uma animada banda-tributo a Neil Diamond provando que nunca é tarde para encontrar o amor e correr atrás de seus sonhos. O longa é baseado em uma história real. Além da dupla protagonista, o elenco reúne Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir e Hudson Hilbert Hensley. O roteiro é de Craig Brewer, que também assina a produção ao lado de John Davis e John Fox. O filme tem distribuição da Universal Pictures e estará disponível nos cinemas a partir de 29 de janeiro de 2026 também em versões acessíveis.
- Uso inadequado da imagem do jogador profissional pode ser considerado violação do direito da personalidade, alerta advogada desportiva
O Contrato Especial de Trabalho Desportivo do jogador de futebol possui cláusulas e regras específicas relacionadas ao Direito de Imagem. Desse modo o valor pago deve corresponder ao limite de 40% e não pode ser considerada parte do salário mensal. Constantemente empresas de diversos setores utilizam a imagem dos atletas com alguma finalidade comercial. Por essa razão, em alguns casos o uso inadequado pode ser considerado violação ao direito da personalidade do atleta ou até mesmo fraude. De acordo com o artigo 164 da Lei Geral do Esporte: “O direito ao uso da imagem do atleta profissional ou não profissional pode ser por ele cedido ou explorado por terceiros, inclusive por pessoa jurídica da qual seja sócio, mediante ajuste contratual de natureza civil e com fixação de direitos, deveres e condições inconfundíveis com o contrato especial de trabalho esportivo”. Em alguns casos o não pagamento do acordo gera uma série de consequências para o clube, como por exemplo rescisão indireta do contrato de trabalho, pagamento da cláusula compensatória, multas e responsabilização. Segundo a advogada capixaba Edinalva Gomes, especialista em direito no futebol e sócia - fundadora do escritório Gomes e Bento Advogados: “O clube deve, preferencialmente, formalizar com os atletas ou seus representantes (advogados, sindicato, comissão) um aditamento ou acordo de parcelamento, definindo prazos, valores, garantias, e consequências em caso de novo atraso. Essa negociação evita litígios imediatos e permite maior previsibilidade para o elenco e para o clube. Em linha com os deveres de boa-fé e de gestão esportiva (sob a égide da Lei Pelé e da Lei Geral do Esporte), o clube deve comunicar aos atletas, de forma clara e tempestiva, as razões do atraso, o cronograma de pagamento, e eventuais garantias para cumprimento”. Um exemplo recente foi o processo judicial aberto pelo meio - campo Matías Rojas contra o Corinthians, cobrando o valor de 41 milhões referente ao Direito de Imagem pelo tempo em que atuou no clube paulista. “O atleta ou sua empresa contratada pode requerer judicialmente o pagamento da verba devida, com fundamento contratual (ação cível) ou, dependendo da natureza do contrato, ação trabalhista, se houver desvirtuamento. Conforme a jurisprudência, se o contrato de cessão da imagem estiver sendo usado meramente como “disfarce” para salário, haverá integração da verba à remuneração e submissão à legislação trabalhista (Consolidação das Leis do Trabalho - CLT) e encargos sociais e fiscais correspondentes”. A especialista completa destacando que: “Em casos de inadimplência, o clube poderá incorrer em obrigações de pagamento com correção monetária, juros, honorários advocatícios, e eventualmente sanções previstas no estatuto do clube, regulamentos internos ou convenções coletivas de trabalho do futebol”. Por fim, Edinalva explica que: “Dada a legislação vigente e os entendimentos jurisprudenciais, cabe ao clube monitorar que o valor pago a título de direito de imagem esteja dentro dos limites legais (40% ou, conforme novos entendimentos, até 50%), que o contrato seja distinto do contrato de trabalho e que haja efetiva exploração da imagem. Para os atletas, é importante observar se os contratos contêm as cláusulas adequadas, se o clube comunica formalmente os atrasos, e se há previsão de garantia ou penalidade em caso de descumprimento”.
- Laila Mackenzie Exibe Obras na INC Art Fair em Bodensee, Áustria, Encerrando 2025 em Grande Estilo
A artista visual e arquiteta brasiliense Laila Mackenzie encerra o ano de 2025 com uma grande conquista: a participação na INC Art Fair, em Bodensee, Áustria, onde expõe três de suas obras de destaque. O evento, considerado o maior do gênero na região do Lago de Constança, aconteceu entre os dias 21 e 23 de novembro e reúniu mais de 100 artistas e galerias, com foco em pintura, escultura, fotografia e arte digital. Representada pela tradicional Galeria Gaudí, de Madrid, Laila exibe três peças de sua aclamada série Avis Rara . As obras, que dialogam com a fauna brasileira e a espiritualidade ancestral são um reflexo da pesquisa estética contemporânea da artista, que combina referências culturais, arquitetônicas e naturais em suas composições. “Fiquei muito feliz, depois de um ano de muito trabalho, poder levar essas três telas da coleção Avis Rara, para Bodensee, e mostrar um pouco do Brasil, de Brasília e da nossa natureza e nossa arte” , afirma Laila. Avis Rara 1 – Maga Roja Esta pintura retrata uma figura feminina — inspirada na própria artista — vestindo uma fantasia de íbis-vermelho, ave rara e nativa do Brasil. A imagem evoca um manto cerimonial, remetendo aos antigos xamãs da tribo Tupinambá, e une força ancestral à identidade feminina, em uma composição vibrante e cheia de significado. Avis Rara 2 – Madre Maga A obra apresenta um ambiente arquitetônico, inspirado pela obra de Burle Marx, no qual figuras de aves, como o maguary (espécie de cegonha brasileira) e novamente o íbis-vermelho, surgem em meio a elementos do espaço construído. A pintura estabelece uma relação profunda entre natureza, cultura e espiritualidade. Avis Rara 3 – Ibis Brasiliense A última peça da série apresenta uma pintura figurativa, onde duas aves — o íbis-vermelho e a curicaca — são retratadas em planos distintos. Ambas as espécies habitam diferentes ecossistemas do Brasil. O íbis, uma ave sagrada e mística cultuada por povos ancestrais, é também um habitante dos manguezais e lagos, onde encontra alimento graças ao seu bico longo e curvo. Na tela, as aves são representadas em um cenário único, com a curicaca pousada sobre um módulo do muro escultórico de Athos Bulcão, criando uma fusão entre arte, natureza e arquitetura. Formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade de Brasília (UnB) e com mestrado pela UPM/SP, Laila Mackenzie tem se dedicado, desde 2016, a um intenso processo de reconexão com suas raízes artísticas. Sua pesquisa estética contemporânea abrange diversas técnicas, como pintura a óleo, acrílica e escultura em argila esmaltada de alta temperatura, refletindo seu olhar único sobre o mundo.
- Mania de Churrasco traz carnes nobres e sabor autêntico ao Taguatinga Shopping
O aroma do churrasco no fogo forte ganhou um novo endereço em Taguatinga. Em comemoração aos seus 25 anos, o TGS acaba de inaugurar o Mania de Churrasco, restaurante consagrado por seus cortes nobres, preparados na hora, temperados apenas com sal grosso e preparados em fogo forte — uma verdadeira experiência gastronômica. A nova unidade, com 422,48 m², reforça o polo gastronômico do empreendimento e traz uma ampla brinquedoteca para garantir diversão também aos pequenos. Com uma trajetória de mais de duas décadas e mais de 100 unidades no país, a marca chega ao TGS trazendo sua essência: a proposta de levar a experiência de consumo de grandes churrascarias para dentro dos shoppings. O menu destaca pratos como o clássico Hambúrguer 100% Angus (blends de cortes nobres de carne 100% bovina Angus 150g, servido no prato com acompanhamentos a escolha do cliente), Sobrecoxa desossada (sobrecoxa de frango desossada e sem pele), Picanha Nobre (150g in natura de picanha macia e suculenta), e Burgers (com nove opções: Clássico, Cheese Salad, Cheese Burger, Cheese Bacon, Cheese Egg, Angus Crispy, Green Burger, Barbecue e Smoked Onion - todos com versão vegetariana) e o mais novo lançamento Ribeye (conhecido como filé de costela, o corte de 150g in natura se destaca pela maciez, suculência e alto nível de sabor). Para Giovanni Romano, franqueado da nova unidade, a chegada ao TGS era um desejo antigo. “Há bastante tempo buscávamos um lugar em Taguatinga e, claro, esse lugar tinha que ser o TGS – pelo sucesso, pelo posicionamento e pela força da sua área de alimentação. Essa inauguração é um presente para o shopping e para a cidade”, afirma. O superintendente do shopping, Marcos Atayde, destaca que a inauguração celebra um ciclo de expansão importante para o empreendimento. “O Mania de Churrasco soma-se às grandes marcas que estão fortalecendo o nosso polo gastronômico. Em um ano tão especial, em que celebramos 25 anos, seguimos investindo em experiências que unem sabor, convivência e o estilo de vida do nosso público.” Segundo o diretor de shoppings do Grupo Paulo Octávio, Geraldo Mello, a chegada do restaurante consolida ainda mais o TGS como referência em gastronomia. “O TGS vem se firmando de forma muito incisiva na área de gastronomia. Tivemos a chegada do Coco Bambu e do Outback — ambos em 2022 —, além da Bacio di Latte, que acaba de reinaugurar com novo espaço. Agora, com o Mania de Churrasco, o público ganha uma experiência ainda mais completa e saborosa.” Serviço do Taguatinga Shopping: Site: www.taguatingashopping.com.br Redes Sociais: Instagram – Facebook – Youtube Informações: (61) 3451-6000
- "Tranquilo, mas Agiliza": Livro 1 do Gurulino será lançado em 26 de novembro
Depois de uma década filosofando pelas ruas e muros da Capital Federal, o artista urbano Pedro Sangeon concretiza em livro o universo do seu personagem mais icônico. "Tranquilo, mas agiliza" , primeira parte de uma trilogia que reúne as tirinhas originais da dupla improvável formada por Lino e Guru, será lançado na quarta-feira (26/11), na Casa Jasmim. A programação conta com noite de autógrafos, rodas de conversa, comidinhas e música. O evento ocorre das 19h às 22h, com entrada franca. Sangeon é conhecido por publicar tirinhas em importantes jornais da cidade e espalhar seus murais e grafites pelo Brasil e pelo mundo - de Brasília a Nova York, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Barcelona e Paris - dialogando com a rua e com o leitor. Seu trabalho, que une contemplação, humor e uma estética minimalista, ganha agora nova dimensão com a edição que marca o início da saga - quando o Guru surgiu do absoluto nada para guiar (ou confundir) o Lino. Com um humor único que mistura introspecção e firulas místicas, o livro é um convite para desacelerar a mente, mas nem tanto - um verdadeiro "tranquilo, mas agiliza" em forma de história. “O Gurulino, para mim, é uma ferramenta de comunicação com a nossa mentalidade coletiva na rua; é uma forma de interagir com as pessoas, furtivamente, aleatoriamente, casualmente, aqui e ali, no meio da vida de cada um” , explica Sangeon. A trajetória do artista também é marcada por reconhecimentos importantes, incluindo a Medalha de Mérito Cultural Seu Teodoro (2023) da Secretaria de Cultura do DF e parcerias com instituições como Unesco, Caixa Cultural, Sony Pictures e ONU. “Foi na faculdade de artes que aprendi sobre as inúmeras ferramentas para expressar uma ideia e libertar minha mente daquilo que entendia como beleza, estético, bom. Meu caminho para desenhar no muro foi no entendimento da arte sendo deslocada desse espaço reservado à sensibilidade para o caos que é a cidade” , conta. Democratização do acesso à cultura produzida no DF Com 190 páginas recheadas de humor leve, “Tranquilo, mas agiliza” é um lembrete bem-humorado de que o caminho espiritual pode ser cheio de tropeços, risadas e descobertas sutis. A publicação é viabilizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. A Casa Jasmim assina a elaboração e a gestão do projeto, apoiando a iniciativa desde a concepção até a entrega final ao público. Para democratizar o acesso aos bens culturais produzidos no DF, o projeto irá doar 400 cópias de “Tranquilo, mas agiliza” a instituições públicas, reforçando o compromisso de levar o Gurulino para onde a arte e a cultura podem fazer a diferença. Deste total, 300 livros serão destinados a adolescentes e jovens da Unidade de Internação do Recanto das Emas em um encontro especial no dia 3 de dezembro, enquanto 100 exemplares irão compor o acervo de Bibliotecas Públicas do DF, garantindo acesso gratuito à obra. A partir de 26 de novembro, “Tranquilo, mas agiliza” também estará disponível para compra no site www.gurulino.com.br . SERVIÇO: Lançamento do Livro 1 do Gurulino - "Tranquilo, mas agiliza" Quando: 26/11. Quarta-feira, das 19h às 22hOnde: Casa Jasmim - SHCGN 716, Bloco P, casa 30 - Asa Norte Obra: 190 páginas, capa dura, edição especial Mais informações: www.gurulino.com.br | @gurulino Lançamento do Livro 1 do Gurulino - "Tranquilo, mas agiliza" + Doação de livros Quando: 03/12. Quarta-feira, às 14h. Onde: Unidade de Internação do Recanto das Emas
- Comitê de Cultura do DF abre Canal de Apoio a Criativos gratuito e com mentorias individuais
Já está disponível o CAC, Canal de Apoio a Criativos, serviço gratuito do Comitê de Cultura do Distrito Federal criado para apoiar artistas, produtores(as), coletivos e OSCs na elaboração de projetos, execução e prestação de contas. O canal funciona de forma aberta, tem trilhas de orientação produzidas por especialistas e agendamento de mentorias individuais, acessíveis a qualquer agente cultural do DF, iniciante ou experiente. Pensado para resolver três gargalos que travam o setor: transformar ideias em projetos competitivos, organizar a execução e lidar com a prestação de contas, o CAC combina conteúdos práticos com acompanhamento personalizado. A proposta é acelerar a jornada completa de quem trabalha com cultura, do primeiro rascunho ao envio final dos documentos. Como funciona o conteúdo guiado O canal reúne materiais organizados, como passo a passo, checklists, modelos, avisos de editais e orientações técnicas, sempre moderados por especialistas do Comitê.Quem quiser participar, pode entrar no grupo de Whatsapp para acessar o link e outras oportunidades de editais ou se inscrever de forma gratuita no formulário. O atendimento acontece de segunda a sexta, das 9h às 18h, com plantões extras em períodos críticos de editais. Dúvidas rápidas são respondidas diretamente no canal do Whatsapp; questões mais complexas são encaminhadas para mentoria individual. Mentoria 1:1 — como é na prática O processo é simples e transparente: Inscrição e triagem por meio de formulário curto; Agendamento em agenda pública (sessões de 45–60 minutos); Mentoria individual para diagnóstico, estratégias, revisão de objetivo, orçamento, cronograma, planilhas e documentos; Micro-plano de ação , com próximos passos e modelos de apoio; Follow-up opcional para conferir a evolução ou revisar o material final. As mentorias são marcadas por ordem de solicitação. Em períodos de grande demanda, o Comitê prioriza projetos com prazos muito próximos, ações de acessibilidade/segurança e iniciativas com impacto comunitário comprovado. Quem são os mentores O time é composto por especialistas atuando em três eixos: ● Projetos — estrutura, objetivos, orçamento, indicadores, FAC, Rouanet e termos; ● Execução — cronograma físico-financeiro, gestão de risco, conformidade com MROSC/LOC/PNAB; ● Prestação de contas — documentação, relatórios, memória de cálculo e conferência final. A escala de profissionais é atualizada periodicamente e publicada no próprio canal e na agenda de agendamentos. Até quando o CAC estará ativo O serviço funcionará durante a execução do projeto do Comitê de Cultura do DF dentro do PNCC. A fase atual está garantida de novembro/2025 a fevereiro/2026, com possibilidade de continuidade conforme novas etapas do programa. Qualquer atualização será anunciada primeiro no canal. Como participar Para entrar no grupo de Whatsapp: https://chat.whatsapp.com/Hx2tqVDWnMcCTBePnaMzvI Para escolher um horário de mentoria: https://calendar.app.google/VoPB2XYjtkidhx5WA O CAC nasce para fortalecer redes, orientar processos e apoiar quem movimenta a cultura do Distrito Federal com informação qualificada, acolhimento e zero custo. É só chegar.
- Rede Cultura Viva encerra 3ª TEIA/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do DF com debates, plenária e celebração artística
A 3ª TEIA/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do Distrito Federal encerrou sua programação neste sábado (22), no Centro Cultural Renato Russo, reunindo pontos e pontões de todas as regiões do Distrito Federal em um dia marcado por debates, trocas e celebrações. A iniciativa integra o ciclo de mobilizações da Rede Cultura Viva DF, que prepara o Distrito Federal para a participação na Teia Nacional 2026, em Aracruz, no Espírito Santo. A manhã começou com a acolhida da Orquestra Meninos de Ceilândia, que recebeu o público antes da abertura das mesas temáticas. A primeira delas, dedicada ao tema “Fortalecimento da Rede Cultura Viva Distrital e participação social”, contou com a participação de Leandro Anton (Ministério da Cultura), Daniela Rueda (Comitê Cultura Viva DF), Baba Joel (Ponto de Cultura Ilê Axé Ilejé Axé Oxoguian), além de Hélio Martins e Walter Cedro, da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, e Alan Mariano, do Imaginário Cultural. O debate tratou dos desafios enfrentados pelos coletivos culturais, da sustentabilidade dos Pontos de Cultura e da ampliação da participação dos territórios nas políticas públicas. “A mesa é importante para mostrarmos nossas atividades sociais, culturais e ecológicas, fortalecer nossa luta e dar visibilidade ao impacto de cada ponto de cultura. Fortalecer a rede significa garantir continuidade, fomento e crescimento das políticas culturais”, destacou Alan Mariano, produtor cultural e integrante da mesa. Em seguida, a programação avançou para a mesa dedicada à Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), com foco nas “Ações para os Próximos Ciclos”. O debate abordou os mecanismos de fomento e as perspectivas de ampliação das fontes de financiamento para a cultura. Participaram Leandro Antony (Ministério da Cultura), Elisangela Araújo (Instituto OMINI), Vitelli Peixoto (Comitê Cultura Viva DF), Leda Carneiro (Espaço Cultural Bagagem), Josania Castro (Cidade dos Bonecos) e Daniela Rueda (Invenção Brasileira). Para Walter Cedro, Coordenador da TEIA/Fórum dos Pontos de Cultura do DF e representante dos pontos do DF na Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, “Este é um momento de reflexão e construção coletiva. Estamos preparando pautas fundamentais para a Teia Nacional, levando nossas emoções, desejos e a força de quem vive a cultura no dia a dia. Viva a Cultura Viva!”, afirmou. O Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, acompanhou a programação e reforçou o apoio institucional da pasta. “A Secretaria apoia plenamente e oferece todo o suporte porque este é um debate qualificado, que fortalece a política pública e sua continuidade, ampliando o alcance dos Pontos de Cultura”, declarou. Ele também destacou o compromisso da Secec com a retomada e expansão da política Cultura Viva. “A Rede Cultura Viva é uma grande ferramenta de democratização e valorização da cultura. Desde 2018 ela estava parada e conseguimos essa retomada com o apoio do Ministério da Cultura e recursos da PNAB. O DF segue empenhado em cumprir metas e ampliar resultados”, concluiu Abrantes. As propostas votadas pelos participantes irão para debate na TEIA nacional, com a participação dos delegados escolhidos em votação durante plenária na 3ª TEIA/Fórum dos Pontos e Pontões de Cultura do Distrito Federal. Segue a listagem dos delegados: Walter Cedro (Ponto de Cultura Mamulengo Sem Fronteiras); Heli Leite (Pontão de Cultura Menino de Ceilândia); Wagner Nascimento (Mamulengo Sem Fronteiras); Vinícius Velez da Silva (Pontão de Cultura Menino de Ceilândia); Felipe Araujo (Agente Cultura Viva do Pontão de Cultura Menino de Ceilândia); Jussara Pereira e Elimar Caranguejo (Ponto de Cultura Arte na Praça); Jéssika Cintra (Agente de Cultura Viva do Pontão de Cultura Menino de Ceilândia); João Almir (Ponto de Cultura Cordeliando); Heitor Velez da Silva (Agente de Cultura Viva do Pontão de Cultura Menino de Ceilândia); Ailton Velez da Silva (Coordenador do Pontão de Cultura Menino de Ceilândia); Joel Mariano Borges (Ponto de Cultura ILÈ EIYELÉ OGÈ ASÉ OGODÒ); Paula Nogueira, (Ponto de Cultura Mamulengo Sem Fronteiras); Aline Almeida (Agente Cultura Viva Ciartcum); Jesa Lima (Ponto de Cultura Paixão do Cristo Negro de Samambaia); Margot Ribeiro (Ponto de Cultura Congo Nya); Kleberson Rodrigues (Agente de Cultura Viva do Pontão de Cultura Menino de Ceilândia); Josania Castro (Ponto de Cultura Cia Cidade dos Bonecos); Felipe Vitelli (Tribo das Artes); Emilly Cintra (Ponto de Cultura Mamulengo Sem Fronteiras); Andressa Sara (Agente de Cultura Viva do Pontão de Cultura Menino de Ceilândia); Dudu Santos (Audiodescrição/Acessibilidade); Vitória Silva (Acessibilidade); Josyane Alves (Pontal Pororoca da Cidadania de Marabá/Mamulengo Sem Fronteira); Lucca do Monte (Agente Cultura Viva Pontão Menino de Ceilândia); Maria Tereza Padilha (Pntão Mapati); Daiane Batista Rocha (Pontão Mapati); Leda Carneiro e Silva (Espaço Cultura Bagagem); Henrique Silva Costa (Espaço Cultura Bagagem); Mallu Cinthya Rodrigues da Silva (Audiodescrição/Acessibilidade); Jehn Karipuna (Ponto de Cultura Mamulengo Presepada); Daniela Rueda (Ponto de Cultura Invenção Brasileira). Mais informações em @redeculturavivadf
- Em Brasília, 15ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos amplia discussões abertas na COP30
A 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos (MCDH) chega a Brasília entre os dias 27 e 30 de novembro , com programação gratuita no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) . Com o tema “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável” , o evento apresenta filmes e debates que abordam a crise ambiental, a justiça climática e os modos de vida sustentáveis de povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, grupos que resistem há séculos à exploração predatória do planeta. A programação, gratuita e aberta ao público, dialoga com o tema da COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Belém, no Pará. Realizada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), a mostra é uma das principais e mais longevas ações da pasta voltadas à educação e cultura em direitos humanos, reconhecendo o audiovisual como ferramenta de transformação social. A edição 2025 tem parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), por meio do Curso de Cinema e Audiovisual, sob a coordenação geral de Samantha Capdeville, produtora audiovisual e professora do curso. Em Brasília, a realização da Mostra tem parceria com a Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília e o apoio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). A cineasta Sueli Maxakali , liderança do povo Tikmũ’ũn e referência no cinema indígena brasileiro, é a homenageada da 15ª edição . Seu longa mais recente, “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá” (2025), será exibido na sessão de abertura da Mostra em todas as capitais participantes. O documentário, codirigido com Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna e premiado em festivais como o Festival de Brasília, o CachoeiraDoc e a Mostra Ecofalante, retrata a busca da diretora por seu pai, separado da família durante a ditadura militar. Confira o teaser AQUI . FILMES E TEMÁTICAS Com curadoria de Beatriz Furtado, realizadora audiovisual e professora do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará (UFC), e de Janaina de Paula, jornalista, realizadora e pesquisadora em audiovisual, a programação em Brasília reúne produções que refletem a pluralidade cultural e ambiental do país. São obras dirigidas em sua maioria por cineastas indígenas, quilombolas, ribeirinhos e realizadores de diversas regiões do Brasil , que abordam temas como território, ancestralidade, memória, meio ambiente e resistência. Além de “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá”, entre as produções estão “Ainda Há Moradores Aqui” , de Tiago Rodrigues, sobre o desastre urbano causado pela Braskem em Maceió; “Pau D’Arco” , de Ana Aranha, que acompanha a luta de trabalhadores rurais no Pará; “SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente” , de Kamikia Kisedje e Fred Rahal, que denuncia os impactos dos agrotóxicos em terras indígenas no Mato Grosso; e “Faísca” , de Barbara Matias Kariri, sobre mulheres que se mobilizam para o retorno das onças a seu território. Com quatro sessões principais, a Mostra propõe um olhar sobre diferentes dimensões da relação entre a humanidade e a natureza. A sessão infantil apresenta o longa “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, de Fernando Fraiha, além de curtas e médias-metragens que exploram o imaginário infantil e a diversidade regional brasileira. A sessão Terra/Nêgo Bispo ressalta o pensamento quilombola e a força dos territórios comunitários. A sessão Água/Antônia Melo faz referência à fundadora do Movimento Xingu Vivo Para Sempre, em Altamira (PA), reunindo filmes atravessados pela questão hídrica. A sessão Floresta/Raoni homenageia o líder caiapó, internacionalmente reconhecido por sua luta em defesa dos povos indígenas e da Amazônia, tema central dos quatro filmes exibidos. Todos os títulos contam com Libras e Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE) , garantindo acessibilidade e inclusão. Após as sessões, haverá debates sobre os filmes que contarão com acessibilidade em Libras. OFICINA Como parte da programação, a Mostra Cinema e Direitos Humanos realizou, nas semanas que antecedem as exibições, uma oficina com o tema “Imagens do comum: cinema, educação e direitos humanos” . A atividade foi voltada para educadores, agentes culturais e comunicadores populares. Em Brasília, a oficina foi conduzida pelo realizador audiovisual e educador Pedro B. Garcia, na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), entre os dias 3 e 5 de novembro. A oficina tinha como objetivo promover a sensibilização e reflexão crítica sobre a cultura dos direitos humanos por meio da linguagem cinematográfica. A atividade combinava exibição de filmes, exercícios de criação audiovisual e rodas de conversa sobre as imagens produzidas, debatendo como o respeito à dignidade humana também está relacionado às formas de representar diferentes sujeitos e territórios. Ao longo de encontros que totalizaram nove horas/aula, os participantes foram convidados a se apropriar do cinema como instrumento de afirmação cultural e preservação de saberes e fazeres tradicionais, explorando a relação sensível entre imagem, memória e território. A ação integrou o eixo formativo da Mostra e visava estimular a replicação dessas práticas em espaços educativos e comunitários do Distrito Federal. HISTÓRICO DA MOSTRA A Mostra Cinema e Direitos Humanos é uma estratégia do Governo Federal para a consolidação da educação e da cultura em Direitos Humanos, entendendo o audiovisual nacional como forte aliado na construção de uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade e do respeito às diferenças. Criada em 2006, com a finalidade de celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a mostra amplia e diversifica os espaços de informações e debates sobre direitos humanos, por meio da linguagem cinematográfica, tornando-se instrumento valioso de diálogo e transformação para públicos com pouco ou nenhum conhecimento sobre direitos humanos. PROGRAMAÇÃO >> Dia 1 - 27/11, quinta-feira - 18h - Sessão de abertura Classificação indicativa: 12 anos Coffee break Solenidade Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90') - MG/MS Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna >> Dia 2 - 28/11, sexta-feira - 14h - Sessão infantil 1 Classificação indicativa: Livre Amazônia sem Garimpo (2022, 6'34") - RJ Direção: Tiago Carvalho e Julia Bernstein No início do Mundo (2025, 7'46") - CE Direção: Camilla Osório Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa (2025, 90') - SP Direção: Fernando Fraiha - 18h30 - Sessão Nego Bispo (Terra) + debate Classificação indicativa: 12 anos Eu sou Raiz (2022, 7') - PE Direção: Cíntia Lima e Lílian de Alcântara Ainda Há Moradores Aqui (2025, 42'50") - AL Direção: Tiago Rodrigues Pau D’Arco (2025, 89') - PA Direção: Ana Aranha >> Dia 3 - 29/11, sábado - 14h - Sessão infantil 2 + debate Classificação indicativa: Livre Ga vī: a voz do barro (2021, 10'40") - PR Direção: Ana Letícia Meira Schweig, Angélica Domingos, Cleber kronun de Almeida, Eduardo Santos Schaan, Geórgia de Macedo Garcia, Gilda Wankyly Kuita, Iracema Gãh Té Nascimento, Kassiane Schwingel, Marcus A. S. Wittmann, Nyg Kuita, Vini Albernaz Òsányìn: O segredo das folhas (2021, 22') - AL/BA/RJ Direção: Pâmela Peregrino Do Colo da Terra (2025, 75') - MG/MS/AM Direção: Renata Meirelles e David Vêluz - 18h30 - Sessão Antônia Melo (Águas) + debate Classificação indicativa: 10 anos Kutala (2025, 5') - MG Direção: Fabio Martins e Quilombo Manzo Rio de Mulheres (2009, 21') - MG Direção: Cristina Maure e Joana Oliveira Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (2025, 16'46") - GO/TO/DF/MT Direção: Fellipe Abreu e Luis Felipe Silva As Lavadeiras do Rio Acaraú transformam a embarcação em nave de condução (2021, 12') - CE Direção: Kulumym-Açu Volta Grande (2020, 27') - PA Direção: Fábio Nascimento Rua do Pescador, Nº 6 (2025, 72') - RS Direção: Bárbara Paz >> Dia 4 - 30/11, domingo - 15h - Sessão Raoni (Floresta) + debate Classificação indicativa: 14 anos SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente (2025, 30') - MT Direção: Kamikia Kisedje, Fred Rahal Faísca (2025, 12') - CE Direção: Barbara Matias Kariri Grão (2020, 16') - MG Direção: Adriana Miranda Curupira e a Máquina do Destino (2021, 25') - AM Direção: Janaína Wagner - 19h - Sessão de encerramento Classificação indicativa: 12 anos Sede de Rio (2024, 72') - BA Direção: Marcelo Abreu Góis SERVIÇO 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos em Brasília Quando: De 27 a 30 de novembro de 2025 Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília) - Asa Sul - Trecho 2 - Asa Sul, Brasília (DF) Gratuito Classificação indicativa: confira a programação Realização: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC) Mais informações: https://www.instagram.com/mcdh.oficial/ IMAGENS DIVULGAÇÃO Presskit com mais informações AQUI
- Azul Marine traduz sua internação psiquiátrica em “Internos”, single que marca sua estreia audiovisual
O artista Azul Marine lançou na última sexta-feira, 21 de novembro, o single “Internos” , acompanhado de um clipe que aprofunda o caráter visual do projeto “Tesouros do Capitão Naufragado” . A faixa marca sua estreia musical e antecipa o EP homônimo ao projeto, previsto para 2026. Desenvolvido ao longo dos últimos cinco anos, o projeto nasce da experiência real de Azul Marine durante sua internação psiquiátrica . A partir desse período, o artista construiu um universo próprio em que poesia, performance, música e narrativa se cruzam. “Internos” é a porta de entrada desse mundo , apresentado através da figura do Capitão Naufragado, um pirata fracassado cujo tesouro, suas memórias, não vale nada. No single, Azul Marine explora referências do pop alternativo, rock, R&B, soul e experimentações sonoras que traduzem o impacto emocional do tema. O clipe, lançado simultaneamente, conta sobre um encontro amoroso dentro dessa clínica psiquiátrica , usando a dança e a construção visual para reforçar a sensação de desorientação, fragilidade e perdição presentes na faixa.Link para o single: https://open.spotify.com/intl-pt/album/2gioA0Hp64DeXBKeLjMzcH?si=cvNDkNxpSmqr9nz1PcVKDw Em um momento central do projeto, o artista comenta o processo: “Esse trabalho nasceu no fundo do poço. Para transformar tantos traumas em arte, foram anos de processo, estudo e coragem. ‘Internos’ é o começo dessa travessia, uma carta de amor ao naufrágio, e um convite para encarar o abismo”. O EP “Tesouros do Capitão Naufragado” , previsto para 2026, reúne seis faixas que contam essa história do início ao fim . O repertório apresenta uma proposta cinematográfica, unindo camadas sonoras e imagéticas que retratam temas como saúde mental, isolamento, violência, afeto e autoconhecimento. Formado em Artes Cênicas e com sua trajetória pelo slam, pelas danças urbanas e pelo teatro alternativo, Azul Marine leva para a música sua característica multidisciplinar , assumindo uma estética marcada por intensidade, poesia e experimentação.No dia 29 de novembro, Azul Marine realiza seu primeiro show , que acontece na Westside Full, no bairro de Pinheiros, em São Paulo (SP), a partir das 17h30. A apresentação contará com as performances de três artistas convidades que abrem o evento: Poeta Cassi, Rafa Mesquita e Alexys Agosto. Os ingressos custam 15 reais e podem ser adquiridos pelo link abaixo ou diretamente na recepção do estúdio. A classificação é +18.Mais informações sobre o show em https://www.azul-marine.com/event-details/show-de-lancamento Ficha Técnica - Single “Internos” Composição e performance - Azul Marine Produção musical - Renan Dalmas e Bruno Castro Produção executiva - Azul Marine e Bruno Teixeira Ficha Técnica - Clipe “Internos” Direção artística - Azul Marine Direção de movimento e coreografia - Carolina Perrone Produção executiva - Bruno Teixeira Câmera - Costa Films Elenco - Alice Maradei, Azul Marine, Bruno Seixas, Giovanni Belleza, Priscila Costa Apoio - Westside Full
- Biblioteca Demonstrativa recebe a festa de lançamento do livro “Xingando as Deusas”, de Pree Leonel
No dia 27 de novembro, às 19h30, a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), em Brasília, será palco da festa de lançamento de Xingando as Deusas, primeiro livro impresso da escritora e jornalista Pree Leonel, com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). A obra lança luz sobre um tema ainda pouco explorado: a separação após a maternidade. Combinando autoficção e ensaio íntimo, o livro narra a trajetória de Magda, alter-ego da autora, que enfrenta o fim de um casamento e redescobre sua identidade como mulher e mãe a partir da ruptura. Entre humor, contradições e coragem, a protagonista reflete sobre liberdade, culpa, desejo e as marcas sociais que ainda cercam o divórcio feminino. A narrativa aborda também questões como gordofobia e preconceito, ampliando o alcance do debate sobre os papéis impostos às mulheres. O projeto tem forte dimensão coletiva e feminina: da coordenação editorial à revisão e comunicação, a maioria das profissionais envolvidas vive em Brasília, fortalecendo a autoria e o protagonismo de mulheres na produção literária. O prefácio é assinado pela cineasta e escritora Patrícia Colmenero, brasiliense radicada em Nova York, e a edição foi concebida com acessibilidade ampliada — o livro terá versões em audiobook, braile e e-book, promovendo o acesso de diferentes públicos à literatura contemporânea. "O evento será uma festa literária, com DJ Amandix no som e performances poéticas inspiradas no livro com poetas da cidade", explica a coordenadora cultural da Biblioteca Demonstrativa, Marina Mara. Brasiliense, Pree Leonel iniciou sua escrita no fim dos anos 1990, em blogs pessoais. Jornalista e especialista em Comunicação em Saúde, mantém uma produção marcada pela sinceridade e pelo olhar atento às tensões afetivas do cotidiano. Em Xingando as Deusas, imprime a intensidade de sua experiência pessoal e a força de uma escrita que transforma vulnerabilidade em potência. Sobre a programação cultural da BDB A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023, celebrado entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil. Fundada em 1970 e localizada em Brasília, Distrito Federal, essa instituição tem caráter público federal. Com a missão de ser uma biblioteca experimental que promove novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, buscando sempre estar na vanguarda. Além disso, ela desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à leitura, na formação de novos leitores, na promoção da literatura brasileira e na contribuição para o aprimoramento dos profissionais que atuam em todo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas. Serviço Lançamento do livro “Xingando as Deusas”, de Pree Leonel Data: 27 de novembro de 2025 Horário: 19h30 Local: Biblioteca Demonstrativa – EQS 506/507, W3 Sul, Brasília-DF Mais informações no perfil @xingandoasdeusas Contato para imprensa: Liana Farias – (61) 98315-3093
- Consciência Negra segue com grande público no segundo dia e reforça debates sobre estética e representatividade negra
No segundo dia do Festival Consciência Negra 2025, cerca de 30 mil pessoas lotaram a área externa do Museu Nacional da Reública, consolidando o evento como um dos maiores encontros de cultura afro-brasileira da capital. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) em parceria com o Instituto Janelas da Arte e apoio da Sejus-DF, o festival manteve o ritmo intenso de atividades gratuitas, reunindo formações, apresentações musicais, cortejos e vivências para todas as idades. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, a força da cultura negra move o festival e transforma o Distrito Federal. “Cada oficina, cada apresentação, cada debate que acontece aqui reafirma um compromisso que é coletivo: construir um território onde a população negra seja respeitada, representada e celebrada todos os dias. O que vemos neste festival é a potência viva de um povo que faz da arte uma ferramenta de liberdade. É por isso que seguimos investindo, trabalhando e ampliando políticas públicas que garantam espaços de criação, memória e futuro para todas e todos", enfatizou Abrantes. Durante a tarde, o público circulou pelas oficinas, feira e espaços temáticos do festival, garantindo forte participação em todas as áreas. A oficina de Tambores de Papel, no Espaço Kids, movimentou famílias inteiras, criando um ambiente de experimentação sonora que divertiu e aproximou diferentes gerações. Já na Tenda Muntu, o painel “Estética Negra – Para Além do Look” foi um dos pontos altos do dia. Especialistas e ativistas discutiram ancestralidade, corpo político e os desafios contemporâneos da representatividade negra. A fala de Ruth Venceremos encerrou o encontro de forma emocionante, convocando o público a uma ação coletiva para que os sonhos da população negra sigam vivos e possíveis — momento que arrancou aplausos longos e emocionados. Antes do início da programação no Palco Brasilidades, o Cortejo do Grupo Cultural Obará tomou conta da área externa e se transformou em uma das cenas mais marcantes da noite. Com apresentação de capoeira, cânticos, muita percussão e um axé contagiante, o cortejo reuniu um grande público, incluindo dezenas de crianças visivelmente hipnotizadas pelo ritmo e pela energia do grupo. A força simbólica da passagem abriu o caminho para as apresentações musicais e reforçou a conexão entre tradição, comunidade e celebração. No Palco Brasilidades , dedicado a destacar artistas negros do DF, a dupla Margaridas inaugurou as apresentações com um funk autêntico e cheio de personalidade, revelando a potência das novas gerações da cena local. Em seguida, com a queda da temperatura típica do cerrado, Martinha do Coco aqueceu o público com sua presença carismática e sua musicalidade tradicional. O rapper GOG encerrou a programação com a força de sua trajetória e ainda surpreendeu ao apresentar o jovem Miguel Ângelo , de apenas 10 anos, que demonstrou desenvoltura impressionante no rap e conquistou a plateia com naturalidade e segurança de palco. Na Arena Lydia Garcia , Israel Paixão e Os Pacificadores animaram o início da noite, preparando o terreno para uma sequência de shows marcados pela energia e pela celebração da negritude. O cantor Uel trouxe carisma, humor e pagode contemporâneo, formando um elo direto com o público. Logo depois, a Timbalada transformou a arena em um verdadeiro carnaval baiano, com pinturas corporais, coreografias coletivas e a batida inconfundível dos tambores. Já entrada a madrugada, o clima esfriou, mas o público permaneceu firme para receber Mumuzinho , que entregou um show repleto de sucessos do samba carioca, encerrando a noite com leveza, emoção e muita música. A feira criativa e a praça de alimentação mantiveram fluxo intenso durante todo o dia, reunindo empreendedores, artesãos e chefs que fortalecem a economia criativa e a gastronomia de matriz africana no DF. Último dia do festival – Neste sábado (22), o evento encerra sua programação celebrando a diversidade cultural. A exposição “Retratos” abre das 10h às 22h. No Espaço Kids, haverá a contação “Os Griôs do Amanhã” e uma oficina de instrumentos de percussão. A área gastronômica segue a partir das 12h com o Sabores do Quilombo , e a Feira Afro Carius acontece das 14h às 22h. Na Tenda Muntu, o público acompanha a roda “Ofó Mulher – O poder da palavra feminina” , o painel “História da Consciência Negra e Desafios Contemporâneos” e o Desfile Amarrações , com o estilista Victor Soulivier. Na Arena Dona Lydia, apresentam-se Carol Nogueira, Dhi Ribeiro, Benzadeus, Carlinhos Brown e Psirico . No Palco Brasilidades, sobem Pratanes, Trem das Cores e Thiago Kallazans .













