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- Cirandas e Histórias na Terra das Memórias: em dezembro, projeto terá culminâncias no Cruzeiro, Taguatinga e Ceilândia
De setembro a dezembro, em Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Estrutural e Taguatinga, os Centros de Convivência pulsaram cultura, alegria e memória. Foram meses nos quais a literatura se misturou às cantigas populares e a imaginação para costurar novas formas de estar no mundo. Em Brazlândia e na Estrutural o projeto se despediu com espetáculo literário e exposição dos trabalhos produzidos onde os participantes se tornaram protagonistas. Nos próximos dias é a vez do Cruzeiro, Taguatinga e Ceilândia conhecerem o resultado das oficinas realizadas com pessoas 60+ que se deixaram envolver pela magia da palavra e do gesto criador nessas três Regiões Administrativas. Ao longo do projeto os participantes realizaram diversas oficinas como práticas da narrativa oral (contador de histórias); mediação literária; ciranda de leituras; criando histórias produzindo livros artesanais; juntando contos e primeiros pontos; escolhendo contos e pontos; bordando contos; desenhando narrativas; costurando narrativas; fios que atravessam o tempo e versos: criação e recitação de versos. Agora chegou a hora das culminâncias, espaços de grande celebração sobre a arte de ouvir e contar histórias, costurar narrativas, tirar versos, dançar cirandas e bordar sonhos e poesias com as próprias mãos. Durante o encerramento das atividades será realizada uma mostra do resultado das oficinas e a apresentação do espetáculo “Terra das Memórias” pelo grupo Paepalanthus e o Mestre sanfoneiro Sivuquinha de Brasília. Um momento único e inspirador. Participe dessa experiência na qual a imaginação floresce em cada palavra, cada conto, cada cantiga, cada ponto e cada história que vira caminho e se transforma em território de afeto. Cirandas e Histórias na Terra das Memórias - Mais do que oficinas, o projeto é uma ciranda de vozes, na qual cada palavra dita ou ouvida se torna remédio contra o esquecimento, um gesto de afeto, uma centelha de vida. Estudos já mostraram que a contação de histórias, as rodas de conversa, a leitura e as artes manuais ajudam a manter viva a mente e o coração. Cada encontro do projeto será espaço de partilha e cuidado: narrativas orais, versos criados e recitados, livros artesanais, bordados que contam histórias, costuras que unem gerações. Um convite para quem chegou ao grupo dos 60+. Venha girar a ciranda que entrelaça gerações, guardando o ontem e iluminando o amanhã. Cirandas e Histórias na Terra das Memórias é realizado pelo Instituto Cultural Casa de Autores em parceria com o Grupo Paepalanthus com o fomento do Ministério da Cultura (MinC). Serviço: Cruzeiro: :03/12, quarta-feira : às 14h30 : Associação de idosos Paz e Amor do Cruzeiro Velho Taguatinga :09/12, terça-feira : às 14h30 : CECON Mozart Parada Ceilândia :10/12, quarta-feira : às 9h : CECON Ceilândia Sul
- Casa Rosa DF realizará Festa de Natal com ação solidária, oficina, atendimento jurídico e exibição de filme no dia 20 de dezembro
A Casa Rosa DF promoverá, no dia 20 de dezembro, sábado, das 10h às 14h, sua tradicional Festa de Natal , um encontro comunitário que reúne cuidado, acolhimento e solidariedade para a população LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal. A programação é gratuita e acontece na sede da Casa, em Sobradinho, reunindo atividades de saúde mental, atendimento jurídico, exibição de filme, entrega de cestas e um momento de confraternização com almoço coletivo. Neste fim de ano, a instituição reforça seu chamado para doações, lembrando que o Natal é um período simbólico para fortalecer redes de apoio, estender a mão ao próximo e garantir que todas as pessoas possam celebrar com dignidade. A Casa Rosa receberá doações de alimentos, produtos de limpeza, itens de higiene pessoal e panetones, além de doações em dinheiro via PIX (CNPJ: 39.726.775/0001-84). Programação: acolhimento, saúde mental, filme e ações sociais A festa começa com uma oficina de saúde mental, conduzida pela psicóloga da Casa, criando um espaço seguro para diálogo, fortalecimento emocional e construção de vínculos. Paralelamente, haverá atendimento jurídico e uma equipe de psicólogos para acolhimento de demandas e encaminhamentos. Ao longo da manhã, será exibido o documentário “Indianara” (2019), que acompanha a trajetória da ativista Indianara Siqueira e retrata os desafios e a resistência da Casa Nem, no Rio de Janeiro, uma história que dialoga diretamente com o compromisso da Casa Rosa com cuidado, proteção e luta por direitos. Como em todos os anos, a confraternização inclui o preparo e o serviço da refeição comunitária, reunindo participantes, voluntários e parceiros em um momento de união e celebração. Entrega das cestas de fim de ano, incluindo as “cestas verdes” da CSA A Casa fará a tradicional entrega de cestas de alimentos secos (arroz, feijão, itens básicos) e, mais uma vez, contará com o apoio da CSA – Comunidade Sustentável, que doa as chamadas cestas verdes: kits generosos repletos de frutas, verduras, legumes e, às vezes, até ovos. São alimentos frescos, como batata-doce, alface, couve e diversos produtos agroecológicos. No ano passado, graças à combinação das cestas secas com as cestas verdes, a Casa Rosa conseguiu montar kits completos inclusive com ave para a ceia de Natal, em parceria com o Banco do Brasil. A soma dessas doações garante que cada família assistida possa viver o final do ano com fartura, afeto e dignidade. A Casa Rosa reforça que o Natal é um período fundamental para que a sociedade fortaleça ações solidárias que impactam diretamente a vida de pessoas LGBTQIAPN+ em situação de risco. Além das doações físicas, contribuições financeiras pelo PIX (39.726.775/0001-84) ajudam a manter as atividades essenciais da instituição, incluindo acolhimento, atendimento psicológico, programas de empregabilidade e ações culturais. SERVIÇO — Festa de Natal da Casa Rosa DF Data: sábado, 20 de dezembro de 2025 Horário: das 10h às 14h Local: Casa Rosa DF (Sobradinho) - Quadra 17, Conjunto A, Casa 45, Sobradinho. Livre. Entrada gratuita. SOBRE A CASA ROSA : A Casa Rosa, no Distrito Federal, é um lugar de acolhimento, convivência e assistência à população LGBTQIAPN+ em situação de vulnerabilidade. Surgiu em 2017, por iniciativa do ativista Marcos Tavares, atual presidente da instituição. Localizada no bairro de Sobradinho, a casa atende moradores do Distrito Federal e entorno e é o único espaço deste tipo em todo o Centro-Oeste do país. Atualmente, além de acolher pessoas adultas LGBTQIAPN+ em situação de risco e vulnerabilidade, também propõe articulações e ações afirmativas à esta população, tais como cursos de formação para fomento da empregabilidade, palestras e workshops em escolas e organizações, entrega de cestas e marmitas, atendimento psicoterapêutico, atendimento jurídico, organização de feiras e outras atividades culturais. COMO DOAR PARA A CASA : As doações podem ser feitas por meio do PIX da Casa Rosa, que é o CNPJ - 39.726.775/0001-84, ou também podem ser entregues pessoalmente. A Casa Rosa também retira doações e todos os tipos são aceitos. Há também a opção de se tornar um associado, e colaborar mensalmente com o trabalho da Casa.
- Protagonismo feminino na ciência: meninas conquistam 11.725 medalhas na OBAFOG 2025
As meninas cada vez mais conquistam seu espaço quando o assunto é astronomia. Em 2025, as alunas que participaram da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG) receberam 11.725 medalhas em todo o território brasileiro. Esse resultado revela o protagonismo feminino na olimpíada científica, mostra o talento e incentiva a participação delas na ciência. De acordo com a organização da OBAFOG, as estudantes que se destacaram na construção e no lançamento de foguetes educacionais conquistaram 4.646 medalhas de ouro, 4.682 de prata e 2.397 de bronze. A edição de 2025 distribuiu, ao todo, 26.188 medalhas para alunos de escolas públicas, privadas e rurais de todo o país. Foram 10.441 de ouro, 10.312 de prata e 5.435 de bronze. Categorias A OBAFOG é dividida em 6 níveis. O nível 1 é destinado aos estudantes do 1º ao 3º ano do fundamental. O objetivo é construir e lançar foguetes de canudo por impulso de ar comprimido. No nível 2, participantes do 4º ao 5º ano lançam foguetes de papel movidos por impulso de ar comprimido. Já o nível 3 é para os matriculados entre o 6º e o 9º, que precisam elaborar e lançar foguetes de garrafa pet movidos com água e ar comprimido. No nível 4, alunos do ensino médio lançam foguetes movidos com vinagre e bicarbonato de sódio. Já no nível 5, alunos do ensino médio ou superior lançam foguetes de propulsão sólida. Além disso, alunos dos 8º e 9º anos do fundamental e ensino médio (níveis 3 e 4 da OBAFOG) podem participar da nova modalidade de foguetes multiestágios feitos de garrafa pet: nível 6 “categoria Manual do Mundo”. Jornada de Foguetes Os melhores colocados dos níveis 3 ao 6 ainda são convidados para participar das Jornadas de Foguetes, que acontecem na cidade de Barra do Piraí (RJ). A programação conta com palestras e oficinas práticas sobre astronáutica, astronomia e ciências afins com astrônomos e especialistas, observação das constelações, apresentação de alunos e lançamento de foguetes numa pista de pouso. Além disso, os participantes lançam seus foguetes e podem receber medalhas e troféus. Mais meninas na ciência Segundo o Prof. Dr. João Canalle, coordenador da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) e da OBAFOG, o desempenho expressivo das estudantes é reflexo do crescimento da participação feminina, do esforço delas e de acreditarem no próprio potencial. “Essa geração de meninas mostra que ciência, criatividade e determinação são ingredientes universais para o sucesso em qualquer área”, destaca. Organizadores da OBA A OBA é realizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), com os Deputados Federais Tabata Amaral, André Janones, Vitor Lippi, Ismael Alexandrino, Senador astronauta Marcos Pontes, Centro Universitário Facens, BTG Pactual, Bizu Space, UERJ, Força Aérea Brasileira e Agência Espacial Brasileira. A OBA ainda tem como embaixadores os canais Manual do Mundo, Física Total e AstroBioFísica.
- Hospital Santa Lúcia lança NefroSanta, centro completo de nefrologia
O maior hospital privado da capital federal, o Hospital Santa Lúcia Sul (HSLS), lançou um novo centro de nefrologia completo, a NefroSanta . Trata-se do primeiro serviço de diálise totalmente integrado à maior rede hospitalar do Distrito Federal, reunindo atendimento ambulatorial, diagnóstico precoce, terapia renal substitutiva, incluindo hemodiafiltração, e suporte de alta complexidade em um mesmo ecossistema assistencial. A proposta é garantir segurança, continuidade do cuidado e respostas clínicas mais rápidas para pacientes renais crônicos e agudos. A NefroSanta nasce como unidade própria do Grupo Santa — a exemplo do programa Cuidar+ — e responde a uma demanda crescente por serviços de diálise ambulatorial, que funcione dentro de uma estrutura hospitalar completa , articulado com áreas essenciais como UTI, pronto atendimento, hemodinâmica, cirurgia vascular, cardiologia, endocrinologia e infectologia. Além da estrutura completa do hospital à disposição, a unidade conta com um acesso exclusivo para pacientes que buscam mais privacidade e comodidade. Além disso, serviços especiais de transfer e navegação assistencial, oferecem mais conforto ao reduzir deslocamentos, evitar fragmentação e acelerar o atendimento em situações de risco. “A NefroSanta surge para preencher uma lacuna histórica: a falta de um serviço de diálise verdadeiramente hospitalar, que una tecnologia, equipe multiprofissional e integração total com o cuidado de alta complexidade. Trazemos toda a jornada do paciente para dentro do mesmo ecossistema, com continuidade, segurança e acesso rápido a terapias avançadas”, afirma o Dr. Elber Rocha , médico nefrologista e assistente da NefroSanta. Estrutura assistencial e tecnologia Projetada nos padrões mais modernos e internacionais da nefrologia ambulatorial, a NefroSanta reúne terapia renal substitutiva com máquinas de última geração preparadas para hemodiafiltração on-line, monitoramento contínuo e protocolos baseados em evidências, com rastreabilidade de dados, controle da qualidade da água e detecção automática de falhas. O cuidado integral contempla medidas de conforto, atenção nutricional individualizada, acompanhamento psicológico e concierge assistencial que orienta pacientes e familiares durante todo o percurso dentro do hospital. “Na prática, para o paciente, isso se traduz em segurança, pois toda a estrutura hospitalar estará à disposição para qualquer intercorrência durante a diálise, com a velocidade e a qualidade que o nosso paciente precisa”, afirma o Dr. Mendell Lemos, médico nefrologista e coordenador da NefroSanta . Ele destaca ainda o modelo de cuidado contínuo, do ambulatório ao transplante, com enfermeiros navegadores que coordenam consultas, exames e procedimentos dentro do centro de nefrologia. DGBB Comunicação & Estratégia Linha de cuidado e integração O lançamento da NefroSanta representa também um avanço no modelo assistencial do Grupo Santa, que investe na integração entre especialidades, modernizando processos e qualificando a jornada do paciente. O lançamento do serviço de nefrologia é um marco de gestão que fortalece a padronização de protocolos, a atuação multiprofissional e a organização da jornada clínica. Segundo Danilo Brito, diretor de Integração do Grupo Santa, a criação do novo centro reforça a capacidade da rede de estruturar trajetórias assistenciais completas. “Após um planejamento detalhado, lançamos um serviço que oferece um atendimento customizado, centrado na experiência e na segurança do paciente, tanto nos casos de doença renal aguda quanto crônica”, explica. A NefroSanta fortalece a integração do cuidado renal às áreas de cardiologia, endocrinologia, vascular e hemodinâmica — especialidades que frequentemente atuam juntas na condução do paciente renal. Essa articulação permite decisões mais rápidas, processos coordenados e um atendimento mais eficiente. “Nosso objetivo é enxergar o paciente de forma completa , oferecendo um plano de cuidado que vai do diagnóstico ao tratamento, com suporte de uma equipe multiprofissional altamente qualificada. Isso fortalece o propósito do Grupo Santa de entregar uma medicina mais integrada, inteligente e humanizada”, reforça o diretor. Por que importa? A doença renal crônica (DRC) é hoje um desafio global e já figura como a 9ª causa de morte no mundo, com cerca de 1,48 milhão de óbitos registrados em 2023 e com prevalência de atingir em torno de 14% dos pacientes adultos. Um estudo recente, publicado no dia 6 de novembro na revista científica The Lancet, mostra que os casos quase dobraram desde 1990, reforçando a necessidade de diagnóstico precoce e linhas de cuidado integradas como a proposta oferecida pela NefroSanta. Em maio de 2025, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou a primeira resolução dedicada à saúde renal, reconhecendo a DRC como prioridade no plano global de doenças crônicas até 2030, com ênfase em prevenção, rastreio e acesso a terapias que retardam a progressão da doença. DGBB Comunicação & Estratégia Principais destaques da NefroSanta (estrutura e serviço): 12 poltronas de diálise em salas amplas, climatizadas e divididas por perfil assistencial; Máquinas de última geração para realização de hemodiafiltração on-line; Áreas de isolamento e sala de emergência equipada; Consultórios, sala de prescrição médica e posto de enfermagem centralizado; Ambientes de apoio ao conforto de pacientes, acompanhantes e equipe; Fluxo direto com UTIs, enfermarias e serviços diagnósticos do HSLS. Sistema informatizado com rastreabilidade de dados assistenciais e revisão de parâmetros de qualidade de diálise; Monitoramento em tempo real e equipamentos com detecção automática de falhas; Controle rigoroso da qualidade da água de diálise; Estrutura de “backup” para garantir continuidade do tratamento; Acesso exclusivo à unidade e transfer para pacientes (sob demanda); Integração física e de processos com pronto atendimento 24h, UTI, hemodinâmica e centros cirúrgicos. Linha de cuidado completa: do ambulatório de nefrologia à terapia renal substitutiva e ao transplante; Planos terapêuticos individualizados, acompanhados continuamente por nefrologistas e equipe multiprofissional; Concierge assistencial e enfermeiros navegadores para coordenar consultas, exames e procedimentos dentro da NefroSanta; Protocolos baseados nas melhores diretrizes internacionais para DRC e diálise; Avaliação constante de indicadores de qualidade e discussão individual de casos excepcionais; Fluxo de comunicação direta com UTIs e enfermarias para respostas rápidas em intercorrências; Medidas de analgesia e conforto durante as sessões, com atenção nutricional individualizada e acompanhamento psicológico; Atuação multiprofissional (nefrologia, enfermagem, nutrição, psicologia, serviço social e fisioterapia); Foco em prevenção e diagnóstico precoce da DRC no ambulatório, com manejo de comorbidades (hipertensão, hiperglicemia, obesidade e tabagismo), visando retardar a progressão da doença; Educação do paciente e da família para adesão ao tratamento e autocuidado. SERVIÇO NEFROSANTA Local: Bloco C, Centro Clínico do Hospital Santa Lúcia Sul Endereço : SHLS Quadra 716 Conjunto C, Setor Hospitalar Sul – Brasília/DF Telefone : Telefone: (61) 3445-0000 Acesso : setor com entrada exclusiva e transfer para pacientes (sob demanda) DGBB Comunicação & Estratégia SERVIÇO GRUPO SANTA (UNIDADES DISTRITO FEDERAL): HOSPITAL SANTA LÚCIA SUL Endereço: SHLS Quadra 716 Conjunto C, Setor Hospitalar Sul – Brasília/DF Telefone: (61) 3445-0000 HOSPITAL SANTA LÚCIA NORTE Endereço: SHLN Quadra 516 Conjunto G, Lote 7, Asa Norte – Brasília/DF Telefone: (61) 3448-9100 HOSPITAL SANTA LÚCIA GAMA Endereço: Qd 16, Área Especial 16, Lado Oeste, Setor Central – Gama/DF Telefone: (61) 3203-9400 UNIDADE AVANÇADA SANTA LÚCIA TAGUATINGA Endereço: QS 05, Lote 22, Avenida Areal – Taguatinga/DF Telefone: (61) 3013-9800.
- Na cidade mora um rio | de Lino Valente | Curadoria Bené Fonteles
Entre o real e a lembrança existe um borrão — um território feito para ser prospectado e imaginado. É a partir desse lugar que se desenvolve a mostra “Na cidade mora um rio”, do artista visual e cineasta Lino Valente , com curadoria de Bené Fonteles, que abre ao público no dia 9 de dezembro, às 19h, na Galeria 3 do Museu Nacional da República, em Brasília. Com dez anos de trajetória, o artista apresenta obras em formatos e técnicas variadas que expandem a linguagem fotográfica e incorporam elementos do cinema para dialogar com questões próprias da história da arte. Realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), a mostra permanece em cartaz até 15 de fevereiro de 2026, com visitação de terça a sábado, das 9h às 18h30. A mostra conta com Interpretação em LIBRAS para as rodas de conversa, audiodescrição para todas as obras da exposição por QR Code, legendas em português nos vídeos exibidos e folder em braille. O Museu Nacional da República está localizado na Esplanada dos Ministérios, Brasília – DF. Instagram: @museunacionaldarepublica e @linovalente_. Há três anos, o artista iniciou uma investigação pessoal sobre os rios que cortavam o Distrito Federal e que, aos poucos, desapareceram da paisagem. Para passar o tempo no trânsito com os filhos, criou um jogo: quem avistasse um rio ganhava um ponto. Poucos foram encontrados. Muitos cursos d’água foram aterrados ou canalizados para dar lugar a ruas, estradas, parques, prédios e até bairros inteiros. Em sua primeira individual institucional, Lino Valente parte da questão ambiental para desenvolver uma série de fotografias criadas a partir de frames de filmes. Imagens indefinidas e de cores saturadas se desdobram em impressões sobre chapa de metal, videoprojeções, videoinstalações e backlights. A exposição, concebida como um conjunto coerente e interligado, também incorpora essa perspectiva. O artista costura afetos e memórias que não se fixam na materialidade das coisas, mas habitam o espaço fluido entre o visível e o invisível. Seu olhar transgressor desestabiliza percepções e conduz o público a outras formas de sentir, convidando-o a atravessar limites sutis entre presença e ausência. O efêmero como matéria de criação Essa pesquisa se desdobra na compreensão da paisagem como algo em constante transformação. Lino aborda a passagem do tempo e a natureza transitória dos espaços urbanos, ampliando a noção de paisagem ao revelar camadas de vozes, memórias e imaginários que compõem as cidades. Ao borrar territórios e fronteiras, explora zonas liminares entre real e lembrança, pertencimento e deslocamento. Segundo Bené Fonteles, Lino registra os vestígios dos rios a partir da janela de um carro em movimento, percorrendo ruas e avenidas que poderiam pertencer a Brasília ou a qualquer cidade do mundo. Mais do que acompanhar o deslocamento dos veículos, o artista realiza uma verdadeira arqueologia sensível, trazendo à tona tanto as águas ocultas das cidades quanto memórias abafadas pelo ritmo urbano. “Entre essas realidades e lembranças, algo acontece em nossa mente sensível e extrassensorial. Ela deseja quase que tocar a pele das imagens, para brincar de borrá-las à nossa vontade sensitiva.” Bené Fonteles , curador A mostra é permeada por textos do artista, em que ele se debruça sobre as questões que atravessam a produção presente na mostra. Efemeridade e impermanência, saudade, passagem, travessia. São ensaios poéticos que tratam do gesto, da aceitação, do seguir em frente. A obra de Lino propõe uma travessia sensorial que estimula o espectador a tocar simbolicamente a pele das imagens e reinventá-las afetivamente. Assim, Lino transforma a imagem em poesia e estabelece uma cumplicidade profunda entre obra, percepção e sensibilidade humana. Sobre o artista Artista visual e cineasta autodidata, Lino Valente desenvolve uma poética que funde fotografia e vídeo como linguagens híbridas e expandidas. Sua pesquisa nasce do desejo de dissolver fronteiras: entre o real e o imaginário, entre a memória e a invenção. Habita o intervalo entre a escuta e a presença, elaborando micronarrativas visuais que pairam sobre o cotidiano — imagens que se deixam atravessar pelo tempo, cultivadas nos gestos quase invisíveis do dia a dia. O Cerrado, território afetivo que o abriga e atravessa, é o solo simbólico de onde brotam suas histórias sensoriais, enquanto a cidade surge como espelho de ausências e deslocamentos. Trabalha com camadas de percepção, buscando experiências na banalidade, no que está à margem, naquilo que quase não se vê — numa tentativa de habitar o instante. Seu trabalho transita entre o cinema, a fotografia e a instalação, propondo modos sensíveis de ver, habitar e reinventar territórios — e o tempo. Participou de exposições no Museu Nacional da República e em galerias de sua cidade. Suas obras integram acervos e coleções brasileiras. Em 2025, foi indicado ao Prêmio PIPA, e seu filme Eternidade Agora, dirigido e roteirizado por ele, integrou a Bienal de Havana e foi convidado a compor o acervo do MAM de São Paulo. Vive em Brasília e trabalha entre São Paulo e Belo Horizonte. Sobre o curador Bené Fonteles nasceu em 1953 em Bragança-PA, vive e trabalha em Salvador (BA). É artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor. Iniciou sua carreira em 1971, participando do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará. Desde então, transita entre a arte e o artesanato, baseando seu trabalho na transformação de materiais simples e muitas vezes frágeis, naturais ou pouco trabalhados pelo homem, como pedras, pedaços de troncos, cordas, tecidos rústicos, arames, entre outros. Por cinco vezes participou da Bienal de São Paulo, com destaque para a 32ª edição, com o projeto Ágora: OcaTaperaTerreiro, sob convite de Julia Rebouças, assim como do Panorama de Arte Atual Brasileira no MAM de SP e mostras experimentais no Museu de Arte Contemporânea da USP. De suas exposições individuais, podem ser destacadas as mostras, “Sudários” no Espaço Cultural Contemporâneo – ECCO em Brasília, “Audiovisuais” e “Terra” realizadas na Pinacoteca do Estado de São Paulo, “Bené Fonteles” no Parque Lage no Rio de Janeiro e diversas outras. Também está presente em coleções privadas e em diversos acervos públicos e institucionais em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Belém, Cuiabá, Paris e Nova Iorque. Além do trabalho autoral como artista visual, já organizou e publicou diversos livros e catálogos sobre artistas como Rubem Valentim, Mario Cravo Neto, Athos Bulcão etc. Faz curadorias e projetos de expografia em artes visuais. Foi diretor do Museu de Arte da UFMT e Museu de Arte de Brasília e recebeu do Ministério da Cultura e da Presidência da República a Ordem do Mérito Cultural. Sobre o Museu Nacional da República O Museu Nacional da República, localizado em Brasília, foi inaugurado em 2006 e é administrado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Sua missão é promover as artes visuais para todos os públicos, de forma dialógica, sendo um espaço dedicado à curiosidade, à sensibilização do olhar e à produção de conhecimento, por meio de ações de acervo, pesquisa, comunicação e educação. Serviço: Na cidade mora um rio De | Lino Valente Fotografia, videoinstalação, videoprojeção Curador | Bené Fonteles Abertura | 09/12/2025, às 19h Onde | Galeria 3 – Museu Nacional da República Endereço | Esplanada dos Ministérios – Brasília – DF Visitação | até 15/02/2026 terça a domingo, das 9h às 18h30 Entrada | gratuita Classificação indicativa | livre para todos os públicos Instagram | @museunacionaldarepublica | @linovalente_ Expografia | Studio Tavares Produção || Incentivem Soluções Culturais Acessibilidade | Interpretação em LIBRAS para as rodas de conversa, Audiodescrição para todas as obras com acesso por QR Code, Legendas em português nos vídeos exibidos e Folder em Projeto realizado com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)
- Da brincadeira ao palco: banda Brincantantes, de São Sebastião, lança canções autorais em show especial
Depois de nove anos compondo, experimentando e brincando com os sons da cultura popular, a Banda Brincantantes está pronta para uma estreia mais que especial. Neste sábado (06/12), a partir das 19h, os 20 jovens músicos, com idades entre 7 e 14 anos, sobem ao palco montado na Associação Ludocriarte para o lançamento de duas músicas autorais. Mais do que um show, o evento gratuito é a celebração de um percurso. Pela primeira vez, as crianças e adolescentes vivenciam a experiência completa de um artista: figurino próprio, estrutura técnica profissional para produção e gravação das músicas, além da emoção de lançar suas criações para o mundo em um show aberto ao público. A iniciativa é resultado de um ano de trabalho intensivo, viabilizado com recursos da Lei Paulo Gustavo. A Brincantantes é fruto de nove anos de vivência musical dentro da Associação Ludocriarte, que há mais de duas décadas oferece atividades artísticas e educativas para crianças e jovens de São Sebastião. Sob coordenação de Rose Almeida e produção musical de Daniel Pitanga, a banda é um espaço onde o desejo de fazer música encontra acolhimento, liberdade e experimentação. Junto aos oficineiros de Música Daniel Guedes e Carol Dias, as crianças compõem suas próprias letras, criam arranjos, desenvolvem repertório e descobrem novas possibilidades sonoras. "O nosso trabalho na banda é a fusão entre a livre expressão e o brincar. A música surge desse lugar de experimentação lúdica. Quando uma criança pega um instrumento para 'brincar' de fazer som, ela está, na verdade, iniciando uma profunda relação com a arte. A técnica vem para servir a essa criatividade, nunca para engessá-la", destaca Rose Almeida. Atualmente, já são 15 canções autorais criadas ao longo da trajetória, que estão disponíveis em plataformas online ( ouça aqui ). As crianças e adolescentes do grupo são protagonistas em todo o processo criativo: criam as letras, elaboram o repertório e experimentam técnicas em instrumentos de sopro, corda, percussão e canto. A voz do Cerrado e o reggae da comunidade As duas novas músicas que serão apresentadas neste sábado são fruto de uma jornada de descobertas. Durante oficinas realizadas ao longo do ano, os Brincantantes exploraram ritmos como ijexá, ciranda, coco e samba pisado. Desse caldeirão cultural, escolheram dois para darem voz às suas próprias histórias. A primeira música, um samba pisado, nasceu inspirada no mestre Tico Magalhães, fundador do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro. A letra, elaborada de forma coletiva a partir de uma chuva de ideias, é um passeio poético pelo Cerrado e traz a participação especial de Dinho Lacerda e Manuela Abdala, que também integram o grupo reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal. Já a segunda canção, construída sobre a vibração do reggae, é uma verdadeira carta de amor à cultura da comunidade de São Sebastião e às vivências dentro da própria Ludocriarte. Criada como um presente para celebrar os 20 anos da instituição, a música traduz a relação afetuosa das crianças com o espaço que há tanto tempo mantém viva a chama do brincar, da arte e da livre expressão. A faixa conta com a participação de artistas da própria comunidade como a cantora Ane Eoketu, Sherwin Morris (Instituto Cultural Congo Nya), o poeta Paulo Dagomé, além das sócias-fundadoras da Ludocriarte Magda Regina e Maria Lúcia Ono. SERVIÇO: Banda Brincantantes - lançamento de músicas autorais Quando: 06/12. Sábado, a partir das 19hOnde: Associação Ludocriarte - Q. 103, Conjunto 05, Casa 01 - St. Residencial Oeste - São SebastiãoQuanto: entrada franca Ouça o trabalho da banda Brincantantes! Acessibilidade: Audiodescrição disponível.
- Delfia lidera iniciativa de livro que reposiciona o Marketing B2B no Brasil
Profissionais de marketing que atuam no universo B2B passam a contar com uma obra de referência no mercado. Lançado em novembro em São Paulo , o livro “Jornada Marketing B2B” reúne autores da área de Marketing de diversos segmentos como TI, Energia, Educação, Insurtech, Serviços e Comunicação, que compartilham práticas, estratégias e cases reais do setor. A obra é patrocinada pela Delfia , curadoria de jornadas digitais, que tem se destacado por sua atuação inovadora no marketing voltado aos setores de tecnologia e serviços, além de ser responsável pela curadoria editorial do projeto, reforçando seu compromisso em fomentar o debate sobre maturidade digital e inovação no mercado B2B. A diretora de Marketing da Delfia, Simone Justinio, é uma das curadoras da publicação, e Amanda Fonseca , que integra o time de marketing, assina um dos capítulos. “Patrocinar e participar da curadoria deste livro vai muito além de apoiar uma boa iniciativa. É um posicionamento claro da Delfia: acreditamos no poder do marketing B2B para transformar negócios e marcas, especialmente em segmentos que costumavam operar nos bastidores”, afirma Simone Justinio, diretora de Marketing da Delfia. A obra nasce a partir da necessidade de preencher uma lacuna no mercado: a falta de bibliografia específica e atualizada sobre marketing B2B com foco em práticas locais. Enquanto o marketing B2C possui uma vasta literatura, o B2B ainda busca referências mais alinhadas ao contexto brasileiro. Mais de 20 autores, que são profissionais de marketing, comunicação e branding e líderes de grandes marcas, compartilham suas visões sobre o futuro do marketing B2B. Entre os temas abordados estão estratégias de ABM (Account-Based Marketing), funil de vendas B2B, storytelling, conteúdo, neuromarketing, uso de inteligência artificial e o papel crescente do branding nesse mercado, muitas vezes subestimado no B2B, mas crucial para a diferenciação de marca. O livro também destaca tendências emergentes como CMO as a Service nas estratégias de marketing e o uso estratégico de vídeo e social selling para criar conexões mais humanas e relevantes no ambiente corporativo. A obra segue o modelo de conteúdo colaborativo que tem marcado os projetos da Jornada Colaborativa – a mesma que, em 2024, lançou o livro sobre Observabilidade com apoio da Delfia. Além da relevância técnica e mercadológica, o projeto carrega um propósito social: parte da renda obtida com a venda dos exemplares será revertida para a instituição AME (Amigos Múltiplos pela Esclerose).
- Cinemateca Brasileira apresenta a Mostra ANOS 60 - A ERA DE OURO DO CINEMA COREANO de 05 a 14 de dezembro
A Cinemateca Brasileira realiza, em parceria com o Korean Film Archive (KOFA) e o Centro Cultural Coreano no Brasil, a mostra ANOS 60 – A ERA DE OURO DO CINEMA COREANO. Entre os dias 5 e 14 de dezembro, serão exibidos oito títulos pouco conhecidos no Brasil. Eles são dirigidos por oito cineastas diferentes e representativos de uma década de grande êxito artístico e comercial do cinema sul-coreano. A programação dá continuidade à mostra Coreia do Sul, Anos 50: clássicos restaurados , realizada na Cinemateca Brasileira em 2024. Uma série de fatores contribuiu para a produção cinematográfica coreana nos anos 1960. O início da década foi marcado pelo afrouxamento da censura durante a transição entre dois governos autoritários, o que abriu algum espaço para experimentações temáticas e formais. Ao mesmo tempo, políticas estatais como a obrigatoriedade de que cada estúdio produzisse três longas-metragens para poder importar um filme estrangeiro, além de medidas protecionistas, como a cota de tela, elevaram drasticamente o número de produções: em 1960 foram realizados 92 filmes locais; em 1969, esse número já havia saltado para 229. A rápida industrialização também teve papel decisivo, já que o crescimento das grandes cidades criou um público urbano cada vez mais numeroso. Nesse ambiente, surgiram grandes estúdios e uma espécie de star system, com diretores e atores que se tornaram amplamente reconhecidos pelo público. Somado a isso, o avanço técnico e a crescente profissionalização do setor ajudaram a consolidar a década de 60 como um momento crucial para o desenvolvimento do cinema sul-coreano. Os filmes que compõem a mostra revelam a centralidade do melodrama no cinema da época. Muitos retratam a realidade social do país, ainda afetada pelo pós-Guerra da Coreia, incluindo pobreza, modernização acelerada, tensões urbanas e a luta pela sobrevivência e pela manutenção de laços afetivos em meio às dificuldades. Ao mesmo tempo, alguns mesclam outros gêneros, como guerra ( Fuzileiros que nunca retornaram , 1963), horror ( Uma assassina sedenta de sangue , 1965) ou comédia ( Sob o céu de Seul , 1961). Outros títulos que compõem a mostra são: Bala sem rumo (1961), de Yu Hyun-mok, amplamente considerado um dos melhores filmes coreanos de todos os tempos; A juíza (1962), de Hong Eun-won, a segunda mulher a dirigir longas-metragens no país – a primeira foi Park Nam-ok, cujo A viúva foi exibido na Cinemateca Brasileira em 2024; O cocheiro , de Kang Dae-jin, um dos primeiros filmes coreanos a ganhar destaque internacional, premiado no Festival de Berlim de 1961; A mãe e o hóspede , de Shin Sang-ok, estrelado por sua esposa Choi Eun-hee, a atriz mais reconhecida e aclamada da geração; e Juventude descalça (1964), de Kim Ki-duk, fortemente influenciado pelos filmes japoneses taiyozoku , que retratavam a juventude rebelde e frustrada do pós-guerra. A redescoberta, a remasterização/restauração digital e a difusão de grande parte desses filmes foi possível graças ao Korean Film Archive (KOFA), fundado em 1974. É o caso de A juíza , cuja cópia em 16mm foi descoberta pelo KOFA em 2015, e Bala sem rumo , restaurado a partir de uma cópia em 35mm, provavelmente proveniente dos Estados Unidos, que continha legendas em inglês cobrindo metade da imagem – e que foram removidas no processo de restauração. A sessão do filme Fuzileiros que nunca retornaram do dia 14/12 será apresentada por Hwang Min Jin, programadora do KOFA. Toda a programação é gratuita, e os ingressos serão distribuídos uma hora antes de cada sessão. CINEMATECA BRASILEIRA Largo Senador Raul Cardoso, 207 – Vila Mariana Horário de funcionamento Espaços públicos: de segunda a segunda, das 08 às 18h Salas de cinema: conforme a grade de programação. Biblioteca: de segunda a sexta, das 10h às 17h, exceto feriados Sala Grande Otelo (210 lugares + 04 assentos para cadeirantes) Sala Oscarito (104 lugares)Área externa (300 lugares) Retirada de ingresso 1h antes do início da sessão Programação Sexta-feira, 05 de dezembro 20h Sala Grande Otelo BALA SEM RUMO Sábado, 06 de dezembro 15h Sala Grande Otelo O COCHEIRO 17h Sala Grande Otelo A JUÍZA 19h Sala Grande Otelo FUZILEIROS QUE NUNCA RETORNARAM Domingo, 07 de dezembro 17h30 Sala Grande Otelo JUVENTUDE DESCALÇA 19h45 Sala Grande Otelo UMA ASSASSINA SEDENTA DE SANGUE Quarta-feira, 10 de dezembro 19h30 Sala Oscarito A JUÍZA Quinta-feira, 11 de dezembro 17h30 Sala Grande Otelo SOB O CÉU DE SEUL 20h Sala Grande Otelo A MÃE E O HÓSPEDE Sexta-feira, 12 de dezembro 17h30 Sala Oscarito JUVENTUDE DESCALÇA 20h Sala Oscarito O COCHEIRO Sábado, 13 de dezembro 14h30 Sala Oscarito A MÃE E O HÓSPEDE 17h30 Sala Oscarito BALA SEM RUMO 19h30 Sala Oscarito UMA ASSASSINA SEDENTA DE SANGUE Domingo, 14 de dezembro 14h30 Sala Grande Otelo FUZILEIROS QUE NUNCA RETORNARAM A sessão será apresentada por Hwang Minjin, programadora do KOFA. 17h30 Sala Oscarito SOB O CÉU DE SEUL CINEMATECA BRASILEIRA A Cinemateca Brasileira, maior acervo de filmes da América do Sul e membro pioneiro da Federação Internacional de Arquivo de Filmes – FIAF, foi inaugurada em 1949 como Filmoteca do Museu de Arte Moderna de São Paulo, tornando-se Cinemateca Brasileira em 1956, sob o comando do seu idealizador, conservador-chefe e diretor Paulo Emílio Sales Gomes. Compõem o cerne da sua missão a preservação das obras audiovisuais brasileiras e a difusão da cultura cinematográfica. Desde 2022, a instituição é gerida pela Sociedade Amigos da Cinemateca, entidade criada em 1962, e que recentemente foi qualificada como Organização Social. O acervo da Cinemateca Brasileira compreende mais de 40 mil títulos e um vasto acervo documental (textuais, fotográficos e iconográficos) sobre a produção, difusão, exibição, crítica e preservação cinematográfica, além de um patrimônio informacional online dos 120 anos da produção nacional. Alguns recortes de suas coleções, como a Vera Cruz, a Atlântida, obras do período silencioso, além do acervo jornalístico e de telenovelas da TV Tupi de São Paulo, estão disponíveis no Banco de Conteúdos Culturais para acesso público.
- Gracyovos: a campanha do Canva que pegou todo mundo de surpresa
A influenciadora Gracyanne Barbosa virou o centro de uma das campanhas publicitárias mais comentadas da semana — e o protagonista por trás da ideia é Canva Brasil. A história parecia clássica: no dia 24 de novembro, Gracyanne anunciou nas redes sociais uma nova linha de ovos “premium” chamada Gracyovos, com caixas sofisticadas, acabamento luxuoso e promessa de exclusividade. O anúncio rapidamente ganhou força: perfis de influenciadores postaram vídeos “recebendo” os ovos, a embalagem chamava atenção e a narrativa — “ovo fino, shape gigante” — parecia se encaixar ao histórico fitness da musa. A estratégia funcionou tão bem que muitas pessoas e veículos chegaram a acreditar no lançamento real. Mas, poucas horas depois, veio a revelação: Gracyanne postou um novo vídeo explicando que toda a identidade visual, o logo, a embalagem e os vídeos da Gracyovos tinham sido criados com o Canva — ou seja, a marca era fictícia, parte de uma ação publicitária da plataforma. Em tom de brincadeira, ela afirmou que os “estoques” já tinham sido esgotados — porque ela mesma havia “consumido” todos os ovos. Para o Canva, a campanha faz parte da iniciativa “Faz Bonito”, que busca mostrar de forma criativa e acessível como qualquer pessoa — empreendedores, criadores de conteúdo ou marcas pequenas — pode construir sua identidade visual e materiais completos usando a plataforma. No Brasil, o Canva tem apostado em celebridades de forte apelo popular: antes de Gracyanne, a ação já tinha incluído a Xuxa Meneghel em campanhas bem-humoradas. O efeito da campanha ultrapassou o rótulo dos ovos. A Gracyovos se transformou em um case de mídia espontânea e marketing — um experimento bem-sucedido sobre como humor, expectativa e a força da influência digital podem gerar repercussão imediata. Para muitos, foi uma brincadeira; para o mercado, um lembrete de que hoje um “produto” pode existir apenas no digital e ainda assim dominar o debate.
- Chapada dos Veadeiros mobiliza moradores e voluntários para garantir Natal de crianças em comunidades rurais
A 29ª edição do “Natal da Chapada”, iniciativa comunitária que reúne voluntários para levar presentes e atividades recreativas a crianças de áreas rurais da Chapada dos Veadeiros (GO), será realizada entre os dias 12 e 14 de dezembro. A programação inclui ações na Vila São Jorge, nos dias 12 e 13, e na comunidade da Capela, no dia 14. Criado para atender famílias em situação de vulnerabilidade social, o projeto oferece um dia de celebração com entrega de brinquedos, brincadeiras, música e lanche. Apesar da simplicidade, a ação tornou-se uma das mais aguardadas pelas crianças da região, que veem no evento um momento de acolhimento e pertencimento. Para viabilizar a iniciativa, a organização depende integralmente de doações. Contribuições de qualquer valor são destinadas à compra de brinquedos e à estrutura mínima do evento. A campanha virtual está disponível em: Link A ação mobiliza moradores, instituições e empresários locais. Alexandre Cardoso, proprietário da Risoteria Santo Cerrado e apoiador histórico do evento, afirma que o impacto vai além do dia da entrega. “O Natal da Chapada é um lembrete de que pequenas iniciativas transformam realidades. Ver a alegria das crianças e a união da comunidade mostra o quanto esse gesto coletivo faz diferença”, diz. Para Mércia Miranda, presidente da Associação Veadeiros, a longevidade do projeto reforça sua importância social. “Chegar à 29ª edição significa que a comunidade acredita nesse trabalho. É uma tradição construída com afeto e responsabilidade, que garante às crianças um momento de alegria e pertencimento”, afirma. Segundo os voluntários, mesmo quem não puder contribuir financeiramente ajuda ao compartilhar o link e apoiar a mobilização local, reforçando o espírito de solidariedade que sustenta o projeto há quase três décadas. Serviço Natal da Chapada – 29ª ediçãoDatas e locais:• 12 e 13 de dezembro – Vila São Jorge• 14 de dezembro – Comunidade da Capela Doações podem ser feitas pela vaquinha oficial: Link Realização: Associação Veadeiros, com apoio de moradores, voluntários e parceiros locais.
- Prestes a iniciar sua turnê na Europa, Dilsinho disponibiliza primeira sessão de “Conteúdo Sensível”
Esta quinta, 27 de novembro, é dia de terapia! E o terapeuta é o DIFERENTÃO mais romântico do Brasil. Dilsinho se prepara para disponibilizar a primeira sessão de “ Conteúdo Sensível ” às 21h em todas as plataformas de áudio. Com quatro faixas, incluindo a recém lançada “ O Que Eu Faço Agora? ” - que já tem mais de três milhões de streams-, a sessão promete curar corações ao redor do mundo. “ 3 em 3 Horas ”, “ Calma Respira ” e “ Prometendo Nada ” são as novidades do artista para esta semana. Cada canção vai abordar o amor de forma distinta. Essas faixas podem até não ser terapia, mas certamente são terapêuticas, traduzindo em palavras sentimentos que muitos jamais conseguiriam verbalizar. A intenção de Dilsinho é exatamente essa: ser interlocutor dessas histórias para que, à partir da identificação e aceitação, os corações dos ouvintes sejam alcançados e curados conforme cada faixa é executada. “ Durante toda a minha carreira eu tentei falar da nossa história de amor: da minha e a da de vocês. E eu descobri que falar de amor de todas as suas formas pode ser terapêutico. Algumas músicas parecem que machucam, mas na verdade elas estão curando. Essa é a ideia com ‘Conteúdo Sensível’ e, com esse primeiro lançamento, espero que esse projeto possa ajudar cada um de vocês a colocar pra fora o que o coração sente ”, deseja Dilsinho . Esta é a primeira sessão (compilado de músicas) que Dilsinho disponibiliza, e há ainda mais uma que será divulgada em breve nas redes sociais do pagodeiro. Em “ Conteúdo Sensível ”, o artista aborda sobre o amor, a paixão, a dúvida, a dor e a cura. O álbum promete uma verdadeira “sessão de terapia” para os ouvintes que, nas músicas, podem enxergar as suas histórias e buscar a superação. Afinal, existem certos tipos de terapias não convencionais, como uma conversa sincera, um ombro amigo e até uma música, que têm um poder de curar. EM TEMPO: Nesta quinta, 27, Dilsinho desembarca na Europa para três grandes shows. A primeira apresentação será na quinta-feira, em Dublin, na Irlanda. Depois, no sábado (29), o pagodeiro canta em Foetz, Luxemburgo; por fim, chega à Londres, na Inglaterra, no domingo (30), encerrando a turnê mais DIFERENTONA do mundo.
- Luan Santana em ‘Registro Histórico: vem aí a parte 1 do próximo DVD, em celebração aos 18 anos de sucesso
No momento em que comemora a maioridade nos palcos -fato precoce para quem soma apenas 34 anos de vida - Luan Santana anuncia para o dia 27, quinta-feira, o lançamento da Parte 1 de "Registro Histórico". O DVD é resultado do show gravado na Arena da Baixada, em Curitiba, com mais de 70 mil ingressos esgotados em poucos minutos. “Você Não Sabe o Que é Amor” abre os trabalhos da temporada, integrando uma playlist de 22 faixas gravadas na capital paranaense. A Arena da Baixada se transformou em um verdadeiro caldeirão, a fim de celebrar esses 18 anos de carreira do protagonista em questão. O repertório selecionado para o trabalho reflete o fenômeno que é Luan Santana. A lista se estende a “Te Vivo", Meteoro”, “Adrenalina”, “Nega", “Química”, “Acordando O Prédio”, “Eu, Você o Mar e Ela”, “Cê Topa?”, “Sogrão Caprichou”, “Garotas Não Merecem Chorar”, “Voar Outra Vez”, “Chuva de Arroz”, “Aqui é o Seu Lugar”, “Água Com Açúcar”, “Te Esperando”, “Somos Apenas Um”, “Não Era Pra Ser”, “Tanto Faz”, “Parede Branca”, “Pra Você Lembrar De Mim” e “Moça Chique”. HISTÓRICO Luan Santana começou a conquistar o Brasil em 2009, com o primeiro show realizado em Campo Grande. Já gravou projetos em grandes cidades como Rio de Janeiro, Itu, São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Salvador, além de explorar novas experiências com os projetos "Luan City" 1 e 2.0, e o “Ao Vivo na Lua”. O DVD e os videoclipes de “Registro Histórico” são resultado de dois shows de três horas de duração cada um. "Estou muito emocionado! Tinha que ser aqui, Curitiba. Viver 18 anos em uma noite", disse Luan logo após a apresentação. “Comemoramos todos esses anos em que nos conhecemos, nos amamos, dividimos canções, refrões e sentimentos. O registro deste trabalho é histórico não só no nome, mas em toda a concepção, produção e gravação... Tudo o que envolve um trabalho feito com tanto amor, que, eu sei, é recíproco", declara o artista. O projeto não representou apenas uma gravação, mas um reencontro com a própria história, um registro para eternizar tudo o que foi vivido até aqui. O REGISTRO A direção artística foi do próprio Luan Santana, com produção musical de Lucas Santos e Vitor Castro, e direção musical de Pexe. Kley Tarcitano assina a direção criativa, enquanto Douglas Aguillar e Fran Landhin são responsáveis pela direção de vídeo. A direção geral é de Weverton Santana (Tonzeti), e o projeto cenográfico, de Zé Carratu. Carlinhos Nogueira faz a direção de Fotografia. Ao público, cabe a maior assinatura: o coro e aplausos de quem acompanha uma carreira consagrada com talento, amor e músicas que atravessam gerações e ultrapassam fronteiras.













