Resultados da busca
Search this site
41629 resultados encontrados com uma busca vazia
- Iguatemi Brasília promove nova sessão do CineMaterna com Michael
O Iguatemi Brasília prepara mais uma edição do CineMaterna, iniciativa que promove sessões de cinema e momentos de interação para famílias com bebês de até 18 meses. A exibição especial de Michael está programada para terça-feira, 2 de junho, às 14h10. Para a sessão do CineMaterna, a sala é preparada com iluminação suave e volume reduzido, garantindo conforto aos bebês, além de contar com trocadores para maior comodidade das famílias. A recepção é feita por profissionais especializados, que contribuem para uma experiência acolhedora e tranquila. A exibição acontece no Cinemark do Iguatemi Brasília e, 30 minutos antes do início, são distribuídas 10 cortesias para as primeiras mães com bebês de até 18 meses. As promotoras do CineMaterna, identificadas com a camiseta rosa do projeto, realizam a entrega dos ingressos por ordem de chegada. As cortesias são pessoais e intransferíveis, não sendo permitida a retirada para terceiros. Em Michael, o público acompanha a trajetória de um dos maiores ícones da música mundial, explorando momentos marcantes de sua carreira e vida pessoal em uma produção emocionante e repleta de grandes sucessos. O CineMaterna traduz o compromisso do Iguatemi Brasília com ações que promovem bem-estar, conveniência e conexão emocional com seus clientes. Serviço:CineMaterna - Iguatemi Brasília Filme: Michael Data: terça-feira, 2 de junho de 2026Horário: 14h10 Sobre CineMaterna A Associação CineMaterna, fundada em São Paulo em 2008, é uma organização sem fins lucrativos pioneira em sessões de cinema adaptadas para famílias com bebês de até 18 meses. Em mais de uma década de atuação, a CineMaterna já realizou quase 10 mil sessões, impactando mais de 229 mil famílias em 51 cidades de 17 estados brasileiros. As sessões incluem um bate-papo após o filme, oferecendo aos pais um espaço para relaxar e interagir com outros adultos em situações semelhantes. Sobre o Iguatemi Brasília O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi S.A, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 36.ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. São mais de 144 lojas, entre elas 23 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de 3 mil vagas de estacionamento, das quais 1,8 mil cobertas.
- “Fiota e o Coco Daiá”: filme realizado na comunidade Vão de Almas mergulha nos saberes ancestrais de Fiota Kalunga no coração do Cerrado
Entre serras e vãos do Cerrado goiano, resiste o Território Kalunga, reconhecido nacionalmente como o maior Quilombo em extensão do Brasil. Em meio às mais de 39 comunidades que formam esse território ancestral, está a comunidade Kalunga Vão de Almas, localizada no município de Cavalcante (GO), onde memórias e saberes seguem sendo compartilhados através da oralidade e do fortalecimento comunitário. É nessa comunidade que nasceu e cresceu Deuzami Francisco da Conceição, carinhosamente conhecida como Fiota Kalunga. Agricultora familiar, extrativista, lavradora, artesã, professora da dança Sussa e integrante das Mães do Óleo Kalunga (iniciativa reconhecida por unir produtos de qualidade e saberes ancestrais), Fiota carrega e compartilha conhecimentos herdados de gerações de mulheres do território. Filha de raizeira, neta de parteira, aprendeu muito com Dona Benedita, sua mãe, e hoje segue sendo uma das grandes referências do Vão de Almas pelos saberes ligados à floresta e aos modos de vida que florescem na comunidade geração após geração. É através desses caminhos que nasce “Fiota e o Coco Daiá”, curta-documentário dirigido por Alciléia Torres e Natália Vitral, que acompanha desde a coleta no mato até a extração manual do óleo de coco daiá, também conhecido como indaía ou babaçu em outras regiões do Brasil. O filme revela conhecimentos tradicionais construídos através da confluência com o Cerrado, dos ensinamentos da roça e da terra, acompanhando os caminhos de Fiota Kalunga, cuja trajetória também carrega saberes e fazeres de outras mulheres quilombolas. O curta estreia no próximo sábado, 30 de maio, durante o 9º Encontro Raízes, na Vila de São Jorge, território que reúne raizeiros, parteiras, benzedeiras e pajés na Chapada dos Veadeiros, espaço onde Fiota compartilha, há muitos anos, seus conhecimentos. Assim como o Raízes, o filme também nasce dessa força coletiva, acompanhando os caminhos de uma mulher quilombola ligada ao território, a autonomia e aos modos de vida do Cerrado. A segunda exibição acontece no dia 09 de junho, na Praça da Primavera, em Cavalcante (GO). Ao longo do filme, Fiota compartilha vivências atravessadas pelo trabalho na roça, pela criação dos filhos e pelos ensinamentos deixados pelas mulheres mais velhas da família e por aqueles que vieram antes, revelando formas de vida construídas através da coletividade e da relação profunda com o Quilombo Kalunga. “É bom demais receber tanta gente disposta na minha comunidade, todos querendo fazer esses trabalhos aqui na minha casa, aqui no meu território, pra mostrar isso pro Brasil todo. Foi daqui que veio nossa sobrevivência, nossa força e nossa energia. Agora quem não conhece vai saber como é dificultoso ir até o mato, quebrar o coco, socar no pilão até chegar na casa de cada pessoa. Eu tô feliz, sinto feliz e abraçada por todo mundo. Deus me deu os saberes da floresta e assim eu tô seguindo meus passos.”, expressa Fiota. O documentário também marca o encontro entre diferentes experiências construídas na Chapada dos Veadeiros. Realizado pelo Coletivo Oyá, iniciativa de cinema independente que há mais de 10 anos atua na região através do audiovisual e da cultura, “Fiota e o Coco Daiá” também nasce da parceria com a Rede Kalunga Comunicações, coletivo de comunicação quilombola do Território Kalunga. Construída ao longo dos últimos anos, a união entre os dois grupos fortalece processos colaborativos conduzidos majoritariamente por mulheres, aproximando território, comunicação comunitária e audiovisual na construção coletiva de registros que permanecem no território. Para Alciléia Torres, diretora do filme, comunicadora quilombola e Coordenadora de Cultura da Rede Kalunga Comunicações, nascida e criada na comunidade Vão de Almas, o filme representa a possibilidade de construir narrativas sobre o próprio território a partir de quem vive essas memórias diariamente. “Pra mim, dirigir esse filme é a realização de sonhos. Sonhos que não são somente meus, mas sonhos coletivos, que atravessam gerações. É algo que aquece muito o meu coração, principalmente porque eu sou apaixonada pela narração de histórias através do audiovisual.”, ressalta. A jovem de 21 anos, que também atua na produção de conteúdos dentro da comunidade e dirige seu segundo filme ao lado de outra mulher, acredita que registrar essas memórias é também uma forma de continuidade cultural. “Poder registrar essa nossa memória coletiva para que as futuras gerações também possam vivenciar esses saberes e fazeres através do filme é muito emocionante. E poder participar da contação dessa história pelo olhar de tia Fiota mexe muito comigo, porque a narrativa dela também fala por tantas outras mulheres Kalunga. Nesse filme, tia Fiota carrega as histórias, a força e a resiliência de muitas mulheres do nosso território.” Ao seu lado, a diretora Natália Vitral, integrante do Coletivo Oyá, acompanha Dona Fiota Kalunga há muitos anos e compartilha, há bastante tempo, o desejo de transformar essa relação em filme. “Eu conheço a Fiota há 11 anos e fiquei encantada com ela desde a primeira vez que a vi. Sempre soube o quanto seria importante não só registrar, mas ter a oportunidade de conviver, aprender e trocar com uma mestra como ela”, conta Natália. A diretora explica que a relação do Coletivo Oyá com mestres e mestras da Chapada dos Veadeiros atravessa toda a trajetória do grupo, que há mais de uma década desenvolve trabalhos ligados ao audiovisual, à cultura e às relações com o Cerrado. “Tudo começou com Seu Dedé, uma figura muito importante pra gente dentro da Vila de São Jorge. Foi através dele que começamos a registrar caminhadas no mato, ouvindo sobre as plantas do Cerrado, os remédios e os conhecimentos que seguem vivos até hoje dentro do nosso trabalho e das nossas vidas.” Segundo Natália, o contato com mestres populares como Seu Dedé, Dona Flor, Dona Cecília e Fiota Kalunga ajudou a construir não apenas a identidade artística do grupo, mas também uma relação mais profunda com o território. A diretora reforça que o audiovisual aparece como uma ferramenta de continuidade e valorização dessas histórias. “A nossa forma de preservar e valorizar isso é através do audiovisual. É a ferramenta que a gente encontrou pra registrar e também devolver esse conhecimento pra comunidade.” Como contrapartida do projeto, o filme também promoveu uma oficina de audiovisual dentro da comunidade, ministrada por Natália Vitral, Caio Souza e Caio Martins, envolvendo crianças, adolescentes e moradores em práticas de fotografia, som, entrevista e registro audiovisual. Durante o processo, os próprios participantes entrevistaram uns aos outros, compartilhando memórias, vivências e diferentes olhares sobre o território. Jovens da comunidade Vão de Almas também participaram da construção do documentário, fortalecendo o intercâmbio entre gerações e aproximando moradores das linguagens do cinema e da comunicação comunitária. Maria Ilza acompanhou a produção local das atividades, enquanto Francileia da Cunha Santos e Lucivaldo Pereira estiveram presentes nas gravações do filme, contribuindo em diferentes funções do audiovisual. Lucivaldo participou dos registros fotográficos de making of e bastidores, e Francileia atuou como microfonista durante parte das filmagens. “Foi algo novo pra mim e eu gostei muito de aprender mais sobre como funciona essa parte de ouvir, gravar e cuidar dos sons durante as filmagens. Fazer parte disso tudo me deixou muito feliz e orgulhosa, porque de alguma forma eu também estava ajudando a registrar e valorizar a nossa comunidade e o nosso território”, contou Francileia da Cunha Santos, de 16 anos. Mais do que participações pontuais, a presença dos jovens também reforça a importância de construir processos culturais junto à própria comunidade, permitindo que o audiovisual circule como ferramenta de troca, aprendizagem e continuidade dentro do território. A troca entre diferentes territórios da Chapada dos Veadeiros também atravessa a construção do filme. Grande parte da equipe visitou a comunidade Kalunga Vão de Almas pela primeira vez, mesmo vivendo na região da Chapada, como conta a jovem Graziela Zaira Araújo Paz, de 21 anos, moradora da Vila de São Jorge, localizada a aproximadamente 140 km da comunidade, cerca de 4h de viagem. “Foi a minha primeira vez no Vão de Almas e, pra mim, estar naquele lugar foi como atravessar túneis da história. Conheci riquezas que vão muito além da cultura: pessoas, vivências e conhecimentos que transformaram a forma como eu enxergava a realidade até então.” O documentário também aproximou pessoas de diferentes territórios do Brasil. Entre elas está Ione Maria, diretora de arte e artista visual nascida na comunidade Vila Albertina, Zona Norte de São Paulo, que chegou ao Vão de Almas através da construção coletiva do filme. Para ela, a experiência no quilombo foi marcada pelo encontro, acolhimento vivido e trocas dentro da comunidade. “Estar na comunidade do Vão de Almas realizando um filme foi, acima de tudo, um encontro com um propósito bonito. A harmonia do grupo, junto com o acolhimento da família da Fiota, abriu espaço para o encanto das intenções de boas histórias. Foi incrível conhecer a grandeza e os conhecimentos da Fiota. Levo comigo bonitas lembranças e um orgulho imenso de ter feito parte desse projeto.” Entre câmeras, conversas compartilhadas e especialmente os aprendizados ao longo dos dias de gravação, “Fiota e o Coco Daiá” também se constrói através da diversidade de pessoas que passaram pelo território e deixaram um pouco de si nesse encontro, que será celebrado de forma especial na estreia do filme neste sábado, dia 30 de maio, durante o 9º Encontro Raízes, na Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge. O curta também será exibido no dia 09 de junho, na Praça da Primavera, em Cavalcante (GO). —- “Este projeto foi contemplado pelo Edital de Audiovisual nº 03/2024, realizado pela Secretaria de Estado da Cultura de Goiás através da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), operacionalizada pelo Ministério da Cultura e Governo Federal.”
- Planejamento e trabalho em equipe são diferenciais nos 100 km da Volta do Lago Caixa
A Volta do Lago Caixa chega à sua 20ª edição no dia 5 de julho (domingo), consolidada como um dos eventos esportivos mais tradicionais do Distrito Federal. Com inscrições abertas, a prova reúne atletas de todo o país em percursos de até 100 km, que podem ser percorridos de forma individual ou em equipes de revezamento de 2, 4, 6 ou 8 integrantes. O formato de revezamento concentra a maior parte dos participantes e dá à competição um caráter único de cooperação, planejamento e parceria. Estratégia na definição dos trechos de cada atleta Quando se fala em uma corrida de 100 quilômetros, a primeira imagem que vem à mente costuma ser a do esforço físico. Na Volta do Lago Caixa, porém, existe um ingrediente igualmente importante para o sucesso dos participantes: a estratégia. Na montagem da equipe, os integrantes analisam os 12 trechos do percurso para definir estrategicamente a distribuição dos corredores ao longo do trajeto. A escolha considera fatores como resistência, ritmo de corrida, experiência e nível de dificuldade de cada etapa, já que alguns trechos favorecem velocidade, enquanto outros exigem maior capacidade de resistência ou adaptação às subidas. Experiência compartilhada Além da estratégia esportiva, o revezamento transforma a prova em uma experiência compartilhada. Durante horas, os integrantes dividem deslocamentos, alimentação, apoio logístico e a expectativa por cada trecho concluído, criando laços que muitas vezes ultrapassam o ambiente esportivo. Sobre a Volta do LagoCriada em 2004, a Volta do Lago Caixa nasceu para celebrar uma das principais marcas de Brasília: o Lago Paranoá. Ao longo de duas décadas, a prova se consolidou como um dos eventos esportivos mais tradicionais da capital, reunindo atletas de todo o país em um percurso que passa por diferentes regiões e pontos conhecidos que circundam o lago, revelando a cidade por novos ângulos. Tradição que atravessa gerações Ao completar 20 anos — quase um terço da história da capital federal — a Volta do Lago Caixa reforça valores que acompanham sua trajetória desde o início, como inclusão, diversidade de participação, consciência ambiental e valorização dos espaços públicos. Mais de 40 mil atletas já participaram da prova ao longo de sua história, com representantes de todos os estados brasileiros. O evento também se consolidou como preparação para desafios de longa distância, atraindo desde ultramaratonistas experientes até corredores que encontram no revezamento uma oportunidade de participar de uma prova de 100 km em equipe. Experiência que vai além da corrida A estrutura do evento envolve arena, entrega de kits, integração entre equipes e presença de público ao longo do trajeto, movimentando o turismo e a economia local. A prova também promove a ocupação qualificada dos espaços públicos e reforça a conexão dos participantes com a cidade. Inscrições As inscrições estão disponíveis no site oficial www.voltadolagocaixa.com.br. Os participantes poderão optar pelas categorias solo de 50 km, 70 km e 100 km ou pelas equipes de revezamento com 2, 4, 6 ou 8 integrantes. Os atletas poderão escolher entre dois tipos de kits: kit completo, com camiseta, número de identificação, ecobag, medalha, chip e meia; e kit econômico, composto por número de identificação, chip e medalha pós-prova. Os valores variam conforme a categoria, com descontos para atletas PCD e maiores de 60 anos. Premiação Os atletas solos que completarem os 100 km da Volta do Lago Caixa receberão uma medalha dourada exclusiva. Já os corredores dos percursos de 70 km e 50 km receberão medalhas nas cores prata e bronze. Os três primeiros colocados de cada categoria também serão premiados com troféus, tanto nas disputas individuais quanto nas equipes de revezamento. A Volta do Lago Caixa conta, desde sua primeira edição, com o patrocínio da CAIXA Econômica Federal, instituição que historicamente investe em iniciativas voltadas ao esporte e ao desenvolvimento social no país. Ao longo dos últimos 20 anos, a parceria contribuiu para a consolidação da prova como uma das mais tradicionais corridas de longa distância e revezamento do Centro-Oeste, incentivando a prática esportiva, a inclusão e a ocupação saudável dos espaços públicos. O apoio permanente da Caixa acompanha a trajetória de crescimento do evento e sua conexão com a população de Brasília. Serviço 20ª Volta do Lago Caixa Data: 5 de julho de 2026 (domingo) Horário: largada às 4h Local: Ponte JK – Brasília/DF Inscrições, regulamento e mais informações:www.voltadolagocaixa.com.brPatrocinadora oficial: Caixa
- Nando Reis e Marisa Monte: "Pra Você Guardei o Amor"
Nando Reis e Marisa Monte. Anos de história, dezenas de canções tatuadas no imaginário brasileiro. Para nós, a dupla guardou esse encontro especial que chega na forma de dueto inédito para a clássica composição. “Pra Você Guardei o Amor” com Marisa Monte ainda conta com a regência do Maestro André Bachur e está disponível a partir de hoje, 29 de maio, nas plataformas de música. Ouça aqui: https://onerpm.link/_pravoceguardeioamor Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1oWvP7RgOgH9sChUp4tqnOkKC7c0OFV4q Em conversa, Nando Reis e Marisa Monte explicam a produção da faixa. “Para essa nova versão de ‘Pra você guardei o amor’. Eu e Nando resolvemos fazer algumas coisas diferentes e outras iguais. Basicamente, o violão é a estrutura básica da composição. Foi instrumento que você usou para compor”, diz Marisa para Nando. Ele complementa “E eu sempre pensei em gravar em duas vozes, cantar em duas vozes. Então isso se mantém igual. Mas a instrumentação é muito diferente. Eu chamei Marisa para produzir a faixa e fomos conversando, conversando e achamos.” Marisa continua: “Fomos construindo juntos uma ideia de ter um grupo de instrumentos reduzido, meio camerístico. Então temos oboés, temos trompas, temos harpa, temos um Hammond, temos cello, cordas, temos marimba. Uma formação meio inusitada, mas bastante interessante, que eu acho que acrescentou a essa canção, que é uma canção pop, com uma sonoridade atípica para música pop. Também interessante.” Nando responde: “E isso permite uma outra interpretação, tanto nossa quanto de quem vai ouvir a música na voz da Marisa junto comigo.” E ela finaliza: “Que é uma dinâmica linda dos dois, cantando juntos as intensidades, os alívios, os rallentandos. A gente já canta junto há muitos anos, né, Nando, tem uma intimidade artística, musical, já muito assimilada. Então, pra gente foi muito prazeroso também cantar junto e dividir essas vozes assim, um ouvindo o outro.”
- Festival da Cachaça movimenta Brasília neste fim de semana
Quem procura uma boa opção para curtir o fim de semana em Brasília já pode colocar o Festival da Cachaça de Brasília na agenda. Até domingo, o estacionamento da Arena Mané Garrincha recebe a terceira edição do evento, que reúne música ao vivo, gastronomia, espaço kids, oficinas e mais de 600 rótulos de cachaça produzidos em diferentes regiões do país. Com entrada gratuita e programação para todas as idades, o festival reúne 90 expositores de 15 estados brasileiros e se consolida como um dos maiores eventos do segmento no país. Além das degustações, o público poderá conhecer mais sobre a história, a produção artesanal e a diversidade da bebida que é um dos maiores símbolos da cultura brasileira. A programação inclui palestras e oficinas gratuitas voltadas tanto para apreciadores quanto para profissionais do setor, abordando temas como análise sensorial, envelhecimento da cachaça, coquetelaria e controle de qualidade. Também haverá apresentações musicais ao longo de todo o fim de semana. “O Festival da Cachaça nasceu com o propósito de aproximar o brasiliense da riqueza cultural, histórica e econômica que existe por trás da cachaça. Queremos valorizar os produtores e mostrar a qualidade da produção nacional”, destaca Edilane Oliveira, diretora do Instituto Brasileiro de Integração (IBI) e organizadora do evento. Além das experiências gastronômicas e culturais, o festival também promove oportunidades de negócios e fortalecimento da cadeia produtiva da cachaça artesanal no país. Programação musical Sexta-feira (29) 16h às 23h Claudivan – Trio Karika Sábado (30) 11h às 23h Encontro dos Violeiros – Violada Original Karika~ Domingo (31) 11h às 19h Sereníssima Karika Palestras e oficinas Sexta-feira (29) 16h30 – Madeiras brasileiras nas cachaças Com Dra. Grace Ghesti 18h – Oficina de Coquetelaria do Senac Senac Fecomércio Sesc Sábado (30) 14h – Rastreabilidade e controle de qualidade Com Luiz Salles e Dra. Karla Cristina 15h30 – Oficina de Coquetelaria do Senac Senac Fecomércio Sesc 17h – Como degustar uma cachaça e reconhecer seus atributos sensoriais Com Dra. Bárbara Soares Domingo (31) 14h – Engenharia invisível da qualidade nas bebidas alcoólicas Com Dr. Elias Saba Serviço | Festival da Cachaça de Brasília Data: 27 a 31 de maio Local: Estacionamento da Arena Mané Garrincha Entrada: Gratuita Classificação: Livre
- Festival dos Povos da Floresta promove encontro entre Amazônia e Cerrado em Brasília
Brasília recebe, entre os dias 02 e 06 de junho, a etapa brasiliense do Festival dos Povos da Floresta, iniciativa que promove o encontro entre Amazônia e Cerrado por meio da música, das artes visuais e das vivências culturais dos povos da floresta. Com programação totalmente gratuita no SESC Ceilândia, o Festival reúne artistas de diferentes territórios amazônicos em uma agenda composta por shows, exposição artística, oficinas formativas e ações culturais voltadas à valorização da diversidade cultural da região Norte do país. A programação musical destaca artistas indígenas, afro-amazônicos e representantes da música contemporânea do Norte do Brasil. Com curadoria assinada por Sandro Santarém, os shows promovem diálogos entre tradição e contemporaneidade, reunindo artistas do Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá, Maranhão, Mato Grosso e Distrito Federal. Entre os destaques estão Márcia Siqueira e Djuena Tikuna (AM), Naieme (PA),Patricia Moraes (RO), Ellen Oléria e Marcelo Jeneci. Exposição dos Povos da FlorestaNo dia 05 de junho, o público poderá acompanhar a abertura da Exposição dos Povos da Floresta, no Teatro Newton Rossi, no SESC Ceilândia. A mostra apresenta obras de artistas amazônicos que dialogam com identidade, ancestralidade, território e memória, propondo reflexões sobre pertencimento e conexão com a Amazônia. A curadoria é assinada por Rosely Nakagawa e promove um encontro entre culturas, saberes e comunidades tradicionais e urbanas da região amazônica. Entre os artistas confirmados estão Bototo, com a série Fósseis em acrílico sobre tecido; Will Arehj, com as fotografias Anciã Preparando Macaloba e Cacique tomando Macaloba; Wauto_am Oro Waram, com a série fotográfica Guardião da Mãe Natureza: Terra Indígena Uru Eu Wau Wau; e Paula Sampaio, que apresenta as fotografias Lago do esquecimento e Antônios e Cândidas têm Sonhos de Sorte e Nós. A exposição fica aberta nos dias 05 e 06 de junho, com visitação a partir das 17h. OficinasComo parte do eixo pedagógico do Festival, serão realizadas oficinas gratuitas de foto e vídeo. A de fotografia acontece no dia 02/06, e a de audiovisual em 03/06, ambas no Sesc Ceilândia, das 13h às 18h. As atividades têm como foco a formação, a produção de conteúdo e a democratização do acesso às ferramentas audiovisuais, incentivando novos olhares sobre cultura, território e comunicação através do audiovisual. Festival Povos da FlorestaO Festival dos Povos da Floresta reafirma a potência da cultura amazônica contemporânea como instrumento de pertencimento, memória e transformação social. Ao aproximar Amazônia e Cerrado em um mesmo território de troca, o evento amplia o diálogo entre diferentes regiões do país e fortalece a visibilidade das produções artísticas dos povos da floresta. A proposta do Festival é fortalecer a circulação da produção artística amazônica contemporânea, criando conexões entre ancestralidade, território, memória e inovação cultural. A etapa Brasília leva ao centro político do país uma programação construída a partir das vozes, ritmos e narrativas dos povos da floresta, promovendo encontros entre diferentes saberes, comunidades tradicionais e expressões artísticas. PROGRAMAÇÃO DOS SHOWS 05 de junho — O canto das origens Djuena Tikuna (AM) Terra Indígena (Zoro e Rio Branco) Patrícia Moraes (RO) e Emília Monteiro (DF) Os Originários Originais Éric Terena (MT) Ian Wapichana (RR) Brisa Flow (MA) Artista Nacional Ellen Oléria 06 de junho — Os rios se encontram Euterpe (RR), Gabriê (RO) e Raidol (PA) Naieme (PA) e Márcia Siqueira (AM) Jeff Moraes (PA) e Pretogonista (AP) Artista Nacional Marcelo Jeneci Idealizado pela Rioterra – Centro de Inovação da Amazônia, o Festival dos Povos da Floresta é apresentado pela Petrobras, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com realização do Ministério da Cultura e Governo Federal. SERVIÇO Festival dos Povos da Floresta – Etapa BrasíliaOficinas: 02 e 03 de junho, 13h às 18hShows: 05 e 06 de junho, a partir das 18h Local: SESC Ceilândia – Teatro Newton Rossi Entrada gratuita em toda a programação
- Sofisticação, técnica e sabor marcam a nova fase do cardápio e da identidade do Gran Monumental Restaurante
Na última terça-feira (25), o Gran Monumental Restaurante & Gastrobar recebeu jornalistas, convidados e parceiros para apresentar oficialmente seu novo cardápio, celebrando os dois primeiros meses da casa. O Restauranteur Carlos André Souza e o Chef Maicon Silva conduziram a noite, apresentando as novidades do cardápio. O jantar servido aos convidados incluiu entradas como Carpaccio Tradicional de Carne, Bruschetta e Camarão Piña Colada. Entre os principais, destaque para o Salmão ao Molho de Maracujá e Gengibre e o Steak Moscovita Clássico Velha Guarda. Para encerrar, a sobremesa escolhida foi Cocada de Forno com Sorvete de Baunilha. A harmonização dos vinhos ficou sob orientação do gerente Thiago Soares e do sommelier e maître Antônio Cleyton. Os rótulos foram apresentados pelas próprias distribuidoras participantes do encontro, representadas por Alexandre Azevedo e Evandro Alves, da Vinhos SA, e Francisco Chaves, da Porto a Porto. Já a coquetelaria levou a assinatura do mixologista Gustavo Guedes, presente no evento, com drinks preparados pelos mixologistas Patrícia Alckmin e Alisson Oliveira. Na trilha sonora da noite, o saxofonista Jordan do Sax (@sax_jordan) apresentou um repertório romântico, acompanhado de uma seleção tecno-romântica que ajudou a compor a atmosfera sofisticada do encontro. Estiveram presentes o presidente da Abrasel-DF, Thales Furtado, representantes das importadoras Vinhos SA e Porto a Porto, além de diversos veículos de comunicação e convidados do setor gastronômico.
- Quanto mais velho, mais curioso: pesquisa revela que o interesse por BDSM cresce com a maturidade
Existe uma crença popular de que a curiosidade sexual pertence aos jovens. Os dados discordam. Uma pesquisa inédita do Sexlog, a maior rede social de sexo e swing da América Latina, ouviu mais de 7 mil pessoas e chegou a uma conclusão que inverte a lógica: o interesse por BDSM aumenta com a idade. BDSM é um acrônimo que reúne seis práticas: Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão, Sadismo e Masoquismo. Na prática, é um universo amplo de dinâmicas entre parceiros que envolvem jogos de poder, controle e entrega, sempre com base em consentimento explícito e negociação prévia. Longe do estereótipo violento que ainda circula no imaginário popular, o BDSM é, para quem o pratica, uma linguagem de intimidade: uma forma de explorar desejo, confiança e conexão emocional de maneira consciente e acordada entre as partes. Nos últimos anos, esse universo deixou de aparecer apenas em nichos underground e passou a ocupar espaço na cultura pop. O principal exemplo é a franquia “Cinquenta Tons de Cinza”, que transformou o BDSM em assunto global e despertou curiosidade em milhões de pessoas. Mas filmes e séries como “Secretária” (2002), considerado um dos retratos mais sensíveis sobre dominação e submissão no cinema, “Bonding”, da Netflix, e até produções recentes ligadas ao fenômeno dos dark romances ajudaram a popularizar debates sobre desejo, poder e fantasias sexuais. Ainda assim, praticantes afirmam que muitas dessas obras misturam fantasia e realidade, reforçando estereótipos e ignorando pilares centrais da prática, como consentimento, diálogo e segurança. O que diz a pesquisa Entre os respondentes de 18 a 24 anos, 28,8% declararam já ter ouvido falar ou sentido interesse pelo tema. Na faixa dos 55 aos 64 anos, esse número salta para 43,3%, número 50% maior em relação aos mais jovens. Ou seja, quase metade dos brasileiros nessa faixa etária já flertou com o assunto. Mayumi Sato, CMO do Sexlog, comenta que, embora muitas pessoas imaginem que os jovens são os mais interessados em conhecer práticas mais ousadas na cama, o que pesquisa mostra que quem já viveu mais, conhece melhor seus desejos. "O que é possível perceber é que quanto mais experientes e maduras, mais as pessoas estão abertas a conhecer seu próprio prazer e experimentar coisas diferentes do usual”, diz. Da fantasia escondida ao palco público Rafael, 35, e Nayara, 34, conhecidos nas comunidades fetichistas como Hex Fetiche e Mistress Nara, não esperaram a meia-idade para assumir quem são. Juntos há quase cinco anos, eles se conheceram no meio de uma cena de fetiche e, juntos, percorreram em velocidade acelerada um caminho que, segundo a pesquisa, a maioria dos brasileiros só faz depois dos 50. "Eu sempre achei que era uma parte que eu tinha que esconder da minha vida, que era uma parte suja e que ninguém podia saber. Mas isso não saía da minha cabeça”, conta Rafael. O desejo existia desde a infância. O vocabulário veio depois, com o tempo, com as primeiras experiências, com a descoberta de que havia outras pessoas navegando o mesmo território. Dois anos atrás, o casal decidiu assumir seu estilo de vida para a família, amigos e, depois, para câmeras de TV e microfones de podcast. "Quando você vai descobrindo que não é uma aberração, que tem mais pessoas interessadas nisso e que é mais normal do que a gente imagina, você vai se soltando", diz ele. Diálogo como prática central Outro dado da pesquisa surpreende quem ainda associa BDSM a ausência de limites: 83,2% dos interessados acreditam que o BDSM exige mais diálogo do que o sexo convencional. E 60,4% afirmam conversar sempre sobre limites antes de qualquer experiência íntima. Rafael e Nayara confirmam isso na prática. Parte significativa do trabalho deles hoje é justamente de conscientização: mostrar que o fetichismo, em especial o universo BDSM, é atravessado por negociação, confiança e respeito. "O fetichismo permeia a sociedade como um todo. Só que ainda existe muita coisa que as pessoas associam ao BDSM que não é o que ele é de verdade", diz Rafael. A pesquisa endossa: 75,1% dos entrevistados acreditam que a sociedade ainda interpreta mal o BDSM. E 84,1% querem explorar mais o universo, mas sentem o peso do estigma. O que os números dizem 43,3% dos brasileiros entre 55 e 64 anos já tiveram interesse em BDSM 83,2% acreditam que o BDSM exige mais diálogo que o sexo convencional 84,1% querem explorar mais o tema 75,1% acham que a sociedade ainda interpreta mal a prática Mulheres têm propensão maior ao interesse (34,9%) do que homens (31,0%) A curiosidade aparece como fantasia pessoal prévia em 36,6% dos casos, antes de qualquer filme, livro ou pornografia Sobre o Sexlog O Sexlog é a maior rede social de sexo e swing da América Latina, com mais de 25 milhões de usuários. A plataforma oferece um ambiente seguro para quem deseja explorar a sexualidade com liberdade, respeito e prazer.
- 5ª Coffee Brasília amplia ações de sustentabilidade e impacto social
O Coffee Brasília chega à quinta edição reforçando seu compromisso com sustentabilidade, impacto social e fortalecimento da economia criativa do Distrito Federal. De 4 a 7 de junho, no Shopping CasaPark, o evento transforma novamente Brasília em ponto de encontro de produtores, baristas, especialistas e amantes do café, mas desta vez com um olhar ainda mais voltado ao impacto humano e à inclusão social. Após uma edição de 2025 marcada por ações ambientais e práticas sustentáveis, a organização amplia em 2026 o conceito de ESG ao direcionar esforços para projetos de transformação social por meio do universo do café especial. Segundo a sócia-organizadora Nahyara Vieira Alves, o amadurecimento do evento levou a uma compreensão mais ampla sobre sustentabilidade. “Na edição de 2025 focamos bastante na parte ambiental do ESG, mas aprendemos que a sustentabilidade no Coffee Brasília precisa fazer sentido emocional também. É sobre integrar fornecedores locais, valorizar a economia da cidade e transformar cada detalhe em experiência responsável”, afirma. A empresária destaca que o festival passou a inspirar outras iniciativas do setor de eventos no Distrito Federal. “Hoje, o Coffee Brasília é um case replicável, que inspira outros eventos a seguirem o mesmo caminho: o de unir propósito, comunidade e sustentabilidade”, ressalta. A organização garante a manutenção das práticas ambientais adotadas em parceria com o Shopping CasaPark, incluindo ações de coleta seletiva e incentivo ao consumo consciente durante os quatro dias de programação. O grande destaque desta edição, porém, será o fortalecimento da frente social do projeto. Em parceria com o Instituto Seaproximemais e o Talk’afe, o Coffee Brasília lança oficialmente um movimento voltado à inclusão produtiva através da cadeia do café especial. “O foco desta edição será o social: Coffee Brasília + Instituto Seaproximemais + Talk’afe. Queremos usar o universo do café como ferramenta de inclusão, capacitação e transformação de vidas”, explica Nahyara. Uma das principais ações da parceria será a formatura de 20 alunos capacitados pelo Instituto Seaproximemais e pelo Talk’afe em cursos de barista. A cerimônia ocorrerá no primeiro dia do evento, em 4 de junho, às 15h, dentro da programação oficial do festival. Mais do que uma solenidade, a iniciativa busca conectar pessoas em situação de vulnerabilidade social ao mercado de cafés especiais, considerado um dos segmentos mais promissores da economia criativa brasileira. “Essa união representa um ecossistema de oportunidades, onde pessoas passam a ter acesso à formação, geração de renda e pertencimento dentro do mercado do café”, reforça a organizadora. Outra novidade da edição será o lançamento do Café Social, produto colaborativo criado a partir da união entre expositores participantes do Coffee Brasília. A Agência Quinta Dimensão desenvolveu toda a identidade visual e campanha do projeto, enquanto marcas parceiras forneceram os grãos para uma edição especial e limitada do café. Durante o evento será aberta a pré-venda do produto, cuja renda será integralmente revertida para o projeto Coffee Brasília + Instituto Seaproximemais + Talk’afe — Cafeteria Social. A proposta é transformar o café em ferramenta concreta de impacto econômico e social, fortalecendo pequenos produtores, promovendo capacitação profissional e ampliando oportunidades dentro do setor. Além da programação voltada ao ESG, o Coffee Brasília contará com expositores, oficinas do Senac, debates no espaço Talk Coffee, experiências sensoriais e campeonatos de barismo e latte art, consolidando o evento como uma das principais vitrines do café especial no Centro-Oeste. SERVIÇO Coffee Brasília 2026 — Café por Elas Quando: 4 a 7 de junho de 2026 Onde: Shopping CasaPark Entrada gratuita Classificação indicativa: livre Instagram: @coffeebrasilia_
- Mostra Cultura Candanga reúne tradições populares com patrocínio da Petrobras
Brasília será palco de um grande encontro de culturas populares nos dias 6 e 7 de junho, durante a 5ª edição da Mostra Cultura Candanga. Com entrada gratuita, o evento ocupa a Feira da Torre de TV com uma programação que reúne artistas e grupos do Distrito Federal, Pará, Ceará, Maranhão, Bahia, Pernambuco e também da Guiné, na África Ocidental.Produzida pela Associação Cultura Candanga e pelo grupo Pé de Cerrado, a Mostra conta com patrocínio da Petrobras, recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e realização do Ministério da Cultura e Governo Federal. O evento integra o Programa Petrobras Cultural, que há mais de quatro décadas investe em iniciativas voltadas à valorização da diversidade cultural brasileira, da memória e das expressões populares em todas as regiões do país.Ao apostar em um festival voltado às culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, a Petrobras reforça seu compromisso com projetos que promovem circulação artística, preservação de patrimônios imateriais e fortalecimento da identidade cultural brasileira.A programação desta edição reúne importantes representantes das culturas afro-brasileiras, indígenas e populares. Entre os destaques está o grupo pernambucano Bongar, referência nacional na cultura do coco ligada ao Terreiro Xambá, em Olinda, unindo ancestralidade, espiritualidade e ritmos afro-brasileiros em apresentações de forte potência cênica e musical.Outro momento marcante da Mostra será a apresentação das Suraras do Tapajós, primeiro grupo de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil. Vindas de Alter do Chão, no Pará, as artistas transformam o palco em espaço de afirmação cultural e defesa dos territórios amazônicos.A programação também promove encontros entre tradição e contemporaneidade. É o caso do coletivo Ponto BR, que reúne mestres e guardiões da cultura popular brasileira em diálogo com músicos da cena contemporânea brasileira.Do Ceará, o grupo Dona Zefinha traz o espetáculo Pedra que Estala, combinando música, teatro, humor, dança e cultura popular em uma performance vibrante e interativa.A presença internacional fica por conta da artista guineense Fanta Konatê, cantora, bailarina, compositora e coreógrafa especializada nas tradições do Oeste Africano.Com curadoria de Carla Landim e Pablo Ravi, pesquisadores das culturas populares, indígenas e afro-brasileiras, a Mostra nasce de experiências e encontros vivenciados em diferentes regiões do país.SOBRE AS ATRAÇÕESPé de Cerrado (DF)Com 25 anos de trajetória, o Pé de Cerrado é referência na valorização da cultura popular brasileira no Distrito Federal.Bongar (PE)Formado por integrantes ligados ao Terreiro Xambá, em Olinda, o Bongar é referência na cultura do coco e das tradições afro-brasileiras.Ponto BR (PE/MA/SP/RJ)O coletivo Ponto BR reúne mestres e guardiões da cultura tradicional brasileira em diálogo com músicos da cena contemporânea, promovendo encontros entre diferentes territórios, gerações e sonoridades. O projeto reúne nomes como Mestre Walter França, Mestra Zezé de Iemanjá e Ribinha de Maracanã ao lado de artistas da música contemporânea brasileira.Suraras do Tapajós (PA)Primeiro grupo de carimbó formado exclusivamente por mulheres indígenas no Brasil, as Suraras do Tapajós unem música, dança e ancestralidade em defesa da Amazônia e do protagonismo feminino indígena.Dona Zefinha (CE)Com mais de 30 anos de trajetória, o grupo cearense Dona Zefinha mistura música, teatro, humor, dança e cultura popular. SOBRE A PETROBRASA Petrobras é uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa. A Cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para a cultura brasileira e se fazem presentes em todos os Estados brasileiros." Onde tem Patrocínio Petrobras, tem Governo do Brasil. Apresentação: Petrobras – Programa Petrobras CulturalIdealização e Produção: Pé de Cerrado, Cultura CandangaRealização: Ministério da Cultura e Governo FederalProjeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal Serviço5ª Mostra Cultura CandangaDias 6 e 7 de junho de 2026, sábado e domingoA partir das 16hFeira da Torre de TV – Brasília/DFEntrada gratuitaMais informações: @culturacandangadf
- Eles não gritam. Eles sussurram. E vão tomar conta de um casarão em Brasília
Quem disse que a grandeza de uma obra está nos protagonistas? A Casa de Ferreiro Companhia de Teatro, ao completar 15 anos de uma trajetória que já soma mais de 20 montagens e quase 300 alunos, decidiu fazer a pergunta ao contrário: e se a potência estiver nos cantos? A resposta é "A Casa que Sussurra", uma imersão cênica de quase um ano inteiro que vai tirar os holofotes de quem sempre esteve sob eles para lançá-los, pela primeira vez, sobre as figuras que sempre estiveram à margem. As tias que vigiam. Os vizinhos que julgam. Os que observam. Os que sussurram. "Durante décadas, montagens e estudos se debruçaram sobre os corpos expostos de Nelson Rodrigues. Nós queremos o avesso: os coadjuvantes que tudo veem e tudo comentam, mas nunca ganham nome, voz ou holofote", provoca Bruno Estrela, fundador e diretor da companhia. Inédito e imersivo O ineditismo não para na escolha do elenco de personagens marginais. A montagem final não acontecerá num teatro — mas num casarão peculiar nos arredores de Brasília, que não será cenário, e sim personagem. O público percorrerá cômodos, porões e escadas. Não haverá plateia. Haverá uma casa que respira com os atores. Uma casa que sussurra. O processo de quase um ano, que começa em setembro de 2026 e se estende até 2027, também rompe com o formato de oficina. Os atores não interpretam uma visão pronta do diretor: cada um escolhe seu coadjuvante, investiga sua performance e confecciona o próprio figurino. O Método Artesanal, forjado pela companhia em 15 anos de pesquisa, é a ferramenta. Bruno Estrela conduz. O ator se inventa. "Aqui não tem atalho", adverte Bruno. "Começamos com meses de leitura imersiva e debate da obra do Nelson. Só depois escolhemos as personagens. Só depois erguemos a cena. Quem busca facilidade não encontra o que procura aqui." De Brasília para o Brasil A trajetória da Casa de Ferreiro justifica a ambição. A companhia coleciona reconhecimento, entre os quais dois se destacam: o Prêmio Aldir Blanc por sua atuação na cena local e o Prêmio Web de Teatro, vencido por voto popular como a ação mais relevante do teatro local entre 2022 e 2024 pela revitalização física, artística e simbólica do lendário Teatro Oficina Perdiz. A relevância da companhia, no entanto, já havia cruzado as fronteiras do Distrito Federal quando a dramaturgia da Casa de Ferreiro integrou espetáculo do Grupo Galpão, um dos mais importantes coletivos teatrais do país, num reconhecimento contundente, da potência do trabalho desenvolvido em Brasília. O chamado "Aos que ainda não podem se jogar no abismo, pedimos que não venham. É um trabalho que exige riscos", desafia Bruno, ecoando o tom do manifesto de abertura do projeto. As inscrições estão abertas. Mas a casa tem os cômodos contados. E o sussurro, para ser ouvido, exige escuta — e coragem. SERVIÇO: A Casa que Sussurra — Oficina de Vivência e Imersão na obra de Nelson Rodrigues Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfpfXqcWP7Tvautn2TZg7OckTr2Ox_sGqJGe2ZLPxDeYIxSLw/viewform?usp=header Período: setembro/2026 a junho/2027 (recesso de 16/12 a 03/02) Encontros: quintas-feiras, 19h30 às 21h30, Brasília. Mais informações: (WhatsApp) 61996639268 ou @casadeferreiro.teatro
- LAB Bibliotecas Renato Russo une arte e sustentabilidade em oficina de gravura com material reciclável para jovens de escola pública
No dia 1º de junho, data que marca o início da Semana Mundial do Meio Ambiente, o Centro Educacional do Lago Norte (CEDLAN) recebe a oficina “Desenho Criativo: Gravura em Material Reciclável”. A atividade prática une inovação, criatividade e consciência ambiental ao transformar embalagens recicláveis em matrizes para a produção de gravuras inspiradas na tradicional xilogravura. A ação é promovida pela ONG Amigos da Vida e faz parte do projeto LAB Bibliotecas Renato Russo, que contempla ações formativas, eventos culturais, palestras educativas e a execução da obra de requalificação da biblioteca escolar. Ao todo, cerca de 200 estudantes do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do CEDLAN estão sendo beneficiados pelas iniciativas do projeto, que conta com o patrocínio da CNP Seguros Holding Brasil e do Instituto CNP Brasil. A oficina será comandada pelo artista plástico Renan Abel, que propõe uma abordagem dinâmica e acessível para os estudantes. “O processo de entintamento, o uso do rolinho, a tinta e o papel são os mesmos da xilogravura. O resultado final fica muito parecido, tanto que tem gente que até confunde”, explica o artista. Segundo Renan, a proposta vai além da teoria: “Vou falar um pouco da minha história e passar as ferramentas, mas depois vamos direto para a prática. O adolescente gosta da ação, do fazer acontecer de forma simples”. A oficina de gravura abre a programação de junho do projeto no CEDLAN, que ainda contará ao longo do mês com eventos de Slam e palestras focadas em empregabilidade e educação financeira. LAB Bibliotecas Renato Russo O projeto LAB Bibliotecas Renato Russo tem como objetivo revitalizar bibliotecas de escolas públicas do Distrito Federal, transformando esses espaços em ambientes modernos de aprendizagem. Além de incentivar a leitura, os laboratórios são equipados com computadores conectados à internet, permitindo que os estudantes realizem pesquisas digitais e ampliem o acesso ao conhecimento. Neste ano, a biblioteca do CEDLAN está entre as unidades contempladas pela iniciativa. Regiões como Recanto das Emas, Ceilândia, Guará e Taguatinga já foram beneficiadas pelo projeto. Desde 2008, a associação já implantou 15 brinquedotecas em hospitais da rede pública do Distrito Federal, além de duas bibliotecas e três LABs em escolas públicas ao longo de 12 anos de atuação. Amigos da Vida Com 26 anos de existência, a ONG Amigos da Vida atua em todo o Distrito Federal na defesa dos direitos humanos. A organização é presidida por Christiano Ramos, ativista e pessoa vivendo com HIV. Inspirado por sua própria experiência de hospitalização após o diagnóstico, em 1987, Ramos idealizou a criação de brinquedotecas em hospitais públicos, oferecendo às crianças espaços de acolhimento e ludicidade durante o tratamento. Todas as unidades levam o nome do artista Renato Russo, cantor e compositor nascido no Rio de Janeiro e criado em Brasília, onde consolidou sua trajetória artística. Sobre o Instituto CNP Brasil O Instituto CNP Brasil é uma organização comprometida com o fortalecimento da educação e o desenvolvimento de jovens em situação de vulnerabilidade, criando oportunidades reais de transformação por meio de programas educacionais. Atuando em parcerias com escolas, governos, empresas e organizações do terceiro setor, o Instituto desenvolve iniciativas voltadas ao desenvolvimento acadêmico, pessoal e ao exercício da cidadania, reconhecendo os jovens como protagonistas de suas próprias jornadas de transformação. Programação junho 1/6 (Segunda-feira) 13h45 às 17:00 Oficina "Desenho Criativo: Gravura em Material Reciclável" com Renan Abel (Encontro único). 2/6 (Terça-feira) 12h30 às 13h45 Evento SLAM 13h45 às 15h15 Oficina de SLAM (2º encontro). 17/06 (Quarta-feira) 8h30 às 9h30 Palestra sobre Empregabilidade + Educação Financeira para as turmas de 3º ano. 29/06 (Segunda-feira) Evento Cultural (Slam + Sarau) 30/06 (Terça-feira) Inauguração do novo espaço do LAB-Biblioteca.













