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- Heinz e Grupo T.T. Burger se unem em lançamento de burger exclusivo
Na próxima semana, durante os dias de 14 a 20 de setembro, o Grupo T.T. Burger e a Heinz se unem para criar uma experiência imperdível para a Semana do Cliente. Durante o período, o Três Gordos, marca de ultra smash burgers do grupo, apresenta o Magrelo, burger criado especialmente para a parceria e que aposta na combinação dos deliciosos burgers da hamburgueria com o sabor marcante da tradicional marca de molhos. Para completar a experiência, quem pedir o Combo Magrelo durante a ação ainda ganha um tubo de Ketchup Zero Heinz (zero adição de açúcares). Desenvolvido pelo chef Thomas Troisgros, o lançamento brinca com um dos principais elementos da identidade do Três Gordos: seus nomes bem-humorados. O próprio nome da marca é uma tradução literal do sobrenome Troisgros e, por isso, o cardápio traz burgers batizados de Gordo, Gorducho e Gordão. Para a parceria com a Heinz, a brincadeira ganhou um novo personagem: o Magrelo (R$49,90), criado para acompanhar o lançamento do Ketchup Zero (zero adição de açúcares). O sanduíche é preparado com dois ultra smash burgers de 80g de blend Angus, duas fatias de queijo cheddar derretido, alface, tomate e ketchup servido no pão brioche. A combinação reúne a suculência e a crocância características do Três Gordos ao sabor marcante do ketchup Heinz. A parceria reforça a relação entre as duas marcas e oferece uma experiência especial para os clientes, com uma oportunidade para experimentar uma combinação exclusiva. A ação será válida de 14 a 20 de setembro, em todas as lojas físicas do Três Gordos, mediante a compra do Combo Magrelo. Sobre o T.T. Burger: Com sua primeira loja aberta em 2013, no Arpoador, o T.T. Burger é pioneiro no conceito de hamburgueria 100% brasileira. Com um cardápio totalmente assinado pelo chef Thomas Troisgros, mundialmente renomado, a casa possui atualmente mais de 15 unidades, em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Goiânia. Sobre o Três Gordos: Inaugurada em 2021, a ‘Três Gordos’ nasceu para desenvolver os mais suculentos e crocantes hambúrgueres em formato smash do país, integrando o Grupo T.T., proprietário do renomado T.T. Burger, a primeira hamburgueria 100% artesanal do Rio de Janeiro. A marca, assinada pelo chef Thomas Troisgros, é uma homenagem à família Troisgros (que em francês significa “Três Gordos”), e apresenta uma formulação original do chef, o Ultra Smash Burgers. Serviços: Site Instagram: @t.t.burger Endereços: Unidade Brasília: CLS 202 - bloco A - 18 - DF (Funcionamento: segunda a quarta, de 12h às 23h; quinta e domingo, de 12h às 23h30; sexta e sábado, das 12h às 14h) Unidade Minas Gerais: Belo Horizonte: Rua Andaluzita, 13 - Carmo, Belo Horizonte - MG (Funcionamento: domingo a quinta, de 12h à 00h; sexta e sábado, de 12h às 02h) Unidade Goiânia: Rua 1137, nº 215, quadra 243, St. Marista - GO (Funcionamento: todos os dias, de 12h à 00h) Unidade Paraná: R. Alferes Ângelo Sampaio, 1525 - Batel, Curitiba - PR (Funcionamento: domingo à quinta, de 11h às 23h; sexta e sábado, de 11h às 02h) Unidades Rio de Janeiro Arpoador: Rua Francisco Otaviano, 67 - RJ (Funcionamento: todos os dias, 12h à 00h) Barra da Tijuca: Av. Olegário Maciel, 366 - RJ (Funcionamento: todos os dias, 12h às 2h) Botafogo: Rua Nelson Mandela, 100 - Loja 125 - RJ (Funcionamento: todos os dias, 12h às 2h) Leblon: Av. Ataulfo de Paiva, 1240 - RJ (Funcionamento: todos os dias, 12h às 2h) Macaé: Av. Nossa Sra. da Glória, 2179 - RJ (Funcionamento: todos os dias, 11h às 23h) Niterói: R. Gen. Pereira da Silva, 70 - Icaraí, Niterói - RJ, 24220-030 (Funcionamento: todos os dias, 11h às 00h) Recreio dos Bandeirantes: Rua Fernando Leite Mendes, 101 - RJ (Funcionamento: segunda e terça, das 12h às 00h; quarta e domingo, das 12h às 01h; da quinta ao sábado, das 12h às 02h) Tijuca: Praça Varnhagen, 7 - loja C - RJ (Funcionamento: todos os dias, 12h às 1h) Vogue Square Barra: Av. das Américas, 8585, loja 105, Barra da Tijuca - RJ (Funcionamento: segunda e terça, de 12h à 00h; quarta e domingo, de 12 à 01h; quinta a sábado, de 12h às 02h) Unidades São Paulo Itaim Bibi: Rua Pais de Araújo, 137 - SP (Funcionamento: segunda a quinta, de 12h a 00h; sexta à domingo, de 12h às 3h) Pinheiros: Av. Pedroso de Morais, 1081 - SP (Funcionamento: domingo a quarta, de 12h à 00h; quinta à sábado, 12h às 03h) Campinas: R. Santos Dumont, 499 - Cambuí (Funcionamento: todos os dias, das 11h às 23h)
- Cinemark tem sessões antecipadas de "A Ilha Esquecida" durante a Semana do Cinema
Os fãs de animação já podem se preparar para conhecer “A Ilha Esquecida” (Forgotten Island) antes de todo mundo. A nova produção da DreamWorks e Universal Pictures pode ser conferida com antecedência na Cinemark durante a Semana do Cinema, até o dia 16 de setembro. A iniciativa permite que o público assista ao longa antes de sua estreia oficial nos cinemas, marcada para 24 de setembro. Durante a semana especial, os ingressos para as sessões participantes terão valores de R$ 10 para horários até as 17h e R$ 12 para os demais horários em sessões 2D e XD na Rede.Dirigido por Joel Crawford e Januel Mercado, de Gato de Botas 2: O Último Pedido, A Ilha Esquecida acompanha Jo e Raissa, melhores amigas de infância que finalmente realizam o sonho de conhecer a misteriosa ilha. O que elas não esperavam era descobrir que suas memórias são o preço para conseguir voltar para casa. Agora, as duas precisam encontrar uma maneira de escapar sem esquecer uma da outra e da amizade que construíram ao longo da vida.O universo de amizade e conexão apresentado pelo filme também ganhou vida fora das telas. Em parceria com a Cinemark, as influenciadoras Sofia Manso (@sofia.manso) e Nany Assis (@nanyassis) participaram da Nakali Experience, uma experiência imersiva realizada no Hotel Almenat by Hilton, em Embu das Artes. Durante a programação de dois dias, as criadoras participaram de atividades temáticas inspiradas no longa, como trilha, aula de yoga, festa temática, além de um workshop emocionante voltado para as memórias entre as duplas que participaram. Com uma história que combina aventura, amizade, amadurecimento e preservação de memórias, o longa ainda apresenta um elenco de vozes originais estelar. Entre os nomes estão H.E.R., sensação musical vencedora do Oscar e do Grammy, Liza Soberano, de Lisa Frankenstein, e Dave Franco, de O Estúdio. Completam o elenco Jenny Slate, de Marcel, a Concha de Sapatos; Manny Jacinto, de The Good Place; a indicada ao BAFTA Dolly de Leon, de Triângulo da Tristeza; a estrela de comédia Jo Koy, de Mansão Mal-Assombrada; o vencedor do Emmy Ronny Chieng, de M3GAN; e a vencedora do Tony Lea Salonga. Quer assistir antes da estreia? Confira a programação, os horários disponíveis e encontre a Cinemark mais próxima de você pelo site ou aplicativo da rede.Serviço “Semana do Cinema na Cinemark” Data: 10 a 16 de setembro Sessões de A Ilha Esquecida na Cinemark: a partir de 11 de setembro Ingressos: R$ 10 (sessões até às 17h) e R$ 12 (demais horários) em sessões 2D e XD. Exibições nas Poltronas D-Box e Salas Prime custam R$ 20 (sessões até às 17h) e R$ 24 (demais horários). Estreia oficial: 24 de setembro
- Rastreabilidade, carbono e mercado: o que está mudando na pecuária brasileira
A pecuária brasileira está entrando em uma nova fase: já não basta adotar boas práticas. É preciso medir, comprovar e transformar esses avanços em valor e acesso a mercados. É a partir dessa discussão que o podcast Protagonistas do Campo, da Elanco Brasil, retorna para sua segunda temporada, produzida em parceria com a KPMO Cultura e Arte. O primeiro episódio, “Não Existe Sustentabilidade Sem Rastreabilidade”, coloca em debate um dos principais desafios para o futuro do setor: como rastrear individualmente os animais e transformar essas informações em uma ferramenta de transparência e comprovação. Renata Fernandes, gerente de Sustentabilidade da Elanco Brasil, recebe Sérgio Ribas Moreira, zootecnista e Chief Commercial Officer da SBCert, para discutir a identificação individual e o papel do PNIB (Plano Nacional de Identificação Individual de Bovinos e Búfalos) nesse processo. O tema ganha relevância diante da dimensão da atividade no país. O Brasil tem um dos maiores rebanhos bovinos do mundo e registrou, em 2025, recorde histórico nas exportações de carne bovina. Ao mesmo tempo, a identificação individual ainda alcança uma parcela pequena dos animais. Nos próximos episódios, a temporada amplia a discussão para outras questões que impactam a pecuária brasileira. Michelle Borges, gerente executiva da Mesa Brasileira da Pecuária Sustentável, aborda o papel de diferentes elos da cadeia — como indústria, varejo, ciência, tecnologia e políticas públicas — na construção de uma produção mais sustentável. Já Keyvan Macedo, Head de Negócios Globais da WayCarbon, explica como medir, comprovar e gerar valor a partir do carbono. O primeiro episódio da nova temporada já está disponível no YouTube e no Spotify. Protagonistas do CampoApresentação: Renata Fernandes | Elanco BrasilProdução executiva: KPMO Cultura e ArteEquipe técnica: Estúdio Donna.Co
- Milho dos EUA tem nova redução de produção e aumenta atenção sobre a colheita
A safra americana de grãos chega à reta final com mudanças importantes nas projeções para soja e milho. No milho, o USDA reduziu novamente a produtividade e a produção dos Estados Unidos, aproximando os números oficiais do cenário apontado pelo Pro Farmer em agosto. Na soja, a produção foi revisada para cima, mas o aumento das exportações levou a uma redução dos estoques finais. Os números divulgados pelo USDA em setembro também colocam a colheita americana no centro das atenções. No milho, ainda há uma diferença relevante entre as estimativas do órgão americano e do Pro Farmer, que só deverá ser esclarecida com o avanço dos trabalhos no campo. Milho tem corte na produtividade e na produção A produtividade do milho nos Estados Unidos passou de 189 para 186,4 sacas por hectare. Com isso, a produção estimada caiu de 406,8 milhões para 401,3 milhões de toneladas. Os estoques finais também foram reduzidos, de 42 milhões para 39,8 milhões de toneladas. No levantamento do Pro Farmer, realizado em agosto, a produtividade estimada havia sido ainda menor, de 181,2 sacas por hectare, com produção de 389,5 milhões de toneladas. A diferença entre as duas projeções ainda é de aproximadamente 11,8 milhões de toneladas. Para Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro, o ajuste do USDA reforça a necessidade de acompanhar a produtividade efetivamente obtida pelos produtores americanos. “O USDA já começou a incorporar uma parte do que o Pro Farmer havia sinalizado em agosto, principalmente no milho. Ainda existe uma diferença importante entre as estimativas, e agora a colheita passa a ser fundamental para mostrar qual cenário está mais próximo da realidade”, afirma. No mercado global, os estoques finais de milho da safra 2026/27 também foram reduzidos, de 274,7 milhões para 272,1 milhões de toneladas. Soja americana produz mais, mas estoques caem Na soja, o movimento foi diferente. O USDA elevou a produção dos Estados Unidos para 123,4 milhões de toneladas, alta de 0,3% em relação à estimativa de agosto. Apesar da maior produção, os estoques finais foram reduzidos de 8,7 milhões para 8,4 milhões de toneladas. A projeção de exportações americanas subiu de 45,2 milhões para 45,9 milhões de toneladas, enquanto o consumo doméstico permaneceu elevado. O resultado é um balanço em que a oferta cresce, mas não se transforma em aumento dos estoques. “O número da produção, sozinho, não conta toda a história da soja americana. As exportações foram revisadas para cima e isso ajuda a explicar por que os estoques finais caíram mesmo com uma safra maior. Daqui para frente, a execução dessa demanda será um dos pontos mais importantes para o mercado”, diz Yedda. No cenário mundial, a produção de soja para 2026/27 está estimada em aproximadamente 442,4 milhões de toneladas, praticamente o mesmo volume projetado para o consumo. Os estoques finais permanecem próximos de 124 milhões de toneladas. China mantém demanda, mas compras ficam mais seletivas A China continua no centro das atenções para a soja. O USDA manteve em 115 milhões de toneladas a projeção de importações chinesas para 2026/27, enquanto o consumo foi estimado em 136 milhões de toneladas. Os estoques finais ficaram em 44,3 milhões de toneladas. Ao mesmo tempo, os estoques nos portos chineses aumentaram nas últimas semanas e reduziram a necessidade de compras mais agressivas no curto prazo. Para os próximos meses, a programação de chegada de soja tende a diminuir, enquanto pequenas e médias esmagadoras enfrentam margens mais apertadas e produto brasileiro relativamente caro. Parte das empresas já trabalha com redução do esmagamento entre dezembro e fevereiro. Nesse cenário, o momento e a origem das compras chinesas ganham importância para os preços internacionais e para os prêmios no Brasil. Argentina aumenta disputa pelo mercado de milho No milho, a menor produção projetada nos Estados Unidos encontra um cenário de forte oferta na América do Sul. Na Argentina, a safra recorde aumenta a disponibilidade para exportação e mantém o cereal competitivo em diferentes destinos. A comercialização do produtor também avançou. A presença argentina pesa diretamente sobre o milho brasileiro, principalmente nos destinos em que os dois países disputam espaço. A proximidade logística também faz diferença: os portos brasileiros mais próximos da Argentina tendem a sentir mais essa concorrência. “O corte na produção americana dá algum suporte ao milho no mercado internacional, mas isso não significa necessariamente uma reação igual nos preços brasileiros. A oferta argentina continua forte e coloca uma pressão competitiva importante sobre o produto do Brasil”, avalia Yedda. Conflitos mantêm mercado sensível Além dos fundamentos de oferta e demanda, os conflitos internacionais continuam influenciando os preços agrícolas. No Oriente Médio, o petróleo é um dos principais pontos de atenção. Uma alta da energia pode melhorar a competitividade relativa dos biocombustíveis e dar suporte ao óleo de soja, mas também elevar custos com diesel, frete e parte dos insumos para o produtor brasileiro. Na Rússia e na Ucrânia, o impacto está mais ligado ao fluxo de exportações. O USDA elevou a produção de milho da Ucrânia para 31,8 milhões de toneladas, mas reduziu a projeção de exportação para 22 milhões de toneladas. Os estoques finais passaram para 5,5 milhões de toneladas. Para Yedda, os próximos dados de campo serão decisivos para definir a leitura da safra americana. “Agora o mercado precisa de confirmação. No milho, principalmente, a diferença entre as estimativas ainda é grande. A produtividade que vier da colheita americana, junto com o ritmo das compras da China e a oferta da América do Sul, vai ajudar a definir os próximos movimentos dos preços”, complementa.
- Bares e restaurantes crescem 7,4% em agosto e completam onze meses consecutivos de alta anual, aponta Stone
As vendas no setor de bares e restaurantes avançaram 7,4% em agosto, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O resultado representa o décimo primeiro mês consecutivo de alta anual. Na comparação mensal, o setor registrou queda de 0,2% . Os dados são do Índice Abrasel-Stone, relatório mensal divulgado pela Stone, o banco pra quem empreende, em parceria com a Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes). “Agosto mostra que o bom momento do consumo não ficou restrito ao resultado excepcional de julho. O emprego segue dando sustentação à renda, mas o empresário enfrenta uma equação mais apertada: de um lado, não quer perder o cliente com aumentos de preços; de outro, precisa lidar com custos e crédito mais caros. Muitas vezes, a saída tem sido absorver parte dessa pressão na margem para manter o negócio competitivo. Isso ajuda a explicar a sustentação das vendas, mas também mostra que precisamos olhar para além do faturamento para entender a saúde do setor”, afirma Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel. Segundo Guilherme Freitas, economista e pesquisador da Stone, o resultado de agosto mostra uma estabilização do setor após o avanço expressivo registrado em julho. “A variação próxima de zero na comparação mensal indica que o setor conseguiu preservar boa parte do nível de atividade alcançado no mês anterior. Ao mesmo tempo, o crescimento na comparação anual, mostra que a demanda segue sustentada, principalmente pela resiliência do mercado de trabalho.” Para o economista da Stone, apesar da sustentação da atividade, o cenário econômico ainda impõe desafios ao setor. “Temos duas forças atuando em sentidos opostos: de um lado, o emprego continua apoiando a renda e o consumo; de outro, o custo elevado do crédito e a inflação segue pressionando o orçamento das famílias. A desaceleração do crescimento anual em agosto, de 10,4% para 7,4%, é compatível com esse ambiente e reforça a importância de acompanhar a evolução das condições financeiras nos próximos meses.” Análise regional Dos 24 estados contemplados pelo levantamento, 23 apresentaram crescimento nas vendas de bares e restaurantes em agosto, na comparação anual. As maiores altas foram registradas na Paraíba (18,8%), Sergipe (16,8%), Alagoas (12,9%), Rondônia (12,8%), Mato Grosso (12,5%), Pernambuco (12,3%), Roraima (11,3%), Piauí (10,4%), Maranhão (10,2%), Santa Catarina (9,2%), Espírito Santo (8%), Minas Gerais (7,5%), Bahia (6,9%), São Paulo (6,7%), Goiás (6,5%), Amazonas (6,3%), Rio de Janeiro (6,2%), Rio Grande do Sul (4,8%), Paraná (4%), Pará (3,9%), Rio Grande do Norte (3,4%), Mato Grosso do Sul (3%) e Ceará (1,4%). Apenas um estado registrou retração no período, sendo ele, o Tocantins (1,6%). Nas regiões do país, o Nordeste liderou com média de 10,3%, sustentado por resultados elevados em seus estados. Na sequência vieram o Centro-Oeste (7,3%), o Sudeste (7,1%), o Norte (6,5%) e o Sul (6%). O Índice Abrasel-Stone está disponível no site da Abrasel e no hub de conteúdo da Stone.
- Edição de Primavera da Feira Expomodas chega ao Shopping ID em setembro
Entre os dias 15 e 18 de setembro, o Shopping ID recebe a Edição de Primavera da Feira Expomodas. Realizado na Praça de Alimentação, das 10h às 18h, de terça a sexta-feira, o evento reúne o talento de expositores e artesãos locais em um formato leve e diversificado, perfeito para quem busca produtos de qualidade em um só lugar. A edição celebra a chegada da estação mais florida do ano, antecipando as tendências da moda primavera-verão com tecidos leves, cores quentes e pastéis, além das clássicas estampas florais. Com curadoria da empreendedora Renata Aguiar, a Expomodas oferece uma experiência charmosa e acolhedora. Mais do que uma feira de compras, o evento incentiva a economia criativa de Brasília, valorizando o pequeno produtor e movimentando o comércio local. Tudo foi pensado para proporcionar um passeio agradável, com um layout fluido que facilita a circulação e valoriza cada estande. Os visitantes encontrarão uma seleção especial de produtos: moda autoral (com provadores no local), acessórios exclusivos, joias e semijoias, além de itens para casa como tapetes e mantas artesanais, velas aromáticas e delícias gastronômicas, incluindo queijos artesanais e mel. A ideia é conectar pessoas, cultivar parcerias e oferecer momentos especiais para todo o público. Sobre o Shopping ID Consolidado como um dos principais centros de decoração e design do Centro-Oeste, o Shopping ID está localizado no coração de Brasília, no Setor Comercial Norte. O espaço oferece fácil acesso, segurança e comodidade, contando com estacionamento privativo e opções externas gratuitas. Além de mais de 40 lojas especializadas em mobiliário e decoração, o shopping conta com uma gastronomia diversificada para todos os gostos. Entre os destaques estão o Camarada Camarão, o Chicago Prime, o Madero Steak House e o Mangai, garantindo excelentes opções para um almoço ou encontro especial. Serviço: Feira Expomodas - Edição de Primavera Data: 15 a 18 de setembro Horário: 10h às 18h Local: Praça de alimentação do Shopping ID Endereço: Setor Comercial Norte Quadra 06 Conjunto A, Asa Norte, Brasília - DF Entrada: Gratuita e aberta ao público Mais informações: Através dos perfis no Instagram @expomodasdf e @shoppingidoficial
- Escola Eleva recebe mais de 40 universidades em evento com entrada gratuita
A Escola Eleva realiza a segunda edição da Feira de Universidades e Carreiras, que reúne mais de 40 instituições de ensino superior do Brasil e do exterior, com instituições de países como Estados Unidos, Reino Unido, França, Canadá, Itália, Hong Kong e Espanha, entre outros. A iniciativa da escola que integra a rede Inspired Education apresenta também o Career Lounge, espaço dedicado a mentorias individuais, que permite aos estudantes conversar diretamente com profissionais de diferentes áreas de atuação e conhecer de perto as possibilidades de formação acadêmica. O evento é gratuito com vagas limitadas. “A Feira de Universidades e Carreiras convida estudantes de todo o Distrito Federal, a partir do Ensino Fundamental, que buscam orientação sobre cursos de graduação e possibilidades de formação no Brasil e no exterior. É uma oportunidade para ampliar o repertório dos jovens sobre os caminhos acadêmicos e profissionais disponíveis, além de aproximá-los de universidades e especialistas que podem contribuir para escolhas mais conscientes sobre o futuro", afirma Helena Galvão, orientadora universitária e de carreiras da Escola Eleva Brasília. O evento conta com a participação de instituições como a University of St. Thomas, University of Oregon, University of the West of Scotland, BHMS Switzerland, Hayek Global College, Hult International Business School, California State University Chico, Sciences Po, High Point University, Vancouver Film School, Nuova Accademia di Belle Arti, Istituto Marangoni, IE University and Education First, além do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec) e das agências de intercâmbio Daqui pra Fora e Education First. A novidade desta edição é o Career Lounge, iniciativa dedicada a facilitar o acesso a informações sobre caminhos acadêmicos e ajudar estudantes e famílias a compreender melhor as opções de formação no Brasil e no exterior. A Feira de Universidades e Carreiras acontece no dia 22 de setembro, das 14h30 às 16h, no pilotis da Escola Eleva Brasília, na Asa Sul. O evento é aberto para todos os estudantes do DF e requer inscrição pelo site da escola. As vagas são limitadas. Feira de Universidades e Carreiras | Escola Eleva Brasília Quando: 22 de setembro de 2026 (terça-feira) Horário: 14h30 às 16h Local: SGAS II SGAS 614 - Asa Sul, Brasília (DF) Inscrições:https://docs.google.com/forms/d/1KMhq4gBp660yxuHQ2ydYfwx4AV7_PkrBq-TLt3_Uj_o/editEvento gratuito | Vagas limitadas SOBRE A ESCOLA ELEVA A Escola Eleva é uma das mais importantes escolas bilíngues em tempo integral do país. Fundada em 2017 e parte do Inspired Education Group desde 2022, a instituição alia tradição e inovação para oferecer educação de excelência desde a Educação Infantil até o Ensino Médio. A Escola Eleva possui seis campus nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Recife. As unidades contam com projetos arquitetônicos de referência para espaços educacionais inovadores e um currículo que integra o ensino brasileiro ao de programas internacionais, garantindo uma formação acadêmica sólida e globalmente conectada. Mais informações em escolaeleva.com.br.
- 6º Fórum Pecuária Brasil acontece nesta semana com debates sobre mercado, inovação e futuro do setor
A DATAGRO, consultoria especializada em inteligência de mercado para o agronegócio, realiza no dia 16 de setembro, no Clube Atlético Monte Líbano, em São Paulo, a 6ª edição do Fórum Pecuária Brasil. O encontro reunirá pecuaristas, representantes da indústria, lideranças empresariais, especialistas, entidades e agentes do mercado financeiro em um mesmo ambiente, promovendo a conexão entre diferentes elos da cadeia produtiva. A proposta é combinar inteligência de mercado, conteúdo técnico, relacionamento e oportunidades de negócios, criando um espaço para a troca de experiências e a discussão dos temas que influenciam as decisões dos diferentes agentes da pecuária brasileira. “A pecuária é formada por diferentes elos que precisam estar cada vez mais conectados. O Fórum cria justamente esse ambiente, reunindo pecuaristas, indústria, mercado financeiro, entidades e especialistas para discutir os desafios do setor sob diferentes perspectivas. É uma oportunidade de acesso à informação qualificada, mas também de relacionamento e construção de novas oportunidades”, afirma Luiz Felipe Nastari, diretor de Comunicação e Eventos da DATAGRO. A programação contará com seis painéis e colocará em debate temas como as perspectivas para o mercado do boi em 2026 e 2027, os rumos da indústria no mercado interno, as oportunidades para a carne brasileira no exterior, a retomada da liquidez do contrato futuro do boi na B3, os desafios do elo da cria e as estratégias adotadas por confinamentos de alta performance. O cenário internacional também terá espaço próprio na programação. O painel “Integração Pecuária nas Américas” reunirá representantes do Brasil e de outros mercados do continente para discutir as relações comerciais e os movimentos da cadeia da carne. Entre os participantes da programação estão Plinio Nastari, presidente da DATAGRO; Roberto Perosa, presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC); Luciano Pascon, CEO do Frigol; Paulo Emilio, CEO da Plena Alimentos; Camila Faria de Castro, gerente de Produtos da B3; e Eduardo Pedroso, diretor executivo de Originação da Friboi JBS, além de pecuaristas, analistas e representantes de outras empresas e entidades do setor. A edição também será marcada pela 3ª Premiação Transparência – Indicador do Boi DATAGRO, que reconhecerá participantes que contribuem para a formação e a transparência do indicador. A agenda contará ainda com Innovation Drops, atrações ao longo do dia e momentos dedicados ao relacionamento entre os participantes, incluindo um coquetel de encerramento. Em 2025, o Fórum Pecuária Brasil reuniu mais de 600 participantes, mais de oito horas de conteúdo voltado ao mercado e representantes dos principais frigoríficos do País. Indicador do Boi DATAGRO na Estrada O Indicador do Boi DATAGRO na Estrada chega a São Paulo para sua oitava e última etapa. O encerramento do circuito acontecerá no dia 16 de setembro, durante a 6ª edição do Fórum Pecuária Brasil. Ao longo do ano, a iniciativa passou por Ribeirão Preto (SP), Rondonópolis (MT), Campo Grande (MS), Goiânia (GO), Araguaína (TO), Porto Alegre (RS) e Ariquemes (RO). Foram mais de 5 mil quilômetros percorridos, com alcance em 10 estados e participação de mais de 1.600 pessoas em uma jornada voltada à inteligência de mercado, relacionamento e aproximação com a realidade da produção pecuária brasileira. Serviço: Evento: 6º Fórum Pecuária Brasil Data: 16 de setembro de 2026 Local: Clube Atlético Monte LíbanoEndereço: Av. República do Líbano, 2267 - Moema, São Paulo Inscrições: https://datagroexperience.com/inscricoes/6forumpecuaria/ Sobre a DATAGRO Com mais de 40 anos de mercado, a DATAGRO é uma consultoria agroindustrial independente com atuação global e referência no setor. Produz análises, notícias e dados primários sobre agropecuária, soja, milho, algodão, cana, açúcar, etanol, biodiesel, café, citrus, pecuária, leite e outros, orientando a tomada de decisão de clientes em mais de 50 países. São mais de 130 relatórios mensais sobre 18 commodities agrícolas e de energia e mercados. Ao todo, a DATAGRO reúne doze unidades de negócios: Alta Performance, Análise de Mercado, Consultoria Estratégica, Gestão, Markets, Financial, Governos, Benri, DataMaps, Deag, Geocane e Experience - área responsável pelos eventos, incluindo o Global Agribusiness Fórum (GAF) e o Global Agribusiness Festival (GAFFFF), os maiores eventos mundiais do agro, realizados todos os meses de outubro (em 2026, nos dias 23 a 26 de julho no Parque Tecnológico Luiz Giroletti, em Sorriso, no Mato Grosso e nos dias 1-2 de outubro no Nubank Parque, em São Paulo).
- IA domina redes sociais, mas público rejeita: por que o offline se tornou o verdadeiro luxo para as marcas?
Por Ricardo Tarza* Há cerca de dois anos, a expressão “offline é o novo luxo” começou a ganhar espaço nas discussões sobre comportamento, cultura e marketing. Apareceu como tendência, provocação e, principalmente, como um alerta para as marcas: em uma sociedade permanentemente conectada, desconectar-se passou a ter valor. O curioso é que o movimento não significa uma rejeição ao digital. O que estamos vendo é uma mudança na relação entre o real e o virtual, e ela abre uma oportunidade particularmente interessante para as marcas. Durante anos, a transformação digital foi apresentada como uma espécie de caminho sem volta. Lojas migraram para o e-commerce, eventos ganharam versões online, relacionamentos passaram para as redes sociais e experiências começaram a ser desenhadas para acontecer na tela. Agora, estamos presenciando um tipo de desgaste: o esgotamento das relações mediadas o tempo todo. A lógica começa a se inverter. De acordo com o recente estudo AI Content Creation Statistics 2026, 84% das pequenas empresas publicam conteúdo gerado por inteligência artificial, contra 62% de grandes empresas. A adoção da inteligência artificial é maior em equipes enxutas. Isso também se reflete em publicações pessoais e profissionais nas redes sociais. A mesma pesquisa constata que, hoje, 54% do conteúdo publicado no LinkedIn é gerado por IA. No Instagram, a relação fica em 29%. Desde 2021, a participação das IAs na geração de conteúdo mais do que dobrou em todas as redes sociais avaliadas. Apesar do crescimento, conteúdos sintéticos não têm sido recebidos de maneira positiva. As avaliações moderadamente negativas e muito negativas, juntas, atingiram 58% entre os respondentes. Apenas 3% dos indivíduos viram o uso detectado de IA de forma positiva. Ambos os padrões são consistentes com a expectativa de que a comunicação transmita um sinal de esforço genuíno, algo que o uso da IA enfraquece. Em uma era de excesso de informação e feeds cada vez mais parecidos, a experiência física recupera um atributo que o digital tem dificuldade de reproduzir: a capacidade de envolver todos os sentidos, de seduzir e de promover experiências duradouras. Você pode assistir a um show pelo celular, pode conhecer virtualmente um museu, pode comprar praticamente qualquer coisa sem sair de casa, pode conversar com alguém a milhares de quilômetros de distância em poucos segundos… Entretanto, existem coisas que continuam dependendo da presença, como o cheiro de um lugar, o som de uma banda ao vivo, a textura de uma embalagem, uma conversa inesperada, a sensação de descobrir um espaço junto com outras pessoas ou mesmo o encontro que não estava previsto no algoritmo. É aí que mora o valor do offline. Não se trata de romantizar o passado nem de imaginar que as pessoas querem abandonar seus smartphones. Trata-se de reconhecer que, quanto mais digital se torna a nossa rotina, mais raro e precioso é um instante de presença genuína, e as marcas começam a perceber isso. Abrir uma loja, criar um café, promover um festival ou ocupar um espaço público não é exatamente uma novidade. O que mudou foi o papel estratégico que essas iniciativas podem desempenhar. Na competição brutal pela atenção do consumidor, um espaço físico deixa de ser apenas um ponto de venda. Pode ser plataforma de relacionamento, laboratório de testes, território cultural, espaço de comunidade e, sobretudo, gerador de histórias. Uma loja pode ser cenário, um café pode ser ponto de encontro, um evento pode ser uma boa lembrança, um festival pode promover afetos. Uma experiência bem-construída pode render semanas de conteúdo espontâneo depois, reverberando e construindo pontes com mais efetividade do que a mídia paga. É justamente aí que o offline encontra o digital. A experiência acontece no mundo real, mas não termina quando a pessoa vai embora. Ela continua nas fotos, nos vídeos, nas conversas, nos comentários, nos compartilhamentos e nas histórias que cada pessoa decide contar. O espaço físico, portanto, não precisa competir com as plataformas digitais. Ele pode complementá-las. Durante muito tempo, a pergunta do marketing foi: como levar a marca até as pessoas? Hoje, em um ambiente de saturado de estímulos, talvez precisemos fazer uma pergunta diferente: o que podemos criar para que as pessoas queiram ir até a marca e depois falar sobre isso? Porque o conteúdo já não é escasso. Atenção é. E quando todos disputam alguns segundos no mesmo feed, criar uma experiência que gere memória pode ser mais poderoso do que produzir mais uma peça para interromper a rolagem. Esse movimento exige, porém, que as marcas parem de pensar no offline apenas como extensão física de uma campanha digital. Não basta colocar a logo numa parede bonita, distribuir brindes e esperar que o público faça o resto. O espaço precisa ter uma razão para existir, oferecer alguma coisa que as pessoas não conseguiriam experimentar da mesma maneira em uma tela, ser relevante antes de ser instagramável. O conteúdo mais valioso não é aquele que a marca produz sobre si mesma, é aquele que as pessoas produzem quando a presença valeu a pena. No fim, talvez “offline é o novo luxo” seja uma frase incompleta. O verdadeiro luxo não é simplesmente estar offline, mas ter acesso ao real em um mundo cada vez mais virtual. E, para as marcas, o desafio é ainda maior: criar uma experiência tangível que seja tão importante, surpreendente ou prazerosa, que as pessoas tenham vontade de compartilhar quando voltarem para o online. É nesse ponto que a promoção física deixa de ser apenas um espaço ou mais um argumento de venda. O relacionamento, uma vez travado, pode ser cultivado e se estender para um vínculo. A disputa, então, deixa de ser com a concorrência. A marca passa a disputar uma performance cada vez melhor consigo mesma. * Ricardo Tarza é sócio e Diretor de Inovação e Criatividade da DreamOne Sobre a DreamOne A DreamOne é uma agência de marketing integrado 100% brasileira, criada para pensar marcas a partir das pessoas e das experiências que elas vivem. Com foco nas relações entre empresas, seus colaboradores e consumidores, a DreamOne ajuda negócios a prosperar apostando na metodologia B2People, combinando estratégia, conteúdo, comunicação e inovação para desenhar soluções sob medida. Com a brasilidade em seu DNA, a agência reforça seu compromisso com a cultura, a diversidade e os desafios locais. O olhar atento e profundo orienta tanto a criação de narrativas quanto a escolha de canais e formatos, aproximando marcas do cotidiano das pessoas, em diferentes regiões do país. Veja mais em: https://dreamone.com.br/
- Branding e performance: é hora de parar de escolher
*Por Júlio Cézar Kattah, sócio da Moclick, responsável pela operação na Ásia e pela gestão internacional da empresa O consumidor não sabe - e não precisa saber - se uma campanha foi criada para construir marca ou gerar conversão. Ele simplesmente recebe a mensagem, forma uma percepção e decide o que fazer a seguir. Se a jornada do consumidor é uma só, por que o marketing ainda insiste em separar suas estratégias?A verdade é que essa divisão faz cada vez menos sentido. Enquanto empresas discutem onde termina o branding e começa a performance, plataformas digitais, algoritmos e o próprio comportamento do consumidor já operam sem essa fronteira. Uma busca pode apresentar uma marca, um vídeo despertar interesse e uma recomendação influenciar uma decisão de compra. Vivo na China há sete anos, e é aqui que essa integração aparece de forma mais nítida do que em qualquer outro mercado que acompanho de perto. No WeChat, um único aplicativo concentra conversa, pagamento, geolocalização, transporte e conteúdo — sem que o usuário perceba a transição entre ver uma marca e comprar dela. O mesmo vale para o RedNote (小红书), o Douyin (抖音) e o Kwai (快手): o consumo de conteúdo é, ao mesmo tempo, o momento de impacto de marca e o gatilho de conversão. Aqui chamamos isso de 变现 — a monetização do conteúdo — e ela só funciona porque ninguém tentou separar as duas frentes. Com a evolução da inteligência artificial, os algoritmos dessas plataformas calibram esse impacto com uma precisão que simplesmente não existia há poucos anos. Quem ainda enxerga branding e performance como operações distintas está perdendo dinheiro. Essa lógica não é exclusividade do mercado chinês, mas fica mais visível aquii porque a infraestrutura digital foi construída dessa forma desde o início — diferente do Ocidente, onde ainda dependemos de dezenas de aplicativos isolados para cumprir o que um único super-app resolve. É uma revolução que, na minha visão, ainda vai chegar com força aos mercados ocidentais. É por isso que algumas das campanhas mais eficientes da atualidade não são necessariamente as que geram mais cliques ou alcançam mais pessoas isoladamente — são as que conseguem fazer diferentes pontos de contato trabalharem juntos para fortalecer a marca e, ao mesmo tempo, gerar valor comercial. Vimos isso de perto na campanha que fizemos para a Porto Seguro, promovida simultaneamente em branding e performance, nos ambientes mobile e web. A frente de performance dessa campanha dependia diretamente de uma alimentação constante de topo de funil — papel que o branding cumpriu com iniciativas pensadas para o momento e o horário certos de impacto. Um exemplo foi a ativação de marca no Autódromo de Interlagos, conectando a Porto a um evento de Fórmula 1 com visibilidade nacional e internacional. Combinada à frente de performance, ela alimentou a demanda que a performance converteu, com o CTA (Call to Action) certo, conectando as audiências que haviam sido impactadas pelo produto. O mesmo racional explica por que collabs entre marcas e criatividade aqui na China têm funcionado tão bem: Duolingo e Meituan (que no Brasil opera como Keeta), KFC e BYD, Lays e sua “regionalização de sabores”. Cada uma dessas parcerias e estratégias entrega, ao mesmo tempo, um momento de marca memorável e um gatilho direto de aquisição — a linha entre as duas coisas simplesmente não existe no desenho da ação. O desafio, no entanto, raramente é estratégico — é organizacional. O que mais vejo no mercado são times de branding e performance disputando pela maior parte do orçamento como se fossem adversários, não parceiros. Um time defende mais investimento tradicional em topo de funil e insiste em concentrar tudo em Google, Meta nos chamados "closed gardens"; o outro, perseguindo CPL, CPI e CPA cada vez mais agressivos e somente focados em performance. Quando não há uma gestão que centraliza essas frentes de crescimento e força o alinhamento entre os dois times, a empresa perde: perde key moments de ascensão de marca, perde parcerias, perde eficiência que poderia estar disponível se as duas frentes trabalhassem em conjunto. É, no fundo, uma disputa entre defensores do marketing tradicional e defensores do crescimento baseado no que há de mais novo — uma disputa que não deveria existir. Essa mesma lógica precisa chegar à mensuração. Olhar apenas para cliques, conversões ou alcance esconde parte importante do impacto de uma campanha; olhar apenas para indicadores de marca isolados também não conta a história toda. O que temos buscado, na prática, é medir o efeito combinado: o quanto uma ação de branding reduz o custo de aquisição da campanha de performance que vem em seguida, e o quanto uma campanha de performance bem-feita reforça a percepção de marca que o branding sozinho levaria mais tempo para construir. É essa correlação — não o desempenho isolado de cada frente — que mostra se a estratégia está funcionando. Toda marca que quer crescer de forma consistente precisa entender profundamente sua audiência, usar a tecnologia, criatividade e estratégias de crescimento, e pensar o funil de conversão como um todo — do primeiro impacto à última conversão. É assim que trabalhamos na Moclick: unindo branding e performance com a mesma naturalidade com que o consumidor já vive essa integração no seu dia a dia.Branding e performance não são caminhos opostos. São partes de uma mesma equação de crescimento. O consumidor já não faz essa distinção. O seu time de marketing também não deveria fazer.
- Dia do Cliente acende alerta para fraudes digitais e uso de inteligência artificial
Todo consumidor que aproveita as promoções do Dia do Cliente (15 de setembro) para fazer compras online precisa reforçar a atenção com as finanças digitais. O aquecimento do comércio eletrônico vem acompanhado de um salto nas tentativas de fraudes e abordagens de engenharia social. Para orientar a população e promover a cidadania digital, a UNIASSELVI preparou um guia prático sobre como prevenir e agir diante dos novos golpes envolvendo o Pix. Kamila Mendes, advogada especialista em Direito do Consumidor e professora do curso de Direito da UNIASSELVI, aponta que o avanço dos pagamentos instantâneos exige novos hábitos de segurança no dia a dia. “Com o avanço do Pix e dos pagamentos digitais, o consumidor precisa redobrar os cuidados com a segurança das suas informações. É importante conferir o nome do destinatário antes de realizar qualquer transferência, não compartilhar senhas, códigos ou dados bancários e desconfiar de links, mensagens e contatos suspeitos. Também é fundamental manter os aplicativos e dispositivos atualizados e utilizar os mecanismos de segurança oferecidos pelos bancos”, alerta a especialista. Golpes com Inteligência Artificial A evolução tecnológica trouxe camadas extras de sofisticação para os crimes virtuais. Recursos como deepfakes e clonagem de voz permitem que golpistas simulem conversas reais com alta precisão. “A inteligência artificial permite reproduzir a voz, a imagem e até a forma de falar de uma pessoa. Com isso, o criminoso pode se passar por um familiar, amigo, funcionário de banco ou até mesmo por uma autoridade. Por isso, atualmente não basta confiar apenas na voz ou na imagem: é necessário confirmar a identidade por outro meio antes de realizar qualquer pagamento”, explica Kamila. Principais fraudes em circulação Entre as abordagens mais frequentes no comércio eletrônico e nas redes sociais estão: Falso funcionário de banco: ligações ou mensagens que simulam centrais de atendimento para solicitar dados ou confirmações de transações; Golpe do Pix enviado por engano: criminosos alegam transferência incorreta e pedem o estorno para uma conta diversa; Falsas ofertas e QR Codes adulterados: anúncios patrocinados em redes sociais que direcionam a páginas clonadas ou geram pagamentos para terceiros; Falso parente: mensagens urgentes no WhatsApp pedindo transferências imediatas. Como agir e canais de recuperação Ao identificar uma fraude, a agilidade do consumidor é vital para tentar reaver o valor pago. A orientação principal é contatar imediatamente o banco e solicitar a abertura do Mecanismo Especial de Devolução (MED) — ferramenta criada pelo Banco Central para bloquear e recuperar valores em transações fraudulentas via Pix. Além do acionamento bancário, o consumidor deve registrar o Boletim de Ocorrência e guardar todas as provas disponíveis, como comprovantes de transferência, capturas de tela (prints) de conversas, números de telefone, e-mails e links de anúncios falsos. Sobre a responsabilidade das instituições financeiras em transferências feitas voluntariamente pela vítima, Kamila esclarece os limites jurídicos. “É necessário analisar cada caso concreto, verificando se houve falha na segurança ou na prestação do serviço bancário e se a instituição adotou os mecanismos de prevenção e segurança esperados. O banco pode adotar medidas para tentar bloquear ou recuperar os valores, inclusive por meio dos mecanismos específicos existentes para situações de fraude. Entretanto, não existe uma garantia de devolução em todos os casos”, ressalta. A especialista recomenda ainda consultar as diretrizes de prevenção à fraude disponibilizadas na página da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) para manter hábitos seguros na navegação digital. Sobre a UNIASSELVI A UNIASSELVI é uma das mais conceituadas instituições de ensino superior do Brasil. Com uma oferta diversificada de mais de 500 cursos, que incluem Graduação, Pós-Graduação e Profissionalizantes, nas modalidades presencial, semipresencial e a distância (EAD), a instituição se destaca pela sua abrangência e qualidade educacional. Presente em todos os estados brasileiros, a UNIASSELVI conta com uma ampla rede de mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial. É reconhecida como a única instituição de grande porte nacional a receber nota máxima no Recredenciamento Institucional, concedido pelo Ministério da Educação (MEC). A missão da UNIASSELVI é fornecer os recursos e o suporte necessários para que os alunos construam suas próprias histórias e alcancem o sucesso acadêmico e profissional, promovendo assim o desenvolvimento pessoal e profissional de cada estudante.
- Do Truc’s ao Rangar: clássico fast-food brasiliense chega aos 30 anos de história com promoções em Taguatinga e Ceilândia
Uma das lanchonetes mais tradicionais e queridas do Distrito Federal, o Rangar completa 30 anos de história no ramo alimentício. Para marcar a data, a rede dá início, nesta terça-feira (15/9), a uma série de promoções com preço especial para um dos pratos mais pedidos pelo público. A ação que abre a campanha em comemoração às três décadas da marca será dedicada ao Coxão Grill, que terá preço especial de R$ 10,99 na unidade de Taguatinga. Na terça-feira seguinte (22/9), a promoção chega à unidade de Ceilândia, que também oferecerá o Destroyer com valor promocional. As demais datas e ações da campanha serão divulgadas nas redes sociais do grupo. “É uma pequena maneira de retribuir o carinho dos clientes pela parceria nessas mais de três décadas de história. Também estamos preparando algumas surpresas para quem nos acompanha nas redes e também para a comunidade de Taguatinga e Ceilândia. Fiquem ligados!”, adianta Bruna Veríssima, administradora do Rangar. 30 anos de história No Truc’s, rede de fast food que fez parte da juventude de muitos brasilienses, o empreendedor Alberto Vieira iniciaria a trajetória que daria vida ao Rangar. Com o fim da franquia, surgiu espaço para um novo negócio chamado Rhelk’s, que deixaria um gosto nostálgico no paladar de Ceilândia. “O Rangar começou com a minha família”, destaca Bruna Veríssima. “O meu pai veio da Paraíba com 18 anos atrás de oportunidades e desde então sempre esteve no ramo de alimentação”, comentou. A estética de aviação, com trajes de pilotos para os garçons e aeromoças para garçonetes, com um cardápio inspirado na aeronáutica, foi essencial para desenvolver uma afetividade com os clientes, mas não foi um sucesso imediato. Com o tempo os sócios foram deixando o negócio, restando apenas Alberto e a esposa Damiana, que transformaram o Rhelk’s em um ponto de referência na cidade. Devido a um litígio judicial com um dos ex-sócios, o restaurante passou a se chamar Rangar em 2017. O rebranding, feito em 2021, veio como uma forma de agradecer à comunidade de Ceilândia e adotou a cultura regional como parte da identidade da rede. “Tentamos ainda manter essa identidade de aviões, mas por questões da marca não podíamos. Com o rebranding, em 2021, o foco foi fortalecer a cultura da Ceilândia, que foi onde o Rangar e o Rhelk’s nasceram e são fortes até hoje”, disse Bruna Veríssima. Com todo o histórico, o Rangar segue trabalhando com personalidade e lanches de qualidade que enraizaram o fast food brasiliense. As atividades promovidas em comemoração aos 30 anos de dedicação servem como agradecimento ao público pelas décadas de apoio a um empreendimento local. Serviço Ações Rangar em setembro: 15/9 | Ação promocional em Taguatinga; 22/9 | Ação promocional em Ceilândia; 29/9 | Ação Social em Ceilândia; 30/9 | Ação promocional no aplicativo do Rangar. Fotos e vídeos em alta: clique aqui Perfil do Rangar: clique aqui Contato para entrevista: contato@taxquim.com








